Post livre #244

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

105 comentários

  1. Historinha de bastidor de política do dia.

    Tenho um colega que é candidato a vereador na cidade, e estou ajudando ele de boa. Dias atrás ele me pediu para ajudar a fazer a carta de propostas para a campanha. Isso foi segunda/terça feira. Quarta ele pegou uma cópia e mandou para o partido. E o partido agradeceu.

    Sexta feira um colega dele, de outra coligação, acha nas redes sociais do candidato a prefeito uma das ideias que meu colega propôs – tal ideia sem creditar ao candidato a vereador – e manda para o meu colega candidato. E o mesmo me liga desesperado e indignado com a situação. Afinal de contas, como um candidato a reeleição “rouba” uma ideia de um candidato a prefeito?

    —–

    Acho que já falei antes que soube da história de um candidato que foi para uma reunião de propostas em um bairro meio barra pesada da cidade, e quando sai da reunião, é “recepcionado” por dois caras que dizem que o bairro onde o candidato se apresentou é de outro candidato (um a reeleição para vereador). O candidato pergunta o porquê e os dois caras mostram estarem armados.

    Tenho a sensação que as eleições 2020 vão ser ao mesmo tempo a que a galera tá mais ligada no que acontece, mas também a que o pessoal vai “continuar errando a mão no voto”, porque seja por motivos de violência, corrupção, ou interesse próprio, mudar parte do quadro político para muitos não vai ajudar em nada.

    Aos defensores do socialismo: Postura amedrontada e ficar reclamando não adianta muito. Boulos só está crescendo em SP porque tá sabendo peitar um pouco mais e ao mesmo tempo finalmente está sabendo equilibrar onde deve usar a “metralhadora de verbos e adjetivos” – e neste caso não é em quem ajudou a eleger políticos, mas nos políticos mesmo.

  2. Depois de anos sem jogar no PC, resolvi dar uma chance para alguns jogos mais antigos na minha biblioteca do Steam (rodando no Ubuntu por sinal!).

    O primeiro que escolhi foi Portal (https://store.steampowered.com/app/400/Portal/) que consegui de graça em algum passado distante.

    Que surpresa agradável! Jogo com uma mecânica espetacular e que apesar de ter somente dois personagens, entrega uma experiência sensacional.

    Como terminei o jogo (ele não é muito longo) agora vou ficar de olho em uma promoção do Portal 2, pois tem tudo para ser muito legal também.

    Se alguém não jogou, recomendo!!!!

    1. Portal 2 consegue ser melhor que o primeiro, que já é excelente, em todos os aspectos. Vale muito a pena!

  3. Já pedi dicas em outro comentário e agora mais um!

    Aqui em São Leopoldo/RS faço parte de um grupo de economia solidária aonde a ideia é unir produtores de alimentos orgânicos / agroecológicos com consumidores. Os membros são responsáveis por fazer prestamento de contas, buscar produtos com os produtores, organizar as retiradas destes produtos, etc.

    A logística necessária web é somente: logar com conta, escolher produtos, fechar pedido e retirar e pagar no local previamente escolhido (sem compra online).

    Antigamente, utilizavam o cirandas.net, mas este acaba sendo mais limitado hoje em dia. Ocorrerá uma migração para o WordPress no formato de loja, e gostaria de saber se alguém aqui tem recomendações, ideias, plugins ou até modelo de cooperativas que funcionem da mesma maneira.

    1. Se vai ser wordpress, então o plugin mais indicado, talvez o único necessário, é o woocommerce.

  4. Pessoal,
    fiquei mais ou menos um ano no Ubuntu, mas por necessidade de alguns softwares que precisava utilizar, acabei ficando com dual-boot com Windows e depois indo totalmente pro Windows.

    Minha experiência com o Ubuntu foi muito boa. Não sou usuário hardcore (entendo de informática, algumas coisas de programação, etc) mas gosto de fuçar em algumas coisas, assim como ter um pouco mais de autonomia. Além de ser mais leve para o meu computador, meu lado político também me anima em usar FOSS.

    Minha ideia então, seria somente testar outra distribuição Linux pela experiência mesmo. Sei que é difícil dar essas sugestões pois cada uma atende a uma necessidade específica. Sendo asism, se quiserem compartilhar sugestões ou experiências, gostaria de saber.

    1. Isso é bem complicado. Todo santo dia surge uma distro nova com algum desktop/wm novo com pouco ou quase nada a acrescentar a um todo. No geral, embora use Linux de um jeito ou de outro desde o começo de 1999, considero que a experiência desktop é bem carente de coerência.

      Tendo dito isso, eu, pessoalmente, sou adepto a qualquer coisa derivada do Debian ou do próprio Debian (embora tenha começado pela extinta Conectiva e depois Red Hat).

      Também gosto dos desktops mais tradicionais e de preferência mais leves, então nas duas máquinas velhas que tenho aqui, dedicadas ao Linux, uso o Mint com XFCE (o Mint, aliás, é minha escolha inclusive sobre o Ubuntu) e o KDE Neon. O KDE, que usei desde antes da versão 1.0, é quase tão leve quanto o XFCE e a escolha pelo Neon é porque ele vai se atualizando, sem precisar ter que ficar reinstalando.

      Já experimentei o Elementary também e embora considere que o Pantheon seja meio pesadinho, é uma das distros mais bem acabadas que já experimentei.

      1. Elementary é horrível, já que tenta ser bonito como mac os e falha feio. Melhores distros para uso geral, na minha opinião, são Debian e Fedora. Quase todas as distros mais aprimoradas são derivadas do Debian, então ele é sempre uma escolha razoável.

        1. Só comentando que, apesar dos elogios que sempre vejo, eu também acho o Elementary OS pior que os outros ao ficar parecido com uma cópia mal feita do MacOS.

    2. Eu tenho muita vontade de dar outra chance ao Linux (e é meu plano B, para quando a Apple abandonar o meu modelo de MacBook ou ele quebrar de modo irreparável).

      Entre as distros, a que mais me atrai é o Debian, porque ela tem uma característica que nem o macOS tem: estabilidade de recursos/funcionalidades/etc. Antigamente achava até legal quando chegava outubro, novembro, e aparecia uma nova versão do macOS — não mudava muita coisa, mas o que mudava eram acréscimos ou melhorias pequenas. As últimas, especialmente o Catalina, foram meio traumáticas. E já estou prendendo a respiração pelo Big Sur. Essa apreensão anual é muito ruim, e o Debian, no mínimo, garante pelo menos cinco anos de atualização sem mexer ou quebrar nada (pelo menos não intencionalmente).

      1. Uma coisa que aprendi ao longo dos anos com as novas versões de produtos Apple, tanto hardware como software: Sempre evite as versões iniciais.

        Na parte de hardware talvez as coisas não sejam mais como antigamente (meu G3 BW Rev. A ou Rev. 1, não lembro mais como a Apple chamava, tinha uma falha na controladora IDE), mas no software, sobretudo de uns anos pra cá, o conselho é válido!

        Espere até sair a primeira atualização do Big Sur (11.1) para instalar.

        1. Sinceramente, eu sempre instalo as novas versões do iOS e do macOS assim que saem e nunca tive problema. O trauma com o Catalina não foi por falhas ou erros, mas pelas mudanças que a Apple implementou. O sistema em si funciona redondo.

          Aliás, eu nunca reinstalei o sistema nem no MacBook (+5 anos), nem no iPhone (~3 anos), nem no iPad (+3 anos). Sempre faço o processo de atualização das novas versões, e zero problema. Isso é algo que me preocupa também, em alguma medida, de ir para outro sistema. Não sei como está hoje, mas o Windows era uma roleta russa, tanto que preferia reinstalar tudo do zero quando saía uma nova versão (tudo bem que naquela época era a cada três ou mais anos).

          1. Eu acho que faz uns 4 anos que eu não formato o Windows. E nesse meio tempo troquei de placa de vídeo. No macOS eu me lembro que a atualização pro High Sierra teve de ser limpa. Atualizei ele pela App Store e se tornou impossível de usar (~90% de RAM usada), recorri ao fórum da Apple e me indicaram fazer essa instalação limpa depois de tantas atualizações (Lion > Mountain Lion > Mavericks > Yosemite > El Capitan > Sierra > High Sierra).

            Não acho que seja um problema em nenhum sistema moderno. Se você tem medo disso é bom usar um sistema de lançamento contínuo (“rolling release”) como o Gentoo.

          2. Eu sempre faço minhas instalações de novos sistemas do zero. Talvez um hábito herdado da época em que usava windows e raramente uma atualização de uma versão para a outra terminava em um bom resultado. Pode ser paranóia, mas sempre fiz assim e nunca tive problemas. No Mac, desde o 10.5, quando o Time Machine apareceu, é ainda mais fácil, embora tome tempo.

            Quanto à migração para Linux (já que não consigo mais responder aos outros comentários), uma coisa que sempre me incomoda é que, não raro, gasto mais tempo fazendo o sistema ficar redondinho na máquina do que usando propriamente dito.

      2. Usar o Debian como um usuário final é extremamente complicado, pois ele é um sistema um tanto quanto cru até onde eu sei, podendo te tomar tanto tempo em fóruns do que você gostaria. Recomendo que você comece por algum SO derivado mais voltado para o usuário final, como o Ubuntu e seus sabores, Mint e até mesmo o PopOS! que possui um ótimo suporte a placas de vídeo da nvidia.
        Com relação a estabilidade, pode ter certeza que a grande maioria das distribuições usuais são tão estáveis quando o Windows e você não vai ter muitos problemas com relação a isso. Além disso, diria que é mais fácil sair do Mac e ir para o Linux do que fazer o mesmo movimento partindo do Windows, pois Mac e Linux são sistemas derivados do Unix e possuem muitas similaridades entre si.
        Particularmente, eu tenho preferência por derivados do Debian por ter sido onde tive meu primeiro contato com o Linux. Sempre apostei muito no Ubuntu, mas dado que tive alguns problemas de compatibilidade com a minha placa de vídeo na última tentativa, estou pensando em testar o PopOS! por algumas recomendações.

        1. Pode dar alguns exemplos de complicações que um usuário comum teria com o Debian? Como quem vê de longe, parece-me que questões de usabilidade/facilidades têm mais a ver com a interface gráfica (Gnome, XFCE etc.) do que com a distro — tanto que praticamente todas as novidades do Ubuntu 20.10 são, na real, novidades do Gnome 3.38.

          1. Você está certo no sentido de que por vezes só há mudanças de interface de usuário, mas as distros de usuário final possuem muitas facilidades.
            O PopOS!, por exemplo, empacota drivers da nvidia por padrão, facilitando a compatibilidade com as placas da fabricante, por exemplo. No Debian você teria que instalar-las manualmente, o que envolve algum tempo seguindo tutoriais e executando comandos no terminal.
            Outras coisas são inclusas automaticamente, como codecs de audio/vídeo proprietário. Mais uma vez, você vai precisar instalar e habilitar manualmente tudo no Debian.
            Além disso, o fato do Debian não ter uma “loja de aplicativos” instalada por padrão (uma interface gráfica para instalar os softwares) já é um bom indicativo de que ele não foi pensado para o usuário final como um todo. Claro que você pode instalar uma loja, mas isso implica em, ao menos uma vez, ir pra linha de comando.

            O Debian é a base para muitas distros e, por isso, é muito focado em estabilidade, o que implica em testar exaustivamente os pacotes antes de disponibilizar oficialmente em seus repositórios. O sistema pode não ser recomendado para o usuário final, no entanto caso você queira aprender mais sobre o funcionamento de um SO ele é uma ótima pedida!

            Em tempo: https://imgur.com/t/linux/pW8je

          2. Eu uso linux faz uns anos e também não recomendaria Debian. Eu já tentei e não consegui nem instalar. hahahaha.
            Eu prefiro um sistema enxuto, caprichado e pronto pra usar. Hoje estou com o Manjaro, pois ele é rolling release, mas eu também indicaria o PopOS ou KDE Neon.
            Distribuições derivadas de Debian tendem a ser menos burocráticas. Pra ter uma ideia eu ainda não consegui instalar o Virtual Box aqui no Manjaro…, algo que eu fazia com uma facilidade absurda no Neon.

    3. Eu geralmente orbito entre as distros baseadas em Ubuntu: usei Linux mint por bastante tempo, experimentei a Ubuntu oficial (rodou muito mal no meu laptop da xuxa) e agora parei no Ubuntu Cinnanom. Ele é bem mais leve que o Ubuntu oficial e foi o que mais me agradou no quesito estético, bem polido e sem roubar a interface de outros sistemas. Só que acho que deu um rolo com quem desenvolvia e não sei se vão continuar…

    1. respondi lá e vai aqui tb, hahah

      vou comprar, curti a ideia, já tinha ouvido falar de camisas que acabam com os vírus, mas não máscara, fora que é chato ter que ficar trocando de máscara e pondo (?) pra lavar toda hora, então é uma vantagem dessa, q única parte ruim e que não gosto muito de máscara que segura pela cabeça ao invés da orelha, mas espero me adaptar

    2. No money, but…

      (Tenho gastado em média uns 10 reais por semana pois só consigo usar máscaras de TNT descartáveis… Uso um a cada 2 dias. Eu queria mesmo era projetar alguma estrutura que possa servir de base para colocar um tecido filtrante e assim fazer uma máscara com filtro descartável, mas que não incomode na hora de falar – as máscaras comuns encostam na boca…)

      1. Cara, aqui, pelo menos, qualquer lojinha vende máscaras de tecido por R$ 10~15. Não compensa comprar uma ou duas, em vez de gastar toda semana com as descartáveis?

        1. Não consigo lidar com máscaras de tecido / laváveis. Tenho a sensação da respiração ficar mais limitada.

          As de TNT permite eu respirar melhor.

    3. Já tinha comprado a performance. É excelente, só dá umas pinicadas por conta da minha barba e às vezes acabo mordendo o tecido interno por ficar bem justa no rosto.
      Mas é uma baita máscara, não esquenta e fica certinha na cara. Compraria outra fácil.

      (Aliás, comprei. Uma comfort hehe)

      1. Pois é, tenho barba também, bom saber que não incomoda (tanto).

        Tô bem na dúvida entre as duas, pena que tu não tem uma de cada já haha

    4. Não, cheio de máscaras já
      Compraria só as 3M N95 por precaução e para apoiar o projeto EPI no Twitter

    5. Eu tbm comentei lá no post, mas vai aqui minha experiência.

      Tenho três do modelo comfort. Comprei para mim e minha namorada, mas ficou grande nela e eu que acabo usando. O tecido é excelente, e passa bastante segurança da eficácia. Eu acabo lavando a cada dia que uso, por hábito.

      É a minha máscara de sair realmente na rua, quando preciso ir além do supermecado do lado de casa. No início demora pra acostumar com a mascara mais rente ao rosto, devido os elásticos serem no pescoço e no topo da cabeça. Mas eu me acostumei bem e hoje acho melhor pois tu respira realmente outro ar e não aquele mesmo no pequeno vácuo que cria em algumas máscaras tradicionais.

      Só pretendo comprar outra máscara quando eu voltar a dar aulas na rua e ter que pegar transporte público. Aí pretendo comprar a OTO, que possui filtros descartáveis (inclusive uma versão FPP2, a N95 no padrão brasileiro): https://www.elka.com.br/39_oto-mascara

  5. Eu tou lendo aqui alguns comentários sobre “bateria ruim” do Galaxy S10.

    Tou por fora pois não tenho (nem condições de ter) um. Mas uma experiência que aprendi com o Nexus 4 – com uma bateria de 1800 / 2100 mAh – foi de deixar poucos aplicativos nativos ativos + usar o SuperFreezee (este apk foi sugestão que peguei em um post livre, diga-se de passagem).

    Se eu tinha os aplicativos nativos ativados, a bateria durava 4 horas na espera. Hoje dura 8. Soma ainda que uso tela bem escurecida + temas em “dark”.

    Será que o problema do S10 não seria também de apps nativos drenando bateria?

    1. Nem sem cara, meio que desisti de prolongar a vida útil da bateria.
      Mas vou testar usar o navegador da Samsung em vez do Chrome para ver como fica.

      1. Bem, eu acabei insistindo pq preciso (e não dá para ficar gastando dinheiro em powerbank, carregador ou outro celular).

        Meu “setup” tá assim:

        Apps que uso principalmente (é destravar o celular e usar)
        – Kiwi Browser (grato à conversa do Pierre e de outro usuário descobri ele – leve e funcional).
        – Whatsapp (infelizmente obrigatório)

        Apps de uso razoável
        – Bancos (tenho 3 apps de banco instalados)
        – Controle de gastos (“Money Wallet”)
        – App do cartão do ônibus (VouD)
        – 99 (só quando sinto que o dia precisa gastar os mais de 6 reais que cobra por viagem na cidade).

        O SuperFreeZze deixo ele configurado para eu congelar as tarefas – acabei pegando o costume – ao invés da função de “congelamento inteligente”. Só fica Whats/Telegram e apps de sistema ativos, sem serem congelados pelo SuperFreeZe (nunca acerto o nome dele)

        1. como usa ele direitinho? lembro que vc falou há um tempo mas eu não consegui usar direito (aliás, se puder deixar o link de novo, ficarei grato, não achei no f-droid

          1. Eu instalo o apk do SuperFreezZ e depois ajusto as configurações como quero (no meu caso, boto os apps que mais uso como “congelamento inteligente” e o resto no “congelamento manual”. Boto um atalho do SuperFreezZ na primeira tela do celular e aí quando me lembro, aperto este atalho e congelo os apps.

        2. Valeu pela dica, Ligeiro. Reinstalei o Android One no meu Mi A2 e vou ver se o SuperFreeZze diminui um pouco o consumo de bateria dele.

      1. pelo que entendi sim, aliás, como tenho root no celular, tenho o greenify rodando até hoje.

  6. Guedin, confesso que fiquei meio perdido com a newsletter dessa quinta. Nela tinha a reportagem principal do MdU, porém não tinha as notícias e comentários da semana (que agora ao acessar a home, vi que estão na aba “notinhas”). A ideia é que no novo formato de newsletter essas notícias também sejam inclusas? Ou apenas a reportagem inicial? De qualquer forma, isso acabou me estimulando a navegar pelo site, já que geralmente só acessar através da news.

    1. Oi João! A ideia é que a newsletter traga a edição da semana + 4 indicações de leituras longas/de fôlego. Não consegui incluir essa segunda parte porque direcionei toda a minha energia e tempo na matéria especial desta edição. Semana que vem, com um exemplo do novo formato, acho que ficará mais fácil entender.

  7. Uma coisa vem me incomodando recentemente e estou me policiando para evitar repetir o comportamento: o uso excessivo de palavras e expressões em inglês em diálogos, por mais banais que sejam.
    Estava a ouvir um podcast de tecnologia e os hosts soltavam um termo a cada três em português, sem necessidade muitas das vezes.
    O que acham disso?

    1. Isso se dá normalmente por um processo chamado “decalque” – que é quando se incorpora palavras “abrasileiradas” no vocabulário, mas vale pra palavras importadas de outras línguas porque, do ponto de vista linguístico, você sempre decalca uma palavra pra LP – e, normalmente, advém de dois comportamentos complementares: i) comunidade de fala e ii) prestigio da variação linguística em questão.

      Explicando.

      i) As comunidades de fala são, obviamente, formadas por pessoas que falam uma determina variação linguística de uma determina língua. No seu caso – e do podcast – essa comunidade de fala usa muitos termos em inglês para se comunicar. Mas porque isso ocorre? Várias causas são determinantes para esse tipo de uso, mas, a principal é sempre se diferenciar de outras comunidades de fala (mais ou menos prestigiadas). Você até por achar que não faz isso, mas a verdade é que esse processo é “subconsciente” e ocorre sem que você tenha controle, pelo contrário, você precisa parar o seu fluxo mente-cérebro para usar as palavras em LP.

      O que nos leva ao segundo ponto que é ii) prestigio. Pessoas com mais prestigio dentro de comunidades de fala ditam os rumos destas. Exemplificando, muitas pessoas de RH usam termos como “mandatório” ao invés de obrigatório e “aplicar” ao invés de candidatar. As pessoas que se candidatam às vagas ofertadas por esse RH acabam absorvendo esses termos e, de forma automática, usando em outros grupos de fala exatamente porque ele veio de um falante com prestigio (alguém com certa autoridade sobre você). Quer outro exemplo? As pessoas gostam muito de falar sobre “português correto” indicando que deveria existir uma variação da LP que seja mais “correta” na hora de falar (algo que não existe no contexto sociolinguístico) e sustentam essa afirmação com algum exemplo de mais prestigio, normalmente um professor ou político.
      Para usar um exemplo real – e ainda fresco na memória das pessoas – temos o ex-presidente Temer que usava uma variação recheada de brocardos latinos, mesóclises e outras pirotecnias linguísticas e, desta forma, muitas pessoas passaram a dizer que “ele era culto” comparando com a Dilma, que sempre manteve uma comunicação mais simples (e pragmática). Um outro exemplo prático, o MdU publicou um artigo/ensaio sobre o uso do termo “notch” pela imprensa de tecnologia do Brasil. Sabe porque as pessoas usam notch? porque a imprensa (detentora de prestigio) usou esse termo e o normalizou.

      O que eu acho disso? Eu prefiro sempre usar expressão em LP e deixar os termos importados para coisas que não tem paralelo no português ou que necessitem de muito “esforço” para ser dito em LP.

      1. caraca, que aula!

        quando vc citou o ponto ii eu lembrei que o meu professor de inglês disse que o Hitler “inventou” a palavra “live” (referente ao “ao vivo”), pois durante as olimpíadas na Alemanha era a primeira edição ao vivo e ele sempre falava “laive”, até que a pronúncia pegou e a sonorização ficou diferente da original pra se referir ao termo

      2. Eu não gosto muito e sempre tentei evitar, mas a comunicação me parece muito mais fluída e menos ambígua para parte de código. Ainda mais quando se faz algo bizarro, mas útil, que é conjugar verbos inglês: commitar, pushar, debugar, pivotar, deployar, buildar, etc. É feio de falar, mas reduz confusão de usar traduções quando o código final estará em inglês assim como documentação/conteúdo.

        Falando dessa parte de prestígio, uma palavra que recente que entrou no vocabulário corporativo e me irrita é usar assertivo como um derivado de acertar. O significado do dicionário é outro, que tem uso próximo e confunde. Aí alguém pergunta “qual a assertividade do modelo?” e precisa adivinhar o que a pessoa quer.

        1. Esses casos entram no segundo ponto que eu coloquei: termos que o esforço de explicar o uso não vale a pena.

          Assertivo com esse uso eu nunca tinha visto. Isso provavelmente foi erro de alguém que se tornou usual (provavelmente recaindo no “prestigio” do falante), principalmente porque não é um decalque e tem palavras que dão conta do significado da mesma maneira.

          1. Provavelmente o que as pessoas querem falar é acurácia, entenderia perfeitamente se usassem precisão (que é outra conceito), mas usam assertivo não sei o porquê. Faria mais sentido para, sei lá, intervalos de confiança mas é no sentido de acertar.

            Desculpe-me por apresentar esse tipo de conteúdo, mas esse aqui ilustra bem esse uso no sentido de “mais correto”: https://cio.com.br/tendencias/diz-que-e-data-driven-mas-age-no-feeling-por-que-voce-esta-fazendo-isso-errado/

            “…e nada adianta comprar a melhor solução do mercado, ou obter os dados mais assertivos, se a empresa não consegue extraí-los, organizá-los e analisá-los.”

            “As organizações que entenderam essa realidade alimentam estratégias e embasam decisões com um grau de assertividade muito superior às demais. O próprio Gartner divulgou um estudo que comprova isso.”

            Se usarmos a definição original, os dois trechos nem sentido fazem.

          2. @Gabriel

            Bizarro. Eu nunca tinha me deparado com esse uso.
            Podia usar acurácia ou precisão. Ou até mesmo, no texto, “grau de exatidão”.

        2. Rapaz, que aula do @Paulo, fico muito feliz quando me deparo com pessoas explicando conceitos linguísticos porque me lembra de quando fazia Letras e porque não é o tipo de conhecimento tão presente na minha bolha de redes sociais.

          Um uso que me deixa bem pistola é “realizar” no sentido de perceber, como se fosse tradução de “realize”. Um anglicismo safado e sem razão de ser.

    2. O Paulo lembrou o episódio do notch, haha

      Em algumas situações, especialmente na tecnologia de consumo, uma área em que somos mais espectadores/usuários do que qualquer outra coisa, há termos que acabam sendo inevitáveis, mas há muito abuso também — vide o “notch”. Quando existe um correspondente no português e a galera insiste no termo em inglês, acho brega demais, sinal fortíssimo de subserviência/vira-latismo/neocolonialismo. Quero morrer toda vez que ouço ou leio “fake news”.

      1. Acho que os jornalistas tem medo que use o termo “imprensa marrom”.

        Ou até receio, pois pode ser entendido como termo racista

        1. Imprensa marrom é um termo “traduzido errado” (na verdade, deliberadamente porque queriam uma cor que lembrasse excremento para se referir à imprensa sensacionalista dos anos 60¹), aliás. Se usa “yellow press ou yellow journalim” em inglês e ele foi traduzido por marrom pro português.


          ¹ Tem uma história toda por trás tanto do termo “imprensa amarela” nos EUA quando do termo “imprensa marrom” no Brasil. Se estuda esse tipo de mudança na faculdade de Letras porque ele determina como uma sociedade/setor da sociedade pensam à epoca.

      2. O “notch” é o caso clássico do prestigio. A imprensa que cobre tecnologia por aqui tem esse hábito de importar termos e decalcar muito outros apenas por marcação sociolinguística, porque, bem ou mal (consciente ou não), esse tipo de ação visa justamente reforça uma posição hierárquica ou de comunidade (marcar uma “tribo” à qual se pertence).

      3. De vez em quando eu revisito uns posts clássicos da cena tech do Brasil (como o do MVP do Denes, no MeioBit – só os dinossauros vão lembrar dessa), e esse do notch é um deles.
        Até hoje eu não entendo o motivo do Mobilon ter sangrado tanto por causa desse assunto.

    3. É uma questão que tenho tentado me policiar também, e quando vejo que a palavra vem a mente, dou até uma pausa na fala pra “achar o termo em português na cabeça”. Acho que com o costume a gente chega lá.
      E só pra dar uma zoadinha: Eu vi o “host” no meio do texto. Hahaha

    4. Outro dia vi alguém comentando “você fala/escreve português mesmo ou fala/escreve inglês mas com palavras portuguesas”?

      fiquei pensativo, hoje já não sei

  8. A quem seja de interesse, saiu a versão desenvolvedor do Edge para o Linux.
    Estou usando no momento e, a despeito da falta de sincronização entre dispositivos, está funcionando solidamente, melhor que o Firefox.

    1. Valeu pela lembrança. Acabei de instalar no Ubuntu 20.04 e vou testar também!

  9. Ficou bonitinho as thumbs de chamada da edição do dia na página inicial, Ghedin e Pond.

    Era isso que eu ia sugerir. Pelo visto, o tamanho esta otimizado para ficar bom tanto em PCs quanto celular. :)

    Das Notinhas, se me permite uma sugestão, acho que um ícone do MdU com uma canetinha do lado seria um símbolo legal para ficar do lado do título do espaço de Notinhas.

    1. Créditos devem ir apenas pro Ghedin, eu só mantenho a bagaça no ar.

      1. Oooops, perdão.

        Aqui no MdU tu é o cara que mantém a infra da vila em ordem :)

    2. Valeu, Ligeiro! Fiz um intensivão de grid (CSS) e saiu isso aí. Por ora, quebra o galho, mas dá para fazer mais bonito/melhor (e tem um leitor que realmente entende do negócio que disse que vai ajudar).

      1. Imagino o trabalhão. Ficou bom mesmo. E ainda suponho que fez de tudo para deixar o código enxuto, como gosta de fazer. :D

    3. realmente ficou ótimo! só falta ajustar os textos abaixo da imagem, pois não estão iguais

      ahh, e a chamada pro post principal não parece ser clicável, seria legal ter um “continuar lendo”

    4. Só um aviso: as notas (rodapés?) no meio do texto ficam meio ilegíveis no navegador Edge (fundo branco e fonte cinza claro).

      1. Hmmm, aqui estão normais no Safari e no Firefox. Você tem outro navegador baseado no Chromium? Ou outro leitor poderia testar? Só para saber se o problema é no Chromium ou no Edge.

    5. Semana passada eu reclamei mas essa eu tenho que elogiar. As thumbs ficaram muito bonitas, Ghedin.

  10. ansiosos pra Black Friday? o que estão monitorando pra comprar?

    Eu estou esperando um boa promoção pro Vivo Easy, quem sabe uma VPN bem barata e um S10e por no máximo 1.500 (não custa sonhar, haha)

    1. Sem dinheiro. Gastei tudo na viagem para Santa Catarina.

      Mas caso eu consiga alguns serviços, talvez eu vá atrás de algum celular.

      (Em tempos: o Nexus tá funcionando bem com a nova bateria. Em uso intensivo de internet, dura umas 4-5 horas. Em espera, sem eu ficar cutucando twitter e whats, umas 8 horas.)

      (Ah! Comprei um Nokia N95 de novo!)

      1. Que mal lhe pergunte, mas foi pra onde em SC? Moro aqui, só curiosidade pelo turismo mesmo 😃

        1. Tenho familiares em São José e Palhoça. Meu pai é nascido em Santo Amaro da Imperatriz (salvo engano). Veio para SP com uns 20 anos de idade e voltou com 56 para São José.

          Meu pai hoje está em uma casa de repouso em Palhoça, fui lá visita-lo.

    2. Vendo as TVs 50″ da Samsung e LG, tão começando a cair.
      Vamos ver se fica mais barato na black friday.

    3. Nada em vista, na real. Tem algumas coisas que já queria comprar, mas são objetos baratos, não do tipo que se espera promoção. Coisas como assadeira de bolo e tapete de ioga, que só não comprei ainda porque sei lá por que não.

      1. Pô, tapete de ioga acho que pode comprar um tatame ou tapete de EVA em alguma loja barateira, não? Acho que sai até mais barato.

        E não tem lojas de ponta de estoque para tu dar uma olhada em coisas de cozinha não?

        Eu não notei isso muito em Curitiba nas vezes que circulei, mas ao menos em São Paulo, em periferias, pipoca muito as lojas de “R$ 1,99”, que hoje funcionam como mini mercados com preços baixos. E muitas vezes vendem assadeiras, panelas, etc… No final, estas lojas são o que antigamente eram os armazéns de bairro, mas com a estética de mercado feito para a pessoa entrar “porque tem coisa de R$ 1,99” :p

        1. Queria pegar um tapete de melhor qualidade, porque esses baratos de EVA com o tempo esfarelam e acabam virando um transtorno. O mesmo vale para utensílios domésticos. Não é nada urgente ou super necessário, então prefiro pesquisar com calma e até esperar um mês em que não esteja no vermelho para comprar algo melhor.

          1. Um tapete melhorzinho é realmente importante. Estava usando um, de borracha mesmo, mais antigo, que eu precisava aspirar o chão toda vez que o usava. Matava toda a vontade de fazer exercício hehehe

      2. Kindle, mas sem urgência
        Talvez um notebook novo, mas também ainda sem urgência
        Vinhos, com certeza. Talvez café?

        1. To de olho tbm. Eu to querendo um Kindle com luz embutida há tempos. Acabo lendo no app do Kindle no tablet no modo escuro quando estou na cama, pq o meu 7 geração é sem luz.
          Ao mesmo tempo me sinto culpado por comprar outro, pq esse aqui está perfeito. Tirando esse detalhe que me afeta…
          No prime day o Kindle normal não entrou, só o Paperwhite. Pra mim não valeu a troca…

          1. Eu estava com um Kindle básico desde 2015, firme e forte. Fiz a troca por um Paperwhite.
            Foi consumismo? Bom, sim. Foi necessário? Não, mas a tela melhor e luz embutida fizeram diferença. O Kindle base com luz embutida não valeria a pena, porque a tela tem os mesmo 167 ppi.
            No final eu vendi o Kindle antigo, bem baratinho mesmo, e usei o dinheiro pra completar o paperwhite.

          2. Minha situação é a mesma Gabriel: kindle 2015 modelo básico. Avaliei e não achei necessário o Paperwhite.
            Vou me desfazer desse, mas com dor hehehe. Já vou até começar a anunciar nos aplicativos de venda, pra ver se vendo antes de comprar o novo. Tenho até a capinha original, que na época custou quase um terço do preço do Kindle hehehe (uns 100 reais). Se alguém se interessar, inclusive, dá um grito!

    4. Nada em mente, geralmente compro alguns livros que eu estava querendo….mas é isso no geral.

    5. Um fogão com mesa de vidro!
      Na última peguei uma geladeira e um conjunto de panelas ino da tramontina!
      ____

      Só minha dica quanto ao S10e: a bateria é ruim.
      O resto é bem bom, só não aguenta um dia de uso intenso.

    6. Meu foco era comprar um pente de 8GB pro notebook. Ter um pouco de folga pra programar, e jogar.
      Só que o pc do meu irmão morreu no começo da pandemia, e tô pensando em ressuscitar ele com um novo kit processador + placa mãe.
      Então, basicamente, tô monitorando os preços dos Ryzen + placa mãe AM4, e memória DDR4 de 8GB.

      Aliás, eu também reforço a bateria “ruim” do S10e. Desisti de pegar um por causa disso e levei um Zenfone 5Z ano passado (bateria um pouco menos ruim).

      1. Não dá para pegar o PC do seu irmão e ir de peças mais antigas? Ou a perda foi grande?

        1. Até onde eu fiquei sabendo, só o processador e a placa mãe morreram. Inclusive ele recebeu o reembolso do processador (spoiler: preço de antes da pandemia. Nem dá pra comprar outro processador com os valores de hoje).
          Eu não queria pegar um kit antigo porque não faço ideia do estado deles, e também porque os pentes parados são DDR4. Geralmente os kits menos caros são DDR3, né?

    7. Eu preciso comprar um notebook mais “forte” pra mim que trabalho com o Adobe Premiere e um “não tão forte” pra minha esposa que trabalha com isso também porém mais no navegador mesmo.

    8. Estou com 3 objetos no alvo: uma air fryer, uma centrífuga de vegetais (essa é bem baratinha, capaz deu comprar antes) e um Nintendo Switch.

      Logo que a pandemia começou corri pra ver quanto estava o preço do Switch e fiquei assustado com a escalada do preço, antes era comum do preço ficar no teto de 2300 e de repente estava tudo na média de 3 mil e até mais caro, com alguns atravessadores conseguindo vender a 2700 no mínimo. Ia ajudar a suportar o início da quarentena e eu estava na pilha pra jogar Streets of Rage 4, mas decidi suspender até segunda ordem. Veio a reentrada da Nintendo no mercado (nem criei muita esperança de mudaria muita coisa) e decidi que se aparecer alguma oportunidade na Black Friday, eu voltaria a pensar no assunto.

      Sobre a air fryer, é uma dúvida antiga daqui de casa se o sabor e o tempo de preparo + manutenção de limpeza compensam o investimento. Minha esposa passou um tempo hospedada numa casa que tinha uma e as dúvidas só aumentaram, pois apesar de fazer petiscos de forma mais saudável, o tempo de preparo aumenta e há o gasto de energia. No entanto, ontem ela resolveu fazer alguns legumes de forno e a preparação é tão cansativa (apesar de ir ao forno) que ela não sentiu uma diferença de paladar em relação à air fryer, que teria diminuído o cansaço sobremaneira. Então cresceu a vontade de comprar.

      1. Recomendo o investimento. Airfryer é mais chatinha de limpar que uma panela comum, mas faz bem menos sujeira na cozinha. E muitas vezes o alimento fica mais gostoso na Airfryer que numa panela ou forno convencional.

        Só aconselho a gastar um pouquinho mais nas Phillips Walitta. Elas são realmente tudo o que a Polishop propagandeia.

        1. Pois é, minha mãe tem uma. Eu comprei uma da philco, porque o preço estava muito convidativo. Embora ainda use até hoje (usei no almoço, inclusive), ela já está bem ferrada.

          Primeiro problema que nunca tive com a da minha mãe: Fui segurar o cesto apenas pela alça e a parte de baixo (pra onde a gordura escorre), caiu no meu pé. Além da sujeira na cozinha, tive um corte no pé e por pouco não sofri uma queimadura. A parte de baixo quebrou um pedaço do acabamento.

          Mais alguns meses de uso e o segundo problema: As peças que predem a alça ao cesto eram uma mistura de plástico e metal. Com o calor, o plástico deformou, os parafusos de metal dilataram (estourando o plástico) e em um belo dia eu estava apenas com a alça na mão. Fiz um remendo prendendo o cesto definitivamente na parte de baixo o que, embora tenha permitido que eu a continue usando, atrapalhou bem na limpeza dela.

          Cheguei a olhar outras marcas, na tentativa de trocar a minha philco por outra coisa melhor, sem ter que gastar o que cobram pela Philips Walitta e a conclusão a que eu cheguei é que todas as outras são bem ruins, tendo os mesmos problemas que identifiquei na minha, ou seja, o negócio é guardar uma grana e pegar a original.

          Aliás, se alguém souber de alguma outra marca que seja mais durável, por favor dê um toque!

          1. Cara, as da Mondial tem um custo benefício interessante. Tinha uma bem grandona com painel capacitivo e tudo, e me atendia bem.

            A única ressalva foi que o teflon descascou com menos de 1 mês de uso, mesmo fazendo aquele processo da cura. Mas nada que impedisse o uso normal dela.

          2. Gostei dos feedbacks. Pouco antes da popularização das airfryers eu comprei uma fritadeira Black and Decker por uma pechincha. Depois descobri o contra: ela precisa de 2 LITROS de óleo pra funcionar a contento! Usei duas vezes e nunca mais. Também vou ficar ligado nessa questão da marca pois desejo um produto durável. Já me orientaram a encapar o espaço interior no momento do uso para diminuir o nível de limpeza a ser feito – bastando tirar o revestimento e jogar fora em seguida, tipo com papel alumínio, sei lá.

    9. Uma mesa de jantar. É a única coisa que falta pra terminar de mobiliar meu apê e não aguento mais a namorada enchendo o saco por ter que comer no balcão da cozinha.

      1. Te respondendo aqui porque não consigo responder ao seu comentário anterior: Valeu pela dica da Mondial. Se lembra qual o modelo que você tinha? Eu cheguei a ver algumas no começo da pandemia e acho que talvez pudesse até ser essa que você descreveu, com a parte de baixo grande e meio arredondada. Mas vi na internet e não tinha mais jeito de ir a uma loja conferir ao vivo…

    10. Queria alguns itens para a casa (colchão novo, por exemplo). Mas uma coisa interessante de 2019: precisávamos trocar de geladeira (a nossa era dos meus pais q era pequena e já não estava na melhor forma, apesar de bem preservada). Comprei uma 220v e ela saiu mais barata q a de 110v (já esgotada). Na BF de 2019 a geladeira estava mais cara! Tanto a de 110v qto a de 220v… Como não dava pra esperar achei q ia dançar por ter comprado antes da BF… Foi justamente o contrário. Em compensação, na BF de 2018 comprei três pares de tênis iguais (eu não me importo) e eles saíram por um preço excelente (120 cada ou algo assim). Até agora estou no segundo par! Foi uma das melhores compras q já fiz em BFs.
      Tava de olho numa lava e seca, q são caras, mas acho q não vai rolar…
      Talvez compre apenas uns joguinhos e livros dessa vez. Ou nem isso… Já não tenho tanto tempo e disposição pra ficar atrás de ofertas em meio tanta artimanha dos marketeiros.
      O prime day, por exemplo, tudo aquilo q me interessava, na área de livros, estava mais cara nos dias da promoção!

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