O novo aplicativo de Kevin Systrom e Mike Krieger, fundadores do Instagram, se chama Artifact e é uma espécie de “TikTok de textos”.

A dupla está fascinada com recomendações por aprendizagem de máquina, e acham que há uma oportunidade de usar a tecnologia em textos.

Lembra muito o Flipboard, na real. (Alguém aí usa? O Manual tem um perfil/revista lá.) Eles prometem componentes sociais, como recomendações de artigos e comentários, mas… né, não é como se faltassem lugares para fazer essas coisas.

O Artifact ainda está fechado. Você pode deixar o telefone no site oficial e esperar por um convite. Via Platformer (em inglês).

Uma abordagem alternativa para lidar com o fluxo de mensagens e grupos no WhatsApp

Eu nem participo de muitos grupos no WhatsApp, e mesmo assim me vejo sempre vencido pelo volume de mensagens que recebo pelo aplicativo. Foi numa dessas que decidi mudar de estratégia e usar o WhatsApp mais ou menos como uso o e-mail.

Embora o foco desta dica seja o WhatsApp, ela funciona com qualquer aplicativo de mensagens que ofereça o recurso de arquivamento de mensagens, como Signal e Telegram.

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PlayStation 2 menor que o Slim e outros links legais

A tour global do TikTok

Quando o democrata Joe Biden venceu as eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2020, suspiros de alívio devem ter ecoado nos escritórios da chinesa ByteDance.

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O WhatsApp começou a liberar as comunidades no Brasil, após atrasar o recurso por aqui a fim de evitar maus usos durante e após as eleições presidenciais de 2022. A liberação será gradual e levará alguns meses para que todos os usuários tenham acesso à novidade.

Fico curioso com a recepção. Não é um recurso novo. Outros aplicativos, do Discord ao Telegram, já oferece essa quebra por assuntos em grupos, ou “grupos dentro de grupos”, mas nenhum deles tem a escala e capilaridade do WhatsApp.

Como o pessoal de mais idade, menos versado, vai lidar com a nova camada (grossa) de complexidade? Vídeos como este serão suficientes para educar o público? Será, por exemplo, que os cinco grupos do condomínio em que estou vão convergir numa comunidade? A conferir. Via Estadão.

Enquanto isso, no Twitter de Elon Musk, mais de 30 mil perfis banidos já tiveram o acesso restaurado.

Alguns casos são tragicômicos, como o do neonazista Nick Fuentes, banido novamente nesta semana, menos de 24 horas depois de retornar à plataforma. Motivo? Enalteceu Hitler numa conversa em um Spaces. Via Twitter is Going Great (em inglês).

O Telegram questionou uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e não suspendeu o canal do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Os advogados do aplicativo disseram, em petição, que faltou embasamento legal ao pedido e que ele “implica em censura”. Seria uma decisão “desproporcional”. A audácia dessa galera… Via O Globo.

Atualização (14h): O STF aplicou uma multa de R$ 1,2 milhão ao Telegram por descumprir sua determinação. Via O Globo.

Atualização (16h08): Em nova decisão, o STF restabeleceu as contas de Nikolas em seis redes sociais — incluindo o Telegram. Via O Globo.

A volta de Donald Trump às redes da Meta, Facebook e Instagram, dois anos após ser suspenso indefinidamente por incitar o ataque ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021, é uma tragédia anunciada.

Nick Clegg, ao anunciar a decisão, disse que foram criadas “salvaguardas para conter ofensas repetidas” do ex-presidente dos Estados Unidos. Alguém acha, de verdade, que Trump irá se conter?

A Meta precisa de Trump para gerar engajamento (e dinheiro) e Trump, da Meta (para criar o caos). O retorno se dará “nas próximas semanas”. Trump tinha o perfil no Facebook mais seguido do mundo antes de ser suspenso. Via Meta (em inglês).

por Shūmiàn 书面

Após a retomada dos lançamentos de games na China, a notícia da semana é de perda de títulos.

A desenvolvedora estadunidense Blizzard encerrou nesta semana sua colaboração com a chinesa NetEase, que há 14 anos licenciava seus jogos para o mercado chinês.

O fim não foi exatamente amistoso: ainda durante a vigência do contrato, a estadunidense buscava outra licenciadora ao mesmo tempo em que pedia a extensão da parceria por mais seis meses — o que levou a acusações de infidelidade (com direito a misoginia) e ao livestream da demolição das estátuas do jogo World of Warcraft que ficavam no escritório da empresa chinesa em Hangzhou, capital da província de Zhejiang.

O SMCP publicou um texto com os altos e baixos da relação entre as duas empresas e destacando que os jogadores chineses já estão prontos para encontrar novos títulos de outras desenvolvedoras.


A Shūmiàn 书面 é uma plataforma independente, que publica notícias e análises de política, economia, relações exteriores e sociedade da China. Receba a newsletter semanal, sem custo.

Post livre #351

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

Converta textos entre Markdown e HTML com um simples comando no Terminal

Gosto de escrever em Markdown, mas os sistemas do Manual (site e newsletter) só entendem HTML. Isso gerava um gargalo que consegui resolver de um jeito elegante, com um simples comando no Terminal, que agora compartilho com você.

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ, na sigla em inglês) e oito estados norte-americanos processaram o Google nesta terça (24). A acusação? Monopólio do mercado de publicidade digital.

A ação pede para que o Google seja obrigado a se desfazer das suas áreas de publicidade, frutos de aquisições que, hoje, posicionam o Google em todas os estágios da compra e venda de anúncios digitais.

Os procuradores afirmam que o Google embolsa 30% de cada dólar gasto com anúncios digitais, o que prejudica anunciantes e consumidores.

Ações desse tipo costumam levar anos até a sentença. Esta é encarada com seriedade, pelo escopo e pelo embasamento, tido como sólido. O Google já respondeu, obviamente negando as acusações. Via CNN, Platformer, Google (todos em inglês)._

O Ivory, aplicativo de Mastodon da Tapbots, acabou de ser lançado.

O preço veio mais salgado que o do finado Tweetbot: R$ 9,90 por mês ou R$ 79,90 por ano. Não é muito lá fora e, atendendo a pedidos, a Tapbots acrescentou uma assinatura anual mais cara, opcional, de R$ 129,90. Baixe-o na App Store.

Do arquivo: Uma olhada no Ivory, aplicativo de Mastodon para iOS.

⭐️ Undershirt da Insider: Volte ao trabalho sem “pizza” nas axilas

por Manual do Usuário

O corpo humano é uma máquina fascinante, quase perfeita, mas, em algumas situações sociais, aspectos naturais da gente podem jogar contra e gerar constrangimentos. Por mais importante que seja o suor, por exemplo, ninguém curte andar por aí com a famosa “pizza” nas axilas.

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