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“Me passa teu prompt”

Estou num dilema e gostaria de ouvir a opinião de vocês.

Sou um jornalista que hoje trabalha numa área de análise estratégica na política. Não sei programar, mas tenho desenvolvido bons produtos por vibe coding, utilizando o Claude. Já consegui botar na rua bons produtos, que pessoas de outros setores, especializados, têm pedido para utilizar.

O título do post tem a ver com isso, elas chegam e dizem “me passa teu prompt”. Eu interpreto meio como querer pegar o trabalho do outro…

Inclusive, esse é um tema que vejo pouca gente falar, porque criar um bom prompt demanda certo tempo e empenho. Falo por mim, que passo um tempão lapidando cada comando.

Como a gente lida com pedidos assim, principalmente para não gerar um clima ruim?

Em assessorias de imprensa, pedir o mailing do outro é algo que pega mal. Cada um constrói o seu, com o tempo Mas como a gente faz com prompts que criamos? Parece que não há ainda uma etiqueta pra isso.

5 comentários

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  1. Como o Ghedin comentou, não adiantaria você mandar o prompt porque as LLM consideram como contexto inclusive as conversas anteriores. Diria que é bastante improvável o mesmo prompt feito por pessoas diferentes gere o mesmo resultado.

  2. Também não sou programador, mas tenha formação de TI, com uma base ok de programação. Tentei uma vez fazer um app com vibecode, e eu nao conseguiria compartilhar “o prompt” por mais que quisesse, pois foi uma conversa que durou dias e dias, e isso que nem acabei a droga do app kkk. Isso de compartilhar o prompt é viável?
    Na minha cabeça nao é, pois alem de ser um contextoenorme, esses chatbots são probabilísticos, entao vc pode mandar o mesmo prompt e ele vai retornar respostas diferentes. Quando falamos de código, uma resposta “semelhante” pode ser a diferença entre um programa que funciona e outro que nao funciona.

  3. Eu fiquei curioso sobre os produtos que você criou. Poderia compartilhar alguns? Tipo, o que eles fazem? É para ver se consigo pensar em adaptações para minha realidade.

    1. Ia perguntar exatamente isso. Alias, ao invés de passar o prompt, você pode usar o Claude Code para criar um site próprio e contar sobre suas soluções. :)

  4. Se você encara os prompts como um diferencial de mercado, acho que faz sentido resguardá-lo. Dentro da própria empresa, sei lá… no mínimo pulverizaria esse trabalho que você faz hoje, o que pode ser bom pensando na empresa.

    E outra, nada garante que o prompt gerará os resultados que você alcança. Primeiro porque um LLM nunca repete a mesma resposta. Segundo porque, imagino, você não pare no prompt; faz perguntas e pedidos subsequentes para refinar o resultado.