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O Manual do Usuário sempre refletiu o que acontece comigo fora da internet.
O site surgiu, no final de 2013, como a antítese do ritmo acelerado do Gizmodo, onde eu era repórter na época. Daí o “slow web” e tudo mais.
Durante o curso de comunicação (2013–2016), as influências de lá se manifestaram na linha editorial, com tentativas — algumas ok, outras meio nada a ver — de análises que se pretendiam acadêmicas.
A partir de 2017 e já em Curitiba, veio a fase concomitante e pós-Gazeta do Povo, quando pesei na carga político-ideológica1 em uma espécie de resposta imunológica ao ambiente micro (redação) e macro (Brasil) onde me vi. Sinto que ela se encerrou nas eleições de 2022, quando declarei meu voto aqui.
Faz alguns meses que me dei conta de que estou numa espécie de ressaca desde então. Ressaca de 2022 e dos anos anteriores.