O que eu uso (2026)
Todo ano, registro neste blog os produtos de tecnologia e softwares que eu uso no dia a dia. É um raio-x que sacia a curiosidade de muitos leitores e, ao mesmo tempo, explica em parte a linha editorial do Manual do Usuário.
Em 2026, estou usando menos coisas e meio que as mesmas do ano passado. Poderia ser só um “Control C, Control V”, mas continue comigo; prometo que será mais interessante que isso.
Antes de começar… Coloquei as datas de aquisição, quando foi possível lembrá-las, [entre colchetes], e destaquei e detalhei algumas trocas, adições e remoções. Os links levam a materiais do Manual, quando houver. Nenhum produto nesta página foi doado por empresas.
Computador
O MacBook Air com chip M1 [jul/2022] continua sendo o meu computador principal. Mesmo com a piora infligida pela Apple na forma do macOS 26 Tahoe, ainda me é impossível reclamar ou justificar uma troca por outro computador. É um bom produto, que nunca me fez passar sufoco. (De verdade; parei uns minutos tentando lembrar uma vez em que tenha tido vontade de arremessá-lo pela janela, sem sucesso.)

Há alguns meses, passei a usar ainda mais o MacBook. Estava incomodado com o teclado trambolhão em cima da mesa e depois de testar outros dois menores, acabei optando por usar o teclado embutido do notebook mesmo. Ele é bom! O trackpad, também. De quebra, ganho acesso ao sensor de impressão digital, à webcam e fica mais fácil tirá-lo da mesa para passear.
O uso do teclado do MacBook implica em usá-lo com a tampa aberta, o que significa que agora trabalho com duas telas. A principal continua sendo o monitor externo, um LG 27UL650 (27″, 4K) [out/2021]. A tela integrada do notebook é pouco usada. Às vezes deixo uma janela em que algo está acontecendo ali embaixo, para monitoramento, ou arrasto a de um aplicativo que não precisa estar em foco. Como dito, raro. Na maior parte do tempo são só 13,1 polegadas de tela ligada sem motivo, segurando apenas a Dock do macOS.
Essa mudança resultou na aposentadoria do teclado, do mouse e do mousepad. Três objetos a menos sobre a mesa!

A única novidade digna de nota é uma dock/HUB USB 12-em-1 da Baseus [jan/2026], que comprei mais para organizar os fios do que por qualquer outro motivo. Os HUBs que usava antes eram daqueles levinhos, que ficam soltos ao lado do notebook. Esse novo é uma caixinha pesada, que fica firme sobre a mesa e um pouco mais distante do notebook. Veja como são as coisas: o único objeto que acrescentei à mesa no último ano é, talvez, a coisa mais desnecessária que já comprei para uso no computador.
Os cabos continuam sambando na mesa, mas agora de um jeito menos bagunçado. Sempre deixo duas pontas à mão, de cabos ligados à dock: um cabo Lightning para o meu iPhone de botão, outro USB-C para a caixa dos AirPods e outros dispositivos com essa entrada.
Coloquei o adaptador USB da Ugreen [dez/2022], pen drive da Samsung de 128 GB [set/2021] e outras miudezas em um potinho de sais. Fica bonito. É raro eu precisar deles.

Todo ano, por volta de setembro, digo que me manterei na versão antiga do macOS. Em 2025 teria sido uma atitude ainda mais prudente tendo em vista a estranheza do macOS 26, de todos o sistema com a pior implementação do Liquid Glass. Só que, como acontece todo ano também, não demorou uma semana para que eu instalasse a nova versão do macOS. Sou o meu pior inimigo.
No momento, estou rodando o macOS 26.3 aqui. No início fiquei abalado. Em vários momentos me peguei pensando “e se eu instalasse o Asahi Linux com KDE Plasma nesse notebook?” Desisti. Embora feio e cheio de aparas mal acabadas, o macOS ainda funciona bem. Estou em um longo processo de me importar menos com essas (e outras) coisas, de ser uma pessoa mais normal, do tipo que aceita a realidade no que diz respeito ao que não posso mudar e detalhes que não fariam grande diferença na minha vida (como o sistema operacional do computador que uso). O Tahoe tem sido uma grande provação para esse novo eu.
Os aplicativos também seguem estáveis. Alterações em relação a 2025 estão marcadas em negrito:
- Navegador: Safari.
- E-mail: Apple Mail.
- Calendário: Apple Calendário.
- Listas de tarefas: Apple Lembretes.
- Ler depois: Lista de leitura do Safari.
- Editor de textos: Editor de Texto (o Bloco de Notas do macOS).
- Editor de código: Sublime Text.
- Editor de imagens: Pixelmator Pro.
- Editor de áudio/podcasts: Audacity.
- Gerenciador de senhas: Apple Senhas.
- Senhas OTP (2FA): Apple Senhas.
- Planilhas eletrônicas: Apple Numbers.
- Conexão remota: Cyberduck.
- Becape e sincronia: iCloud e rclone.
- Utilitários (em ordem alfabética):
- Awareness: Cronômetro discreto para monitorar o tempo das sessões de uso do computador.
- Substituições de texto nativas do macOS.
- ImgOptim: otimização de imagens.
- Maccy: gerenciador de área de transferência.
- MonitorControl: controles para o monitor externo embutidos no sistema.
- NextDNS: DNS que bloqueia anúncios e rastreamento.
- Extensões do Safari:
- Hush: some com aquelas caixinhas de cookies.
- Kagi for Safari: só testando.
- Pacific Block: bloqueia imagens e vídeos. Uso mais no celular e no iPad.
- Redirect Web: útil para redirecionar links do X para o xcancel.
- Userscripts: vale para scripts e folhas de estilo (CSS).
- Wipr 2: bloqueador de anúncios independente e sem configurações, do tipo “instale e esqueça”.
Quem deixa tanta coisa para ler depois?
Ano passado tinha acabado de assinar o Pocket para poder transitar pelo Android do celular trambolhão que achava que usaria. (Não rolou, gente.) Meses depois, a Mozilla engavetou o aplicativo, momento em que a minha assinatura de um ano já estava juntando poeira.
Eu não sei muito bem o que fazer com esses apps de “ler depois”. (Pronto, eu disse. Fazia uns 15 anos que isso estava entalado.) Salvei para ler depois, li e… e agora? Arquivo? Apago? E se arquivar, para quê? Depois do Pocket, testei também o Folio (sucessor espiritual) e o nosso Readeck, do PC do Manual. Ambos são ótimos, mas não trazem nada novo que ajude a responder os meus dilemas.
Aí voltei para a lista de leitura do Safari, que é o “app” do tipo mais safado que existe, um “favoritos” que salva as páginas para leitura sem internet e… só. Leio, faço o que tenho que fazer com o texto (linkar em um post daqui, compartilhar com alguém) e o excluo. Vida que segue.
Outro estreante em 2025 que teve vida curta foi o Espanso. Ele é ótimo, não me entenda mal, mas nos sistemas da Apple, o recurso nativo de substituição de texto é melhor integrado. (E em alguma versão recente do Firefox, passou a funcionar lá dentro também. Era uma das minhas broncas com o recurso da Apple.)
Awareness
O Aware era um dos apps de terceiros que estavam comigo há mais tempo. Troquei-o pelo Awareness, que faz a mesma coisa, mas com um diferencial: emite um barulho em intervalos regulares (aqui, configurei a cada 45 minutos).
O barulho é útil para chamar a minha atenção quando estou concentrado em algo. E por ser um sutil, daqueles sinos que tocam ao final do shavasana em sessões de ioga, não atrapalha caso eu precise ou queira continuar concentrado no que estiver fazendo. Namastê! 🙏
Bloqueadores de anúncios
Ano passado, estava migrando do 1Blocker para o Wipr 2. Sigo com esse último.
O maior benefício que encontrei no Wipr 2 é ele não ter configurações. É o oposto do 1Blocker e de outras extensões do gênero bem quistas, como a uBlock Origin (agora disponível para o Safari também).
O Wipr 2 me impede de perder horas alterando parâmetros e regras de bloqueio. Eu me conheço; esse tipo de coisa é um perigo. E, o melhor de tudo, é uma extensão que funciona tão bem quanto as outras duas citadas, com atualizações regulares e uma pessoa comprometida à frente dela.
Mobilidade

O Galaxy A55 não durou um mês comigo. Voltei, como o cão arrependido, ao iPhone SE de terceira geração [jul/2022].
O iPhone segue mostrando sinais do tempo. A bateria é drenada por aplicativos mais exigentes, como o WhatsApp. Ela está com 83% da capacidade original; creio que os 17% que faltam não fariam tanta diferença. Como trabalho e passo a maior parte do tempo em casa, a baixa autonomia não é um problema.
O Liquid Glass é menos ofensivo no iPhone, mas mesmo o iOS 26 é, no geral, uma regressão em relação ao iOS 17. Com alguns meses de uso, passei a achá-lo mais moderno, até mais bonito. Por outro lado, os elementos maiores espremem ainda mais o conteúdo na tela e o Liquid Glass tem algo de “não confiável”, com toques em itens que por vezes não são registrados. Reparo nisso porque até então não acontecia.
Felizmente, aquele “risco” interno na tela, que me preocupava há um ano, sumiu. Deve ter sido alguma falha pontual no software.
Os aplicativos da minha tela inicial (única, sem páginas), com os novos (no sentido de trazidos para a tela inicial, não recém-instalados) em negrito:
- WA Business. O mal necessário. Troquei o WhatsApp normal pelo Business após aquela semana sem WhatsApp, para colocar uma mensagem automática a quem entrasse em contato comigo. (Parei de usar isso também.)
- Google Maps.
- Apple Lembretes.
- Doppi.
- Apple Podcasts.
- Uber.
- Apple Calendário.
- TotalPass.
- Saúde.
Na Dock, a fileira fixa no rodapé da tela:
- Safari.
- Apple Mail.
- Signal.
- Ajustes.
Saíram os apps da Wikipédia (uso no navegador), Perplexity e o da empresa de segurança da portaria do condomínio. Sim, cedi, dei minha face a uma empresa estranha que não tem política de privacidade e que pode estar fazendo mil coisas questionáveis com a minha foto. O app da Perplexity eu larguei mão porque não estava usando mesmo. Além disso, o ano grátis promocional, fruto de uma parceria com a Vivo, acabou.
Coloquei apps de mobilidade (Uber e Google Maps) em destaque, pela frequência de uso. O Google Maps eu uso sem estar logado, o que funciona para o que preciso.
Tenho dedicado mais atenção à minha saúde, daí o app Saúde e o TotalPass. O aplicativo do TotalPass é terrível, mas necessário para “dar checkin” em toda sessão realizada pela plataforma. Eu não sei qual é o racional de negócios do TotalPass, uma espécie de “Netflix de atividades físicas”. Parece-me algo insustentável considerando a oferta de serviços, o potencial de uso dos clientes e o valor que cobram. Deve ser algo temporário, para ganhar mercado da Wellhub. Aproveitemos enquanto podemos, pois.
O widget solitário é dinâmico, reúne widgets de saúde e dados biométricos, como qualidade do sono, sinais vitais e carga de exercício (todos ou do app Saúde, ou do Fitness, outro padrão/da própria Apple).
Meu apreço pelos AirPods Pro de 2ª geração [dez/2024] cresceu muito. É uma revolução para quem tem sensibilidade a barulhos. Alterno-o com abafadores Loop Engage [nov/2023], que são mais discretos para situações sociais. O mundo poderia ser mais silencioso, porém.
A nova dedicação à saúde e aos exercícios físicos me levaram a adquirir um Apple Watch Series 10 [dez/2025]. Aproveitei a “entressafra” do novo Series 11, lançado em setembro e praticamente indistinguível do modelo anterior, para pegar este por um preço mais em conta. Poderia ter optado pelo novo SE 3, mas elas por elas (em valores), achei mais negócio ficar uma geração atrás da linha principal.
É… interessante. A integração com o iPhone é bacana e o relógio tem vários recursos que pulseiras mais baratas, como a que usava antes (Huawei Band 8), não têm. Não sei se gosto desse trambolho o tempo todo no meu pulso. Ainda escreverei com mais detalhes a respeito do relógio.
Tenho oscilado no uso do iPad Pro de 9,7″ [ago/2017], acho que o produto mais antigo que ainda uso. Ele passou semanas, às vezes meses guardado na gaveta, como medida para diminuir o tempo que passo olhando para telas. Vez ou outra o resgato, volto a usá-lo, até me dar conta de que estou usando demais e retorná-lo à gaveta. Consigo vislumbrar um cenário em que abdico do tablet, trocado por um celular com tela maior. Não acho que ainda chegou esse momento.
Em paralelo ao iPad, estou usando um tablet Android, o TCL Nxtpaper 11 Gen 2 [dez/2025]. Comprei com a intenção de repassá-lo após os meus testes, em especial da infame tela Nxtpaper 4, que a TCL vende como se fosse uma espécie de híbrido entre telas convencionais (é um painel LCD) e as E-Ink. É outro dispositivo que terá uma análise própria aqui no Manual. Adianto que a promessa da TCL é exagerada — para dizer o mínimo.
Serviços
Fora o app de links para ler depois, comentado acima, de resto continua tudo igual:
- Feeds no Miniflux do PC do Manual, acessíveis pelo NetNewsWire em todos os dispositivos.
- E-mails pessoal e do Manual no iCloud.
- Vivo Easy legado [ago/2024], com um estoque de ~107 GB. Em casa, migrei o plano da Vivo para um comercial, com as mesmas velocidades e ~25% mais barato.
Os becapes continuam sendo feitos no Backblaze B2, via rclone. Acrescentei um HDD antigo, de 1 TB, à dança. Conecto ele ao computador usando um acessório baratinho. Ainda não tenho uma rotina de becape definida para esse HDD. É algo que está nos planos. (Não dá para deixá-lo ligado o tempo todo porque, em uso, a mesa vibra com a atividade do disco.)
Outros
Desfiz-me dos equipamentos de áudio — microfone de lapela Boya BY-M1 e headset Microsoft LifeChat LX-300 —, que estavam sem uso aqui. Estou usando os AirPods Pro para tudo, até na gravação de podcasts.
Parei de usar o iPhone SE como webcam, pois agora posso usar a do próprio notebook. A Sony RX-100V [mai/2021], uma câmera de verdade, continua sendo usada em ocasiões especiais.
Meu Kindle [fev/2024] segue offline e com bastante uso, bem como a impressora HP LaserJet P1102w [~2011], com a graça do CUPS.
CUPS, aliás, que roda no servidor doméstico, um mini PC Minisforum Venus UN100L [dez/2023], com Debian 12 “Bullzeye”. Além do CUPS, que instalei via apt, rodo estas outras aplicações via Docker:
- Um túnel da Cloudflare, para permitir o acesso externo a algumas aplicações.
- Jellyfin.
- Lurker.
- Transmission.
- Uptime-Kuma.

É o computador que menos uso, sim, e um sem interface gráfica e aplicações mais comuns no dia a dia, mas não canso de me maravilhar com a baixa manutenção e a previsibilidade do Debian. Uma vez por semana rodo o apt update && apt upgrade -y e é meio que só isso. O servidor tem mais de ano rodando sem engasgos, alterações imprevistas ou qualquer dor de cabeça.
Um dia usarei o Debian em um computador principal.
Aguardando o review do Apple Watch 10
Vai sair! :)
Cadê a jiboia!? 🧐
Já vou comentar antes de esquecer esse tablet estava na minha lista de desejos, vou adorar ver sua analise, já tenho o tcl 60 SE nxpaper 5G e estou gostando muito, mas as vezes sinto o olho doer nos modos especiais que deveriam é não causar cansaço, não sei se é falta de brilho que estranho ou como vc disse uma promessa furada.
E sim parabéns fazes certinho com a lista de leitura, leio joga fora, se for muito especial transforma em pdf e salva n uma pastinha ;)
Sobre o debian, eu usaria o “apt full-upgrade” porque além de atualizar o aplicativo em questão, ele atualiza as dependências.
Hmmm, eu achava que esse comando só era usado quando a versão do sistema operacional fosse atualizada.
Rodei aqui, mas não fui adiante porque ele retornou esta mensagem medonha:
São dois pacotes meio que importantes, não? Por que o apt quer removê-los? A mensagem na íntegra.
O que acho mais legal do seu setup é a simplicidade da organização só com o bloco de notas. Imagino que não quebrar a cabeça tentando achar um software perfeito e se contentando com o que o sistema oferece já ajuda muito a focar no trabalho de verdade.
Sobre os aplicativos para ler depois, eu gosto de uma abordagem que *acho* que foi a Aline Valek que falou alguma vez:
Use-o como *dump* de coisas que vc acha interessante, sem pressão para ler ou manter organizado. Pode ler o que der na telha quando quiser, sem critério, ou não ler mesmo. Não delete nada. Também não precisa arquivar, isso é irrelevante. O importante é manter um registro de textos que podem ser úteis para você em algum momento.
Aí quando vier na cabeça “como era mesmo aquele texto que falava daquela coisa?” É só abusar da busca do serviço.
Vou dar meu braço a torcer pro Macbook Pro. No novo emprego eu recebi um M5 com 16GB de RAM. Muito bom, roda tudo muito fluido e rapido. Eu deixo tudo aberto (postman, slack, teams, chrome, mongo, safari com umas 10 abas fixadas, calendário, email e lembretes) e tudo segue rodando por dias a fio, sem engasgar. Pena que custa R$17 mil.
Mas, dito isso, muito legal ver a evolução Ghedin :D Achei interessante que você prefere o teclado do notebook (eu detesto o teclado dos Macbooks e dos notebooks da Dell da linha Pro, inclusive o atual que eu uso, sempre levo um teclado externo comigo), por outro lado, a ideia de usar o touchpad é muito boa, porque o macOS parece que e feito pensando em usá-lo (por conta dos gestos). Mas confesso que me dá dor no pulso quando uso por muito tempo, principalmente por conta do click.
Tenho um amigo que tem um Mac, e ele se recusa a atualizar para a versão 26 do MacOS, enquanto a Apple não consertar as lambanças que fizeram. Eu vendo os screenshots, achei muito brega e horrível a interface.
Meu amigo lamenta: “Logo na minha vez de ter um Mac, a Apple transforma o sistema em brega!”
Espero que um milagre aconteça lá e a versão 27 conserte parte dos absurdos da interface, mas a enshitiffication parece um caminho irreversível…
Concordo que o iOS 26 ganhou um bocado de consistência com as atualizações. E realmente parece mais familiar depois de alguns meses.
Ansioso pelos reviews do Watch e do NXTpaper (estava bem inclinado a pegar um, mas alguns comentários que vi no YouTube me desanimaram. Talvez o MdU seja a pá de cal).
Infelizmente a sua escolha de um celular Android impactou muito a experiência.
É muito difícil comparar um Android mediano com um iPhone (que oferece uma boa experiência para praticamente toda a linha).
Numa próxima, tente com um celular da série Galaxy S ou algum outro que se compare mais com os iPhone (tanto em preço, quanto performance).
Ótimo artigo. Muito legal acompanhar ano após ano!
É, foi uma escolha infeliz… nem tanto por desempenho ou qualquer outro critério objetivo; é que o celular era GRANDE demais.
O duro de trocar o iPhone por um Android é que o meu ainda funciona bem. (E agora tem o agravante dos acessórios, fones de ouvido e celular.) Não consigo justificar uma troca.
Valeu, Gustavo!
Os AirPods em tese funcionam no Android usando o Librepods.
A grande maravilha do mundo Android é que você pode escolher muito melhor. O fone finder do GSM Arena, por exemplo, permite você refinar a busca em cada detalhe e achar o telefone que melhor se encaixa no que você procura. Fiz uma busca aqui rápida e, apesar de não ser fã da Samsung, parece que o S24, S25 e S26 se enquadram bem no que você quer de celular pequeno, moderno e potente: https://www.gsmarena.com/results.php3?nYearMin=2024&nHeightMax=150&nWidthMax=78&nWeightMax=175&idDisplayTech=2
Apesar da grande oferta de fabricantes e modelos de celulares Android, o único vendido no Brasil equiparável ao iPhone (em qualidade e tamanho físico) é o Galaxy S base mesmo. A linha Edge Neo, da Motorola, tem tamanho adequado, mas parece-me um degrau abaixo, principalmente no acabamento.
O Librepods é fascinante, mas eu não usaria por depender de rooting + Xposed. Seria mais fácil vender os AirPods e pegar um Buds Pro, da Samsung, ou algum topo de linha da Huawei.
Ghedin, acho que pela rotina descrita e pela presença do monitor, não justifica muito, mas por curiosidade: em algum momento vc utiliza a dobradinha iPad Pro de 9,7″+ MacBook Air?
Nunca. Só usei uma vez para ver como era, por curiosidade.
Ainda quero descobrir como o Ghedin colocar tantas novidades do universo Linux sem necessariamente aparentar que usa rs.
Aliás, boa ideia de como acondicionar os flash cards ali no frasquinho… Tenho tantos aqui que nem cabem numa caixinha metálica de balas. Minimalismos que importam.
Meu sonho é usar Linux no dia a dia 🥹
Venha para o lado livre da força e seja feliz! Bacana seu relato. Gosto dos detalhes. Esse ano fiz uma mudança radical. Deixei o GNOME e estou migrando minhas máquinas para o Plasma (Debian). Achei que não ia conseguir adaptar devido aos muitos anos de GNOME. Tá sendo bem mais tranquilo que imaginei. Por fim, não fique no sonho, entra de cara. Acho que vai gostar muito. Como sempre digo, Debian + Linux é vida. ;-)
Hehehe, mas aí teria que me desfazer do MacBook. Que, como escrevi acima, não tenho do que reclamar.
Qual a sua máquina, Wendell?
Então Ghedin, tenho dois ThinkPads, sendo um i5 11 geração e um Ryzen 5. São meus xodós. Além dos dois tenho também um Avell B.On da 12 geração e um PC Gamer Ryzen 5. Os ThinkPads e Avell rodam Debian com Plasma. Já o PC tá com o Ubuntu 24.04.
Quantos computadores! Eu só tenho um. Tem algum motivo para tantos? Às vezes penso em ter outro para usar com Debian, mas aí me seguro pelo trabalho extra que infligiria a mim mesmo — manutenção, sincronia etc.
Meio exagerado né?! Na verdade os ThinkPads são uma paixão. Se tivesse espaço e tempo pra ficar fuçando, teria mais alguns modelos pra aumentar a coleção. O i5 modelo L14, fica mais guardado e uso eventualmente. O Ryzen, um E14, é meu pé de boi. Vai pra todo lado dentro da mochila. Como trabalho com consultoria e redes, acaba sendo o companheiro do dia a dia. Já o Avell, como foi presente, acaba ficando ali na escrivaninha pra uso rápido. Quanto ao PC gamer, além de servir pra alguns jogos de simulação na Stem, uso para editar videos.
@ Wendell
Comprei um ThinkPad E14 recondicionado, com Core i5 de 11ª geração.
Vamos ver o que acontece!
Uauuu! Ótima aquisição Ghedin. Com certeza vai brincar bastante agora. Se joga e seja feliz.
Então venha para o lado Tux da força, agora em 2026 recomendo 3 distros: Ubuntu (é a que utilizo atualmente), Zorin OS e PopOS. Em 2022 qdo troquei meu Macbook super ultrapassado por um Dell, já optei na época por comprar um Dell com o Ubuntu. Estou tão acostumado com ele que nem vi necessidade de fazer um Dual boot com Windows.
Dica: Antes de sair do Mac, eu praticamente integrei tudo que usava com minha conta Google, já que pagava o Workspace, foi tudo para Google Photos, Gmail, Calendário, Mapas e Drive. Hoje tenho um iPhone com estes mesmos Apps e funciona muito bem integrado e ainda uso o LocalSend (AirDrop com o Linux).
Ghedin, sei que parece meio alheio com o assunto do artigo, mas notou algum acréscimo de spam (sms principalmente) quando mudou sua conta do Whatsapp para o Business?
O negócio que já não era bom piorou muito por aqui quando fiz a mudança para gerir melhor a conta do trabalho.
Não notei, não.