Creio que não existam muitos usuários do LXQt, um ambiente gráfico levinho para Linux. A esses poucos, uma boa notícia: saiu a versão final do LXQt 2.0, que tem como foco a atualização para o framework Qt6. O suporte ao Wayland ficou para a versão seguinte, 2.1.
4 comentários
Escolhas do editor
Posts Aleatórios
- Folha de S.Paulo pede indenização de R$ 23.400 ao Manual do Usuário por ferramenta que democratiza a informação 26/8/2025
- Links do dia 22/4/2026
- Links do dia 21/10/2025
- O que tem no seu celular, Rodrigo? 29/7/2025
- Links do dia 29/10/2025
Uso o LXQt numa instalação do Debian em um netbook Atom (HP-Mini). Ele usa em torno de 420 MB de memória RAM. Tem atendido bem, afinal, para um Atom com apenas 2 GB, foi um ganho bastante interessante. Tá aí um ambiente bacana e que pode dar uma bela sobrevida a máquinas mais modestas.
@feed
Um gestor de janelas que deve ter ainda menos usuários é #IceWM, o qual usei antes dos padrões de interoperação criados pelo projeto #FreeDesktop
@feed usei muito o LXDE, no Lubuntu. Não sei por que nunca gostei muito do LXQt, acabei indo para o XFCE e, posteriormente, parei no i3wm.
O LXQt tem uma história curiosa: foi desenvolvido pelo mesmo cara que fez o LXDE, que na época estava insatisfeito com o GTK 3. (Acho que isso explica a similaridade dos nomes.) Tem uma breve historinha na Wikipédia: https://en.wikipedia.org/wiki/LXQt#History