Post livre

Post livre #220

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148 comentários

  1. Oi! Vocês têm indicações de bons livros sobre a história da internet e das redes sociais?

    Aproveito para deixar alguns links de editoras que disponibilizaram ebooks gratuitos durante o isolamento social. Se eu descobrir mais, eu posto depois.
    Editora da UERJ: https://www.eduerj.com/eng/?page_id=21187
    Editora da UFRJ: http://www.editora.ufrj.br/Download
    Editora Springer (tem um livro sobre LaTeX, lembrei que surgiu esse assunto no post livre da semana passada): https://www.hypeness.com.br/2020/04/editora-springer-libera-download-dos-mais-caros-e-melhores-livros-cientificos-do-mundo/

      1. Valeu pela indicação, Ghedin! Joguei o título na busca e achei a crítica que vc fez dele em 2015, achei muito interessante. A discussão na postagem rendeu tb, curioso ler essa conversa 5 anos depois.

        Eu vi que tem os links para compra do livro em algumas lojas, esse esquema poderia voltar, eu compraria.

        1. Hahaha, eu tinha esquecido que escrevi sobre esse livro!

          Em maio ou junho do ano passado eu parei de publicar links de lojas que geravam comissões para o site. Pareceu-me um incentivo ao consumo e, pior que isso, a loja mais confiável/com as melhores comissões é a Amazon. Achei meio contraditório tocar o site sem qualquer envolvimento com Facebook e Google e, ao mesmo tempo, estimular compras na Amazon.

          1. Pois é, não dá para fazer isso com a Amazon nem com grandes livrarias, mas será que direto com as editoras ou livrarias pequenas não seria uma boa? Não sei, se for um livro que vc gostou e está indicando (e não um livro patrocinado, por exemplo) não parece ruim.

    1. Para onde nos leva a tecnologia, de Kevin Kelly
      A sociedade em rede, de Manuel Castell
      A nova desordem digital, de David Weinberger
      Gadget: você não é um aplicativo, de Jaron Lanier
      Big tech, Evgeny Morozov

      Tem mais, claro. Mas esses são alguns que me ocorrem. Tem um q acabou de sair, dá estitora Todavia, q me escapa o nome, mas é de uma autora que reflete o usos das redes nos dias de hj. Acho q vale dar uma olhada.

      1. Obrigada pelas indicações, Fabio! Verdade, esse do Castells é uma boa, os outros eu ainda não conhecia. Gostei das publicações da Todavia.

    2. no meu mestrado, por outros motivos, usei o livro do fred turner From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Network, and the Rise of Digital Utopianism

      não acho que seja perfeito (tem seus problemas de um ponto de vista historiográfico), mas acho uma boa descrição do que foi a presença de personagens ligados à contracultura no desenvolvimento do vale do silício no último meio século

      1. aliás, uma curiosidade

        o personagem principal do livro é stewart brand, um sujeito que poderia ser descrito como um “empreendedor contracultural”. Longe de qualquer romantização de sua trajetória, ela é fascinante. Ele esteve envolvido com comunidades contraculturais californianas nos anos 60, implantou políticas públicas pioneiras de preservação ambiental nos anos 70, editou o famoso guia de vendas de produtos da contracultura Whole Earth Catalog (que nos anos 80 teve uma versão voltada ao mundo dos computadores chamada Whole Earth Software Catalog), implantou uma das primeiras redes sociais de que se tem notícia ainda nos anos 80 (a WELL: whole earth ‘letronic link, incrivelmente ainda em atividade com seus entusiastas fiéis), esteve envolvido com o início da revista wired e hoje, acreditem se quiser, está tentando fazer DE VERDADE clonagem de animais de espécies extintas (sério: é o cara do parque dos dinossauros da vida real).

        Falei brevemente dele no meu mestrado: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-19122017-115011/pt-br.php

        inclusive, @Ghedin, se algum dia precisar de uma pauta fria, a trajetória do stewart brand é um excelente tema :)

        1. Muito interessante, baixei sua dissertação e vou correr atrás das outras indicações.

          Como vc é arquiteto, posso te perguntar uma coisa? Será que vamos ter uma nova arquitetura pós-pandemia? (desculpa desviar o foco e fazer perguntas aleatórias, mas estou com isso na cabeça…)

  2. Acredito que vocês não fazem análises e/ou discussões da tecnologia voltada para softwares de música e de vídeo, tanto os simples quantos os mais sofisticados. Como GarageBand, Logic Pro, Finale, Sibelius, iMovie, Davinci Resolve, Reaper, etc.

    Vocês conhecem algum podcast de música e tecnologia para indicar?

    Obrigado!

    Luis

    1. Geralmente quem faz é quem lida direto com estes tipos de equipamento. Como não é muito minha área (e sinceramente torço muito o nariz para a galera no BR), não costumo ir atrás. No final, fica um nicho de gente que tu tem que ir atrás para descobrir.

      Fui ver um do Linus Tech Tips dias atrás justamente sobre “A Conta Adobe” (ou melhor, “Pagar 10 mil dólares por ano a Adobe”), e o vídeo é legal pois fala sobre o porque de realmente ter gastos em software. https://www.youtube.com/watch?v=L9VysWRHPdI

    2. Podcast, não, mas youtubers de falando de produção musical são muitos e acho q faz mais sentido, pq algumas coisas vc tem q mostrar. Sigo alguns: bobeats, accurate beats, Sanjay C.
      Esse vídeo tem boas dicas: https://youtu.be/CFq4WS_80cM

  3. A cidade de vocês tá mais próxima de implementar um lockdown ou de abrir shoppings centers?

    (agora no lugar certo)

    1. Acho que aqui estão querendo abrir tudo.
      Vejo muita gente se apoiando apenas nas decisões do que o governador vai “permitir ou não”. Poucos se importando, de fato, com a real extensão do problema.
      Acredito que muito por não termos nenhum anúncio oficial de algum caso confirmado.

    2. Aqui é RMSP, então o que for decidido em São Paulo, respinga aqui.

      No oficial, 30 mortes e 210 casos em processo de recuperação. 159 curados ao menos.

    3. Como dito aí, depende muito do decidido pelo governo estadual (SP). Aqui em Limeira teve, há pouco, uma passeata, com buzinaço…

    4. Está mais para lockdown. A prefeitura do Rio instalou algumas barreiras em lugares com muito movimento, como calçadão de Bangu e de Campo Grande e disse que vai colocar mais algumas, mas não sei se vai além disso, embora seja urgente fazer algo. Cidades da região metropolitana como Niterói e São Gonçalo implementaram o lockdown.

    5. Salvador,Bahia. Estamos com fechamento parcial de algumas partes da cidade.

    6. Eu moro em Sinop, norte de Mato Grosso. Seria alguma do Pará.

    7. Aqui em Passo Fundo tá uma desgraça. Viramos até noticia internacional por conta da JBS, mas os lojistas não entendem a importância de fechar o comércio.

    8. Aqui temos um lobista governador, um prefeito de olho nas eleições (SP) e um jovem delinquente fingindo fazer algo (GRU). Estamos mais pra proto visitantes de cemitérios mesmo… Às vezes apenas como visitantes e outras como clientes de fato.

    1. Acho que é a quarta ou quinta vez que eles usam esse expediente do político beijando. (Nas outras eram beijos homossexuais, o que sempre gera polêmica porque, apesar da origem não-homofóbica, nem todo mundo está ligado no contexto.) É uma boa capa, mas para mim a repetição tira um pouco do efeito de choque.

        1. Gostei da capa do Estado de Minas. Tapas na cara dos bolsonaristas. Foi no dia do passeio do moto aquática estilo Collor.

      1. Não sabia da série de beijos. Agora, acho q de fato vi alguns. Mas essa me pareceu boa o bastante pro momento. Simboliza a essência do governo assassino do miliciano chefe.

  4. Seguindo a dica do Ghedin no penúltimo bloco de notas, fiz a minha conta no Loocke e assisti a um dos filmes da seleção Festival Varilux em Casa. O escolhido foi o francês Cyrano Mon Amour, um filme que reconta a história por trás da criação da grande peça (por mim desconhecida) Cyrano de Bergerac, que foi escrita a trancos e barrancos por um autor/poeta que sofria com falta de inspiração crônica.
    É uma comédia diferente, eu gostei do tom que eles deram ao filme, exaltando principalmente as agruras que os atores passavam e os desafios da indústria de entretenimento. Vou conferir os demais filmes (até mesmo para treinar meu francês).

    1. Anotado aqui!

      Eu vi dois do festival. O primeiro, já comentado no Guia Prático, foi Quem você pensa que sou, um drama que gira em torno de um caso de “catfishing”, quando alguém finge ser quem não é na internet. Tem uns desdobramentos bem intensos, mas é um bom filme!

      O outro eu não gostei muito. É uma comédia romântica, Amor à segunda vista. Achei a mensagem meio elitista e ele não termina bem. O pior mesmo é que é uma comédia sem graça.

      Ainda tem +40 filmes e quase quatro meses para arriscar outros títulos!

    2. Eu achei a website do festival Varilux mas lá eles apresentam os filmes que “irão” passar nas datas em julho. Não descobri como eu me cadastro para ter acesso digital e poder assisti-los.
      Alguém pode me dar um help?

      Obrigado!!

    3. Aliás a peça Cyrano de Bergerac é muito famosa e tem uma versão em cinema com o Gérard Depardieu muito legal. Vale a pena assistir. Se chama apenas Cyrano e foi filmada em 1990. Não sei qual plataforma está disponível.

      1. Existe uma montagem com o Steve Martin também – para quem gosta do tom mais cômico – que eu recomendo, contudo, o nome desse filme é Roxanne.

        Aliás, toda a cena que tem um homem falando “pelas costas” (ajudando) outro a falar com uma mulher tem raiz nessa peça. É mais ou menos como a escalada da “parede” em direção à amada de Romeu e Julieta.

  5. Semanas atrás vi uma série de youtubers tech (Ghedin curtiu isso!) recebendo o tal do http://nexdock.com/.

    A primeira reação é pensar se isso é realmente útil, porém sempre achei muito interessante a ideia de um único dispositivo atendendo várias necessidades.

    Penso que seria útil no meu dia a dia e é uma boa alternativa à um Chromebook.

    O que acham desse tipo de solução?

      1. Eu sempre quis algo assim! Fiz o pre-order.

        Quando chegar, escrevo um review para o Manual!

      1. Aquele momento que vc vê o futuro nos outros países e lembra que está no Brasil. Taxas são necessárias, mas poderiam ser menores e mais fáceis de pagar, pra acabar com essa questão de “produto retido”

    1. atrix reloaded

      não sei se já é a solução elegante para portabilidade e flexibilidade máxima, mas parece melhor que as soluções anteriores

      o que acho engraçado é que eles não conseguem fugir do paradigma do windows para desenhar a interface desktop

    2. Muito interessante! Como o smartphone tomou o lugar do computador como dispositivo principal (na maioria dos casos de usuários comuns), esse dispositivo entrega justamente o necessário para as tarefas que precisam de telas maiores e de um teclado físico. E sem tomar muito espaço nem encher a mesa de cabos.

      Imagina se o iOS fosse compatível… Pra “brincar” com produção musical e edição de fotos seria um “estrago” enorme! Aplicativos como o garageband (e vários outros apps de teclados e instrumentos em geral), e o lumafusion já são bons o suficiente para atender vários casos de uso. E com as possibilidades de multi-janelas do ipad, compatibilidade com pendrive, se torna ainda melhor.

    3. Bobagem. Melhor usar uma daquelas lentes que se coloca na frente do celular para ampliar e acrescentar um mini teclado bluetooth. Fica muito mais barato e portátil. :)

    4. Eu achei bem legal, seria bom se todo android possuísse esse modo desktop nativo!

      1. em breve os androids terão isso nativamente, aí será mais fácil, pq infelizmente tem poucos smartphones compatíveis

    5. eu amei e compraria fácil

      mas infelizmente nem todo celular é compatível (vamos adotar logo isso Google!)

      meu uso é basicamente acessar a internet, então ter algo assim seria muito prático

      até já pensei em comprar um tablet pra fazer mini computador

  6. Eu gosto muito dos posts do Tecnocracia e, especificamente, de um que vocês falavam sobre os “ciclos de empreendedorismo” brasileiros. Tenho três perguntas:

    1. Continuarão fazendo mais posts do Tecnocracia? Eu adoro eles.
    2. Quais fontes que vocês usam para os posts? Poderiam deixar referências.
    3. Quais serão os próximos ciclos na opinião de vocês?

      1. Tem aquela lista que joguei no grupo do Telegram! (perdi o arquivo original)

        1. Sim! Está na listinha de “coisas para fazer no site quando sobrar um tempo” criar uma espécie de estante do Manual, reunindo todos os livros citados aqui. Uma hora sai!

  7. Fiquei decepcionado com os vídeos dos games do Xbox Series X mostrados hoje. Só apresentações sem quase nenhum gameplay e não aparenta ser um grande salto em relação ao Xbox One e PS4.

    1. Acho que tirar todo o poder que ele vai oferecer, agora, quando a plataforma ainda nem foi lançada, é difícil. A arquitetura x86 ajuda muito a desenvolver, mas para chegar nos prometidos 4k 60fps, tem que ter muita otimização.
      Eu chuto que ter hardware é essencial, mas é só 20% do essencial.
      Os outros 80% são otimização de software pra usar o poder do hardware.
      Tenho certeza que microsoft e sony vão deixar várias instruções de baixo nível disponíveis, mas vai demorar alguns anos até lançarem jogos que vão tirar 100% de proveito das máquinas.

      1. Os primeiros jogos de uma geração são lançados também para a geração atual. Basta ver que muitos dos jogos do Series X e do PS5 irão aparecer nos seus irmãos mais velhos…

        Me parece que a Microsoft está tomando uma direção um pouco diferente para a plataforma dela. Xbox será uma plataforma e o Series X um aparelho de referência. Muitos jogos ainda serão lançados para PC e o Xbox One atual.

        Ou seja, a Microsoft vai fazer muito dinheiro vendendo assinaturas do Game Pass e nesse aspecto faz muito sentido ter aparelhos atendendo os diversos gostos e bolsos!

        Pode ser que apareçam exclusivos para o Series X, mas a grande maioria deve rodar em mais plataformas por um tempo…

        1. Não acompanho o mercado de videogames há bastante tempo. Quando ainda tinha interesse nisso, a evolução gráfica entre gerações era evidente já na largada. Um jogo de lançamento do PlayStation 2 era muito mais bonito que um do fim da vida do primeiro PlayStation, por exemplo.

          Hoje é mais difícil ter saltos geracionais tão evidentes porque os jogos da atual já são muito bonitos. Pelo que li (vagamente), a nova deve dar fôlego para tempos de carregamento mais curtos (SSD!) e 4K.

          1. Sim, precisa ter um equilíbrio entre gráficos incríveis e preços que as pessoas estarão dispostas a pagar. Lembro do lançamento do 3DO com gráficos incríveis na época em relação ao Mega Drive e ao SNes, mas o preço do console era inacessível para a grande maioria, logo, não durou muito tempo.
            Na apresentação divulgaram que teria gameplay dos games, porém, a maioria só teve vídeos pré-renderizados e isso resultou em reclamações. Enfim, as empresas Microsoft e Sony estão escondendo o jogo ou ainda não estão prontas para mostrar.

        2. Esqueci dessa parte! Se chega jogo novo capaz de usar o potencial dos novos consoles, não dá pra vender pros antigos, que já tem milhões de unidades vendidas. Ou seja, menos vendas e menos lucro.
          A ideia do Xbox Series X ser a referência é bem interessante. Seria “aquela configuração de topo” que você faz para rodar os jogos no máximo, enquanto o X One seria “aquela configuração mínima” para rodar o jogo com gráficos no médio-alto.

          O gamepass foi uma ideia genial. Se for benéfica aos desenvolvedores, vai durar muito tempo!

    2. Normal no começo de uma geração….leva uns bons meses até o pessoal conseguir tirar mais proveito do hardware.

  8. Caros, divulgo entre vocês um projeto que desenvolvo na UFPA, o Observatório de Dados :: COVID-19 no Brasil.

    O projeto gera várias visualizações, gráficos e mapas sobre o avanço da pandemia no Brasil. Os dados utilizados são providos pelo projeto Brasil.IO.

    O endereço é http://ccsl.ufpa.br/covid-19/.

    Obrigado!

    1. Vou fazer um auto-jabá: http://www.covid19br.site

      Estou em um coletivo que está procurando fazer modelos que – se a gente conseguir – possa apoiar tomada de decisão de secretarias para projetar colapsos e necessidades de leitos.

      1. Eu fico só acompanhando a ocupação de leitos de UTI em POA. Usualmente temos “um covid por ano” no RS quando chegam os meses de junho e julho. Veremos como a coisa vai se sair esse ano.

        E espero que seja melhor do que o “grande modelo de todos os modelos” que ficou em evidência na quarta-feira na internet.

        1. Acho que a maioria das cidades menores não tem nenhuma infra-estrutura quase, mas precisa entender como é organizada as secretarias….aqui em SP o estado é subdividido em regiões. Então não importa muito os leitos da cidade, mas da região que ela está incluída.

          Que história é essa do grande modelo? Não fiquei sabendo, estou vendo algumas análises temerárias no LinkedIn, mas acho que nada que tenha atingido o grande público.

          1. O artigo propõe o uso de outro modelo de infecção diferente do que estamos usando, em prol de um que foi utilizado no estudo do Imperial College. Não lidei muito com essa parte da curva de infecção, eu precisaria entender (se é que vou conseguir) qual a diferença desse modelo para os de compartimento. Pelo menos agora, não vou conseguir dar um veredito haha

            Mas olhando por cima, parece uma proposta boa de estudo e não vejo problemas em ele embasar as decisões da corretora dele com base nisso. Aparentemente o governo de Manaus está se apoiando nos estudo dele e diria que isso é temerário já que ainda não foi revisado por pares….mas só de ter algum modelo já imagino que no cenário brasileiro seja melhor que a média.

            Bom, mas hoje vivemos no mundo em que as pessoas têm “opinião” sobre papers de modelos epidemiológicos. E, como agravante, usando threads do Twitter para comentar.

          2. Ele afirma que SP chegou no pico (na quarta) e se reuniu com o governo do Paraná e a prefeitura de Manaus pra discutir o afrouxamento do isolamento usando como base o modelo dele (de outros).

            Apenas os coautores disseram que isso era temerário, ele segue dizendo que o modelo está certo e todos os outros errados hehehehe

          3. @Paulo

            Bom, isso eu posso falar: se mudar o isolamento, muda o pico de lugar. E precisaria entender o impacto disso nos parâmetros…essa parte não dá para estimar. Por exemplo, qual o impacto do R0 de liberar shoppings e não jogos de futebol?

            Só medindo em massa, senão o impacto tem todo o atraso da doença.

          4. @Gabriel

            Deram uma esmiuçada no modelo dele e falaram sobre os problemas de parametrização dos dados, principalmente.

            Outro ponto é que ele trabalha para a EasyInvest, fez um vídeo para a EasyInvest sobre o modelo dele e não declarou isso no paper, nem na parte de fomento e nem na parte de conflito de interesses. O pessoal caiu em cima dele e ele disse que não teve nada disso (que ninguém recebeu bolsa) e os outros autores defenderam isso também.

            O grande problema na questão dele, no final, não foi o modelo e sim a forma nebulosa como ele tratou a questão política e econômica do artigo (fomento, reuniões com governos, confluito de interesses). E claro, eu jamais irei confiar num estatístico que “crava” previsões [1] como ele costuma fazer. Estatística no máximo dá indícios (fortes/fracos) de algo.

            [1]: tem um tweet dele afirmando que terça-feira sempre será o pico de casos do país. Nessa quarta-feira já mudou isso hehehehe

          5. Vejo problema porque há um conflito de interesse ali: o pico ter passado é bom para a Easynvest, porque pode significar que as ações já bateram no fundo e, portanto, os clientes da Easynvest podem voltar a investir com perspectivas mais sólidas de valorização.

            E ainda tem agravante de que esse tipo de informação transcende decisões de negócios e pode custar vidas. Sei lá. É tipo a XP fazendo pesquisa eleitoral: por melhor que seja o método, sempre será suspeito.

        2. @Paulo

          O estudo do Imperial College usou umas estimativas sobre vários países para definir o impacto de cada política (e.g. fechar escola, grandes eventos) na taxa de reprodução mas esse estudo brasileiro dele não usou essa parte…manteve a parte de atualizar com base no histórico mas com base nos casos reportados que (eles mesmo admitem) estão ruins no Brasil.

          Aceitável para estimar inicialmente, mas não dá nenhum subsídio para cravar dia e muito menos definir políticas….a não ser que eles estejam re-executado com ranges de parâmetros mas duvido muito pela postura absurdamente confiante dele. Não faz sentido estatístico nenhum mesmo se comportar assim.

          Inclusive, o último report do Imperial College é sobre o Brasil. Estimaram que nossa quarentena nossa não é suficiente e nem em Manaus (que o sistema já colapsou) dá para relaxar porque somente cerca de 10% da população foi infectada: https://www.imperial.ac.uk/mrc-global-infectious-disease-analysis/covid-19/report-21-brazil/

          @Ghedin

          Bom – a nível teórico – está tudo público para ser questionado, as limitações do modelo claramente não permitem essas afirmações malucas que ele está fazendo. Pesquisas de opinião é mais complicado, porque não dá para auditar tão bem quanto um modelo matemático.

          Mas é isso é o problema do acesso a ciência que chegou a níveis extremos nessa crise.

          Um estudo em pré-print não deveria ter essa relevância toda, mas inevitável porque até um artigo ser publicado com revisão por pares já mudou tudo em nosso cenário. Não há tempo para o fluxo normal das coisas.

          Segundo que a população precisa de um proxy para interpretar essas coisas. Inclusive, ele claramente usando jargões para afastar a discussão.

          Isso é ruim e não vejo uma solução fácil, mas se torna especialmente problemático agora que os resultados de artigo estão sendo usado para tomadas de decisões sobre milhões de vidas e bilhões de dólares. Em quem confiar?

          Nas nesse caso específico, está em “inglês claro” explicado no próprio artigo que o modelo não é feito para prever cenários de mudança de medidas de isolamento:

          “It is very important to notice that this choice also assumes that a trend found in the reproduction number in the past will be maintained in the future, so it is very sensitive to changes in public policies, public behavior and/or medical advances. Therefore, in an event such as changing isolation policies, the forecast is compromised.”

          1. O problema é que o Samy, um dos autores, age como se o estudo fosse definitivo e próprio para embasar a tomada de decisões. É curioso que o matemático que integra a equipe tem um discurso público totalmente oposto ao do Samy.

            Este artigo do Intercept tem alguns trechos ruins, mas acho que resume os principais problemas da questão.

          2. Eu vim trazer o artigo do TIB para a discussão (no apagar das luzes) exatamente porque ele coloca luz sobre uma série de problemas do PDF que o Samy Dana é coautor. Tem também algumas threads no Twitter analisando melhor o modelo como um todo. E o Imperial College saltou no Report #21 uma observação sobre o modelo deles (https://www.imperial.ac.uk/mrc-global-infectious-disease-analysis/covid-19/report-21-brazil/).

            Vou traduzir esse report pra ver como eles tratam o modelo. Mas priori, o modelo é bom sim, exatamente porque ele é recalibrado de acordo com os dados diários do país. O problema central desse modelo é o garoto-propaganda, demitido da Globo por esconder suas relações com os fundos do Bradesco, ignorar conflitos de interesses, vender o modelo que ele é coautor como bala de prata e, principalmente, ignorar as questões técnicas que são levantadas.

            Hoje ele ainda disse que tem “mais dois modelos proprietários” que ele não vai publicar. Esse cara é a definição de canalha, pra mim.

          3. @Ghedin

            Olha, acho que “curioso” é bem leve nesse caso. É contradição pura, ele está mentindo sobre o que o artigo promete. O artigo não trata de mudança de isolamento, deixa bem claro que todas as projeções é com isolamento constante.

            É tipo “debate” de aquecimento global. Que mundo maluco…o cara está fazendo notícia falsa com ele mesmo e está ganhando espaço.

            @Paulo

            Sim, era esse report mesmo, ele deixa bem claro que não há condições de mudar nada agora. Ótima proposta traduzi-lo, parabéns!

  9. Alguém aqui usa o Lev, da Saraiva? Gosto bastante pela possibilidade de gerenciar meus livros sem estar preso a sistemas de DRM.

    Agora, com o processo de falência da livraria se arrastando, temo pelo futuro do dispositivo. Ao menos, por ser livre de DRM, o Lev consegue de alguma maneira sobreviver ao fim da empresa que o gerencia.

    1. Eu tenho o Kobo (que é da Livraria Cultura) e tenho o mesmo medo que vc. Uma amiga teve problema com o Kobo dela e descobriu que não há assistência técnica para o aparelho no Brasil… Fica atento para o LEV não ter problema semelhante.

      (Aliás, fui pesquisar o que é DRM que vc falou e descobri que é útil para uma pesquisa que estou fazendo, valeu!)

    2. Eu tenho! Tá parado já faz um tempo e eu ia tentar o hack de alteração indicado nos comentários (tem uma versão brasileira do hack aqui http://www.br-lemes.net/2017/03/navegando-com-o-lev.html)

      Mas fiquei com preguiça demais para mexer nele. E já disseram no mesmo blog que já tem uma forma de mexer pelo ADB. Se eu mexesse mais com programação, teria já metido as caras e hackeado.

      E sim, o LEV também tem DRM, mas dá para usar livros sem DRM de boa, mesmo no original sem hack.

      1. “E sim, o LEV também tem DRM, mas dá para usar livros sem DRM de boa, mesmo no original sem hack.”

        Sério? Não sabia. Por ter extraído e adicionado livros de lá apenas usando conexão USB normal, pensava q não tinha.

  10. Qual é o momento adequado para se terminar um relacionamento? no caso, lidar com a incerteza de saber se é de fato a medida a ser tomada e o receio de ferir o outro

    1. cara, você nunca vai ter certeza. tirando casos em que você sofre ou faz o outro sofrer por conta da relação, é tudo muito subjetivo…

      1. Concordo. Como são duas pessoas, são duas mentes, duas almas. É tudo muito subjetivo e vai de cada um tomar a decisão final. Ou se for no caso que você citou, aí é fácil decidir.

    2. Se você está pensando em terminar, então eu acho que é o momento certo. Prolongar algo que não está te fazendo bem não é certo, para você e para a outra parte (vai por mim, sei bem que do que falo).

    1. Wordstar, bah! Só faltou ter o Carta Certa que muito rodei em disquetes de 5 1/4”.
      No artigo ele cita o FreeWriter (https://getfreewrite.com/) que se tornou imediatamente meu sonho de consumo, hehe.
      Acabei lembrando que fazia quiosques com acesso único a navegadores usando Linux e Firefox para uma biblioteca lá nos idos de 2004, e dá para fazer o mesmo com um editor de textos (tipo fazer login e só ter aquele aplicativo). Interessante para uma sessão focada em escrita, que é a ideia do arquivo.

      1. Sabe que procurei alguma distro linux que fosse assim fechada, só um editor de texto e mais nada, e não achei. Talvez então criar um modo kiosk e jogar a senha fora :)

  11. Aos amigos do MdU deixo a dica do projeto que estou ajudando a divulgar e disponibilizar, o “IMS Programa Convida”. Foram escolhidos 60 artistas bem diversos para produzirem obras enqto estão todos isolados. Uma delas pode interessar em especial aos frequentadores assíduos: https://ims.com.br/convida/giselle-beiguelman/. Mas tem mais coisas bacanas lá. Nem tudo está disponível ainda. Vale várias visitas.

        1. Museu é coisa de elites, mesmo em tempos normais.
          Aqui em POA todos os museus são na zona central.
          É muito bonito falar pras pessoas irem pros museus, mas a verdade é que a preocupação da maioria com o acesso de fato é zero. Estar online é só mais uma faceta.

          1. de fato, museus ainda são em geral espaços bastante elitistas e exclusivos

            porém, entre profissionais e acadêmicos de museus esse problema já é debatido há pelo menos meio século — e movimentos como o da nova museologia, museologia social, ecomuseus, museus comunitários, entre outros vêm pelo menos desde os anos 1970 apontando para outras direções. Há muitas iniciativas interessantes no Brasil, como o Museu da Maré e o Muquifu (museu dos quilombos e favelas urbanas). E mesmo dentro de instituições tradicionais sempre há tentativas de romper essas bolhas por parte das equipes.

          2. Tem muita gente nos museus e centros culturais, públicos e privados, bem preocupados com essa questão e não é de hoje. Há vários entraves, mas, pelo menos aqui em SP, a distância dos museus e centros culturais das periferias parece ser o principal, pq muitos não cobram entrada para suas atrações. É um problema a contornar e que demanda engenhosidade, investimento e, claro, vontade. O perfil do público da instituição na qual trabalho é elitista, mas há um tremendo esforço pra mudar isso ou pelo menos equilibrar as coisas. É um desafio para todos q estão nessa área e, felizmente, tem gente com poder de decisão q abraça a causa e faz coisas legais. Muitas delas, lamentavelmente, são esquecidas, pq os museus e centros culturais não são estáticos (públicos e privados)… A destruição do Museu Nacional, lamentada por uma ampla gama da sociedade, demonstra que esse tipo de instituição consegue ir além dos gostos e interesses de uma pequena camada da população. E produzir arte é caro, caríssimo na maioria das vezes, e sem retorno – geralmente é só prejuízo.

            https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/09/cultura/1554833392_922964.html

            https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/27/politica/1543348031_337221.html

        2. Li esse texto e lembrei do Instituto Ricardo Brennand, que tem um tour virtual bem interessante (o único porém é o uso de Adobe Flash Player). Imagino que ele poderia ser um exemplo a ser seguido por outras instituições (ou não, entendo pouco dessas coisas)…

          1. tours virtuais eu tendo a não gostar muito, acho elas meio “travadas”

            prefiro soluções que tirem proveito das especificidades do meio digital para propor exposições virtuais, mas sem a transposição espacial da exposição

  12. Pessoal, eu compartilho a internet da minha casa para a minha microempresa, distante umas 4 quadras. A internet é Velox ADSL, e para compartilhar o acesso, eu tenho um roteador bem simples instalado na minha casa (um TP-Link TL-WA901N), com aquelas antenas de grade de internet via rádio. Lá na empresa, eu tenho o mesmo tipo de antena, e um roteador configurado como repetidor (um Airlive WL-5460AP). Durante muito tempo isso foi o suficiente, mas agora não dá mais, a conexão lá não chega a 100 kbps (na minha casa são 2 Mbps, mas vou mudar de operadora e velocidade). Eu não sou bom com nomes, marcas e tipos de equipamento, então considerando o orçamento de uma empresa pequena, qual tipo de equipamento vocês me recomendam adquirir pra substituir essa pobre infraestrutura que tenho? De preferência que seja simples de instalar e alguém leigo como eu mesmo possa fazer 🤣

    1. Você tem visada direta entre as antenas? Em instalações do tipo, o ideal é que ambas as antenas (direcionais) estejam o mais diretamente apontadas uma para a outra, sem obstáculos entre as duas.

      Quanto à limitação de velocidade, isso é o que tem feito muitos provedores pequenos a migrarem a infra de rádio para fibra. Infelizmente quando se faz comunicação assim, ou você tem distância grande ou você tem boa velocidade.

      Isto dito, a TP-Link mesmo tem uns rádios de alta potência destinados a esse uso. Eu, pessoalmente, nunca usei, mas acredito que deva melhorar sua situação. Outra coisa a se experimentar, é alterar os modos de operação: Normalmente links de longas distância optam por modos mais lentos. Não é incomum ver esses pequenos provedores operando os rádios em modo B (11Mbps) ou G(54Mbps) mesmo que eles sejam compatíveis com o modo N ou o AC.

      Outra coisa que pesa é a frequência: 2.4GHz te permite mais distância do que 5GHz, mas as taxas de transferência maiores são alcançadas justamente nos 5GHz.

      1. Oi Harlley.

        Sim, as antenas estão diretamente apontadas. Se bem que talvez esteja precisando de uma manutenção nesse direcionamento, há anos não mexo nisso.

        É o meu plano, migrar para a fibra de um pequeno provedor. A Oi não quer saber de vender mais que 2 Mbps na minha humilde city.

        Esse meu aparelho fica no modo G, porque não sei por qual motivo, quando deixo no B nada mais funciona. Eu queria trocar de roteador, mas não encontro nenhum no mercado local que permita remover a antena padrão e instalar uma antena externa.

        1. Pois é, confira o alinhamento porque é comum que ventos fortes desalinhem as antenas. Eu trabalhei para uma empresa que operava dois provedores no interior. Se chovia forte à noite, já esperávamos os clientes reclamando de velocidade ou falta de conexão no dia seguinte justamente por isso.

          Quanto aos roteadores, é verdade, nenhum rádio que tenho visto, tanto aqui no Brasil quanto fora, permitem trocar as antenas. Nem mesmo os TP-Links de alta potência: https://www.tp-link.com/br/home-networking/high-power-router/). Da última vez que precisei comprar um rádio para usar com antenas externas, eu tive que abrir (e violar a garantia), retirar as antenas originais e soldar um pigtail com o conector SMA no lugar das originais.

          Se esse não for um problema pra você, funciona! Observe no site da TP-Link que tem uma foto (ou um render, sei lá) de um dos roteadores com a tampa aberta. Note que das antenas saem um cabinho fininho. Ele é soldado na placa do rádio. Compre o equipamento, dois pares de pigtails e leve a uma eletrônica, se você não souber usar um ferro de solda.

          Outra coisa curiosa é que, repare, os dois modelos do link que eu indiquei acima são, aparentemente (não li as specs) só para 2.4GHz.

    2. Oi Gustavo.
      Eu, por muito tempo usei equipamentos simples numa ligação semelhante que tinha da empresa para casa.
      Com o adicional de que eu precisava de mais antenas pois precisava passar por um edifício no meio do caminho, portanto encaminhava o sinal até o topo do edifício, e do edifício encaminhava o sinal para a casa.
      As únicas antenas que nunca me incomodaram foram as da Ubiquiti, que a propósito usei por uns 10 meses e tive de desinstalar pois a adminstração do edifício mudou e não consegui renovar o acerto de manter minhas antenas no topo do prédio, (talvez estejam para negociação xD).
      Mas a que utilizei eram as Ubiquiti Litebeam M5 que já vem com Dual Band (2.4 e 5GHz). O que pode ser interessante, caso existam mais sinais de wireless no caminho que possam interferir no sinal.
      Recomendo pois funcionam bem demais!

    3. Desculpe a ignorância, mas não seria melhor ter o pensamento assim:

      Quando queremos uma melhor conexão de um quarto para outro distante é melhor, se possivel, passar um cabo utp/rede de um ponto a outro, não é?

      E porque não fazer o mesmo nesse seu caso? Encarar como se fosse saindo do seu roteador/modem, que fornece o link de internet, via cabo para outro ponto, seja um roteador/switch?

      No caso , de forma resumida, com 1 par de rádio de alguma marca que queira, você pluga um cabo de rede em uma saída do modem de internet e a outra ponta no rádio. Esse rádio vai enviar o sinal de internet para o outro e ali você escolhe se põe um roteador/switch.

      Um exemplo de rádio https://www.intelbras.com/pt-br/radio-gigabit-5-ghz-com-antena-setorial-de-90o-apc-5a-90-giga

      1. Na verdade não entendi direito esse esquema que você disse 🤣 no meu caso, um pessoal instalou aqui tem tanto tempo que nem sei como ainda funciona.

        1. @Gustavo não tem muito segredo e é bem simples. Esses rádios seriam semelhante a você pegar um cabo de rede e plugar no seu modem de internet e a outra ponta cabo ligar a outro roteador.

          Um exemplo do quarto foi para tentar simplificar. Quando queremos passar um cabo de rede em casa, por exemplo, de um andar para o outro, colocamos um repetidor ou passamos o cabo de rede/UTP até onde desejamos e lá ligamos o que desejamos, seja um roteador ou switch.

          Outro “exemplo” é quando pedimos uma internet via rádio em que é mandando o sinal da central e em nossa casa eles instalam uma antena para captar o sinal e um modem que “converte” para sinal de internet. No caso o que manda o sinal é o rádio e o que recebe é o seu par, o outro rádio.

          No caso esqueci de falar que eles precisam de um injetor POE.
          vídeo que explica para CFTV, mas o conceito serve para você:
          https://www.youtube.com/watch?v=tgoygkirUA0

  13. Entrando na conversa de bateria que tá rolando ali embaixo, preciso de ajuda. Eu tenho um Lenovo 330s fora da garantia que precisa urgentemente de uma bateria nova. O problema é que eu não encontro em lugar nenhum aqui no Brasil uma bateria nova. E nem consigo achar uma compatível, já que ela é de um formato pouco convencional e a Lenovo faz pouco caso pra me ajudar. Se alguém souber de algum lugar que venda (até mesmo fora do país, mas que possa enviar uma bateria pra cá) eu agradeço muito :)

      1. É essa, mas fico com receio de dar ruim no envio. Não tinha algo rolando de não poder enviar baterias pelo correios?

        1. Esse anúncio aí foi o único que eu vi com envio para o Brasil com preços razoáveis. Os outros todos a taxa de envio fica beeeem mais cara que a bateria.

          De todo modo, eu comprei umas baterias há uns meses e não tive problemas em recebê-las. Outras que eu gostaria de ter comprado, o vendedor não enviava para o Brasil.

          1. Bom, talvez vale tentar comprar e esperar chegar. É inacreditável como eu não acho em nenhum site conhecido de peças de computador essa bateria. Tem de tudo que é modelo da Lenovo, mas desse, nada.

    1. Curioso mesmo, e fica ainda mais intrigante se cruzarmos esse dado com outro da Microsoft, de que o tempo de uso de Windows 10 cresceu 75% em março comparado ao mesmo mês do ano passado.

      Talvez muita gente em casa esteja ressuscitando PCs velhos para familiares e apostando no Ubuntu para essa tarefa?

      1. É uma hipótese, provavelmente computador com Windows 7 foram ressuscitados. E, sendo honesto, para uso muito básico acho que um Ubuntu é realmente melhor que o Windows.

        Acho que são estatísticas complementares, os PCs tiveram um aumento de uso esses ressuscitados comeram o market-share. Ou seja, não diminui tanto o mercado do Windows mas aumentou o total de PCs.

    2. Eu montei um pend drive e testei por um dia. Meu notebook capenga não roda bem Ubuntu, sempre parece meio travado (apesar de achar a distro mais bem acabada esteticamente dentre as que eu usei).

  14. caros, alguém tem dicas de como distribuir documentos de forma anônima para uma banca julgadora? não pode ser uma piração louca de criptografia, claro, pq eu mesmo teria q administrar isso estou com tempo limitado.
    num cenário um pouco mais complexo seria legal receber algo de modo anônimo, mas com a possibilidade de só saber quem mandou depois de uma certa data. bom, a ideia é receber textos para um concurso, mas a banca julgadora não pode saber quem são os participantes. o ideal é q ninguém saiba quem são os participantes até uma data X, mas acho isso mais complicado… se alguém conhece um processo ou até uma ferramenta q faz isso, agradeço a dica.

    1. você diz uma plataforma automática, sem qualquer interferência humana? tipo: você joga os documentos no sistema e ele os distribui sem que mesmo a pessoa que controla o sistema saiba qual texto foi pra qual membro da comissão?

      revistas acadêmicas normalmente trabalham com revisão duplo-cega e o OJS (sistema de publicação e controle de fluxo editorial bastante usado para isso) automatiza essa distribuição, mas depende de uma pessoa alimentando-o e mandando disparar os textos para os pareceristas específicos

      há também uma versão brasileiro do OJS chamada SEER

      1. (e também depende do editor retirar dos textos quaisquer referência de autoria)

        1. obrigado, gabriel! darei uma olhada nessas soluções.
          e imaginei isso mesmo, q tem q ter alguém pra limpar os metadados dos pdfs e tem q ter alguém organizando isso.

          pensei numa forma de ter três códigos diferentes, pra ninguém saber quem é quem: o participantes manda dois códigos: um de identificação e um de confirmações (pra gente confirmar q é ele o ganhador). e nós, do nosso lado, geramos um código pra passar pros jurados. ou seja, ninguém sabe quem é quem. mas não sei se rolaria…

          1. ah, é um concurso, entendi

            acho que um sistema que impeça que pelo menos uma pessoa conheça esse vínculo é difícil

            quando as coisas eram físicas normalmente isso era resolvido pedindo pros participantes enviarem suas obras em uma embalagem dentro de outra embalagem: aí o intermediário distribuía a obra sem ter acesso direto a ela, mas a identificava

        2. Fiz isso por uns 2 anos como editor na UFRGS. É uma das partes que mais come tempo em uma revista.

          O OJS/SEER só ajuda na parte de distribuição (envio e recebimento) e na parte de automação dos formulários de avaliação.

          Até a publicação online dos arquivos precisa ser feita na mão.

  15. Quem já leu a newsletter desta semana está sabendo o que houve, mas repito aqui para deixar o registro e ir atualizando ao longo do dia. A bateria do meu notebook “estufou” e, por isso, vou levá-lo à assistência já, já para o reparo. Desejem-me sorte!

      1. É aquela marca que tem uma maçã com uma mordida…

        Boa sorte Ghedin!

        1. Hahaha, exato. É um MacBook Pro modelo antigo (2015), daqueles que ainda tinham várias portas e entrada para cartão SD.

          Já recebi o diagnóstico, é bateria estufada mesmo. Fizeram o pedido das peças (pelo que entendi, trocam toda a carcaça, o que faz sentido pois a atual deformou). Só fiquei um pouco preocupado porque o prazo oficial dado foi de “5 a 10 dias” 😐

          1. Sobre a carcaça, esse era o meu medo ao trocar a bateria por conta própria. Tinha medo da carcaça ter tido deformação plástica. Mas depois que fiz a substituição, tudo voltou ao normal, inclusive o Trackpad que estava meio para fora.

    1. Também tive esse problema com meu MacBook. O pior é que demorei a diagnosticar o problema. Quando finalmente me dei conta que a bateria estava inchada e que precisaria trocá-la, o computador estava visivelmente deformado, a tela não fechava bem e até o Trackpad se sobrepunha levemente à superfície de alumínio à sua volta. Acho que demorei a perceber também porque usava sobre o computador uma capa que escondia um pouco esses defeitos. O curioso é que em termos de desempenho a bateria ainda estava bastante satisfatória, funcionando normalmente. Ela tinha quase 4 anos de uso.

      Como as opções de assistência técnica para MacBook aqui em Belém não são tão boas (na verdade só há uma autorizada), além de que o serviço seria muito caro, decidi comprar uma bateria no eBay e trocá-la seguindo um tutorial do iFixit. Havia o medo da bateria explodir ou parar de funcionar nesse meio-tempo em que esperava a bateria nova chegar, mas resolvi arriscar. Eu já tinha as ferramentas para abrir o computador porque já trocara a tela numa outra ocasião, o que já facilitava as coisas.

      Embora o procedimento um pouco complicado e trabalhoso (tive até que comprar acetona e seringa para dissolver o adesivo que cola a bateria à carcaça de alumínio), no final deu tudo certo, exceto pela bateria nova ter vindo com uma saúde próxima à da bateria substituída (um pouco mais de 80%). Mas, como uso o computador conectado à tomada na maior parte do tempo, isso não me incomodou muito. Depois de substituída, levei a bateria inchada a uma loja de informática local que recolhe esse tipo de lixo eletrônico.

      Nessa foto aqui dá pra ver o quanto a bateria estava inchada (aliás, acabei de descobrir que ontem fez exatamente um ano da substituição): https://photos.app.goo.gl/guM4iLMhvuCs8PYn7

      Como você mandou a uma assistência mesmo, deve dar tudo certo!

      1. Que assustadora essa foto! Eu liguei no suporte da Apple quando percebi a deformação. (Tem que aproveitar até a última gota de serviços pelo preço que cobram!) Na loja, o técnico disse que essa troca não tem custo, aparentemente porque a Apple cobre a bateria por cinco anos após a compra.

    2. O meu modelo é mid2014. Será que é um problema comum? Agora fiquei preocupado.

      1. Andei lendo e mais gente teve esse mesmo problema. O fato da Apple fazer esse rolê sem custo talvez sinalize um problema generalizado? (O custo da troca, não fosse essa colher de chá, seria de R$ 1,6 mil!)

        No seu caso, torça para não dar problema: o cara da assistência disse que a troca gratuita só é feita até cinco anos após a compra.

    3. Ghedin, já pensou em ter uma espécie de “backup” de hardware? Um computador extra que fica parado para uso em situações como esta por exemplo?

      Ou conseguir um computador antigo que possa ficar resguardado e usando apenas eventualmente para não deixa-lo parado muito tempo também.

      Em último caso, “improvisar”: usar um Apple TV ligado com teclado e mouse para usar internet e fazer trabalhos leves.

      1. sim, ele já encomendou um mac pro com rodízios e suporte apple (aqueles!). pelo q vi tá mais caro q um porsche o equipamento dele, mas ok pra clientes apple.

        1. Tem horas que não falo contigo por causa deste seu tipo de postura, Montarroios.

          1. (Desculpem, é que cheguei em casa sem almoçar, acabei de almoçar agora)

        2. A cidade de vocês tá mais próxima de implementar um lockdown ou de abrir shoppings centers?

      2. Sei lá, parece-me um gasto desnecessário — por pior ou mais velho que seja esse backup, ainda seria um gasto considerável.

        E meu notebook é muito confiável, então nunca tive essa preocupação. Estou com ele há 4,5 anos e, fora essa vez, só tive um “problema” de manchas na tela, que foi trocada sem custo (recall). Não estava ruim, mas no último mês do recall levei para trocá-la só por desencargo de consciência. (Nessa época ainda tinha um desktop; hoje, não mais.)

        Talvez um Raspberry Pi 4, desses que funcionam de boa como desktop, fosse uma boa opção de backup, né?

        1. Tem que ver o que você consideraria viável como backup também.

          Eu já tenho acho que há 5 anos um Core2Duo que montei de sucata em sucata, e tá aqui firme e forte (o meu backup é um notebook Lenovo AMD, que preciso repor o HD por um SSD – ele era meu pc principal antes)

          Já pensei em mexer com rasp, mas não tenho grana para investir. Então vou brincando com o que tenho. Acho que parece uma boa ideia investir em um Raspberry se a pessoa quiser tentar algo diferente para ligar na tv, o que acho legal.

          Creio que um investimento em um “thin client” atual (os de última geração que tem configurações bem parrudas em relação a antigos) compensaria também. Tem saído muito “thin client” – pc pequeninho – com SSD de 120 GB, 2 a 4 GB de RAM e Windows 10 (ou outro sistema ao seu sabor). Dá para ser um “PC de Nuvem” de boa, ainda com a vantagem de por ser pequeno, ligar em qualquer monitor / TV.

    4. É a primeira vez que ouço falar de notebook apresentando este tipo de problema. Mas em celulares Samsung vi acontecer pelo menos 3 vezes, duas dela na família Galaxy Note.

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