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Criei um blog, agora não consigo escrever nada

Eu já falei muito por aqui sobre blogs e sobre a dificuldade que tenho enfrentado em voltar a escrever, tanto pela qualidade da minha escrita, que veio decaindo muito, quanto pela motivação que desaparece quando inicio um texto.

Criei um blog simples no Micro.blog, aproveitando o plano mais básico, faz dois meses que pago e perdi a conta de quantas vezes comecei a escrever e parei, apaguei tudo e voltei do zero.

Tenho vários temas para discutir e que tenho vontade de explorar, mas sei lá, parece que não consigo engrenar.

Bom, é só um desabafo de um ex-bloqgueiro que escrevia bem e que teve vários blogs na era de ouro mas que hoje está penando para iniciar um novo projeto.

Você aí do outro lado da telinha, já passou por isso?

Meu blog vazio https://solvetcoagula.blog/

38 comentários

38 comentários

  1. Olá, tudo bem?
    Escrevo há alguns anos – uns 12 – e, recentemente, comecei um no substack. Escrevo pra mim mesmo… Gosto de ler meus textos, tanto após escrevê-los quanto anos depois (e, com frequência, discordo de mim mesmo hahaha)

    Também sinto necessidade de falar de vários assuntos, e muitas vezes, não tenho lá muito “repertório” ou as ideias simplesmente estão desorganizadas na minha mente; passam mais rápido do que consigo registrar, mesmo digitando rápido.

    Mas percebi – e principalmente, entendi – que escrever é um exercício que você melhora com o tempo e com leitura. Quanto mais lê, mais palavras encontra para expressar o que quer. E quanto mais escreve, mais conciso e com significado terá seu texto.

    Logo, apenas continue. Comece. Busque um assunto. Um sentimento do momento. E escreva! Principalmente pra si mesmo.

    1. Eita que comentei sem estar logado; deixando esse comentário pra receber uma eventual notificação de resposta!

      Obrigado!

  2. Rick, acabei de entrar no seu blog e cadê o post?! Já passou uma semana.* Com tantas dicas legais com certeza já consegue escrever algo! Esperando aqui ….

    *Sem quer colocar pressão mas já colocando rs

    1. kkkkk Otavio, eu vou aproveitar o carnaval para sentar e resolver isso! Obrigado pela pressão, me deu mais ânimo para escrever, já tenho pelo menos 3 temas para tratar no blog, me deseje sorte e espero terminar ainda durante o feriado.

      Abraço!

  3. Quando conhecemos uma pessoa nova, gostamos de sinalizar a ela o que gostamos e contamos histórias a nosso respeito. Por que você não aproveita para contar as suas experiências com tecnologia de forma cronológica ou vai escrevendo o que vai lembrando de mais significativo?

    Quer um exemplo? Eu um dia me vi no porão de um casal de americanos ricos no Brasil, cercado de gibis, ouvindo Beck que eu havia baixado em um modem 33.600, pois eles me emprestaram uma de suas linhas. Seus filhos que me conheceram quando eu fazia fanzine e me acolheram quando precisei sair da casa dos meus pais. Eu não esqueço o dia que ela, a mãe deles, trouxe um Toshiba laptop com processador Pentium 100 vindo dos EUA. Naquela noite fui convidado para o jantar, era macarrão ao molho de tomates e uma taça de vinho. Na volta para o porão, entrei no mIRC e fiquei procurando coisas para baixar até as 2 da manhã.

    Conte para terceiros as suas experiências de vida. Se eu tivesse um blog, só dessa história eu iria ramificar tantas outras, como a vizinha desse casal que pediu para eu montar o PC dela e como eu passei a morar na edícula da casa dela…

  4. Oi Rick, tudo bem? Bom, sou jornalista (e escrevi dois livros), então, tenho até uma certa propriedade para dizer sobre escrita e como a maioria postou aqui, a dica é: apenas escreva. Eu também não considero os textos que fiz os melhores e, sendo sincera, mesmo se falassem que o texto que fiz tava bom, não ia acha-lo. Isso se deve porque a gente fica sentindo que precisa ser validado sempre. Não espere isso, tudo nessa vida tem uma função, e esperar uma validação, um motivo para fazer, só vai te deixar frustrado. Tenho um blog, que começou falando de fotografia e hoje eu falo dos rolês que faço, uns poemas, bordados e desenhos toscos, dicas de leitura. Parece meio caótico, mas aquele espaço é para dividir com quem esbarrar nele sobre a minha órbita, os meus dilemas. Acredite em você! Capacidade para escrever você tem, como o Rodrigo Ghedin mesmo falou, comenta aqui super bem. Qual é a sua órbita, meu amigo? Vai ser uma alegria saber! Ah, e não deixa de cadastrar seu blog no Lerama, o RSS do Pc do manual. Sucesso!

    1. Olá Keli, muito obrigado pelo seu comentário, me deixou mais animado rsrsrs. Realmente essa coisa de validação é bem complicada, é uma autossabotagem no final, eu preciso começar a escrever e deixar fluir, sem ficar pensando muito em detalhes. Vou me inscrever no seu blog agora e queria saber quais são os seus livros, fiquei interessado.

      Abraço!

      1. Oi Rick! Imagina, vai conseguir escrever sim. Olha, você encontra todos os links do que já escrevi em: linktr.ee/keliv1 . Abraço e eu que agradeço!

  5. Ainda não li o post e os comentários, mas quis comentar que ao ler o título e a primeira linha pensei: “eu também”. Mandei a página pro kindle, abri meu blog e atualizei 3 páginas sem pensar demais. O blog deu uma engasgada – uso o Bearblog e tento seguir a idéia de jardin digital. Ao atualizar os posts, as páginas que agrupam posts por tags não atualizaram. Dei mais uma mexidinha. Blog é chatão, meu, igual as plantinhas e os cachorros lá de casa. E gosto igual.

  6. Eu tenho esse mesmo problema no meu site/blog.

    Umas vezes tentei refletir sobre isso, e a conclusão que cheguei é que eu nunca sinto que tenho algo pra falar que seja de alguma relevância pra outras pessoas.

    Não ajuda que basicamente desde que comecei a trabalhar toda a minha formação acadêmica, conhecimentos adquiridos por conta própria, opiniões, etc., serviu pra nada rs. Eu praticamente nunca tomei nenhuma decisão, mesmo tentando me colocar nesses processos. É simplesmente o jeito como funciona no setor público, onde trabalho.

    Mas, apesar dessa muleta, acho que o pior mesmo é de fato o comportamento compulsivo de absorver, e não processar, informação.

    1. Pedro, seu comentário me fez refletir um pouco e sabe o que é mais engraçado? Eu sinto literalmente isso que disse, “a conclusão que cheguei é que eu nunca sinto que tenho algo pra falar que seja de alguma relevância pra outras pessoas”, é um resumo do meu sentimento, eu sei que tenho muito conhecimento e experiência para trabalhar, mas no fundo é como se eu duvidasse disso, seria uma autossabotagem, não é mesmo?

  7. Acho que tenho local de fala para dar ~conselhos :)

    A respeito do que escrever, eu sempre recorro a um cenário hipotético: o que me empolga a ponto de eu querer falar disso para um amigo/companheira/família? Por “empolga”, considere outros sentimentos — irritação (bem dosada), preocupação, alegria.

    Antes de começar a escrever, aplico alguns filtros em cima do assunto. Por exemplo, “eu ficaria confortável em falar desse assunto na frente de uma multidão e/ou desafetos?” Esse é para o caso do post viralizar.

    […] tanto pela qualidade da minha escrita, que veio decaindo muito

    Você ainda tem acesso a esses textos antigos que considera bons? Às vezes, a memória nos trai e a gente guarda uma lembrança meio míope de textos antigos. (Eu ocultei uns 80% do meu blog pessoal, que tenho desde 2005, porque esses textos eram tão ruins que fiquei envergonhado de tê-los associado a mim, rs.)

    Como é um blog pessoal, sem grande audiência e recém-inaugurado, não fique muito preso em transforma cada texto em uma obra-prima, em elevar muito o sarrafo. Escreve. É só um blog. A gente às vezes dá uma importância desmedida a coisas triviais.

    (Vários comentários que você faz aqui, no Órbita, poderiam ser convertidos em posts. Só não deixe de comentar aqui, hein! 😁)

    1. Opa Ghedin, não só lugar de fala como é uma honra seu comentário sobre o assunto, alguém que literalmente vive e respira tecnologia e escrita.

      Obrigado pelas dicas, vou refletir sobre os pontos que citou, infelizmente não tenho mais acesso aos meus antigos textos, eu gostaria muito de ter sido uma pessoa com a visão de guardar coisas, eu tenho um faniquito de deletar coisas antigas e sempre quebro a cara quando sinto vontade de revisitar lembranças, é um pouco daquilo que já falei por aqui no Órbita, eu não me considero uma pessoa saudosista e mesmo a palavra saudade pra mim é um tanto quanto estranha, mas acho que tenho uma pontinha desse sentimento em alguns momentos, mas sem esse apego ao passado eu acabo deixando de lado o cuidado com o armazenamento das minhas memórias.

      Sobre os comentários que fiz no Órbita, é uma boa ideia revisitá-los, quem sabe consigo inspiração para escrever algo, obrigado pelas dicas!

  8. Estou tentando também. Uma boa dica que eu peguei nesses workshops de escrita por aí é: se exponha sem medo e seja honesto, de peito aberto, fale sobre aquilo que está pulsando em você. Converse com o seu leitor como se fosse um amigo na sua frente e fale sobre o que quer falar. Exatamente o que você acabou de fazer aqui! Isso já seria um post.

    Se você querer parecer outra pessoa ou mais do que é, seu texto fica chato (tanto de escrever como de ler). E um blog não é um texto acadêmico, é um negócio meio pessoal, não precisa ser 100% coerente, citar todas as fontes seguindo ABNT, deixa fluir.

    Uma coisa que fui aprendendo a separar ao longo da minha vida é que nem tudo que eu admiro eu entendo. Sou assim com música, crítica artística em geral e política. Tem textos que leio por aí e penso nossa queria escrever assim, mas tenho que me conformar com o fato de que a não ser que eu estude muito mais, não sou eu que vou escrever isso, ainda não sou essa pessoa.

    1. Obrigado pelas dicas Leandro, cara isso aqui é bem real “Converse com o seu leitor como se fosse um amigo na sua frente e fale sobre o que quer falar. Exatamente o que você acabou de fazer aqui! Isso já seria um post.” Não tinha pensado por esse lado, já estou postando por aqui faz um tempo.

      E outra coisa que me pega muito é isso “E um blog não é um texto acadêmico, é um negócio meio pessoal, não precisa ser 100% coerente, citar todas as fontes seguindo ABNT, deixa fluir.”, cara depois que entrei no mundo acadêmico fazendo TCC e tudo mais, minha cabeça insiste em manter padrões e tudo mais, o que me trava bastante quando quero me aprofundar em um tema mas sem aquele rigor científico. Vou pensar nisso também.

  9. Você já leu Bartley e Cia? do escrito catalão Enrique Vila-Matas? É um livro inteiro dedicado a Não-Escrita e suas dificuldades de se escrever. O narrador lista vários autores que escreviam e em algum momento pararam de escrever completamente, lista aqueles que eram grandes promessas e ficaram no vazio, lista aqueles que nem começaram. Vale a leitura. E eu achei epub dele no libgen.
    Quem sabe você começa assim, escrevendo sobre a dificuldade de escrever?

    1. Nunca li esse livro Fabio, vou procurar aqui, já gostei da sua sinopse sobre ele!

    2. Cara, só voltando para dizer, que livro bom cara! Eu comecei a ler ontem.

      1. Que bom que tenha gostado. Eu também li o último livro do Vila-Matas publicado no Brasil, MONTEVIDEU, onde o narrador também passa por um bloqueio criativo e começa a escrever sobre isso. Vale a pena.

  10. Eu ri. Isso daria um pelo de um post pra blog.
    Mas, se for pra extender esse assunto, qual é o objetivo pra esse seu blog?

    1. kkkkk verdade Claudinei, daria um post com certeza. Cara, meu objetivo é discutir design e tecnologia de forma simples, questionando e produzindo um pensamento crítico sobre os temas, usado uma estética que remete ao que os antigos alquimistas buscavam, a “Magnum Opus”, a Grande Obra, a “transformação do metal em ouro”, ou a transformação da curiosidade em informação e conhecimento.

      1. Sensacional, cara. desculpe meus errinhos ortigraficos ali. eu quis dizer “um belo de um post”.
        Agora, essa sua ideia eu gostei. Tenho certeza que vc deve ter vários tópicos, dos mais simples aos mais complexos ou até mesmo suas próprias ideias.

        Se eu pudesse dar uma sugestão, eu diria pra fazer um post introdutório, com humor leve. Ao menos foi isso que eu pude sentir nesse seu post. E citar alguns exemplos ou sugerir algumas leituras ou como você foi parar nesse mundo de ideias. Eu não conheço nada disso que vc falou e se eu chegasse no seu blog agora, e lesse um post que me causasse tamanha curiosidade, eu iria lá pro primeiro post pra começar a entender melhore acompanhar.

        1. Uma ótima sugestão essa Claudinei, já me deu uma ideia aqui de por onde começar. Logo atualizo por aqui se conseguir destravar a escrita. Obrigado pelo comentário!

  11. Estou escrevendo todos os dias. Meu segredo? Timer de 25 minutos (Pomodoro) e nada além disso. Não tenho visto necessidade de escrever além de 25 minutos por dia, tiro todas as distrações e play, 25 min somente escrevendo.

    1. Cara, eu tenho tentado escrever por alguns minutos todos os dias, ainda não usei Pomodoro, e tenho experiência com a técnica, vou experimentar e quem sabe não dá bom! Obrigado!

    2. Eu faço isso! E coloco como alvo 1000 palavras cada post.

  12. Na toada do que foi dito, acho que a coisa é escrever mesmo. Só assim para destravar.

    Considere que o “ótimo é inimigo do bom”, tem um momento que deixa o texto ir pro mundo.

    Isso tudo falado de alguém que não tá escrevendo e nem tem isso como um dom ou com algo do dia a dia.

    Sobre o blog, talvez escrever pequenos posts sobre o conceito do projeto. Como uma apresentação, explicação do conceito e objetivo vá ajudando a dar corpo e ajude a liberar os dedos.

    1. Concordo Pedro, estou realmente tentando, é frustrante começar a escrever e parar para ler, acabo apagando, eu estou sentindo que o perfeccionismo está cortando o fluxo que deveria ser natural e solto, preciso melhorar isso, é como ficar rodando no mesmo lugar sem conseguir sair.

    2. Eu também busco fazer o “bom”. Costumo meio que escrever sem parar até atingir a meta de 1000 palavras e depois volto fazendo correções.

      Mas não fico querendo deixar perfeito não. E óbvio que nem consigo.

      Eu uso o Languagetool para me ajudar com a verificação ortográfica.

  13. Sim. Não que eu escrevesse bem antes, mas já tive alguns blogs e já colaborei em outros. Sinto que a escrita antes era mais “solta”, natural; hoje, extremamente engessada. Arrisco dizer que isso é por conta da torrente de informações ininterruptas que recebemos, sem muito tempo para reflexão. E também uma autocrítica mais aflorada de quem escreve (algo que, no meu caso, aumenta com o avanço da idade).

    Vi seu blog ao acompanhar o feed do Bearblog e fiquei curioso por conta da imagem / símbolo do Ouroboros. Seria legal se pudesse falar sobre esse conceito. Desejo que supere este “bloqueio” e consiga escrever, no seu tempo.

    1. Opa Diego, eu comecei a ideia no Bear Blog, mas acabei vendo o plano mais barato do micro.blog e resolvi experimentar, gostei e migrei a ideia pra lá.
      Cara, sobre o ouroboros e a ideia do blog, é um conceito complicado de explicar mas vou tentar… Eu sou fascinado por temas ocultistas, pela estética, livros, filosofias, é um hiperfoco mesmo desde a minha adolescência, e tenho como admiração a ideia dos alquimistas, que pra mim podem ser considerados “hackers” da consciência, buscando iluminação através da prática, não a toa a base da ciência começou com eles. Eu sempre trabalhei com tecnologia e existe uma linha da magia do caos que lida com tecnomagia, é um conceito um pouco diferente e complicado de explicar por aqui mas que é muito interessante (deixando claro que não acredito em magia como Harry Potter e sim como práticas filosóficas que buscam alterar nossa percepção de realidade e mundo), então a ideia do blog é usar o conceito de Solve e Coagula dos alquimistas (Dissolver e Coagular, Destruir e Construir) para literalmente “Dissolver” temas para Construir ideais, críticas e entendimento. Não sei se consegui explicar bem o conceito, mas é basicamente esse. O Ouroboros representa essa busca infinita pelo conhecimento que, na tecnologia, é quase “mágico” do ponto de vista de uma pessoa comum, um usuário comum.
      É doidera cara, vai fazer mais sentido quando eu começar a escrever rsrsrsr

      1. Vai escrevendo sobre isso, faz uns textos “mais curtos” assim você vai aprofundando em tópicos, ajuda a criar volume e com textos menores e “mais objetivos” em um tema você pode se cobrar menos no perfeccionismo.

        Boa sorte aí.

      2. Obrigado pela explicação, achei interessante. Essa questão do Ouroboros e da Tecnomagia me lembraram daquelas “Leis de Clarke”:

        \1. Quando um cientista distinto e experiente diz que algo é possível, é quase certeza que tem razão. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.
        \2. O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se um pouco além dele, adentrando o impossível.
        \3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia.

        1. Cara, citar as Leis de Clarke é perfeito para ilustrar minha ideia sobre o uso da estética alquímica / mágica junto com design e tecnologia, espero poder expor em palavras as ideias e conversas que costumo ter com amigo sobre esse assunto, pelo menos muitos acham interessante.

      3. Que legal.

        Gosto demais do rolê ocultista, acompanho há anos. mas não falo disso no blog, se bem que em um post que sairá no dia 28 eu cito “A Grande Obra”.

        Terá um leitor.

        Fiz o caminho inverso, saí do Micro.blog e fui definitivo (espero) pro Bear. Já peguei até o lifetime.

  14. Será que não é um misto de ansiedade com excesso de auto cobrança? E se vc fizer só uns rascunhos de ideias sem publicar? Nenhum texto precisa ser perfeito de cara, e vc provavelmente só vai sentir melhora na escrita, justamente, praticando.

    E se vc tentar ser um pouco mais compassivo consigo? Tipo aquela comparação clássica de “imagine o que vc diria se fosse um amigo seu passando por esta dificuldade”. Talvez ajude.

    1. Olá Tais, obrigado pelo comentário!
      Está aí uma coisa que raramente consigo, ser mais compassivo comigo mesmo, é uma falha bem grave que carrego, eu sou muito crítico e duro com meus erros e dificuldades e isso me faz mal em determinados momentos.