FiveNotes 3, app de anotações temporárias, ganha versão para iOS

Ícone do FiveNotes 3 para iOS: a ponta de um lápis roxo contra fundo verde.

Há anos uso um tipo de aplicativo no computador que poderia ser rotulado de “papelzinho de anotações”: mais simples que um app de notas, como Obsidian e Apple Notas, e sempre à mão — de preferência com um atalho no teclado global.

O que uso no macOS se chama FiveNotes. Nesta quinta (11), o aplicativo da Apptorium ganhou uma grande atualização. O FiveNotes 3 traz novos recursos e, pela primeira vez, está disponível no iOS/iPadOS, com sincronia de dados via iCloud.

No macOS, o FiveNotes 3 vem recheado de novidades, das quais destaco o suporte a temas, janela flexível (dá para mover, redimensionar livremente e fixá-la nos cantos da tela), novos atalhos no teclado, ações para o Atalhos e um sistema de backup local.

No iOS/iPadOS, o app preserva algumas características e, mais importante, sincroniza as cinco notas com o macOS.

Apesar do mesmo nome, a Apptorium vende o FiveNotes 3 como dois apps independentes, em compras únicas. No macOS, sai por R$ 29,90 na App Store. (Apesar de venderem-no por fora, sai mais barato na lojinha da Apple.) No iOS/iPadOS, R$ 14,90.

Ah, um app gratuito para macOS permite a criação de temas personalizados, compatíveis com ambas as versões.

A mesa de trabalho do Eduardo Souza

Nesta seção, leitores do Manual mostram suas mesas (e o que tem em cima delas), explicam o que usam e como, e nessa todo mundo aprende alguma coisa nova. Veja outras mesas e, se puder, envie a sua.

Olá! Meu nome é Eduardo Souza. Moro em Taboão da Serra (SP). Moro com a Carol, minha companheira, que é analista de dados em uma multinacional. No momento apenas estudo, graças a um layoff que rolou em maio. Curso engenharia de software na modalidade de ensino à distância. Em paralelo, estudo pra minha primeira certificação AWS, além do foco em front-end através do FreeCodeCamp. No futuro, além de pagar os boletos, quero colaborar com projetos e iniciativas de software livre.

Vamos à mesa, então.

Foto frontal da mesa do Eduardo, com um notebook à esquerda, monitor e tablet centralizados, alguns acessórios e um livro.
Foto: Eduardo Souza/Arquivo pessoal.

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A mesa de trabalho do Felipe Coelho Kussik

Nesta seção, leitores do Manual mostram suas mesas (e o que tem em cima delas), explicam o que usam e como, e nessa todo mundo aprende alguma coisa nova. Veja outras mesas e, se puder, envie a sua.

Meu nome é Felipe. Moro em Dublin, na Irlanda, e trabalho como designer de software. Vou na firma um dia por semana, nos restantes uso esse espaço aí.

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WhatsApp: cada vez mais complexo e inescapável

O WhatsApp, aplicativo mais popular do Brasil, é inescapável. Os poucos que prefeririam não usá-lo, por qualquer motivo, se veem cada vez mais impossibilitados à medida que o app da Meta se transforma em uma espécie de utilitário, um pré-requisito para interações das mais diversas. Ao mesmo tempo, vem sendo desfigurado para abrigar novas funcionalidades que deixam seu uso mais difícil.

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ANPD proíbe Meta de treinar IAs com dados pessoais no Brasil

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD) enfim mostrou os dentes e determinou que a Meta suspenda o tratamento de dados pessoais para treinar inteligências artificiais.

A proibição, determinada em caráter cautelar, baseia-se em quatro pilares: ausência de base legal para tratar os dados com essa finalidade; falta de informações sobre as mudanças na política de privacidade; dificuldade excessiva aos usuários para negarem o uso de seus dados; e tratamento de dados de menores de idade sem as devidas salvaguardas.

Vale mencionar o “timing” da determinação, como lembrou Carlos Affonso Souza em sua coluna no Uol: na semana em que estavam previstos o lançamento dos recursos de IA do WhatsApp no Brasil e em que o projeto de lei 2338/23, o PL da inteligência artificial, teve movimentações no Congresso.

A Meta se disse “desapontada” com a determinação. Os argumentos da ANPD me pareceram razoáveis — já viu o labirinto para negar o uso de dados pela Meta?

Carlos Affonso acredita que a determinação, ao focar em uma empresa (e das maiores), passe um recado a toda a indústria. Afinal, existem outras além da Meta fazendo o mesmo tipo de treinamento com dados, incluindo os pessoais.

Bananabin coloca moscas na lixeira do macOS quando ela está cheia 

O app BananaBin coloca moscas na lixeira do macOS se ela fica cheia. Engraçadinho! Aliás, existe uma opção nos ajustes do Finder para eliminar arquivos da lixeira automaticamente após 30 dias. É uma boa mantê-la ativada e não ter que se preocupar com a lixeira cheia — com ou sem moscas.

Pikimov 

É impressionante o que dá para fazer na web hoje (ou no Chrome, neste caso): o Pikimov é uma espécie de After Effects que roda no Chrome ou Edge. Não precisa instalar nada nem se cadastrar; é só abrir e sair usando.