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29 comentários

  1. Comecei no Ubuntu em 2010. Usava pois era o que tinha disponível nas maquinas dum curso que eu fazia de WEB-MASTER. Quando fui pra faculdade, já tava usando linucão sem medo.

    De 2015 a 2017, passei pela sindrome do testador de distro.
    Hoje em dia, meu homelab é no Debian 13 headless (laptop humilde e antigo de 2012), estável com alguns serviços que rodo lá.
    E o Zorin rodo num Mac-mini 2012 que ajeitei pra minha sogra usar, e num MacBook Air 2014 também. Ambos com algumas otimizações pra não pesar, e rodam super bem.

    Acho que Zorin, mint e popos são os que me chamam a atenção, só instalar e rodar.

  2. Comecei em 2005~2006, qnd na faculdade de computação da UFPI tive contato com o Kuia Linux, distribuição criada na instituição.

    Quando foi o momento de instalar em um computador pessoal, fui de Kurumin. Adorava aquela distro!

    Anos depois comprei um notebook CCE que vinha com o Satux, que era muito ruim. A única distro que funcionou redonda nele foi o Mandriva, e olhe lá!

    Usei Mandriva por longos anos, até quando houve o racha na comunidade que gerou o fork Mageia e embarquei com a galera. Fiz algumas traduções do manifesto e fui mantenedor de vários pacotes da distro.

    Por fim, já buscando uma distro que fosse mais rolling release mas nem tanto, passei a usar o Manjaro. Imagino que pela minha história no Linux, já deve ser a distro que mais tempo usei.

    Nesse histórico experimentei outras distribuições, mas por pouquíssimo tempo: Ubuntu, Kubuntu, Fedora, OpenSUSE… mas nunca fui de ficar testando distro, então quando encontrava uma que me atendia, parava nela.

  3. Não lembro quando foi o primeiro contato com o mundo linux, mas lembro do PC que tinha, um positivo celerom de só os deuses sabem qual a geração, anos 2006 ou 2007. Na época testei mint e ubuntu, fiquei com o mint, mas sempre acabava com windows de novo, depois comprei um notebook e instalei novamente o mint e fiquei com ele até quando precisei reinstalar o win para usar programas adobe em 2019. Hoje tenho um PC gamer que roda win1o mas que penso em instalar o cachy os ou fedora, e adquiri um note usado recentemente com boas configurações que vou instalar fedora, primeira vez saindo da base ubuntu, já usei zorin os também, porém gostei muito de como é configurável o plasma.
    Ah o meu primeiro note ainda está funcionando, desde 2015, rodando agora um linux mint xfce.

  4. Eu comecei no linux em 2017 com o Linux Mint.
    Eu tinha um notebook fraquíssimo com windows 10, daí apareceu um vídeo do Diolinux no YouTube e resolvi assistir por curiosidade. Achei interessante aquelas distros que ele estava mostrando e resolvi testar o Linux Mint num pendrive bootável.
    Desse dia em diante eu comecei a me interessar por esse mundo e não saí mais.

    Hoje em dia eu estou utilizando o Debian 13 com LXQt, pois continuo com aquele notebook fraquíssimo com CPU intel batata e o LXQt é a única interface que consegue dar uma sobrevida a ele.

  5. Minha primeira experiência mais séria com Linux foi em 2009. Devido a um colega de trabalho dizendo que eu deveria usar um SO de verdade, ele fez eu instalar o Ubuntu no meu recém adquirido forninho notebook HP Pavilion dv5-1260br. Ali fiz um dual boot com o Windows 7 que ele trouxe de fábrica. Ainda assim foi meu sistema secundário…

    Meu notebook morreu menos de dois anos depois com problema na solda do BGA. Aí fiquei um bom tempo sem PC em casa, usando apenas o do serviço, que rodava um Windows 7.

    Em 2015 ressuscitei um notebook Toshiba de 2009, ele tem um Core2 Duo T8100. Nele coloquei o elementaryOS, que usei até 2022, quando voltei a ter um desktop. Nesse desktop passei para o Fedora, e o velho Toshiba virou um servidor caseiro rodando Debian headless.

    6 meses depois deu ruim no desktop. Minha esposa tinha um MacBook Pro de 2015 que usei para quebrar um galho. Nele coloquei o Fedora também.

    Em 2024 comprei meu Thinkpad Z13 gen2 que está rodando maravilhosamente o Fedora 44.
    O velho Toshiba continua com o Debian, agora atualizado para o Trixie.
    Além deles, no ano passado comprei meu Raspberry Pi 5 que está rodando o Raspberry Pi OS Lite, isto é, Debian.

    Ah, e no trabalho tenho um Dell OptiPlex 7040 rodando Fedora 44 também.

  6. Meu note com Windows morreu, só formatar não adiantou, tentei várias formas, vários sistemas, várias distros do linux; em um dos live mode, acho que o ubuntu mesmo identificou que o smart disk em estado crítico, vi q não tinha mais o q fazer… tentei o antix linus via rufus e deu certo. Solução temporária, claro, mas bom demais ter resolvido o b.o.

    Inclusive, nessas vi que entre gemini, claude e chat gpt, o claude foi o q mais ajudou

    E ainda descobri que meu pen drive é falsificado hahahah uma onda de kingston falso que só e nessas de fuçar canais do youtube, consegui tirar o número falso e deixar como tá (8gb pra 500mb hahahahah)

    1. Lembro que houve um momento em que toda a web falava sobre esse golpe do pendrive falso kkk

      Muito tempo atrás, meu pai apareceu com alguns muito simpáticos: corpo completamente em metal, espetados em bonecos de borracha dos personagens da vila do Chaves e prometendo 16 GB, que eram uma ostentação naquela época

      Quando notei algo estranho, percebi que na realidade eram só 2GB que se corrompiam com uma facilidade absurda haha

      1. Sim, AINDA existe… credo… mas tb né, comprei pela shopee, a chance de comprar eletrônico falsificado por lá é alta, quis me enganar. Num desses vídeos vi comentários do tipo 500gb mas no fim, megas. O meu foi só uns 20 pila, coitados desses

  7. Tenho um note com mint e outro com zorin, ambos são notes mais antiguinhos, então usar linux deu uma sobrevida a eles.
    Mas linux é linux, sempre tem umas mancadas, principalmente na interface.
    A pessoa que vem do MacOS deve subir pela paredes, lá é tudo certinho e bem acabado, no linux sempre tem aquela coisa que deixa o sistema com cara de produto amador, na hora do dez deixaram o estagiário terminar o serviço.
    Mas, pelo menos, tudo funciona. Menos o bluetooth do note HP.

    1. A pessoa que vem do MacOS deve subir pela paredes, lá é tudo certinho e bem acabado

      *Cries in Liquid Glass* 😁

      Os ambientes principais, Gnome e Plasma, são bem coesos. O duro do Linux é que é meio impossível viver com os apps de um só. Aí, quando mistura, os do outro ambiente ficam realmente deslocados.

    2. Acho que só toquei em um Mac duas vezes na vida, mas o Cinnamon realmente é punk… Ícones personalizados no desktop são o meu limite moral kkk

  8. Na firma:
    – Proxmox, com algumas VMs Debian e LXCs Alpine
    – Linux Mint em algumas workstations
    – TrueNAS CE para backups
    – Arch no PC

    Em casa:
    – Raspberry Pi OS no RPi3
    – TrueNAS CE no servidor
    – OpenWrt no roteador (R4S) e nos APs UniFi

    Por mais que o Proton e o Steam estejam cada vez mais maduros no Linux, ainda sou refém do Windows para jogos no PC de casa.

    E estou para abandonar o Arch. Entre 2025 e hoje, a minha instalação no trabalho quebrou 3x em alguns pacman upgrade. Acho que vou para o Fedora.

    1. Sempre quis saber, mas nunca tive a quem perguntar: qual a vantagem do Proxmox em relação a instalar um Debian e gerenciar os contêineres por um Dockge ou Dockhand da vida?

      1. A vantagem do Proxmox VE é centralizar e isolar toda a sua infraestrutura de TI (máquinas virtuais e contêineres) em nível de hardware. Em vez de instalar o Docker diretamente no sistema operacional principal, o Proxmox permite criar “ilhas” isoladas, garantindo backups automatizados com snapshots e alta disponibilidade. No Debian por exemplo, todos os seus contêineres compartilham o mesmo kernel. Se houver uma falha grave ou brecha de segurança em um contêiner, todo o sistema operacional host fica comprometido.

  9. No meu servidor doméstico, rodo o Debian 12 “Bullseye” headless (sem interface gráfica). Faz uns dois anos, acho, e nunca me deu qualquer dor de cabeça.

  10. Linux Mint num Thinkpad T460. Roda bem mas precisei fazer umas alterações para: parar de travar na volta de Suspend Mode, monitor extendido, barra de ferramentas. Mas tudo suave e com a ajuda do ChatoGPT.

    E nos headless, Raspbian no Raspberry Pi3 e Armbian no Orange Pi Zero. Roda sem problemas.

  11. Eu comecei com o Conectiva 3 em 99/00.

    Depois disso, usei por anos o Kurumin. Usei até ele deixar de ser mantido/implementado. Era, pra mim, a melhor distribuição pra um brasileiro com placa SiS e Win-modem. Os ícones mágicos do Morimoto eram mágica pra mim na época.

    Durante alguns anos eu usei o Satux Linux porque, novamente, meu notebook CCE tinha placa SiS e precisava do driver que a Satux desenvolvia. Se não me engano o Satux era um Debian com alguns tweaks pros notebooks da CCE. Não era ruim, o pessoal do Twitter tinha implicância porque ele vinha com notebooks de baixo custo (e como sabemos, o mundo de TI é absurdamente tóxico com qualquer pessoa).

    Depois eu tive um Lenovo G alguma coisa que rodava o Fedora muito bem. Usei ele enquanto tive esse notebook (até 2013 mais ou menos).

    Deveria contar na minha opinião, mas nem todo mundo conta essas duas:

    – De 2013 até 2023 eu usei o macOS (do Lion até o Catalina) no meu Mac Mini. Depois usei no laptop da minha namorada quando fui PJ com o Sequoia e o Tahoe. Hoje em dia uso o Macbook Pro da FIRMA com o Tahoe também. Ainda cheguei a usar os mais antigos, como o Tiger e o Panther em um Macbook G4 e em um Mac QuickSilver.

    – Usei muito o ChromeOS na época de faculdade (2012/2016). Aquele primeiro Chromebook Samsung foi a melhor aquisição na época. Usava nas aulas e na minha bolsa de pesquisa. Sempre usei ele o Crostini, para poder ter algumas coisas a mais.

    Desde 2023 mais ou menos o Manjaro no desktop pessoal. Como ele é a base do SteamOS ele me serve para as três coisas que eu faço: jogar, user termina e usar a internet.

    Alguns momentos eu usei apenas o Linux/macOS; em outros eu fiquei em dual-boot com o Windows – na época que eu era freelance eu precisava usar o Trados, que só tem versão oficial pro Windows, por exemplo.

    1. Esqueci:

      Meu primeiro estágio (2005) foi de programador C e eu usava o Slackware (na época a gente ainda chamava de Slack; hoje eu sou o único velho que fala assim porque Slack é o mensageiro empresarial).

      1. Eu também falo Slack me referindo a distro, mas infelizmente, tenho que falar Slack me referindo ao app de mensagens também! Era bom demais, mas dava uma trabalheira do cão usar ele para trabalhar! ahahha

  12. Minha primeira instalação de uma distribuição foi o Conectiva 5. Usei da 5 até a 10, quando foi comprada pela Mandrake e se tornou Mandriva. Até encontrar a distro ideal, passei pelo Kurumin, Kalango, Debian, SuSe, dentre outras até chegar ao Ubuntu, o qual usei os diversos sabores, em especial o Ubuntu GNOME, vez que o Unity não me agradou. Após um longo tempo de Ubuntu, acabei voltando para o Debian 7 e de lá pra cá uso apenas ele. Está instalado em meus ThinkPads com o XFCE além de meu setup. Uso o Debian pela sua facilidade, estabilidade e formato de desenvolvimento. Gosto do que entregam, sem falar de sua base sólida.

  13. Sou proprietário de um notebook asus celeron adquirido em 2023, consegui reviver ele com o Zorin OS. Pensa num sistema bacana de usar e roda bem na minha máquina limitada.

    1. Idem aqui! Dentro do meu contexto de uso, o Zorin OS foi aquele que melhor integrou desempenho, estabilidade e facilidade.

      1. Tenho um note com só 4gb de ram, o que faz ele denorar muito para responder. Estou usando um linux mint. Será que mudar oara o zorim melhoraria essa performance?

        1. O zorin os e o mint são parecidos na performance viu. Mas ambos tem a versão lite, que roda mais tranquila um pouco.

        2. Opte pela versão com XFCE, tanto no Zorin Lite quanto no Mint. Vai melhorar a performance.

        3. Além da memória RAM, há outros fatores que podem deixar o desmpenho abaixo do esperado, como o armazenamento em HDD, ao invés de SSD. Mint costuma ter boa performance, talvez seja outra coisa.

          1. Eu acho que é a ram justamente pq não são outras coisas. Tem ssd de 1tera, nenhum software sobre carregando a cpu, não está querendo,l. Mesmo assim ele demora kara responder e trava mesmo no uso de um editor de textos básico

  14. Eu comecei com Linux no Conectiva Red Hat Linux 2 (Marumbi), em junho de 1998. Quer dizer, tentei um Slackware 3.6 antes, mas o HD queimou (!). Culpa do Slackware? Não sei.

    Usar Linux pra mim foi resdescobrir a curiosidade na computação, q eu sempre tive c/ o MSX (40 anos fã desse que é “o mais mágico dos microcomputadores”). Usar Linux me libertou de ter que ir todo dia na universidade, pra rodar os casos da minha tese de mestrado (eram 4 horas de condução, 2 pra lá, 2 pra cá). Tanto que fiz um agradecimento ao Linus Torvalds e a outros autores de softwares que eu usei na confecção da minha tese.

    Dali fui pro Conectiva 3, comprei uns CDs importados… Aí parti pra Red Hat. E usei todos os RH, do 5.2 até o 9, qdo a empresa anunciou o apoio ao projeto Fedora e focou na RHEL. Acabei indo pro Fedora mesmo, e no meu desktop já passaram todos os Fedora, desde o primeiro.

    Em outras máquinas, já usei de tudo: atualmente tenho Debian em um notebook e Manjaro Linux c/ KDE no outro, um notebook menor e mais velho (ele viaja comigo); Arch Linux no servidor de casa, que é um desktop cheio de HDs (mas já tive CentOS e Gentoo antes); AntiX num micro c/ processador i586, e q só serve pra baixar torrent; LMDE no desktop da esposa (ela n quer outra vida, nada de Windows); e OpenWRT no roteador wireless velho de guerra.

    Já usei Ubuntu em servidores do trabalho, já instalei Gentoo num desktop q levava 1 semana pra recompilar a glibc, já fiz muita estripulia. Mas como dizia um falecido amigo, dono de um provedor de hospedagem: Linux é o meu segundo ente favorito em toda a informática (o MSX é o primeiro).

    Inclusive preciso rever a situação dos servidores do meu novo trabalho, n mexo neles há tempos…