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Muito bacana! Tomara que isso puxe as demais fabricantes adiante para este salto. O que mais me impressiona nem chega a ser o poder de processamento em si (visto que hoje poucas aplicações exigem muito dos processadores) mas o incremento na duração da bateria. O futuro de sair de casa sem o carregador do notebook está chegando!
Também me impressionei com a vantagem no consumo de energia.
Mas é importante notar o ganho de desempenho com o windows virtualizado no M1. Isso é prova de que um hardware bem projetado rende muito.
Espero que a microsoft faça uma versão do win10 pra ARM com algo tipo o rosetta 2 para mandar os programas x86 pra lá. Assim não mexe com a Intel.
Rodar x86 nativamente seria um sonho maravilhoso, mas acho que a Intel não permitiria.