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O escritório em casa do analista de testes Rafael Cascaes

Mesa e cadeira, com monitor e notebook em suporte ao lado, luminária e fones de ouvido. À esquerda da mesa, um computador desktop.

Durante a pandemia de COVID-19, a seção de mochilas será convertida em escritórios domésticos. Faz mais sentido, certo? Vale para os recém-chegados ao home office e para quem já está nessa há tempos. Mande o seu seguindo estas instruções. Todo o texto abaixo é de autoria do Rafael.


Meu nome é Rafael, tenho 35 anos e trabalho como analista de testes há mais de 13 anos. Desde março estou trabalhando exclusivamente em casa.

Eu já tinha experiência com home office antes da pandemia. Sempre gostei de fugir do trânsito, mas na época eu ficava o dia inteiro sozinho em casa, então não era tão bom quanto agora, que tenho a companhia da minha família.

Tenho o privilégio de ter um quartinho exclusivo para trabalhar. Tirando minha mesa e algumas caixas ele está vazio (eu me mudei recentemente).

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Seguem os itens que me acompanham no dia a dia:

  • Mesa de escritório (1,5×0,6 m). Comprei essa mesa por R$ 600 há pouco mais de um ano, na Avenida do Estado, em São Paulo (SP) — essa avenida tem muitas lojas de móveis para escritório. A mesa é de MDF, bem acabada e tem uma parte no fundo que ajuda a esconder os fios.
  • Cadeira. Comprei há mais ou menos dois anos, por R$ 340. Apesar da aparência simples, ela tem regulagem de altura, encosto e dos braços. O único ponto negativo é que ela é bem barulhenta.
  • Notebook Acer. Essa máquina é da empresa e utilizada apenas para o trabalho. Não sou muito fã, mas a bateria é realmente boa.
  • Mouse Lenovo. Cedido pela empresa. Funciona bem na maioria das superfícies, mas é muito pequeno, por isso eu não consigo usar muito tempo.
  • Suporte de notebook Gearbox. Comprei neste semestre por menos de R$ 80 e gostei bastante. Ele é bem robusto e tem o visual que eu gosto.
  • Headphone Jabra USB. Ótimo para reuniões do trabalho. Tenho há mais de três anos e apesar do cabo parecer frágil, ele segue firme e forte.
Escritório em casa do Rafael visto por outro ângulo.
Foto: Arquivo pessoal.
  • Teclado Microsoft 850. Uso esse teclado para trabalhar no notebook e no meu desktop. Ele atende bem no dia a dia, mas com pouco tempo de uso já tem teclas desbotadas. Até pouco tempo atrás eu estava com um teclado mecânico (Logitech G Pro), mas como queria me livrar dos fios e voltar para o padrão ABNT2, aproveitei a alta do dólar para vender ele pelo preço de custo. Morro de vontade de pegar algum modelo sem fio, como o Logitech MX, mas não queria sair do padrão ABNT2 e nem pagar um rim por isso.
  • Mouse Logitech M510. Troquei pontos do cartão por esse mouse nesse semestre. Ele tem um tamanho bom e botões extras, mas não funciona em todas as superfícies e o receptor USB dele tem que ficar no topo do meu desktop para a comunicação não oscilar.
  • Computador desktop. Core i7 9700, 16 GB de RAM, SSD de 480 GB + HD de 500 GB, placa de vídeo GeForce GTX 1660 Zotac. Na Black Friday do ano passado, eu aposentei meu MacBook Air comprado em 2011, vendi o meu PS4 e montei esse PC. Minha intenção era jogar lançamentos e emuladores no PC. Não foi uma boa escolha, pois fora do horário do trabalho eu fico na sala com meu filho pequeno e esposa. Um fato curioso, é que eu acho que muito da minha influência para a compra desse PC foi o Instagram, pois eu ficava admirando fotos de setups maravilhosos e acabei ficando com vontade de ter um.
  • Monitor Samsung C24F390. Também comprado na Black Friday de 2019. Esse monitor é muito bom, mas se fosse comprar outro monitor hoje escolheria um que tem mais de uma entrada HDMI para conectar ao notebook da empresa. Futuramente pretendo comprar um suporte articulado para ele.
  • Caixa de som Havit 6w. Comprei na mesma época do PC, por R$ 60. Ela tem um som ok e um acabamento melhor do que eu esperava. Acho legal que o mesmo cabo USB fornece o som e energia, diminuindo um pouco os cabos na mesa.
  • Luminária. Comprei um modelo simples, com uma lâmpada de luz indireta (super recomendo esse modelo de lâmpada).
  • Headphone Edifier 800BT. Ele é ótimo. O único detalhe é que o LED dele é muito forte e incomoda um pouco quando está tudo escuro (acaba iluminando demais o ambiente). Comprei ele no Aliexpress, dois anos atrás.
  • Caderno. Comprei na Kalunga o modelo mais barato, uso para marcar as tarefas que estou executando e anotações rápidas.
  • Samsung Galaxy S10. Usei ele para tirar as fotos. Peguei esse celular no lançamento e até hoje estou em lua de mel com ele. Meus últimos quatro celulares foram da Apple, mas acabei desistindo da marca principalmente pelo preço. Não tenho a menor vontade de trocar de telefone e acho que a Samsung acertou muita coisa no Android com One UI.

Edição 20#39

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7 comentários

  1. Parabéns pelo setup. Simples e direto, extremamente clean . Uma dúvida: pelo.qie entendi, vc compartilha o teclado entre o notebook e o desktop. Como vc faz isso? O teclado é bluetooth e vc alterna a conexão, ou aceita dois ou mais dongles USB?

    1. Obrigado!
      É apenas um dongle USB e eu fico alterando de um PC para o outro, como geralmente uso os PCs em períodos separados não enche tanto o saco fazer isso.

  2. Oi Rafael, já considerou usar adesivos no teclado para ter o visual ABNT2?
    Descobri os adesivos qdo procurava um teclado bluetooth com o alfabeto coreano. Me deparei com teclados interessantes, porém caros. Acabei pagando 20 reais num layout adesivo ABNT2/coreano. Instalei num logitec 480. O fato de ser bilingue causou o efeito colateral interessante: ter o layout ABNT2 no teclado da logitec.
    O teclado se tornou meu preferido (tanto pelo barulhinho satisfatório quanto pelo layout).
    Esteticamente o resultado tb é bom. Eu nem cheguei a colar todas teclas, mesmo assim não dá distinguir as teclas com adesivos das outras.

      1. Meu pai teve um teclado da Microsoft que sofreu desse problema. O teclado em si é ótimo, confortável para digitar, mas quase todas as teclas apagaram a serigrafia com pouco tempo de uso. Acabou que eu mesmo fiz os adesivos. Desenhei tudo num programa de editoração e levei a uma gráfica rápida para imprimir em vinil adesivo.

          1. Pois é, eu fiquei de cara com a baixa qualidade nesse teclado. Algum tempo depois, trocamos o teclado (e o mouse) por um kit da Logitech. Já durou muito mais que esse teclado da MS e a serigrafia nas teclas está firme e forte.

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