Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #297

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira ao meio-dia.

275 comentários

    1. Nunca pensei que existia essa forma de dominação no mundo.

    2. Nada haver essa comparação entre França e ex-colônias com as relações Brasil-China.

      1. Relação China Brasil de 2025 pra frente… fique vivo e vc vai entender. Ou então veja o domínio EUA – Venezuela, EUA – Japão, ISR – Alemanha…

        O fato de vc não concordar não nega a realidade.

  1. Estava aqui pensando o quão hoje um profissional de redes sociais (aquele que geralmente alimenta as informações em redes sociais, que a galera chama de ADM ou Estagiário dependendo do que ele faz) tem que ser cínico para lidar com um grande número de pessoas de diferentes pensamentos.

    Isso vale inclusive para redes sociais de prefeituras, políticos, órgãos e serviços públicos.

    Porque pensam comigo: o quanto de gente chega na rede social de um serviço público – transporte por exemplo -, e quando dá algum erro catastrófico, como problemas na emissão de passagens, o quanto de pessoas vão lá lotar as redes reclamando do problema.

    Ou também no caso de problemas com funcionários, como atitudes estúpidas de profissionais de segurança, por exemplo.

    1. Taí uma profissão que não queria nem que me pagassem muito: cuidar de redes sociais de empresas (ou de “famosos”).

  2. Para o próximo ano gostaria de pegar um tablet para me ajudar a diminuir a quantidade de papel que tipicamente carrego para minhas aulas e até consultorias. Especialmente em aulas, o notebook fica só ligado ao projetor/TV enquanto as minhas anotações ficam na minha mão. Pra isso, queria um tablet. Tem vários tablets de diversos valores no Aliexpress. Meu irmão inclusive tem um que foi relativamente barato (na faixa dos R$600) e ele gosta para PDFs e navegação básica. Enquanto eu não quero criar conteúdo ativamente nele, vejo necessidade numa caneta para algumas anotações rápidas (já tive um dos antigos Galaxy Note 10 e aquilo era excelente), mas não gostaria de pagar uma pequena fortuna. Procurando na internet tem muita recomendação no Galaxy S6 lite e no Xiaomi Mi Pad 5, que estão na faixa dos R$2k ~ R$2,5k.
    Alguém tem (ou conhece) alguma tablet com caneta própria (não aquele negócio com uma ponta que parece uma esponja ou aquela que parece ventosa) num valor mais acessível que esse?

    1. Eu tive um Galaxy Tab A com S Pen, custou uns 1500 reais. Não é nada excelente, mas dava pro gasto. O maior problema que eu tinha com ele era que a tela é muito pequena pra mim, pois eu o usava para resolver equações. Comprei um Tab S6 Lite por isso, e até hoje tem me servido muito bem.

      O bizarro é que o preço de ambos mal mudou desde que os comprei. kkkk

      Sugiro dar uma olhada no Tab A com S Pen. Também tem modelos mais antigos que são vendidos usados na internet. Mas aí acho que é meio que questão de sorte.

      1. Realmente pelo que pesquisei agora, a tela do A com S pen (que depois vi que não é o A7!) é realmente menor. Minhas aulas também envolvem equações, diagramas… eu já usei telas de 10″ e acho perfeitas para isso.

        E o que você está achando desse S6 lite? Se não achar nenhuma opção, vou ter que fazer o investimento mesmo. O da Xiaomi parece ter specs mais parrudos, mas possivelmente deve ser mais fácil de achar o S6 lite numa promoção e pegar abaixo dos R$2k

        1. O S6 Lite supre muito bem minhas necessidades. O tamanho da tela é bom, a S pen é muito boa também. A S pen do Tab A é muito pequena e incomodava na hora de escrever, enquanto que a do S6 Lite tem um formato muito similar a de um lápis comum.

          Minha maior queixa é: só vem uma ponta para a S pen do S6 Lite. Depois de um ano de tantas equações, a ponta ficou muito ruim. Vou ter que comprar outra. Já o Tab A vem com um bom número de pontas reservas (seis, se não me engano).

  3. estou assustado que num sítio como esse — em que esperamos encontrar leitores minimamente sensatos — ainda exista quem repita aquele absurdo nazista de que o “trabalho dignifica o homem”

    eu estou enojado

    1. Eu te entendo. Vez ou outra eu leio umas atrocidades nos comentários aqui que me tiram do sério. Na real, tem uns dois comentaristas que só aparecem aqui para fazer provocações bizarras.

    2. Não caia na isca, às vezes a pessoa só comenta pra encher o saco.

      1. Ou porque sabe que esse é o tipo de comentário que bomba. “Não alimente os trolls” e tal.

        Mas, sim, tem comentário que a gente duvida que possa ser real e mais, ter gente que acredita naquilo.

  4. Pessoal, buenas!
    Tenho em um grupo de WhatsApp um senhor que compartilha fake news sobre Covid e política o dia inteiro. Por um tempo, grande até demais, tive paciência de ir atrás, checar e devolver a realidade, mas percebi que o sujeito sequer debate o assunto. Penso que ele deve ter na parede da sala um quadro com um imenso símbolo de compartilhar, e essa é a graça da vida dele, mais ou menos como retrata algum Tecnocracia recente. Pois a paciência meio que terminou, e agora eu tô partindo pra zoeira mesmo. Comecei a responder as bobagens com figurinhas, e também dar uma aumentada nas teorias conspiratórias, envolvendo a Xuxa e até o Papai Noel(que na cabeça dele deve ser taxado de comunista por usar vermelho). Porém, mais do que isso, quero complicar a vida do cara, no que diz respeito ao compartilhar, e comecei a denunciar ao WhatsApp 100% do que o cara compartilha.
    Daí, pra minha surpresa, o sujeito passou a não mais encaminhar, pois as mensagens não vem mais com o compartilhar, e sim a copiar e colar, inclusive citando esse método no final de algumas mensagens. Desabafo compartilhado, pergunto: será que essa denúncia das mensagens surte algum efeito?
    Devo incluir o número do cara em algum anúncio na internet pra ver se ele dá uma surtada com o incômodo, ou alguém tem alguma ideia mais eficiente pra tornar a vida de gente assim, minimamente mais chata?

    1. As mensagens não vem mais com o “Encaminhado com frequência”. Aliás, não todas. Algumas ainda tem esse selo.

    2. Pelo jeito o MalcriadoRJ foi parar neste grupo aí.

      Falando sério, é block e pronto – mas pelo visto tu não é admin, e nem tem poder de moderação.

      Ou tentar chamar parte do grupo para criar um novo e apagar o antigo, deixando a peça por lá.

      Gente assim que vive mandando fakenews na verdade é alguém carente de atenção. O cara sente que tem algo assim, que se sente dono da razão. Seria interessante bloquea-lo, mas bem, se alguma boa alma tentar estuda-lo, talvez descubra um senhor que apenas queria ter razão em algo na vida, e não consegue.

      1. Tem a opção de bloquear um usuário específico dentro de um grupo e não receber mais nada dele? Seria o ideal.
        Enfim, não é um grupo meu, não conheço todos ali, mas peguei ranço de um minion. Vou seguir denunciando as postagens e torcer que WhatsApp faça sua parte.

      2. Se o grupo não fosse sobre algo muito importante (tipo trabalho ou faculdade), eu simplesmente sairia. Não tenho mais saco para essas coisas.

    3. Vi uma postagem, acho que no twitter, que a pessoa também cansou e resolveu “meter o louco” com quem espalha fake news. XD
      Infelizmente, tem pessoas que acreditam tanto em alguma coisa que não há argumento que a faça repensar. E a gente ainda tem que separar essas pessoas das que repassam só pra causar tumulto mesmo.

      Eu concordo com o Anônimo: também não tenho paciência pra grupos; mas eu fui mais radical: saí foi do whatsapp. XD

  5. Querem proibir no texto da lei o reconhecimento do vínculo empregatício dos trabalhadores de aplicativos.

    Isso mostra como não tem diálogo possível com liberal e com rico. O liberal rico quer extrair o máximo possível do nosso sangue. Quer ver a gente trabalhando até morrer com cinquenta anos em decorrência de tantas dores causadas pelos seus lucros.

    Não tem conversa possível. Cada vez mais acho que a única alternativa possível é aquela adotada por Fidel e Che. Paredão para esses escravocratas.

    1. Sim, lá vem uma nova reforma trabalhista, melhor jair se preparando, pois o abacaxi vai direto no rabo do proletariado.

  6. Meu namorado me pediu uma indicação de filme e eu passei um tempão tentando lembrar de um que vi há anos.

    Nesse momento eu desejei ter uma lista com tudo que já assiti ou li pra acelerar a recomendação.

    Você tem esse hábito? Onde deixa tudo registrado?

    1. como eu uso só pra registro mesmo e pra tirar essas dúvidas eventuais, tenho uma nota no celular mesmo: “livros lidos”, “livros para ler”, “filmes assistidos” e aí é só uma lista numerada, separada por ano

    2. Eu uso o Filmow. O aplicativo dele é péssimo, por isso só uso a versão web no computador. Fora isso, ele é muito bom.

    3. Trakt.TV. Melhor rede social de filmes depois do IMDb e Totten Tomatoes.

      Na vdd eu considero a melhor já, pois só uso ela.

      Para celular e melhor conveniência, já que não tem App oficial ainda, uso um App chamado Cinetrak (que tem integração direta com o Trakt). Usava o Movie Mate, mas o desenvolvedor deixou de lado.

      Eu aproveitei pra melhorar as traduções do Cinetrak e fiz isso no passado. Mas também comprei a versão pro com algumas regalias e digo que valeu a pena. 👌🏻

  7. Ultimamente tenho tido a impressão que as Big Techs não sabem muito bem o que fazer com a enorme quantidades de dados nossos que ela obtém. Na minha experiência, os algoritmos de recomendação, por exemplo, não tem melhorado tanto assim. Se muito, estão estagnados. O google tem meus dados de pesquisa há mais de 15 anos e não consegue recomendar uma loja de moveis diferente. Sempre as mesmas lojas, que provavelmente pagam propaganda. O mesmo acontece com sites de entretenimento por exemplo. Será que eles não sabem mesmo que não me importo com o meu signo??? Será que estou errado? O que acham?

    1. Ótima questão. A impressão que tenho é que estão minerando mais dados apenas para inflar os preços com a chamada “publicidade segmentada”. Mas no fim eu, usuário, vou ver mesmo é o link de quem pagar mais.

      1. Pois é, será que tem alguem estudando isso? Gostaria de ler alguma coisa mais aprofundada sobre esse assunto.

  8. Vocês costumam usar qual streaming de música? Qual é o mais seguro em termos de dados ? Conversava com algumas amigas sobre as listas de artistas mais ouvidos do ano e de certos sites que usam essas informações (principalmente quando você tem o Facebook integrado)…

    1. Uso o Spotify, mesmo. Tenho conta lá desde o início. Já pensei em mudar várias vezes pela interface que eu acho bem feia, mas é mais fácil ficar ali mesmo. E eu até gosto da retrospectiva que eles fazem, não vejo nada de problemático eles saberem meu gosto musical.

      1. Eu cancelei o Spotify, passei a usar o plano gratuito deles e migrei para o Spotify lite. A diferença entre as interfaces é muito grande, o lite é simples e eficaz. Talvez a versão lite do aplicativo seja melhor para você.

        1. Eu usei durante um bom tempo a versão Lite, mas depois que troquei de celular eu voltei a usar a tradicional.
          Bem lembrado, vou instalar novamente.

    2. Agora estou no Apple Music, mas já usei o Deezer e o Spotify. Esse é um tipo de coisa que sempre troco conforme surgem promoções, cupons ou eventualmente fica embutido no plano de celular.

    3. Uso o SoundCloud. É gratuito e sem anúncios. Mas gostaria de saber como eles conseguem manter assim.

  9. Olá Pessoal,

    Pretendo pegar um celular, mas estou completamente perdido com tantas opções, tenho visto o S21 e o Poco F3, mas pra mim quase todos são iguais.
    Preciso de um aparelho ‘parrudo’ pois uso pra tudo (planilhas, documentos, bancos, fotografia) e quero ficar com ele uns quatro a cinco anos se possivel.

    Quais modelos voces utilizam e qual me recomendam.

    1. Quatro a cinco anos, pra mim, precisam contemplar atualizações de segurança. Neste quesito, iPhone é sem igual.

    2. Se você estiver mais inclinado a pegar o S21, eu iria de iPhone, porque a diferença de preço não é tão absurda.

      Agora, se você estiver priorizando custo-benefício, vai de Poco F3. De preferência, pega a versão de 8/256GB, que é garantia de desempenho razoável por mais tempo.

  10. Dicas do que fazer com um Chromebook que tá aqui parado?
    Além dele tô com um Acer com tela touch tbm, esse tô pensando em transformar numa “central de mídia” (já que aqui em casa uso bastante o Pbay + Plex), mas tenho que achar alguém pra consertar a carcaça dele (quebrou a dobradiça bem onde conecta o cabo de energia, e a bateria não dura mais mto tempo)

    1. Por que todo acer que vejo tem algum problema de carcaça?

      O Chromebook, dependendo da época, tem “jailbreak” para usar outras distros Linux. Veja se é possível pelo modelo fazer desbloqueio no seu.

      No caso do Acer, depende do que tu realmente quer fazer. Se quer assistir nele e vai deixa-lo parado, investir na recuperação da carcaça não compensa (a não ser que ache outra carcaça similar e barata. Noto que muitos notebooks de 10 anos atrás tem problemas na base de sustentação da dobradiça da carcaça, quebrando onde fica os parafusos.)

      1. Hmm interessante o jailbreak + linux. Nunca usei, mas tenho vontade de aprender (ainda mais que não seria o meu computador principal).
        Do Acer não sei, talvez aproveitar a tela touch de alguma forma (tipo pra ver receita na cozinha, por ex)

  11. Tenho um Redmi Note 8 que tá muito lento, tô afim de dar uma formatada nele, como vocês recomendam?
    Outra coisa: o WhatsApp aí ocupa TANTO espaço no dispositivo tbm? Aqui é quase 10gb, mas me parece que ele tem 3 backups iguais de 3gb… não sei se posso deletar 2 deles.

    1. Do Redmi – tente desinstalar aplicativos não essenciais (aqueles que tu não usa), ou ao menos desativar aplicativos. Só sei que os Mi são chatos com isso – o que eu tinha não deixava desativar muitas coisas.

      Do Whats – se não me engano, dá para programar quanto de espaço e backups dá para controlar, deve estar justamente na parte de conversas.

      Tente também desligar para “receber na hora” imagens e vídeos, isso ajuda bastante. Quando possível, mova as imagens para outro lugar (deixe só o que precisa na pasta do Whats).

      1. Realmente, tem bastante coisa que não dá pra tirar. Tô até pensando em formatar e ir com algum OS diferente, tipo essa experiÊncia do Ghedin (mas não tão “hardcore”).

    2. Eu tenho um Redmi Note 6 Pro e depois da última atualização notei que começou a travar muito, então resolvi fazer um “debloating” nele como sugeriram aqui em um outro post-livre. A diferença pra mim foi bem grande, o celular parece ter mais fluidez e o consumo de bateria também reduziu, mas eu não utilizo tanto o aparelho e tenho pouquíssimos arquivos e fotos.

      Tirei vários rastreadores e apps padrões que não são essenciais e aqueles que são (ex.: gerenciador de arquivos) troquei por outras FOSS mais leves sem aquela tonelada de propaganda. Alguns recursos que não consegui excluir ou que suspeitei que poderiam dar algum erro no sistema deixei apenas bloqueado. Fiz tudo pelo terminal mesmo só precisa da Platform-Tools do Android.

      Aqui tem uns links que podem ajudar se quiser tentar. Trocar de OS pode ser uma boa também, depois conta pra gente como foi se optar pela troca de sistema :)

      https://forum.xda-developers.com/t/debloating-miui-without-root-access-manual-method.4149707/

      https://selivan.github.io/2020/02/25/removing-bloatware-from-xiaomi-miui-android.html

      1. Camila, valeu! Eu vi teu comentário anterior e foi um dos motivos pra eu tomar essa decisão, hehe. Vou seguir os passos! Me diz uma coisa, fez algum backup antes? Indica algum?

    3. Boa lembrança… Estava pensando em isso esses dias.

      Acho que nos últimos tempos a maioria dos usuários do RN8 têm notado isso. Eu sou um deles.

      Para dar vida nova a ele, estou pensando seriamente em tacar uma Custom ROM nele. Só que eu sou daquele tipo de pessoa imediatista que gosta de ir “direto ao ponto”, pois as thumbnails e títulos chamativos no YouTube têm mais merchan e enrolação do que conteúdo sério.

      Além do mais, me irrita o fato de procurar conteúdo em inglês e aparecem resultados em português com esse tipo de conteúdo que pra mim é irrelevante. 😒🤦‍♂️

  12. Comprei um celular da Samsung, que acabou de chegar. Eu já devo ter desinstalado uns 50 aplicativos inúteis que o sistema traz consigo. Aplicativos de banco, streaming, jogos, e quase todo tipo de redes sociais. Meus deus! Só não boto uma Lineage OS porque não é compatível ainda.

    Aproveitando a deixa, queria saber de vocês algumas dicas de segurança para tomar para com o celular, especialmente para evitar problemas caso ele seja roubado.

    1. – Autenticação de 2 fatores
      – Deixa-lo cadastrado no “encontre meu dispositivo”, mesmo com o GPS desligado. A função do “encontre meu dispositivo” pode fazer formatação remota, então já ajuda em caso de emergência.
      – Acho que o resto já sabe (não usa-lo em locais onde não se sinta seguro, evitar de esquece-lo em algum lugar, etc…)

      1. Além dessas dicas, verifique se o dispositivo está criptografado. Não sei como está nas versões mais novas do Android, mas no Android 8, que veio neste Galaxy S9+ que estou usando, a criptografia é opcional e vem desativada por padrão, mesmo criando uma senha de desbloqueio.

    2. Colocar PIN no chip, assim não vão conseguir usar seu número em outro aparelho.

    3. Eu comprei o M12 e ele não deixa desinstalar a Netflix, por exemplo, só desativar. 🤡 Sem contar os apps da própria empresa que só atualizam via Galaxy Store e mesmo lá você não consegue desativar porque ele atualiza na PlayStore (?).

      Se arrependimento matasse, eu já tava é morta com esse celular.

      1. Eu realmente queria poder usar uma custom rom só com aplicativos de código aberto. Mas ainda tô longe de alcançar isso.

        Dá pra desativar esses aplicativos usando Android Debugging Bridge (ADB) no computador. Fiz isso algumas vezes nos meus aparelhos antigos. Mas requer bastante pesquisa e um um pouco de familiaridade com o terminal para não fazer besteira. Tô planejando fazer isso no meu quando tiver um tempo.

    4. A minha birra com essas ROMs de fabricantes como a Samsung é que eles embutem coisas do Facebook (app, rastreadores) que são impossíveis de desinstalar.

    1. No final só nós q não temos todas as novas informações categorizadas, igual esses inúmeros serviços possuem, nos cuidamos pq recebemos indicação de hamburgueria e ferro de passar roupa, governo da essas brechas, bases tipo do Serasa é invadida, noticiário de quase todos os CPFs inclusive de mortos rolando pela rede… tá complicado, mas acredito q a grande mídia não foca nisso pq tem outras q eles acham mais relevantes para serem noticiadas no momento essa pauta vai ficando apra trás. Pelo menos é o q eu imagino, quero estar errado.

  13. Moro num vilarejo bem pequeno, menos de dois mil habitantes, e esse ano comecei a fazer caminhadas mais longas e exercícios de calistenia para tentar melhorar a forma e baixar o colesterol (que não chegou a ficar naquela zona de risco, mas deu uma subidinha — uma espécie de tiro de advertência).

    As caminhadas evoluíram para corridinhas e acabou que comprei um smartwatch para dar aquela dificultada no que deveria ser uma atividade simples, sabe como é. Fora o app oficial ser bem zoado, o relógio cumpre o que eu espero dele: mede distância e ritmo sem que eu precise carregar o celular no bolso.

    Como tem sido pra vocês manter a forma sem uma academia por perto? Que soluções encontraram (se é que encontraram)?

    1. Essa é uma pergunta que eu ainda preciso responder.

      Quando trabalhava em empresa, pedalava todos os dias para o escritório. (Na verdade exceto em dias de chuva.) O que me garantia um mínimo aceitável de atividade física.

      Agora em Home Office, eu não sei onde os “minutos a mais” do trajeto foram parar e nunca encontro tempo para os exercícios. Ao menos eu moro no quarto andar e não tem elevador, então pelo menos ao entrar e sair de casa eu já preciso me mexer um mínimo.

      1. Todos estamos nessa. Eu tento fazer caminha porque por mais que eu queira fazer exercícios com peso, odeio a academia e toda a palhaçada envolvida, pessoas gritando, som alto, às vezes abafado, limpar tudo e ainda achar que tá imundo, etc. Penso em comprar uma estação pra malhar daí vou poder olhar pra máquina e inventar uma desculpa nova.

    2. Eu definitivamente desisti de entrar no ambiente de academias por um bom tempo depois da pandemia. Tenho feito corridas/caminhadas com o celular tocando podcast e uma mi band pra acompanhar o desempenho (uso o gadgetbridge em vez do aplicativo tradicional). Também tenho usado alguns vídeos que baixei do youtube e o Feeel que baixei do F-Droid para fazer algumas sessões de funcional pra complementar a corrida ou quando está chovendo. Não estou perdendo peso, mas não estou ganhando, o que já é uma graaande ajuda :)

    3. Admiro demais calistenia
      Não sei nem por onde começar e acho que nem teria disciplina pra fazer. Todo sucesso aí
      – –
      Ano passado eu voltei a frequentar minha academia e a natação e estava ótimo com público reduzido, mas… ela não aguentou e fechou as portas. Agora me programo para encarar uma nova academia, que será de rede nacional, e procurar algo para suprir a natação também até eu ter condições financeiras de voltar. Muita saudade de puxar ferro

      1. cara, tem alguns aplicativos por aí que te orientam a fazer exercícios em casa. um deles (que eu uso às vezes, porque não curto muito calistenia) é o adidas Training. não requer que você tenha nada em casa, no máximo um daqueles tapetinhos de yoga caso você queira ter uma superfície que não escorregue tão fácil como o piso

    4. Esse ano o meu foco foi melhorar minha saúde, então eu comecei a respeitar mais meus horários de sono, embora não seja regulares, agora eu entendo os sinas do meu corpo de quando eu posso dormir mais e quando eu não preciso ficar me forçando a dormir.

      Com a pandemia voltei a fazer o meu esporte favorito, andar de bicicleta, e bom no começo era mais um tempo para relaxar e pensar um pouco, onde fazia no máximo 5km, agora eu passeio regularmente e consigo fazer 50Km em um dia sem me sentir cansado.

    5. Tô fazendo caminhada e, mais recentemente, pedalando. Me mudei faz uns meses pra um apê mais no centro da cidade e tem uma estrutura bem melhor de ciclofaixas, daí aproveitei a black friday e peguei uma bike. Tô pedalando 15km de manhã cedinho antes de começar a trabalhar, todos os dias.

    6. Cara, eu só parei com a academia porque fui obrigado quando houve o lockdown. Tá certo que demorei uns 2 meses além para resolver voltar, mas voltei. =P

      E eu pedalo bastante. Geralmente um total de 4 a 5 treinos durante a semana. De 2 a 3 treinos de +- 2 horas de duração e 2 treinos de 4 horas de duração. Mas sei que sou exceção, meu objetivo é outro.

      Quando tu falou em calistenia eu achei fantástico! Taí uma coisa que eu gostaria de fazer. Acho muito, muito legal, mesmo.

      E tu tens que ver o que tu curte fazer. Esporte é uma coisa muuuuuito individual de cada um, mas exercícios aeróbicos são bastante eficientes em reduzir o LDL, portanto corrida seria interessante para ti. Caminha um pouco, corre outro. Caminha mais, corre mais. E vai aumentando com o tempo.
      Outra coisa que ajuda é a alimentação. Alimentos como a aveia (que contém beta-glucano) ajudam bastante. Frutas e especiarias com alta quantidade de antioxidantes, também. Se te interessar, aqui tem uma lista com a quantidade de antioxidantes encontradas nos alimentos.

      1. Ouch…

        Esporte é uma coisa muuuuuito individual de cada um… individual de cada um foi horrível, desconsiderem. AUhsuHSushuA

        E faltou dizer que, evitar alimentos com gordura saturada (controverso, mas…) e “eliminar totalmente de todas as formas” a trans.
        Cortar também alimentos ultraprocessados.

        Tu não pediu opinião alimentar, mas dei meu pitaco, também. =P

    7. Oi moço. Minha cidade é um pouco maior (7 mil habitantes) recentemente começou um projeto de aulas de zumba por aqui (antes tinha remoto mas eu não gostava). O ambiente é bem aberto, amplo, ventilado e todos lá já tomaram as 2 doses da vacina. É bem divertido fazer as aulas e mesmo nos dias em que estou cansado eu vou pq sempre vale a pena pro humor e pra saúde.

      1. Esqueci de falar mas é importante dizer também que todos lá ficam de máscara.

    8. O pessoal da firma (todos em home office) decidiu criar um grupo no Strava para nos desafiarmos até o final de dezembro. Fizemos até uma vaquinha para premiar em dinheiro aqueles que baterem a meta.

      Essa coisa de fazer atividade em grupo, mesmo que distante, ajuda na parte motivacional. Agora, concretamente, tem um lugar perto de casa onde as pessoas praticam corrida e caminhada. Tento ir pelo menos 3x/semana e tem sido super legal.

      Ano que vem pretendo colocar em prática o hábito de patinar e, se der tudo certo, de pedalar. Acredito que academia e esportes em lugares fechados serão atividades das quais vou manter distância por algum tempo ainda.

    9. Ano passado eu comecei a usar os planos de treino diários do DareBee.com (em inglês)

      acho bem ilustrativo, tem tanto exercícios novos diários (pra quebrar a rotina) como uns manuais para 30 dias…

      para manter a motivação, eles usam um fórum (inglês, espanhol e francês).

      me ajudou bastante durante a quarentena

  14. Depois dessa Black Friday, cheguei numa conclusão: está cada vez mais desgastante fazer compras online e querer pagar o menor valor possível. Antigamente a coisa era muito simples: visitar a loja A, a loja B, a loja C, etc e ver em qual delas tem o produto desejado no menor preço. Simples de tudo.
    Hoje em dia você tem que visitar as lojas, depois procurar cupons de desconto, as vezes o cupom tem regras de uso malucas para conseguir o desconto, depois tem que procurar cashback, tem que ver se o cashback tem regras de uso que impedem o uso em conjunto com cupons, depois na hora de pagar tem que escolher o cartão de crédito, pois alguns oferecem cashback, mas também tem cartão de crédito que oferece milhas, e aí dependendo da loja tem alguma bonificação das milhas e as vezes compensa mais as milhas ou mais o cashback.
    Você também tem essa sensação de que fazer compras e querer pagar o menor preço ultimamente tem se tornado cansativo?

    1. Acho que o mundo de um modo geral está cada vez mais complexo, mais cansativo. Essa é a visão que eu tenho. São muitas opções para tudo, é muita informação, é muita gente querendo ganhar a nossa atenção a qualquer custo.

      Eu noto por mim, quanto mais eu me afasto do PC (e vivo enclausurado no “meu mundinho”), mais são eu fico. Quanto mais eu me dedico ao meu trabalho, aos meus treinos, minha família e até ao meu cachorro (?!?), mais são eu fico.

      1. Tem disso tudo mesmo e preciso ir se adaptando e aprendendo a evitar quando pode. Tem coisas que eu simplesmente pesquiso o melhor preço e decido que não vou atrás de nenhum desconto cheio de regras. O iFood tem cupons que você compra, eram bons, agora tem que ter alguma coisa escrita “coca” pro cupom PAGO ser válido. Resultado, compro menos com eles e estou preferindo o Uber Eats com a assinatura do Uber Pass que me dá frete grátis acima de 30 reais e um desconto fulero de 10% nas viagens. Pra compensar, divido minha conta do uber com minha ex esposa. Pl

      2. Diego, vc está correto, quanto mais deixamos de ser plateia para tudo q tem na rede, mais a gente vive, sem ter q tentar reter um monte de informação q na maioria das vezes não faz sentido e deixamos de focar no q realmente importa, as pessoas em volta.

    2. Concordo com o Diego: “Acho que o mundo de um modo geral está cada vez mais complexo, mais cansativo”.

      Mas focando no seu comentário, meu critério pra compra, ultimamente, é: eu realmente PRECISO desse item E ele está com um preço menor do que normalmente compro (ou com um valor que eu considero “justo” e posso pagar)? Nesse caso, eu compro. Não estresso com cupom, com cashback (nem uso) nem se vai ter milhas ou outros pontos de fidelidade.

      1. exatamente o que eu faço! acho que tentar maximizar desconto é um jogo de retorno descrescente— cada % adicional de desconto leva uma quantidade cada vez maior de trabalho
        se o preço está razoável e eu preciso, compro e sigo a vida

    3. Você também tem essa sensação de que fazer compras e querer pagar o menor preço ultimamente tem se tornado cansativo?

      Quando eu estava montando um PC, acompanhava os preços no Pelando e sinto que pegar promoções e preços baixo é quase um jogo: discussões enormes sobre diferenças mínimas de preço; argumentos ríspidos sobre custo/benefício de produtos; compras de “oportunidade”.

      Claro que é sempre melhor pagar menos, mas parece algo de vencer também. Por exemplo, pessoas comprando GPU na casa de milhares de reais, discutindo que não é bom comprar porque uma semana tava 5,2K e agora está 5,3K. Não é possível que essa diferença seja o problema.

    4. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk (cada k é uma lágrima).
      Falou tudo! Exatamente assim!

    5. Sim, sinto isso também. Eu mesmo já abri mão de cashback, tenho ojeriza à essa palavra, mesmo sabendo que cashback não é “presente” e tá embutod no preço, é como pagar um ágio por ser preguiçoso.

      Mas pelo bem de minha saúde mental, eu me contento em apenas achar o menor preço de etiqueta, considerando o desconto à vista (só compro parcelado se for algo muito caro, tipo um carro ou casa própria, ou se não tiver desconto à vista).

    6. Pessoalmente penso que se eu entrar em tanto detalhes na hora de comprar realmente piro.

      Normalmente tento me basear apenas em sites confiáveis de promoções e busca de preços como Buscapé e Promobit e de resto é acompanhar por algumas semanas o valor dos produtos, além dos que eu já tenho familiaridade, como compras recorrentes. (Para aproveitar as promoções de sabonete, desodorante, amaciante, etc.)

      Outro porém que eu coloco nessa busca incessante pelo melhor preço possível é valorizar o próprio tempo. Ao trabalhar eu cobro de acordo com a quantidade de horas necessárias para o projeto, a lógica ao comprar é relativamente a mesma, não tem porque eu gastar duas horas para conseguir um desconto que é menos da metade do que eu cobraria por uma hora de trabalho. (Obviamente isso só se aplica a questões diretamente relacionadas a dinheiro.)

    7. Comentei, mas não respondi a tua pergunta de forma direta.

      Eu não ligo para cashbacks e coisas assim. Confesso que ontem me cadastrei em um do Banco Inter que, ao comprar no modo crédito, o valor é debitado na hora da tua conta corrente (?!?!) e em 30 dias tu recebe um cashback desse valor (acho que é 30 dias o prazo, não lembro). Já fiz duas compras assim e deram certo, mas uma terceira (renovação da anuidade do Strava) não rolou. Mas essa é a minha preocupação com esse tema, não fico correndo atrás pesquisando, nem nada disso. Só me cadastrei, pois, apareceu um pop-up na minha frente informando desse serviço quando loguei no aplicativo.

      E assim como a Andrea, eu sempre penso muito no “eu realmente preciso disso?”. Se a resposta for sim, então eu faço uma pesquisa técnica sobre o produtos e concorrentes. Geralmente essa pesquisa dura um dia, dois. Em relação aos preços, jogo em alguns buscadores e o que mostrar o menor preço, eu compro. Simples assim.

      E para itens de supermercado, o que eu faço é o seguinte. Tenho uma listinha de itens que eu consumo sempre. De tempos em tempos, quando tenho um tempo sobrando, vou a alguns supermercados e verifico os preços. Daí, de cabeça mesmo, tento comparar com os preços do supermercado que eu estou comprando no momento e vejo se vale a pena ou não mudar de supermercado. Baseado numa média geral, se valer, eu mudo todas as minhas compras para lá, se não continuo no atual (que por sinal fica a duas quadras de casa, melhor impossível). Não costumo ficar correndo atrás de ofertas nos mais variados supermercados da cidade. Meu tempo é mais importante que 50 Reais no final do mês.

  15. Semana passada comecei o período de um mês de imersão no Apple Music e vou colocar aqui o relato da minha primeira semana.
    Vou usar exclusivamente o streaming da Apple e até desinstalei o Spotify do meu desktop e smartphone.
    Aviso que em muitos pontos isso vai inevitavelmente virar uma comparação entre AM e Spotify.

    Vamos lá…
    Quando alguém cogita mudar de streaming de música, a primeira dúvida é: “como migrar as minhas playlists”, afinal, ninguém vive sem as suas playlists. Só que eu não farei importação das playlists, pois vou começar do zero, montando playlists apenas com o que me fizer falta!
    Reparei como o Apple Music é bonito (ou seria aquele clima de novidade?).
    De fato ele é bem adaptado ao iOS. Tudo se encaixa e tudo faz sentido.
    Ele tem o modo claro e modo escuro de acordo com o sistema.

    No Windows, busquei alternativas ao iTunes, pois as minhas lembranças e atuais referências sobre o mesmo não são nada boas.
    O primeiro foi o Apple Music Web: é bem ruim.
    Encontrei outro projeto web, chamado Musish: também é ruim.
    Depois vi uma conversa no Reddit sobre um Apple Music multiplataforma. Trata-se de um novo projeto opensource, feito em electron e disponível no github: esse é quase bom, mas ainda está ruim. É o projeto mais promissor enquanto a Apple não lançar o seu Apple Music oficial para outros SO (no caso só para o Windows mesmo).

    Então fui atrás do iTunes. Instalei e bem… Ele está… rápido? Sim, está rápido! Não sei o que aconteceu, mas está tudo responsivo e sem lags.
    Logo que o AM (Apple Music) foi lançado, eu testei ele por alguns meses e nesse período fiz a importação da minha biblioteca pessoal via itunes match, mas parece que foi tudo apagado. Procurei informações e parece que a Apple apaga toda a sua biblioteca se vc ficar 90 dias sem pagar a assinatura.

    No uso, de cara notei duas diferenças entre o AM e Spotify: a primeira diferença é que o Spotify é orientado à playlists. O apelo às playlists no Spotify é muito grande e isso funciona de forma bem sucedida. No AM/iTunes o uso é orientado ao que vc quiser. Ainda é aquele modo quase que tradicional de players de música. Está tudo ali na mesma distância. Use o que/qual/como quiser.
    O mesmo vale para o AM no iOS. Ele permite configurar o que vai aparecer (Artista/Álbum/Playlist/etc).
    Clicar com o botão direito no velho itunes em cima de uma música/album/artista ainda é melhor que nos concorrentes. Opções úteis e a rodo estão lá, diferente dos players atuais que tem cada vez menos opções. Dá até para configurar a minutagem inicial e final de uma faixa.

    Também percebi que junto do Spotify foi embora o suposto “principal player de podcast”. Mas comecei a pesquisar e entendi que na verdade ele não era principal player de podcast, pois a maioria dos podcasts que escuto estão no YouTube. A minoria dos podcasts é multiplataforma. E alguns são exclusivos do Spotify, mas nada que faça falta. Porém, terei que fazer uso do app Podcasts no smartphone e no iTunes.
    Ou seja, um app virou dois apps. Ainda vou avaliar se isso é bom ou ruim.

    Na próxima semana vou falar do lado social, recomendações, o uso dele no Android e o que mais surgir.

    1. Além de toda essa questão da usabilidade e design, a qualidade de áudio do Apple Music é superior à do Spotify. Ainda mais agora com o lossless padrão. Se vc ouvir a mesma música nos dois players, a diferença é nítida. AM tem muito mais clareza.

      1. Leandro, nos testes iniciais eu discordo de ser uma diferença nítida, mas ainda tenho mais teste para fazer e por tanto, falarei disso em outro momento.

    2. O Apple Music tem a melhor interface e, pelo menos no iPhone, é bem rápido. Eu não esperaria com tanto entusiasmo por um Apple Music oficial. Se no macOS o app já é horrível, imagino que uma versão para Windows não sairia melhor. (Esse app em Electron não é só um wrapper do Apple Music web?)

      Aproveitei a Black Friday para migrar da Deezer (app muito fraco) para o Tidal. Até agora, tem sido o melhor app depois do Apple Music. Só peca por não ter interface clara.

      1. Realmente é melhor não esperar por um AM oficial.
        Acredito que esse app em electron não seja só um wrapper, pois ele sofre de alguns problemas que o AM Web não sofre.

        O app da Deezer para Windows era muito bom! Mas para smartphone era ruim mesmo.

  16. um outro questionamento aos colegas do post livre: vcs fazem caridade? o padre julio lancellotti, aqui em SP, sempre denuncia as iniciativas de empresários e de autoridades de desestimularem esse gesto. eu não sou religioso, mas acho importante ajudar na medida do possível. gostaria de ajudar mais e mais, claro, mas nem sempre é possível (não estar com dinheiro, por exemplo, ou não ter tempo pra comprar algo pra alguém q pede ajuda). sou totalmente contra essas campanhas que sugerem vc a não ser caridoso, por mais q isso não resolva os problemas da desigualdade. o q vcs acham?

    1. Eu sinceramente não sou tão caridoso quando poderia ser. Já me frustrei em ajudar, mas quando posso ajudo sem esperar nada em troca, ou ao menos esperando que a ajuda resulte em algo positivo para a pessoa.

      O ponto é que na verdade nem sei cobrar meu serviço direito. As vezes acho que ajo mais por caridade do que por necessidade, mas aí é outra história.

    2. ajudo sempre que posso. Se a pessoa vai comprar cachaça ao inves de comida, que ele preste contas ao criador.

    3. Faço sim. Concordo que filatropia/caridade não é solução para a desigualdade, é paliativo e, muitas vezes, ferramenta para limpar a consciência ou coisa pior, mas essa discussão é muito abstrata perto das urgências de quem precisa. Sempre que posso doo, compro comida a quem pede na porta do mercado etc.

    4. Eu acho o trabalho do padre Julio maravilhoso, pelo pouco que acompanho. Doo pra algumas ONGs sempre que posso, principalmente de animais, mas confesso que poderia colaborar mais.

      Também não tenho esse pensamento de “vai comprar álcool com o dinheiro!” e, sinceramente, não é a minha preocupação. Aliás, isso me lembra de uma pessoa contando no twitter que tinha moradores de rua que gastavam dinheiro com bebida alcoólica, mas porque não tinham acesso à água potável. Acho que eles colocaram uma fonte ou distribuíram água, não lembro, e isso fez diferença na vida dessas pessoas.

      Tem o famoso “não dê o peixe, ensine a pescar”! Como se a pessoa primeiro não precisasse encher a barriga pra conseguir aprender.

      1. Verdade. E qualquer um sabe, ou deveria saber, olhando para si mesmo, que trabalhar/estudar com barriga vazia é impossível.

        1. Existe um certo preconceito sobre pessoas de rua, pois na verdade existe também tanto uma confusão quanto falta de informação e empenho para mudanças em relação a isso.

          Um exemplo fácil de ser citado é a Cracolândia e o tanto de pessoas que vivem em torno do uso de drogas na região. Se antes elas praticavam pequenos furtos e roubos, hoje elas ou vendem drogas para um terceiro, recolhem recicláveis (ou furtam fios), ou fazem bicos de pouca remuneração.

          E fica o estigma que “a pessoa nunca muda” da situação de rua. Só que é difícil, quando a sociedade impõe condições para esta tal “mudança”.

    5. Caridade muitas vezes é como o Ghedin disse, uma ferramenta para limpar a consciência do doador.
      Enxergo que é função do governo amparar essas pessoas que estão passando por necessidade e a função do cidadão é prover recursos para o governo executar esta tarefa.
      Acredito também que muito acima de doações esporádicas por parte de pessoas comuns, a função de empresários na sociedade é essencial para mudar esse cenário.
      Organizando minha argumentação: Você como pessoa física pode ajudar com quantos reais uma pessoa que passa necessidade? Agora, abra um negócio, uma padaria, um lava rápido, uma pequena construtora, e logo em seguida já mudará a vida de uma pessoa com um emprego.
      Essa pessoa, além de poder sustentar si própria e sua família, passa a consumir mais e gerar mais impostos. A economia gira.
      Caridade é bom. Emprego muda vidas.

      1. Discordo desta visão.

        Enxergar que “dar um emprego é dar uma oportunidade” ignora que para ter este emprego a pessoa tem que ter qualificações que muitas vezes não são atendidas pelas pessoas em situações de rua. Ou o responsável do emprego diz isso mas no final contrata um vizinho, um conhecido, um indicado.

        Eu vi por cima os twitts da Primavera da Solidariedade – um ato que ocorreu em São Paulo entre Outubro e Novembro – onde estavam buscando um emprego para uma pessoa em situação de rua, só que ao menos até o fim do evento não conseguiram.

        Aos poucos venho lendo matérias e aprendendo que este conceito de “trabalho dignifica o homem” veio um pouco da Reforma Protestante – este texto da BBC ilustra bem sobre isso. https://www.bbc.com/portuguese/geral-59373429

        1. Honestamente não consigo entender como que dar um emprego não é dar uma oportunidade.
          Com um emprego você não limita a pessoa a receber suas esmolas, mas da liberdade para a mesma seguir com o rumo de sua vida.
          Com relação ao que disse das competências iniciais para se conseguir um emprego, isso não se aplica a profissões basais como gari, servente, entre outras. Não desmerecendo, mas em poucos dias qualquer pessoa apta a trabalhar consegue realizar o serviço. O que falta para essas pessoas não é competência e sim oportunidade.
          Você deve entender que quando você passar por algum aperto financeiro por qualquer motivo que seja, o morador de rua que você costumava a dar esmola ou a instituição que recebia suas doações, deixarão de receber.
          Agora, um emprego para essas pessoas é muito mais sólido e duradouro.
          O que precisamos é de emprego, não de esmolas.
          E sim, o trabalho dignifica e liberta o homem. O trabalho honra o homem pelas habilidades e conhecimentos adquiridos e o liberda para tomar suas próprias decisões com sua liberdade financeira.

          1. Vamos a uns argumentos simples:

            – A situação que hoje temos no Brasil é de empregos informais (ou subemprego, se preferir). A terceirização da quarteirização da quinteirzação dos empregos – iFood, Uber, etc… pagando pouco para as pessoas trabalharem demais. Ou agências de emprego que terceirizam ou quarteirizam para empregos temporários.

            Não é que nem há uns 10 ou 20 anos atrás que havia estabilidade empregatícia. Muitos que estão na rua na verdade vieram de demissões de empregos nas quais a pessoa já estava acostumada, mas que o salário só servia para a sub-existência – e nem me venha dar uma de “Nat Finanças” ou pior ainda, “Pai Rico”. Já era a tal solidez que você evoca no comentário liberal aí.

            – Ter uma casa hoje é mais difícil que nunca. Há uma bolha que não se é vista na grande mídia e ter uma casa com segurança e conforto, só se a pessoa herdou ou teve condições financeiras por DÉCADAS para pagar. Resta ocupações, que tem seus problemas também.

            – Se o trabalho “dignifica o homem”, então creio que um gari deveria receber bem mais que um investidor de bitcoin ou trader, dado que a necessidade de um gari é muito maior e mais dignificante do que a de alguém que mexe com um nada inventado por um zé ninguém que queria ganhar dinheiro.

          2. Eu me lembrei agora de um caso que eu queria ter vontade de pesquisar a fundo.

            A Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, que cuida do sistema ferroviário da região metropolitana, tentou fazer um projeto para pegar vendedores ambulantes e faze-los trabalharem de forma “correta” (na visão do Estado – e minha também :p), para ao invés de ficarem correndo para lá e para cá de vagão em vagão, terem um ponto comercial nas estações.

            Não vi muito sobre tal projeto, mas ao menos vi só dois, dos N ambulantes, trabalhando com pontos físicos (um na estação Lapa e outro na Estação Barra Funda). O resto dos ambulantes continuam fugindo da Brigada de Incêndio (que funciona como vigilantes, não me pergunte porquê) da CCR, que hoje opera duas das linhas ferorviárias e duas das linhas metroviárias, quando não, fogem dos vigilantes pagos do sistema e dos policiais ferroviários.

          3. Mas o emprego não tem nada a ver com altruísmo… É nisso que está a beleza, o empresário PRECISA do empregado assim como o empregado PRECISA do empresário. Os 2 sujeitos estão numa relação onde procuram obter vantagens e é por isso que esse sistema funciona.

            Tá vendo o problema? Os 2 sujeitos estão numa relação onde procuram obter vantagens, e isso culmina em guerras, se quer saber.

            É muito redbull na veia pensar que um sistema funciona assim. Uma olhada em uma vida de povos originários (como os que vivem na amazonia brasileira) ou em países onde aonde as pessoas vivem de alguma forma já conformadas na subsistência mostra como é o princípio básico de uma comunidade. As pessoas não querem “a vantagem” da outra, mas querem que todas possam contribuir para a comunidade crescer.

            Pessoas não querem obter vantagens, mas precisam de ajuda uns dos outros para sobreviverem. Esse é o ponto. Quem quer obter vantagem é gente folgada, daí a frase: “para cada malandro existe um otário”.

            E isso falando de grande empresário ou gente que tem franquia de empresa com nome copiado de outra empresa. Quando falamos de padaria do bairro ou costureiro, a coisa muda de figura.

            Aí voltando a galera da rua: Não a toa falo que você é a parte do problema com esta visão. Não se tira gente da rua só dando emprego – Haddad tentou isso nos projetos da época que tentou arrumar a cracolândia e foi razoável, mas pecou na necessidade de fiscalizar e ter atenção as pessoas que estavam no trabalho enquanto recuperavam do vício.

            De fato, lugares onde tem renda básica tem uma vida melhor e pessoas até contribuem sem esperar muito em volta – Uma pesquisada sobre a vida de Linus Torvalds mostra sobre. O cara não é milionário (acho) e é responsável pelo sistema mais usado do mundo, o Linux.

            Na situação que o Brasil está, só enxergar que “o trabalho dignifica o homem” meio que acaba sendo um deboche, pois galera literalmente se mata trabalhando enquanto o dono do iFood tá provavelmente em uma vida de luxo, e os investidores das empresas estão tocando em bolas de touro dourados para debochar mais ainda.

          4. esse discurso de que trabalho “dignifica o homem” é puro fascismo: é asqueroso, nojento, perverso, ideológico

            é pura ideologia: serve para legitimar a exploração violenta da mais-valia alheia

            sabe o que o empregador tem mais que a gente? tem mais é que se ferrar

      2. mario, o Estado tem o dever de ajudar essas pessoas e, geralmente, não o faz. muito pelo contrário: torna a vida dessas pessoas ainda mais complicada de várias formas possíveis.

        e, cara, não tenho recursos pra me tornar um empresário e, aí sim, ajudar alguém lhe dando um emprego. se pudesse ser empresário, com certeza não seria desses esfola as pessoas e diz q isso é ajudar os outros, diga-se, pq é o q muitos empresários fazem: criam subempregos e acham q estão transformando a sociedade em algo melhor. sendo q muito desses empresários, qdo podem, agem no sentido de tirar direitos do trabalhadores.

        entendo sua visão empreendedora, mas se ela funcionasse, os EUA seria o melhor país do mundo e sabemos q nem de longe ele é.

        1. Mas Fabio, mesmo você não sendo empresário, tenho certeza que você paga pesados impostos. Talvez a forma mais eficiente seria cobrar de quem você paga e não ajudar com migalhas.

          A sua visão do empresário me aparenta ser estereotipada com base na visão marxista de uma época que já não existe mais. O empresário não é um santo bonzinho até porque nem deveria ser, ele tem um objetivo para consigo mesmo que é gerar rendimento a partir do investimento dele e no meio do caminho paga toneladas de impostos e ainda contrata e capacita pessoas para isso.

          Como disse antes, o que falta são oportunidades de emprego. E com relação a isso podemos atribuir também ao nosso querido Estado engessado e burocrático.

          1. mario, o q é migalha pra vc, às vezes é a única ajuda q uma pessoa vai receber para alimentar a si e aos seus familiares. por mais q a ajuda seja pouca ela pode ajudar de modo crucial alguém. eu não sou religioso, mas entendo q a caridade transcende as religiões e pode ser praticada por qualquer membro ativo de uma sociedade. doar um quadro caro pra um museu q não pode comprá-lo é um ato tão caridoso quanto ajudar uma família q precisa comprar uma refeição. preferiria q o dinheiro gasto no quadro fosse revertido paras as famílias com fome, claro, mas caridade não é dar migalhas…

            e tb prefiro um Estado Solidário prioritariamente com quem não pode gerar seus próprios rendimentos, pois quem pode tem o dever moral e legal de ajudar, via impostos recolhidos e revertidos em ações sociais, as pessoas q não podem se virar elas próprias. achar q tudo se resolve pela iniciativa privada foi a maior roubada q nos fizeram crer nos anos 90 e veja onde estamos: literalmente chafurdando no lixo buscando o q comer enqto as elites estão onde sempre estiveram, só q mais ricas… culpar os impostos pela nossa situação é se desviar do problema das históricas isenções q empresários recebem, das maracutais q alteram leis q beneficiam ainda mais vários setores da economia, das manobras q destruíram nossos direitos trabalhistas em 2017…
            cara, eu sou assalariado… eu não vejo o menor sentido em abrir caminho para os empresários concentrarem ainda mais renda. e qdo digo empresários, não estou falando de dono de botequim, de padaria, de MEI…

          2. Bom… Temos formas diferentes de enxergar o mundo. Eu prefiro não acreditar na boa vontade do Estado nem no altruísmo de pessoas.

          3. Eu prefiro não acreditar na boa vontade do Estado nem no altruísmo de pessoas.

            Então, resumindo, emprego não é altruísmo. Nem muito menos altruísmo de empresário.

            E se você não acredita em boa vontade e altruísmo, bem, você é parte do problema. E já mostra sua própria contradição.

          4. Ligeiro,

            Eu gosto de enxergar por outro lado, tanto a Uber quanto o Ifood trouxeram diversas oportunidades de trabalho. São pessoas que poderiam estar desempregadas caso não houvesse essa oportunidade. Não digo que são perfeitos, longe disso. Entendo a reivindicação para uma regulamentação destes empregos para garantir certos direitos da CLT.

            Com relação ao seu argumento do gari recebendo mais dinheiro que uma pessoa que negocia bitcoin mostra a sua completa ignorância no que tange geração de valor e oferta e demanda.

            Apesar de que nesse caso também concordo que o Gari deva receber mais que um trader piramideiro de bitcoin kkk

            Entenda que o mundo não é perfeito, mas a cada geração que passa tem melhorado a condição de vida das pessoas

          5. As oportunidades vindas tiveram um custo social alto – o valor do trabalho diminuiu e a exigência no trabalho aumentou, isso custando a saúde da pessoa inclusive. O iFood e o Uber não são samaritanos. Apenas jogam justamente a lógica do “trader” no serviço comum barato. Afinal, tal como um trader tentando pegar um valor bom na compra para vender mais caro; um profissional de aplicativo trabalha o máximo que pode por poucos reais a hora trabalhada.

            Eu não sei no que você (Mario) trabalha, mas imagine só se a sua profissão tem um rebaixamento de valor pois alguém em algum momento resolveu fazer algo o que as empresas de trabalho por aplicativo fazem, que é baratear o custo ao necessitado final (grande empresário) de um trabalho que outrora era caro para as operações dele?

            Deixe-me fazer uma pergunta simples: o que acha de “Renda Básica Universal”?

          6. Ligeiro,

            Mas o emprego não tem nada a ver com altruísmo… É nisso que está a beleza, o empresário PRECISA do empregado assim como o empregado PRECISA do empresário. Os 2 sujeitos estão numa relação onde procuram obter vantagens e é por isso que esse sistema funciona.

            Muita presunção sua dizendo que sou parte do problema quando você não tem a mínima ideia de quem sou ou o que faço.

            Com relação à renda básica universal, eu li o livro “the war on normal people” do Andrew Yang e achei a ideia fenomenal.

            Alías o UBI é exatamente o que disse em todos meus comentários acima…

            O Estado convertendo o dinheiro arrecadado de impostos em um salário para todos os indivíduos de forma que as pessoas não precisem se preocupar com a subsistência e possam se desenvolver de forma a conseguir empregos melhores.

            Mesmo com o UBI a forma como as pessoas irão se desenvolver ainda será através do trabalho.

            Volto a dizer, o trabalho dignifica o homem.

          7. Mario, li todo o debate aqui e concordo em parte com você, em partes com o Fabio e o Ligeiro. Mas acho que a discussão subiu um nível em relação à que foi proposta. Antes de pensarmos em oferecer trabalho, é preciso garantir dignidade e um mínimo a todos, senão corremos o risco de enaltecer aberrações como os trabalhos da economia dos bicos — “paga pouco e não tem benefícios, mas melhor que nada” e tal. É uma situação parecida com a das empregadas domésticas, saca?

            Num mundo — não digo nem ideal, mas — menos injusto, quem oferta emprego deveria ter vergonha de oferecer emprego bosta e quem está procurando emprego deveria ter o poder de rejeitar esse tipo. Não é o que vemos hoje.

            Uma maneira de chegar a esse mundo menos injusto seria com uma rede de proteção social provida pelo Estado. No Brasil, estamos desmantelando a rede que tínhamos. E aí cresce a necessidade da filantropia, porque faltam empregos (nem toda a boa vontade do mundo sustenta um negócio deficitário infinitamente) e as pessoas, empregadas ou não, precisam comer, ter um teto, têm necessidades básicas.

            PS: Vi que você escreveu algumas coisas similares às que escrevi aqui. Acho que concordamos mais do que discordamos, mas não concordamos totalmente. É do jogo :)

          8. Rodrigo,

            Acho suas proposições honestas, e isso me basta.

            Fugindo um pouco do assunto, percebi um problema aqui no site onde só consigo responder alguns comentários e não exatamente o que gostaria. Um exemplo é exatamente esse, ele não me permite responder o seu comentário.

            Não que isso seja algo grave, da pra entender para quem se destina a resposta de acordo com o contexto

          9. @ Mario Abrantes

            O site tem um limite de níveis nas respostas, de propósito. Acho que deixar isso ilimitado levaria a discussões infindáveis, embora em alguns casos (como neste) atrapalhe o desenvolvimento.

            É similar àquela ideia de construir mais faixas para carros em rodovias a fim de desafogar o trânsito, sabe? Não resolve, pelo contrário, só piora o problema.

      3. Só para fechar, espero que o Ghedin não se incomode de mais um comentário aqui ;)

        Eu entendo a frase “O trabalho dignifica o homem” ao fato de que de alguma forma sim, nós humanos geramos o que chamamos de “trabalho” para sobreviver – colher o alimento (ou caçar animais), criar uma proteção para sobreviver as adversidades, etc… Até aí, ok.

        Só que a sociedade hoje não é a mesma sociedade de milênios atrás. Apesar do fato que há comunidades – povos originários e milenares – que ainda se baseiam em conceitos básicos de sobrevivência e não usam métodos “modernos” (construções e fortificações, fabricações mais refinadas, etc…), grande parte da sociedade atual é baseada em um conceito de trocas. Troca-se trabalho físico e mental por alimento, por proteção, por acomodação, por itens de sobrevivência. O mercantilismo virou o capitalismo, e por aí vai.

        O ponto da caridade, que é na verdade o cerne principal do primeiro comentário (obrigado Montarroios), é a tentativa de corrigir uma falha nesta questão das trocas e do capitalismo – a do fato que as pessoas hoje “possuem” coisas. Caridade é ceder, é doar, é repassar, é ajudar.

        E isso significa justamente ceder parte do que hoje se tem valor – que é o tempo de trabalho, o valor monetário ou item de valor – a alguém que de alguma forma não entrou neste ciclo capitalista e provavelmente talvez nunca consiga pois o próprio capitalismo tem seus mecanismos que impedem a pessoa de justamente trabalhar e fazer parte do meio de troca, no caso a necessidade de conhecimento (ter um nível de ensino), a pessoa ser disponível, disposta a ofertar seu trabalho de forma “barata”, etc…

        Bem, sei que excedi demais nas palavras e peço desculpas pela bagunça. :D

        Eu sinceramente preciso é tomar vergonha na cara e estudar sociologia para poder as vezes dar uma carteirada ou tentar ao menos fazer as pessoas se entenderem, inclusive politicamente. Nisso eu tentaria ser caridoso, repassar o que aprendi de forma descompromissada, mas enfim.

    6. Não sou
      Deveria ser
      Absolutamente não vejo motivo para não ser

    7. Sim, na medida do possível. Ajudo a distribuir alimentos às pessoas em situação de rua doados para a paróquia. Caridade resume-se em amor. Mais vale o amor com que se doa que a obra em si. Por exemplo, a mulher do Evangelho ofertou somente duas moedas no templo, mas isso era tudo que ela tinha, enquanto que os outros deram o que lhes sobrava (São Lucas, 21).

      É papel do Estado lidar com a situação da pobreza, mas isso em nada impede que façamos algo, mesmo que pequeno. Ambas as coisas se complementam. Alguém que está com fome hoje não pode esperar as promessas dos governantes se cumprirem.

      O mundo é injusto e assim será até o fim dos tempos. Aproveitemos a oportunidade para crescermos no amor ao próximo. Não se trata apenas de dinheiro, pode-se doar outras coisas, como o nosso tempo. E não só os pobres precisam de ajuda, talvez a vó de quem esteja lendo sinta-se solitária e deseje alguém que lhe dê atenção. Abramos a mente para o bem.

  17. pessoal, alguém aqui, por acaso (não riam), conhece alguma experiência interessante q rolou no second life? explico o interesse: como ele é o mais parecido com o que já foi feito em relação ao famigerado metaverso, queria saber se temos algo pra falar “nossa, isso aqui foi bem legal e seria bom se fosse melhorado”. qdo teve o hype em torno do second life, confesso, tive zero interesse naquilo… e explicando melhor ainda: a pergunta tem a ver com um tcc (sério!) q vou ter q entregar ano q vem. quero entender melhor a permanência (ou não) na nossa memória dos objetos 3d q vemos nas telas diretamente ou de modo imersivo (VR).

    1. Cara, quando deu o boom do Second Life eu estava na faculdade cursando análise de sistemas. Confesso que pirei com a ideia, falava com meus professores, eu era o empolgado da turma, afinal, na época, eu tinha ideia de desenvolver jogos.

      Como meu PC era muito fraco, eu demorei um pouco para jogar, mas quando joguei… Minha empolgação foi até eu instalar, jogar e desinstalar, tudo no mesmo dia.

      1. Espiando o SL, a única coisa de interessante q eu vi é q parece ativa ainda, é Black Museum (não me recordo se é esse o jome correto). Estou interessado particularmente nesse tipo de investida: acervos online.

      1. Essa eu já tinha lido e salvei a referência! Valeu, Ghedin!

    2. Quem disse que o second life é passado? Procura por ilha do aprender ou vai em ilhadoaprender.com.br .
      Usam como meio de EAD. Maior inconveniencia liberar um bilhão de portas no firewall para esse negócio funcionar.

    3. Com o second life não. Mas como o Habbo e os habbo piratas sim kkkk

    4. Passei um período da minha vida (adolescência) jogando MMORPGs. Um que gastei anos jogando foi RuneScape. Ali sim eu posso dizer que estava completamente imerso no jogo.

      Mesmo que não pagava para jogar, eu aprendi muita coisa lá, inclusive inglês. Sempre que me perguntam como aprendi inglês, menciono essa fonte.

      Não cheguei a jogar SL mas já vi muita gente falando que foi um divisor de águas para muitas coisas.

      O bom disso para mim, mesmo que tenha ficado completamente bitolado nisso naquela época, foi o fato de ter aprendido inglês e, esporadicamente, algumas culturas e coisas novas.

      Bem antes de terem tantos trolls bombardeando com memes irrelevantes, pois nem havia essa nomenclatura ainda.

      Além das traduções dos jogos para PT-BR não estarem em alta ainda… Hoje em dia, se eu gosto de um produto, ele está em inglês e não tem ninguém trabalhando na tradução, eu entro em contato com o desenvolvedor e pergunto sobre a possibilidade de tradução. Simples assim.

  18. Boa noite!
    O que fariam com um iPad 2 (sim!) que ainda sobrevive?
    Atualmente uso para leitura de links salvos no Pocket, mas até para isso esta um pouco “pesado”. Não uso para livros pois tenho um Kindle.
    É possível instalar algum outro OS para ter aplicativos mais recentes?

    Em tempo: Guedin, tentei acessar o Manual nele hoje e o site esta aparecendo quebrado (não sei adicionar fotos aqui, na verdade é meu primeiro comentário após anos aqui :D).
    Lembro de já ter acessado o Manual nele há algum tempo. Sabe informar se já não tem compatibilidade mesmo?
    iOS: 9.3.5

    Abraço a todos!

    1. Acho que o iPad 2 parou de ser atualizado há uns 5 anos atrás. Talvez consiga um ou outro app antigo na App Store. Se quiser “brincar”, tente fazer um “jailbreak” para conseguir apps que são antigos, dado que a AppStore não fornece mais suporte ou até mesmo o próprio aplicativo.

      Que eu saiba, não existe firmware alternativos para sistemas iOS.

    2. temos um aqui, que os filhos acabaram de deixar cair no chão e trincou o canto da tela.
      Usado para
      – leitura de artigos cientificos em PDF (coisa que o Kindle não faz direito),
      – leitura de Quadrinhos e Mangas (a tela pequena do Kindle obriga a ficar rolando o arquivo);
      – controle remoto do youtube na tv;
      – ouvir música no spotify.

    3. eu também tenho um iPad antigo, o 3, e, como o amigo dflopes falou acima, ele ainda serve para algumas coisas – eu pessoalmente uso para Spotify, YouTube (via website porque cortaram o suporte ao aplicativo faz alguns meses), Netflix e navegação leve no Tweetbot (acredito que tenho a versão 5). já tentei instalar alguns aplicativos mais novos, mas não roda ou simplesmente diz que precisa de uma versão mais recente do iOS para rodar.

      tirando o botão frontal, que às vezes não funciona, ele está em muito bom estado e vai comigo até pedir arrego

  19. Feature phone bom para idoso por um preço honesto, alguém tem recomendação? Andei olhando os modelos da multilaser e positivo e parece que são ruins justamente na questão de som e facilidade de uso. Não quero ter que adaptar um Android…

    1. Se for só feature, um LG endêmico da conta. Se quiser whats, pule para um Samsung a01. Não vi mais a galera falando do KaiOS, então suponho que no BR não tem mais dele, ou tão dispensando.

      Acho que tem um multilaser ou DL que são flip phone, creio que são fáceis de usar. Se eu achar um review sobre passo depois.

  20. Depois da votação do Senado pro STF ontem senti uma desesperança enorme com o Brasil, como se estivesse perdido as forças. Acho que até os tuiteiros brasileiros sentiram o mesmo, a noite. Parecia que ninguém tinha vontade postar nada. Alguém mais percebeu isso?

    Tenho percebido que sou viciado em notícias, e não é só por causa do twitter. Acesso muitas vezes jornais e portais de noticias por dia. Percebo que tem me feito mal, especialmente nos últimos dois anos. Não sei se é uma forma de FOMO, mas sinto que o noticiário é uma forma de entretenimento. Há algo a se fazer?

    1. Eu me sinto dessa maneira ao acessar sites de notícias, principalmente se tiver a ver com política. Se ler os comentários é que me sinto mais péssimo ainda.
      Faz um bom tempo que só acesso notícias pela TV ou Newsletter do Meio e tenho me sentido bem melhor.

      1. Muita dureza. As vezes me pego digito ”UOL” no Browser de internet inconscientemente e o bloqueador de sites entrando em ação.

    2. eu me afastei do noticiário, q acompanhava regularmente. dou uma olhada rápida na folha de sp uma ou duas vezes por dia e leio algo ali q me interessa. a própria folha, dando guarida pra gente como narloch, me afastou até desse portal. mas fico de olho no el país, q sempre traz algum texto bom. acho q faz bem ficar longe desse acompanhamento próximo do noticiário, em especial o político, pq, né?, ele é garantia de termos todo tipo de notícia ruim. eu, ultimamente, tenho limitado a atenção às notícias ruins de dois três de interesse apenas: cultural, causa animal/direitos humanos e tecnologia. só isso já é rende muita notícia ruim…

    3. Eu trabalhei para políticos e acompanhei por cima algumas eleições. Hoje mantenho distância, pois senão soco um.

      Acho que o problema maior é que o brasileiro em si não se dá conta dos erros que comete politicamente. Esquece que política é feito no dia a dia, na necessidade de equilibrar direitos, deveres e necessidades. Isso desde uma vizinhança simples até grandes condomínios luxuosos.

      Parece que a sensação é “ah, eles estão sendo pagos para fazer algo para mim”, e ignora-se que tem que se cobrar e fiscalizar tais pessoas, não é só votar, levantar bandeira ou xingar muito na internet. Só que também há o fato que eles mesmos (os eleitos) fogem das pessoas, ficam mais longe das ruas ou dos seus pontos de trabalho, criando formas de atrito para não ter conversa com cidadãos.

      O resultado é que a política só fica “entre os pares”, sendo feita mais nos encontros de vips, eventos onde há alguma “liderança política/social” (que as vezes monta ong de fachada só para ganhar atenção e dinheiro público, e é com este que o político vai falar, não com o ativista ou pessoa que realmente faz algo de útil). Ou até mesmo no prostibulo consegue ver um político.

      E bem, a justiça brasileira é injusta…

    4. tb tenho esse vicio em noticias e graças ao principal foco do noticiário – pessoas que deveriam ser relegadas ao desprezo, mas viraram governo e se tornaram vingativas – é cada vez mais deprimente. Prefiro assistir alguma serie no Netflix.

    5. No último semestre eu adotei um estilo de vida que me ajudou MUITO a superar esse problema de desilusão crônica. Peço licença para escrever um textão aqui pra explicar o que eu adotei:

      1- Deletei o twitter e *ponto*. Falo sério, isso foi vital para o plano funcionar. Simplesmente não clico mais em links para o twitter, nem para dar aquela espiadinha no meme que o amigo mandou. Precisou ser assim porque simplesmente não tem como vencer da máquina, ela sempre vai ganhar o jogo da economia da atenção.

      2- Separei a política em duas esferas ou escalas. A primeira escala eu tenho algum poder e agência, a segunda não tenho nada disso. É só com a primeira que eu foco no meu cotidiano. A segunda acompanho apenas no nível de processo histórico e tendência geral. Em termos práticos tenho lido mais livros e bem menos jornais. Por exemplo: não faz diferença saber quem é o novo ministro do STF se eu já sei que a tendência geral do nosso período é o enfraquecimento de estado laico (processo de longa duração, muito mais antigo) e o aparelhamento das instituições pelo bolsonarismo (processo de média duração, mais recente).

      3- Fica mais fácil focar na primeira escala se eu não estou investindo toda minha atenção no catastrofismo da segunda. Descobri que desesperança, desilusão e desamparo são da vida, mas não devem ser crônicos. É incrível como DA PRA FAZER COISAS e se sentir útil quando você não fica o dia inteiro desesperado com o noticiário.

      E mantenho um RSS Feed bem enxuto com uma seleção bem pequena de veículos que eu confio justamente por não operarem na lógica predatória da economia da atenção ou por cobrir ela de forma crítica. Manual, claro, é um deles.

      1. Gustavo, parabéns!! Ainda estou no processo de me livrar do twitter (já caí em tentação hoje, hahaha). :(

        Também fiquei interessada nas indicações. Eu assinei o Nexo numa promoção ano passado, mas eles não liberaram esse ano pra assinantes, só pra novas assinaturas…

    6. Também sofro desse vício, mas acho que tem algumas opções para tentar lidar. Uma sugestão é, ao invés de ficar acessando os portais de notícias e redes sociais o tempo inteiro, assinar newsletters e/ou ouvir podcasts com o resumo do noticiário. Assino a news do Nexo (a_nexo) que chega logo cedo com as principais notícias do dia, tanto do Nexo, quanto de outros jornais, e ouço o podcast deles, o Durma com Essa, que sai no final da tarde/começo da noite com uns três destaques principais (normalmente dois do Brasil e um do exterior). Também ouço o Medo e Delírio em Brasília, que comenta/resume o principal do noticiário político, a partir de notícias dos veículos da grande imprensa, mas com uma edição bem humorada e ácida. Lendo uma news e/ou ouvindo um podcast por dia (na mesma linha, tem O Assunto, do G1 e o Café da Manhã, da Folha), você vai saber do principal do noticiário já com uma curadoria, num período limitado de tempo, ao invés de ficar no ritmo alucinado das atualizações infinitas de redes e sites.

  21. Fiz um exame de Ressonância Magnética essa semana. Tenho 35 anos, e ao longo de 20 anos, deve ter feito pelo menos uns 20 exames desse. Dessa vez foi diferente.

    Já tinha feitos exames com contraste, que é quando injetam uma substância no sangue, pra, claro, dar um contraste nas partes moles que eles querem que apareça.

    Pra quem não sabe, nesse exame, tu fica deitado numa maca, imóvel, por uns 40 minutos, e ela vai sei lá, tirando fotos, magneticamente, sei lá. Algo assim. O ponto é que tu fica nessa sala, e NINGUÈM FICA LA JUNTO, os examinadores ficam em outra salinha, acredito que pra se proteger do magnetismo? Sei lá? ENFIM.

    Voltando ao contraste, quando eles aplicavam, era tipo, vinha o enfermeiro, aplicava a substancia na veia, e DALE PAU, todos saiam da sala pra rapidinho fazer o exame enquanto a substancia tava ali fazendo efeito.

    DESSA VEZ FOI DIFERENTE. Eu tava ali, deitado, imobilizado, olhando pro teto. Normal. Veio a enfermeira “pegou minha veia”, e pelo que entendi deixou tudo preparado, me colocaram lá dentro do negócio, e todos picaram a mula. Eu vi de relance que do meu lado tinha ficado uma coisa, que eu achei que era sei lá, uma bancada, bandeja, não consegui ver direito. Mas quando notei, acendeu uma luz ali, e senti “o liquido entrando gelado no meu braço”, e dai a tecnica falou pelo sistema de som: “tudo bem ai?”

    Tipo, ninguém me explicou nada, mas o que entendi foi: UM ROBÔ, APLICOU O NEGÓCIO NO MEU BRAÇO, tipo a enfermeira e técnicos ficam lá do outro lado, apertam um botãozinho, que libera o liquido, pra dai eles não perderem o tempo de voltar pra salinha pra dai começar o exame saca?

    Fiquei muito bolado com isso. Porque, eu sempre via as reportagem, de robô faz primeira cirurgia sei la o que lá, sabe? E nunca pensei muito a respeito, mas eu achava que OK saca? PORÉM NÃO ME SENTI NADA OK?

    Fiquei com muito medo sei lá, vai que da um pane, o robô libera mais do que devia, ou sei la, qualquer coisa. Ao mesmo tempo que pensava que um enfermeiro humano também poderia cometer (e comete) esses erros. Mas sei lá. Fiquei meio chocado.

    Principalmente porque era um robô banal saca? A gente vê só as noticias do robo fazendo a cirurgia de coração. Mas não vê a noticia do robô que libera o remédio na tua veia, que inclusive já tá normalizado ali no hospital, tanto que os enfermeiros nem tchum pra explicar.

    É isso, fica ai a anedota!

    1. Não sou especialista no assunto, óbvio, mas o “robô” provavelmente é uma bomba de infusão. Fiquei curioso agora em ver uma que possa ficar dentro da sala de MRI. E o pessoal fica na outra salinha para operar o equipamento. Aquilo é um computador e com certeza o campo magnético absurdo (algumas ordens de magnitude maior que o da Terra), afetaria seu funcionamento.

      1. Sério? Se eu não estiver enganado, levei meu pai para fazer esse exame e fiquei foi dentro da sala da máquina e ninguém falou nada da minha permanência nessa sala (só escutando os comandos de voz). Não sei se o perigo é maior para quem fica exposto muitas vezes.

        1. Não acho que o campo magnético seja perigoso como a radiação ionizante da TC. O perigo é para outras coisas: Cartões de crédito, relógios e peças metálicas em geral. Por esse motivo pacientes que portem marca-passo ou próteses metálicas não podem se submeter a esse tipo de exame.

          1. Quem tem tatuagem ou maquiagem definitiva/ micropigmentação pode ter problemas também (pelo menos foi o que me disseram e alguns sites confirmam isso)

    2. Que doido, né. Será que o seu estranhamento não veio por ter uma máquina te dispensando esse “cuidado”? Porque medicina e principalmente enfermagem tem isso do cuidado né: você tá ali numa situação que por si só já um pouco fragilizante, não é usual, e o cuidado da enfermagem muitas vezes vai nesse sentido de te tranquilizar e trazer um toque humano pra coisa.

      Aí metem um robô

  22. Tem alguma maneira de pesquisar nos posts livres?
    Eu estou tentando descobrir se alguém já comprou baterias pra notebook da marca bestbattery e queria saber se por acaso foi comentado antes.

    1. Especificamente em posts livres, creio que não. Você pode usar o site:manualdousuario.net seguido do termo que deseja buscar em qualquer buscador (Google, Bing, DuckDuckGo) para pesquisar o site inteiro, incluindo comentários.

      1. Usar site:manualdousuario.net/post-livre seguido do termo de busca para pesquisar especificamente em posts livres não funcionaria?

    2. Que eu me lembre não exatamente. Já perguntaram sobre usar baterias genéricas, mas não bateria com esta marca.

  23. Vocês usam algum serviço de backup na nuvem? Meu HD externo tá dando os últimos suspiros e to ponderando se compro outro ou uso nuvem, tendendo mais pra esse último por não ter validade. Dei uma olhada no Google One e descobri o Backblaze, vi que tem a opção de criptografar os arquivos com o Rclone mas não sei se pro meu uso básico é necessário.

      1. Ghedin, por que a escolha pelo B2 e não o Blackblaze padrão?

          1. Ao olhar o site do Blackblaze B2 eu tive a impressão que o custo mínimo dele era de USD 5/mês, mas só depois da sua resposta que eu vi que esse calculo é para o armazenamento de 1TB. Nesse caso a diferença de custo para o Blackblaze padrão não seria tão grande, né?

            Uma dúvida, sabe dizer se com a sua solução dá certo fazer backup da fototeca do Fotos?

          2. @ Gabriel Peres

            Não sei a partir de quanto espaço o Backblaze 2 começa a cobrar. Estou usando ~3 GB para backup de arquivos mais importantes e, até agora, não paguei um centavo.

            Sobre a Fototeca do iCloud, você diz salvar aquele arquivão/banco de dados que ela gera? Creio não haver problema, mas não sei se você teria que enviar todo o arquivo toda vez — em estruturas de pastas e arquivos tradicionais, o rclone consegue fazer upload só dos arquivos novos e alterados.

            Outra alternativa é navegar dentro da Fototeca, pelo Finder/Terminal, e subir os arquivos em si de fotos e vídeos. É tipo os aplicativos — botão direito, ver conteúdo do pacote ou algo assim.

    1. Interessante, não conhecia esse Backblaze. Eu uso o OneDrive mesmo, mas por meio do Duplicati, que criptografa os arquivos antes de enviar pra nuvem.

    2. No momento estou usando o próprio Telegram. Muitos dizem não ser viável, mas para mim até agora tem sido uma ótima solução. Não deu nada errado até o momento.

    1. Sinceramente achei este texto esquisito, meio que com um pé no preconceito. Distinguir um ser político pela forma de onde pensa é meio que algo próximo a eugênia, não? Ou falo besteira?

      1. Também achei, ou é ciência fajuta ou algo tão novo que não sabemos como encarar. Meio que genética do mal, algo assim.
        Queria saber se mais alguém pensava assim.

        1. Vi falando no twitter e as respostas (na minha bolha) foram nesta linha também.

          Creio que certos tipos de estudos cientificos deveriam ficar restritos a algum grupo de pré-controle (censura, vamos dizer assim) até se entender se aquilo tem algum viés que possa ser prejudicial a própria ciência ou não.

  24. Meu deus, já é quinta de novo!!! XD

    Mas bem, só eu pego ranço à toa (já me disseram isso), mas os “salários” de artistas estão cada vez mais absurdos???

    Dia desses, eu estava lendo que o Leonardo di Caprio e a Jennifer Lawrence ganharam 25 e 30 milhões de dólares, respectivamente, por um filme da Netflix (!). Não estou nem entrando na questão de mérito ou se o nome vai chamar atenção, mas desde Os Vingadores que eu me questiono isso (nesse caso, em específico, a gente até entende porque a bilheteria foi gigantesca, né). Outro caso foi o Henry Cavill ganhando 1 milhão (!) por episódio (!!) do The Witcher. É streaming, sabe? Como esse negócio tá se pagando? Qual o limite dos cachês?

    1. o problema não são os salários astronômicos das celebridades, mas os salários miseráveis que todos os demais trabalhadores da base dessa cadeia devem ganhar, né?

      1. Não vamos nem entrar nessa questão porque aí o buraco é mais fundo.

        E aliás, eu coloquei errado: o Leonardo ganhou 30 e a Jennifer, 25 (eu ouvi sexismo? E antes que falem “mas é o Leonardo di Caprio!”, parece que compararam e a bilheteria da Jennifer é maior que a dele).

    2. Com assinaturas e dívidas. Até o começo do ano, a Netflix já havia emprestado US$ 15 bilhões. Isso se explica pelo aumento da competição (muitos serviços de streaming, estúdios de cinema, até a Apple entrando no setor). É um jogo só para quem tem bolsos muito fundos e, claro, os talentos que fazem essa máquina girar se aproveitam para fechar com quem paga mais ou dá mais liberdade criativa.

      1. O mesmo esquema de outras grandes empresas… Mas confesso que acho assustador e absurdo.

    3. Trabalho na área pois sou produtor de elenco e posso falar (um pouco) pelo mercado brasileiro. Nem sou daqueles que defende “regra de mercado”, mas com essa configuração atual de disputa de atenção dos streamings, a coisa tá bem aquecida e tem muito dinheiro rolando nesse mundinho. O tanto de projeto que chega para medalhões brasileiros (principalmente dos grandes players), tá sendo bem vantajoso ter um nome estabelecido no mercado já que tem MUITA coisa sendo feita e um elenco com nomes fortes é uma fator que facilita muito a venda do produto.
      Se isso tá acontecendo aqui (onde os filmes não se “pagam” em bilheteria, como em quase todo lugar do mundo), nomes internacionais como esses que você levantou já chegam com uma estrutura de financiamento que vale muito a pena colocar esse dinheiro porque o retorno é garantido.

    4. A Netflix foi pioneira, assumiu os riscos e tá colhendo os frutos. Outras empresas, como sempre, querem uma parte de qualquer coisa que lucre demais (ou mais que eles). E sinceramente, eles que se arrebentem. Disney por exemplo tenta repassar esse custo pra os assinantes lançando mais e mais serviços da mesma holding, cobrando separadamente. Entre outras coisas acho que as pioneiras ganham pela simpificade de cobrança alinhada ao bom catálogo.

      Sobre o sexismo, acho que nesse nível ao nem sei se existe, já que o salário é negociado por agentes, e dizer sim ou não a um trabalho, não vai deixar eles tão preocupados assim.

  25. Pessoal, como é a experiência de vocês com séries em streaming? Maratonam ou tentam dosar os episódios para “durar” um pouco mais?

    Pergunto porque a Netflix me tornou um binge watcher, mas que sempre acaba as temporadas de séries com aquela sensação de quem meteu um chocolate inteiro na boca e engoliu sem nem mastigar ou sentir o gosto direito.

    E agora que alcancei os episódios semanais de Sucession, da HBO, tenho gostado da experiência de esperar pelo episódio da semana. A última vez que fiz isso foi com “Explicando” da Vox/Netflix, mas como é uma série de videos-ensaios, não é exatamente como fazer isso com um seriado de ficção.

    Atualmente penso que soltar episódios semanais, mas sem grade fixa (como é na TV) se tornou o melhor de dois mundos. Mas isso para mim, né, não sei como é do ponto de vista de negócio, ou sequer sei se eu consigo fazer isso por conta própria, afinal a continuidade daquele cliff hanger está logo ali e vai começar em 5 segundos.

    1. detesto maratonar, eu me sinto sufocado depois de ficar um dia inteiro vendo os episódios de uma mesma série — e a sensação é essa mesmo: a de engolir um doce inteiro de uma só vez

      quando gosto muito de uma série, acabo assistindo a um episódio por dia (isso quando tenho tempo, o que é cada vez mais difícil), o que dá um distanciamento mínimo não tão grande quanto o semanal

      o problema que enxergo é outro: maratonar séries acaba sendo uma forma de privilegiar a trama em relação a outros aspectos (fotografia, cor, ritmo, etc), já que o mais importante passa a ser simplesmente acompanhar a história. É claro que a maior parte das séries é simplesmente ruim e só se preocupa com a trama, ignorando esses outros aspectos. Mas ainda há exceções e nesses casos maratonar é sufocante. A terceira temporada de twin peaks, de 2017, foi maravilhosa justamente por romper com essa lógica. Os episódios, inclusive, terminavam muitas vezes de forma completamente maçante, sem cliffhanger nenhum — caso clássico era aquele episódio concluído com uma pessoa varrendo o chão durante vários minutos.

      digo que é um problema porque cada vez mais as séries são feitas pensando apenas nas maratonas: o foco fica exclusivamente na construção de cliffhangers.

      1. Acho que essa “política” dos ganchos surgiu justamente na televisão, que pra você manter o interesse de uma pessoa por 1 semana, às vezes mais, precisava se um bom gancho, e cada episódio tinha basicamente a mesma estrutura, geralmente terminando com um gancho, a exceção ficava com seriados cujos episódios meio que se resolviam, como Arquivo X, Supernatural etc, mas eventualmente rolava um gancho.

        Minha bronca com seriados é que lá pelo meio começam a enfiar linguiça pra prolongar a série, sem necessariamente adicionar substância à trama. É só firula. Tenho dado preferências à filmes mesmo.

    2. Com a maior oferta de séries e filmes, eu tenho assistido cada vez menos, pra falar a verdade. :(

      Eu sou slow-watcher (meu conceito de maratona é quando eu assisto 3 episódios num mesmo dia, normalmente, pra terminar a temporada), só que eu tenho um problema: eu perco a vontade de continuar quando passa um tempo muito grande entre uma temporada e outra (não terminei Dark até hoje por isso; quando vi a primeira temporada, a segunda estava longe e, quando saiu, eu já não me interessava mais).

      1. olha, não perdeu muita coisa não

        a terceira temporada é constrangedoramente ruim

        a segunda tem bons momentos mas também é péssima

        só mesmo a primeira que se salva

        acho que o grande problema de Dark foi ter deixado de ser uma série com situações interessantes de se ver para ser uma trama que fez de tudo pra se resolver

        1. Hahaha, bom saber, assim posso abandonar sem ~culpa. :D
          Estou passando com algo parecido com Westworld, mas esta eu pretendo ver a terceira temporada ainda.

          1. Olha… não querendo te desanimar… hahaha. Eu assisti, tem bons momentos, sim, mas tem momentos horríveis e alguns problemas de narrativa. Mas acho que vale a pena principalmente pra ver a Dolores fora do parque.

            Sobre Dark, é o que mencionei sobre séries, ficam adicionando firulas e complicações que só deixam tudo pior. A primeira temporada poderia ter terminado com um gancho que continuaria sendo boa.

          2. Poxa, Rodrigo. 😅😂

            Eu já achei a segunda temporada bem meh em comparação com a primeira (meu deus aquele plot twist!!), mas eu achava que tinha potencial… É igual filme de zumbis: depois que o mundo foi praticamente todo dominado, sobra pouca coisa pra inovar. Não sei se vou achar empolgante Dolores e cia no mundo real. 😕

    3. Quem ouve o Guia Prático sabe que eu sou contra maratonar e costumo assistir a um episódio por semana, hábito que adquiri no começo da pandemia. Esse paralelo que você fez, com o chocolate, é bem verdade: ao espaçar o consumo, parece que dá para saborear mais e — óbvio — por mais tempo.

      Só abro exceção para sitcoms, desenhos, séries em geral com ~20 minutos de duração. Essas costumo ver depois do almoço, um ou dois episódios por dia, para dar uma relaxada.

      1. Maratonar não é bom, já fiz… não nego, tipo em férias pq tem mais tempo mas dá pra ser pior… tem o maratonar na velocidade 1.5x ou 2x! Gente sério só de pensar meu coração acelera, eu não entendo pq um ser humano decide ver um filme, série, ouvir um podcast acelerado (sem ofensas a quem já fez esse upgrade de sw…meu cérebro não tem esse patch)

        1. Por pura e simples bobagem dos tempos modernos, “ser mais eficiente”. pffff…

    4. Não costumo maratonar, não. A única vez que fiz isso foi com Breaking Bad, que não lembro ao certo como foi, mas lembro que maratonei a última temporada. Antes disso havia feito com Prison Break, e essa eu lembro direitinho: foram os últimos 6 episódios e mais o filme, tudo numa sentada só.

      Mas nisso já se vão alguns bons anos (8? talvez…), depois nunca mais maratonei nada. Sempre que assisto algo tento ver no máximo um episódio por dia, isso quando não deixo mais espaço. E na verdade a última série que eu vi foi A maldição da mansão Bly, o que já faz um ano, depois não assisti mais nada.

      1. Fiz com Breaking Bad também, há uns bons anos atrás.. Não repetiria. Procuro levar as coisas mais dosadas…

    5. Eu acho que o melhor mesmo é soltar de uma vez, vai do controle/descontrole de cada um aí em dosar hahaha.

      Embora a Netflix não siga a mesma lógica de prolongar um seriado para ganhar mais anunciantes etc, ela se beneficiaria da pessoa manter a assinatura por mais tempo enquanto espera os episódios semanais. Mas com certeza fizeram medições e acham que soltar tudo de uma vez é ok.

      Tem outra questão, muitas vezes na televisão os episódios são gravados à medida que os episódios vão saindo, no caso da maioria das séries da netflix, é tudo gravado como se fosse um filme, e solto de uma vez só.

      Particularmente eu tô mais crítico a séries, quando é boa eu assisto, quando começa meia boca eu já nem sigo adiante, ao contrário de antigamente que eu até seguia pra ver pra onde iria. Com a oferta absurda de séries agora, não rola fazer isso. Até porque normalmente as séries só vão piorando, com exceções. Mas as exceções são séries que já começam boas e continuam boas, dificilmente uma série meia boca melhora.

    6. Po, eu vejo conforme minha vontade
      sei lá, não fico pensando muito nessas coisas não
      já tenho minhas outras nóias

    7. Eu assisto na medida do possível. Como por exemplo que fiz com Mr Robot.

      Minha esposa devora essas séries da Netflix e outras… Mas eu prefiro ir aos poucos, pois também sou humano com necessidades fisiológicas. Se bate a fome, sede, vontade de ir ao banheiro… Também tem questão de stress para acabar, sono… Não curto me torturar só por conta da “cereja do bolo”.

      No passado, quando estava em depressão profunda sem auxílio de medicamentos, fazia isso. Assistia filmes o dia inteiro. Hoje vou mais na esportiva…

      Mas também sou viciado em eletrônicos, porém não dessa forma.

  26. Pessoal, como vocês têm lidado com as famosas ligações spam que nos atormentam em todos os momentos? Eu já desisti de bloquear os números porque sempre me parece que usam algum gerador aleatório. No Android eu tentei (em vão) bloquear chamadas de números desconhecidos, mesmo correndo o risco de deixar alguma ligação importante passar, mas o sistema não barrou as chamadas. Tenho o sonho de um dia poder voltar a ter paz, não tendo que lidar com mais de vinte ligações diárias.

    1. Eu uso o app Telefone, do próprio Google, com a opção de filtrar chamadas suspeitas ativada e funciona bem. É bem raro alguma ligação spam passar pelo filtro, mas acabo bloqueando depois. Posso acabar perdendo alguma coisa importante? Sim, mas se realmente for algo relevante (como alguma retorno de emprego, por exemplo) tem meu email e WhatsApp🤷

      1. Eu já ia falar do telefone da Google. Tem me servido bem também. Dificilmente uma ligação suspeita passa, e quando passa ele já acusa como suspeita de spam. Daí é só clicar pra bloquear e pronto.

        Muitas das ligações são de operadoras oferecendo planos e outras coisas… Às vezes tem cobrança também, mas eu procuro pagar logo por desencargo de consciência.

        Aliás, caso seja útil para alguém… Eu entrei em contato com uma advogada especialista em direito digital e perguntei se essas ligações em excesso cabiam processo.
        Infelozmente disse que só cabe em casos extremos, quando você recebe mais de 50 ligações por dia.

        Mesmo assim, a justiça considera como causa irrelevante, daí altas são as chances de perder um processo dessa natureza.

    2. Eu coloquei o celular no modo Não Perturbe, deixando o modo desativado apenas para os contatos favoritados, onde pode tocar som alto na hora que recebe as ligações.

      1. Eu também faço isso e mais o bloqueio de spam do telefone.

        Sinceramente, eu quase nunca atendo telefone.

    3. Ainda não achei uma solução, antes eu usava o app Telefone do Google com filtro de spam, hoje ele não está mais disponível pro meu celular.

      1. Eu também me cadastrei e tive uns 80% do problema resolvido. Porém agora estão gastando os créditos no SMS, pois todo dia alguma faculdade, operadora, Sabesp me manda alguma coisa relacionado a promoções e o tal do cash back que estou perdendo.

    4. No celular uso o Should I Answer com as configurações mais restritivas e tenho relativa paz. Não resolveu 100%, mas reduziu drasticamente. De umas 30 chamadas por dia, passei a receber uma ou duas por semana, sempre devidamente bloqueadas ao final.

      No fixo, que minha esposa insiste em manter, acabei comprando um bloqueador dedicado. Na mudança de operadora ano passado, optamos por não portar o número antigo justamente por causa da infinidade de chamadas do tipo. O telefone de casa tocava mais que linha comercial. Na nova linha, que eu nunca informo que possuo, já são 70 números bloqueados.

      Infelizmente, como outros comentaram, essas empresas infernais estão enchendo o saco por SMS e WhatsApp agora. O app nativo do google para mensagens até detecta que essas mensagens são spam (aliás, tirando as mensagens da defesa civil com informações meteorológicas, praticamente todo SMS que recebo é spam), mas nunca achei um meio de bloqueá-las por padrão.

    5. No IOS eu ativo o modo que só os números que estão na minha agenda tocam ao receber ligações. Eles chamam, mas não tocam, e só depois vejo o número que me perturbou. Se não for um número esquisito eu retorno.

    6. no celular eu uso o aplicativo Whoscall, me atende bem

      tem um fixo em casa, por alguma razão a gente continua usando
      comprei uma daquelas caixinha bloqueadoras que tem no Mercado Livre, depois de treinada pega quase tudo … como o fixo fica na minha mesa de trabalho fica bastante fácil bloquear uma ligação de spam

      ps. a pior empresa do MUNDO pra esse negócio é o BMG … eles ligavam praticamente todo dia, às vezes 2 a 3 vezes ao dia … a caixinha bloqueadora pega quase tudo, mas de vez em quando ainda passa alguma ligação

      NUNCA façam nada com o BMG … aquilo lá vai infernizar sua vida até o fim dos tempos

  27. Com o open banking, seria possível alguém criar um aplicativo de banco de código aberto que te permitisse logar na conta do banco e realizar transações?

    1. Creio que o “Open Banking” é mais para gerenciar as informações que a pessoa tem em bancos – tipo, saber onde estão as contas em seu CPF/CNPJ por exemplo – do que para fazer um “banco aberto” per si.

  28. Trazendo um assunto que rolou no grupo do Telegram esta semana: vocês usam lava-louças? Se não, sentem falta? Parece ser algo cultural no Brasil, a indiferença a esse eletrodoméstico, mas não sabemos até que ponto isso está enraizado. (Fora ser um negócio caro e, a princípio, não essencial tal qual uma geladeira ou fogão.)

    1. Eu queria usar lava louças em casa, mas já me relataram que não é lá algo bacana. De qualquer forma, a sujeira grossa tem que ser limpa na pia (tirar restos de comida, dado que no lava louça vai mais para passar sabão e água) e já falaram que só pode usar sabão específico para o equipamento.

      Eu queria mesmo era achar alguns daqueles equipamentos japoneses que até o Mário Nagano (do saudoso Zumo / Ztop – oi Henrique!) já mencionou. Tinha um que era uma espécie de alavanca com motores e escova. O prato era rotacionado e limpo pelas escovas. Uma ideia simples e bacana, apesar de aparentemente trabalhoso. Achei em outro site https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/11/conheca-o-kuru-sara-wash-robo-que-lava-as-loucas-da-sua-casa.ghtml

    2. Rodrigo, realmente é um eletrodoméstico pouco comentado ou usado. Mas o que mais me impressionou no seu uso quase diário é a economia de água. É algo que salta aos olhos.
      Nunca é demais lembrar que o salto tecnológico em aparelhos como este, geladeira ou máquina de lavar roupas é muito alto no tempo costumeiro de vida do aparelho, 10 anos.
      Portanto, se alguém tem algum desses aparelhos com 6, 7 anos de vida, a economia de energia e água é significativa. Não dá para comparar com os mais novos.

      1. Bom ponto. O ponto é saber se são eficientes também – tipo, limpam e deixam bem higienizados os itens de cozinha. Mas não havia me atentado a questão da economia de água.

        No caso de lava roupas, noto aqui em casa que quando minha mãe saiu de um modelo de 10 anos atrás para um de 5, de fato a máquina nova é mais eficiente e gasta menos energia.

        1. Ligeiro, são, mas depende da cápsula de lavagem utilizada. As melhores não são baratas e é preciso ficar de olho em promoções.

      2. Essa é a característica que mais me atrai numa lava-louças, porém tem um detalhe que é comumente ignorado (acho) nas análises: o uso de recursos, água entre eles, na fabricação e logística da máquina. Em outras categorias de produtos em que esse aspecto é mais comentado, como celulares e carros, sabe-se que a maior fatia do impacto ambiental se dá na fabricação. Como será com máquinas lava-louça?

        1. Bom questionamento.

          Acho que os recursos de fabricação ficam mais de lado por ser um aparelho que você vai usar seguramente por muitos anos, como uma geladeira ou uma lava roupas, diferente de um celular que, trocando todo ano ou mesmo a cada dois anos tem um impacto muito maior

    3. Não consigo ver o lava louça como algo prático, tem que se preocupar com muitos detalhes para usar um, como tipo de louça, tamanho dos pratos, material de limpeza, tirar excessos e etc, enquanto lavando na pia padrão a preocupação é só o detergente e a bucha e água.

      1. Pense em uma máquina de lavar roupa. Você precisa se preocupar em não misturar roupa branca com colorida, no peso e tamanho das roupas para não atingir a capacidade na máquina, colocar alguma roupa de molho quando tem alguma mancha difícil, se preocupar com roupas delicadas, etc. Ainda assim, é mais prático do que lavar na mão, onde a única preocupação seria só o tanque, o sabão e a água.

    4. ajuda muito, a gente já chegou num ponto em que não vive sem

      ela não acaba com a louça, já que não pode colocar tudo lá, mas alivia bastante — não colocamos panelas ou louças mais pesadas e delicadas nela, por exemplo, mas é útil no dia-a-dia para lavar pratos, talheres, copos e vasilhas

    5. eu nunca nem usei uma, então não posso dizer que sinto falta, mas seria muito interessante, pois deve ser uma economia de tempo tremenda msm vc não podendo lavar tudo nela

      outra coisa que seria interessante ter seria um triturador, deve facilitar muito o cotidiano tb.

      1. Então, será uma economia tão grande assim? Esse é outro aspecto que me deixa reticente em comprar uma. Mesmo louças grandes, para uma ou duas pessoas, não tomam muito tempo — 10, 15 minutos no máximo.

        1. Bom ponto Ghedin, para uma ou duas pessoas teria que fazer como o colega colocou mais abaixo, deixar alguns dias para juntar. Neste caso a economia não será grande. Nem é viável deixar louça de 3 dias.

      2. Tá aí, triturador é uma coisa que eu sempre quis ter, mas acho que é mais “dispensável”. Acho um desperdício ter que jogar lixo orgânico fora, quando daria pra ir pro esgoto, fora que contamina outros materiais que seriam teoricamente recicláveis

    6. Eu não tenho e gostaria de ter. Não sei se vai fazer assim diferença, mas queria tentar. Minha experiência com lava louça foi só quando era adolescente, minha mãe teve duas que eventualmente quebraram e aí voltamos a lavar na mão. (isso é um ponto, se vc tem uma lava roupa e quebra, vc troca. se vc tem uma lava louça e quebra, vc desiste e lava na mão)

      Meu problema agora é q parece que todas que tem pra vender são tamanho família. As menores são 6 serviços. Parece muito para um casal que quase não recebe mais ninguém em casa. Eu pesquiso as menores que tem a venda e quando meço meu espaço de cozinha, ia ficar um trambolho em cima da pia ocupando espaço que vai fazer falta pra cozinhar, até invadindo o espaço em cima da cuba da pia em si.
      Eu acho incrível como alguns eletrodomésticos ainda não foram pensados na diminuição das famílias ou dos espaços nas casas. Eu só comprei uma air fryer quando achei uma pequena, e pesquisando vi que é um tamanho que nenhum fabricante tem (só essa q eu achei de uma marca desconhecida q vende no sams club). A gente se pergunta em casa se é coisa do mercado brasileiro, se em outros países onde tem aptos compactos pode ter a venda.

      1. Olha, quanto ao tamanho, é meio que ilusão. Sim, o tamanho físico delas é grande e ocupam bastante espaço. Aqui só resolvemos adquirir após decidir colocar logo acima da lava roupas (de porta frontal), fizemos um móvel/suporte, pois na cozinha seria inviável.

        Porém, parece que a de 8 serviços é grande demais, mas às vezes, em 2 pessoas aqui, falta espaço. Lavamos praticamente todo dia com a louça do café da manhã e da janta acumuladas e sobra pouco espaço.

        Nossos pratos ovais ficaram grandes demais pra de 8 serviços, e se mudo a altura da plataforma de cima para o prato caber de boas, quase não cabe nada na plataforma de cima, como copos mais altos ou tigelas.

        Mas to adorando. No primeiro uso fiquei uns 5 minutos olhando ela trabalhar hahahahaha.

    7. A Lava louça economiza trabalho sim. Mas não é exatamente substituindo por completo a lavagem manual. Ela acaba mudando a forma de organização do trabalho doméstico. Na minha casa, por exemplo, o espaço de tempo entre as lavagens de louça são maiores. Ao invés de usar sempre os mesmos pratos e copos e lavando após cada refeição, vamos fazendo um ciclo de todos os pratos e copos e talheres enquanto a maquina enche de louça. Posso acumular também algum tempo as coisas na pia, sem ela ficar transbordando de coisa, apesar de preferir lavar a louça todo dia. Então, acredito que a vantagem é essa autonomia.

      É um eletrodoméstico dispensável? Talvez. No fim das contas todo eletrodoméstico pode ser substituído por trabalho manual, depende da disposição (e dinheiro) de quem quer fazer (ou não) essa troca.

      1. Eu vim postar minha experiência com maquina de lavar, mas este cara resume bem: ela muda a maneira como se organiza a cozinha toda.

        Com ela, não precisa lavar a louça por quinze minutos toda noite quando termina de cozinhar para ter a pia limpa. Não precisa mais deixar louça de molho quando quando se esvazia aquela assadeira. Quando eu estou cozinhando para a semana e usando louça, já vou guardando as ferramentas e vasilhas que não vou usar mais. É outra dinâmica.

        Eu morei sozinho a maior parte da vida, e quando não estava sozinho, estava de casal. Ainda assim, nas ocasiões que a máquina de lavar estavam disponíveis era bem clara a mudança na dinâmica – como outro comentário falou, não é que você demora 15 minutos para lavar a louça, e agora demora cinco, é que você agora só guarda a louça suja já de forma organizada e quando enche, você põe para lavar.

        Junta as vasilhas de iogurte e xícaras do café da manhã e não preciso quebrar o ritmo do trabalho nem deixar a pia suja, junta os pratos e talheres do almoço, junta o pote de sopa e da sobremesa da janta… para não falar do tupperware esvaziou, até o pote de ração dos felinos.

        E quando enche( três dias, dois dias, uma semana? nem sei direito) eu ligo a máquina e vou trabalhar. Na hora da janta, eu tiro cinco minutinhos, guardo tudo e a cozinha está sempre limpa. Claro, tem as facas de corte (que eu lavo na mão para não perder o fio) e a vasilha de teflon, mas isso e quando eu já estou cozinhando.

        Pode até ser que lavar louça depois da janta não dê muito trabalho. E eu dou uma lavada na concha de sopa ou iogurte, e deixo para escorrer.

        Talvez aí que esteja a diferença grande: não é trocar uma ou duas horas por semana por quinze minutos por semana. É a diferença de não ter nenhum trabalho a maioria dos dias e a dinâmica que isso muda.

        1. Ah, outra coisa:

          Muita gente fala que precisa fazer pré-lavagem e tem gente que fala não, que é coisa de máquina antiga.

          Na minha experiência: mesmo as máquinas mais antigas fazem pré-lavagem! Nunca vi uma máquina de lavar louça que não faça dois ciclos. O que eu acho que acontece é que muita gente não põe o pó do compartimento de pré-lavagem e aí o negócio não funciona direito. A real é que mesmo para lavar a louça na mão tem duas etapas, uma para lavar o grosso e outra para lavar o fino.

          Ah, sim e o “detergente” da máquina de lavar louça é bem diferente do detergente de pia. Além do pó ter um detergente muito mais cáustico que seria saudável para lavar na pia (e, portanto, mais eficaz), todo pó moderno contém enzimas que são bem eficientes, mas que não daria para usar no processo manual.

    8. Eu gosto do ritual de lavar a louça, limpar a cozinha e guardar tudo no lugar. Para mim são meia hora livre pra esvaziar a cabeça. E um café depois cai muito bem.

      1. Estou no mesmo barco, gosto do ritual.

        Claro, confesso que não é sempre que tenho vontade de lavar, principalmente depois de um dia puxado de serviço, treino, etc, aí nesses casos eu deixo tudo sujo na pia (mas sempre arrumadinho) e lavo na manhã seguinte, já descansado e disposto.

    9. fantástica. tenho uma e terei pro resto da vida. mais tarde dou um relato um pouco mais detalhado.

    10. Meus sogros possuíam, na verdade ainda possuem mas em um apartamento que alugaram para outra família, e não era a coisa mais prática do mundo.

      Leve em conta que é um modelo com uns 10 anos, mas precisava esperar encher para compensar, o sabão não é barato e sempre precisa passar uma água nos pratos antes de colocar, ou a bichinha não dava conta de lavar. No fim das contas não sei se economizava água e tempo o suficiente para compensar.

      Tanto é que agora eles vivem sem ela.

      Pessoalmente eu gosto de lavar louça, como eu trabalho escrevendo, esses serviços domésticos são os momentos em que consigo ouvir podcasts e mídias afins, então eu aproveito e até acho relaxante. (Somos duas pessoas né, em uma família numerosa isso talvez mude um pouco.)

      1. Mas não seria melhor aproveitar esses momentos de podcast deitado numa rede ou sentado num sofá? Hahaha

        Lavar louça pra mim é das piores coisas de serviços domésticos. Prefiro limpar banheiro do que lavar louça, me sinto o próprio sísifo, lavando a louça pra no outro dia já ter mais louça pra lavar, é algo que nunca vence.

    11. Em casa a Lava-louças tem a mesma importância de uma lava-roupas.
      Esse lance de ter que tirar obrigatoriamente o excesso de alimento é algo das máquinas antigas. As novas já são preparadas para lidar com isso. Algumas fazem até um escâner da sujeira para definir automaticamente o tipo de lavagem a ser feita. Mesmo assim, eu sempre tiro o excesso, afinal, fazia o mesmo na lavagem manual e coloco parte do excesso na composteira.
      Em casa, a lava-louças trabalha durante a madrugadas, lavando a louça acumulada durante o dia. Amanhece tudo limpo e seco. Nunca precisei lavar algo ao retirar da lava-louças. Algo bem diferente da lavagem manual, onde vez ou outra preciso lavar algo novamente.
      O fato de ir colocando as louças na máquina durante o dia (para serem lavadas durante a madrugada) mantém a pia da cozinha sempre limpa e organizada.
      Uma dica: fujam da tentação de comprar as versões de 8 ou 10 serviços. Estudem as versões de 14 ou mais serviços.

      1. Qual o motivo de fugir as de 8 ou 10 serviços? Pelo que eu ando vendo, as de 8 serviços são mais baratas, mas estou procurando um daqueles modelos mais “compactos” (que tem no máximo 45 cm de largura) pois é o espaço que tem aqui no meu apartamento. Essas são os modelos mais caros e só tem de 10 serviços pra cima, o que parece ser meio contra intuitivo pra mim.

    12. Eu uso. Tinha preconceito contra, mas uma época estava em uma lista de doações e ofereceram uma usada. Virou uma mão na roda. Quebrou, desmontei, fiz funcionar de novo, e outras vezes, até agora a pouco, quando quebrou uma peça que não consigo achar. Estou para tentar imprimir esta peça em 3d :-/

    13. Quando morava em Fortaleza eu usava e, olha, vale a pena demais. Hoje lavando na mão (tal qual um Australopithecus) eu valorizo ainda mais.

      O consumo de água e energia de casa, na época, permaneceu o mesmo, e o que se economizava com detergente líquido se gastava com o detergente de máquina, então ficava o famoso elas por elas.

      A crítica mais comum que vejo é que “tem que tirar a sujeira grossa na pia antes”, mas na verdade você vai fazer o que já faz: jogar os restos de comida no lixo antes de lavar! Você não taca um prato com duas colheres de feijão na cuba da pia e dá-lhe água, né? Pois então, você também não vai tacar um prato com restos de comida na lava louça, o que é bem diferente de uma suposta pré-lavagem.

      Além do mais, a satisfação de ter um robô lavando a louça enquanto você desfruta de um merecido cochilo, pra depois tirar a louça da máquina não apenas limpa, como também quentinha — não tem comparação

    14. Eu uso. Foi um dos melhores presentes de casamento que ganhei. Não é necessário usar todo dia, espero acumular pelo menos uns 60% da capacidade da máquina e aí já programo um ciclo no fim da noite. De dia tá tudo seco.

      Recomendo obedecer algumas premissas para a instalação e uso: separar um local na cozinha onde haja espaço para colocar e retirar a máquina sem muita dificuldade, e certificar que a base na qual ela ficará apoiada aguenta o peso; o espaço aos lados (e às vezes uns furos feitos na base) ajuda a diminuir um possível impacto no equipamento e no móvel por aquecimento, movimento ou umidade.

      As louças que eu ponho na máquina, tento dar uma retirada de excesso antes de fazer. Coloco primordialmente pratos, copos, vasilhas de vidro (algumas de plástico), canecas e talheres. Panelas e outros itens mais delicados eu continuo lavando à mão. A economia de água é real e o sabão específico utilizado na lava louças rende muuuuito (compro um sachê por ano).

      Em suma, não é um equipamento que resolve magicamente toda a sua vida, mas como já falaram em outro comentário, ajuda a reorganizar a o trabalho doméstico e alivia a carga do que precisa continuar sendo lavado à mão.

      1. Esqueci de mencionar sobre a instalação que é importante observar no manual a altura mínima na qual o equipamento deve ficar, para assegurar que a queda d’água do dreno ocorra sem problemas. Ademais, uso a mesma máquina desde 2013 e ela nunca deu problemas (uma Brastemp de 12 serviços).

    15. Nossa, a minha lava-louças morreu essa semana e ainda não superamos o luto, mas depois de 10 anos (eu já peguei usada) ela não aguentou o tranco. Estou louco para comprar uma nova, porém o custo e a necessidade de outros investimentos prioritários colocou ela mais para trás da fila. Em uma casa com 4 pessoas (dois adultos e duas crianças) ela era imprescindível!

    16. Respondi lá no telegram e vou contribuir aqui: Há quase 9 anos casado, a lavação de louça era sempre manual, faz 1 ano estávamos pensando na lava louças, além da questão tempo perdido lavando louça (prefiro usar esse tempo deitado numa rede, por exemplo), tem a questão inverno aqui no Sul que é de lascar e não temos torneira quente, e não quero instalar.

      Aí decidimos de vez dar uma ajeitada na cozinha e consegui arrumar um espaço na área de serviço, e compramos. Sim, é caro, mas não, não me arrependo. Outra questão é que, como não secávamos a louça, sempre deixávamos no escorredor, sempre tinha louças no escorredor e na bancada pois usamos bastante a cozinha, e dava aquele ar de desarrumação.

      Agora só colocamos o escorredor pra cima quando tem muita louça ou louças que não são boas de irem na lava louças (panelas antiaderentes, reduz a vida útil, itens de madeira etc.)

      Uso detergente em pó específico para máquina de lavar e o tal do líquido secante.

    17. Se a família é pequena, um casal apenas, você trabalha e passa tempo em casa ou se não come em casa com frequência, é desnecessário. Mas tenha dois filhos e coma direito (=comida, arroz, feijão, o que quer que você coma) no almoço E na janta e tenha um tempo (ou $$) limitado para serviços domésticos manuais e ela é essencial. Um “porém”, porém: minha experiência inicial com lava-louças foi ao morar alguns anos no exterior e lá é item mandatório. Aqui no Brasil tivemos algumas ao longo dos anos. As menores e “compactas” foram experiências ruins (em que pesem os anos que passaram desde então): não lavam direito, dão mais trabalho que ajuda. Nos últimos 5 anos temos uma enorme, Eletrolux, 14 serviços, pra dar conta das crianças (e da vida) e faz um serviço bem bom. Tem que manter o filtro limpo mas isso é meio padrão, afinal é preciso limpar o equipamento que limpa (Roomba, aspiradores, panos, etc). No mais, dá conta da maioria das louças, mesmo as enormes e mais sujas e não imagino nossa vida aqui sem uma lava-louças.

      1. Discordo que seja desnecessário. Não sei como é sua dinâmica, mas eu meio que me encaixo no perfil que vc descreveu: somos apenas um casal e estou trabalhando de casa (home office). E ainda assim, a louça no final do dia é bem considerável.

    18. Eu não tenho uma máquina de lava-louça, mas estou quase comprando uma. Esperei aparecer uma promoção agora na Black Friday de um modelo específico, mas não teve, então vou acabar comprando com meu 13º sem promoção mesmo, só vou observar alguns detalhes técnicos antes disso.

      Sinto muita falta porque lavar louça é uma das únicas atividades domésticas que é necessário ser feito diariamente (até dá pra deixar pro outro dia, mas a louça acumula). E assim, mesmo pra mim que moro apenas com minha mulher, a louça que acumula aqui após todas as refeições no final do dia é bem considerável – incluindo pratos, copos, talheres, panelas, vasilhas, etc. Não dá pra dar conta disso tudo em apenas 15 minutos. Uma das respostas disse que a hora de lavar louça era como uma terapia, e de fato, eu costumo aproveitar esse tempo pra ouvir um vídeo, podcast ou música, mas a impressão que eu tenho é que é um tempo desperdiçado, que poderia ser utilizado pra outra tarefa doméstica, ou até pra descansar – afinal de contas, não é todo dia que estamos a fim de fazer algo após 8 horas de trabalho.

    19. Sobre o fato de ser cultural a indiferença a esse eletrodoméstico, eu creio que isso se deva a um conjunto de fatores. Deixa eu enumerar alguns que são prováveis, embora não tenha certeza sobre cada um deles.

      1. Durante muito tempo talvez foi um equipamento caro, proibitivo pra muita gente. Hoje em dia, você encontra modelos por pouco mais de mil reais (ainda é caro, mas tá na mesma faixa de uma geladeira ou máquina de lavar).

      2. Ainda há um preconceito muito grande sobre o consumo de energia (afinal de contas, ela trabalha com água quente). Toda vez que eu comento com minha mãe, ela cita esse fator, embora pelo que eu ando pesquisando, não é bem assim hoje em dia (um chuveiro elétrico, que é algo mais comum, gasta bem mais energia em um mês todo).

      3. Também há um preconceito sobre o equipamento não lavar direito, ou precisar limpar a louça antes, o que não justificaria a compra da lava-louça. De novo, pelo que andei pesquisando, não é bem assim, mas a tecnologia pode ter evoluído com o tempo.

      4. Talvez haja um fator mais psicológico-social mesmo, associado aos fatores anteriores. Uma geladeira com certeza é essencial, fogão também, pois para ambos não tem outra opção. Lava-louça, talvez muita gente pense que nem seja tanto, afinal é só “deixar pra mulher ou para a empregada que elas fazem”. A máquina de lavar roupa quebra um pouco esse argumento, porém esses equipamentos são mais baratos (ou tinham alternativas mais baratas) e mais eficientes.

  29. Agora com mais tempo de uso, vou lhes dizer a pior parte de ter trocado o iPhone 8 pelo Galaxy S9+ com o /e/OS: o tamanho do aparelho. É muito grande! Não achei nada mais fácil ou confortável com um celularzão e isso, somado aos defeitos da unidade (o microfone não funciona para ligações normais ou mensagens de áudio nos WhatsApp da vida, por exemlo), me levaram de volta ao iPhone.

    Menos mal que o entrave não foi no software, ou seja, fosse um celular mais moderno ou sem defeitos, continuaria usando ele até a devolução. O que me leva a um dilema: não existe aparelho moderno Android do tamanho ou menor que o iPhone 8/SE. Pelas (exaustivas) pesquisas que fiz, o que mais se aproxima disso é o Pixel 5, que ainda é 0,5 cm mais alto e 0,3 cm mais largo.

    Quando foi que paramos de criar celulares compatíveis com mãos humanas? 😔

    1. O Zenfone 8 é um pouco maior, porém meio que tenta ser esse Android topo de linha compacto. Ele é um pouco menor lá largura, porém maior na altura e grossura em relação ao pixel 5.

    2. Da próxima vez que eu for trocar de celular, provavelmente tentarei comprar um menor. Mas fica difícil ($$$) quando as únicas opções boas (especificações, longevidade e suporte) são o iPhone SE ou até algum iPhone mini. Não vejo a hora de alguma fabricante Android trazer algum compacto para o mercado. O Asus Zenfone 8 é relativamente pequeno, mas fico inseguro com as atualizações.

      1. O Zenfone 8 realmente parece mesmo uma boa! É pouca coisa mais alto que o iPhone 8 e tem praticamente a mesma largura.

        Quanto às atualizações, tem LineageOS para ele. O que me deixa um pouco receoso é a má fama do pós-venda da Asus no Brasil.

    3. cara… eu tenho um desses e, sinceramente, usaria um até com tela maior! as bordas realmente não ajudam em absolutamente nada, mas já me acostumei com elas. tenho um iphone 7 da firma e acho ele muito pequeno… sofrível de trabalhar nele. mas realmente faz falta aparelho pequenos, pq eles são bem práticos de levar por aí. esse s9+ é um baita trambolho pra levar no bolso. e ainda uso uma capinha dessas bem resistentes… ele fica pesado. mas se eu fosse comprar um iphone, ele não seria o menor, com certeza.

    4. O mais recente de um tamanho razoável vendido por aqui é o Samsung S10e, de 2019 (142.2 x 69.9 x 7.9 mm) . Importados da linha Sony Xperia ainda têm opção compact.

    5. Com preço aceitável ( mas q na verdade ainda acho caro viu ) só o iPhone SE, o Moto one de 5.9′ era lindo, bem construído e com updates mas a Motorola sumiu com ele e colocou os negócio horroroso de plástico no lugar 🙄🤢

    6. Há um mês saí de um iPhone XR para um 12 Mini. No início pareceu um pouco estranho, mas logo me adaptei a segurar novamente o aparelho, e não mais equilibrar como fazia com o antigo.
      Peguei um XR na mão dias atrás, e vejo que aquele tamanho não é nada ergonômico. Também percebi uma queda no tempo de uso, e apesar de não ter refletido quanto ao possível motivo, suspeito que esteja relacionado ao tamanho menor, que é menos atrativo p/ algumas tarefas, como assistir vídeos por exemplo.

    7. No mundo do iPhone 12/13 Mini é a escolha óbvia. No mundo do Android é mais difícil, o único que conheço é o S10e, eu tive ele antes do iPhone 12 Mini, e recomendo demais.

      1. E sua experiência com o 13 mini? Sempre pensei em comprar um, mas reviews falaram que a bateria é MUITO RUIM. Procede?

        Tenho um S21 padrão, tinha um S10e e sinto muita saudades quando pego de novo pois está com minha filha.

        1. Vi um teste de bateria (acho que do mrwhostheboss ou algo assim no youtube, e o 13 mini se saiu bem no teste de bateria. O que andei lendo é que o 12 mini não era lá dos melhores no quesito bateria, mas o 13 mini melhorou bastante. Só que tá caaaaaro. To esperando uma viagem internacional pra comprá-lo, e quiçá, quando tiver essa viagem, já tenha saído o 14 mini e o 13 mini esteja um pouco mais barato.

    8. Estava usando o Pixel 3 recentemente (e estava funcionando muito bem!) e o tamanho é ótimo. Antes estava usando um Galaxy S20.
      Agora estou com o Pixel 6 e ele é enorme. Ele na realidade é do tamanho do iPhone Pro Max, o que não esperava.
      Me incomoda mesmo porque no momento eu uso ele mais em casa, mas sinceramente é desconfortável principalmente comparando com o Pixel antigo.

      1. Os Pixel tem a vantagem de sempre poderem ser “revividos” pelas ROMs alternativas, tipo Lineage, Graphene, /e/, etc. Vale a pena testar.

    9. O iPhone 12 (normal)é super de boa e leve pra usar tbm, talvez pelas laterais quadradas….e olha que tenho as mãos bem pequenas. O XR era um trambolho e incomodava até no bolso, já o 12 as vezes até tenho que colocar a mão no bolso pra ver se ele realmente está lá.

    10. Tive um iPhone Xs Max e no início do ano troquei por um iPhone 12.
      No início eu achei que tivesse feito c*agada, pois aquela telona salta aos olhos e a gente acredita que pode fazer muito mais coisas com ela. Mas depois, com o uso, vi que foi uma excelente troca. Vejo praticamente o mesmo conteúdo na tela do atual, ele é mais leve, tem bateria melhor, cabe certinho na minha mão – que é grande – e não marca o bolso da calça.

    11. Feliz que mais gente compartilha desse dilema. Normalmente recebo uns olhares tortos quando reclamo dos aparelhos grandes demais. Tenho um iPhone SE2 e não faço ideia do que fazer quando chegar a hora de trocá-lo.

    12. sou do time contrário: quanto maior o aparelho, melhor – pois maior a tela.
      Usei Palm Treo com tela 320×320… E quando comprei um Galaxy Note 5, foi um latifúndio de espaço na tela, podia até ler PDFs sem rolagem.

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