Anúncio NordVPN, a VPN mais rápida do mercado, com 68% de desconto

86 comentários

  1. Rodrigo Ghedin, você poderia me dar algumas dicas de quais caminhos seguir para trabalhar como criador/redator/revisor de conteúdo na web? Me sinto frustrado pois sou formado em Letras e não sei como criar um portfólio ou conseguir trabalho com alguma agência. Eu fiz os cursos de Copywriting e Criação de Conteúdo na Rock University, pretendo começar Comunicação e Multimeios na Unicesumar ano que vem. Enfim, que conselho você dá pra quem quer se profissionalizar nessa área?

    1. Hmmm, não sei se sou a melhor pessoa para esse tipo de aconselhamento. Comecei na área como um hobby, e me profissionalizei meio que com a mão na massa, um jeito que até funciona às vezes, mas é ineficiente, arriscado e um tanto frustrante.

      Comunicação e Multimeios te dará uma boa visão da comunicação, tanto técnica quanto filosófica. (Tomando por base o curso que eu fiz, na UEM; nem sabia que o Unicesumar tinha um também.) Por lá, você também terá acesso a oportunidades voltadas a iniciantes, como estágios. Aproveite-os, é um ótimo caminho para se firmar na área. Se tiver condições, acho que ajuda também você criar um portfólio próprio, para mostrar um pouco do seu serviço. Uma das coisas legais da comunicação, hoje, é que as barreiras de entrada são baixíssimas — qualquer um com um computador e um celular quaisquer consegue publicar texto, áudio e até vídeos.

  2. Semana passada tinha perguntado quem sabia da Loading – um novo canal que foi lançado esta semana, com programação voltada a juventude dos tempos atuais. Salvo engano, o Ghedin mandou um texto do Fábio (do blog Mais de Oito Mil) na newsletter desta semana.

    Pois bem, estava estranhando uma coisa no canal: a paleta de cores meio escura e problemas de áudio e conteúdo.

    Hoje a equipe de jornalismo voltada aos esportes eletrônicos (o MetaGaming) pediu demissão em massa. Matérias acabaram expondo os problemas atuais da nova emissora:

    – O contrato de trabalho ainda não tinha sido firmado de forma plena.
    – Há relatos de pessoas que saíram de outros empregos e entraram na Loading sem garantias – inclusive mudando de cidade.
    – Houve solicitação que não houvessem matérias investigativas (as duas primeiras grandes matérias da equipe foram justamente investigativas) – e a cúpula executiva ficou contrariada ao exposto.
    – Os equipamentos de transmissão utilizados são os mesmos da MTV dos anos 2000.
    – Há um relato de alguém que tentou ajudar a planejar o canal e no final “ficou jogado de lado”, depois ficando surpreso com o fato que assimilaram ideias que ele mesmo passou ao staff do canal.

    Eu admirei o fato de alguém tentar lançar um canal nesta época. Ainda mais um canal com um conteúdo voltado aos jovens, e com uma programação com animês e outros itens (sim, estou mais pelos animês).

    Mas pelo visto, sinto que depois deste caso, há o risco do canal já perder a mão logo de cara.

    1. Um canal de TV é algo antigo por natureza e pelo jeito já começou velho.

      1. Como falei, achei a ideia interessante. Para nós que vivemos no online, já desconsideramos bastante a influência, mas no caso de muitos que tem por exemplo dificuldade de acesso a internet devido a distância do centro, ou de alguma forma cansou ou não tem familiaridade com o online, a tv ainda é uma boa ferramenta.

        Além do mais, um ponto positivo é que o que ficaria cheio de adblocks ou formas chatas de acessar no online, fica gratuito e apenas com uma propaganda de 5 minutos que já estamos acostumados a ao menos zapear no controle.

        Novamente: achei boa a ideia – preencheu a lacuna da antiga PlayTV, que também teve seus problemas.

        Mas ao que tudo indica, o problema não é ele começar velho, é começar com mentalidade de velho para certas coisas – inclusive “controle de mídia”.

        Fizeram bons insights no Twitter sobre o caso, diga-se de passagem. Como por exemplo o fato que qualquer emissora pequena sempre vai ter que evitar entrar em assuntos espinhosos relacionados a patrocinadores – Demérito Vachiolli (é assim?) falou sobre, e o Samir Jr. também.

  3. E esse final de ano, hein? Saudade bateu forte em vocês também? O tanto que eu sinto falta da minha galera não tá escrito.

    1. Estou bem solitário ultimamente. A única vez que fiz algo para ver alguém foi em meados de Outubro, que fui visitar meu pai em Santa Catarina.

      1. Ah, imagino, mano. Tá demais, sinceramente. Não vejo ninguém da “gangue” desde março.

        1. Minhas amizades IRL são poucas e ainda os vejo eventualmente. O problema é fazer novos amigos ou ver gente que eu queria ver (que conheço online), teria condições este anos mas a pandemia cortou o barato.

          No fundo, acho que sou bem mais solitário do que penso e deveria aceitar melhor isso.

  4. Nenhum comentário sobre o lançamento do game Cyberpunk 2077? O jogo ficou em desenvolvimento durante sete anos e expectativa foi tão alta que o que mais chamou a atenção foram os bugs em todas as versões e a baixa taxa de quadros nos videogames da geração passada PS4 e Xbox One.

    Vários outros jogos tiveram lançamento ruim devido os bugs e que tiveram correções conforme o tempo como o The Witcher 3 da mesma produtora do Cyberpunk 2077. Quem já comprou o game, resta torcer que a correção chegar o mais breve possível.

    1. Sete anos, real? Eu eu fiquei sabendo desse jogo há 2 anos, não sabia que não era algo que era pra estar mais perto de pronto

      Isso me fez lembrar daquele No Mans Sky que prometia um universo (hehe) de coisas, mas foi bem aquém da expectativa. Ou o Spore, também

      1. Real, foram 7 longos anos e deve durar mais um tempo extra (mais anos??) para arrumar os bugs e preparar o lançamento no PS5 e Xbox Series S/X em 2021.

        Depois de vários updates, o game No Man´s Sky está até interessante, viu? Inclusive ontem esse game ganhou prêmio de melhor jogo contínuo (jogos de serviço) no evento The Game Awards, competiu com outros games mais famosos como Call of Duty: Warzone, Fortnite, Apex Legends e Destiny 2.

    2. Se for bom a galera vai abraçar numa boa. Skyrim sempre foi bugado e foi muito adorado, o mesmo com Fallout 3.

    3. Fiquei esperando pra ver se seria o gta5-killer e parece que não é o caso, é mais rpg que qualquer coisa. Se tem uma coisa que vai me obrigar a comprar um console mais recente é o gta6.
      Imagino que vão polir o jogo aos poucos mas tem muita gente acusando mesmo que vão acabar fazendo pouco caso na antiga geração ps4 e xbox one.
      Enquanto isso acho o gta5 lindo no xbox 360!

    4. estou com o jogo aqui e joguei apenas um pouco… ainda não deu tempo. eu gosto muito do universo cyberpunk, então o jogo é bem oportuno. vou reaproveitar pra ler a trilogia do gibson e terminar de ler ‘akira’. sem falar q tem blade runner e matrix fácil nos streamings…
      enfim, não reparei em bug nenhum, por eqnto, no ps4. mas já rolaram algumas atualizações. acho q eles deveriam ter adiado até ter ficado bom mesmo, mas creio q não rolou, então preferiram essa estratégia de lançar assim mesmo… talvez fosse melhor ter comprado esse jogo pra jogar no pc, mas preferi no console pra não ficar aqui sentado na frente da máquina…
      do pouco q joguei eu já gostei.

  5. Depois de novo normal, a expressão que mais me dá ranço atualmente é “em plena pandemia”.

      1. Acho que ele quis dizer no caso a ênfase usada por alguns para falar sobre “ah, estão se superando em plena pandemia” por exemplo. Entendi isso por causa da referência ao “novo normal”.

      2. dizer isso faz parte do novo normal, infelizmente…

  6. Com a notícia de que o fundador da Cydia está processando a Apple por práticas monopolistas, fico impressionado com a legião de defensores dos supostos direitos da empresa em impedir completamente que os usuários façam o uso que quiserem de seus aparelhos.

    É um caso absolutamente contraditório de ideologia liberal.

    1. É um dilema.

      Quem tem Mac/iPhone pode falar melhor do que eu, mas imagino que quem defenda a Apple e o direito dela de fechar a plataforma, o faz mais pelo histórico de proteção da própria plataforma do que pela Apple em si.

      É um porre pensar que um celular que funciona bem depois de 20 anos, como o iPhone 4 ou 5, não tenha mais capacidade de ao menos usar aplicativos básicos como Whatsapp (sim, eu sei, segurança, planejamento de otimização, etc…). Mas poderia a Apple tentar ao menos fazer as antigas plataformas terem uma “liberdade maior” após o fim do ciclo que eles mesmos criam de software-hardware. Permitir firmwares/OSs alternativas seria sempre uma boa (sim, o Mac tem possibilidade disso, mas sabemos das dificuldades…)

      1. eu confesso que gosto dos produtos da apple: são bem desenhados e, apesar de tudo, funcionam bem

        e, ao mesmo tempo, acho bizarro o culto de seus entusiastas pela empresa

        é uma legião de publicitários trabalhando de graça para defender posturas indefensáveis

        1. Já discutimos várias vezes isso, já foi tema de Guia Prático (que não ouvi) e Tecnocracia (Que me lembro vagamente de ter escutado).

          Na boa, já vi que para muitos hoje o que importa é ter dinheiro e fazer com isso uma segregação, não viver.

          Na hora que verem que iPhone não servir para comer, aí quero ver.

  7. No post de sugestões de matérias, fui criticar um certo nome que recomendaram a leitura (Não citarei nomes) e me perguntaram o porquê de não curtir.

    Primeiro, sou bem chato e até de certa forma metódico ao tentar achar alguém para ler. O nome em questão até comecei a ler no começo das minhas “andanças no online”, mas eu tinha a sensação que algo havia errado nos textos escritos dele.

    Sim, não nega-se que ele escreve bem, senão não teria audiência – lógica simples. O ponto é a carga que contém nos textos dele, os vieses que existem, e com tais vieses, preconceitos e ataques.

    Na época que comecei a ler ainda não me ligava tanto, até lia porque eu tinha lá meu “lado revoltado” que dava jus a um viés de confirmação que ia de encontro aos contraditórios textos do nome em questão.

    Mas lendo outros nomes, com argumentos melhores, e muitas vezes mais claridades em assuntos que antes o mesmo jogou informações com seu peso preconceituoso, caiu a ficha que eu lia textos de uma pessoa amargurada, que usava-se de seu poder de escrita para tentar almejar audiência, e de certa forma, poder, relevância e aceitação de seus interesses em detrimento dos outros. Até porque a forma de escrita dele é de um crítico costumaz, mas como tal e já dito, tem seus vieses que aos poucos nota-se.

    Assistindo o Live do Guia Prático, o Ghedin estava falando sobre o caso de hoje ele ser um pouco cínico sobre as coisas. De fato, se o Ghedin tem algum cinismo, ao meu ver ele não é tão prejudicial ao ponto de se fazer perder a empatia. Agora o nome na qual critico já é mais cínico, bem na beira do extremo.

    E para quem já captou quem é tal nome, só lembrando que muitas vezes o mesmo caiu em frias para o mesmo, inclusive com um famoso escritor/criador, isso porque os preconceitos deste na qual não cito o nome o fizeram fazer um comentário estúpido baseado nos próprios preceitos (no que ele chamaria de “senso comum”, porém comum apenas aos iguais a ele), na qual o escritor desmente o tal nome e ainda faz uma crítica justa contra ele.

    Não me lembro quando parei de ler o mesmo – na verdade tenho mais lembranças da época do início do Gizmodo do que anteriormente a ele, dado que antes a isso eu lia mais os sites Clube do Hardware (que infelizmente o criador o largou, mas não sem bons motivos), Guia do Hardware (cujo criador tenho a mesma visão a qual cabe o nome que critico aqui) e Fórum PCs .

    Noto que alguns nomes daquela época, isso em sites e fóruns, acabaram virando nomes com algum nível de “influencia” no online. Um deles foi para o exterior (tipo a Luiza) e no final a estupidez do mesmo angariou audiência para ele influenciar, mas caiu na mesma acidez do primeiro nome que critiquei neste comentário.

    Tais nomes – incluso a qual critico – acabou influenciando muito no final a era entre 2005 e hoje, porque bem, basta ver o quão cínico a internet hoje é.

    A crítica ríspida, enviesada e com formas de escrever feitas mais para proteger o texto do mesmo de “falácias” do que de ser claro e conciso ao outro virou meio que padrão para muitos destes nomes hoje.

    1. Cara, os textos dele são muito gostosos de ler. Ele fala muito sobre história por exemplo, de um jeito que eu nunca vi, nos minimos detalhes, e nestes textos não tem espaço para crítica ríspida e enviesada, pois história é história.
      Cabe a ti ter discernimento para receber as criticas, cinimos e “falacias” de textos com opinião.
      E veja bem, não o estou defendendo, só acho que torcer pela prisão dele, só porque não gosta de críticas que não batem com seus ideais, até meio antidemocrático.

      Ah, já ia me esquecendo, veja se mostra as caras, criticar as pessoas atrás de um pseudônimo é muito fácil.

      1. Não vou me meter nesse assunto, só comentar esta parte aqui, Deivid: “[…] nestes textos não tem espaço para crítica ríspida e enviesada, pois história é história.”

        História pode ser e é, sempre, recheada de vieses. Tem aquela frase, muito atribuída a Orwell e que teria sido dita por Churchill também, que diz que “a história é contada pelos vencedores.” E é isso mesmo. Só muito recentemente a pesquisa passou a tentar contar a história por outros ponto de vista — não necessariamente dos perdedores, mas das pessoas comuns. A II Guerra Mundial é um ótimo exemplo disso: nos Estados Unidos e, em grande medida, no Brasil, o papel da União Soviética na vitória sobre o Eixo foi praticamente apagado. E é desse desentendimento, uma versão enviesada da história, que surgem delírios como dizer que nazismo é de esquerda, por exemplo.

        O Cardoso pode até defender — ou seus leitores acharem — que seus textos são “neutros” ou qualquer bobagem do tipo, mas os vícios dele estão lá, às vezes explícitos, mas sempre nas entrelinhas.

        1. Concordo contigo Rodrigo, e a sua explicação sobre o tema é excelente, fui infeliz na minha colocação.

          Eu não estou aqui dizendo que os textos dele são neutros, e nunca o ouvi falar sobre isso.
          Acho muito interessante textos com críticas e que defendam o seu “lado” da história, pois como você mesmo falou a história pode ser contada diferente de todos os lados, e é muito díficil saber quem esta certo.

          O que eu defendo aqui, é que ele escreve muito bem, e me divirto muito com as histórias que ele conta.

          Sei muito bem distinguir textos neutros e críticos, e onde buscar cada informação.
          Quando quero matérias neutras, eu venho buscar aqui no manual do usuário ;)

          1. nestes textos não tem espaço para crítica ríspida e enviesada, pois história é história.

            Quando um texto tem viés, ele nunca o é neutro. Então só provocando quanto ao ponto que você colocou.

          2. não sei se é do Cardoso que vocês estão falando

            mas caso você se divirta com os textos elitistas e preconceituosos dele, eu preciso dizer que, sem te conhecer melhor, fico muito desconfiado do seu caráter

          3. Entendo o fascínio que os textos do Cardoso podem gerar. Ele sabe escrever de uma maneira que engaja, tanto que consegue embutir, de maneira bem disfarçada, as ideias toscas que ele tem. Só que não é nada de outro mundo, sabe? Esses textos de história de que você gosta, a gente encontra em qualquer Super Interessante ou Galileu da vida, para ficar em exemplos mais acessíveis.

            Não lembro de você ter comentado aqui antes, Deivid, mas peço que não se assuste ou fique na bronca com a reação da galera. O Cardoso tem uma agenda bem zoada, que o Gabriel resumiu bem. É quase a antítese do que eu e, naturalmente, boa parte dos leitores do Manual, defendemos, daí a reação negativa a uma indicação e elogios ao Cardoso aqui.

            Não acho que ele deva ser preso, nem nada remotamente perto disso. (O Ligeiro às vezes se exalta, hehe.) Para mim, o melhor a fazer é deixá-lo cair no ostracismo. Porque sobraram avisos das ideias meio erradas dele, todos ignorados. Aí… paciência.

            Ah, e sugiro reler com atenção as matérias do Manual do Usuário. Estamos muito, mas muito longe de sermos neutros.

          4. Eu também gosto de ler os posts do Cardoso, tanto no MeioBit quanto no Contraditorium. Não é a primeira vez que relatam aqui divergências pessoais contra ele. E, infelizmente, essas brigas internas expostas sempre aqui no Manual só reforça a minha crença de briga de egos entre blogueiros (ainda existe isso?).
            A sensação que nosso amigo teve aí deve ser a mesma que tive ao visitar o Manual do Usuário: o clubinho da elite pensante que não aceitam algo que não vá em direção a seus ideais. Nosso amigo aí chegou com a maior satisfação comentando de um texto que teve prazer em ler e vocês chegaram com uma voadora no cara. Triste.

          5. me espanta o cardoso não ter sido ainda convidado pra escrever um ‘guia politicamente incorreto’ de qualquer coisa…

        2. Ghedin, o Cardoso não faz textos neutros, já até falou que não é jornalista e não tem esta obrigação (até porque não há neutralidade, sempre existe um viés), e os textos dele deixam isto claro. Ele é muito bom em passar de forma didática informações que exigem física, química e matemática, escreve alguns dos melhores textos sobre notícias científicas que eu já li. Ele é cínico e meio depressivo? Sim, e isto fica claro, mas não deixa de escrever bem.

          1. Ele é um pós-moderno, por isso as pessoas gostam do que ele escreve. Gostar e ter qualidade é algo distinto. Eu gosto de muita coisa ruim. O Cardoso escreve mal mesmo. Passa informações que carecem de fontes e, muitas vezes, cria histórias para suprir algumas lacunas que existem em estudos e fontes oficiais.

            Ele também tem problemas em passar conhecimento, eu diria. A maioria dos textos dele abusa de adjetivos e figuras de linguagem que, quase sempre, induzem o leitor ao erro (isso é errado quando a pessoa se apresenta como “fonte fidedigna” de algo) que é algo que pode ser comparado ao “narrador não confiável” da literatura russa.

            Se você gosta de leitura desse tipo, sugiro a Pesquisa FAPESP ou as revistas como Galileu, Super Interessante e até Scientific American.

      2. Gosto quando as pessoas respondem uma crítica meio que com “ad-hominem” ou atacando falácias da minha crítica. Isso significa que de alguma forma a pessoa entendeu onde eu quis chegar, se sentiu incomodado e tenta ocultar seus preconceitos. Devido a isso, vou poupar-me de me esforçar e mostrar que “já dei minha cara a tapa” por estas bandas. Hoje prefiro um pouco deste anonimato do que depois virar alvo de hate.

        Creio que não entendeu onde cheguei: os textos do mesmo, ao meu ver, não são muito bons para ser recomendados. Você pode gostar – como falei, se a pessoa sabe escrever bem, tem sua audiência. Mas o problema é a pessoa e o viés oculto no texto.

        Quanto a torcer pela prisão dele, pelo pouco que sei, alguns momentos na qual ele foi preconceituoso ou prejudicial são merecedores de tal ato. Eu precisaria investigar mais a fundo, porém sei que ele tem acusações de situações nas quais prejudicou outras pessoas online.

        Cabe a ti ter discernimento para receber as criticas, cinimos e “falacias” de textos com opinião. Isso vale do meu comentário a sua pessoa também. Quando a pessoa ofende a outra chamando de “floco de neve”, na verdade ela está assumindo ser estúpida o suficiente para não merecer um respeito.

        (E talvez no fundo a própria seja um floco-de-neve)

        1. Uma correção: eu esqueci de separar o parágrafo final, pois dá a impressão que estou falando do David, mas não é isso, mas sim da pessoa na qual comento – a mesma tem costume de usar o termo quando ela viu que ofendeu alguém.

        2. Eu não estou atacando ninguém e não estou nem um pouco incomodado, entendo e respeito o seu ponto de vista, e peço que faça o mesmo com o meu.
          Acreditava que aquele espaço era pra ser livre e democrático, agora se o texto que eu compartilhei não é digno deste site, venho aqui pedir minhas sinceras desculpas.

          Você me parece ser uma pessoa muito culta, mas acredito que a audiência deste site é de todo tipo de gente, cada um com seus critérios e avaliações, portanto achei interessante compartilhar o texto em questão.
          Se você não gostou do texto que compartilhei, simplismente o ignore.

          1. Você está defendendo um sujeito elitista, alterófobo, cientificista (para quem tudo o que não estiver no paradigma de conhecimento ocidental, branco, masculino e moderno não é digno de conhecimento) e notório por promover piadinhas no mínimo de mau gosto.

            Amigo, não dá pra te defender.

          2. Vamos lá.

            Primeiro que tenho que deixar claro uma coisa que tenho que admitir que não ficou clara quando falei sobre o texto da pessoa em questão.

            Não ataquei a pessoa Deivid, e sim apenas a menção a textos da pessoa em questão. Fica meu pedido de perdão pela má interpretação, ou melhor, má colocação das palavras minhas. (Melhor pedir perdão do que desculpas – até porque tenho que admitir que sim, tenho culpa de ter escrito mal algo. Perdão é o correto.).

            Mas já vi que o Ghedin permite tais referências (ao menos nos comentários), por isso evitarei novos ataques ao mesmo. E nisso, o Ghedin está mais certo que eu – o ideal é deixar pessoas como o tal no ostracismo – ao menos até o momento que a mesma admitir que tem seus problemas e se desculpar a quem merece desculpas.

            Acho que pessoas como eu e o Gabriel esperamos mais que a pessoa deixe um pouco o amargor de lado e ligue um pouquinho da empatia para pedir desculpas a parte da audiência ou pessoas que se sentiram ofendidas com ela.

            A outros: não, não é um clube de elite aqui. Quem ministra e evita abusos é o Ghedin, não eu – ele já falou, admito que me exalto (e agradeço a eterna paciência). E se prestarem atenção, nomes que antes criticavam posições contrárias nem aparecem mais direito nos comentários. Eu sinceramente gostaria que viesse mais gente participar do Post Livre, mas entendo que de fato até eu acabo afastando as vezes, ou outras pessoas quando fica algum atrito por divergência.

            Mas enfim, dito isso, grato pela paciência até então.

          3. Se apelou pro cinismo, autoindulgência e ironia é porque perdeu.

            1 x 0 pro Ligeiro.

    2. não sabia que o cara do guia do hardware também é do nível do inominável

      é o cara do kurumin, não é?

      1. Não, do clube. Não é que ele seja do nível. Mas acho ele extremamente cínico, e pelo que noto, ele sempre foi alguém que brigava muito com quem era contrário a visão dele.

        Um texto dele falava sobre “a prostituição no mercado de informática” – relativo aos valores baixos que muitos cobravam em relação a serviços de informática. Aí provoquei (que eu me lembre vagamente, posso estar equivocado) que ele também se prostituía ou agia como cafetão (devido a ele ter ido para o exterior e ter ganhado dinheiro justamente com cursos que ele vendeu, e os trabalhos no site dele.). Pense em um cara que se sentiu ofendido.

        O Morimoto pelo pouco que sei é alguém de extremo respeito – nível Ghedin mesmo, sempre polido e boa parte dos trabalhos dele acabou tendo sempre uma versão gratuita. Nunca foi de encrenca e no final deixou o site (o Guia, que virou apenas Hardware) para o sócio dele e virou um espírita (ou budista, não sei direito).

        Curiosidade: a briga mais tosca que tive foi uma vez que o Benito Piropo – colunista no finado Forum PCs -, escreveu um texto contrário a pirataria e criminalizando todos contrários a visão dele. Acho que fiquei umas 10 páginas brigando com ele e seus admiradores.

        1. Vou responder aqui, porque não consegui responder lá em cima.

          Rodrigo,

          Sim, é a primeira vez que comento por aqui, e já fui recebido a pedradas.
          Já leio o manual do usuário a muito tempo, e gosto muito das publicações, por isso continuo lendo, só acho que esse pessoal deve ser um pouco mais gentil igual a você.

          Não sou do meio editorial de vocês, por isso não conheço as pessoas, sou alguém que gosta de ficar informado e ler bons textos, é isso. E infelizmente não possuo o dom da palavra igual a vocês.

          Vou tentar ser mais criterioso com meus comentários daqui pra frente.

          Como te respondi por email, sem ressentimentos, e bola pra frente.

          Grande abraço.

          1. Boa, Deivid! Tenho certeza que temos mais coisas em comum do que divergências sobre autores que postam em blogs na internet 😄

        2. Virou Hare Krishna. Mas acho que ele não é o equivalente a monge.
          Eu conhecia ele pessoalmente da época do Kurumin. Uma das melhores pessoas que eu já conheci.

          O Ligeiro deve estar falando do Torres.

          1. acho que em 2002 ou 2003, ainda adolescente, na casa dos meus pais e sem qualquer perspectiva de ter acesso à internet de banda larga, foi pelo site do morimoto que comprei um pacote de CDs com Linux Mandrake (e veio de brinde um CD com Kurumin)

            lembro que foi divertido me atrapalhar todo para conseguir instalar os drivers da placa de vídeo e então conseguir jogar aquele joguinho do pinguim 3d que descia a montanha

            salvo engano, vinha também naqueles CDs um apanhado de matérias do site dele que eu ficava lendo fora do horário de pulso único em que a gente podia ligar a internet :)

            salvo engano, deve ter sido no fórum do GDH que vi pela primeira vez a palavra “ghedin”

  8. Aconteceu de algum pequeno comércio local, do qual vocês eram clientes assíduos, ter fechado as portas pela pandemia?

    1. Hum. Assim, de cabeça meio difícil puxar. Mas assim:

      – Comerciantes de produtos de difícil revenda hoje estão a ponto de mudar de ramo ou fechar. (Não posso citar o que é).
      – Conheço um comércio que abriu uma filial… Vende eletrônicos.
      – Posso estar errado, mas um comércio tipo quitanda fechou (não averiguei, mas é baseado na última vez que passei em frente).
      – Na cidade onde (infelizmente) resido, houve no final é mais construção de novos pontos de comércio, além de mudança de comércios de local.

    2. Do que eu frequentava mais, alguns restaurantes. Mas aqui no entorno de casa, muitos pontos de comércios de diversos segmentos estão com placas de “aluga-se”. O que mais me impressionou eu vi essa semana: a maior padaria da região fechou.

    3. Uma pizzaria aqui perto tinha acabado de abrir, investido um bocado no ponto físico quando começou a pandemia. Eles tiveram que se virar pra ficar 100% no delivery, mas não deu certo e acabaram fechando

    4. Aqui na empresa tinha um quiosque de guloseimas que faz sucesso com o pessoal. Mas, como estamos trabalhando com capacidade reduzida no escritório, o movimento reduziu bastante e ele vai fechar e no ano que vem, pra ser substituído por um com produtos de uma das nossas marcas.

      Também tinhamos eventos quinzenais com food trucks e quitandas de pequenos vendedores que foi suspenso pra evitar aglomeração. Pesquisando por fora os que tipicamente vinham aqui, mais da metade deles fechou.

      1. Tu falou uma coisa que notei também, Pierre.

        Muitas lojas-dentro-de-lojas fecharam, geralmente cafeterias e quiosques. Algumas migraram para outros lugares em compensação.

        A “feira-noturna” que tinha na cidade também já não tem há um tempo. Era um lugar que aglomerava muito fácil, além da presença de “djovens” fazendo bagunça.

    5. Esqueci de dizer a minha situação no comentário inicial, que tonto

      Pois bem, a academia que frequento há 2,5 anos (ao todo um pouco mais, já frequentei antes) vai fechar as portas em janeiro, após 25 anos de existência. Uma grande perda, porque era a segunda casa de muitos atletas amadores

    6. Fechou o melhor restaurante de custo benefício que já comi.
      O Benta servia um vasto buffet livre italiano com direito até pizzas e refrigerante a vontade por 25 reais.

    7. notei q alguns lugares no bairro não abriram as portas depois qdo houve permissão para reabrir… mas não eram lugares q frequentava ou comprava.
      dos lugares q compro eles passaram a vender pela internet, então deve ter ajudado a não fecharem, pois continuam vendendo (e talvez até mais q antes).

    8. Que eu seja cliente não, mas muitas lojas pequenas em meu bairro fecharam.

      Moro na periferia de SSa e muitas assistências técnicas, lojas de eletrônicos e salões de beleza fecharam.

  9. Qual navegador vocês têm usado regularmente nos PCs?
    Aqui eu uso o Firefox, principalmente pensando em privacidade. Mas ultimamente tenho sentido que a maioria dos sites estão sendo desenvolvidos com o Chrome em mente e a falta de integração com o chromecast tem me incomodado um pouco. Também vi muita gente falando bem do Edge, apesar de acreditar que ele é o pior no quesito privacidade.

    1. Eu uso já há alguns anos o Firefox e eu não tenho nada a reclamar, muito pelo contrário, sempre me atendeu super bem, mas o que você comentou é uma verdade, a web esta sendo desenvolvida para o chrome, eu tenho o chrome justamente por que a aplicação que estão desenvolvendo é voltada/pensada no chrome.

      1. Vocês não acham os favoritos do Chrome muito melhor organizados e fáceis de usar do que no Firefox? Eu uso o Firefox, mas sinto falta de uma melhor usabilidade nesse quesito.

        1. Eu uso o raindrop para salvar favoritos, então não tenho esse problema, não gosto de soluções de navegadores pois me limitam ao navegador.

          1. Fala mais sobre esse app? Tenho interesse e nunca ouvi falar. Uso firefox pra favoritos e pocket pra textos. Mas juntar tudo seria interessante

    2. Eu uso bastante o Firefox no PC e no Android, um ou outro site que não funciona bem uso o Edge como alternativa.
      Saiu uma extensão que promete integrar o Chromecast no Firefox, se chama fx_cast. Eu não testei, mas por estar na versão v0.1.2 deve estar com muitos bugs, daqui uns meses pode ser uma ótima extensão.

      1. Eu até tenho o fx_cast instalado, mas ele está muito “verde”. Ainda não suporta áudio na maioria dos sites, por exemplo. Mas é promissor: se evoluir bem, acredito que vai tirar metade da necessidade do Chrome no meu desktop rs

    3. Estou em um amigo e provavelmente vai relatar Chrome aqui para o admin.

      Mas em casa é Firefox. Nem só por causa da privacidade, mas da velocidade e comodidade mesmo.

    4. Firefox já há bastante tempo desde que soube que ele bloqueava automaticamente aqueles popups de “ative as notificações”.

    5. Uso o Opera tanto no PC quanto no Android, que no caso uso o Opera Touch que permite usar “com uma mão”.
      Uso por comodidade, já faz um tempo que gosto do “melhor navegador que ninguém usa”.
      Mas não vejo nada demais nele é mais por costume.

    6. Sigo usando o Chrome por, infelizmente, ser o melhor navegador e mais compatível com Android (e ultimamente com a Internet em si). Como comentaram, a Internet está sendo desenvolvida para o Chrome atualmente e isso causa grandes dores de cabeça ao Firefox, por exemplo.
      Além disso sinto que o Chrome é muito bom na mudança de usuário. Consigo mudar facilmente do meu usuário para o da empresa e vice-versa no mesmo navegador da mesma máquina.

      Tenho muita vontade de usar o Brave, porém as minhas últimas experiências com o navegador foram bem ruins. Ele suga muito processamento, principalmente com as extensões. O navegador é ótimo, no entanto não dá pra defender um navegador que esquenta o notebook e suga mais de 30% do processador por algumas abas.

    7. Safari, e mantenho o Firefox como alternativa — na live de ontem, por exemplo, o Firefox salvou porque o sistema que usamos é incompatível com o Safari.

      Fiquei curioso com a dependência do Chromecast. Quando usava Chrome e Chromecast, só conectei os dois para testar mesmo; de resto, usava o Chromecast direto do celular. Em quais cenários você usa o Chromecast a partir do Chrome?

      1. Uso pra espelhar a tela do desktop na TV, pro YouTube e pra acompanhar reuniões do Meet diretamente na TV, principalmente. Não é algo 100% essencial, mas algo que tem feito eu abrir o Chrome pelo menos uma vez na semana

    8. Firefox pelos mesmos motivos… No smartphone também por que ele tem uBlock.

  10. Tem sempre um texto do próprio Manual nas recomendações da newsletter, e eu acho meio sem noção. Quem recebe a newsletter muito provavelmente já entra aqui regularmente. Poderia usar o espaço só pra textos de fora.

    1. Uma das razões de existir da newsletter é avisar quem a assina das novidades do site. Não são todos os assinantes que entram regularmente no site. Daí aproveito o espaço para incluir um do Manual — afinal, mesmo escrito ou publicado por mim, são sempre textos que recomendo :)

    2. Discordo. A newsletter – além de recomendar algumas leituras de fora – anuncia a publicação de uma nova edição do Manual. Acho útil.

    3. Acho super útil, até porque acesso o e-mail muito mais que sites em geral, então a newsletter me lembra de entrar no site.

    4. Eu pelo contrário dispenso newsletter. Apesar do vício em ver as caixas de entrada dos e-mails, hoje reduzi bem o uso.

    5. Nossa, não…
      Eu acompanho o @Ghedin desde sempre, mas não é sempre que eu entro no site. A newsletter ajuda a acompanhar os textos e o próprio site.

Os comentários deste post foram fechados.

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!