[Review] iPhone 6s

Review do iPhone 6s.

Poucos produtos são tão icônicos quanto o iPhone. Responsável por desencadear a revolução dos smartphones, desde 2007 ele define os rumos do setor, inspira legiões de adoradores e detratores (ambas igualmente irritantes) e faz boa parte do caixa da empresa mais valiosa da história — atualmente quase 2/3 da Apple é feito de iPhone. Por que se fala tanto nele e, em igual medida, tantos desejam ter um? Usei a última versão do aparelho, o iPhone 6s, para tentar responder a essas questões.

Desde a segunda versão do iPhone, a Apple mantém um cronograma previsível, bianual: num ano lança um modelo totalmente novo e, no seguinte, mantém o visual, mas altera as entranhas do aparelho. O ano de 2015 foi um desses do segundo tipo, com o iPhone 6s aperfeiçoando o iPhone 6, apresentado no anterior. Embora tenha feito algumas mudanças externas, como a troca da liga metálica do corpo e aumentos quase microscópicos em espessura e peso, é virtualmente impossível diferenciar, de soslaio, um iPhone 6 de um iPhone 6s. O que não significa, como veremos, que sejam aparelhos idênticos.

Mais do mesmo, só que maior

O iPhone 6s tem uma tela de 4,7 polegadas.

O anúncio do iPhone 6 marcou a ruptura em um dos dogmas do finado Steve Jobs, o de que smartphones devem ser pequenos. Sem cerimônia ou qualquer explicação, os dois novos modelos, de 4,7 e 5,5 polegadas (iPhone 6/6s Plus), surgiram, suplantando o que talvez fosse o último smartphone feito para ser usado confortavelmente com uma mão só — no caso, o iPhone 5s, com tela de 4 polegadas.

Para quem vinha de um iPhone antigo, essa é a primeira e mais longeva diferença. No meu caso, uma negativa. É legal ter uma tela maior, com mais área visual para os apps. Nesse sentido o aumento é um ganho em praticamente todos os casos de uso imagináveis. Por outro lado, ele dificulta o manuseio, especialmente a digitação com apenas uma mão. Não que seja um negócio tão grande a ponto de prejudicar a usabilidade — como imagino que deva ser o iPhone 6/6s Plus e como são os aparelhos de 6 polegadas que já tive a oportunidade de testar — mas já é um ponto que ultrapassa o que eu considero o tamanho ideal. Talvez se não houvesse aquelas “sobras” frontais em cima e embaixo…

Somado a isso, o acabamento e as escolhas de design da Apple para este modelo criaram um problema ergonômico. As bordas chanfradas dos iPhones 5 e 5s deram lugar a cantos bem arredondados. Além de esteticamente pior, o fato de ser feito de metal deixa o iPhone 6s escorregadio e suscetível a quedas bobas. Partir para uma tela maior exigiu alguns sacrifícios, afinal, e pela primeira vez em muitos anos me vejo usando um celular com (argh) capinha.

Detalhe da tela do iPhone 6s.

Aliás, fora o tamanho, a tela continua estupenda. Ela não tem a maior resolução do mercado, mas porque não precisa. Pixels são indistinguíveis e o equilíbrio de branco e precisão das cores são excelentes. É realmente difícil encontrar pontos fracos aqui.

Mais do mesmo, com melhorias graduais

O grande trunfo do iPhone e, ao mesmo tempo, maior crítica que ele costuma receber (ainda que geralmente de quem não usa um ou não tem interesse nisso) é a familiaridade. Fora o tamanho, voltar à plataforma da Apple, vindo de um iPhone 5, meu antigo aparelho, foi uma experiência confortável. O iPhone 6s é extremamente rápido e, de um ponto de vista menos pragmático, mais subjetivo, essa foi a maior diferença que senti. Talvez a única, porque de resto foi como estar em casa novamente.

Não é como se o iOS, atualmente na nona versão, estivesse estagnado. A Apple mantém o pulso firme no que permite e no que acrescenta ao seu sistema móvel. Novamente: alguns veem nisso sinais de retrocesso, ou uma espécie de cerceamento da “liberdade” de se alterar o software. Para quem quer apenas usar um smartphone confiável, fácil e, ao mesmo tempo, poderoso, não há do que reclamar, porém. Gosto de como as coisas são organizadas e apresentadas, e do cuidado aparente na inserção de novos recursos. Obviamente há espaço para melhorias, mas elas não são urgentes (porque o sistema já é muito bom) e não deveriam, como não acontece de fato, sobrepujar a qualidade do que já se tem à mão.

É tudo sobre velocidade

O iPhone 6s é rápido, e não só em cargas brutas, onde supera, em processamento por núcleo, praticamente todos os outros chips ARM do mercado — provando, mais uma vez, que contagem de núcleos funciona mais com o pessoal do marketing do que na prática. Há atalhos, facilitadores no software e no hardware para agilizar ações triviais, dessas que realizamos várias vezes ao dia.

Botão home do iPhone.

Talvez o maior exemplo dessa velocidade indireta do aparelho seja a nova versão do Touch ID, o sensor de digitais que serve para desbloquear o iPhone e autenticar em alguns apps. Quem tem por hábito desbloquear o iPhone diretamente pelo botão home corre o risco de nunca mais ver a tela de bloqueio do iOS. É rápido assim e com uma taxa de erros na identificação das digitais irrisória.

Outra característica que, indiretamente, torna o aparelho mais esperto é a quantidade de RAM, a memória volátil usada pelo sistema e pelos apps. Este é o primeiro iPhone com 2 GB, o dobro das gerações passadas. Ela se faz sentir no tanto de apps e páginas web que consegue “segurar” antes de colocá-los num estado de congelamento. Na prática, isso se traduz em alternâncias mais rápidas entre um app e outro, uns poucos milissegundos que podem até passar batidos na hora, mas ajudam a economizar tempo no acumulado.

Não costumo jogar, então ficarei devendo uma análise desse departamento. Apesar disso, não há por que duvidar da capacidade gráfica do iPhone 6s. Para quaisquer perfis, ele não decepciona quando o assunto é desempenho.

E, não que importe muito à maioria pelos próximos anos, mas as tecnologias de conectividade (Wi-Fi, LTE) foram atualizadas para aumentar a velocidade máxima e a compatibilidade com redes móveis.

Bateria menor, só que na mesma

iPhone 6s de costas, na mesa.

Se você se der ao trabalho de olhar a tabela de especificações do iPhone 6s lado a lado com a do modelo anterior, notará que um item regrediu. A bateria, que no iPhone 6 tinha capacidade de 1810 mAh, nessa atualização diminuiu para 1715 mAh.

É uma diminuição de 5,2% na capacidade. Com as otimizações no gerenciamento de energia, a perda acaba anulada e fica elas por elas. (Não usei o iPhone 6, mas quem sim diz que a autonomia continua na mesma.)

iPhone nunca foi sinônimo de baterias de longa duração, tanto que a Apple lançou, recentemente, uma capa oficial com bateria interna na tentativa de satisfazer a parcela de heavy users. Isso parece o caso porque, embora restrita, a bateria do iPhone sempre teve uma meta: chegar ao fim do dia. E, a menos que você seja um ~influenciador que publica no Snapchat cada passo da sua vida, ela consegue. Comigo ela quase sempre chega ao final do expediente próximo do vermelho (~20%). E com o iOS 9, a Apple implementou um sistema de economia que promete estender mais esses últimos momentos de vida antes do desfalecimento por falta de energia.

A bateria do iPhone passa bem longe das melhores do mercado. Moto X Play e Moto Maxx, por exemplo, sobram nesse quesito. Mas eles falham em outros, como ergonomia e espessura. São comprometimentos que devem ser feitos e, como a Samsung nos mostrou com o (ótimo) Galaxy S6, valem para todos.

3D Touch, a novidade do iPhone 6s

Abrindo opções do Instagram via 3D Touch.

Sendo uma versão “s”, as mudanças são, em sua maioria, invisíveis ao usuário — elas se concentram dentro do aparelho. Mesmo assim, todo iPhone Xs trouxe algo peculiar: velocidade no iPhone 3GS (“S”, nesse caso, vinha de “speed”), a Siri no 4S e o Touch ID no 5s. O destaque do iPhone 6s é o 3D Touch.

O 3D Touch acrescenta profundidade aos toques na tela. Seu mecanismo faz com que o iPhone 6s identifique não só o toque, mas a pressão exercida por ele. Aperte com mais força e coisas diferentes acontecerão. E, sim, pode apertar com força mesmo, sem medo de quebrar.

Tem gente apelidando o 3D Touch de “botão direito do iPhone”. É uma analogia que faz sentido, pelo que foi apresentado até agora. O iOS traz alguns truques bacanas, como as ações rápidas nos ícones da tela inicial e o acesso à tela de multitarefa com um toque mais forte na lateral esquerda da tela — o que é bem legal e, espero, ajudará a acabar com aquele botão virtual de acessibilidade que um povo usa para não “gastar” o botão home. Outra aplicação utilíssima é a que transforma o teclado virtual numa espécie de touchpad, com um apertar mais forte, a fim de mover o cursor pelo campo de texto selecionado.

Quanto aos apps, os desenvolvedores precisam dar suporte ao 3D Touch. Alguns, além da própria Apple, já se movimentaram a fim de tornar isso possível. Dos que eu uso, vejo-me apertando a tela com mais força no Instagram (pré-visualização de miniaturas) e no Mail (pré-visualização das mensagens com ações em ambas as laterais). WhatsApp, Tinder, Spotify, Feedly, Tweetbot, Nubank, Dropbox… todos esses já contam com um ou outro recurso liberado pelo 3D Touch.

O 3D Touch fica na interseção entre o útil e o dispensável. Tê-lo ali faz com que você o utilize em diversos contextos, mas não é algo que muda a vida, ao menos por ora. Sendo um recurso novo e inovador, é preciso dar tempo ao tempo para que novas aplicações, aquelas realmente exclusivas e imperdíveis, apareçam. O potencial está ali, só não foi desenvolvido ainda.

Como sempre, uma ótima câmera

Protuberância da câmera do iPhone 6s.

Sim, ainda há uma protuberância na câmera principal no iPhone 6s. Não chega a ser algo feio, mas dá um aperto no peito o perigo de, colocado numa mesa qualquer, esse saltado ocasionar risco na lente ou qualquer coisa do tipo.

Pelas críticas e comparativos já vistos, o salto de qualidade geracional entre as câmeras do iPhone 6 e 6s foi um dos menores até o momento. É verdade que a do 6s tem resolução maior, 12 contra 8 megapixels, mas, fora tirar fotos maiores e permitir vídeos em 4K, em termos qualitativos não houve grandes melhorias.

O que, dado o histórico, não é exatamente um problema. Se tem uma área onde o iPhone sempre se consagrou e que por muito tempo deixou a concorrência no chinelo, essa é câmera. Ano passado, a Samsung e a LG conseguiram equilibrar o jogo — e, tenho comigo, a Samsung conseguiu superar a Apple. Se em qualidade pura nas condições ideais o iPhone 6s já não é hegemônico, ele ainda mantém uma cabeça de vantagem no procedimento de fotografar. O app simples e confiável, o foco extremamente rápido e, novamente, confiável, estimula o usuário a tentar fotografias mais rebuscadas e, não raro, conseguir na prática o que se pretende, mesmo quando as condições são bastante adversas.

Veja algumas das fotos que fiz com o iPhone 6s.

Câmera do iPhone 6s vista de outro ângulo.

Ah, e tem as Live Photos, que pela forma como são capturadas (automaticamente, sem qualquer diferença de uma foto comum), acabam tendo algum apelo. É diferente da implementação da Samsung, que reservava ao recurso um modo específico, gerando complexidade e, em último grau, descaso. Já salvei foto por causa dos sons e das imagens “antes e depois”, mesmo a foto em si não tendo ficado tão boa.

Na frente, ou seja, na câmera para selfies, o upgrade foi significativo. A fraca câmera de 1,2 megapixel do iPhone 6 deu lugar a uma de resolução e qualidade maiores. E na falta de um flash frontal, a Apple recorreu a uma tela branca super brilhante para iluminar os rostos na balada. É um quebra-galho que ora funciona, ora não.

Por quê?

iPhone 6s, visto de baixo.

Ainda existem outras pequenas novidades aqui e ali, como a Siri acessível por voz (mesmo com o iPhone bloqueado) e o novo motor motor de vibração que, a exemplo do 3D Touch, veio importado do Apple Watch. São outros pequenos detalhes que acrescentam à experiência. Mas, no geral, até que ponto essa vale o que a Apple cobra?

No último guia de compras de smartphones, publicado aqui no Manual do Usuário, recomendei o iPhone no último grupo, o do “dinheiro infinito”. Claro, foi uma brincadeira; como muitas delas, uma com um fundinho de verdade.

Ter um iPhone não implica em ter “dinheiro infinito”, mas sim em ter uns bons trocados sobrando. O iPhone 6s tem preço sugerido de R$ 3.999 na versão de 16 GB, que é insuficiente para um smartphone desse calibre — só de fotos e apps, lá se vai quase todo o espaço disponível. Em promoções, já chegou a ter 25% de desconto no Brasil, o que levou seu preço a um patamar mais aceitável, mas ainda assim acima da barreira dos R$ 3.000 e, portanto, fora do alcance da maioria.

Então, por quê? Para mim, o iPhone se justifica em sua consistência. Nenhum outro smartphone do mercado é tão equilibrado, em todos os aspectos que fazem um, quanto o da Apple. Em vários, ele se supera e dita o ritmo da indústria — câmera, acabamento, software. Não há do que se queixar num nível que faça alguma diferença real ou, posto de outra forma, nenhuma falha tão grave a ponto de desabonar o aparelho como um todo.

É caríssimo e reconheço que a justificativa que apresento aqui é insuficiente. Ainda mais quando se tem alternativas tão boas quanto, caso do Galaxy S6, por quase metade do preço. Se nos EUA a Apple compete com as outras fabricantes pelo mesmo consumidor, devido ao modelo de fortes subsídios das operadoras que vigora lá, aqui, com preço cheio como regra, ela joga sozinha na ponta de cima da tabela. No Brasil, quem tem mais de R$ 3 mil para gastar num smartphone não tem motivo para comprar outro aparelho que não o iPhone — exceto se rola alguma birra ou incompatibilidade com o iOS ou a Apple.

Ninguém, nem a pessoa mais exigente, precisa de qualquer coisa acima de um Moto X Play. Mas quem prefere o melhor, tem no iPhone 6s, hoje, essa opção.

Revisão por Guilherme Teixeira.

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134 comentários

  1. Rodrigo, já que ia fazer um belo upgrade, por que não 6s Plus? Sei que irá alegar o tamanho da tela, mas com o recurso do duplo tap que leva o topo da tela para a parte do meio, tornando fácil a utilização numa única mão, o tamanho não iria te incomodar (falo em relação ao manuseio, não transporte no bolso da calça). Não se deixou seduzir pelo OIS da versão maior nem pela possibilidade de usá-lo na horizontal?

  2. Impressão minha ou está sem película? Acho que capa sem ela é quase como ‘usar camisinha furada’…
    (Carcaça pode ficar linda, mas a tela continua tendo enorme chance de trincar, estilhaçar, arranhar)..

    1. Sem, e não tenho a intenção de colocar. O vidro já é bastante resistente e não acho que uma camada por cima evite acidentes fatais. E mesmo que sim, é um downgrade severo em usabilidade — melhor usar o aparelho numa boa por… sei lá, dois anos, ou cheio de ressalvas por três?

      É meu quinto smartphone e nunca tive uma tela trincada, estilhaçada, arranhada, nada do tipo.

      1. Mas já usou alguma vez? Pelo que diz, acho que não. A película de vidro não atrapalha em absolutamente nada. Tem uma chamada HaloBack que faz o iPhone ficar com botão… ‘back’.

        1. Em aparelhos meus, não, mas vários amigos usam, então tive contato. Tem as ditas de vidro que são grossas, outras foscas (!?) e… bem, acho dispensável. Para mim, é o equivalente de comprar um carro e usá-lo sem tirar o plástico dos bancos — protege? Claro, mas afeta o conforto e ao fim da vida útil do produto acaba não fazendo tanta diferença assim :)

          1. A analogia do carro foi ótima, não havia pensado nisso e, claro!, que por esse lado faz muito sentido (imagina sentar num banco com plástico…).
            Mas vai de cada cabeça no caso do telefone. Talvez por ser paranoico e não parar de pensar naquilo, não consigo relaxar se estiver desprotegido, para você, não deve ter esses problemas…
            Uma coisa que notei (quando tinha Moto G 2014 e usei por pouco tempo sem proteção e percebi que a tela é mais ‘macia’, digo, permite um deslizar mais gostoso, que não deixa o dedo grudar se estiver levemente molhado. Deve ser a camada oleofóbica, que as películas também dizem ter mas, a julgar pelo grudar, tenho certeza ser mentira)

      2. O meu também nunca usei película muito menos capa. Do que adianta ter um smartphone fininho, designer perfeito e uma capinha escondendo tudo isso.

      3. O meu também nunca usei película muito menos capa. Do que adianta ter um smartphone fininho, designer perfeito e uma capinha escondendo tudo isso.

  3. Impressão minha ou está sem película? Acho que capa sem ela é quase como ‘usar camisinha furada’…
    (Carcaça pode ficar linda, mas a tela continua tendo enorme chance de trincar, estilhaçar, arranhar)..

  4. Uma ferramenta interessante a adicionar no iOS seria a de desativar o app (igual o android permite hoje).
    Dessa forma poderíamos desativar algo que a gente não usa (exemplo: eu desativo o gmail pois não uso e-mail no android).

  5. “Em vários, ele se supera e dita o ritmo da indústria — câmera, acabamento, software. ”

    Desde quando o Iphone dita o rumo no quesito câmera na indústria? ?

    No mais, foi um bom review.

      1. Acho que nao. Foi no 4 ou 4S que teve um aumento substancial de qualidade com aquele marketing da lente de safira, vários elementos etc.

        Os 3 primeiros eram bem meia boca, considerando que a Nokia tinha N95 e outros com lentes CZ

        1. Verdade. Problema é que o N95 era um trade-off severo — uma boa câmera por um sistema de outra era e nada prático. Entre 2010 e 2012 a Nokia chegou nesse nível com smartphones modernos, em especial com os Lumias 920 e 1020, mas logo perdeu fôlego (e, mais uma vez, o software exigia um sacrifício talvez muito grande à maioria).

          Desde 2012, porém, com o iPhone 5, a Apple lidera. Ano passado o Galaxy S6 chegou, mas o iPhone ainda tem suas particularidades e pontos de vantagem.

      2. Sinceramente,é a primeira vez que vejo alguém falando isso.
        E rapaz, olha o que tem nesse texto:
        “…Microsoft’s PureView cameras fare better, but the Windows Phone camera app is comparatively slow and unintuitive, and there’s a reason why former Lumia chief Ari Partinen is now tagging his photos with…”

        Ele reclama do software lento… Parece que melhoraram isso no Lumia 950.Tom Warren falou lá no Twitter.

      3. Nunca vi nada de especial na camera so iphone. E nada q outros bons smarphones nao facam tbm.

        Agora, The Verge nao é referencia de porcaria nenhuma, neh?! É o informativo mais propagandista, soh nao perde pro Tecmundo, e mais alguns outros cujos nomes ja ate esqueci… To pra conhecer algum engenheiro de marketing que fale bem desses sites ai.

        Mas que a camera do iphone tem uma base incrivelmente boa. Dizem q a do S6 é igualmente boa.

        1. O que seria “informativo propagandista”? Eu gosto do The Verge. Eles têm uma linha editorial ampla, mas gente muito boa escrevendo — inclusive o Vlad Savov, que assina essa matéria. Não conheço engenheiros de marketing, mas eu (e vários colegas) confio e gosto de muita coisa que eles veiculam.

          Sobre o outro comentário, também fiquei confuso com a distinção entre “software-plataforma” e “inovação tecnológica”. Quando digo que a câmera do iPhone é muito boa, refiro-me ao que importa — as fotos. Elas saem bonitas, do jeito que espero, com o comportamento, no processo, desejado. O que falta nela em termos de “inovação tecnológica” (ou, nesse sentido, em qualquer outro parâmetro)?

          1. Jamais desqualificaria o grupo de profissionais que estão nesses sites. Jamais faria isso. Acredito que todos esses sites empregam um monte de excelentes profissionais, qualificadíssimos e ganhando bons salários para fazer o que fazem. Merecido. Mas não significa que a linha editorial seja boa para mim, usuário comum e ao mesmo tempo havy-user.

            Vejo que promovem o seu gosto particular nos reviews. O Tecmundo ainda consegue ser menos conflitante em termos de opinião, mas é ao mesmo um punhado de informação perdida naquele site. É impossível abrir o site deles tamanha a falta de identidade visual. Até hoje eu não sei se aquilo é um site de informação, ou de propaganda, ou de portal de rumores e pipocas…

            Sobre a linha editorial, mais especificamente a do The Verge, pegue como exemplo o review do Galaxy Note 5. O Note 5 é de longe (junto do iPhone e outros, talvez) o smartphone mais avançado, mas praticamente todos os parágrafos desse review são iniciados com uma negativa e/ou comparativos. Não é um e outro, são praticamente todos os parágrafos. É ridículo. A qualidade da informação é pobretona.

            5 parágrafos foram dedicados a dizer o quão X é a SPen, e só. E o fato do dito ter tido alguma dificuldade para manusear a S Pen (no video) é porque ele deve ser desleixo ou estivesse procurando pelo em ovo… É assim que a “linha editorial” faz o cara parecer.

            Tome vc como exemplo, Daniel Rubino do Windows Central, Lester Victor do Apple Inside, Lisa Gade… Voces fazem review para o publico comum e ao mesmo tempo conseguem alcançar o publico mais chato, mais exigente e mais havy-user. O TV até que faz um leitura bonitinha e elegante de se ver, mas induz a consumidor comum acreditar que smartphone A é pior que B porque sua nota final é dois pontos decimais abaixo, mas esquece de revelar o que não é óbvio: a opinião do jornalista é pessoal (apesar de muito bem escrita), portanto não leve isso a sério. Pois devia ter um texto desse em letras garrafais. Seria de bom tom.

            O “achismo” da boa fé vale muito “ainda” para o mercado; as pessoas comuns são socialmente dotadas de boa fé.

            Sobre “software-plataforma”, quis dizer a relação do sistema operacional com o aplicativo de fotografia. A plataforma do iPhone para fotografia é incrivelmente boa, e tem os elementos essenciais, sem excesso. Aquele monte de função incrivelmente boa que a Nokia tentou engatar no WP 8.1 e só saiu perdendo porque era prejudicado pela performance do OS.

            PS: Eu fui injusto com o Tecmundo. Apesar de não gostar daquela pagina louca deles, reconheço que os reviews são sempre bem bacanas.

    1. Bom da camera do iphone é que tem um bom software-plataforma. Pois claro que nao ha nenhuma inovacao tecnologica nela.

      1. O Android sempre sofreu com a velocidade do foco, só recentemente os aparelhos top conseguiram resolver esse problema.

  6. Uma outra coisa bacana do iPhone é mega variedade de acessórios de qualidade. Isso faz uma falta para qualquer android não galaxy s top.

    A capa bateria, por exemplo, tem boas opções por ai, alem da propria opção apple. Já pra meu x2014…. Preciso carregar a tira colo o desconfortável carregador turbo (que ao menos carrega rápido.)

    Já tive um iPhone 4 … Teria de novo um iPhone? Sim.
    os apps basicos que uso hoje em dia servem em quase todos os sistemas.

    Porque não tenho? Pq um android puro, v6, num hardware como o x 2014 acabam resolvendo minha vida por mais de um ano. Encarar um plano tipo Claro up talvez faça sentido (devo inclusive estudar melhor esse plano no meio do ano), mas comprar um iphone hoje é gastar bem mais do que quero para ocupar meu bolso

    1. Isso depende. Tenho um ótimo tablet Android e pela Internet não é difícil encontrar acessórios de qualidade. Tenho uma ótima case que comprei há mais de um ano e nunca tive problema com ela.

  7. Uma outra coisa bacana do iPhone é mega variedade de acessórios de qualidade. Isso faz uma falta para qualquer android não galaxy s top.

    A capa bateria, por exemplo, tem boas opções por ai, alem da propria opção apple. Já pra meu x2014…. Preciso carregar a tira colo o desconfortável carregador turbo (que ao menos carrega rápido.)

    Já tive um iPhone 4 … Teria de novo um iPhone? Sim.
    os apps basicos que uso hoje em dia servem em quase todos os sistemas.

    Porque não tenho? Pq um android puro, v6, num hardware como o x 2014 acabam resolvendo minha vida por mais de um ano. Encarar um plano tipo Claro up talvez faça sentido (devo inclusive estudar melhor esse plano no meio do ano), mas comprar um iphone hoje é gastar bem mais do que quero para ocupar meu bolso

  8. Uma pergunta,

    “O iOS traz alguns truques bacanas, como as ações rápidas nos ícones da tela inicial e o acesso à tela de multitarefa com um toque mais forte na lateral esquerda da tela — o que é bem legal e, espero, ajudará a acabar com aquele botão virtual de acessibilidade que um povo usa para não “gastar” o botão home.”

    Eu simplesmente não consigo usar essa função,
    existe algum macete? Alguma coisa que estou deixando escapar?
    Aperto mais forte na lateral esquerda da tela e nada, tsc…

    1. Não tenho o 6s mas, pelo que sei, você tem que apertar com mais força no lado esquerdo da tela e ARRASTAR para o lado direito. Assim abre o multi-tasking.

      1. Não funciona,
        quando arrasto pra direita, só abre a pag de buscas,
        com os últimos apps usados embaixo,
        nada de multitarefa, =(

          1. vc tem o link do vídeo
            mostrando os caras fazendo
            isso tá me deixando encafifado, hehehehe

          2. Tô no trabalho agora e não consigo acessar o YouTube.
            Assim que chegar em casa eu procuro e posto aqui.

          3. Ou arrasta para o lado, ou aperta com mais força para mostrar a multitarefa. É bem na beirada mesmo, uma parte do dedo fica para fora da tela. Leva um tempo para acostumar, mas funciona bem de boa depois disso.

          4. Aff, iPhone é um troço difícil. Tive um 5c não “não me dei com o sistema”. Desisti! Achei difícil de usar, por mais que digam que é muito mais intuitivo que Android (não achei de jeito nenhum). Sou conservador, não gosto de mudança brusca, sinto-me perdido e a angústia cresce, deixando-me ainda mais com sensação de ‘perdido e sozinho’. Prefiro o conforto daquilo que sei usar e comprei o X14. Tirando a tela amarela (tem como minimizar esse problema do amoled by motorola?), é muito melhor. Desculpem quem é fã e não me chamem de burro, please…

          5. Muito obrigado, Douglas
            agora deu certo, o vídeo ajudou muito
            e agora que vi a explicação do Ghedin ali embaixo,
            e é isso mesmo, o macete é clicar com o dedo meio fora da tela, nem é tanto a força, e arrastar
            aí sim, ele mostra a multitarefa,

            mais uma vez obrigado
            abraço

    2. Pressiona o dedao esquerdo na borda da tela com alguma força, até que deve surgir a lista de apps abertos… Alias, vc deve ter alguns apps abertos pra isso. Os apps abertos devem surgir na tela em forma de cartas flutuantes uma sobre a outra. A partir disso é pinuts…

      1. Nao sei porque estava com o Z5 na cabeça. Acho que me enganei, que vc tivesse comprado ou estava esperando receber… Enfim… Acho que ouvi isso no último Guia Prático.

          1. Farei um esforço para conseguir um!

            O Z5 deve estar na sua cabeça porque o Paulo e a Emily pegaram no meu pé no último Guia Prático. (Mais gente se confundiu, haha!)

    1. Vai sonhando amigo rsrsrs. Pois na maioria dos casos os donos desse aparelho tentam a todo custo justificar a compra.

      1. No mundo real, poucos tentam justificar. Poucos donos de android caros também.
        Donos de aparelhos mid range, nesse mesmo mundo real não ficam questionando escolhas alheias, nem espinafrando.

        Eles não se importam com isso. Ninguém se importa em justificar ou questionar.

        Mas ainda temos aqueles 0,1% que tentam justificar e questionar. E aqueles 0,1% que dão ouvidos e generalizam. Normalmente restritos a internet

  9. Esse Tinder aí só me faz pensar em Match Match e o manancial de crushes.

    Quanto ao iPhone 6s, certamente é um aparelho formidável. Qual a sua capinha?

          1. Não consigo usar aparelho algum sem uma película (de vidro) e capa. Tenho pavor de sujeira. Coisa quebrada então, me desespera, simplesmente não consigo usar. Tenho um paninho para deixar o aparelho guardado dentro dele, quando está sobre algum móvel, porque ao mesmo tempo em que evita a vibração excessiva ao chegar notificação, também não permite a acumulação de partícula em suspensão no ar, pelo de gato, cocô de mosquito.

        1. Sim! Mas enquanto pesquisava marcas topei com a Husky e me pareceu um produto bem decente. Como estava com pressa (Peel vem dos EUA, demoraria) e o preço é uma fração da oficial da Apple, arrisquei e me dei por satisfeito com o que recebi.

  10. Esse Tinder aí só me faz pensar em Match Match e o manancial de crushes.

    Quanto ao iPhone 6s, certamente é um aparelho formidável. Qual a sua capinha?

  11. Ghedin, você me recomendaria um iPhone ou um Windows Phone? ?

    Falando sério agora, o Moto X Play pode ser ótimo, ter o melhor custo-benefício, mas acho o design dele feio de doer!

  12. Tenho gostado dessa forma do Ghedin fazer review. Acho que mostrar o que o aparelho realmente faz (ou deixa de fazer) é mais interessante do que perder metade do tempo num review fazendo uma listinha de peças do aparelho.

  13. Até hoje não consegui entender a diferença do 3d Touch do iPhone para o toque longo do Android. Consigo fazer a mesma coisa no Instagram segurando a miniatura por cerca de 1s, por exemplo.

    1. A diferença é que o 3D Touch não é longo, é instantâneo — você só coloca mais força e essa pode ser dosada para ter efeitos diferentes. No Mail, por exemplo: aperte com força e você tem uma pré-visualização da mensagem; aperte com mais força e a mensagem abre completa.

    2. Na maior parte dos casos, há um efeito para o toque longo e outro para o toque com pressão. No teclado, por exemplo, o toque longo dá acesso às variantes de cada letra. O toque longo dá acesso ao “cursor”.

  14. Sobre as fotos do review: só faltaram algumas fotos de grupos (pessoas) e as “adoradas” selfies, com a câmera frontal, em situações de bastante luz e menos favoráveis.

  15. Sobre as fotos do review: só faltaram algumas fotos de grupos (pessoas) e as “adoradas” selfies, com a câmera frontal, em situações de bastante luz e menos favoráveis.

  16. Ótimo review… o 6s realmente é muito equilibrado… só tenho conseguido trocar de iphones desde o 5s vendendo eles o mais caro o possível e comprando o novo aqui nas lojas do centro do Rio… e tem ficado cada ano mais difícil…

  17. Parabéns Ghedin, tá fantástico esse review. Sempre que me perguntam eu digo que não vale o preço se a pessoa utiliza pra whats/face/foto.

    Mas as pessoas se acostumam com o sistema então fica difícil convencer. Sem contar o status. Apesar de que no meu ponto de vista, as bordas arredondadas apagaram a aura e deixaram ele muito parecido com um galaxy.

    A questão do tamanho da tela é algo que não me agrada também.

    Pior é que a alta do dólar deixou ele “mais acessível no Brasil”. Dureza!!

  18. Parabéns Ghedin, tá fantástico esse review. Sempre que me perguntam eu digo que não vale o preço se a pessoa utiliza pra whats/face/foto.

    Mas as pessoas se acostumam com o sistema então fica difícil convencer. Sem contar o status. Apesar de que no meu ponto de vista, as bordas arredondadas apagaram a aura e deixaram ele muito parecido com um galaxy.

    A questão do tamanho da tela é algo que não me agrada também.

    Pior é que a alta do dólar deixou ele “mais acessível no Brasil”. Dureza!!

  19. “É diferente das implementações de Samsung e Microsoft, que reservavam ao recurso um modo específico, gerando complexidade e, em último grau, descaso.”
    Nos Lumias não é necessário habilitar nada, nem mudar para um modo específico, para ter as Live Images. É necessário apenas um modelo compatível (Lumias, 730, 830, 920, 930, 1020, 640, 640 XL, Icon, 1520, 950, 950 XL etc). Você pode desabilitar o recurso, se você quiser, entretanto.

    1. É verdade, nos Lumia, versal 8 e 8.1 o Live Images funciona perfeitamente bem e também não é tremido como no Live Photos.

      É mais fácil acertar alvo a 20m de distancia em tiro com uma .320 a fazer uma boa foto com em movimento com esse Live Photos.

      Em minhas experiencias, e foram várias, o Live Photo funcionou bem em foto noturna. E no Lumia é possível fixar um ponto no quadro para capturar o movimento, dentre outros recursos bem bacanas.

      Live Photos foi muito mal projetado.

      1. Sim hahaha eu gosto de ir pelo Camera Finder, e depois ordenar os achados por data, porque dai fica irrelevante o nivel de likes, ou se ila o que mais ele usa pra subir as “melhores”. Dai por data da pra ver como é mais na realidade!

      2. Sim hahaha eu gosto de ir pelo Camera Finder, e depois ordenar os achados por data, porque dai fica irrelevante o nivel de likes, ou se ila o que mais ele usa pra subir as “melhores”. Dai por data da pra ver como é mais na realidade!

  20. Rapaz, o Ghedin tá ryco.
    Macbook e Iphone.
    Brincadeiras a parte, fico feliz. Sinal de que seu trabalho aqui está dando retorno financeiro.
    No mais, ótimo review. Bem leve e sensato.
    E as fotos do aparelho ficaram ótimas.

    1. Rapaz, vou te contar que está difícil viver à base de miojo e sem sair aos fins de semana, viu :)

      Como são ferramentas de trabalho (e objetos da temática que abordo aqui, no Manual), nisso não costumo economizar. O mesmo para cadeira/mesa e outros produtos relacionados. Levo tal regra na vida: o custo de algo transcende o valor que está na etiqueta. Uma… sei lá, uma cadeira de escritório muito barata e ruim sairá caríssima no longo prazo — desconforto, dores nas costas, e pode até minar a minha profissão em última instância. É o tipo de economia que, se evitável, assim deve ser. Não vale a pena.

      Obrigado pelos elogios!

        1. Eu não economizo, compro na internet dos melhores produtores, grãos recém torrados e tenho um moedor e um Aeropress (googleie).
          Quando tiver podendo vou comprar uma espresso mas por enquanto tá assim e tá me atendendo bem. Media do grão de 50 reais o kilo, mas já comprei mais caros

      1. Complementando, acho legal pensar em valor de acordo com uma lógica para comprar roupa mas que se aplica a outras áreas. A seguinte fórmula: (durabilidade + frequência de uso + “agradabilidade”) / preço

        Algumas pessoas acham absurdo eu ter gasto uns R$500,00 em um fone de ouvido, mas uso ele o dia inteiro e, diferentemente da maioria dos gadgets, não tem um prazo de validade. Para quem gosta de ouvir música, a diferença é enorme de qualidade. É absurdo porque comparativamente há opções muito mais em conta, então a pessoa acostumada a pagar R$50,00 se assusta, mas pensando nas três variáveis acho que vale a pena.

        Por outro lado, tenho um Moto X 2014 com tela quebrada como smartphone. Antes eu tinha um Razr i que era bem mais ou menos também. Faço assim porque uso apenas o básico, não sou muito de tirar fotos e nem heavy-user de games e bateria, então fica no mais básico mesmo. A “agradabilidade” comparada com um smartphone melhor não é tanta, diferente de um fone de ouvido ou notebook por exemplo.

        1. Não se pode negar que no Brasil está complicado comprar produtos de tecnologia, mas estando dentro do orçamento e pesquisando bem, acho justa a busca pelo que você deseja. Essa fórmula que você postou é super válida nesse ponto.

          Em 2012 eu gastei R$340,00 com um fone da Sennheiser que produz um som maravilhoso e está firme e forte comigo até hoje. Tive um iPhone 4S por 3 anos com performance acima da média até o último dia. Troquei pelo Moto X 2014 em setembro do mesmo ano. Está comigo até hoje, porém, engasgando que é uma maravilha e com a tela cheia de burn-in…está me atendendo mas está quase na hora de dar “tchau”.

          Na época, com mais R$400,00 eu pegaria um 5S mas achei que ele estava defasado naquele momento, talvez eu tenha me equivocado.

          Quando puder eu volto para o iPhone, pois sei que mesmo pagando pelo preço cobrado, eu vou ter uma experiência de uso super agradável por um (longo) bom tempo .

          1. O meu x2014 deu burnin tbm. Não me atrapalha ainda, mas eu enxergo. E quando eu começo a enxergar essas coisas…………… Ela normalmente vai pro limbo. MAs a crise que está me segurando de gastar. Daqui uns 6 meses vou pensar.

            Mas o desempenho dele não posso reclamar. Com o 6 ele vai muito bem… E olha que usei um tempo antes de resetar.

          2. No meu apareceu na barra de botões. E no meio da tela, tem um listra escura na horizontal que incomoda quando você rola a mesma com um fundo branco.

          3. Confirmo. Troquei o moto x 2014 pelo 5s e a experiência de uso é outra, em vários sentidos.

        2. De fato. tudo depende do uso diário que a pessoa faz.
          Gastei também uma boa grana em dois fones da Audio Technica – um pra usar com o celular e outro pra usar em casa quando estou trabalhando e precisa ficar mais isolado do resto das pessoas da casa. Ambos foram bem caros – só me lembro do preço do intra, R$188, numa promoção. Mas me servem muito bem.

          Por outro lado, tenho um Chromebook que paguei R$599 ano passado – já tem 1 ano de uso quase diário – e abandonei o meu iPad 2 – hoje serve de segundo monitor com o Duet. Pro meu uso, levar u8m caderno pequeno e um notebook barato é o melhor. Idem para telefones. Troquei o meu “inusavel” Moto G (1st gen) por um Windows Phone 535 – que, a despeito de quem faz reviews, é bom e me atende com os apps que eu uso diariamente (Whatsapp, Facebook, Twitter, Mapas (e os mapas dele são bem melhores do que os mapas do Google), Email e Telegram) de mogo MUITO bom r por um preço irrisório. A falta de atualização/recursos não me pega, não uso 99% dos novos recursos voltados para vídeos que os apps agora tem (e Snapchat eu nem sei como se usa). Então, a despeito do que falam, me dou bem com o WP e gosto do fato de ter pago R$400 nele (e é rápido, mais rápido do quem um Android mid-end pelo mesmo preço).

          Dificilmente pagaria qualquer preço que a Apple pede no Brasil pelos equipamentos que ela vende, pode ter a vantagem que for, mas, novamente, perfil de uso é o que dita esses compras, usualmente.

          Outra coisa que acabo gastando basante é em games/acessórios para games. Tenho um mousepad da Razer que paguei R$170 e melhorou muito o meu dia-a-dia – tanto pra jogar quanto pra digitar (ele é grande e pega ~70% da área útil da minha mesa). Me lembrei de citar isso porque o Ghedin falou no podcast passado que gamers pagam absurdos por acessórios e citou o mousepad (hahaha). Isso se encaixou perfeitamente no exemplo de perfis. de uso. Eu acho tão absurdo alguém pagar +R$3k por um telefone quanto a maioria das pessoas acha absurdo pagar ~R$200 num mousepad.

          Cada um usa a tecnologia de um modo bem especifico – e essa é exatamente a graça me que mantém no MdU, tem uma série de perfis que se vê por aqui que raramente se vê em outros locais – ou, ao menos, nos outros locais essas pessoas não comentam/discutem.

          1. Não sou gamer, mas um mousepad pra gamers faz toda a diferença. Uso um há alguns anos, um não tão caro, mas ainda assim caro para os padrões de mousepad, e a precisão q ele me dá é incrível. Valeu o gasto.

          2. De fato. Ajuda em outras atividades diárias, mas pra jogar ajuda mais ainda.
            Comprei o Razer Goliathus Speed (XL) e ele muda bastante o uso do mouse.
            Sem falar que me dá uma “almofada” confortável pra usar no dia-a-dia.

        3. É interessante essa lógica (Durabilidade + Frequência de Uso + “Agradabilidade”) / preço , mesmo ela não sendo exata ou com fatores bastante mensuráveis. Em economia, isso poderia, talvez, ser substituído por utilidade / preço e cada pessoa iria destrinchar melhor suas variáveis. Bacana.

          Em Smartphone, não é nada absurdo dispor de R$500 num fone, dependendo do peso de cada variável nessa equação, e é muito (MUITO) comum ouvirmos música por meio deles. Ainda não avaliamos, enquanto consumidores, pormenores como a qualidade da saída de áudio P2 dos devices para espetar fones e receivers e com frequência eu plugo meu celular neste para ouvir o som pelas caixas. Os sites brasileiros que se propõem a avaliar Smartphone, também não o fazem em geral.

          Fica a dica. :)

        4. É interessante essa lógica (Durabilidade + Frequência de Uso + “Agradabilidade”) / preço , mesmo ela não sendo exata ou com fatores bastante mensuráveis. Em economia, isso poderia, talvez, ser substituído por utilidade / preço e cada pessoa iria destrinchar melhor suas variáveis. Bacana.

          Em Smartphone, não é nada absurdo dispor de R$500 num fone, dependendo do peso de cada variável nessa equação, e é muito (MUITO) comum ouvirmos música por meio deles. Ainda não avaliamos, enquanto consumidores, pormenores como a qualidade da saída de áudio P2 dos devices para espetar fones e receivers e com frequência eu plugo meu celular neste para ouvir o som pelas caixas. Os sites brasileiros que se propõem a avaliar Smartphone, também não o fazem em geral.

          Fica a dica. :)

          1. Tb acho interessante essa lógica que parece absurda mas que, ao final, faz muito sentido: fones do Gabriel, Mac e iPhone do Rodrigo. Fones não se troca todo ano, assim como imagino que o Rodrigo fique no mínimo uns dois anos com seu novo 6s, logo, o produto terminará tendo sido uma excelente aquisição, não somente pelo uso, qualidade etc mas pela durabilidade.

      2. Não dizem que uma das formas de amenizar as más consequências do consumismo é fazendo melhores decisões de compra? Talvez seja o caso do iPhone no quesito durabilidade (e não em muitos outros, inclusive sociais, relacionados à produção, por exemplo). Comprei o 4 no começo de 2011 e fiquei com ele até a metade de 2014. De tão bem conservado, ainda vendi por 300 reais. Nunca tive um telefone que durasse tanto tempo (e com tanto vigor) quanto ele. Troquei por um 5c, mas fui roubado. Uma pena, porque certamente poderia ter continuado com ele por um bom tempo.

        Ah, e definitivamente, sinto muita falta da câmera do iPhone.

      3. Por sinal já que entrou no tema: qual a sua cadeira de escritório?

        Já quis comprar uma Aeron, mas achei cara, na época (e o dólar ainda estava na casa de 2,40). Acaba que tenho utilizado a Detroit, comprada no Extra, numa promoção. É “boazinha”, mas…..

      4. Idem para:

        Colchão, tênis de corrida, cervejas, mochila de notebook e um bilhão de etc.

        Tem toda uma grande lista de economias burras

        1. As maiores estão relacionadas à alimentação: comer salsicha em vez de carne, salgados na rua em vez do arroz com feijão, doces em vez de uma fruta, refri no lugar do suco natural…

      5. Rodrigo, o mesmo vale para alimentação. Já percebeu no quanto algumas pessoas são relaxadas ao ponto de ‘comer qualquer coisa’ no dia a dia para manter um status (produtos caros que gosta de ter) e, futuramente, acaba tendo de gastar muito mais com consulta, exame, remedio…
        Vc faz bem: se pode ter o melhor para si, faça-o. Só não fique no miojo, ok? ;)

  21. Rapaz, o Ghedin tá ryco.
    Macbook e Iphone.
    Brincadeiras a parte, fico feliz. Sinal de que seu trabalho aqui está dando retorno financeiro.
    No mais, ótimo review. Bem leve e sensato.
    E as fotos do aparelho ficaram ótimas.

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