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Post livre #209

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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86 comentários

  1. Vi uns alternativos Tb à época da compra da mibox, mas esse tinha chromecast embutido e não sei se outros tinham… Acabei indo mais por conhecer a marca. E como importeu não saiu muito caro (menos do q estavam cobrando aqui).

    (É… Bom, pelo menos vou poder perguntar: por que choras, Ligeiro?)

  2. Ao resetar a mibox, o app da Amazon Prime apareceu. Foi na última atualização para o Android 9 a surpresa. Reclamei dessa ausência no post livre passado e eis que os caras da Xiaomi já tinham resolvido… Uso a mibox justamente pra não ficar mexendo no celular enquanto assisto algo. E, principalmente, não ler os comentários dos vídeos.

    1. Cara, sou mais dos box “alternativos” do que um Mibox. Se bem que estou de olho em um smartbox com conversor digital da Multilaser.

      (E tu tirou o meu último comentário de destaque :’1 fuén! )

  3. Sinto que o Post Livre ultimamente só rende assunto até o sábado. Imagino que a galera hoje tá mais nas redes “diretas” (Telegram / Whats) ou começando a popular o Mastodon (vagnerligeiro@masto.donte.com.br )

    E como sempre, se este for o último comentário, o trocadilho hoje é:

    Se o Ghedin estivesse ido para o lado do direito (sim, o jurídico), o blog se chamaria “Manual do Atuado”

  4. Bom dia,

    Na semana passada um participante (Eduardo?) recomendou o Michael Kiwanuka. Passando só para falar que eu curti demais. Para mim a melhor é a “The Final Frame” do Spotify Sessions.
    Obrigado pela dica! Recomendem mais :)

  5. Reinstalei o Windows 7 em um laptop de 2010. Antes estava usando Linux (Kubuntu e depois o Mint por um tempo). Ainda pretendo voltar para o Linux, por questões de segurança (tenho noção do risco de usar um SO desatualizado). O uso da máquina com o linux se limitava à navegação na web e raramente edição de texto e imagens simples. E fiquei pensando:
    – Se eu utilizar os softwares que estavam disponíveis em 2010 com o windows, esta máquina ainda pode ser muito produtiva! Roda programas de edição de vídeo e imagem, 3d e vetorial com um pé nas costas. Os programas novos não rodam mais nesta máquina por questões de capacidade ou drivers de placa de vídeo incompatíveis, as vezes até abrem mas a lentidão os deixa inutilizáveis. Obviamente os mais recentes possuem novos recursos, mas vale a troca? Muitas vezes são recursos completamente desnecessários, como uma interface levemente mais elegante, um modo de seleção novo mais inteligente, mas nenhum recursos essencial que afeta a produtividade.
    Isso é a pura obsolescência programada? Por que um modo de seleção novo e ícones mais bonitos exigem uma pc com no mínimo o dobro da capacidade?

    1. é isso que fico pensando.

      Um amigo comprou uma vez um pacote da Pinnacle (o Studio 9), com placa e tudo. Isso quando já tava saindo o 10. Usamos por uns 2-3 anos (na época a gente usava ou fita DV convertida ou filmagem VHS).

      Para cada geração de programas hi-end, sempre se perde muito o desempenho em equipamentos mais antigos. Corel Draw que o diga também.

      E o pior é que empresas como Avid, Adobe e similares tem muito esta política de “obsolescência”.

      Quem é “esperto” pega o Photoshop 7 ou os primeiros Corel Draw, deitando e rolando com eles.

      Claro que no caso, como até bem colocado por você, programas renovados tem novas funções, as vezes até ganhos de tempo (como um editor mais “inteligente”, que auxilia em trabalhos que antes demandavam mais tempo).

      Enfim.

    2. Nem só programas como o proprio sistema operacional…., lembram quando saiu o Win7? Era muito mais leve do que o Win Vista…..
      Eu não consigo ter essa impressão quando uso o Win10. Acho que esse foi feito para SSD e 8GB de RAM como requisito mínimo….. parece que sempre tem uma tarefa ou indexação sendo executada num momento que eu mais preciso usar o computador. haha

      Em software geral eu dou preferencia para o opensource, pois é menos burocrático (aka pirataria) e mais leve.

      1. Tipo, se eu instalo um Windows 10 em um Pentium 775 com 2GB, é um horror. Se instalo em um Core 2 Duo com 4 GB, é bem melhor.

        1. Até uma batata sabe que muda com hardware diferente!
          Instala Win7 e Win10 no mesmo hardware!!
          Olha a quantidade de notebook que ainda é vendido com ‘intel dual core’ e 4GB de RAM e Windows 10.
          É tão sofrivel para utilizar….., mas basta aumentar a RAM pra 8GB que as coisas já ficam bem melhores….. O SO poderia ter sido otimizado como foi do Vista pro 7?

          1. Na verdade, o problema do Win10 são os bloats. Se remover XBox, Cortana e uma renca de aplicativo, o bicho fica mais rápido. Sério.

            Toda instalação faço isso e as máquinas com 4GB rodam bem.

  6. Já conversamos sobre Twitter, especialmente no grupo do MdU, mas usá-lo na página oficial e usá-lo num aplicativo como o Talon é uma experiência completamente distinta. É como se fossem, realmente, plataformas diferentes. O twitter, estava escondendo de mim, há um bom tempo, coisas q eu gostava de ler e acompanhar, apenas para reforçar certas tendências – de pessoas e assuntos. Mas… a maioria das pessoas não vai sacar isso e seguirá sendo levada pelos algorítimos às discussões que talvez nem quisessem ter…

    1. Como só uso listas, acho o aplicativo do twitter ok. Até não entendo pessoas que não montam listas

      Pra mim, para ser perfeito, bastava ter um atalho embaixo que eu pudesse alternar facilmente entre minhas listas

      1. Nunca usei as listas e agora acho tarde demais. Eu só preciso fazer uma limpa nas contas que sigo… Daí eu poderia fazer as listas. Mas a. Preguiça é maior…

  7. Acho q todos viram a fala do Paulo Guedes, que deixava claro o ranço e desprezo que ele tem por pessoas pobres, representado na figura da empregada doméstica que estava muito serelepe e viajando pra Disney. A minha mãe foi empregada doméstica… Sempre sonhou com a possibilidade de morar fora (especialmente nos EUA). Ela participava, se iludindo todas as vezes, daquele concurso que dava (é…) green cards para pessoas do munto todo. Ganhá-lo, para ela, seria como ganhar na loteria. Depois de ser empregada, ela foi tecelã. Trabalhava numa fábrica. Era operária de verdade. Não brincava de proletariado no twitter como fazem hoje as pessoas (a maioria dos famosinhos de esquerda q vemos contando vantagem). Minha mãe nunca teve privilégio algum. Se lascou a vida toda. Só foi ter algum sossego lá pelos 50 anos. De tanto ralar (literalmente), não tem nem as digitais nos dedos. Tanto que nem conseguia tirar uma habilitação, pq o sistema de biometria não conseguia registrá-la. Meu pai tb passou muitos perrengues, muitos q colocaram a vida dele em risco. Ambos se lascaram muito… mas só a minha mãe carrega esse estigma de ser alvo de um maior desprezo. Certamente se ela fosse negra teria se lascado mais. Esse fato, por si só, não lhe representou um privilégio, representou apenas menos sofrimento e não não ter sofrimento algum. Creio q nessa luta louca em q todos nos enfiamos, muita gente tem confundido direitos com privilégios. Mas isso é outra discussão.
    Tem um texto do Camus (um dos filósofos mais foda q já existiu, pq a filosofia dele tem utilidade, é aplicável e compreensível), em q ele diz q sentiu, qdo menino, vergonha por sentir vergonha em dizer q sua mãe era empregada doméstica numa aula (creio q foi isso, mas posso estar ligeiramente enganado do contexto). Essa fala do Paulo Guedes não é a síntese do que esse governo representa. Ela, por si só, não contém o poder de destruição desse governo. Ela é apenas uma fala de uma pessoas que, tem poder e privilégios (aos montes), e que faz parte de uma estrutura e de um grupo maior que, qdo juntos, transformam o desprezo em algo realmente destrutivo. Eles são perigosos de muitas maneiras. A nós cabe tentar virar o jogo e sermos solidários com quem luta por direitos e não por privilégios.
    Já beirando os 60, minha mãe finalmente tirou um visto, passaporte… Mas o dólar subiu tanto q ela desistiu de fazer uma viagem para Miami (lugar mítico para muitos brasileiros). Ela, apesar de ter um filho esquedopata, votou no Bozo. Meu pai, idem. Sogro, sogra, tios, tias… todos bolsominions. Isso se espalhou como um vírus. Espero q estejam todos atentos e vejam o q os escolhidos pensam deles.

    1. Ele não representa o governo, ele representa o liberalismo. O (pós) capitalismo da Escola de Chicago. Pra essas pessoas os pobres são descartáveis, recursos como uma chave de fenda, que quando quebrados são substituídos. Sinto pena de boa parte das pessoas que votaram no Bolsonaro/PG sendo pobres. Meu pai hoje é Uber e trabalha umas 10h por dia e votou no BPG achando que “ia mudar isso daí” (sabe-se lá o que ele entende por “isso aí”). Minha madrasta idem, perdeu o emprego e agora vive de fazer bijuterias em casa. Um primo meu perdeu o emprego CLT dele e hoje vive de Uber/iFood trabalhando perto de 16h por dia. Todas essas pessoas que votaram no BPG votaram porque era a “saída” que elas viram quando foram empurradas pela mídia, pelos grupos liberais e pelos algoritmos para a ideia de ultra-capitalismo pregada como solução por atores como o NOVO, BPG, Dória, MBL e tantos outros que entraram nessa onda.

      Agora é torcer pra essas pessoas se revoltarem antes que seja tarde.

      ~~

      UM ():

      O Bolsonaro é a face militarista e religiosa da “Agenda FIESP”. O Bolsonaro é o menos destrutivo dentro do governo, o verdadeiro perigo reside no Paulo Guedes e sua agenda de destruição do país. O mercado, essa entidade mística que colocou ele no poder, assim o fez porque ele seria capaz de tocar todas as reformas que o Brasil precisa pra ser tornar um novo Haiti.

      A única reposta possível pra esse novo tipo de política (pós-política) apoiada na ideia vã de que devemos eleger “não políticos” para cargos políticos é a violência da luta de classes.

      Exploração humana, exploração animal, misoginismo, racismo, machismo. Todos esses são frutos do sistema capitalista. Não existe consumo consciente no capitalismo, não existe lugar de luta que não seja a obliteração do sistema capitalista, não existe saída que não seja pra fora do sistema que mantém as pessoas presas e escravas dentro de uma farsa chamada “democracia” para dar a sensação de escolha. Trabalho e escola são sistemas de controle que juntos da democracia criam a falsa ilusão de que existe uma sociedade funcional debaixo da exploração da vida na Terra.

      “Mas porque tu não luta então Paulo?”
      Porque ninguém luta. Fui a mais de 10 reuniões sindicais ano passado e em nenhum a opção de luta era posta à mesa e, quando era, era logo soterrada pela ideia de reformar o capitalismo e “lutar dentro do sistema”. Partidos, ONG’s, sindicatos e lideranças ainda estão presos na ideia de democracia bueguesa-liberal que de tempos em tempos nos coloca nas mãos de pessoas como o Paulo Guedes em troca de “empregos”.

      1. mesmo se as pessoas tivessem armas e munição elas seriam esmagadas e sofreriam muito. qdo vejo q se deu na síria, por exemplo, q não era uma luta contra o capitalismo, certo?, mas contra um ditador, tudo veio abaixo. não resta mais nada. e é o q eles fariam. destruiriam a tudo e a todos sem pestanejar, pq eles podem e têm recursos. em hong kong, assim q trocarem os guarda-chuvas por armas, o exército entrará em ação. eles estão já bem próximos e posicionados pra agir.
        mas existem formas pacíficas de protesto. o boicote é uma delas. pode não ser a melhor, a mais eficiente, mas, de algum modo, ela está à disposição e, por ora, não é crime. pode vir a ser um dia, claro, especialmente se um novo modo de viver surgir a partir disso – q é o q me parece ser o q precisamos e isso representaria uma mudança radical se resultasse numa vida comunal e, ainda assim, sem garantia se pensarmos no q deram os kibutz…
        sempre q me revolto penso no martim luther king. sabemos do destino dele como pacifista, mas mesmo tendo o destino q teve, ele abriu caminho para q mais homens e mulheres negros tivessem direitos. longe da conquista ter sido acalçada e sempre ameaçada: vemos frequentemente como homens e mulheres negros são tratados na terra da liberdade e é abjeto. são mortos, encarcerados e perseguidos. poucos se safam…
        mas, ainda assim, me parece o melhor caminho, pq é o oposto da destruição e da escravidão que desejam pra nós.
        outro dia vi um cara, com muitos seguidores no twitter, achando o máximo, um homem negro dando um soco num fascista. é o q eles merecem, claro, eu mesmo não sei se me conteria na mesma situação, mas o cara q deu o soco estava com uma camiseta com o rosto e o nome de martim estampado nela. certamente não é o q ele gostaria de ver…
        me parece q no momento em q vc pegar numa arma (de qualquer tipo) com essa finalidade, sobrará pouco espaço para a solidariedade.

        1. Eu acho que a população não seria esmagada tão facilmente porque as FA não são uma massa amorfa que sempre segue o governo. Corremos sempre o risco de entregar o poder aos milicos, claro, mas não é como se o povo não tivesse capacidade de organizar e lutar contra o que ocorre hoje. O que realmente impede isso é que as pessoas acreditam piamente que estão à uma promoção de distância de estarem ricas e, finalmente, inseridas no capitalismo; ou mesmo à uma ideia mirabolante de serem os novos Elon Musk do mundo. O capitalismo nos vende essa ideia de maneira incessante em todos os meios de comunicação diariamente. Não é por nada que no Civilization o modo mais fácil de vencer o jogo era uma vitória cultural; o capitalismo teve isso.

          Eu entendo quem quer o pacifismo como saída, mas não vejo nem o pacifismo nem a manutenção das democracia ocidentais (burguesas e liberais) com força pra melhorar a vida das pessoas. O PT teve um governo de social-democracia que melhorou muito a vida das pessoas, o contra-ataque veio muito forte com essa onda liberal que está destruindo a gente como sociedade e como pessoa. Cada passo na direção do pacifismo, pra mim, gera um tapa na cara do próprio povo.

          Acho que tem épocas de paz e épocas de guerra.

          1. Penso assim: se pensa em pegar em arma, pega logo e mata quem você quer. Simples e fácil. Não fique argumentando apenas. Mate seu vizinho bolsonarista, crie exemplos…

            Não é apenas questão de pacifismo, mas sim que ao menos parece que as pessoas tem alguma MÍNIMA noção do que é uma guerra (e pessoas que vivem em áreas onde há disputas – como as terras da Amazônia ou as favelas brasileiras – já tem uma noção muito maior).

            Pegar em uma arma e matar o outro significa também virar um alvo. Hoje as pessoas sabem que “se martirizar” não vai transformar o mundo – mártir é o que mais tem hoje, e só poucos seguem uma filosofia de “matar em honra do morto”. (Eu precisaria era estudar a história do Oriente Médio que sei que tem muito disto, dado as disputas territoriais e culturais da região).

            Eu sinceramente não sei o que fazer, e claro que se eu visse o salnorabo na minha frente, [CENSURADO EM RESPEITO AO MANUAL DO USUÁRIO].

            Não é exatamente o pacifismo também que vai resolver – o pacifismo é uma forma de resolução política, que lembremos, Ghandi e Mandela usaram. Não foi perfeito – há falhas que residem em atos na África e Índia.

            Mas uma guerra violenta também NUNCA será a melhor solução para resolver.

            A partir do momento que se cria um senso de guerra, ou é ver todos os contrários a ti como inimigos e mata-los, ou fugir.

            Sinto que as pessoas hoje tem um senso, ainda que mínimo, que elas são falhas. Corruptas. Interesseiras.

            A eleição do salnorabo demonstrou isso – ganhou porque ele reverberou o velho “farinha pouca, meu pirão primeiro” que vinha sendo ecoado desde 2013 – e todo mundo fez tudo errado desde então.

            2013 é o culpado do que temos hoje.

          2. O que você falou não faz o menor sentido. Você matar o seu vizinho não é revolução, é psicopatia. Matar uma pessoa que não tem nenhuma capacidade de modificação do sistemas é apenas uma falha moral.

            Revolução não é barbárie.

          3. Não tem sentido para você, que baseado em sua cultura, tem a ideia de que guerra não é um ato psicopata.

          4. Não, não faz sentido você matar uma pessoa do seu convívio porque ela pensa diferente de você e ainda comparar isso com um cenário de revolução (não é guerra, guerra é algo que ocorre entre Estados; revolução pode ser no máximo uma guerrilha) para derrubar sistemas ou pessoas do poder central.

            O que você está fazendo é reverberar o sentido de “pós política”.

          5. Luta armada requer técnicas, táticas, e principalmente, interesse de quem vai querer portar uma arma.

            Não é ir lá falar “mata o burguês”. Posso estar errado, mas noto que geralmente apenas comunidades que conseguem se isolar se valham de armas (e ainda correm riscos).

            Noto que hoje só pega em arma ou se o cara tem interesse pelo “pequeno poder” que aquilo lhe traz (e com isso consegue extorquir os outros e proteger seus amigos – seja policial ou bandido) ou se a pessoa realmente tem o interesse de proteger a comunidade, no caso este número noto que é bem menor. Há uma terceira linha – mercenários, que só pegam em arma se tiver dinheiro em jogo. E que ligam o f**a-se quando em momentos de discutir política.

            Se quer uma luta armada, boa sorte. Será também visto com um psicopata…

          6. @ Ligeirinho

            Ligeiro, você está trabalhando com uma moral inflexível que não tem vez no mundo real. Considero-me pacifista — tenho horror a armas de qualquer espécie, jamais saí no soco com alguém —, mas consigo imaginar situações em que chegaria às vias de fato, e com razão.

            A legítima defesa, por exemplo, é a previsão legal da reação à injusta agressão. No caso da guerra ou de levantes populares, não é como se “pegar em armas” fosse uma decisão trivial; uma porque é traumática e destruidora em múltiplos sentidos, mas principalmente porque, muitas vezes, é a única saída. Ou isso, ou o extermínio.

            Veja, por exemplo, a tentativa fracassada do então primeiro ministro britânico, Neville Chamberlain, em fazer um acordo com a Alemanha de Hitler. Não funcionou. Qual seria a alternativa, naquele contexto, aos avanços autoritários e racistas dos nazistas? Não estou dizendo que toda guerra é justificável (difícil lembrar de uma assim entre todas aquelas em que os Estados Unidos se meteram após a II Guerra), mas em casos extremos é o que resta.

          7. @Ghedin e @Pilotti

            Sim, de fato fui inflexível, assim como muita gente com postura similar ao do Pilotti o é. Fiz uma provocação e não vou pedir desculpas ou perdão, mas assumir a postura. Entrei na discussão para justamente tentar achar um argumento mais plausível sobre a questão de “uso de violência”.

            De fato, eu ia justamente tentar continuar o raciocínio na verdade usando até exemplos modernos de reação violenta justificada. Sei por exemplo que há grupos de autoproteção na Amazônia que reagem como podem contra a violência (E o estado não auxiliar a defende-los).

            (Tinha uma outra matéria recente, mas não tou achando, sobre um outro grupo de povos originários que também começou a reagir com mais violência contra as agressões sofridas dado a falta de esforços do estado)

            Nós estamos a um passo de chegar no “ponto extremo” de necessidade de uma “guerra”, mas isso só ocorre mais quando há um consenso de desconforto na comunidade dado as ações.

            A ação de autoproteção e mudança de curso político agora deveria ser outro: achar formas de expor mais as corrupções do poder atual, e ao mesmo tempo achar uma forma de fazer quem elegeu este poder se sentir responsabilizado a ponto de reagir de forma contrária.

            Só que é assim: já está meio que “aculturado” na cabeça das pessoas que “tudo é questão de mérito” e no final “deus julga no final” (lembremos da influência evangélica no poder e na questão de propaganda política). A guerra hoje não é mais usando armas, e nem só ideias mas sim sentimentos, certo?

            Um texto recente do Leonardo (NNF) Rossato, sobre o desalento na política (não vou trazer aqui senão vai bloquear a resposta logo de cara) fala isso: de a gente refletir sobre os sentimentos e tentar usar isso para ganhar de novo nos argumentos políticos.

            E aí entra outro problema: o amor é muito bonito no discurso, mas frequentemente não se reflete em atitudes práticas. Isso está expresso de forma cada vez mais clara no que chamamos de “cultura de cancelamento”: as pessoas passam a ser “canceladas” nas redes sociais por alguma fala, atitude ou conjunto de atitudes que não satisfazem a um ethos das redes, a um conjunto de atitudes que a sociedade julga pertinentes e aceitáveis. Na grande maioria das vezes, esse “cancelamento” tem o mesmo motivo de fundo: o discurso dessa pessoa nas redes não se alinha, por algum motivo, com suas práticas fora das redes. E isso nos leva a uma característica fundamental que todos nós devemos ter em nosso dia a dia: a coerência entre o discurso e a prática. Se defendemos um discurso em nossas redes, não existe nenhum motivo para que não o pratiquemos em nosso dia a dia.

            (é interessante ler o texto inteiro dele, diga-se de passagem, para pegar melhor o contexto – só jogar parte do trecho no pesquisador favorito para achar o mesmo no blog).

            Enquanto houver pensamentos de “vamos gerar uma guerra para tirar alguém do poder”, sempre a retórica do outro será: “olha lá, ele quer vir com uma arma na mão, então vou me armar em dobro. Já viu aí, amigo que quer estar onde estou?”.

            (não nego que ainda quero reagir de forma violenta – mas tenho aprendido que este tipo de discurso online só retroalimenta a vontade de reagir violentamente entre outros)

          8. @ Ligeirinho

            Estamos longe de uma guerra civil. O trecho do texto do Leonardo Rossato que você trouxe se refere à cultural do cancelamento, um negócio bastante restrito a redes sociais e que denota mais uma incapacidade de diálogo entre iguais (gente “do mesmo lado”) do que qualquer faísca para um conflito armado/violento. O atual governo representa um risco à democracia, mas há mecanismos postos para conter seus abusos. Nem todos, não há garantia de que tudo ficará bem (nunca há), mas, até agora… digamos que poderia ter sido bem pior.

            Esse tipo de escalada armamentista a que você se refere não é comum entre civis, é mais uma coisa entre nações, grupos paramilitares e o crime organizado. (Aliás, o grande conflito contemporâneo no Brasil é o do crime organizado; nada a ver com vizinhos se matando ou gente saindo no soco com tios bolsominions.) Acho difícil conceber que alguém, mesmo quem goste e se ache protegido por armas, queira ter uma submetralhadora se souber que o vizinho tem um revólver. Acalme-se, o país está muito longe desse cenário “salve-se quem puder” que você está pintando.

          9. O que tu falou agora Ghedin é o que me ajuda também a ilustrar o problema do discurso da galera que defende o social.

            (Para ajudar, vou gerar um armistício, mas como o Pilotti tinha colocado em palavras sobre isso, por isso entrei neste ponto. Mas paro aqui em partes, apesar de usar isso em algum momento deste comentário)

            “Fogo nos Fascistas” ultimamente tá soando muito pior do que era na época do Lula, quando usavam o termo “fascista” para qualquer um contrário ao Lula. Não é porque o cara conversa com um fascista que ele é um fascista. Este é o perigo do discurso. (O caso das sertanejas retratadas como nazistas em uma charge é um exemplo deste discurso perigoso).

            O que acho é que justamente o momento é de falar assim: “olha, tu pode ser o que for: vegano, onívoro, fã de banda que ‘eu considero ruim’, cara que defende um partido político diferente, etc., mas vamos sentar e se juntar para combater os problemas políticos.”

            Mas tá difícil. Fomos vencidos pela questão do “valorizar o eu”. E tava pensando aqui algumas coisas devido a minha “bolha”.

            Os mecanismos de balanço social (os três poderes, a legislação) hoje estão bem comprometidos. Sinto que parte do poder judiciário não tá nem aí – só quer garantir o conforto que construíram, tal como os outros poderes políticos. Só que o legislativo balança entre tentar se defender dos ataques contra a democracia de outra parte do legislativo e do executivo. (E defender o poder já estabelecido deles também).

            Soma-se que estamos em novo ano eleitoral (prefeitos) e não noto uma ação plena das forças políticas (ao menos aqui) para criar personagens que sejam elegíveis. Só o de sempre: políticos que cativam pelo “favor”, não pelo “trabalho”.

            Só torcendo que estas eleições de 2020 ilustrem um novo começo político (e assim seja uma nova força para combater o bolsonarismo), mas sei lá.

  8. Desinstalei o Lembretes do iOS.
    Porém, continuo recebendo notificações do LEMBRETES para os itens com data/hora.
    Ou seja, a apple não desinstala como diz fazer.

    1. deve só tirar o ícone da vista

      aliás, acho que ela deveria separar os apps do sistema, para atualizar tudo a parte.

      acho que melhoraria até na hora de instalar novas verões do IOS, que sempre que libera, vai em lotes

  9. Tava acessando o Uol e vi que tinha uma matéria que imaginava o que Steve Jobs diria sobre o Galaxy Z Flip. No final, vi que tem várias outras matérias no mesmo sentido, o Jobs “comentando” algum lançamento recente.

    Fiquei com muita vergonha alheia lendo aquilo, a breguice meu pai…

  10. Semana passada fiz uma brincadeira sobre rádio e eu não sabia que o dia de hoje era o dia mundial do Rádio (ou melhor, da emissão radiofônica).

  11. Acabo de notar que saiu do ar o clássico e saudoso Sedentário Hiperativo. Já fazia meses que o blog não tinha conteúdo novo e só faltava mesmo o domínio expirar.

    Uma pena. Mais um pedaço da velha blogosfera que desapareceu.

      1. Da lista do Dahmer, os únicos que eu acompanhava era o Pensar Enlouquece, Linha do Trem e só. Acho que tinha até um “mapa variante” com mais blogs, que salvo engano rolou no Gizmodo.

        Noto que muitos destes viraram influenciadores também. Ao custo de muita estupidez, mas consolidaram.

  12. Ao pessoal q achou o lançamento do IPhone uma chato, e Unpackhge desse ano? Precisamos admitir q o mercado já não tem mais pra onde ir
    O melhor é o hype do canais de tech

    1. Bom, tem, se você pensar na duração de bateria, na durabilidade de bateria, na otimização do android para reduzir o gasto de energia. Na minha opinião, o smartphone já se “consolidou” como produto, assim como o notebook. Vai continuar evoluindo em processamento porque assim como os computadores, novos programas maiores, mais “pesados” e jogos mais complexos vão sendo lançados para o dispositivo.

      Só que, como ponto de revolução, deveriam focar nas baterias. E eu acho que não vão mexer com elas, porque afeta o ciclo de troca dos aparelhos. Se teu aparelho tem uma bateria que dura 2 dias e consegue ficar uns 3 anos sem perder essa eficiência, o único argumento de troca é mais RAM, mais câmeras, mais armazenamento, processamento etc.
      E tudo isso já está num patamar relativamente confortável até para os intermediários de mil a 1500 reais.

  13. A quem se perguntava qual era a pegadinha do Google atrás do Plus code
    https://opendata.stackexchange.com/questions/16121/is-pluscodes-an-open-technology
    Basicamente o Google inventou uma alternativa ao cep e está fazendo governos adotarem por dizer que é opensource então qualquer um pode usar mas na verdade é impossível replicar por conta de usar base de dados proprietária do Google Maps
    Aí vem aquela discussão não é que o software seja open q é livre

    1. “Código aberto” no dicionário do Google tem outro significado.

      Não conhecia esse Plus codes. Lembrou-me bem o what3words, que não sei se é aberto ou se tem algum problema nesse sentido.

  14. Somente uma anedota: pela situação do dólar atual, decidi substituir o notebook antigo da minha mãe por um dekstop. Eu acabei comprando um na Santa Ifigênia pois é ligeiramente mais caro, mas como eu moro perto a comodida pesou em comparação a comprar as peças e (tentar) montar. No final, estranhamente bateu uma saudade desse processo de escolher peça por peça e montar um computador do seu jeito. Fiquei com vontade comprar um para mim, mas racionalmente não achei nenhum motivo plausível para empreitada, já que meu notebook me atende perfeitamente com sobras.

    É cômodo hoje você comprar um smartphone ou notebook como um pacote fechado, mas era gratificante terminar de montar o PC peça a peça.

    1. Essa é uma coisa da qual não tenho saudade, hehe. Sempre fui ruim em montar PCs e achava um transtorno enorme. Até vejo um vídeo ou outro de norte-americanos que piram nessas coisas, mas é mais uma curiosidade pelo absurdo. Fui mais feliz quando tirei notebooks da caixa do que das vezes em que recebi o computador em pedaços dos Correios para depois ter que montá-los.

      1. Cada um cada um, como dizem.

        Tu tem um talento para comunicar.

        Nóis tem pra montar e desmontar :3

      2. Eu fiquei impressionado em saber que o canal do Linus tem o mesmo tamanho do MKBHD, achei que era bem menos já que o foco dele é nessa parte de PCs. Acho divertido ver também, ele montando PC com peças do Wish ou aqueles “clássicos” PCs com o absurdo do absurdo.

        1. O MKBHD eu vejo bastante. O Linus, não, entre outros motivos pelos vídeos dele serem muito micreiros (leia-se: coisas que não me interessam). Quase sempre topo sem querer com um ou outro vídeo de projetos mirabolantes, com resfriamento líquido e coisas do tipo, mas não é algo que procuro ativamente.

          1. Sempre impliquei em não ver os vídeos do MkBhd. O que eles tem de diferente?

          2. Eu acho ele presunçoso demais (o Marques) com aquele aspecto clean “asséptico” da Apple do anos 2010.

            O Linus é legal porque ele fala bastante coisa técnica, mas não é um canal que eu acompanho o suficiente pra ter opinião sobre.

          3. Acho que todo “reviewer” acaba meio descolado da realidade com o tempo e isso vai afetando o julgamento para o resto de nós. Tipo a importância desmedida com telas de 120 Hz e outros aspectos que, ok, são legais, mas que a maioria nem percebe que existem.

            Todos os youtubers norte-americanos, pelo menos os mais famosos, têm uma estética similar, com luzes coloridas, decoração clean, bonequinhos etc. A do Marques acho das menos piores. Gosto dos roteiros dos vídeos dele e que ele não tenta fazer piada.

          4. Assim como o Paulo, tenho ressalvas com o Marques. Acho q ele atingiu um nível, pra ele, legal e tal, consegue fazer umas entrevistas com figurões… Mas, sei lá… Estou me afastando desses canais q indicam coisas tops, caríssimas, e com um cara geralmente apontando defeitos ridículos pra falar q aquele produto, geralmente incrível, não consegue atender o alto padrão da pessoa q o está avaliando. São como um sommelier eternamente insatisfeito.
            Ele usa uma super câmera pra gravar os vídeos dele, pq ela acha q a melhor, mas pra fazer aqueles vídeos, uma câmera bem mais simples poderia fazer o mesmo… É pura ostentação e excesso de recursos.
            E outro dia, qdo soube da morte do Kobe Bryant, e olha q eu nem acompanho basquete tanto assim, fiquei mal com a notícia por conhecê-lo minimamente. O Marques tb se mostrou triste, mas, não sei se eram tweets agendados, depois de algumas horas, estava lá de boas falando dos produtinhos q nunca atendem seus padrões.
            Quase fui na onda dele e ia comprar um fone, q ele dizia ser o melhor, e ter gasto 2 mil. Felizmente não fiz isso, e achei algo bom o bastante por 450 e, ainda assim, não é pouco dinheiro.
            Esses caras certamente estão ajudando as pessoas a se endividarem.
            Logo ele vai achar defeitinhos num computador q custa 500 mil.

          5. É meio isso que o Fábio falou. Ele tá num nível muito alto até pros padrões americanos de poder de compra. A minha ideia de review é de algo que me ajude numa compra e não de algo que me coloque mais dúvidas ou que me mostre como o produto de 10k USD é muito melhor do que o de 100 USD. Quando eu busco um review eu quero ver se o aparelho é pro meu uso diário e pro orçamento.

            Eu acabei de ver o review dele do Samsung dobrável novo e ele ficou alguns minutos falando como no limiar de fechar o telefone se percebe a dobra na tela. Esse tipo de coisa não me pega mais, muito trolóló por nada. Acho que isso nem é ser fora da realidade, é ser maluco mesmo hahahaha Fora da realidade, pra mim, é o pessoal do Loop Infinito.

            O Linus é bem descolado da realidade, mas o canal dele é isso: montar um PC com 8 telas 4K pra ver como CoD roda nisso. Colocar 10 GPU rodando em SLI pra ver como fica na hora de rodar Minecraft. É doidera, é caro, é fora da realidade mas não me passa a presunção do Marques.

          6. Acho que o Montarroios demonstrou o que eu penso de gente como o Marques. Se for para ver review de coisa que não tenho dinheiro para comprar só para invejar, nem vejo.

            Tanto que vejo o Linus não só pelo justamente “estilo micreiro”, como também porque vem vídeos de computadores com preços diferentes – de 10 dólares a 10000 dólares. E a gente vê tipo a diferença de potência, se compensa, se vale a diversão de montar uma “máquina diferenciada”.

    2. montar é bom demais, mas como é algo q se faz pouco, exceto se vc trabalha com isso, não tem muita satisfação q se possa ter nisso
      eu me arrependi bastante de ter trocado um desktop por um notebook “gamer”. notebook parrudo é bom e tal, mas limitadíssimo, além de ser um trambalho pra carregar, e se vc tem problemas é um estorvo pra arrumar (o meu está sem reparo no botão de liga e desliga há um ano por culpa da Dell)…
      se um dia sobrar uns trocos, passarei pra um desktop novamente. hj em dia tem gabinete silencioso e modos de refrigeração menos barulhentos.
      concordo com o ghedin q tem uma parte chata tb, mas vc montar com as pessoas q vc quer é mais interessante especialmente se vc já consegue antever os upgrades q quer fazer e tal…

      1. Notebook virou máquina padrão de uso comum, mas quando você precisa de mais potência os trade-offs (desculpe a expressão, mas não conheço uma boa em português) começam a ficar muito caros. Se você quiser algo potente, mas que ainda seja portátil e com bateria decente, você já vai gastar uma bica.

        Pelo que eu paguei no meu, daria para ter um belo computador e um notebook razoável, mas como eu usava no trabalho a comodidade de ter potência e mobilidade em um único aparelho pesou mais.

    3. Po, desktop é bom demais. Também entrei nessa por conta do preço quando meu último laptop quebrou, mas pelo menos no meu caso esse negócio de economizar acabou saindo pela culatra pois tenho melhorado ele o tempo todo, hoje mesmo chegaram as memórias novas dele (as antigas eram de 2017).

      Talvez seja saudosismo ou puro hobby, mas não troco meu computadorzão por nada e acabei sendo sugado para esse nicho de consumo.

      1. Vdd estou montado o meu quero me focar no desktop e deixar de usar o celular

      1. E não automação residencial, não pesquisem sobre: Sonoff, Zigbee, Yeelight, Smart Things, fechadura eletrônica, Tuya, assistentes virtuais, Roomba. Isso pode viciar e custa dinheiro.

      2. Montar desktop é o LEGO dos adultos. Vai por mim, dá nervoso toda vez que você vai bootar o computador mas é bom demais! hahahaha

      3. Tenho algumas peças de Lego (o clássico) aqui, mas não acho assim tão legal. Ficam encostados… a espera da minha mente criativa fazer algo com eles. Minha esposa diz q monto coisas horrorosas. Tento explicar q aquilo é fruto da minha imaginação, por isso faço coisas q não existem. Ela se limita a dizer ‘pfff’… Acho q vou dar eles pra minha sobrinha.

        1. Não acha tão legal porque vc não está deixando o Fabinho dentro de você tomar controle

    4. Senti a mesma coisa, recentemente, depois que comprei um RaspberryPi e montei um media center. Foi um projeto de algumas semanas, apanhei muito, tive que aprender a usar o terminal do Linux, muita tentativa e erro, mas na hora que funcionou, foi LINDO.

      Desde então, está rodando sem qualquer outro transtorno ou dor de cabeça já vai fazer 1 ano.

      1. Qual é a sua “dieta de mídia” no Raspberry Pi como media center? Sempre penso em montar um, mas aí desisto porque rola uma incompatibilidade das coisas que uso: Netflix e Prime Video funcionam no sistema da TV (meio capengas, lentos, mas funcionam), filmes alugados da Apple não rolariam e mesmo os vídeos… ahn… alternativos a minha TV consegue rodar de boa direto do pen drive. Acho que, no meu caso, o experimento seria divertido, mas sem muita razão de ser.

        1. Uso uma combinação de CouchPotato e Medusa, rodando sobre o LibreELEC (distro Linux que roda só o Kodi, antigo XBMC). O CouchPotato monitora, baixa, adiciona legendas, renomeia e organiza filmes. O Medusa faz a mesma coisa com séries e animes.

          Já Netflix eu uso direto na smart TV e o Amazon Prime Video (que eu assino, mas minha TV não tem app), prefiro nem usar. O RPi infelizmente ainda é bem capenga para rodar a interface de serviços como esses ou o YouTube, mas pode ser que com o 4 as coisas avancem. Vídeo, por outro lado, roda qualquer coisa no Full HD e com os add-ons todos rodando no background, é impressionante.

          Um impacto que eu sempre gosto de ressaltar, quando falo nesse media center, é como minha dieta de mídia, como você chamou, mudou. Adoro a Netflix, mas me pegava assistindo muita série meia boca e que eu nunca escolheria assistir, por conta própria, apenas pela comodidade. Com esse combo novo, assisto o que eu de fato escolho (desculpem-me, direitos autorais) com praticamente a mesma comodidade.

        2. Olha um tutorial bacana passando pela timeline: https://medium.com/@edjalmo/media-center-com-raspberry-pi-53c596cc1f0d
          Mas aqui é um media center com media local, nada de Netflix ou Prime Video. Existem add-ons desses dois (Netflix e Prime Video) para o Kodi (que é o programa usado para gerenciar a media nesse tutorial) mas eles não foram desenvolvidos pelas próprias empresas (apesar do Kodi ter suporte a DMR [https://kodi.tv/article/dev-journal-kodi-and-drm] é pouco provável q vá existir add-ons oficiais.).

      2. Um dos casos claros de uso para o computador seria um media center mesmo.Além disso, pensei em talvez subir algum serviço como Pi-Hole e algum tipo de esquema de armazenamento para backup do meu notebook. Acho que um Raspberry Pi seria suficiente para isso na real, um PC seria desnecessário para esses usos.

    5. É como já comparei o Desktop com uma bicicleta. Eu ainda prefiro um Desktop desde que conheci um há muitos anos.
      No meu caso que não disponho de um orçamento grande eu me preocupo com a estrutura (Placa Mãe) e vou fazendo um upgrade aos poucos.

      Com a alta é difícil gastar pouco hoje em dia para montar um PC, mas como é para sua mãe não precisaria de uma placa de vídeo parruda, processador top, muita memoria ram,etc. Só isso já é uma boa economia.

      Meu PC é de 2012 e está com o mesmo processador desde que montei , Tipo de processador AMD FX-4100 3.6 Ghz, e penso em fazer um upgrade para um FX 8300. Mas ai vem o receio de minha placa mãe ter mais de 10 anos rsrs…vou empurrando com a barriga por enquanto até pifar.

  15. Estou usando o fastmail por recomendação do Ghedin e estou adorando.

    Estou usando Davx para configurar os calendários e contatos (para fugir do google), mas não consigo fazer as tarefas aparecerem no calendário do fastmail, o opentask (gerenciador de tarefas) só fica disponível como local, alguém sabe resolver?

    1. Até onde sei, o Fastmail não suporta listas de tarefas. Será que não é isso?

      (Eu nunca tentei sincronizar nada desse tipo e acabo usando o app nativo do iOS/macOS para tarefas.)

      1. não suporta, mas no meu aplicativo de calendário no Android ele cria um evento no calendário, não precisava interagir, mas só ver seria bom

    2. Mesma coisa aqui, entrei por conta do Ghedin e também estou adorando. Super rápido e a interface é satisfatoriamente simples.

      Até agora só senti falta de poder colocar arquivos maiores que 50 mb mesmo tendo 10 GB disponíveis nos files e a falta de integração dos contatos com o Android (tem que baixar um app de terceiro para isso, maior confusão).

      1. nem cheguei a usar o files, prefiro o Dropbox por causa ds integração com o PC

        e sim, tem que baixar um app a parte, mas é só um pra calendário e contatos, foi tranquilo de configurar

        1. Você conseguiu puxar direitinho os contatos do fastmail pro Android usando o DAVx? Se pá eu pago por ele pra isso e me livro do Google nisso também.

          1. sim, depois que baixei o DAVx e vinculei, ele apareceu como opção ao adicionar contatos, e depois que vc o faz, ele fica como padrão.

            só achei ruim pq quando fui exportar os contatos do Google (como opção de exportação do Google contatos), ele puxou só os aniversários e os números ficaram no campo outros, aí quando tentei por Vcard apple (algo assim) ele pegou os números mas não os aniversários, aí tive que ajustar manualmente.

            mas ele ta funcionando redondinho, adicionei uma pessoa ontem e hoje de manhã fui testar se tinha atualizado no fastmail, aí ele apareceu certinho

  16. Olá pessoal!
    Estou pensando em trocar de celular (uso um Moto G4 Plus desde 2017).
    Estou seriamente pensando em comprar um Redmi Note 8 por causa do custo beneficio. Os únicos porém q me fez não o compra-lo ainda é por causa do não suporte a banda B28 do 4G. O que vcs acham sobre isso?
    Na vdd o q vcs acham desse celular no geral?
    Alguma recomendação de um outro celular nessa faixa de preço (até uns R$ 1200)?
    Obrigado desde já :)

      1. Acho que a galera hoje pira nos Xiaomi tanto por causa da comunidade e propaganda boca a boca quanto do custo/benefício, mesmo se vir de mercado cinza.

        Comprar um mainstream do mercado aberto significa esperar oportunidade de preços ou meter a cara em prestação.

        Sinto que a galera que vai atras de um Xiaomi junta a grana para isso e entra na comunidade. Sei lá.

      2. Então, fiquei um pouco decepcionado com a Motorola depois do meu G4 Plus. Acho a câmera dele muito boa mas o app demora para tirar fotos, e minha prima tem um G6 Play com o mesmo problema. Além disso os G4 Plus vinheram com um problema de toque fantasma, coisa q a Motorola não fez nada para consertar, além claro de esquentar bastante.
        Não cogitei muito a Samsung, as pessoas falam tanto da linha Redmi Note que na minha cabeça ele é melhor q os intermediários da Samsung, mas posso estar errado.

    1. Se não me engano, tem alguns modelos da linha Note da Xiaomi que tem suporte a essa banda, mesmo sendo importados ou comprados na Amazon/Mercado Livre/lojinha de celular da sua cidade. Mas se não quer arriscar, recomendaria a linha nova do Moto G (que aparentemente está bem bacana e vi reviews positivos), o Moto One Action (que sempre está na promoção, saindo por volta de R$1.100, com AME ou o A50 da Samsung. Massss, vi em algum lugar que o A50 já está saindo de linha por conta do A51 e está meio complicado de achar.

      1. Eu daria preferência ao One Vision em vez do One Action. A câmera principal do One Vision é muito boa (segundo reviews do tecnoblog) e ele tá no programa do Android One, ou seja, vai ter pelo menos 2 atualizações grandes de sistema, e 3 anos de atualizações de segurança garantidas. Inclusive eu quase comprei ele, mas peguei um Zenfone 5Z em promoção. Queria um Snap845 pra jogar CoD mobile no ultra hahaha

        Dois meses depois e eu nem encosto mais no jogo. Pelo menos o Zen5Z não trava com nada. Se bem que eu poderia ter economizado um pouco e ter pego o Galaxy A30 (que tentei comprar umas 2 vezes, o site que recusou meu pedido).

        1. Obrigado Felipe e Gabriel Rocha pelas recomendações.
          Eu respondi acima o pq de estar com pé atrás com a Motorola. A Samsung não pensei muito, vou da uma olhada melhor nos modelos nessa faixa de preço do Redmi Note 8.

    2. O Redmi Note 8T tem suporte a banda 28 do 4G.
      Mas se você tá saindo de um Moto G, talvez seja melhor comprar um Mi A3, que tem uma interface mais parecida com a dos aparelhos da Motorola e também tem suporte a banda 28, se não me engano.

      1. Sim, o Mi A3 tem suporte a B28, mas ainda estou me engraço mais pelo Redmi Note 8.
        Achei o 8T bem grandão (mesma tela mas as bordas são maiores).
        Acho q não terei problema com a MIUI, e qualquer coisa instalo um Nova Launcher da vida e volta a interface normal.

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