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Apple Creator Studio

Todos os ícones dos dez aplicativos do Apple Creator Studio.
Imagem: Apple/Divulgação.

Muitas coisas interessantes no recém-anunciado Apple Creator Studio, o “pacote Adobe” da Apple.

Para quem achava que a saída do chefe de design de interfaces da Apple fora o prenúncios de tempos melhores nesse departamento, os novos ícones dos aplicativos (imagem acima) indicam nada mudou no front. São horríveis.

Além disso, apenas o Pixelmator Pro — que foi comprado pela Apple em 2025 — adota o Liquid Glass. Estranho. Ah, e como parte do lançamento do Apple Creator Studio, o Pixelmator Pro ganhará uma versão para o iPadOS.

Quanto à oferta em si, embora a gente não aguente mais assinaturas, esse formato reduz (em muito) a barreira de entrada dos aplicativos profissionais da Apple. Eles eram compras únicas (e continuam, como alternativa), mas eram tão caros que acabavam restritos a quem tem as despesas pagas pelo empregador ou faz muito dinheiro com as ferramentas.

No Brasil, o pacote custará R$ 39,90/mês ou R$ 399/ano. O Final Cut Pro isolado custa R$ 1.999, equivalente a cinco anos do Apple Creator Studio. Logic Pro? R$ 1.299. Pixelmator Pro, o mais baratinho? R$ 299.

A assinatura é compartilhável com a família.

O assinante tem acesso ao Final Cut Pro, Motion e Compressor (edição de vídeo), Logic Pro e MainStage (áudio), Pixelmator Pro (imagens), modelos, fotos e imagens de alta qualidade e recursos de IA para Keynote, Pages, Numbers e Freeform.

O Apple Creator Studio será lançada no dia 28/1.

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4 comentários

  1. curioso pra ver como a apple vai se posicionar e qual público ela quer atingir:

    \1. designers precisariam no mínimo de alternativas viáveis ao trio photoshop/illustrator/indesign. Nesse caso, não só falta uma alternativa ao indesign como ao próprio illustrator (pois até onde sei o pixelmator pro, embora trabalhe em alguma medida com vetores, tem foco muito mais em substituir o photoshop). Para quem trabalha com animação, o motion não chega aos pés do after effects.
    \2. muitos editores de vídeo preferem o final cut em relação ao premire, mas novamente aqui falta uma boa alternativa ao after effects (a questão seria o preço muito mais barato que o da adobe – mas nesse caso o davinci cobre esse público)
    \3. o que resta talvez seja o público corporativo: nesse caso, a disputa seria com o canva+affinity. Mas apple nunca se deu bem no mundo corporativo.
    \4. estudantes universitários: esse é o público que parece fazer mais sentido.

    alguma pista?

    1. (eu havia numerado as categorias — designers, editores, corporativo e estudantes — mas a numeração se perdeu, então ficou confuso!)

      1. eu fiz comentário outro dia colocando números e se perdeu também.

        Aproveitando: Ghedin, o que é esse quadrado preto no final da postagem?

        1. O plugin que ativa Markdown nos comentários é ruim e a Automattic, dona dele, parece desinteressada em uma solução.

          @ Will, essas marquinhas indicam o fim do texto. Aparentemente se chama “culotes” no Brasil; em inglês, idioma em que encontrei esta referência, são chamados tombstones.