Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #292

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira ao meio-dia à noite.

192 comentários

  1. Acabei de estender o post livre em algumas horas — ele fecha amanhã (segunda, 1º) à noite.

    Nesse clima, e pegando carona no fato de que em muitos lugares do Brasil a vacinação avançou muito (contexto), pergunto-lhes: vocês já se sentem confortáveis em reencontrar amigos e familiares que não viam há muito por causa da pandemia?

    1. Estou com segunda dose atrasada. (Alguém me leve amarrado por favor… caham…)

      Fui ano passado em SC e este ano fui 2x vezes para lá. A situação de se encontrar com familiares no meu caso vai além da vacinação. Mas pelo menos venho usando a máscara, algo que meus familiares estranham.

      Tenho visitado outros familiares, e aparentemente só eu mesmo vou visitando os outros usando máscara…

    2. Sim, até fomos num evento ao ar livre no fim de semana. Ainda me recuso a ir em eventos fechados, mas lá por janeiro estará tudo ‘normalizado’.

    3. Não. Tomei a segunda dose em setembro e só chego perto de outras pessoas quando realmente necessário (como no transporte público e trabalho), mas sempre de máscara. Uma parte pequena da minha família mora do lado e, mesmo assim, eu evito ter muito contato; convívio mais relaxado mesmo só com os do núcleo familiar.

      Sinceramente, eu não me vejo, pelo menos não tão cedo, ficando confortável perto de outras pessoas. :(

    4. Mais ou menos. Estamos encontrando um pouco mais a família próxima, até porque essa distância estava deixando as crianças loucas, mas ainda damos preferência por só nos encontramos em espaços abertos ou nos quintais de quem mora em casa, sempre de máscara (bem, pelo menos eu garanto eu, a esposa e meus filhos de máscara). Quanto a grandes encontros e família, ainda estaremos evitando, pelo menos para ver como a coisa vai evoluir até janeiro.

    5. Eu tomei a segunda dose e sim, me sinto confortável para encontrar outras pessoas que também tomaram a segunda dose. Alguns locais da minha cidade estão cobrando todas as doses da vacina para entrar e me sinto confortável nesses lugares também.

    6. Sim. Final do ano enfretarei aeroporto para reencontrar minha mãe.
      Devo voltar a trabalhar presencial esse mês num esquema misto.

  2. Spy X Family, uma das minhas séries favoritas em quadrinhos/mangá, ganhou anúncio de animação para o ano que vem.

    Estou feliz pra caramba com isso a ponto de fazer este comentário-propaganda. A quem se interessar, o site oficial é – https://spy-family.net/

    1. eu raramente vou do mangá pro anime, geralmente é o inverso, então a primeira vez que fiz isso me arrependi, pois adoro ler gokushufudou e a animação achei muito ruim, mas pelo menos spy x family vai ser ótimo (o trailer me convenceu).

      aliás, estou lendo spy x family por sua causa, heheh

  3. Essa semana estava fazendo um checkup de senhas salvas na minha conta do google e me deparei com uma conta beeem antiga de um site de fóruns que, surpreendentemente, ainda está ativo. Que viagem me deparar com postagens minhas de 2007-2009!
    Acho que senti o mesmo da última vez que acessei o arquivo de comunidades do finado Orkut. Uma pena que o google resolveu enterrar de vez esse pequeno pedaço de história digital.

    1. Isso me fez pensar em mais duas coisas: o internauta ~jovem será atraído pela cultura de fóruns que predominou o início da internet até hoje?
      E a preservação histórica da internet? Se já é difícil encontrar posts de texto puro de poucos anos atrás, e o conteúdo altamente delével como stories e etc?

      1. A maioria do conteúdo será perdido, muita coisa já se foi nos últimos 20 anos.
        Particularmente não considero um problema, pois isso sempre foi comum em música, cinema e livros. Só permanece o que é cult ou pop (as vezes mesmo o pop é esquecido)

      2. preservação digital é um assunto fantástico. São fascinantes os desafios: como documentar a experiência de uso e manipulação de recursos digitais, por exemplo? Basta preservar o código-fonte? Como documentar as contingências e dificuldades de uso cotidiano de um software em um hardware específico? O caso dos videogames é particularmente interessante: guardar os ROMs é suficiente?

        Acho tudo isso fascinante e gosto muito de acompanhar as experiências nesse sentido. Aqui falo um pouco da presença de objetos como o iPhone no acervo do museu de design de nova iorque: https://arquiteturaemnotas.com/2020/02/04/o-iphone-no-museu/ É de se perguntar: até quanto o aparelho continuará funcionando? Como será a política interna de preservação: deve ser mantido com o software no estado em que entrou no acervo? Deve retornar às condições de fábrica?

        acho o internet archive, por exemplo, uma das coisas mais maravilhosas que ainda existem na internet, junto da fundação wikimedia

      3. O ponto é que a “cultura de fóruns” é na verdade o pai das redes sociais. Um fórum, ao meu ver, não deixa de ser uma forma de rede social.

        Qualquer interação em grupo sempre será uma forma de rede social. Entendo que quando se fala de rede social, fala-se das “comerciais”, aquelas que nascem formatadas ao ideário de “rede social fechada em si”. Mas noto que mesmo um fórum simples é uma rede social pela forma que funciona, com a diferença que o foco dela geralmente é temático.

        O equivalente a “cultura de fóruns” hoje seria no caso as comunidades e grupos de Facebook / Whatsapp / Telegram, com a diferença que a dinâmica atual é mais acelerada.

      4. sinto saudades demais da cultura de fóruns
        demais mesmo
        acho que foi a melhor fase da internet que presenciei

      5. e qdo rolam algumas atividades artísticas em redes sociais… como registrar e documentar isso? complicado. a gisellle beiguelman recomenda q nem tentemos, q é pra deixar o negócio se perder e fica só a lembrança mesmo de quem viu. eu estou pesquisando o assunto e tentando entender como será o destino dos objetos em 3d na nossa memória. bem distante do exercício q giselle já alcançou, claro, mas acho q vale a pena se debruçar sobre isso, pq antes era uma massa de texto, imagens e outros tipos de arquivo q poderíamos salvar e resgatar se ainda estivessem em algum servidor. agora… com quase tudo indo pra alguma rede privada, vai ser complicado. luis, não lembro se vc está em sp, mas tá rolando um exposição do alfredo jaar q questiona muito disso. vale dar uma olhada, mesmo se vc não puder vir. qualquer coisa compartilho uns textos paredes contigo. haha… é o máximo q dá pra fazer pra isso não se perder com o fim da exposição, caso não esteja no site do sesc.

        1. Não estou em SP, Fábio. Mas o assunto me interessa e muito! Pode me mandar as paredes de texto também :))

  4. Pessoal, me deem um suporte, por favor.

    Pela primeira vez na vida me encontro diante da tarefa de criar um currículo. Tenho um tio que trabalha como supervisor em uma empresa de tecnologia e me pediu para fazer um e enviar para ele.

    Se o fato de não ter feito nada do tipo antes tem algo a mais. Eu sempre trabalhei por conta e meu último emprego foi com manutenção, uma área nada a ver com essa nova proposta. Eu tenho conhecimento em algumas áreas, mas não sei como expressar isso formalmente, afinal, não cursei nada específico e comecei recentemente a aprender programação em python e um pouco de HTML e CSS.

    Alguma dica sobre como criar esse dito cujo currículo?

    1. O ideal é falar do que você sabe fazer e se caso tenha feito algum projeto particular, que sirva de portfólio.

      Trabalhos para amigos e parentes também pode contar. Afinal, seria um currículo de alguém novo no mercado. Experiencias informais contam de forma positiva também :)

      1. Nesse caso, seria colocar as ‘profissões’ que eu exerci mesmo que não tenha sido de modo formal?

        1. Isso! Se você tem alguma experiência informal, conte com ela. Pessoas querem gente que já entenda de algo, então isso sempre é um ponto positivo para ser por em um currículo.

          Modo coach motivacional ativado

    2. A principal dica é: não minta.

      Sobre o conhecimento em Python e HTML/CSS, você tem um portfólio? Perfil no GitHub? Alguma coisa publicada? Tudo isso conta e pode ser usado como “prova”. Embora muitas empresas hoje sejam flexíveis em relação à ausência de comprovações formais (cursos com certificado, faculdades), acho que é legal chegar nelas com exemplos do que você é capaz de fazer.

      1. Boa! Eu ainda estou bem no início dos dois cursos. Não criei nada ainda, mas curti a dica do portfólio. Assim que consegui aprontar alguma coisa, vou adicionar também.

  5. Vou aproveitar as promoções de final de ano e comprar um smartphone para a minha mãe, o atual (e primeiro) dela é um galaxy A3 de 2016 com 1,5gb de ram e 16 gb de armazenamento, ou seja, esta lento e cheio. Estava olhando uns modelos e qlq galaxy da vida com 4 gb de ram e 64/128gb de memoria vai atender minha mãe por anos, até aí tudo bem! mas como somos o tempo todo bombardeiados por propaganda, sem que eu percebesse, foi disparado um gatilho na minha mente: “voce precisa comprar um aparelho com 5G”
    O que vcs acham, tenho que levar em consideração o 5G?

    1. Eu acho desnecessário pois, independente da velocidade e latência, o custo por GB no Brasil ainda é muito caro (o que, na minha visão, não adianta vc ter velocidades que chegam a 1 GB/s sendo que vc tem só 10GB de limite) e, fora regiões metropolitanas o 5G deve demorar uns anos pra chegar.

    2. 5G não vai suplantar o 4G, nem é o objetivo.
      Veja se o Galaxy m62 ou m51 atende o uso da sua mãe.

    3. Só se sua mãe pretende ficar com o mesmo celular por uns dez anos. Vai demorar um bom tempo até 5G se tornar “necessário” (ou algo realmente útil) e não é como se as conexões 4G fossem lentas (o gargalo geralmente é o plano contratado, não a rede), então eu não me preocuparia com isso agora.

      1. Sigo os relatores.
        Provavelmente em 3/4 será necessário substituir o smartphone dela.
        Eu buscaria um sem me preocupar com 5G.
        PS: considerou comprar um de outra marca, com redmi, poco, ou xiaomi?

    4. Obrigado pelos comentarios pessoal! Vou ficar no 4g mesmo, quanto ao modelo vou dar uma olhada nessa linha M da samsung, obrigado pela dica Rafael. Em relação ao que o Joseph sugeriu sobre outras opções como redmi, poco, etc seria bastante difícil argumentar com minha mãe que esses são aparelhos tão bons quanto as “convecionais” que ela conhece como samsung e motorola

    5. eu tenho um a5 2017 que esta rodando muito bem com lineage, embora eu o use sem os softwares do google. Pode ser uma boa pedida se quiser esticar um pouco a validade do modelo atual.
      No mais, pessoalmente eu não investiria em Samsung pois não curto a interface deles, o fato de eles inverterem os botões do android sempre me foi irritante.
      No mais, use sites de comparação de modelos e boa sorte!

    1. Rapaz, como eu queria achar um PC de politico corrupto no BR…

      1. Político corrupto já deve ter aprendido a usar o TrueCrypt (ou o VeraCrypt)… Lembro que pegaram um cara há uns anos e toda a contabilidade das maracutaias estava trancada numa imagem de TrueCrypt, com uma senha forte. Como a legislação resguarda o cidadão de produzir provas contra si mesmo, ele não era obrigado a revelar a senha. Lembro que, na época, foi noticiado que a Polícia Federal pediu ajuda ao FBI para tentar quebrar a criptografia, mas o próprio perito declarou que seria bem difícil.

        1. Contabilista e banqueiro é uma coisa.

          Político é outra. Os caras não tão nem aí pois se algo for pego, eles alegam invasão de privacidade ou outros argumentos, ou pagam cala boca para jornalista (tem horas que acho que a imprensa brasileira existe mais no pagamento de “cala bocas” – afinal, “jornalismo de verdade requer recursos”).

          Se eu te falar sobre policiais e órgãos municipais então…

  6. Ghedin, estou tentando responder ao Capitão Caverna, mas meu post simplesmente não é publicado, sabe o motivo ?

  7. Olá amigos,
    O que vocês acham do fato de aprender uma nova língua, especialmente o inglês, de forma autônoma? No caso, sem ir a uma escola especializada? Alguém conseguiu? E quais ferramentas, aplicativos, textos, documentos, espaços, sei lá…você indicam para quem está querendo iniciar esse processo de aprendizagem?

      1. Olá, anônimo e Felipe. Eu acho possível aprender de forma independente, tem muitas ferramentas disponíveis online hoje que permitem o aprendizado sem frequentar uma sala de aula, só é preciso disciplina para estudar um pouco todo dia ou toda semana. No meu caso, o pouco que sei de inglês eu aprendi por conta própria, embora tenha feito curso de inglês instrumental por um curto período (quando tinha 26 anos) e tentei frequentar um curso regular mas não consegui acompanhar pq só tinha adolescente na turma e eu, na época com quase 30 anos, já não tinha mais o ritmo rápido de aprendizado dos jovens :( Francês eu fiz aqueles cursos baratinhos que as universidades oferecem mas a duração dele era só 2 anos e ainda faltou muito para chegar num nível mais avançado, tentei estudar por conta mas acabei parando por falta de disciplina. Mas eu não sou um bom exemplo, várias pessoas prosseguem os estudos e chegam até na fluência!

        Vou compartilhar o que eu conheço de ensino de idiomas, se eu lembrar de mais algum eu volto aqui e respondo de novo:
        – O app Duolingo, onde vcs podem aprender vários idiomas. É gratuito e a versão paga não tem muita diferença, ela apenas tira os anúncios.
        – Os cursos do Gymglish. É pago, tá meio caro mas ele oferece uma semana grátis. Fiz o teste gratuito de francês e ele é muito bom! https://www.gymglish.com/pt/cursos
        – O app e o site da BBC Learning English, gratuito. Esse vale muito a pena. https://www.bbc.co.uk/learningenglish/
        – O app e o site da TV5Monde. Outra emissora que oferece uma ótima ferramenta para aprender o seu idioma. https://langue-francaise.tv5monde.com/
        – Canais do Youtube são uma opção válida também. Para aprender francês, recomendo o canal Os franceses tomam banho.
        – Tem uns apps de dicionários, mas comprar um bom dicionário impresso pode ser legal também. A maioria possui a conjugação dos verbos, uma pequena gramática, curiosidades sobre o idioma, etc.
        – Ouvir podcasts, audiolivros e músicas, assistir séries e filmes, ler livros (mesmo começando com os infantis), tudo isso ajuda muito mesmo. É como os professores de idiomas dizem, é importante a imersão no idioma até que ele se torne algo natural para nossos ouvidos.

        Esses são os materiais que conheço e já testei, mas tem muito mais por aí. Boa sorte :)

    1. Se ainda não conhece, sugiro dar uma lida em spaced-repetition (SRS) (https://www.antimoon.com/how/srs-intro.htm). Eu uso o Anki e estou bem satisfeito.

      Cada um tem seu estilo de aprendizagem, mas, pra aprender linguagem, input é essencial. Sorte sua que há uma infinidade de conteúdos em inglês. O meu inglês deu um salto quando comecei a ouvir podcasts, lá pra 2008. Na época, não havia muitas opções em português, e fui me forçando a tentar acompanhar.

      Por último, tem que praticar a linguagem ativamente (falar, escrever). Tem umas comunidades de language exchange na internet (p. ex. Reddit) em que você pode praticar com nativos/fluentes. Geralmente você oferece ajudar alguém com sua língua, mas não é regra. Uma opção paga é o iTalki, que você contrata professores nativos online. Difícil é que, com o dólar alto, fica um pouco salgado para brasileiros.

      Acho que é plenamente possível aprender a linguagem por conta própria. Mas não tem truque, exige bastante tempo e disciplina. Boa sorte!

      1. Não só a quantidade, mas a qualidade de conteúdo em inglês. Eu prefiro assistir um vídeo em inglês, bem explicado e produzido do que um brasileiro fazendo baderna e mendigando curtidas.

    2. Tô fazendo espanhol no Kultivi. Tem uns cursos certificados por aí, já é uma boa pra ter a primeira noção. Eu acho inglês mais fácil, ate entendo muita coisa, mas espanhol sempre foi complicado. Há similaridades, mas há muita irregularidade em verbos.

    3. Uma dica que eu sempre dou, é sempre estar em contato com a língua, exemplos:
      -Mude a língua do seu celular, computador, tv, qq coisa.
      -Tente sempre ler artigos em inglês, e coloque um plugin no navegador pra traduzir por seleção, dai sempre que não souber uma palavra é só usar o translate pra uma palavra específica.
      -Veja filmes e sérias sempre com áudio em inglês, no início use legendas em português mesmo, mas preste atenção no que eles falam. Depois quando estiver mais seguro, mude as legendas pra inglês, e mais pra frente tire até as legendas.
      -Use um kindle pra ler em inglês, tem um tradutor fácil igual plugin de navegador.

      Assim você aprende por osmose, tudo que eu sei de inglês, foi dessa maneira que aprendi. Agora como estou querendo dar um UP, então contratei um professor particular, só pra tu ter uma base de preço, ele cobra 320 mensais por uma aula de uma hora por semana, e 500 por duas aulas, é um professor muito bom, creio que tem mais baratos por ai.

      Tem uma opção que eu usei um tempo atrás também, que é o Verbling, uma plataforma com vários professores, tipo o cambly, mas a cobrança é um pouco diferente, cada professor cobra o seu preço, e o cambly é por mensalidade.

      Tem uns aplicativos também, como o babbel, que é pago, mas se você tem o tim beta, ele é free.
      Tem o Elsa espeak, é mais pra treinar a pronuncia, bem legal e da pra usar de graça tranquilamente, mas tem também planos pagos.

      Acho que é isso, qq dúvida pode perguntar.

      1. Meunfilho aprendeu, sozinho, assim.

        Começou lendo as opções no video game e jogando na versão em inglês e hoje lê e fala fluentemente.

        Detalhe que só tem 12 anos.

    4. Eu fui professor de inglês por muitos anos e vou falar aqui da minha experiência como educador e também como estudante autônomo (alemão). O inglês é uma língua que a gente tem muito contato mesmo sem querer, então várias estruturas e palavras a gente já conhece e é uma língua que é particularmente fácil de se aprender porque não tem estruturas complexas (como as declinações de grego e alemão) nem uma gramática impossível (francês).

      Estudar é um processo ativo: defina horas do seu dia que você vai estudar, consiga um material bom (a Vanessa indicou alguns ali, o da BBC é ótimo). Uma ferramenta que não falaram ainda é o Duolingo. Acho que as pessoas levam ele menos a sério porque ele é um projeto ‘gamificado’, mas ele é excelente pra te fazer ter um contato diário com o idioma e o mais importante é que no site do duolingo você tem a explicação de cada unidade. Isso NÃO TEM NO APLICATIVO, você precisa ir NO SITE. Quando você clicar, por exemplo, em Básico 1 tem os botões “lição” e “explicação”, clicando em explicação tem uma aula completa ali escrita e com áudios explicando o que está sendo ensinado, tem as tabelas de conjugação dos tempos verbais, lição gramatical, etc. Além disso, tente sempre repetir em voz alta as coisas que você aprender, anote, escreva e assim que for possível arranje pessoas com quem você possa conversar e praticar. Não tenha vergonha, todo mundo erra, tá tudo bem falar errado, o planeta não explode, tá tudo certo. Os meus alunos que eram mais ‘cara de pau’ na hora de conversar e aceitavam que errar fazia parte aprendiam muito mais do que os tímidos, por mais gbrilhantes que fossem, aprender um idioma tem isso de se expor.

      Sobre outras dicas que eu sempre vejo: estudar é um esforço ATIVO. Esse negócio de mudar o idioma do seu celular/facebook é um negócio que não vai te atrapalhar, mas não vai te ajudar também, a maior parte dos movimentos que a gente faz em apps de celular são automáticos, você não lê ‘compartilhar’ pra compartilhar, você já sabe onde o botão/ícone está. Isso de ver série/filme legendado: se você não entende o áudio sem ler a legenda, não assista coisas assim por entretenimento, vai ser um esforço grande pra entender você não vai estar nem tendo lazer e nem estudando propriamente. Se você quer estudar a pronúncia é muito mais interessente você aproveitar a obra, entender o que ela fala dublado mesmo, assistir um episódio que é curto de um sitcom por exemplo até ter bem estabelecido os contextos em português e aí depois reassistir legendado pausando e anotando, pausando e trocando de idioma pra ver se entendeu mesmo, pausando e repetindo o que foi dito, lendo a legenda em inglês e repetindo pra tentar soar como os atores. Isso de aprender pos osmose é uma balela imensa, se a pessoa tiver uma facilidade incrível para idiomas isso pode até funcionar, mas sem o esforço ativo de treinar a fala por exemplo ela vai entender tudo o que é dito, mas na hora de formular a frase vai sair tudo tronxo ou ela vai ter que pensar em português e traduzir para o inglês ao invés de pensar em inglês (o que pode ser feito, mas dificulta a comunicação).

      Por último: não caia na conversa de ‘aprender com o falante nativo’. O falante nativo não tem as dificuldades que você teve pra aprender porque ele é nativo. Um professor que fala português entende imediatamente porque você fala “I’m going to São Paulo” e “I’m going to the Rio de Janeiro” e vai saber te corrigir na hora, pra um falante nativo isso não vai ter sentido. Além disso, a maior parte dos falantes nativos que estão trabalhando para empresas que recebem em real não vão ser pessoas capacitadas em pedagogia para te ensinar bem. Existem alguns programas de conversa que não são escolas que podem ser úteis. Tipo um antigo já que colocava idosos em asilos para conversar e ajudar a praticar, nesse sentido pode ser uma boa troca, mas fuja dos ‘open english’ da vida.

      Em resumo:
      – tenha um horário e dias para estudar com um material bom.
      – se exponha mais ao idioma, mas não sacrifique o seu entretenimento em horas que não são de estudo.
      – para desenvolver sua escuta: músicas ou séries/filmes que você conhece bem, sempre pausando e repetindo, tentando ler e falar como na música/série.
      – para desenvolver boa comunicação: o ponto anterior ajuda, mas o essencial é procurar pessoas para praticar e tentar desenvolver esse ‘ritmo’ de pensar em inglês e tentar traduzir o mínimo possível.
      – não se preocupe com seu sotaque, só em pronunciar as palavras com os sons adequados. Só na inglaterra que é uma ilhota tem 40 dialetos diferentes, trocentos sotaques, nos EUA tem mais milhares. Todo mundo se entende, todo mundo se comunica, querer ter sotaque igual dos gringos é um perfeccionismo elitista que não faz sentido, se comunique que tá valendo.

      1. Há uns 20 anos atrás eu percebi que o closed captions das séries do SBT da época mostravam os diálogos em inglês, eu ficava lendo o original enquanto ouvia a dublagem.

    5. Ultimamente tenho me interessado bastante em aprender libras. Alguém conhece alguma ferramenta boa para ajudar?

  8. Fiquei pensando muito que, fosse há 10 anos, o anúncio do metaverso teria sido recebido com aplausos, gritos e flores. Hoje foi só desconfiança, ceticismo e indiferença (com razão)

    Gosto muito de pensar nesse movimento que rolou sobre a nossa relação com a tecnologia. Aceito indicação de leituras sobre isso! (Pra além do excelente primeiro episódio do Tecnocracia)

    1. Lembro que 10 anos atrás as redes sociais eram o futuro… Era uma ferramenta de interligar pessoas e culturas…. Hoje… Bem né…

    2. Minha primeira rede social foi o Facebook, lembro quando todos do meu ciclo começou a usar, foi assim de uma hora pra outra. Mas com o passar dos anos, fui reduzindo o uso e exclui minha conta.
      Hoje em dia a maioria dos adolescentes e jovens adultos nem usam mais facebook, a maioria dos que restaram foram os tiozão do pavê que compartilha fake news e teorias conspiratórias.

  9. Estava lendo hoje cedo o post sobre os ‘Facebook Papers’ e ele atiçou umas pulgas que vivem atrás da orelha. Ia escrever algo mais substancial, mas acabei desistindo. Queria mais saber a opinião do pessoal. Em grupos de pessoas com interesse em tecnologia e congêneres, muitas vezes discutimos apps/redes sociais pensando nas propriedades, segurança etc. E críticas às práticas pouco competitivas dessas empresas são comuns. Ultimamente, tenho ficado meio cético com essa visão. Acho que estamos em um ponto onde a diferença técnica entre as redes é praticamente irrelevante e o monopólio é o produto em si. Isso porque usamos redes (presumidamente) para nos comunicar com pessoas, e o melhor que a rede pode oferecer é, bem, ter essas pessoas. Eu tenho 4 apps de mensagem no celular, mas praticamente só uso o WhatsApp. Não porque eu goste mais, mas é porque onde eu sei que vou encontrar as pessoas. O mesmo vale para o Instagram: existem alternativas melhores (eu posto no Flickr, por exemplo), mas sei que se eu quiser que alguém veja minhas fotos, tem que ser ali. Eu me desfiz do Facebook faz anos, mas recentemente me mudei de país e minha esposa tem usado para achar grupos de expats que vendem coisas, dão dicas etc. No fim, não é por qualquer propriedade dele enquanto rede, mas simplesmente porque é onde tem gente. E tentar achar alternativas que oferecem um serviço melhor é meio que brigar contra um moinho de vento.

    1. Esses micro-esforços de parar ou minimizar o uso de serviços e produtos de empresas zoadas não vão resolver o problema, mas não deixam de ser positivos.

      O melhor que podemos fazer é promover, estimular o uso de alternativas. Você falou dos apps de mensagens, por exemplo. Eu estou numa situação similar (três apps instalados) e sempre que foi iniciar uma conversa com alguém, dou uma olhada se a pessoa com quem quero falar está/usa um dos que não são o WhatsApp. Vez ou outra você fica no vácuo e acaba tendo que recorrer ao WhatsApp (talvez a pessoa instalou o Telegram quando o WhatsApp caiu, mas desinstalou em seguida), mas tem cada vez mais gente usando apps alternativos.

      Outra coisa que ajuda muito é insistir com pessoas próximas, como familiares e amigos, a instalarem um app alternativo. Aqui eu convenci família imediata e namorada a usarem o Signal, e, por mais maluco que isso possa soar, uso mais o Signal que o WhatsApp (tempo de uso nos últimos dez dias; uns ~70% desse tempo do WhatsApp é de pessoas que iniciaram conversas comigo).

      O grande tesouro do Facebook, de qualquer rede social, é o grafo social, ou seja, as pessoas e as relações que elas estabelecem ali. Quanto menos tempo passamos nelas, menos valiosas elas se tornam.

  10. Depois de pouco mais de uma semana testando o AdGuard no celular, fiquei impressionado com a quantidade de anúncios e rastreadores que foram bloqueados. Fora que também me impressionei com o uso praticamente nulo da bateria. Muito bem otimizado. Até aproveitei a promoção de Halloween e comprei a licença para usar nos meus demais aparelhos, pois achei um serviço muito bom.
    Porém, nem tudo são flores. Eu uso o Mozilla e se a opção de filtragem HTTPS estiver habilitada, não consigo acessar nada por conta do certificado CA que é instalado no celular. Há alguma forma de instalar o certificado no Mozilla para conseguir usar? O AdGuard mostra como instalar, mas o guia deve estar desatualizado, já que não encontrei nas opções do navegador.

      1. usa-se como DNS. Eu coloquei aqui no meu, do Android 9 em diante têm uma opção de colocar dns privado. Preferi não colocar na minha rede doméstica, pois esses dias tive problemas em gerar boleto da shopee e acho que pode ter sido ele.

  11. Hoje fui com um amigo fazer compras em uma loja de materiais pesados e vi que o vendedor meio que sofria com o computador para poder dar entrada na venda. Qual não foi minha surpresa ao ver que o PC era um Core 2 Duo com um Linux Mint?

    Achei interessante ao mesmo tempo o uso do Mint como SO da loja, e intrigante o fato do PC ficar lento, sendo um Core 2 Duo (que já testei um Mint uma vez e roda bem).

    Sei que tem aumentado o uso de Linux para PDVs, no qual acho uma situação bem legal e interessante ao mesmo tempo.

    1. Uma vez vi o pessoal da Via Varejo usando thin clients com Debian, Window Maker e Firefox para fazer consultas de preço e estoque, vendas e, acho, emissão de NF.

      1. Acho que americanas e casas Bahia hoje tem linux nos pdvs e terminais de consulta. Admiro isso.

        1. Confesso que o que mais me chamou atenção não foi nem o fato de rodarem Linux, mas o fato de que usavam o WindowMaker! Acredito que, naquela época, era o padrão do Debian e de outras distro…

          Eu sou apaixonado por esse window manager e gostaria muito de ter paciência para configurar um desktop funcional com ele. O primeiro contato que tive com Linux, em março de 1999, foi ele que apareceu quando eu dei um startx no bash.

    2. Pode ser que houvessem muitos processos em segundo plano sendo executados… Muitas pequenas empresas não conseguem se organizar muito no quesito tecnologia, infelizmente, e não seria de se surpreender que o banco de dados estivesse rodando na própria máquina que ele usava :P

      1. É empresa grande, e o sistema utilizado é da TOTVS, então não creio que seria um banco de dados rodando na maquina.

        Suspeito mais como dito por ti que tenha processos em segundo plano e quem colocou o PC para rodar não otimizou o linux. Só meteu o pendrive e instalou.

          1. Pô Ghedin! Não zoa o barraco :'(

            Falando serio, pode até ser. Mas noto que o Mint não é tao pesado. Lembro de ter usado em um AMD da mesma época do citado e tudo OK, mesmo com 2 GB de RAM. De fato, usar uma distro mais leve ou modificar a que esta usando para usar uma interface gráfica mais leve talvez ajude também – vai saber se o cara que implantou o sistema na loja não lê o Manual? :)

          2. Se for a versão com XFCE, roda bem em praticamente qualquer coisa. Tenho a última versão do mint para 32 bits (19.3 eu acho) com o XFCE rodando em um netbook com um Atom N260 a 1.6GHz, 2GB de RAM e HD mecânico e roda surpreendentemente bem. O linux, aliás, está ao lado do Mac OS X 10.6.8!foi meu primeiro hackintosh.

    3. Estranho o PC estar lento… a única coisa que eu possa pensar seria se ele tivesse usando um HDD mais antiguinho no lugar de um SSD. Também tenho um C2D e rodo o elementaryOS tranquilo aqui.

      E existem um número razoável de lojas que possuem Linux em PDVs. De cabeça eu lembro de várias daqui da minha cidade. Mas queria mesmo era ver muito mais, queria que SO Linux fosse o padrão e não a exceção.

    1. No mastodon tem saído ótimos memes com o novo nome do facebook, tipo teta, feta e todo tipo de alteração no logotipo. É rir pra não chorar né? :)

  12. Algumas semanas atrás tivemos um fenômeno interessante aqui em Sucupira, chamado “microexplosão”. Basicamente um tornado de baixo orçamento, onde a água e o ar frio descem todo de uma vez e na vertical. Não há uma medida oficial, mas pelo estrago os ventos devem ter batido os 100km/h. Enfim, ainda não voltamos totalmente ao normal porque a coisa foi feia. Nem os velhos que tem mania de lembrar eventos similares do passado já tinham visto algo assim.

    Isso me fez fuçar aqui na minha lista de leitura e puxar pra frente um dos livros que estavam lá atrás e ler agora porque talvez seja o melhor momento: A terra inabitável, de David Wallace-Wells.

    Foi lançado pela Cia das letras em 2019 e é daqueles livros cheios de links de referência, meia dúzia em cada parágrafo. Não recomendo pra quem fica deprimido com a inércia do ser humano em tentar manter o planeta habitável. Recomendo para quem quer ter uma visão sobre o que está por vir e quer ficar minimamente preparado. Inclusive tendo noção do que provavelmente vai acontecer na região onde vive. Mais cedo do que se supõe!

    1. Cara, eu peço desculpas pois até pensei em lhe mandar um e-mail perguntando como estão as coisas aí.

      Em tempos: dias atrás fui em Jaú (interior de São Paulo), e só digo uma coisa: paulista detonou a própria mata. Perguntei a uma atendente se aconteceu por lá o problema da tempestade de terra/areia e ela confirmou, dizendo o trabalho que teve limpando a empresa.

      1. Bom que movimenta a economia, Ligeiro! Eu nunca tinha visto tanto Uno escada como vi nos dias seguintes! Numa cidade economicamente morta parece que tem trabalho pra todo mundo agora.

        A gente vem sofrendo com essas nuvens de poeira já faz uns bons anos, mas tem piorado. Aqui o horizonte ficou marrom quase o ano todo e o céu embaçado de sujo. Não dá pra ter certeza mas tudo indica que no interior de SP vai ser assim daqui pra frente: metade do ano seco e poeirento sem medida, faltando água, e a outra metade com chuva torrencial de alagar e calor de matar.

        1. O tanto de plantação que vi nas últimas viagens por esta região só me deu agonia.

          Pior que é algo que esta no meio urbano aqui também – tem vindo muito loteamento e galpão na região. Senti que o tempo mudou para cá – a cidade antes tinha um “cinturão verde” (e faz parte do “cinturão verde metropolitano”).

          Com a mudança na área – terraplanada e sem árvores -, o tempo secou pra cá.

    2. Aqui em Campinas houve esse fenômeno em 2014 ou 2015, não me lembro ao certo. Foi bem assustador, muitos estragos…

    3. Na minha cidade também aconteceu algondo mesmo tipo! Patexianum mini furacão com ventos de mais de 100km/h e chuva de granizo. Um horror!
      A cidade sofreu bastante danos em pouco menos de meia hora.
      O que me impressionou foi a quantidade de outdoors caídos e praticamente todas placas/painéis em frangalhos.

  13. Uma conhecida teve seu número “clonado” por alguém que começou a enviar mensagens via WhatsApp solicitando dinheiro ao seus contatos (o velho golpe). Depois de alguns dias tentaram fazer uma compra em seu nome de um valor exorbitante, que não foi aprovada pois a empresa entrou em contato antes de finalizar o procedimento. Fiquei um pouco assustado com essa situação pois ela não teve seu celular roubado/perdido, e nem teve sua conta do WhastApp invadida. Porém, pelo site da Claro, seu número já estava em nome de outra pessoa. Isso me intrigou pois eu não vi uma “falha” cometida por ela para dar brechas a esse golpe. Fiquei me questionando o que adianta os múltiplos fatores de segurança e os cuidados básicos que temos com nosso aparelho sendo que ainda podemos estar vulneráveis a isso. Algo parecido já aconteceu com vocês ou algum conhecido? Existem maneiras de se precaver e diminuir esse risco?

    1. SIM Swap na maioria das vezes tem envolvimento de algum funcionário de dentro da operadora. É um negócio bem difícil de se proteger.

      Na época das quadrilhas limpa-conta, deram a dica aqui de colocar senha no chip, daí a linha é inutilizada depois de 3 tentativas incorretas. Não tenho muita certeza se isso ajudaria a se proteger contra SIM Swap, porque não sei se a senha é atrelada ao chip ou a linha. Se alguém souber, conta aí.

      1. O pin é atrelado ao chip, não ao número.

        Só lembrando que é possível comprar um chip de operadora em qualquer lugar e pedir troca de operadora para um “chip novo”.

      2. O PIN é pra evitar que utilizem seu chip caso seu telefone seja roubado. No mais é isso ai mesmo, é trabalho interno.

    2. Então ela perdeu o acesso ao WhatsApp, certo? Se o número foi transferido e a pessoa se passou por ela no WhatsApp com o número dela, a conta foi “invadida”.

      Esse caso específico é mitigável com a autenticação em dois fatores do WhatsApp. Aí, além do número de celular, o invasor precisa também de uma senha (o segundo fator, no caso). Aquela “clonagem” que usa outro número, tipo esta, é mais fácil de ser feita, mas menos confiável e, dado o volume de golpes do tipo e a cobertura da imprensa dos casos, acho que geral já está se ligando que esse papo de “troquei de número, manda um Pix” é sinônimo de golpe.

  14. Tomei coragem e comprei um tablet: Um Xiaomi Pad 5 versão global. A ideia era ter algo mais portátil pra consumo de mídia e produtividade, mas o negócio é tão bom que consegui substituir meu notebook de vez.

    Fazem 3 semanas que comprei o tablet, e 3 semanas que não ligo meu note pra nada. Por alguns dias consegui substituir até o note do trabalho pelo tablet, porque sofri um acidente que limitou meus movimentos com a mão direita, e era muito mais confortável digitar na tela de toque do que usar teclado e mouse. By the way, a experiência ficou ainda melhor depois que conectei um teclado e mouse wireless via USB OTG, mas pretendo pegar a caneta e a capa com teclado da Xiaomi na Black Friday ou no 11.11.

    O fato da empresa que trabalho usar toda a suite Microsoft ajudou também, porque quase todos os apps do Office e outros do meu dia a dia rodam em modo PC nele. Pra jogos estou usando o Xbox Cloud Gaming conectado no controle e rodando muito bem, obrigado.

    Meu único uso pro notebook hoje seria pra Steam e Epic Games onde eu jogo com os amigos toda segunda-feira. Mas tô testando o GeForce Now conectado com ambas as lojas, e acho que o note vai pegar poeira, mesmo. Em breve, talvez coloque o meninão à venda.

    1. caraca Pierre, que legal!

      depois faz um post detalhando mais sua experiência

      eu encomendei um xiaomi mi pad 4 há uns dias, estou esperando chegar e meu uso vai ser parecido com o seu, basicamente consumir series / filmes e Mangás (e quem sabe ler HQ)

      não tinha pensado em usar pra jogos, até pq tenho um ps4 (faz meses que não toco nele) mas se tiver algo legal na loja da MS posso testar depois.

      1. Poderiam mandar os links das lojas que compraram? Fiquei interessado.

        1. O meu eu comprei no MercadoLivre, mesmo. Peguei o pad 5 normal, versão global, de 6GB ram/256GB.

    2. O que, exatamente, você tem feito nele? Pergunto porque estou atrás de algo mais leve e parrudo para substituir meu Sony “Veio” para conseguir trabalhar fora, mas gostaria de algo com suporte a caneta e, me parece, que o Pad 5 tem esse suporte. Confirma?

      Andei vendo uns reviews de um tal Chuwi Hi10 X que gostei. É um tablet com Windows (portanto CPU Intel) de 10″, com caneta e um te ladinho. Bem construído e o preço numa faixa de preço em que quase consigo pagar. Mas fico naquela: não gosto de windows, processadores Intel para esses fins são ruins, lentos e gulosos. Pra completar a marca, inexplicavelmente, usou uma bateria pequena para um tablet. Outro incômodo é que, pra cortar custos, usaram eMMC no armazenamento ao invés de um SSD de verdade. Mas o fato de rodar windows (o que, em que pese minha falta de gosto pelo sistema, tem um ecossistema gigantesco), ser um 2 em 1 leve e pequeno pequeno têm me seduzido…

  15. @Ghedin surgiu uma dúvida que já foi tirada aqui (acho que mais de uma vez inclusive) e que eu não me recordo, o que me levou a pensar se não seria interessante deixar (criar) uma página na qual se fala como formatar os comentários e como colocar/trocar a foto do perfil, e deixa-la linkada no “corpo” do PL..

    1. ótima ideia, vira e mexe esqueço o tipo de formato aqui e como não sei de cabeça fico com preguiça de pesquisar, heheh

    2. Excelente ideia! Vez ou outra apanho feio do HTML comentando aqui.

  16. Estou querendo comprar esse MiniPC, pra montar um servidor plex e deixar o transmission, eu vi uns review parece que ele dá conta do recado ou eu estou me enganando?
    Segue a configuração dele:
    Mini Pc Beelink Bt4 Intel Atom X5-z8500 4gbram 64ssd

    Link: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1857132629-mini-pc-beelink-bt4-intel-atom-x5-z8500-4gbram-64ssd-_JM?searchVariation=82017908213#searchVariation=82017908213&position=6&search_layout=grid&type=item&tracking_id=b6ab6932-dd00-437f-8487-a82116ef7eed

    1. Pelo processador parece interessante. Vai usar o quê para guardar os vídeos? O próprio SSD ou um HDD externo?

      1. Pretendo deixar no SSD mesmo, não quero lotar, mas eventualmente vou passar pra um HDD externo, ficaria muito ruim usar um HDD externo?

        1. Tem que ver como faria que se tira o HD eventualmente, teria que ejeta-lo. Não sei como funcionaria, mas é bom pesquisar :)

          Em tempos: como eu já tinha falado pro Ghedin, era este tipo de PC que eu também sugeriria para fazer um Multimedia PC, para ver se roda os aplicativos e substitui a “SmartTV”.

    2. Olha, eu uso um raspberry pi 4 com o raspbian, tenho o plex server instalado nele, e mais um bocado de coisas, e funciona perfeitamente.
      Deixo ligado 24×7, com um hd normal de 1tb plugado nele.
      Acredito que não consome quase nada de energia, pelo menos não senti mudança no meu consumo.
      Tem até pessoas fora da minha casa usando, hehe.
      A única coisa que o raspberry não da conta, é se for fazer transcoding, tem que usar direct play pra funcionar.

      1. mais quais coisas vc usa?

        pq to pensando em montar um pra usar tb de servidor multimídia, baixar torrents, nuvem, pi-hole, rodar jogos antigos, será que dá conta?

        1. Deluge pra torrent
          pi-hole
          openmediavalt pra nuvem
          plex server
          home assistant
          Tudo simultaneamente, o meu é de 4gb, mas o de 2gb já daria conta disso tudo.

          Jogos antigos também roda, mas não simultaneamente (por não existir solução mesmo, na verdade até existe solução, mas dai teria que conectar um teclado pra iniciar o retropie pelo raspbian), dai tenho um cartão sd separado com retropie, e quando quero usar o retropie, tenho que desligar, trocar o card, plugar na tv e sucesso.

          1. Meu Raspberry Pi OS está em modo headless e tem o RetroPie instalado sob demanda, ou seja, não inicia com o sistema. (Também rodo o Pi-Hole e o Syncthing no mesmo sistema/cartão SD.) O que eu faço aqui para iniciar o RetroPie é acessar o sistema via SSH, pelo celular, e iniciar o EmulationStation em uma sessão do tmux— porque aí eu posso fechar o celular/a conexão SSH e ele continua funcionando.

          2. Ghedin, poderia colocar algum link de referência dessa sua solução? Achei muito interessante

  17. Apenas um desabafo. O que vocês acham das modelagens dos personagens humanos em jogos?

    Eu não sou tão das antigas, mas quando criança tive contato com o Nintendo64, PS1 e PS2. Eu curtia muito qualquer tipo de jogo. Hoje, acabei deixando de lado os jogos, mas as vezes assisto uma live ou algo assim pelo carisma do jogador e para saber a história do jogo. Mas se tem algo que me desconecta do jogo na mesma hora é quando aparece algum personagem humano. Não sei o que vem a mente, talvez minha mente travou nos gráficos antigos; simplesmente acabo perdendo o gosto. Alguns exemplos são The Last of Us, Tomb Raider e o próprio FIFA.

    Não estou dizendo que o jogo é ruim ou o trabalho foi mal feito. Muito longe disso. Apenas tenho esse bloqueio, coisa que não acontece quando o jogo representa personagens humanos, mas sem tanto realismo assim.

    Alguém sente algo parecido ou preferem esse realismo dos personagens no jogos atuais?

      1. É exatamente isso, Daniela. Eu não tinha consciência do nome desse fenômeno, mas é isso mesmo. Como diz de onde eu venho, “dá uma gastura, uma agonia”. E é realmente esse vale mesmo. Tem certos estilos que eu gosto muito, mas quando surge algo ‘extremamente realista’ sinto esse incômodo.

        Como teve conhecimento desse fenômeno?

        1. Eu sou estudante de Animação e tive contato com esse conceito em uma aula. É um campo de estudo que surgiu com a robótica, por conta da aversão que muitas pessoas sentem com andróides, mas tem uma aplicabilidade bem extensa em animações 3d e jogos.
          Eu particularmente me incomodo bastante com a tendência atual de expansão de animações 3d para o público infantil em substituição ao 2d e stop motion. De modo geral, acho bem feias e plastificadas. Mas gosto é gosto né. Agora, os jogos ultrarealistas não chegam a me incomodar, mas também não costumam me chamar a atenção. Como um colega comentou abaixo, acho que tem coisas muito mais interessantes na cena indie.

          1. Sei que tem produções japonesas que estão usando um misto de 2 + 3D para animações. High Score Girl é um exemplo.

          2. Muito bom. Minha dúvida era que área levaria a esse conceito. Muito interessante. Conversando com o pessoal aqui de casa, veio a mente também alguns tipos de bonecas e os próprios museus de cera. Curti bastante essa definição. Vou tentar escrever sobre isso. Muito obrigado pelo esclarecimento. E sucesso com seu curso!

    1. Fugi desses jogos um tempo e acabei descobrindo uma cena indie imensa. Prefiro jogos com uma arte original do que esses ultra realistas. Da uma olhada na cena indie que tu vai achar muita coisa boa.

      1. Puxa vida. Gostei! Tem uma indicação de algum com uma boa história?

        1. De cabeça assim não me vem nenhum específico na memória. Mas procura o canal Nautilus no YouTube. Eles tem um quadro chamado Janela Indie que sempre aparece coisas interessantes.

          1. Acabei de encontrar e salvar a playlist aqui. Tem muita raça de jogo. Excelente dica. Obrigado!

        2. Não sou a pessoa que postou, mas deixo aqui duas recomendações de jogos independentes bem diferentes que eu gosto bastante: Kentucky Route 0 e Inside.

          1. Opa! Obrigado pelas indicações. Estou salvando tudo. Eu não sou muito de jogar, mas gosto de acompanhar. Vlwss!

  18. alguém usa o KDE Connect aqui?

    eu acho que vi alguém falando por aqui msm, e queria testar pra usar no PC do trabalho, mas lá era W7 e não funcionava e como não tenho um Samsung não dava para usar o “seu telefone” (fora que só funciona no W10) e nos outros sistemas é bem capado, cheguei até a pagar o pushbullet um mês pra testar, mas infelizmente é caro para o que queria.

    Há dois meses mudei de emprego e lá o PC é W10 e lembrei disso hoje e resolvi testar, está funcionando que é uma beleza, copiar e colar universal é sensacional e as notificações no computador são muito úteis (só queria escolher quais aparecem, pois não quero ficar recebendo a do whatsapp toda hora).

    fica o link para quem quiser conhecer mais, até pq falei sobre pouquíssimas funções dele, pois tem muito mais, diria que fica uma integração tão interessante quanto iphone + mac

    https://kdeconnect.kde.org/

      1. Estou usando em um iPhone SE (2) ligado ao gnome (pela extensão) e até agora sem problemas. Pelo que entendi, algumas funcionalidades são impossíveis no iOS (como acessar mensagens) mas funciona muito bem

    1. Gostaria que o port para macOS fosse concluído. No Neon funciona bem pra caramba.

    2. Configura as notificações no próprio KDE connect do smartphone, também não gosto do excesso de notificações subindo quando já estou conectado no PC

        1. Achou? Aqui só aparece quando conectado e não tô em casa agora. Tem um lugar ali no app que mostra os plugins, entre eles tem um que deixa escolher quais apps podem mandar notificação. Basta desmarcar o WhatsApp.

          1. aaaa, agora sim, eu achei que só dava pra ativar ou desativar tudo!

            mas dá pra escolher quais ativar, muuuuito obrigado

    3. Aliás, incrível como a Microsoft, gigante como é, não implementou um app tão bom para integrar o Windows e smartphone.

      1. A ms implementou.
        O App telefone é inclusive o melhor da categoria.

          1. não sei como está agora, mas a princípio todas as funções só estavam disponíveis nos galaxys, para as demais marcas algumas funções estavam capadas

  19. Acompanhei bastantes discussões por aqui sobre manter o endereço de e-mail como algo um pouco mais privado.
    Resolvi testar um serviço brasileiro, chamado mailshield.xyz, que vi por aqui também
    Tenho usado e gostado. Contratei pelo telegram (R$ 40,00/ano), ele é um catch-all do meudomínioproprio.com para um e-mail (no caso, em um provedor grátis, mas ai não exponho esse endereço).

    Tem sido bem útil e curioso, como o Ghedin já narrou, ao chegar na loja e dizer que meu email é sualoja1234@meudomínioproprio.com
    uhaushuauauhHUUUHUU

    Fica a recomendação!

    1. Como funciona isso com o seu email próprio, configuração e tal?

      1. Tendo o domínio (seudominio.com) vc é “dono do endereço”; lógico, é um compromisso de recorrência anual, mas esse endereço é seu, e não podem te botar pra fora (há casos de contas do gmail, icloud, etc, que são banidas – imagine a dor de cabeça se todas as suas contas estiverem associadas a ela);

        Tendo isso, posso criar quanto e-mails eu quiser (email1@seudominio.com), como regra vou precisar de um servidor de e-mail. Cada um tem suas limitações e custos; Na prática eu preciso de alias (apelidos) para os endereços. Então quero que o email bradescaodopovo@seudominio.com seja redirecionado para o meu email real, assim como o faculdadequecurso@seudominio.com, pq tenho vários “endereços”, mas gerencio 1 caixa de entrada apenas.

        Alternativamente à contratação do servidor de e-mail, posso usar algum e-mail q já tenho, seja pago ou gratuito (um icloud, hotmail, tutanota ou gmail, por exemplo) e redirecionar todos os endereços@seudominio.com para esse email (é o chamado catch-all).

        Assim, cada serviço eu cadastro com um endereço, ocultando o meu endereço real, e segmentando meu perfil online
        ex:
        manualdousuario@seudominio.com
        bradescaodopovo@seudominio.com
        insider@seudominio.com
        meusamigos@seudominio.com

        todos esses vão cair no meuemail@gmail.com (e por lá consigo responder usando meu dominio, no caso do gmail, ou de planos pagos do tutanota, por exemplo).

        a vantagem do serviço que eu contratei é que posso desligar algum endereço q tenha caído em lista de spam, interagindo com o bot do telegram :-)
        Comecei a receber spam no bradescaodopovo@seudominio.com, desligo esse nome e troco no banco o email pra bradescaodopovo2021@seudominio.com e pronto.

        Gosto bastante por ser um serviço brasileiro, mas existem alternativas no exterior também.
        Para algumas pessoas, faz mais sentido contratar um servidor de e-mail.

        1. Obrigado pela resposta Joseph.
          Estou procurando uma solução pois os meus alias já estouraram e quero uma solução quase sem limites, pois, quero um email para cada serviço, justamente para fazer essa filtragem.

          1. No meu caso como é a mesma ideia que você, achei excelente a proposta CxB, ainda mais apoiando desenvolvedores nacionais.

            Só por curiosidade, qual serviço de e-mail está utilizando, se puder comentar.

    2. E onde você hospeda seu e-mail? Você paga o domínio, o provedor de e-mail e esse MailShield? Pelo valor do MailShield, você poderia assinar o plano do Fastmail que permite configurar um endereço catch-all.

      Sei lá, isso para mim é meio como aquela história do Steve Jobs com o Dropbox: é um recurso/uma função. Não vejo sentido em pagar só pelo redirecionador catch-all — muitos provedores de e-mail já oferecem isso no pacote.

      1. Mas o Fastmail não é S5,00/mês contra R$ 40,00/ano pelo MailShield?

        Existe alguma forma do Fastmail ficar mais em conta?

        1. Exato Fernando.
          Apesar de ser da Austrália, se não me falha a memória, o fastmail é muito bom, mas sai 50 ou 60 doletas ano vs 40 reais do mailshield.

          Indiscutível que são serviços diferentes, mas hj ficaria bem caro pra mim o fastmail, assim o mailshield tem me atendido muito bem (pq acrescenta a possibilidade de “desligar” algum endereço q esteja recebendo spam)

      2. Nesse caso estou considerando que um serviço de hospedagem grátis ou “muito barato” seja o suficiente e não tenha recurso de aliases.
        Do contrário não entendo como vantajoso.

      1. Para bloquear e desbloquear os e-mails,
        Sim, pelo Telegram. Bem simples.
        Enviar um /bloquear e o e-mail a ser bloqueado e pronto, ele não recebe mais nenhuma msg.
        Pra desbloquear a mesma coisa.

  20. Estou testando o Fedora 35.
    Até agora está tudo ok.
    O Gnome 41 é o melhor até então. Mas ainda é o Gnome.
    O Fedora 35 em si está extremamente estável, mas eu ainda prefiro 1000x o KDE.
    O que vcs estão usando e como está sendo?

    1. Usando kubuntu 21.10 faz umas semanas… Usei KDE neon por mais de 1 ano, mas a inicialização tava lenta e é muito mais fácil instalar outro do que tentar resolver. Kkkkk.

    2. Estou gostando bastante do PopOS, 21.04. Cosmic desktop. Bem estável também, estou gostando do trabalho deles, promissor.

    3. Fui do Ubuntu com Gnome pro Mint com Cinnamon só porque seria melhor pra customização, mas agora que voltei pro Ubuntu percebo que me dou muito melhor com o Gnome (e nem sei explicar muito bem porque, só acho mais bonito e intuitivo pro meu uso mesmo 🤷‍♂️)

      1. Cara, acho genial a função de pesquisar quando começa a escrever em qualquer lugar no gnome. Fiquei acostumado e estranho quando tento fazer o mesmo em qualquer outro DE

        1. Exato! Eu gosto muito como o Gnome junta a visão do multitarefa com a dos desktops virtuais e com a busca tudo num lugar só, pra mim fica muito mais intuitivo só apertar Super pra todas essas coisas e pronto

    4. Eu estou com Fedora 34, nada a reclamar até o momento, continuar com ele na versão 35.

    5. Usando Pop!_ OS na base do amor e ódio.
      Acho ele feião, mas é disparado a distro mais estável e que me atende melhor no dia a dia.

      Não importa a distro que eu teste, sempre vou acabar voltando pro Pop!_OS.

    6. Eu até tentei o KDE, não gostei. O excesso de opções de personalização me encomoda embora seja uma vantagem para alguns, atualmente estou no Debian com Gnome apenas com Tema Arc, pacote de ícones Papirus e a Extensão Dash to Painel.

    7. KDE Neon e Zorin no Note pessoal, MX Linux no servidor em casa. No escritório Linux Mint Cinnamon nas máquinas mais modernas, MX Linux XFCE nas mais fracas e Ubuntu no servidor.

    8. Zorin OS Lite. Pra mim a melhor alternativa para máquinas mais antigas

  21. Temos aficcionados do café coado neste post livre? Alguém possui um Timemore C2? Estou cogitando dele ser minha primeira compra internacional.

    1. Eu tenho um da Hario, comprado em loja física. Estava a metade do preço em comparação ao Timemore e funciona bem, apesar de ser um pouco duro.

        1. Por coincidência, como o Paulo disse abaixo, também compro no Empório Palato.

    2. Cara, eu uso bastante a moka e pretendo comprar uma prensa francesa. Estou há tempos atrás de um moedor e cara, agradeço de coração a dica. Esse que tu passou é quase que exatamente o que eu procuro: todo de metal, sem plásticos. Só não foi totalmente por causa do preço, claro. IUAsuHShas

      Vais comprar de fora? De qual site? Poderia passar o link?

      1. Apesar de falarem que o moedor manual ser melhor, nada como a praticidade de um moedor elétrico… hahahah uso um hamilton pra italiana (espero comprar uma francesa depois) e adoro, fácil de usar e de limpar!

        ultimamente sinto mais diferença nos tipos de grãos do que nas moagens (mas sou leigo né…)

        1. Cara, eu concordo que um moedor elétrico seja super prático, mas um moedor manual é tão lento assim? Vou demorar 5 minutos para moer grãos para um cafezinho? E outra, se falta luz, comofaz? É mais fácil faltar luz do que eu perder minhas mãos.

      2. Acho que vou comprar no shopee. Vi no Aliexpress também, por indicação do Canal Não Sou Barista, mas está mais caro.

      3. Eu gosto muito de prensa francesa, muito mesmo
        Mas com um pote de vidro e uma peneira você consegue o mesmo resultado. Se tiver paciência, até melhor (basta peneirar a moagem antes). E pra isso, um moedor de lâmina elétrico já dá bem conta do recado

        E cafés, você costumar comprar onde?

        1. Cara, compro cafés nas lojas daqui da minha cidade mesmo. Nunca comprei pela internet nem assinei nenhum clube desses.

    3. Opa. Eu tenho um Hario Slim, comprado há uns dois anos, que me atende bem para moer até uns 30 mg.
      Mais do que isso (pelas manhãs faço café para 4 pessoas) aí melhor é usar café já moído mesmo.

        1. Nas cafeterias aqui em BH. A que tem maior variedade de cafés de qualidade se chama Empório Palato, vendem online com envio pelos correios, veja se o frete compensa.

  22. Fala pessoal! Não costumo postar muito.
    Ouvindo o último Guia Prático, achei curiosa a menção da Tatiana sobre a ideologia californiana.
    Para mim ela sempre esteve tão clara e dissecada na letra de Californication (RHCP) que acho que eu já estava mais vacinado contra ela.
    Recomendo quem não lembra pegar a letra (e a tradução). Tem unicórnios, imortalidade (quebrar a maldição do envelhecimento), viagens espaciais (Alderaan não é tão longe). É tudo um hard core disfarçado de softporn.
    Adoraria ler comentários de vocês sobre esse tema.
    Abraço

    1. Ainda sobre essa ideologia, foi lançado um livro recentemente que investiga suas inspirações:
      what tech calls thinking.

      Ainda não li, mas ouvi alguns podcasts com o autor, que é acadêmico, professor de literatura e filosofia alemã em Stanford.

      Ele destrincha ideias como o disrupção, fail better, drop out etc.

    2. Sim, a letra de Californication é fantástica. Uma crítica ao estilo californiano desde quando “acho que” ninguém criticava.

    3. Interessante essa conexão! Nunca tinha reparado na letra de Californication (não ouço RHCP), mas, sim, tem algumas coisas ali que se conectam com a ideologia californiana que exala da tecnologia criada lá — a parte de Alderaan é, talvez, a conexão mais forte. De todo modo, entendo que a letra não é tão profunda quanto possa parecer no contexto de hoje (e, de modo algum, presciente), mas sim uma crítica ferrenha a Hollywood/Los Angeles/celebridades — coisa que, em 1999, já era assunto velho. As anotações no Genius me ajudaram a entendê-la melhor!

        1. Ótimo vídeo! Eu só fiquei com uma impressão diferente da sua. Californication me parece bem assentada na história musical do estado, que pós-1969 perdeu a unidimensionalidade de ser uma terra mágica onde só coisas boas acontecem. Ironicamente, ao mostrar a “realidade” (aspas em múltiplos sentidos aqui) local, a podridão de Hollywood, o RHCP meio que acaba reforçando os muitos mitos em torno da Califórnia.

          1. Entendi o que você quis dizer. Mas é um paradoxo interessante, que pode ser meramente acidental e posteriormente assumido como “era o que a gente queria dizer mesmo”. Ou não.

      1. Não conhecia esse Genius! Muito boas as conexões intencionais do artista. Mas eu acredito muito que é possível interpretar uma obra literária para além dos significados intencionais do seu criador. Para mim ele está expressando e criticando uma cultura, um modo de ver o mundo.

        Nesse sentido, Ghedin, achei curioso você distinguir tão claramente Hollywood / cultura de celebridades da cultura californiana. Para mim, Hollywood é uma parte da “cultura californiana”. Ou seja, é a mesma coisa. Posso estar sendo impreciso, mas é a forma como enxergo.

        Eu daria outros exemplos bons na música que conectam com o universo de startups. O verso “destruction / creation” é exatamente a cultura startupeira da inovação, de que é preciso destruir o que existe para criar novos mercados (que aliás, é discurso velho também: Schumpeter já dizia isso nos anos 1940).

        1. Talvez a gente esteja partindo de lugares diferentes, Vitor. Hollywood definitivamente é parte da cultura californiana, um símbolo dela, até, mas da ideologia californiana, num sentido estrito (como o que a Wikipedia descreve, tem um papel quase tangencial, na realidade, mais de apoio/“marketing” do que de determinação, acho.

          (Considere, porém, que sou apenas um leigo curioso no assunto, então posso estar escrevendo um monte de groselha 😄)

          1. Boa, faz sentido! Acho que você tem razão. Existe um conceito mais restrito de cultura californiana. Obrigado por esclarecer :)

    4. comentei na semana passada sobre o livro do fred turner(from counterculture to cyberculture): apesar de ser do início dos anos 2000, ainda é uma leitura interessante — embora um tanto laudatória demais em certos momentos a respeito de seus personagens

      uma das coisas que ele analisa é justamente o ideário político que orbitava a revista wired — e como os mitos contraculturais californianos teriam levado àquele ultraliberalismo dos anos 90

  23. Fala sério: você já leu alguma reportagem do Facebook Papers? É para o meu TCC Estou curioso com a repercussão desse negócio.

    E se sim, o que te chamou mais a atenção?

    1. Li as newsletters do Casey Newton e do Charlie Warzel, que contextualizaram e resumiram algumas reportagens. E também levantam hipóteses de quais resultados podemos esperar e quem se beneficiaria deles.

      Acompanhei o Wall Street Journal antes de sabermos quem era a Frances, mas nesta semana foi tanta coisa, de tantas publicações diferentes, que não cheguei a ler nenhuma reportagem completa.

    2. Também só li por aqui.

      Eu tenho um desânimo com esse assunto porque acho uma guerra perdida. Parece que não tem nada que possam revelar do facebook que faça diferença…

      1. Penso a mesma coisa. Vejo só o que sai aqui e da até desânimo de ver o resto porque, no final das contas, a essa altura a gente já sabe que não sai nada que preste do Facebook. Embora muitas das revelações sejam estatrecedras, não me surpreendem. Nenhuma das bigtechs é santa, óbvio, mas considero que o Facebook (agora Meta) é a pior delas. São todos os problemas do capitalismo destilados e bem concentrados num lugar só. O pior que a humanidade pode produzir estão em seus executivos e em muitos dos seus usuários. Tomara que haja regulação pesada. Não só no Facebook mas em todas as bigtechs e, nesse ponto, acho que UE vai ser protagonista.

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