Post Livre #82


28/4/17 às 11h08

Esteja você de greve ou não, que tal separar algumas horas do último final de semana prologando dessa sequência de feriados e conversar com a comunidade do Manual do Usuário pelos comentários? Vale bater um papo mais solto, debater com argumentos e elegância, tirar dúvidas ou mesmo sugerir aquela pauta que você gostaria de ver por aqui. O post é livre!

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160 comentários

  1. Caros, alguma sugestão de app de sono para android? Quero ver de qual é isso, perdi há algum tempo a quantidade ótima de sono que eu precisava e estou acordando mais lerdo e cansado.

    1. quando eu anida tinha um android (há alguns anos ja), usava o Sleep Cycle, que conheci pelo tecnoblog um dia.

  2. Estava querendo fazer um investimento futuro em um mac, principalmente para uso normal e para trabalho com programação, o principal atrativo que eu vi é que o sistema parece bem estável e pratico, e também possui uma grande gama de aplicativos. A questão é, vale mesmo o preço ? fiquei um pouco assustado com o mesmo, me interessei pelo mac mini por ser um pouco mais em conta, mas pelos preços praticados a melhor alternativa é comprar fora do Brasil ? E a questão do novo macbook não vir com usb me afastou um pouco dele. Emfim, me falem suas opiniões e dicas dos melhores modelos.

    1. quer usar um Mac por causa do sistema operacional? cogitou um hackintosh?

      1. Já, mas com meu atual notebook não iria dar certo, teria que adquirir outro hardware.

        1. sim, mas você está cogitado comprar um mac…, está cogitando comprar um outro hardware de qualquer maneira.
          faz uns anos que tentei no meu notebook, mas nao deu muito certo.
          o certo é fazer com um desktop, com peças escolhidas a dedo.

          1. Vou dar uma pesquisada no custo disso, dependendo pode ser uma boa alternativa. Já vi alguns sites em que postam os setups em que o hackintosh rodam melhor. Obrigado pela dica.

    2. O termo “valer a pena’ para um Mac é complicado, mas eu não gostaria de trocar de plataforma apesar dos preços atuais não estarem ajudando muito.

      Há importadores que trazem Macs por preços bem mais baixos que via mercado oficial, acho que é uma boa opção. Os Mac Minis estão bastante desatualizados, se possível eu preferiria pegar um MacBook Air de 13 polegadas ou o antigo MacBook Pro.

      Você pretende programar o que exatamente?

      1. Seria mais programação web mesmo, Python,PHP,JavaScript, nada para a plataforma MacOS/Ios por enquanto, mas gostaria de aprender. Essa alternativa dos importadores seria uma boa, vou dar uma pesquisada nos preços.

        1. Para linguagens open-source, o Windows agora tem um Ubuntu que deve deixar a experiência entre MacOS e Windows mais similar para desenvolvimento…mas nunca testei esse bash para ver como funciona na prática.

          1. Também não cheguei a testar, vi só um pouco sobre quando lançaram, mas achei bem interessante a proposta, vou fazer uns testes e ver como está, porque nunca consegui me adaptar direito ao prompt de comando sempre preferi o bash.

    1. Esse autor já foi citado pelo @ghedin:disqus, acho. Deve ser muito bom mesmo.
      Em português, não sei dizer o que seria próximo disso

          1. Em dando momento ele fala que é função do historiador cutucar as diversas questões relacionadas a tecnologia. Como graduado em história, dou minha mais a humilde contribuição. E fico feliz a haja historiadores dedicados a isso. Ele é um dos poucos. Tem um pessoal da antropologia tb preocupado com isso (na UNB e na Unicamp).

      1. O Ghedin falou do “Sapiens'” e estava todo satisfeito por tê-lo lido em dia usando seu método de leitura dinâmica q ele mesmo desenvolveu…

    2. Ia comprar o digital, mas achei melhor até ter o impresso desse (o “Sapiens” foi no digital mesmo). Estou ansioso pra lê-lo há um bom tempo. Vou escrever sobre isso logo mais ao @jacksilsan:disqus e talvez te interesse tb.

    3. E soube q o Harari é vegano, então apesar de torcer o nariz pra algumas abordagens a ele faz da história, ele ganhou uns bons pontos comigo. :)

    4. Jovem, apareça no post livre atual. Comecei a ler o livro e queria saber o q tá deixando vc maluco com ele. Abs!

      1. Até a metade ele faz um retrospecto. Legalzinho, mas nada tão surpreendente.
        Agora, a parte sobre as consequências da automatização e, a parte em que ele demonstra como humanos podem ser apenas algoritmos… Fiquei de boca aberta
        Espero na ter dado spoiler rsrs

  3. Ontem assisti Guardiões das Galaxias 2, em 3D. Não sabia muito bem do que se tratava e dormi na primeira metade do filme porque estava entediado.Mas a pirotecnia (só por fazer) foi bem interessante. Fiquei impressionado com todos os efeitos do filme. A trilha sonora era muito boa também

    1. Acho que semana passada no #81 o Ghedin linkou um artigo sobre super-heróis, vale a leitura se você não leu =D

      Sobre os filmes, eu acho os filmes da Marvel todos iguais, sinceramente. Não gasto mais meu dinheiro com esse tipo de coisa. É coisa pra adolescente e eu não sou o público-alvo deles mais. Vi o Dr. Estranho porque eu gosto do Benedict mas o filme todo é muito pobre, pelo amor de Deus. Batman v Superman idem, a DC tentou seguir a pegada do Nolan mas como os filmes falharam, agora ela faz uma salada bizarra entre o Dark Knight e Homem de Ferro. Fica horrível.

      Único filme bom sobre o tema atualmente é o Logan, exatamente porque ele renega boa parte das fórmulas do MCU, inclusive com muito pouca pirotecnia – e agora, essa semana saiu o anúncio de uma versão preto-e-branco do filme.

      Pra mim o MCU é a morte do cinema. Ele via renascer, com certeza, mas até lá vamos ter de conviver com esse tipo de filme por um bom tempo.

      1. Até eu que sou fan de quadrinhos estou ficando cansado desses filmes. É muita coisa ruim. Esquadrão Suicida foi uma das piores montanhas de fezes que eu já vi na minha vida. Talvez tenhamos que aguentar um tempo, mas eu acho que não será muito não. Possivelmente uma parte da fase 4 da Marvel vai flopar.
        Edit.: O cinema em geral anda bem ruim. Essa onda de remakes tá um saco. E os caras que fizeram esse pseudo-sequels/prequel Alien Covenant parecem que estão prevendo que o filme vai flopar. Tão liberando muita coisa no YouTube, pra ver se o hype da galera sobre https://www.youtube.com/watch?v=2S_kGEY_WkE
        Pra mim Covenant até agora se mostrou absolutamente desnecessário, e não duvido que o Prologue liberado esses dias seja melhor que o filme inteiro https://www.youtube.com/watch?v=XeMVrnYNwus

        1. Eu também. Esse prequel me chama atenção apenas pelo valor sentimental que o primeiro e o segundo filmes tem em mim. De resto, não tem nenhum motivo pra apertar ainda mais a série.

      2. O q me incomoda é q tá tudo meio transformado em filme de justiceiros… É muita batalha, piadinhas sobre as batalhas, etc… Agora, qto ao filme do Logan ser diferente, me interessou, pq eu tb tinha relegado esse ao limbo. E esse lance dele ser preto e branco? Vai ser o mesmo filme ou uma versão diferente?

          1. essas versoes PB são o novo caça níquel de hollywood. vai ser a nova tendência.

          2. Eu acho que até combina com o Logan.
            Se botarem em outros, vai ser supérfluo (mas não duvido de nada).

    2. Acho que vamos assistir amanhã. Mas não espero muita coisa. Pra mim esse tipo de filme sempre foi entretenimento. Pena que alguns levam isso pro lado pessoal…

      cheguei lá e desisti. a fila estava enorme.
      eu deveria ter comprado o ingresso antes…, mas aqui só tem dublado mesmo…, acho que vou esperar sair nos torrents…

  4. Ideia bacana que poderia ser muito melhor ainda – um aplicativo que você registra infrações de trânsito e manda para os órgãos fiscalizadores.

    Do texto: Esta correspondência apenas alertará o motorista sobre a infração cometida e, assim espera a EPTC, auxiliará na conscientização e na promoção de uma cultura do uso correto das vias públicas.

    O presidente da EPTC, Marcelo Soletti, avisa: o documento não tem poder de multa e não gera cobrança posterior. “Neste primeiro momento, o nosso objetivo é conscientizar os motoristas”, explicou Soletti.

    Fonte: https://diariodotransporte.com.br/2017/04/25/aplicativo-auxilia-na-fiscalizacao-do-transito-em-porto-alegre/

    Se multasse, eu ficaria muito mais feliz :)

    1. Rapaz, um desse seria ótimo aqui perto de casa, pra denunciar os rachas. Claro, teríamos que contar com a eficiência dos órgãos públicos, e como estamos no Brasil, já sabe né

      1. Conheço profissional de segurança que participa de racha… isso é o pior…

        Por isso que falo: se eu abro a boca, morro… :

  5. Um mini-jabazinho aqui: estamos produzindo coisas bem legais na Gazeta. Tem uma pegada mais geral, porque o público lá é diferente de vocês (mais geral, menos especializado), e uma parte de negócios mais local, mas tem pautas bem tech e algumas que caberiam perfeitamente no Manual.

    Enfim, aos interessados, deem um pulo aqui: http://gazetadopovo.com.br/economia/nova-economia/

    Ou me sigam no LinkedIn (estou postando um resumo diário do que produzimos lá, no meu perfil): https://www.linkedin.com/in/rodrigoghedin/

    Valeu!

    1. No Face também tem algo ou só no LinkedIn? (Saí do LinkedIn há algum tempo – nunca consegui emprego mesmo… : )

  6. E agora?

    “Dê-me um ponto de apoio, e eu moverei o mundo”. Com sua mítica máxima e alguns cálculos precisos, Arquimedes assombrou a humanidade reinventando a alavanca, aperfeiçoando-a de tal forma que durante milênios sua visão realmente moveu o mundo. Até muito recentemente, mecanismos analógicos eram o paradigma de toda a tecnologia – com gestos simples feitos com nossas próprias mãos, movíamos chaves de troca de via de trens, escrevíamos textos em papéis apertando botões de máquinas datilográficas, trocávamos os canais da televisão, discávamos números telefônicos. Ainda trocamos marchas de muitos carros assim, bem como de motos e caminhões, ainda acendemos fogões, ainda destrancamos portas com chaves rudimentares, tudo com princípios aristotélicos. Digo “ainda” pois muita coisa passou a ser digital após o advento de um conjunto de outras tecnologias, como a eletricidade, os transístores e o rádio. Desde meados do século passado, partimos dessas novas parafernálias e desenvolvemos com base nelas computadores para os mais diversos propósitos. Grandes como trens no começo, pequenos como carteiras atualmente – sim, estou falando dos smartphones – essas máquinas atingiram um formidável avanço. Suas capacidades hoje são superiores às dos mais avançados computadores pessoais dos anos 90, e muito disso se deve às nuvens. Virtualizamos parte da nossa realidade na internet e estamos em plena migração para o OTT – Netflix, YouTube, Workspace, Spotify, WhatsApp, Cortana e Chromebooks, entre outros, endossam o fato.
    http://www.twitlonger.com/show/n_1snasjn
    Havia uma barreira, no entanto – tínhamos que criar formas de colocar informação nas máquinas, bem como formas de visualizar esses dados. A migração para o digital (digitar informação via teclados e visualizar primeiro em papéis e posteriormente em telas) foi a solução, e ganhou uma séries de variantes. E ainda fazemos as coisas dessas forma. Mesmo na tela sensível de um smartphone, o mecanismo que parece analógico não é de fato analógico. Na verdade, é o contrário. Chegaremos lá.
    Os saltos tecnológicos nesse meio digital foram rápidos, marcados por uma pequena lista de dispositivos que em pouco tempo mudaram o mundo. O Walkman, o Atari, o Apple I e o iPhone certamente figuram entre os mais influentes aparelhos já feitos. Outros produtos, de natureza não-física, endossaram a transformação da sociedade contemporânea. O Windows, o Office, o Facebook, o Google Search, o Android e a própria internet marcaram gerações inteiras com seu alcance global. Ninguém se imagina hoje trabalhando sem alguma ferramenta eletrônica com recursos virtuais, qualquer que seja a combinação feita.
    Após o impacto de cada um desses produtos, o mercado tendeu a se estabilizar em torno deles, ainda que com concorrentes surgindo, e criando momentos de calmaria. E é isso que estamos experimentando agora, dez anos depois do iPhone: todos os smartphones estão “iguais”.
    https://www.manualdousuario.net/guia-pratico-111/
    Não literalmente, mas quase. Todo smartphone lançado atualmente tem uma câmera decente, uma tela bacana e um sistema operacional eficiente. Até o Windows 10 Mobile, nos aparelhos onde esse sistema é nativo de fábrica, e até os outros nanicos como o Sailfish OS, tem recursos suficientes para atender as mais básicas necessidades.
    O mesmo pode ser dito de todos os outros equipamentos eletrônicos. Computadores, tablets, câmeras, smart tvs, consoles. Há grande disparidade de poder entre os diversos dispositivos de todas as categorias, e ainda assim os básicos geralmente cumprem bem o seu papel, de tal forma que o top de linha se torna dispensável, e isso sem falar em seus preços proibitivos. E para não ficar apenas no lado positivo, todo equipamento portátil tem uma bateria que em algum momento te deixará na mão.
    E essa equiparação não é o único sinal de estabilidade do nosso momento. Parece que a inovação resolveu hibernar, e mesmos coisas inusitadas como uma geladeira rodando Windows 10 equipada com uma enorme tela sensível ao toque na porta, ou um óculos de realidade virtual ultra imersivo não assustam hoje como teriam assustado trinta anos atrás. Nem mesmo os smartwatchs conseguiram se estabelecer entre os aparelhos mais populares. Ao contrário, todos esse dispositivos parecem coisas bregas, no máximo atendendo a algum nicho.
    https://www.manualdousuario.net/guia-pratico-61/
    O futuro tecnológico dos anos 80 e 90, vislumbrados em Ghost in the Shell, Akira, Neuromancer e Robocop, já é realidade hoje. Talvez a única exceção à essa calmaria seja a Space X e seus foguetes que pousam após retornarem da órbita terrestre. As grandes nuvens, que poderiam ser consideradas marcantes inovações, chegaram de mansinho. Quase ninguém sabia, ou se lembrava, que boa parte da internet está hospedada na Amazon Web Services, até o recente erro que derrubou uma penca de serviços, entre eles Quora, Slack, Trello e Wix.
    https://tecnoblog.net/209944/amazon-s3-erro-humano-falha-2017/
    As assistentes virtuais (no feminino de propósito), “lideradas” pela Siri e que também se valem das nuvens causaram algum barulho, sem grande adesão ao uso pela voz. Você fala com frequência com seus gadgets? Provavelmente não. Ainda assim elas apontam para o caminho da próxima grande coisa, que deve ser o advento da Inteligência Artificial, ou pelo menos ter alguma relação com essa tecnologia.
    https://tecnoblog.net/197929/tecnocast-044-next-big-thing/
    Ok. E agora?
    A partir desse ponto, tudo é futurologia e especulação. A ficção científica aponta para algumas direções, e uma que acho bem viável é a dos robôs no melhor estilo Sonny, de Eu, Robô. Coisas ainda mais avançadas como o Kelex, o robô kryptoniano flutuante inteligente e cheio de recursos de Homem de Aço, ou as caixas maternas de Batman vs Superman (e de Liga da Justiça) nos aguardam num futuro distante. Para os próximos anos, talvez coisas mais plausíveis como o J. A. R. V. I. S. e HoloLens finalmente vinguem, ainda que trabalhando junto com dispositivos e recursos auxiliares. O ponto principal de todas essas possibilidades é que estamos parando de migrar para o digital, e agora estamos fazendo o digital migrar para o analógico. O computador está aprendendo o valor da alavanca. Nossos gadgets reconhecem nossas digitais, nossas íris, nossa escrita cursiva, o contexto de nossas fotos, nossas vozes. A próxima grande coisa certamente será orgânica em sua forma de se comunicar com as pessoas, uma convergência de tecnologias que se existisse hoje, reuniria nuvem, IA e uma interação tão natural quanto entrar numa sala e interrogar um robô, ou de ser alertado por outro sobre encontrar refúgio para se salvar de um desastre. O Mestre dos Fantoches, ou o HAL, ou Sonny, ou a Skynet, tem plenas condições de se realizar. Em quanto tempo a coisa surgirá é uma incógnita, mas pelo que temos hoje, não esperaremos muito. E a partir de seu nascimento, a humanidade será mais uma vez assombrada pela própria engenhosidade.

    1. Tudo isso é plenamente viável. Mas num filme, num hq, num anime, num livro… Calma, jovem. O futuro ainda está no amanhã – em termos de ações concretas e q possam atingir a mais gente. Agora, as implicações dessas mudanças vc já pode burilar. Recomendo fortemente, se vc já não leu, o livro ‘Teoria do drone’. Há muitos outros bons livros, mas as piores consequências do uso de determinadas tecnologias podem ser vistas no uso q os militares andam fazendo… DE resto, há muito, mas muito marketing do q pode vir a ser o futuro e muita especulação (q vira grana nessas valorizações inexplicáveis e sem lastro com a realidade do mercado financeiro). Daí a ter um robô aqui em casa q faça uma, apenas uma, coisa q preste e seja VERDADEIRAMENTE útil, tem chão… muito chão.

      1. Eu tive calma no meu texto, e também deixei a paranoia com HAL, Skynet e afins para um futuro incerto.
        O que eu ressaltei que de fato está ocorrendo é nossa volta ao modo natural de interação – já podemos fazer certas coisas usando a voz, já podemos abrir mão de senhas alfanuméricas, já podemos, já podemos vislumbrar um futuro sem telas.

        1. Ok, mas enqto isso eu ainda tenho q ir lá na caixinha de areia recolher o cocô do gato…

          1. Ah tá, esqueci q o sistema antimísseis americano é acionado por uma ordem enviada por sinal de fumaça.

          2. Você compra mísseis no supermercado? No shopping?
            Estou falando de Atari, de Apple I, de iPhone, de Facebook, de Google Search, de Office… Enfim, releia meu texto se estiver disposto, e pelo menos durante essa leitura esqueça de guerra.

          3. Na verdade, peço desculpas, eu me esqueço q o grande tesão da rapaziada é justamente isso: fazer compras de aparelhos eletrônicos os mais diversos (tb compro alguns, claro, mas não são o mais importante na minha vida). Eu, na verdade, sou um grande banzé q se preocupa com isso e acho q os outros tb deveriam se preocupar, pq, afinal, estaremos, se tudo der certo, vivos por mais algumas décadas e há implicâncias em estar vivo e conviver com os outros numa sociedade minimamente organizada como a nossa e na de outros cantos do mundo q podemos habitar um dia. Eu, pra arrematar, tenho q me ligar nisso de uma vez por todas e ver q esse lance de querer fomentar discussões q não necessariamente passem pelos filtros do ‘cidadão consumidor tarado por novidades e custo benefício’ estão, geralmente, fadadas ao fracasso ou à indiferença ou, qdo não, à chacota…

          4. Num próximo texto, eu posso incluir questões menos “supérfluas” ou seja lá como você goste de chamar o mercado tecnológico.
            Evidentemente, nesse meu texto o assunto não é algo desse tipo.

          5. Esquenta não. Há uma tônica dominante nesse mundão e não sou eu, com as minhas forças pra lá de minguadas, quem vai reverter isso.

          6. O que você pode fazer é escrever algo próprio sobre o assunto, num comentário próprio, e postar no TwitLonger, ou no Medium, em algum Post Livre. Atravessar uma discussão ou tentar desvirtua-la pode gerar hostilidade e indiferença.

          7. Ia escrever, na verdade, q não dou muita importância pra essas regras de etiqueta escritas sabe-se lá por quem e pra que, mas achei mais polido mandar essa séries de Zs indicando que sindo um certo enfado com essas possibilidades todas… Então considere os Zs.

          8. Uma sugestão: o Disqus tem block. Vou começar a usa-lo, pois não dá para conviver com certas coisas, inclusive gente que pensa que tem “pensamento perfeito sobre política”. Sugiro fazer o mesmo (você sabe com quem), e quem quiser, faça o mesmo. O melhor jeito de alguém se tocar que suas atitudes são inválidas é ignorando-as.

            E como ignorar é uma invisibilidade…

            Um F5, e aqui os posts indesejados aparecem como “This user is blocked”. Pronto. resolvido.

          9. Eu já usei muito esse recurso em sites de “baixo nível” tipo o Gizmodo. Aqui acho que ainda não é necessário. Gosto das conversas, embora eu nem sempre concorde com os comentários alheios. Pelo menos a maior parte das pessoas tem argumentos pra defender suas posições. Claro, às vezes ocorrem pequenas infantilidades, expondo carências neuróticas, mas certamente uma resposta mais ácida minha ou de qualquer outra pessoa pode derreter essa capa de imaturidade restante e fazer a pessoa finalmente deixar o parquinho pra trás

          10. Gizmodo hoje eu ignoro. Passo umas duas vezes por mês e o Ghostery ligado. O Ghostery inibe o Disqus e as seções de comentários.

          11. Se eu tivesse um cupom de desconto da Amazon até te mandava agora, mas não achei. Desculpe…

          12. Não tem como esquecer a guerra, veja, quem aperta o botão ou o gatilho nas guerras atuais tb jogou Atari, usa iPhone, Facebook etc. O mais difícil, q eu percebo, é as pessoas não notarem as imbricações dessas coisas…

            https://youtu.be/HrtNSZh2Tnw

          13. O q eu disse tem, claro, relação tb com o meu uso (por isso mesmo questiono e não vou na onda do mercado e suas marquetices), mas tem tb com o q vc disse na sua previsão. Daí eu não sugeri a vc faça isso ou faça aquilo; não me meto na sua vida, saca? E perceba que essa sua resposta é bem simplista e parece o “tá com pena leva pra casa”, mas rearranjado pra não parecer a mesma coisa. Em suma, e pra não fazer algo parecido com o q faz o Ligeiro, q apaga o q diz qdo tá fulo por ser contrariado, eu não digo o que vc deve pensar e sim o que vc pode levar em conta qdo pensa. Há um abismo entre essas duas coisas. Eu presumo que vc possa entender isso. Ou seja, não é nada pessoal contra vc. O Ligeiro eu sei que não entende, então…

          14. Ok Fábio.
            Eu gastei aproximadamente 4 dias lendo artigos e ouvindo podcasts pra escrever meu “artigo”, que foi originalmente publicado no TwitLonger. Achei ele relevante para ser postado no Manual, e assim o fiz.
            Eu poderia ter gastado o mesmo tempo para produzir algo relacionado àquele inferno que é o Oriente Médio, e nesse caso suas respostas seriam muito bem vindas. Evidentemente, elas não o são agora, pois você está sendo intransigente, pra não dizer infantil. “Marquetices” ou não, minhas análises no meu artigo fomentam outras discussões, e tem sim sua profundidade (que você com sua resposta simplista claramente nega, embora esteja se valendo de algum equipamento eletrônico e dessas salas virtuais que são o Manual e o Disqus pra ser inconveniente).
            O que você está fazendo é o mesmo que eu ir no Tecnoblog, num artigo sobre por exemplo a câmera do Xperia Z5 Premium, e escrever um comentário reclamando sobre o preço do feijão – eu certamente atrairia hostilidade, indiferença, bloks em massa, uma penca de downvotes e possivelmente um bloqueio por parte do adm.
            Quer falar sobre as crianças na Síria? Escreva. Gaste seu tempo, dedique seus esforços criativos como eu fiz. Acho super relevante, embora o Brasil tenha seus próprios problemas e forneça material de sobra pra se escrever sobre. Terei a maior satisfação em ler e responder. Mas aqui nessa conversa, eu não te responderei mais sobre esse assunto que nada tem a ver com meu artigo. Bom fim de semana.

          15. Te peço calma novamente – mesmo q vc não esteja nervoso. Conheço todas essas referências q vc passou. Ouvi esses todos esses programas. Um outro, do Tecnoblog, q fala do futuro do trabalho, q vc não listou, mas deve ter ouvido, acho q ouvi umas duas vezes até. Qdo ouço algum desses programas (especialmente os do Tecnoblog), eu me contorço todo, pq, ouço coisas q contrariam muitas (MUITAS) das minhas convicções em relação ao mundo… Mas deixo passar sem comentar, pq geralmente ouço lavando louça ou fazendo a faxina e como uso luvas, não paro pra escrever sobre o q me incomoda; mesmo pq seriam muitos comentários….

            Já fui banido do Tecnogrupo justamente por insistir numa questão por lá (e não era o preço do feijão, te adianto), mas tinha a ver com o fato do facebook usar bandeirinhas pra determinados países qdo havia atentado e ignorar outros (às vezes mais brutais e sangrentos: tecnologia e guerra outra vez). O pessoal caiu matando e um dos participantes sugeriu, como tentativa de me ofender, q eu tinha síndrome de Down. Não me ofendeu, mas demonstrou o naipe do participante do grupo. Depois, o administrador do grupo q me baniu, pq eu insisti na questão, mas depois, no grupo do MdU do qual ambos fazíamos parte, ele até me deu umas dicas, noutro momento, de coisas q estava em dúvida (plano de dados da tim) e, pelo visto, não houve ressentimentos de nenhuma das partes.

            E aqui cabe um parenteses: (Também já fui tachado de imbecil por um dos participantes do Guia Prático, mas depois conversamos e, pelo q senti, tb não havia ressentimentos ali (do contrário, um dos lados não toparia falar um com o outro). Todo mundo se aborrece e se invoca às vezes. Hoje mesmo, se vc me visse na rua, depois q um taxista jogou o carro em cima de mim e da minha bicicletinha mirrada, eu parecia um urso louco urrando e querendo trucidá-lo! Daí vc falar q eu fui infantil tb não me incomoda. É sua opinião e eu respeito. Com certeza tenha um lado infantil (e não quero me desfazer dele, diga-se), mas pra determinados assuntos isso não vem ao caso. E eu tb me conheço relativamente bem, então tenho certa segurança em lhe dizer o q sou; só não te digo o q quero ser, pq isso eu ainda não sei.)

            Por outro lado, gosto muito do bordão do Groucho Marx: “não faria parte de um clube q me aceitasse como sócio”. Pois é…. Tanto q depois eles permitiram a minha volta, mas acabei saindo (pelo motivo grouchomarxista, claro). Se vc nunca viu um filme dos Irmãos Marx, veja. É diversão garantida pra toda a vida.

            Agora, eu não desqualifiquei o q vc escreveu, eu disse apenas q vc faz eco ao entusiasmo da galera com esses assuntos (tecnologia e consumo) e ignora coisas HORRENDAS feitas com a tecnologia. Tb não disse q o vc escreve é supérfluo (quem disse isso foi vc), mas apenas q se vc levar outros pontos em consideração poderá chegar a outras conclusões (melhores ou piores, tanto faz). E, sinceramente, isso é uma crítica ao q vc escreveu. Pode não ter sido dito da melhor forma (não foi) e pode tb não ser a melhor crítica, mas aí tb, eu presumo, vc deve ter maturidade para aceitar uma crítica, mas se vc expôs a sua ideia aqui, creio q não era pra todo mundo bater palma, certo? E vale dizer q não estou fazendo pouco caso do seu esforço… Fique atento a isso tb. Posso ter zombado de algumas coisa q vc disse, mas tb, havia margem pra isso a meu ver e espero não ter te ofendido.

            E qdo te sugiro a leitura de um livro (ou filme, vídeo etc), não é pq ele tem a REVELAÇÃO DA VERDADE, mas é pq ele é bem importante e pode te ajudar a refletir, ponto. Vc pode ignorar a referência e buscar outras. E se compartilho essas coisas é pq não imagino estar jogando essas fichas no lixo. Aparentemente vc tem grande interesse no assunto, então pode dar atenção tb a outras questões. Pq vc, em algum momento, comentou q gostaria de escrever sobre algo (não sei se sobre windows ou algo do tipo) e, talvez, ao invés de fazer o q tantos já fazem, possa vir a fazer algo q muitos evitam, justamente pelo resultado q comumente se vê: uma certa aversão e repulsa a tudo q tira as pessoas do remanso q elas arranjaram pra si graças aos parcos recursos q lhe caem nas mãos.

            E já q vc falou em Skynet e o exterminador veio andar de bike na minha cidade: ‘hasta la vista, baby’.

          16. Eu não tenho tanto entusiasmo assim com tecnologia, e também não ignoro o horror do nosso mundo. Inclusive, já escrevi sobre conflitos e tecnologia. Leia este meu outro texto, escrito seis anos atrás:

            Nativos e imigrantes lidando com necessidades desnecessárias

            Classificar pessoas em nativos e imigrantes (um cisma um tanto maniqueísta) é uma maneira contemporânea e não muito clara de interpretar dois tipos distintos de indivíduo, de acordo com a forma com que cada um lida com o que o jornalista Joelmir Beting chamou de “Idade Mídia”.
            De forma geral, nativos são aqueles que nasceram em um ambiente digitalizado e conectado à internet – característica fundamental da Idade Mídia de Beting -, com computador e celular em casa, ou que aprenderam muito cedo a manipular as tecnologias envolvidas. Os imigrantes são justamente os pais e avós dos nativos, portanto pessoas que nasceram antes do advento da Idade Mídia, ainda que tenham colaborado para a construção dessa nova era digital.
            Eu, que no momento em que escrevo este texto (em 2011) tenho 29 anos, estou na fronteira (confusa) entre os dois mundos. Alguns me classificariam como nativo, pelo fato de o meu primeiro contato com computadores ter se dado aos oito anos de idade em 1990, quando a prefeitura de São Paulo instalou os primeiros PCs em algumas salas de aula nas escolas municipais. Outros diriam que sou imigrante, já que meu primeiro contato com a internet aconteceu quase oito anos mais tarde – portanto eu não teria nascido sob a luz da era digital. Eu seria apenas um imigrante fluente no “idioma” nativo, por ter começado a lidar com as tecnologias digitais “cedo o suficiente”. Enfim…
            Interessante notar que esse tipo de classificação foi concebida por pessoas que por suas características, como por exemplo, a idade, poderiam ser intituladas de imigrantes. Mais interessante ainda é saber que os ditos nativos têm sua própria classificação para os dois tipos de pessoas, bem mais depreciativa e nada neutra: “velhos” e “jovens”, sendo os velhos equivalentes dos imigrantes.
            Muitas vezes na Belas Artes eu fui chamado de “velho” pelos meus colegas de classe em média 3 anos mais novos, enquanto que quase todos aqueles que eram mais velhos que eu me viam como “jovem”. Mais uma vez, enfim…
            Recentemente, algumas pessoas, que coincidentemente ou não, tem idade suficiente para serem classificadas de imigrantes (ou velhos), têm divulgado a idéia de que sujeitos como Steve Jobs e Mark Zuckerberg teriam ajudado a criar “necessidades desnecessárias”. Coisas como ter conta no Twitter e/ou no Facebook, postar fotos no Flickr e vídeos no YouTube, possuir smartphone ou tablet, ter mais de uma conta de e-mail, etc, seriam algumas das características dessas necessidades desnecessárias.
            Desnecessárias, mesmo?
            Ao mesmo tempo, o mundo assiste (via mídias digitais principalmente) ao movimento poeticamente chamado de Primavera Árabe. Milhões de pessoas, cansadas da censura, da desigualdade social e da pobreza material, e que viviam sob as trevas de ditaduras corruptas com décadas de existência, se levantaram contra os regimes despóticos e seus ditadores, clamando por democracia. E o sucesso das empreitadas tem surpreendido o mundo, derrubando até o presente momento quase todas as ditaduras onde o movimento ganhou apoio popular.
            Como pôde uma população oprimida e sem liberdade, sob uma imprensa censurada como a egípcia, se organizar e protestar incessantemente até conseguir o que queria? Através do Twitter. Do Facebook. Do Foursquare. Do YouTube. Do Flickr. Acessando essas redes sociais por meio de tablets. De smartphones. De notebooks. De netbooks.
            Imigrantes e velhos (desculpem, não resisti), vou perguntar de novo:
            desnecessárias, mesmo?

            Na época que escrevi o texto acima, eu imaginava ingenuamente que a transições violentas se encerrariam em breve, coisa que só ocorreu salvo engano na Tunísia.
            Ainda voltarei a abordar o tema, mas preciso de bases. E sinceramente, não me acho o melhor cara pra falar sobre oriente médio no momento. Eu entendo que temos que falar sobre o que conhecemos melhor, sob risco de bostejar feio em caso de abordar o que não se domina.
            E também já fui bloqueado no Tecnoblog, e até hoje não sei a razão. E eu super me identifiquei com a parte “(…) geralmente ouço lavando louça ou fazendo a faxina”, pois essa é uma situação igualmente comum na vida desse pai de um casalzinho que vos fala.

          17. @binho_bike:disqus e @jacksilsan:disqus Eu fui banido de lá e depois me desbaniram (não sei até hoje porque).

            Tecnoblog é um podcast que eu não ouço mais exatamente por esses motivos que o Fabio citou. Impossível não se irritar com a visão dos participantes do mundo.

          18. Que parte dessa visão deles te irrita @paulopilotti:disqus? Eu ouço alguns podcasts, incluindo o Guia Prático e o Tecnocast, e nunca ouvi nada que me irritasse. No máximo eu discordei de algo, o que é normal

          19. Um exemplo foi quando algum dos participantes disse que curso de humanas não servia pra muita coisa mesmo (não me lembro qual foi, mas, faz muito tempo). Depois voltei a escutar e tava lá novamente o senso comum acusando o Brasil “de cobrar muito imposto” ou “de ser muito engessado” isso é claramente a visão de quem não entende do que fala e repete as abobrinhas que escuta por aí. É a visão de mundo que me incomoda.

            É mais ou menos como o Meio Bit (esses tempos até rolou treta aqui nos comentários do MdU com o Nick Ellis e que depois ele soltou no Twitter pros amiguinhos deles ficarem rindo e massageando o ego deles) mas muito menos escroto.

            Gosto do Mobilon, por exemplo, ainda que não concorde com ele nessas questões.

            Não seria algo muito ruim, se eles mudassem essas opiniões com o tempo ou ao menos se dessem ao trabalho de ler emails dos ouvintes com opiniões opostas. O Nerdcast por exemplo tem uma bancada muito mais heterogênea (uma boa lida no Twitter do Bluehand te mostra isso) e se deu ao trabalho de mostrar que as opiniões deles não são exatamente aquelas que os ouvintes deles pensam (deu até rolo nos comentários esses tempos). Ainda fazem podcast com aquele lixo humano do Flavio Augusto, mas, relevo pela capacidade deles de mostrar que as coisas não são preto-no-branco.

          20. Realmente quem disse que cursos humanas não servem pra muita coisa bostejou feio. Afinal, o design gráfico no qual eu me formei é considerado por alguns acadêmicos uma área de humanas, e o Tecnoblog usa bastante o design no próprio site e na própria marca. O que seria das marcas sem o branding, que é a parte mais importante do design? (Me arrependo de não estudado mais a fundo essa área do design, mas quem sabe no futuro).
            Agora sobre o Brasil cobrar muito imposto e sobre o engessamento, tendo a concordar com eles (e a cair no seu conceito negativo de que endosso o senso comum). O que te faz pensar que o Brasil não é engessado e nem cobra muito imposto?

          21. A carga tributária do Brasil é normal para países do mesmo tamanho, porém, insuficiente para manter o estado de bem estar social a que se propõe (nem que fôssemos um dos baluartes em gestão política conseguiríamos manter o Estado que a CF88 propõe sem aumentar os impostos).

            Mas, o ponto principal em relação aos impostos é como ele é cobrado – mais precisamente em quem ele recai. Hoje o imposto brasileiro é baseado em consumo (não cobramos imposto de dividendos [somos um dos poucos países que fazem isso] e isso ajuda muito os grandes empresários, nossas alíquotas de IR são muito brandas para quem tem muito dinheiro [países de primeiro mundo cobram pra cima de 50% de IR] e não cobramos imposto sobre herança de maneira otimizada [uma das menores alíquotas de IH do mundo]) de modo que quem mais contribui para o bolo da União é exatamente quem menos tem: os pobres/trabalhadores.

            A consequência mais evidente disso é que temo uma arrecadação per capita muito baixa (menor do que países como Portugal e Uruguai) o que impacta nos serviços prestados pelo Estado. Também temos um dos menores setores públicos do mundo (os EUA tem mais servidores públicos do que nós, por exemplo) o que também impacta nos serviços estatais. Agora, se pergunte a quem serve esse tipo de abordagem? Exatamente, a elite.

            Sobre ser engessado, é mentira em termos. Quando eles pensam no engessamento do Brasil eles pensam em empreendimentos de alto lucro, esses são engessados (acho que deveriam bem menos engessados) mas para empreendimentos de baixo lucro, de base, o Brasil é bastante ágil com o MEI e o SIMPLES. É bastante simples abrir uma empresa hoje em dia no Brasil para fazer coisas simples – e que são a maioria dos negócios abertos no país.

            Novamente, o problema aqui é o viés do discurso que se concentra num espectro social muito específico, de problemas muito específicos, notoriamente a classe média brasileira que sempre se acha “injustiçada”.

            TL;DR: Precisamos de uma tributação progressiva e de mais incentivos para MPEs nas periferias. O resto é “normal” dentro do capitalismo mundial.

            Uma fonte que eu gosto muito sobre esses assuntos é o blog do Cyrus Afshar. Abaixo eu deixo uns links sobre o que eu falei (mas é bem fácil de achar outros sobre esses temas).

            https://novascartaspersas.wordpress.com/2014/05/17/mitos-economicos-brasileiros-7-o-brasil-tem-a-maior-aliquota-de-imposto-de-renda-do-mundo/

            https://novascartaspersas.wordpress.com/2014/01/02/mitos-economicos-brasileiros-3-nao-faltam-recursos-ao-estado-o-problema-e-que-o-estado-gasta-mal/

            https://novascartaspersas.wordpress.com/2013/12/27/mitos-economicos-brasileiros-mito-2-o-brasil-tem-uma-carga-tributaria-muito-elevada/

            https://novascartaspersas.wordpress.com/2013/12/23/mitos-economicos-brasileiros-mito-1-o-brasil-tem-a-maior-carga-tributaria-do-mundo/

          22. Cara sua explicação sobre impostos endossa minhas opiniões sobre o tema, e ainda assim eu acho que o pessoal do Tecnoblog está certo. Você mesmo disse que cobramos muito imposto de forma errada de quem menos tem recursos, por meio da tributação sobre o consumo, e eu adiciono o fato de que paga-se muito imposto sobre a folha salarial, o que é terrível para empresários com menos recursos e para o próprio trabalhador, que perde a chance de ganhar um salário mais justo.
            Sobre o engessamento, realmente o Brasil melhorou um bocado, mas faltam regras de transição. Já trabalhei em lugares em que o dono do negócio tinha que se preocupar com a arrecadação de receitas e com a emissão dd notas. Se ganhasse míseros 100 reais a mais, teria que pagar uma tributação praticamente dobrada. Suponho que isso seria fácil de resolver com alguma tabela progressiva que impedisse o cara de quebrar por causa de uma mudança de categoria

          23. Mas a questão é que se coloca que o país tem dinheiro demais e que tem imposto alto (alta carga) e isso não é verdade sob nenhuma óptica.

            Impostos atualmente que temos em folha são negociatas dos empresários de antigamente. O FGTS, por exemplo, é uma garantia que a empresa não vai quebrar por ter de pagar indenização no ato da demissão (como ocorria antes do FGTS existir) e em troca o governo retirou a estabilidade automática depois de 10 anos de carteira assinada no mesmo local. Agora todo o mês a empresa e o empregado depositam numa conta do governo um % do seu salário para garantir que numa eventual demissão a empresa não quebre ao pagar uma multa milionária pra um funcionário e o funcionário tenha dinheiro para se manter até se recolocar no mercado. É necessário isso. Outro imposto sobre a folha é o INSS que serve para aposentadoria e SUS, faz parte do estado de bem estar social. Mais um imposto sobre folha é o IR, com alíquotas que beiram o ridículo para os dois lados, são altas para quem ganha pouco e baixas para quem ganha muito. Isso deveria mudar, mas, sem a capacidade de se extinguir. Dividendos deveriam ser cobrados como em todo o mundo civilizado o são (empresário na Europa paga IR e paga imposto sobre dividendo).

            Outros impostos que recaem sobre a folha incluem férias, décimo terceiro, feriados, licenças paternidade/maternidade, imposto sobre risco de trabalho e contribuição sindical (patronal e funcional). Nenhum desses é absurdo, desculpe-me, mas se colocou na cabeça do brasileiro que ser empresário no Brasil é uma profissão de fé. Sem falar ainda que faz bastante que está vigente a desoneração da folha, o que diminui esses impostos.

            Sobre o caso do empresário que se lucrar R$100 a mais vai pagar tributação dobrada, isso é problema de planejamento. O SEBRAE ajuda muito nisso com o EMPRETEC. Eu fiz e recomendo, mesmo que você não queira ser empresário, porque ajuda a se defender dessas meias-verdades que nos são vendidas como verdades absolutas. Voltando ao caso em questão, o dono se preocupar com isso é inerente ao negócio, é assim no mundo inteiro, se ele emitir uma NF de R$100 a mais no mês vai impactar tanto no negócio dele assim (dobrar a tributação) ele não está ainda no patamar desse novo lucro. O crescimento sempre é planejado, senão acaba ocorrendo exatamente isso. O problema do empresário brasileiro, digo de camarote, é exatamente querer não correr risco nenhum. Reclamam dos riscos de se contratar e perder o funcionário pra concorrência, de não saber se vai vender o suficiente, se pagar impostos, de ter que estar sempre correndo atrás da máquina e planejando o dia de amanhã, etc. Lucro e risco fazem parte do negócio, vai ser assim, se não quer nenhum desses, não seja empresário. Soa seco, mas, não tem como não ser assim.

            Finalizando a tabela do SIMPLES é bastante progressiva. Não tem como o cara quebrar ao pular de categoria e, se ele já saiu do SIMPLES ele tem muito capital na empresa dele. Planejamento tributário é uma peça-chave de qualquer empresa no mundo.

          24. Poderíamos ilustrar aqui com um vídeo do Felipe Melo dizendo q não consegue comprar um PS4 por causa dos impostos altos…

          25. Isso é o ápice do pensamento “classe média paulistana” (que não se aplica apenas à classe média de SP).

          26. Agora o jogo virou e ele pode comprar uns 100. E, claro, por merecimento e muito trabalho duro. Acorda cedo, desconfio.

          27. O podcast tem uma baita vantagem sobre o rádio: ele pode se reinventar mais rapidamente… De um modo geral, os podcasts, se entrassem na programação de uma rádio, mal se notaria a diferença de linguagem entre a programação normal e o podcast (uma novidade se se comparar com a idade do rádio)… Daí q, com raras exceções (‘Radio Lab’, por exemplo) eu já tb me cansei do formato da maioria dos podcasts, tanto q quase já não os ouço mais como antes. Se deu o mesmo com a TV, hj não tenho a menor paciência pra ver um programa tipicamente televiso como uma novela ou telejornal.

            O ‘Tecnocast’ já vinha balançando nas minhas preferências, mas me perdeu como audiência assídua depois de um comentário sobre esse texto:

            https://www.theguardian.com/science/brain-flapping/2014/feb/21/time-travellers-kill-adolf-hitler.

            OBVIAMENTE os participantes repelem o nazismo e reforçaram isso no programa pra q não ficasse qualquer margem para dúvidas, mas terem embarcado na ideia do autor do texto, especialmente na parte da ‘teoria do caos’ foi a pior parte. Pq ressaltou a visão acrítica em relação aos efeitos da tecnologia, levando em conta apenas as possíveis vantagens q elas nos trouxeram graças ao desenrolar das guerras. Eu prefiro contar q das milhões de vidas perdidas com a guerra perdemos tb milhões e possibilidades… Se há satisfação com o q temos hj isso me parece mais reflexo de um comportamento egoísta do q algo racional… A pseudo-ciência vai prevalecendo, então. E é uma forma de entusiasmo que não compra o q o marketing de uma empresa diz expressamente, mas q, de algum modo, embarca gostosamente no marketing sofisticado q os figurões da indústria tech fazem (Elon Musk como o caso mais notório, por exemplo). E essa me parece ser a normal de boa parte dos sites q cobrem tecnologia – pelo menos daqueles q se preocupam em falar além de novos smartphones q estão na praça.

            Em outro episódio do ‘Tecnocast’, não sei qual, um dos participantes, ao falar ou de tortura ou de censura, comentou-se algo como ‘em 64 parece q tb era assim’ e não sei se foi na edição ou se pela conformação da maioria, não teve prosseguimento esse comentário pra, sei lá, evitar desagradar a audiência q, sabidamente, em grande número, é avesso a discussões políticas razoáveis… Essa de não misturar tecnologia e política tb me desagrada profundamente. Mas me parece uma coisa geracional, não sei ao certo.

            Mas, ainda assim, esses podcasts (e o incluo o do ‘Tecnoblog’) fazem um trabalho melhor com, presumo, bem menos recursos, do q certos empresas q têm mais gente e mais grana pra ir além. E, para o bem e para o mal, fomentam discussões como essas q estamos tendo agora mesmo q indiretamente.

          28. Toda tecnologia tem um impacto social, que podemos classificar como evolutivo/adaptativo. Distinções surgem com grandes saltos, gerando desigualdades por vezes geracionais. O acontecimento mais marcante pra mim envolvendo desigualdade tecnológica foi a chegada dos espanhóis às Américas. As armas de fogo e domínio da metalurgia eram algo quase mágico para os povos meso-americanos e para os povos andinos. Não preciso contar o resto da história.
            Em menor escala isso ocorre hoje, e alguns governos tentam acabar na marra com essas disparidades. Por exemplo, o Android. O sistema operacional móvel mais usado do mundo, e também o sistema mais usado para acessar a internet, pertence a uma empresa americana, e isso incomoda muito Vladimir Putin. Tanto que o governo russo encomendou a Jolla, empresa formada por ex-funcionários da velha Nokia, um fork do Sailfish OS, um sistema operacional móvel desenvolvido pela Jolla. A preocupação russa talvez seja com backdoors no Android, ou com o que a NSA consegue fazer com o sistema do robozinho verde.
            Analisar um produto criticamente pode exigir um isolamento de questões externas como as desigualdades, em outros casos (como esse do fork de Sailfish e o da supra citada tragédia da “conquista” das Américas), isso certamente não é possível

    2. Não entendo qual é o seu ponto, desculpe.

      Li três vezes e li a discussão abaixo, não concordo com o modo nem do @binho_bike:disqus e muito menos do @disqus_NTi9DnOdsS:disqus de dialogar, mas, o primeiro tem um ponto relevante sobre o alcance dessas tecnologias (o segundo daqui a pouco apaga tudo o que escreveu e foge pra casa como uma criança mimada) que deve ser levado em conta.

      Em 1999 o Matrix fala de como estávamos embasbacados com a nossa própria grandeza – e por isso a simulação era daquela era da humanidade – que nos cegamos ao resto. Acho que o sei texto vai nessa direção, esquece o problema da tecnologia como cadeia produtiva e a escassa penetração que ela tem.

      Lógico, porém, que beira o ridículo ignorar o impacto do Smartphone pós-iPhone na vida de todas as pessoas de quase todas as classes (a maior inclusão digital se dá com telefones de baixo custo que os sites de tecnologia ignoram ou fazem chacota de quem compra); a internet idem, mesmo móvel e de baixa qualidade, permitiu que uma grande quantidade de pessoas conseguisse entrar no mundo digital, acessar redes sociais, se informar e consumir um miríade de entretenimento que antes estava restrita. Nem irei entrar nos cursos superiores como os nanodegrees ou cursos livres do Coursera e edX.

      O ponto é que desde o início essas tecnologias pareciam ter muito mais capacidade orgânica de serem uteis para a maioria da população do que as de agora. Agora, parece que simplesmente as empresas estão buscando um motivo ou motivação para cobrarem cada vez mais pelos seus aparelhos e justificar esses preços com coisas de utilidade duvidosa (como você mesmo disse, os mais poderosos aparelhos são dispensáveis) tentando enfiar goela abaixo dos early adopters essas tecnologias. Foi assim com os óculos 3D + TV 3D uns anos atrás e que falharam miseravelmente, mas, naquele tempo quantas pessoas disseram que esse era o futuro?

      A nuvem é uma realidade, mas, numa camada transparente que o usuário não deve ver – se o usuário final perceber a nuvem, ela está agindo de forma errada – mas as assistentes pessoais até o momento não suprem nenhuma demanda real, exceto, a de justificativa de investimentos e aumento de preços/lucro.

      E todas as tecnologia anteriores só são relevantes porque são acessíveis para a maioria parte da população. O Whatsapp no Brasil teve muito mais impacto do que qualquer aplicativo hipster de conexão de comerciantes e consumidores, por exemplo, sem sequer ser criado pra isso, e ele só é útil porque ele funciona em quase todos os aparelhos possíveis atualmente e com redes capengas, sem isso, ele seria um aplicativo de nicho (por exemplo, na periferia não existe iFood nem Uber, o cara chama a comida e o motorista pelo Whatsapp e marca na entrada da vila).

      É muito lindo pra humanidade com acesso toda essa inovação, serve para nos embasbacarmos com a nossa própria grandeza, mas, de útil, vejo muito pouco por enquanto – e ainda não vi nenhuma empresa se preocupando com isso de fato.

      1. Sobre o Fábio, discordo, pois o assunto sobre o qual eu dissertei aborda o futuro grande produto. Guerra e tecnologia podem estrelar qualquer texto, mas nesse meu acima este não é o caso.
        E sobre meu ponto, me explico:
        “E agora?” resume nesse meu texto a frase “The next big thing”.
        E meu ponto é que essa próxima grande coisa será algo mais orgânico: “O ponto principal de todas essas possibilidades é que estamos parando de migrar para o digital, e agora estamos fazendo o digital migrar para o analógico. O computador está aprendendo o valor da alavanca.”.
        De resto, suas colocações são muito relevantes. O exemplo da tv 3D foi ótimo. Muita coisa que parece ter futuro flopa, e outras das quais podemos rir hoje vingam amanhã – este foi o caso do iPad, que conseguiu criar um nicho, embora tenha perdido propósito por causa dos phablets.

        1. Entendi.

          Acho que o movimento de migrar o digital pro analógico é exatamente por conta da falta de motivação de novas tecnologias. Como eu disse, as empresas precisam sempre justificar preços e investimentos, e na falta de uma capacidade de inovação dentro do meio digital elas se voltam as tarefas cotidianas tentando melhorá-las. Cadernos de anotações que sincronizam com apps, tablets como o iPad Pro (que é lindo, mas, relativamente inútil) que querem ser um hub criativo (puxando artistas do papel pro digital diretamente) e aplicativos que prometem melhorar o tracking de tarefas, listas, afazeres são exatamente (no meu entendimento) essa tentativa frustrada de melhorar o analógico inserindo o digital como diferencial, problema que isso não resolve problemas, não cria facilidades e não é orgânico.

          O exemplo do Whataspp na periferia pra mim é o melhor exemplo de uso orgânico de algo. Ele não foi criado pensando nisso, mas, como facilitar de comunicação ele acabou sendo usado pra facilitador de serviços. Se criassem um app que ajudasse nisso e se integrasse com o Whatsapp, seria adotado pela maioria da população que vive nessas zonas (na China o WeChat faz isso muito bem, integrando diversas funções como pagamentos, transferências, etc).

          Resumindo: eu acho que essas novas tecnologias, assistentes e tudo mais não fincam bandeira no usuário diário porque elas simplesmente não resolvem problema nenhum, são fruto da mente de pessoas fechadas em pequenos cubículos sem muita relação com a realidade, seja ela dos EUA ou do Brasil.

          1. Essa observação sobre o WhatsApp foi excelente. Talvez eu escreva algo sobre como tecnologias às vezes são, digamos, repensadas inconscientemente. De fato um exemplo muito orgânico. Me lembra uma observação curiosa que li um tempo atrás, sobre como mulheres de cabelos compridos davam novos propósitos às canetas, usando-as pra prender o cabelo, e não apenas para escrever.
            Sobre aplicações que se integrem com o WhatsApp, isso só poderia acontecer se fosse feito e/ou autorizado pelo Facebook. E eles provavelmente não o farão, pois a prioridade deles nesse sentido de dar poderes a mensageiros está toda focada no Messenger, que tem recebido essas mesmas funcionalidades que você descreveu que o WeChat tem.
            E o seu resumo final poderia muito bem fazer parte do meu texto, uma vez que eu penso o mesmo e apenas escrevi de forma mais longa e detalhada fatos como a nossa não-necessidade de ter a última palavra em smartphone no bolso. Poucas pessoas realmente precisam ter algo de ponta.

          2. Poizé.

            O Facebook prioriza o Messenger até porque o Whatsapp não é muito usado nos EUA, porém, o grande diferencial é que o Whatsapp roda razoavelmente bem em vários telefones de baixo custo, coisa que o Messenger não faz (ele fica meio lento até em telefones mid-end) e roda em diversas plataformas (tem até um cliente desktop/web que, apesar de capenga, ajuda quem tem telefones mais baratos).

            O Telegram é uma solução muito melhor nesses termos, mas, não é usado. Daí entra a parte orgânica da equação: não tem como forçar uma adoção que não pode ser capilarizada pela população. Talvez funcione muito bem na classe média dos EUA, mas, nos outros países as soluções são muito distintas.

            O grande problema dos blogs de tecnologia o Brasil é que eles partem de estudos e assumem posições se baseando na classe média norte-americana (com cartão de crédito enraizado na cultura, acesso a consumo de telefones high-end e acesso a capital) ao passo que isso não pode ser estendido pro resto do mundo.

            No final, as análises parecem descoladas da realidade e sugerem a compra de um telefone de R$4k para uma professora do ensino fundamental que usa Whatsapp e Facebook.

            Como você disse, muito poca gente precisa de algo high-end no bolso.

          3. O Telegram tem suas vantagens mesmo. Grupos por exemplo eu só aceito participar se for via Telegram, por conta da seu gerenciamento via nuvem. Sobre fazer as pessoas usarem, eu conheço pessoas que escreveram o seguinte no seu status/bio/whatever no WhatsApp: “Não me mandem mais mensagens aqui, estou usando apenas o Telegram. Meu nick: @fulanodetal”. Já pensei em fazer a mesma coisa, mas o Grupo Diário e alguns amigos me prendem ao WhatsApp por enquanto.

      2. Só vou lhe responder pois acho que merece um pouco mais de respeito do que o Montarroios.

        Seguinte: (o segundo daqui a pouco apaga tudo o que escreveu e foge pra casa como uma criança mimada) me soou ofensivo.

        Acho que tenho o direito de apagar a conversa e sair dela. Este tipo de avaliação ignora que muitas mensagens são efêmeras, não duram. Apenas estou querendo tentar aprender, não que me enfiem uma informação para seguir como doutrina.

        Estou em uma conversa para deixar uma opinião ou aprender com a opinião alheia, não para ser achincalhado (tá, sei que tem horas que acabo fazendo o contrário do que falo).

        Se me sinto incomodado, creio que o direito de usar o botão de apagar é válido – se tenho direito de posse das palavras que escrevo, acho que não tenho problema em retira-las de campo. A conversa não funcionou, não tem valor, vocês tiram o valor das minhas palavras. É uma forma de deixar o que passou para lá. Você naõ sabe o quanto fico irritado ao ler certas coisas.

        Então de que adianta eu deixar a conversa ativa sendo que vocês não deram valor? Ou uma conversa que no final não serviu de nada Para depois no futuro alguém usar a mesma em algum “perfil de humor” para servir de “humilhação eterna”? Para servir de parâmetro “de evolução da pessoa”?

        Não, obrigado. Nestas horas entendo o porque de alguns usarem o anonimato e pseudônimos.

        Acho muito estranho quando pessoas que se dizem a favor de liberdade, do respeito e tudo mais, mais julgarem os outros do que ignorarem atitudes que não lhe são relevantes. Não vira. Não adianta julgar e falar que é a favor do outro e julgar o outro pelo que faz ou fala. Ou se julga ou se é isento.

        Sempre funcionei assim. Chamar eu de “criança mimada” para mim é ofensa. É chato. Não seria “criança mimada” também a pessoa que teima na sua opinião ao invés de ignorar opiniões que não lhe convenham?

        Já falei uma vez por aqui: o que eu faço no final é vício. Eu sinceramente queria parar uma vez por todas de passar em alguns comentários, mas não dá. No fundo quero emitir uma opinião e ver se sou “ouvido”. Se não sou ou se sou contrariado de um jeito irritante, apago e tchau. Melhor, mais simples e menos incomodo.

        Se fosse fácil se livrar de vícios, pode ter certeza, nem teria escrito isso tudo aqui para você e deixar exposto aqui.

        1. Soou ofensivo porque era pra ser ofensivo.

          A ideia principal que você passa é exatamente de ser uma pessoa incapaz de lidar com atritos e críticas a sua argumentação, e quando isso acontece você apaga. É seu direito, lógico, mas é meu direito também lhe dizer que isso é deselegante e tira toda a vontade de uma pessoa vir aqui e gastar um tempo pra falar contigo, e tem grandes chances da maioria das pessoas aqui achar isso também.

          E isso soa como uma criança mimada, infelizmente.

          Se você tem tantos problemas assim na hora de discutir, se te incomoda o fato de que as pessoas tem ideias que não corroboram o seu ponto de vista, se te incomoda que as pessoas te julguem (ninguém é isento) pelas tuas palavras, não discuta. Ninguém te obriga, mas, entrar numa discussão é ser confrontado. Ninguém tira valor das suas palavras, todas as sua palavras valem, senão eu nem responderia agora, por exemplo.

          Sinceramente, tudo o que você acha que ocorre parece fruto de uma paranoia sua. Você acha que as pessoas pegam o seu perfil e ficam rindo? Isso me soa como problema psicológico.

          Sobre não aceitar a opinião, acho que todo mundo aqui já deve o desprazer de entrar nessa discussão contigo. Uma discussão se trata justamente de impôr um ponto de vista por meio de argumentos. Você argumenta, sei interlocutor contra-argumenta. Isso gera atrito de ideias e, por vezes, mudança no pensamento das pessoas. A impressão que dá é que você não quer isso, você quer chegar aqui e falar e que todo mundo diga que é ótimo isso que você fala. Novamente, me soa como problema psicológico.

          Como não sou psicólogo e sequer tenho interesse em ser, simplesmente passarei a ignorar as suas postagens a partir de agora que é pra não correr o risco de, novamente, acabar numa discussão sem sentido de “pessoas deveriam agir como X”.

          1. simplesmente passarei a ignorar as suas postagens a partir de agora

            obrigado.

      3. De fato, não foi a melhor abordagem, mas deve se dar um desconto com a minha impaciência q, claro, não pode se sobrepor aos outros ou ao q as pessoas acham das coisas, mas ele existe com determinados assuntos e, bem, prefiro ser sincero em expô-la… Mesmo q ele não responda ou nem leia vou tentar esclarecer algumas coisas q ele escreveu a mim q me pareceram bem injustas.

      4. Algumas matérias de alguns sites me lembram sites de automobilismo q sempre falam dos super carros, q custam 99 milhões, e só seis pessoas no mundo compram. E parte delas bate o carro no primeiro dia de uso. Ou tb aquelas reportagens da Globo sobre a mais Jova técnica médica que Nunca vai chegar aqui e se calhar de chegar uns 99 anos depois de inventada, vai ser usada por apenas seis pessoas que podem pagar… Falta atenção ao uso da tecnologia pela grande massa. O problema é que assim como há muitos formados nessa “escola” do superluxo q interessa a poucos (veja a finada revista “Wish” ou a “Caviar life style” do João “trabalhador”), há os que são formados na escola do SBT e tratariam do assunto como se a massa fosse um amontoado de idiotas que merece coisas como Ratinho e congeneres… O livro do Jesse de Souza (antes da sua fase ultrapetistão),” A ralé brasileira” e o “Batalhadores” dá uma boa medida disso (pra entender a massa e a “classe c” no seu auge).

        1. Exatamente.

          Falta ao pessoal que cobre tecnologia entender a realidade do brasileiro médio de fato. Todos eles compraria, se pudessem, um telefone de R$4k sem pensar, e todos eles sabem que esse é o melhor telefone quando comparado com um de R$1k. Mas não dá, não tem dinheiro e o crediário não ajuda (aliás, quantas críticas ao fato de que brasileiro paga iPhone em 24x você já viu? E quantas dessas críticas foram tecidas pelo mesmo “influenciador” que cobre apenas o mercado topo-de-linha? Poizé).

          Falta entender bastante a classe média “baixa”, a classe C e D, para os veículos de web. Não os culpo, pode ser apenas um viés editorial (sites fazem escolhas) ou pode ser muito bem apenas a bolha social falando (normalmente é fácil perceber que quem cobre tecnologia no Brasil é oriundo de clivagens mais altas da sociedade, não ricos, mas classe média com poder de comprar pra viajar pros EUA, comprar iPhone etc).

          Novamente, não os culpo; mas critico.

    1. O Dória é exatamente o que o Brasil precisa para desmascarar essa maluquice de “não político” (sendo que ele até FG e CC já teve na EMBRATUR e se safou de ser condenado as 18 do segundo do tempo) porque o brasileiro precisa entender que esse pessoal rico de nascença não é amigo dele.

      O empresário minúsculo, que tem uma padaria e mais dois funcionários, precisa entender que ele faz muito mais parte da classe trabalhadora, proletária, do que da classe burguesa detentora de meios de produção. O Dória poder ser o início do esfacelamento dessa fachada do grande empresário brasileiro (muito mais porque ele é um cara mimado e que se acha a última bolacha do pacote, chamando hoje de manhã os servidores públicos de SP de vagabundos e mandando circular na quinta-feira dizendo que vai cortar ponto de quem faltasse hoje). Talvez em 2018 ainda tenhamos uma grande massa de gente pobre comprando a briga do patrão, mas, acredito (estou sendo otimista) que com o tempo esse fenômeno de agora leve a um levante maior contra esse pessoal (não que eles vão perder poder ou dinheiro, mas, vão acabar ficando relegados a negociatas internas e ao enriquecimento ilícito normal do capitalismo).

      BTW, alguém sabe o que exatamente fazem as empresas do Dória?

      1. O que eu sei é que ele tinha/tem uma associação de grandes empresários, a LIDE e algumas outras empresas (veja são mais de 3), mas em nenhum lugar explica direito.
        https://pt.wikipedia.org/wiki/João_Doria_Junior#Grupo_Doria

        A descrição abaixo está na página do FB do Grupo Dória, holding que agrupa tudo.
        O GRUPO DORIA foi fundado pelo jornalista e empresário João Doria Jr. em 1992, em São Paulo. As atividades do Grupo em eventos no Brasil e no exterior são reconhecidas pela qualidade, eficiência e repercussão pública de suas realizações. Composto pelas empresas DORIA ADMINISTRAÇÃO DE BENS, DORIA EDITORA, DORIA EVENTOS, DORIA INTERNACIONAL e DORIA MARKETING & IMAGEM, o GRUPO DORIA atua sob as seguintes plataformas de marketing: eventos corporativos, públicos, iniciativas culturais, institucionais e comunitárias.

        Se você busca por Grupo Dória na internet cai num site em construção e que te indica o site do LIDE. Então, sei lá como ele “ganha dinheiro”. Por que não acredito que seja com publicidade nas revistas…

        Agora, sabemos que ele vem de família com “posses”.

        Se souberem, ajuda.

          1. Cara, excelente matéria! É este tipo de informação que busco quando alguém informa contra algo. Perfeito! Perfeitíssimo! Compartilhando já!

        1. O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais organiza eventos para empresários em todo o mundo, mas o foco é o Brasil. Aqui tem uma lista de eventos que acontecerão em breve: https://www.lideglobal.com/eventos/

          De maneira grosseira e resumida, o que o LIDE faz é juntar pessoas que tem dinheiro para que elas façam networking e, assim, ganhar mais dinheiro. O LIDE descola vários patrocínios para financiar estes encontros e desconfio que cobra ingresso de quem quer participar. É como se fossem congressos científicos ou campus parties para empresários.

          1. Gostei do termo ‘descola’. É bem por aí. Fico imaginando o balancete desses empresários: 2017, item 560: Descolamos R$ 999.999,99 em doações de empresas idôneas e respeitáveis para fins igualmente idôneos e respeitáveis.

          2. É uma Campus Party de empresários que tem relações escusas com o governo.

          3. Quem não leva talvez receba uma doada por empresas parceiras, mas sem interesse, claro.

            Gostei do texto q vc indicou, até me animei de escrever sobre os drones w o prefeito “” ganhou “”, mas a coisa foi tão chulé q não vou me dar ao trabalho. Estamos longe, muito longe, de algo próximo ao q fizeram no Rio.

            Aproveito e recomendo a leitura de “todos os olhos”, de Bruno Cardoso.

        2. Deve ser um fundo, onde mais de 90% do dinheiro é investimento em renda fixa e pré-fixada. Saída clássica para os herdeiros de fortunas.

    2. Acho q pra decretar q ele é o pior prefeito da história vai levar um tempo. Especialmente se vc viveu sob os auspícios de um tal Paulo Maluf…

    3. Primeiramente, #hailMussolini

      Em segundo lugar, político no Brasil o que mais faz é se queimar. Doria já era previsto se queimar mesmo, se eu fizesse um bolão eu ia perder pois pensei que ele ia se queimar logo nos dois primeiros meses. Foi mais dois.

      Não dá para julgar que ele é o pior prefeito da história em 4 meses apenas. Mas que ele queimou a largada mal, isso com certeza.

      Mas bem, tem muita gente que fala uma coisa e diz outra…

      https://www.youtube.com/watch?v=8Caf46n8dgg

        1. Ué, pensei que #foraTemer fosse um cumprimento igual aos que favoráveis a ditadura faziam… foi o que vi ontem.

          Só passava pela barricada dos ditadores fascistas (tudo pelo estado, vindo do estado, nada contra o estado) quem gritava este bordão. Quem era contra teve o veículo depredado, ou faziam algo, como por exemplo sequestrar a chave do veículo para fazer o mesmo de barricada. Ouvi até relatos de gente armada (não policial) mandando gente descer do ônibus para o motorista aderir a manifestação.

          Fora gente que simulava ser paraplégica para ser filmada sendo atacada pela polícia…

          https://twitter.com/thivascao/status/858081912463777792

        2. Só para não falar que estou sendo injusto.

          Vi também muita gente abusando do lado das vítimas das manifestações. Pessoal que foi atropelando (infelizmente – espero que sejam devidamente punidas), gente que usou o twitter para mostrar que ia armado, ou para ofender manifestante).

          No entanto, todos erraram, mas 10 erraram mais que 1000. 10 fecharam caminho de 1000. Depois reclamam de falta de apoio ¬¬

          1. Fodam-se os ricos. A gente sofre a vida inteira ouvindo esse seu discursinho elitista de merda. Peguei ônibus e metrô lotado a vida inteira enquanto os bandidos engravatados dos jardins e morumbi viviam confortavelmente às nossas custas. Chega de trégua. Tem mais que bloquear mesmo a circulação do capital. Tem mais mesmo que destruir (ritualmente, de preferência, com o adequado nível de catarse necessário) as propriedades dos ricos. Chega de exploração. A greve é só o começo. E, sinceramente, vai se foder com seu elitismo.

          2. Quer dizer que todo mundo que é contra a greve é rico? Generalização tende a ser burra, mas essa foi a gota da água.

            Mas o que vi ontem foi mais gente pobre p*ta da vida pois não tinha transporte na rua do que rico enfrentando engarrafamento (estes procuravam desvios, a propósito).

            Tem mais que bloquear a circulação de capital? Isso é fácil: é só não comprar coisas e deixa o cara falido. Ou roubar o dinheiro DELE (não do banco ou da empresa de transportes, do cara mesmo!)

            Não todo mundo. Bloqueou a circulação de capital roubando a chave do ônibus ou ameaçando com arma quem estava dentro de um, e quem perde mais é o pobre que perdeu a média de 70 reais o dia (não) trabalhado. O dinheiro do rico tá rendendo juros no banco, não na rua.

            O cara que conseguiu chegar no trabalho nem conseguiu fazer dinheiro, só teve prejuízo. O medo do “tiro, porrada, pedras e bombas” afastou as pessoas de comprarem o que precisavam (e o que não precisavam).

            Tem que destruir as propriedades dos ricos?

            Pobre orelhão, que serve a pessoa que mora na rua e que só tinha um cartão de R$ 5 para ligar para a família no interior.

            Pobre hospital que teve seu muro pixado cujo Miguel, que ganha um salário mínimo por mês vai limpar o nome do Michel (e que no final o Michel nem vai ler, pois estará em uma reunião como sempre, fugindo dos problemas do país) , https://uploads.disquscdn.com/images/0076d381388bdedfca9dbff6a01d4f0a2312bcbe78a14753bc3d753576d8ff9c.jpg (Foto da Globo – http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2016/06/manifestantes-deixam-predio-da-presidencia-da-republica-em-sp.html)

            Pobre muro da obra (paralisado por suspeitas de desvio de dinheiro) pixado por um classe média alta, talvez pelo instinto de marcar território, tal como cães urinam na rua pelo mesmo motivo.

            https://www.youtube.com/watch?v=2MHRLoySg5o

            F*d*m-se os ricos. Mas quem se f**eu mais foram os pobres. Parabéns! continuem pensando assim e dividindo o país. Só estou vendo quem está ganhando com isso : Como eu disse nos comentários do Buzzfeed:

            Manifestações do MPL de 2013: pouca adesão e muita baderna.
            Manifestações após jornalistas serem atinigdos por balas de borracha: 200 mil pessoas nas ruas, punição aos baderneiros e atraso no aumento da pasagem.

            Brigas de manifestações de 2015 (pró vs. contra impeachtment.)

            Resultado: os verde-amarelos dançando e fazendo graça em volta do pato de borracha ganharam dos caras de vermelho depredando e vandalizando tudo, e temos um presidente tão ruim quanto o anterior. De quebra, ainda conseguiram eleger alguns filhotes do pato em 2016, tão corruptos quanto quaisquer outro politico. Fora um monte de político que foram presos assim que iam sentar na cadeira do prefeito.

            Greve é para incomodar, mas quem vocês queriam incomodar não conseguiu não. Só conseguiram mais gente contra vocês que apioaram a greve. Conviva com isso.

            Esta mensagem se autodestruirá assim que o responsável quiser

          3. Bom mesmo é permanecermos calados frente a essa ditadura dos patrões, né? Bom mesmo é sermos obrigados a trabalhar até morrer, 12h por dia, com 30 minutos de almoço, em jornada intermitente, sem férias e 13º, né?

          4. Patrões que antes eram empregados. Ou puxa saco de outros patrões. Ou pobres que eram justamente alguns destes que fizeram greve no passado e hoje demitiram porque fizeram greve.

            Trabalhar até morrer de alguma forma será assim sempre. Mesmo aposentado, teremos trabalhos de todos os tipos – e até alguns aposentados vão querer voltar a trabalhar para não ficarem entediados em casa pois os filhos hoje tem outras familias e não tem tempo de ficar com seus entes de geração anterior.

            E que eu saiba, serviços de 12h interruptas são seguidas de descanso 36h. Policiais e enfermeiros sofrem sempre com isso. O problema não está aí. É o quanto remunerado é quando usa hora plantonista, mas se nem o grevista dá o valor justo e fica chorando migalhas para comprar algo…

            30 minutos de almoço + 30 mais cedo para sair do trabalho (ou chegar mais tarde). Isso se chama flexibilização – ou seja, chego, saio e sou remunerado pelo tempo que trabalhei.

            Férias e 13º tem muita gente que nem recebe direto por causa da legislação de terceirização anterior, que fazia manobras para evitar pagar os custos da demissão sem justa causa.

            Fora que muito grevista trocou voto (ou fez ponto de venda de votos clandestinos) por cargo ou dinheiro na eleição passada.

            É… bom mesmo é continuar a hipocrisia da corrupção pequena e punição da grande corrupção. Parabéns!

          5. O simples fato de você tentar justificar esses absurdos trabalhistas já demonstram o quão visceralmente você está conectado à corja dos patrões. Fodam-se os patrões: nos direitos dos trabalhadores eles não mexem.

          6. Aí a gente vê na lógica do “mocinho” vs. “vilão” que “o mocinho é o dono da razão absoluta, vítima do malvado sistema e herói dos pobres”, e “o vilão é cara sem razão, algoz e dono do sistema e pobres”… É… Se fosse tão simples assim, como sempre digo, bastaria o mocinho matar o vilão e a história acaba com o mocinho vitorioso…

            me diga, usando-me de um adhominem antes de eu pensar em apagar esta conta: quanto você ganha com essa defesa toda em dinheiro?

          7. O interessante é a pessoa que estava “debatendo” com você ter apagado todos os comentários.

    1. Ainda não consegui ver. Tá na lista. Acho interessante o Papa falar sobre o assunto, entrar na pauta dele. A igreja está sempre atentíssima ao q acontece, mas, claro, geralmente dá as piores respostas em muitos casos…

  7. Queria falar sobre atualizações, a Google falou que garante 2 anos de atualizações, só não lembro se ela se referiu ao Android em geral ou ao Pixel (li as matérias ontem). Mas quando se trata de Microsoft é sempre um quebra pau danado, aparelhos de 2013 que não vão receber atualização esse ano e só vejo críticas. Gostarei de uma discussão do pq isso acontece.

    1. O Google solicita no acordo com as OEM que mantenham os aparelhos atualizados por 2 anos.
      Ela diz garantir isso para os aparelhos oferecidos por ela, como os antigos Nexus e atuais Pixels.

      Parece que apareceu uma reportagem do Android Authority comentando sobre o Google reforçando e confirmando atualizações para o Nexus 6P, 5X, 6, 9 e os Pixels.

    2. Famoso mimimi.
      O Lumia 1520, de 2012, recebeu atualizações até esse ano, um marco em se tratando de smartphones. Só a Apple supera essa marca, em tempo de suporte e em quantidade de dispositivos antigos. Então sim, a Microsoft deu suporte.
      O meu Lumia 730 teve três anos de suporte, e mesmo não sendo elegível à Creators Update poderá baixar as builds, pois a Microsoft liberou ontem aparelhos não suportados

      1. O problema é a promessa, a Microsoft desde o Windows Phone 7.x prometeu ter atualizações melhores que o Android e de certa forma acabou quebrando a promessa. E, mais importante, a Microsoft não tem o mínimo de preocupação com retro-compatibilidade…quem fica em versões mais antigas do sistema acaba ficando sem suporte de aplicativos.

  8. Já tem / teve matéria do Manual sobre a utilidade (ou não) do Smartwatch? Por mais óbvio que seja…

    Pq se procurar no mercado livre, anunciam smart até pra colar em prova de colegial LOL

      1. Fiz o post sem pensar, não consegui passar o que imaginava hahah enfim, pensei em algo com relato de utilização ou “existem certas utilidades, como isso aquilo ou aquele outro”, mas com o nível/visão do Manual. Mais precisamente, do novo Manual.

        Isso pq li o post sobre o LG G6 e gostei da nova abordagem – nem tive o que comentar lá, pq fiquei com zero dúvidas. Aí pensei em algo com a visão da Emy. Mas talvez o que eu esteja pensando seja mais a cara do tecnoblog, ou mesmo de algum canal específico do youtube hahah – sem ironias, é que são veículos diferentes com objetivos diferentes :)

        1. Tá parecendo que o Tecnoblog realmente falará sobre isso com mais profundidade. Se não me engano, vi alguns posts do Higa no Twitter.

  9. Liguei meu “modo auxilio” e hoje tou meio que ajudando um pessoal que está sofrendo com os malvados anti-democráticos (a.k.a. grevistas) e passa na página da EMTU (a gestora de operação de ônibus nas regiões metropolitanas de São Paulo) no Facebook e que pergunta se os ônibus estão em greve.

  10. Estava pra comprar a mi band 2, mas já vão anunciar a 3, então irei esperar mais um pouco.

    Vocês estão na expectativa da nova pulseira?

    1. Nossa! Isso é sério, Weller? Eu comprei a mi band 2 no ano passado, mas deu um problema e eu tive de enviar para eles constatarem a falha nela e enviarem uma nova. Fiquei ansioso agora pela nova. Vou dar uma pesquisada. Talvez valha mesmo aguardar essa nova. Valeu! Um abraço!

      1. Sim, eu tive a 2s (acho que é esse o nome, é aquela que os leds são brancos). Mas acabei perdendo (saiu da pulseira), aí estava pra comprar outra quando vi a notícia.

      2. Qual uso básico vcs davam pra mi band? Mera curiosidade de alguém que pensa em ter algo assim (eu) mas não sabe pra que.

        1. Sincronizar notificações do smartphone. Pode parecer meio besta comprar uma pulseira pra isso, mas o motor de vibração do meu Z Play é bem fraco e ainda é “abafado” pela capinha, então várias vezes eu deixava de atender ligações ou receber mensagens importantes por simplesmente não ouvir tocar. No começo só deixei sincronizado WPP e SMS, mas depois que a empresa aderiu ao Google for Work, também coloquei Hangouts, Gmail e Agenda. Como no meu trampo as pessoas me caçam constantemente até fora do expediente, foi uma baita mão na roda.

          E, no caso da Mi Band, existem vários apps pra customizar o botão capacitivo dela com o número de toques. A minha, por exemplo, está configurada pra controlar a música conforme o número de toques que dou no botão quando o Deezer está aberto. Mas dá pra configurar dezenas de outras funções.

          Pode comprar sem medo. O custo benefício dela é impressionante, até comparado com os smartwatches convencionais.

          1. Agradeço! Tenho um Moto tb, no caso um X, e a notificação dele no modo vibra é bem suave mesmo, em casa é bom mas no trabalho perco algumas ligações hahah
            Nunca procurei a Mi, sempre foquei nos smarts. Vou pesquisar sobre, valeu!

    2. Nem sabia que a 3 estava pra sair… Comprei a 2 no começo do ano e estou bastante satisfeito.

      Só trocaria se a nova tivesse alguma função matadora, mas acho bem difícil de acontecer.

  11. Falando ainda dos relatórios fiscais.

    Me expliquem os mais antenados no mundo econômico.

    Como a LG conseguiu não perder tanto dinheiro com smartphone? Será que aparelhos medianos fizeram dinheiro? Por que o G5, não dá pra considerar nem que foi bom, correto?

    1. Vide Brasil, ela tem lançado aparelhos bem medíocres com preços acima da concorrência. Por incrível que pareça, tem público para isso.

  12. Olá! Viram o relatório fiscal da Nintendo e das vendas surpreendentes do Switch e principalmente do novo Zelda?

    Não imaginava que o jogo venderia tanto, ao chegar no lançamento a quase 4 milhões.

    Tenho um Switch e o jogo é espetacular.

    Será que dessa vez a Nintendo vai acertar ou será um sucesso limitado?

    1. Não acompanho mais a indústria de games, mas tudo dependera de como as triple-A atuarão com o Switch.

      Aparecendo jogos rapidamente, e de apelo, imagino que ele ganhe folego, mas se ficar como o WiiU apenas com suporte da própria Nintendo, não sei se avança muito.
      Só existe o Zelda até agora? pode ser pouco… Ha quanto tempo tá jogando só ele?

      1. Me parece claro que o Switch não deve ter suporte a jogos considerados triple A. Não terá um Mass Effect nele por exemplo. Mas acredito que ele irá sair bem pelo motivo que vai chegar um momento que 3DS irá diminuir as vendas e os estúdios que lançam para ele irão focar no Switch.
        Podemos considerar que o 3DS tenha bom jogos, além que desse modo os estúdios da Nintendo irão focar somente em um aparelho. Tendo mais jogos produzidos.

        Além do suporte forte dos Indies aparentemente e a Square parece estar animada.

        Agora no fim, é ruim pra Nintendo antecipar a morte do 3DS pois ainda vende, mas acho que o sucesso do Switch está nesse ponto, as duas linhas dos consoles da Nintendo se convergirem em uma.

        1. Não acho que a Nintendo irá matar o 3ds, ontem mesmo ela anunciou um novo modelo de 2DS (foi totalmente repaginado) que será lançado próximo a saída de dois novos jogos exclusivos da empresa.

          1. Particulamente acho que ela mata. Aconteceu o mesmo com GBA e DS onde disse que ia manter os 2. A partir que as vendas do GBA cairam, ela deu atenção somente ao DS. Não acho que esse novo 2DS vá vender tanto.
            Obviamente posso estar totalmente errado, mas ciclo de vida do 3DS para mim está no fim, ela só está tentando tirar a última gota. O próprio calendário de lançamento dele em 2017 já são poucos grandes jogos

            Update: Saiu um texto no Ars Technica acerca disso https://arstechnica.com/gaming/2017/04/after-nintendo-switch-does-the-3ds-have-a-future/

        2. A plataforma 3DS eu acredito que está bem, tanto que a Nintendo anunciou o novo 2DS XL e a faixa de preço dele não colide com o Switch que é mais caro.

      2. Estou jogando há pouco tempo, desde segunda feira.

        A lista de está pequena e caminhado, mas, tem um calendário claro de lançamentos.

        Além do Zelda, comprei Fast RMX (jogo de corrida no estilo do antigo F-Zero) que é expetacular.

        Hoje é o lançamento mundial de Mario Kart 8 Deluxe, além dos já confirmados para esse ano: Splatoon 2, Xenoblade Chronicles 2 (se seguir como foi o 1, será um ano grandioso para o Switch), Arms e o novo Mario. Particularmente, só os 3 primeiros de fato me interessam.

    2. Se a nintendo continuar nesta mente fechada da época do wiiU, o switch sera um sucesso limitado a mario e zelda como de costume.

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