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15 comentários

      1. Oi Filipe! Pois é, também não sabia e não serve para absolutamente nada (até porque não uso WhatsApp), só mesmo pra aumentar a ansiedade de quem o deixa ativo. Eu consegui “desliga-lo”, reduzindo o brilho a 0%, aí até esqueço a existência dele, no mais é um bom notebook (mas, confesso que às vezes sinto falta do antigo!)

  1. Achei muito legal.

    Só não sei porque esses editores de texto (vim e nano) tem comandos tao diferentes. Fica complicado de usar.

    1. O nano é bem parecido com editores convencionais, como o Bloco de notas.

      O vim ser diferente depende do referencial, né? O negócio tem quase 35 anos de estrada, haha. Quem aprender a usar, não troca por nada.

      1. Oi Ghedinjj. Quando eu disse comandos eu quis dizer os atalho de teclado do tipo copiar, colar, recortar e desfazer e localizar e substituir. Mas depois que comentei aqui eu dei uma pesquisada e achei um interessante que tem esses comando muito parecidos. o micro https://micro-editor.github.io/

        1. Bem interessante esse micro. Não conhecia.
          Desses editores de terminal eu testei também o Tilde, que é basicamente um edit do DOS e o próprio Edit que a microsoft relançou com código aberto agora e possuem uma interface mais familiar.
          Mas gostei bastante do micro, se eu fosse para uma alternativa ao Vim iria para ele.

  2. Muito bacana esse conceito!

    Acredito que arranjei o que fazer com meu Chromebook antigão sem suporte e com hardware defasado (mas com certeza passarei mais tempo me divertindo com a realização do projeto do que utilizando-o).

    1. Eu tenho um Chromebook de 2013 que eu uso exatamente dessa maneira.

      O editor de textos é o Caret*, que também teve o desenvolvimento interrompido, mas funciona muito bem por aqui. Com ele é possível editar arquivos de texto salvos localmente.

      Se não me engano, ainda dá pra baixar a última versão no site do autor ou no Github, e instalar manualmente no Chrome OS.

      https://thomaswilburn.net/caret/

  3. Matutando aqui como ele conseguiu criar uma coisa tão certeira e (aparentemente) tão produtiva.

    Aliás, não conhecia o conceito de writerdeck

    1. Sabe por que as teclas de direção viraram tabu nesses editores clássicos (herdeiros do Vi, que é o herdeiro do Ed, de 1969)? Nos teclados daquela época não havia setas de direção. Editar e escrever sem elas acabou virando uma tradição Unix raiz, que na verdade é conveniente para quem se acostuma, já que os dedos não se afastam da fileira central do teclado.

      1. Boa, imaginei que devia ser algo assim! Li também que o Vi raiz não aceita navegação por setas.
        Mas em termos de produtividade, isso deve ajudar quem escreve em nível atleta profissional de elite. Acho que não tenho nem velocidade de raciocínio para digitar assim sem nem deslocar as mãos do teclado hehehe.

  4. Boa!
    Eu estou migrando para o (neo)Vim. Depois da íngreme curva inicial, começa a ficar imprescindível. Por exemplo, o modo de saltar, selecionar e cortar palavras, linhas e parágrafos só com atalhos de até três letras como: ) (fim da frase), dd (cortar linha), yap (copiar parágrafo), daw (cortar palavra).
    O único problema é que não dá pra ficar sem, depois.