Post livre #245

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

95 comentários

  1. Oi Ghedin, pesquisando meu nome no google, pra ver o que aparecia, fiquei bem cabreiro por encontrar um número fixo e endereço antigo pertencentes a mim. Site super estranho. Também vi minha mesa publicada no MdU, sabe dizer se tem como desvincular isso das pesquisas do google? Tu recebeu um e-mail meu falando sobre os ataques que o tutanota sofreu nos últimos dias? Acredito que possa ter ido pro spam… =(

    1. Oi Renaldo! Tem como sim, mas depende de mim. Fiz uma edição no post da sua mesa, alterando o atributo dela para noindex, ou seja, ela agora pede aos robôs do Google e de outros buscadores para que não seja indexada.

      Não recebi seu e-mail, não. Até olhei na caixa de spam, e nada. Será que deu algum erro aí, na saída?

      1. Obrigado Ghedin! Sobre o e-mail que mandei, foi uma sugestão de pauta. Eu uso um e-mail chamado Tutanota. Lá pelo mês de setembro houveram vários ataques DDoS, onde os usuários (eu, inclusive) tiveram inúmeros problemas para acessar o serviço. Pelo que li no reddit, alguns falaram que se tratavam de ataques direcionados, meio que pra “espantar” usuários de serviços que tem como propósito, proteger nossos dados.

  2. Sempre tomo o cuidado de manter os aplicativos e sistemas atualizados. Dia desses, percebi que tinha um gerenciador de pacotes instalado no computador há — literalmente — anos sem que eu tenha mexido nele nesse intervalo. (Digo, eu sabia que ele existia, pois fui eu que o instalei, mas nunca me ocorreu que ele precisava de manutenção.)

    O pacote, no caso, é o Homebrew. Rodei um brew outdated e faltou tela para listar todos os pacotes desatualizados 😬 Mandei atualizar tudo e, obviamente, farei isso com mais frequência daqui para frente.

    1. como vc faz pra atualizar os aplicativos? espera chegar notificações ou o abre e atualiza manualmente?

      outro dia tive que baixar o ccleaner para terminar de remover uns arquivos e o plano pago dele lista e atualiza todos os aplicativos do programa automaticamente, achei muito interessante (inclusive, se alguém souber de um aplicativo gratuito que faça isso pra windows, ficarei grato).

      1. A maioria faz verificações frequentes de novas versões, tanto os baixados da Mac App Store quanto os por fora. Um ou outro que não tem esse recurso eu verifico manualmente, mas bem de vez em quando (tipo uma vez por ano). Vou incluir o Homebrew nesse último grupo.

    2. Eu costumo atualizar somente quando o aplicativo exige ou na tentativa de resolver bugs.

  3. Comprei a máscara da Insider e queria deixar meu review: gostei bastante! Peguei a Comfort, fechou perfeita no rosto, mas confesso que não gostei das tiras. Uma fica meio solta no pescoço, e a outra vai lá pro alto da cabeça. Talvez por estar acostumado com a “padrão”, tô pensando até em adaptar essa aqui. Vamo ver.
    Um amigo comprou a camiseta, quero ver a opinião dele depois, fiquei interessado.
    Caso alguém for comprar tenho um cupom de indicação que ganha R$ 15 (acima de R$ 100, ou seja, camiseta + máscara já rola): DFB5C1E81F

    1. a minha máscara chegou ontem e também pensei em fazer uma minha resenha aqui, rs.

      concordo com vc, a tira inferior fica solta, tanto é que estou colocando ela dentro da máscara, talvez a tire esse fds, ficando só com a superior, que é a que é realmente usada.

      gostei muito do elástico abaixo do queixo para não deixar ela se mexer, e como a minha é a perfomance, a respirabilidade dela é realmente menor, mas nada que incomode.

    2. Tinha lido o post do Manual no celular e depois acabei esquecendo de entrar na página da Insider. Vi o seu comentário por aqui e resolvi ver os produtos. Eu tô com várias máscaras aqui em casa então fiquei interessado na camiseta preta que não esquenta já que trabalho na fazenda e tem feito bastante calor por aqui. Comprei um kit camiseta + cueca e assim que eu testar eu volto por aqui para dar minha opinião. Valeu Leonardo pelo cupom de indicação!

      1. Fico feliz que deu certo Otavio. Vou aguardar teu review, pq tô pensando justamente em pegar esse kit cueca + camiseta hehe
        Abs!

    3. vi vocês fazendo review e pensei em fazer tbm, pq tenho uns poréns diferentes.
      poucas máscaras mencionam sobre serem pequenas ou grandes, mas tem uma boa diferença devido a tamanho de cabeça, posição das orelhas, etc.
      meu marido não se adaptou bem com máscaras das mais padrão, com alcinhas nas orelhas. ficava puxando a orelha dele pra frente, ou dava pouca cobertura do rosto. nisso a da insider funcionou muito melhor pra ele do q as outras q ele tentou antes.
      já pra mim, apesar de confortável ficou grande. se eu tentar deixar esticada no rosto, ela vai facilmente de embaixo do queixo até cobrir o olho. isso ajuda na hora de falar, pq o movimento da mandibula não tira a máscara do lugar, mas o excesso de tecido as vezes entra na boca também.
      com cabelo maior, também achei ruim de usar a tira que fica em cima da cabeça. se eu deixo em cima do cabelo, ele embola no lugar da tira quando faz um vento ou mexo no cabelo. ficou até meio largo, tentei dar um nó mas aí ficou apertado demais. no fim das contas, a tira de cima eu uso por cima da orelha e depois passo pela nuca.
      (acabei comprando umas da lupo depois e não estou usando mais a da insider)

      1. O seu relato foi basicamente a experiência da minha namorada. Ela não se adaptou porque pra ela as máscaras ficaram um pouco grandes. Eu que acabo as usando e por ter o rosto maior, me serve bem.

      2. aqui o tamanho não foi o problema, mas a minha namorada tem desvio de septo, e como ela também usa óculos, ficou muito difícil a respiração, ao ponto dela não conseguir usar. acabou que só eu uso as três que compramos pra nós e só uso elas, as anteriores de pano e de outro tecido similar ao da insider ficaram pra ela. esse elástico “solto” na nuca também foi problema pro meu pai, que resolveu personalizar e acabou destruindo a tira hahahahah
        também tive um probleminha na compra, que alegaram não ter sido aplicado o desconto de primeira compra (de R$ 12), porém eu consegui provar que aumentaram o preço de um dia pro outro, enquanto a máscara estava no carrinho. antes da compra a individual era R$ 32, quando concluí a compra saltou para R$ 34 o preço na loja. reclamei pelo suporte no whatsapp e informaram que foi erro na aplicação do cupom, o que não era verdade, mas por sorte eu recebi e-mail avisando o preço da máscara no carrinho (aqueles e-mails que querem te puxar pra concluir a compra rs) acabou sendo a minha salvação, extornaram o valor excedente e já tem dois meses que venho usando.

    4. Comprei a Comfort e Performance da Insider.
      A primeira (comfort) achei muito boa e confortável, mas dá impressão que o elástico foi feito para não ficar muito justo e apertado, por isso o que fica abaixo do queixo (no pescoço) fica um pouquinho folgado.

      O performance parece também com o primeiro, mas a costura que fica no meio da mascara encosta mais facilmente na boca e acredito que vai incomodar se for utilizada por muito tempo.

      Agora só falta eles colocarem mais cores para venda. :)

      Acredito que qualquer mascara (pelo menos comigo) , seja qual for, se usada por horas vai incomodar. Eu quando tiro qualquer mascara dá um alivio, porém só de saber que o tecido é antiviral já fico mais tranquilo já que não tem como deixar de tocar a mascara ao tocar, por exemplo, em algum canto do ônibus, trem ou metrô.

  4. Esses dias tenho achado minha boca um tanto estranha, dentro do que parece ser caracterizado como DTM (disfunção temporomandibular). Ainda não fui a um dentista* investigar, até porque já tenho pavor natural deles e também porque nesses últimos dias parece que está tudo normal. Contudo, tenho a impressão que é um efeito colateral do uso prolongado de máscaras.

    Quando vocês retiram a máscara, sentem um alívio na boca e uma vontade de abrir a boca, como que para alongar os músculos? Talvez minhas máscaras sejam de um pano muito pesado, ou talvez o elástico está mais tenso do que deveria, ou são menores, sei lá. Enfim, é só uma hipótese, talvez até a mais fraca de todas.

    1. Eu uso máscaras de TNT ou similares. Além disto, tento ver se o elástico não puxa muito. Máscara de tecido como algodão ou tricoline, realmente pesam de alguma forma no rosto, e com isso incomodam.

  5. Estou vendo a repercussão do livro do Jairo Nicolau há alguns dias, “O Brasil dobrou à direita”, e mesmo sem estar com o livro em mãos ainda, creio q a onda bolsonarista ainda não terminou. Aproveitei o horário do almoço e ouvi o podcast Guilhotina, com o Marcos Nobre, e o cenário q ele pinta, de ameaça institucional com a possível vitória do Bozo em 2022… é bem preocupante. Aproveitando o gancho do Ligeiro q falou sobre votação, acho q essas eleições municipais serão um termômetro para o q vem pela frente. Estou numa cidade q, curiosamente, tem um candidato petista empatado com o atual prefeito (q foi um desastre). Vejo, então, o antipetismo sendo revivido nas redes sociais para afastar essa possibilidade, por mais q o prefeito atual tenha sido uma lástima de gestor… Enfim, acho q não vem nada bom por aí. E, claro, não creio a eleição do petista aqui seja a coisa boa, pq ele é um velho político e tal, mas seria melhor, claro, q mais um filhote do Bozo.

    1. A imprensa anda tendo um grande papel a favor da instabilidade institucional do Brasil. Boulos e Manuela (SP e RS) estão tendo uma subida interessante e uma manutenção sólida da liderança das intenções de votos, respectivamente, o que provocou uma onda de ataques velados a ambos por parte da Folha de SP.

      Acho que essa linha a gente cruzou quando não regulou o setor de mídia.

      1. Regular o setor de mídia não ia adiantar nada se ainda mantém-se no poder os responsáveis para ela.

        Se a própria mídia se preocupasse em mudar seus paradigmas, provavelmente já teria o feito. Poucos ousaram – Intercept, Nexo, Plural, etc… Mas são poucos, tem poucos ganhos e em alguns casos ainda dependem “da velha mídia” para ter respaldo e relevância em certos aspectos.

        O Grupo Abril ainda mantém a veja respirando. O Estadão se vira como pode. E o mercado editorial ainda boia sobre a questão de se manter. O que resta para alguns é bater e assoprar o poder, que ainda ao menos é obrigado a pagar para publicar avisos.

        1. Não adianta mesmo regular pra manter o mesmo pessoal com poder de mandar em 70% de tudo. Mas a ideia de regular é exatamente dissipar o poderio econômico de uma mídia hegemônica que molda os setores da sociedade brasileira de acordo com seus interesses econômicos. A mídia mainstream não “cria” notícias como os extremos, mas fazem uma escolha das palavras para cada manchete e mantém uma disparidade de cobertura política e econômica. No limite da interpretação sociológica, diriam que toda a imprensa é “geradora de notícias falsas”, uma vez que essa é capaz de manipular dizendo a verdade.

          A regulação da mídia diminuir drasticamente isso ao criar mecanismos que impedem programas policialescos e criam órgãos que determinar direitos de resposta, cobertura e localização das manchetes (ver o caso do Ibsen Pinheiro x Veja, por exemplo).

          Muitos países da OCDE tem mídia regulada, tais como Alemanha, Canadá, França, Reino Unido e até mesmo existe uma certa regulação da mídia nos EUA.

          O que não dá mais é pra ser refém de manchetes e coberturas como as que a gente vê aqui no Brasil.

          1. Eu não sei se o Ghedin ou qualquer outro jornalista que lê o MdU vai concordar comigo, mas as vezes tenho uma impressão que no BR, jornalista se vê como “paladino” ou “classe especial”. E o top disto é estar na emissora que tem poder econômico e social (Hoje Globo e CNN BR).

            Se houvesse uma cultura de fazer o jornalismo ser o que deveria ser – uma forma de reportar o dia a dia, desde que com respeito aos limites, não existiria todo este glamour e nem existiria Alborghetti, Sikeira, Joice e Datena – provavelmente cada um estaria uma etapa abaixo do que estão. E isso não depende de mecanismos de regulação apenas.

            A não existência de mecanismos se dá mais porque ainda se tem a cultura de “classismo” no jornalismo, e políticos e poderosos vão se aproveitar disto.

            Não entendo porque não se faz cooperativas de jornalismo – que podem no futuro virar as bases para um sistema de jornalismo público aos moldes da BBC (posso estar falando besteira, mas é o exemplo que conheço de emissora pública que ainda tem alguma independência em relação ao poder econômico que mantém).

            No final, jornalistas que tem postura independente criaram seus próprios semanários – já citei alguns no outro comentário – ou migraram para atividades correlatas, como análise de dados por exemplo.

            Regulação de mídia no BR só vai se dar quando os jornalistas que ainda estão de forma independente começarem a se juntar, fazer uma espécie de “cooperativa” e conquistar os demais jornalistas a participarem, assim criando um consenso base sobre a regulação e com isso força política suficiente para isso. E não falo de sindicato, mas atividade cooperativa mesmo, pois assim pode se criar um fundo para financiar trabalhos jornalísticos nas quais não caberiam em uma mídia tradicional.

          2. É muito mais complexo que isso, Ligeiro.

            Trabalhar em um grande veículo tem uma série de vantagens, muitas para a própria profissão. Alguém que tente denunciar um esquema de corrupção, por exemplo, tem muito mais segurança e recursos para fazer algo assim em um grande veículo do que sozinho. (Como exemplo mais pragmático/recorrente, é só ver o tanto de jornalista de cidadezinha do interior assassinado por denunciar alguém poderoso.)

            Além disso, empresas como Globo e Folha são almejadas porque têm história e potencializam o profissional. É mais fácil receber uma dica de notícia, de pessoas comuns e das empresas, estando em um grande veículo. As atenções estão voltadas a eles, afinal. Não é nada diferente de outras profissões — programadores sonham em trabalhar num Google ou Facebook, engenheiros querem ir pra Embraer ou sei lá que outra empresas do ramo, etc.

            Juntar-se em grupos independentes ou fazer esse jornalismo utópico, totalmente isento, é muito difícil por uma série de fatores. Começa que falta dinheiro. Os próprios grandes veículos já não se seguram bem; é raríssimo encontrar publicações no azul. E uma empresa não se faz só com jornalistas, é preciso ter outros profissionais que auxiliam em demandas mais mundanas, como as escritório, contabilidade etc.

            Acho que a nossa imprensa dá, sim, motivos para críticas, mas não é um desastre completo. Muito, mas muito longe disso. Quase todos os maiores escândalos de corrupção da últimas décadas, por exemplo, foram revelados pela imprensa. Há que se reconhecer (e valorizar) isso.

          3. Acho que não é tão utópico assim, @Ghedin.

            Mas divago – da família, só tenho uma pessoa que hoje está com um pé dentro da imprensa, e eu só vivo enrolado e falando besteira, senão até fazia algum curso ou faculdade. E quem sabe, ajudaria a construir este futuro? :)

            Fora a turma de internet que conheço, só conheço mais dois jornalistas – um acho um bom exemplo, outro não.

    2. A onda salnorabista não terminou mesmo. Quem era eleitor “de oportunidade” do salnorabo migrou para uma defesa do Moro como presiburro ou de alguém tipo Joice softpornlitic, Mama NaPublic ou Amoeba.

      O antipetismo ainda vive porque o PT não pediu desculpas, e enquanto eles não pedirem desculpas, ou seja, assumirem que tem sua responsabilidade em ter ainda mantido parceria com os “300 picaretas”, a galera vai ficar pu com Lula e cia.

      E sim, sei que Lula tem aumentado a base de novo. Mas é pouco, perante uma juventude louca para ver um político um pouco mais sincero, mas que ao menos faça algo bom.

    3. Me dá angústia de ler sobre políticas, principalmente essas alarmantes. Te dá prazer em procurar ler coisas tão desagradáveis? Pergunto pela saúde mental mesmo.
      Acho que você chega numa idade que quer mais viver e deixar que a nova geração resolva os problemas (ou piore…)
      A psicologia deve explicar esse sentimento, o de perceber que chegou na metade da vida e repensar o que quer na outra metade.
      Estou na fase de relaxar mais. Ainda tenho consciência política, mas faço não esperando muito.

      1. Acho que não é prazer. O problema maior é mais o “senso de urgência” que gera na mente. Por isso as leituras.

        Ignora-las também não adianta – a água bate no calcanhar uma hora, e do nada pode virar um tsunami.

        Ainda não aprendi a lidar com informações políticas direito, mas sei que o ideal é saber pesar e evitar abusos.

  6. Uma coisa “curiosa” que eu percebi: não existe ninguém que faça teste sistemático de baterias?

    A maioria dos reviewers basicamente falam de bateria “dura o dia todo” de forma genérica sem nenhum contexto, os mais sistemáticos fazem uma bateria de testes e medem quem morre primeiro….mas é um cenário de stress completo.

    Eu gostaria de saber mais da bateria em stand-by e casos de uso variados, algo mais focado em uso básico e outro em heavy-users. Questão de antena seria legal, mas entendo que isso seria realmente complexo de executar.

    Tive a impressão que a bateria do meu S10e é muito ruim em stand-by, antes eu tinha um iPhone SE com metade da bateria, mas a impressão é que em dias de pouco uso durava bem mais.

    Minha surpresa foi que eu não achei nada sobre uma questão tão básica, alguém já viu algum material nesse sentido?

    1. testar baterias é difícil pois tem N variáveis. O standby de um aparelho pode por exemplo ter muitos apps rodando de fundo, e com isso o tal “standby” não é tão “esperado” assim, por isso consumindo bateria demais.

      Aplicativos de fundo ou aplicativos mal projetados para o sistema também causam problemas. As vezes o aplicativo pode ter problemas quando precisa processar algo pesado – como vídeo ou imagem – e aí exige muito do celular, consumindo a bateria.

      Mas a ideia é interessante se tentar fazer não exatamente um “real world test”, pois como dito, há N variáveis. Mas sim existir formas de testar o consumo por aplicativo. Por exemplo: quanto o Whatsapp ou os apps nativos do Google consomem – e isso só deixando eles rodando no equipamento

      1. É mais trabalho que complexo né, mesmo que seja um fluxo único de uso, só de ser sistemático já é um baita avanço do que a “opinião” baseado em uma semana de uso.

        O Pierre comentou do GSM Arena que faz isso há anos, eu mesmo consultava lá e esqueci haha

    2. O pessoal do GSMArena costuma fazer testes mais detalhados de bateria nos aparelhos, mas realmente são beeem exceção no ramo.

      1. Nossa, agora que você comentou lembro que eu usava eles de referência para isso anos atrás haha. Valeu!

    1. É mais uma coisa esquisita que aconteceu em 2020.

      Mas justo também – ao menos o cara jogou a real e falou “tá, cês cortam meu barato; sem problemas, fica para vocês o que ajudei a construir e boa sorte na vida que já construí minha base e ela vem junto”.

      E o Intercept mais ainda: “Olha, não dá para agir como adulto birrento, cara! Se a gente cortou, é que a gente sabe onde termina o fato e onde começa a especulação. Boa sorte e ao menos, agradecemos por estar conosco.”

      No fundo nem sei o que dizer, só li por cima o que aconteceu da “briga”. Mas o Gleen tem seus motivos, então ao menos não foi uma briga feia ou rusga estúpida.

      1. Nem foi uma briga. O Burgos mandou o fio com tudo e aparentemente foi só birra pq o editor tirou as implicâncias do gleen com biden

        1. Leia tudo o que o Pedro Burgos escreve com pé atrás, ele é extremamente enviesado nas suas opiniões e análises e, no contexto do TIB, o viés dele é exatamente o mesmo do jornal.

          1. Se há uma das poucas pessoas que confio no online, é o Pedro.

            (E quem não é enviesado? Você?)

          2. Eu já fui muito fã do Burgos, gostava da sua forma de pensar e dos textos que produzia, tanto em seu livro quanto no Oene e pouco antes disso também. Mas depois que ele voltou dos EUA especialmente desde que a pandemia começou virou uma espécie de advogado do diabo isentão que parece incapaz de de comprometer com uma opinião contundente, sempre trazendo para discussão estudos que desafiam o senso comum sem apresentar sua própria interpretação – um lance meio “leiam e tirem suas próprias conclusões”. Não haveria nada de errado nisso exceto o fato de que os estudos e fontes que ele apresenta sempre são maçarocas enormes de dados ou bibliografias super extensas (quase todas em inglês). Quem tem tempo de acompanhar ou auditar tudo isso? Por um tempo fiquei até pensando que ele estava dedicado a achar uma forma de mostrar que a cloroquina “não é tão ruim assim”, mas a bola da vez é desdenhar do isolamento. Enfim, dei unfollow porque acho que seus melhores dias ficaram pra trás, lamentavelmente.

        2. pensei mais na situação de outros jornalistas atacando o gg ou atacando o ti e vice versa

          e tb pq adoro este meme em particular, poesia pura

        3. O cara saiu do próprio veículo que fundou. “Briga” é uma palavra que aceita muitas gradações, mas acho que cabe para definir o desentendimento entre o Glenn e os editores norte-americanos do The Intercept.

          1. O Gleen agiu que nem eu quando implico com alguém que briguei nos comentários. Para mim é birra. Mas de boas.

    2. Vi um tweet do George Marques falando de assédio no TIB e q o Glenn deu de ombros pra isso e tal. Fiquei intrigado se é verdade ou não isso aí.

      1. Não sei quem é esse George Marques, mas apareceu isso pra mim tb (uau que surpresa) e tenho a sensação de que não é a primeira vez que vejo esse assunto de assédio no tib mencionado nesses últimos meses

        1. Eu não vi. Ficou no ar essa parada… O tal do George Marques, fui ver depois, é ex-tib, então alguma info ele deve ter pra acusar o Glenn como ele fez.

      1. Hahahaha, aí acho que nos aproximamos perigosamente da linha conspiratória. Em qualquer site/app/plataforma do mundo em que ele publicasse, seu texto estaria entre os mais lidos. O Substack é o Blogger da moda em 2020; natural que ele o tenha escolhido para se publicar. Fosse alguns anos atrás, teria sido no Medium, por exemplo.

        1. Eu não duvido que seja uma confluência de fatores: ele tava brabo e tinha esse escape.

          Quem tá acusando ele de usar isso pra alavancar o seu próprio projeto novo é a editora (?) do Intercept/USA, a Betsi Reed.

  7. Decidi que não vou votar no dia 15 de novembro, apesar de eu ser entusiasta de participar do pleito.
    E explico o porquê:

    – São quatro candidatos a prefeito na cidade. Dois deferidos, um com recurso (a opção que estava de olho) e um indeferido (que até agradeço por isso).
    – Escutei muito papo de ouvido sobre boca de urna, compra de voto, influência de traficantes e criminosos locais.
    – O candidato a vereador que eu estava disposto a ajudar sinto que se eu continuar próximo, vou acabar atrapalhando a campanha dele, e provavelmente discordarei de atos que ele possa vir a praticar no futuro.
    – As últimas duas eleições, literalmente surtei a ponto de xingar todo mundo que eu via com bolo de santinho de candidato na mão (lembremos que boca de urna no BR [teoricamente] é crime. Mas pelas histórias que sei, infelizmente quem pratica boca de urna – geralmente pessoal pobre – é quem paga o pato ao invés do candidato).

    Vou é no dia 14 dar uma sumida e dia 15 justifico online o voto. Pronto.

    (o que eu tenho para falar realmente sobre eleições acabaria fazendo o Ghedin apagar o comentário e me dar bronca via e-mail, então só vou deixar essa ressalva para a imaginação de vocês trabalhar)

      1. Tenho que admitir que sou birrento. E as vezes escrevo besteiras que justificam a bronca. Então nada mais que justo.

        (Admito que as vezes transparecer isso também significa evitar que novos emails com broncas venham, mas de qualquer forma é óbvio que se eu abuso, vou levar um puxão de orelha com boa explicação.)

      2. Leio todos (rigorosamente todos) os comentários que são publicados no Manual. Quando algum passa do ponto, ele é apagado e o autor recebe por e-mail uma justificativa da exclusão.

        Talvez devesse dar mais transparência a essas remoções, mas, no geral, os resultados têm sido bons — a galera recorrente, como o Ligeiro, entende, e os que caem de para-quedas só para tumultuar, embora não respondam, pelo menos param de tumultuar.

        1. Sinceramente não precisa dar tanta transparência, Ghedin. Até porque este tipo de coisa – monitoria para evitar conflitos – requer ao menos um pouco de confidencialidade.

          Quanto mais se expõe os métodos, mais os tumultuadores se valham disto para achar novos meios para ir “abrindo as portas” e causar.

          a galera recorrente, como o Ligeiro – EI!

          1. Acho que foi recorrente no sentido dos que comentam com mais frequência por aqui – Você, Paulo, Gabriel, por exemplo.

          2. hahaha @Pierre, nem isso. Eu sei que as vezes abuso também nas palavras – então só meio que tirei onda.

            (Para quem tem uma personalidade difícil, sei que as vezes abuso na palavra. Mas admito que se não fosse acompanhar todos do MdU e da primeira geração do Gizmodo, talvez eu não teria sido a pessoa que sou hoje – que filtra bem antes de fazer um ato online.)

          1. Muito bom! Bem transparente. Acho que ainda não justifica algo do tipo aqui, pois o volume é muito pequeno, mas é um ótimo parâmetro.

    1. Hahaha 10/10 o final

      Também não participarei da festa da democracia no dia 15

      (afinal aqui não tem eleições)

      1. Política sempre tem a haver com ter o respaldo do alheio. Tudo é política – é isso que entendo e tomo como parte filosófica.

        Não votar este ano vai ser para mim chato, mas diferente do Carlin, entendo que menosprezar o ato ignora que na verdade a gente menospreza outro tipo de ato, que é a “conquista do voto”.

        Eleições municipais tem um ponto que é mais difícil de fiscalizar do que nas Estaduais / Federais: a questão do valor do voto – se a pessoa vendeu o voto (ou é vulnerável a isso) ou vota por interesses alheios ao grupo onde vive.

        Dias atrás um político outrora de oposição (hoje parte da coligação de apoio ao candidato a reeleição e candidato a vereador) passou de carro de som, às 20h, falando que se eleito auxiliaria a arrumar a documentação das pessoas que não tem escritura no bairro (uma boa parte, diga-se de passagem). Não vi pessoas das casas indo lá agradecer ou falar mais sobre. Bandeiras se fecharam e o candidato entrou na van.

        Não achei o argumento da documentação justa – até porque salvo engano, hoje para agir sobre isso, não precisa só ser vereador ou ser parte da política, mas sim resolver de forma jurídica, dado que parte dos casos já está judicializado. E boa parte da cidade tem problemas com esta questão de documentação.

        Para mim, vereador conquistar voto antes de tudo tem que simplesmente falar a verdade. O porque de querer ser eleito. Mesmo se for por um motivo egoísta (apenas ganhar o salário de vereador), só o fato de ser sincero me dá um ponto.

        Só que ser sincero e falar a verdade significa se expor, e expor condições nas quais o vereador possa ter problemas sérios – sei de alguns que foram bicheiros e há casos de vereadores com ligação com o tráfico.

        Esse é o ponto.

        Se eu achasse algum vereador que atendesse as condições abaixo, teria meu voto:

        – Ter um plano para mitigar o uso de drogas (criar formas para acolhimento de usuários que queiram fazer desintoxicação, achar formas de que os grupos de traficantes não sejam violentos na cidade, etc…)
        – Ter plano de estudo para redução do impacto da criminalidade na cidade (e isso significa por exemplo achar formas de acabar com o jogo do bicho, ou o mesmo ter uma oficialização, mas com pagamento de impostos; criar mecanismos para registrar produtos roubados que tenham número serial – como celulares e computadores; criar classes de aula para condutores criminosos [quem empina moto, anda acima do limite de velocidade, tem som alto, escapamento aberto, etc…]).
        – Tenha planos de mobilidade urbana robustos.

    2. Também não vou votar esse ano. Um porque tô sem saco e dois porque não mudei meu local de votação e agora moro muito mais longe dele.

      E não sabia que já dava pra justificar online, legal!

      Aproveitando o gancho, eu posso botar qualquer coisa – ênfase no “qualquer” – no formulário de justificativa? Tipo, posso escrever que não fui votar porque tô cagando pra tudo isso aí (taokei) e BAM, voto justificado? Ou minha justificativa pode ser negada?

    3. estava votando em outra cidade, por vacilos vários em trocar o local de votação. consegui fazer essa troca online mesmo e a grande vantagem é q o local de votação passou a ser bem próximo de casa (da pra ver a escola da janela). no geral a motivação pra votar é baixa, mas é necessário. quer dizer, vejo como necessário. as eleições de 2018 tiveram uma elevada abstenção, então deu no q deu. não quer dizer q os não votantes fossem votar no professor ao invés do bozo, mas, poderia ter sido diferente. eu já me sentia mal por votar fora da cidade em q estou morando e influenciar no resultado do meu local de trabalho apenas e não de morada (q eu acho mais relevante). enfim… vou pra festa da democracia como nos últimos anos desde qdo tinha 16. acho q não perdi nenhum até hj.

      1. Eleições municipais tem a coisa de “cada voto conta”. Só que como já falei, sei mais ou menos o que ocorre por baixo dos panos. É fácil – a um pleitante já costumeiro – contabilizar o número de possíveis votos, e assim ele já entrar no pleito na quase certeza de entrar no cargo. Existe um jogo matemático nisso – a questão de cotas por partidos, o número de cadeiras, o quanto de pleitantes… tudo isso eles sabem como contabilizar para entrar e tomar um assento.

        A pessoa que costumo(ava) ajudar na eleição sempre fala o quanto os concorrentes batem no peito já falando que “já ganharam” no bairro deles, ou que “o bairro é deles” (relatei uns casos dias atrás). Claro que o povo não é burro, mas entendo também que dinheiro e interesses sempre mandam na história.

        Alia-se o fato que o TSE no final não tá nem aí (senão 2018 estava já impugnado e teria sido feito novo pleito) e aí a gente vê onde realmente está o interesse político.

        Tem horas que acho que as eleições no BR só existem pois de alguma forma move a economia – seja de forma legal, pagando lideranças, pessoas de rua, gráficas, profissionais de divulgação, etc…; seja de forma ilegal, comprando votos, pagando gente para ficar distribuindo santinho em boca de urna…

        Me pergunto se há algum leitor do MdU que esteja no Ministério Público ou Polícia Federal. Sempre tenho essa expectativa quando comento estas coisas…

  8. Ontem estava usando o Ubuntu 20.04 e, pesquisando por aplicativos, descobri o navegador Lynx, que apresenta a possibilidade de navegação apenas via caracteres (nada de imagens, vídeos ou java, por exemplo, só tela preta e caracteres) e executado no próprio terminal.

    Pois de todos os sites que experimentarei o Manual do Usuário foi, de longe, o mais utilizável. Proporcionou uma ótima experiência de leitura sem nenhum tipo de distração, por menor que seja.

    Confesso que realizar buscas pelo Google ou pelo DuckDuckGo e navegar em sites dessa forma pode ser uma experiência bem interessante e bastante nostálgica.

    1. Faz um favor para nós?
      Se tiver twitter, twitta lá com uma foto com a Hashtag #LendoManualEmTodoLugar por gentileza? ;) :D

      1. Posto, sim. A tardinha quando chegar em casa faço isso.
        E mais: dos sites que acessei foi o único que não pediu autorização para uso de cookies.

    2. Já tinha reparado nisso e acho muito legal que o site seja tão legível em um navegador de texto puro :)

      O mais curioso é que em nenhum momento fiz testes enquanto desenvolvia o layout. A única coisa que fiz foi respeitar as boas práticas e focar em uma arquitetura e tecnologias simples. O resto é consequência.

    3. Acordei, abri o maual do usuário, li o post livre, acei esse cometário e fui pesquisar sobre esse Lx.

      Fazedo isso descobri que algumas teclas do meu teclado pifaram.

    4. Para quem estiver dando uma chance para a linha de comando, seguem outras opções de navegadores além do Lynx — um dos melhores, diga-se de passagem.

      Também vale dar uma lida sobre o Firejail, um pacote usado para criar uma sandbox para proteção extra, já que navegadores de linha de comando geralmente não implementam uma como o Chromium e o Firefox.

      Aliás, o Firejail também pode ser usado para isolar outros aplicativos, como a porcaria do Zoom. Se o teu chefe te obrigou a usar, pelo menos você pode isolar ele dentro de uma caixinha de areia — o Zoom, não o teu chefe.

  9. só queria dizer que curti a nova newsletter, pois ela fica diferente do site, não a deixando redundante em relação ao site!

  10. estou usando o microsoft edge no meu celular e percebi que ele esquenta bastante, mais alguém?

    1. Percebi a mesma coisa no meu Moto X4!
      Tentei usar ele no Android para ter sincronismo com o Windows 10 e acabei não adotando por causa do aquecimento no meu celular. No entanto, isso pode ser um problema de celulares mais modestos. Qual o seu aparelho?

        1. Testei por pouco tempo e logo depois acabei largando. INFELIZMENTE, o Chrome é o melhor navegador, no windows e no Android (pelas experiências que tive)

          1. No PC uso o Firefox e no celular o Kiwi tem me atendido muito bem, não deixando esquentar nem ficar lento (ou comer bateria d)o celular.

  11. Faz algumas semanas reativei o histórico de visualizações do YouTube. Estava curioso para ver como o algoritmo mudaria a experiência, que, sinceramente, não achava boa: o YouTube recomendava alguns canais que eu não assinava, mas sempre os mesmos. Imagino que ele considere menos sinais para fazer isso, porque eram só canais grandes relacionados aos que eu de fato assinava — por exemplo, sempre apareciam vídeos do Linus Tech Tips, mesmo eu nunca assistindo a eles.

    Com o histórico ativado, o cardápio que o YouTube oferece fica mais variado. Tem aparecido canais menores, e alguns sem tanta relação com o que costumo ver, mas que têm a ver comigo, como um tiozinho asiático que usa celulares “degoogled” e o do Diolinux. Entende-se por que cair nas graças do algoritmo é uma ambição dos youtubers — às vezes um canal novo (para mim) aparece tantas vezes na interface que acabo vendo um vídeo ou outro.

    Chamou a minha atenção, também, como o algoritmo é obcecado. Um dia vi alguns vídeos de mesas de trabalho e por vários dias a tela inicial ficou monotemática. Imagine isso para algum conteúdo conspiratório; deve ser fácil achar que aquilo ali é real simplesmente porque parece que “todo mundo” está falando a mesma coisa.

    (Todas as sessões foram feitas no app do YouTube em uma TV velha, único lugar/dispositivo onde assisto a vídeos de lá logado.)

    1. Minhas indicações geralmente são:

      – vídeos do “Learn Engineering” (que são bem interessantes)
      – lançamentos em house music (deep / chill / atmosphere)…
      – vídeos de restauração de algo
      – relacionados ao LTT / LGR / Techmoan / 8 Bit Guy
      – indicações de relacionados a outros que eventualmente vejo.

      Canais que não curto meto um “não me indique novamente”, aí raramente me volta a mostra (vinheteiro e outros estuptubers brasileiros) por exemplo.

      Em tempos: tou fissurado no desenho do “Coelho de Orelha Xadrez, que apareceu para mim em um twitt do “Soviet Cartoons Out of Context”

Os comentários deste post foram fechados.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!