iOS 10: Menos elegante, mais funcional

iOS 10 no iPhone 6s.

Se você tem um iPad (4 em diante), iPod touch de sexta geração ou qualquer iPhone lançado nos últimos quatro anos (iPhone 5 em diante), já pode atualizá-lo para o iOS 10, a nova versão do sistema móvel da Apple que acaba de ser lançada. Ela traz diversas pequenas mudanças que, embora somadas não formem algo tão grande quanto foi o iOS 7, representam as primeiras mexidas significativas na interface desde então.

O iOS 10 foi anunciado em junho, na WWDC, evento anual da Apple para desenvolvedores. De lá até hoje, alguns betas foram lançados, inclusive para quem não desenvolve — o procedimento, explicado aqui, é ridiculamente simples. Isso permitiu sanar muitos bugs antes da liberação da versão final, mas ao mesmo tempo deu uma esfriada no fator surpresa. Assim que atualizei o meu iPhone para o iOS 10, uns dias atrás, já sabia de antemão o que procurar e onde. E, mesmo assim, alguns detalhes me surpreenderam.

O preço da metáfora de cartões

Exemplos do uso de cartões na interface do iOS 10.

O que chama a atenção logo de cara são as mexidas no visual, especialmente o uso exacerbado de cartões. Felizmente, elas não ficaram tão feias quanto os prints publicados à exaustão em blogs sobre Apple davam a impressão. Não sei  muito bem explicar os motivos, mas desconfio que seja a combinação desses três:

  1. O fato de as imagens divulgadas serem estáticas, o que exclui as animações suaves e de bom gosto do sistema;
  2. A escala. O iOS “diminui” o tamanho dos elementos exibidos na tela do dispositivo, coisa que poucos têm o cuidado de replicar ao publicar imagens dele na web. É difícil, acredite;
  3. E o hardware em si, que é uma parte importante no uso do software, tanto que muda a percepção que se tem dele — rodar o iOS, qualquer versão, em um iPhone com tela não-Retina deve ser bem desanimador hoje.

Em suma, o iOS 10 continua bonito, mas algumas coisas saíram bem esquisitas. Para colocar em uma palavra melhor, o sistema parece menos elegante.

O uso dos cartões nas notificações e nas áreas de widgets é o maior exemplo. Além dos cartões darem um ar mais cartunesco à interface, o “embranquecimento” dessas áreas contribuiu também para essa impressão de que estamos lidando com algo mais despojado — antes, os fundos dessas áreas eram de um preto semi-opaco e as demarcações entre os itens, mais sutis.

Talvez seja mais fácil para uma parte do público identificar os separadores e interagir com esses cartões e a adoção deles no iOS aumenta a consistência com a interface do watchOS, mas é inegável que, esteticamente, o resultado no smartphone é um passo atrás. E como a Apple sempre prioriza o deleite estético, acaba sendo uma movimentação estranha.

Botão Limpar nas notificações do iOS 10.Para além disso, há coisas inexplicavelmente feias. Caso em tela: o botão para eliminar uma notificação da central e da tela de bloqueio tem a mesma altura do cartão. É esquisito. Feio, eu diria, embora mais fácil de acertar do que a antiga bolinha com um “x” dentro.

Na tela “hoje”, à esquerda da inicial e da cortina de notificações, os cartões ficaram particularmente estranhos, talvez pelas diferenças de layout entre eles e a infelicidade no desenho de alguns. O que antecipa o próximo compromisso da agenda amontoa esse com o próximo alarme, o que me confundiu muito na primeira vez em que olhei — achei que a minha sessão de pilates tinha mudado de dia!

Nem tudo piorou, porém. A animação de sair de um app ficou melhor e, agora, ao expandir uma pasta de apps ela cresce e desfoca os ícones ao fundo, o que é mais agradável aos olhos e mais coeso para quem usa (dá uma noção melhor de onde se está).

Erros e acertos em usabilidade

Voltando aos probleminhas, também notei algumas complicações no uso do sistema. Dividir a Central de ações em dois painéis (três, se você usa alguma coisa que conversa com o HomeKit) significa um deslizar de dedo a mais. Outra: a configuração padrão do Touch ID, que agora exige um apertar no botão de início quando se desbloqueia a tela pelo de liga/desliga, é um pedágio para dar à tela de bloqueio a utilidade perdida com o Touch ID super rápido do iPhone 6s. Meio desnecessário. Felizmente, é uma mudança que pode ser desfeita nas configurações de acessibilidade.

A exemplo do visual, em usabilidade também o iOS 10 equilibra erros (falados acima) e acertos. A melhor coisa dessa atualização, para mim, é o “raise to wake”. Ele faz com que o aparelho se comporte mais ou menos como o Moto X: ao ser tirado do bolso ou pego de uma superfície, o chip M9 (ou M10, no iPhone 7) detecta o movimento e acende a tela automaticamente. Por depender desse componente de hardware, isso só funciona nos iPhone 6s/6s Plus, SE e 7/7 Plus.

É algo bastante cômodo, o tipo de coisa de que sentia muita falta depois de testar e devolver um Moto X da vida. E nem é tanto para usar o iPhone (embora também contribua nesse sentido); o “raise to wake” é especialmente legal quando tiro o celular do bolso para dar uma olhada na hora e nas últimas notificações. Nesses primeiros dias ele tem funcionado exemplarmente bem, o que me leva a imaginar que um futuro iPhone sem botões físicos seria não só viável, mas algo bem funcional.

Detalhes…

Fora essas novidades maiores, o iOS 10 traz um certo polimento e atenção a detalhes que não se vê com frequência, mesmo em grandes versões. Não por descaso, acho, mas porque o iOS sempre foi muito polido e bem feito — logo, por que mudar? Aparentemente, desta vez algum motivo houve. Se você prestar atenção, encontrará um monte de detalhes diferentes.

Os barulhos do teclado e do travamento da tela mudaram. A Siri (dizem) está mais esperta e agora é capaz de interagir com apps de terceiros (ainda não topei com nenhum).

Os emojis foram redesenhados e ficaram parecidíssimos com os da LG, o que não é bem elogio:

Novos emojis do iOS 10.

As smart replies agora mostram o campo de texto no rodapé da tela e (mais) opções em grandes botões no meio dela:

Como se comportam as smart replies no iOS 10

O atalho de navegação entre apps no canto superior esquerdo não esconde mais os sinais da operadora e do Wi-Fi:

Atalho para voltar apps no iOS 10.

Finalmente o corretor do teclado detecta automaticamente o idioma, ou seja, nada de ficar alternando entre eles como se fazia na década passada — e isso inclui os emojis, que são apresentados como sugestões de palavras quando se digita uma que coincida com algum deles:

Escrevendo em português, inglês e emoji sem mudar o teclado no iOS 10.

São detalhes, alguns meramente estéticos, outros úteis, que no geral deixam o uso do sistema mais ágil e natural. Se do iOS 6 para o iOS 7 houve uma revolução, pode-se dizer que o iOS 10 é uma mini-revolução: mudou pouco, mas foram mudanças pragmáticas e que se fazem sentir no dia a dia.

Apps nativos: ame-os ou desinstale-os

Além das novidades do sistema, vários apps nativos foram repaginados. Alguns, bastante: Apple Music e suas fontes pesadas, Relógio (que agora te avisa a hora de dormir e monitora o sono), Saúde e o pacotaço de melhorias do iMessage que, infelizmente, meio que se anula aqui pela onipresença do WhatsApp.

Novos visuais dos apps Relógio e Apple Music.

Em outros, foram (novamente) detalhes: o Mail, enfim, mostra mensagens de uma mesma thread de cima para baixo e em rolagem, em vez de ter que apertar botões para navegar entre elas, e o Notas permite compartilhar notas com outras pessoas.

Widgets com 3D Touch no iOS 10.

Esses apps também são a forma mais fácil de experimentar os novos widgets das telas iniciais acessíveis com o 3D Touch. Não parece ser, ainda, algo capaz de popularizar nem o 3D Touch nem os widgets do iOS, mas… ok, continue tentando, Apple.

Ah sim: agora você pode desinstalar a maioria dos apps nativos.

Para quem usa iPhone e algum Mac, a atualização conjunta com o macOS Sierra traz alguns benefícios extras como a área de transferência universal (funciona como o esperado) e o compartilhamento da Mesa e dos Documentos do Mac através do iCloud Drive (adeus, Dropbox?).

Atualização recomendada

Falar em “atualização recomendada” para o iOS é bobagem. Todas são e inevitavelmente você, mesmo que resista num primeiro momento, acaba aceitando elas. O controle exercido pela Apple sempre leva a maior parte da base de dispositivos à versão mais recente e isso tem um efeito cascata que culmina na inevitabilidade: cedo ou tarde um novo app ou uma atualização de um app exigirá a versão mais atual do iOS.

O histórico também joga a favor. Não há motivos para ficar com um pé atrás a menos que o seu dispositivo seja o mais antigo com suporte à versão — desta vez, iPhone 5 e iPad 4. Esses, geralmente sofrem um pouco mais para rodar os novos recursos e acabam sem acesso aos mais legais, então talvez seja uma boa aguardar alguns dias e ver como eles estão reagindo à nova versão do sistema.

Aos demais, há sempre o receio da redução da autonomia da bateria. Já li várias reclamações desse problema, mas parece-me efeito placebo ou reflexo do fator novidade que acaba nos estimulando a usar mais o smartphone. Aqui, pelo menos, sem qualquer teste elaborado, apenas usando o iPhone como sempre uso, a autonomia me parece igual à que obtia com o iOS 9.

Se não esteticamente, no funcional os ganhos do iOS 10 são bem evidentes e justificam o entusiasmo. Se a atualização deixa o sistema menos elegante, como já comentei, ao mesmo tempo o faz mais esperto e natural de se usar. Não se pode ter tudo e, desta vez, a Apple priorizou a função em vez da forma. O que não é de todo ruim, também.

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78 comentários

  1. Bem feinha essa interface hein? Não sei o que está acontecendo com a Apple.. Na MINHA OPINIÃO a interface mais bonita é a MIUI, apesar de se inspirar muito no iOS acho ela mais bonita em seus pequenos detalhes, sem falar que não tem esse botão limpar horrível aí.

  2. Por que as matérias do Manual do Usuário são sempre tão prazerosas de se ler?

    Sobre o tema em si, muito bom. Acho que estas são as melhores novidades… Mas que acabam melhorando a nossa experiência do dia a dia. O iOS é um sistema muito sólido, com certeza seria a minha escolha de plataforma se meu aparelho Windows Mobile morresse (espero que não morra por questões financeiras! XD).

  3. Nos Lumias com Glance screen também dá pra acender a tela ao tirar do bolso. Isso realmente veio primeiro no Moto X?

    1. Não, isso tem desde o Symbian, faz tempo. Moto Tela veio depois da Glance, e é melhor no meu ponto de vista; a partir daí veio só réplicas como o Always On Display.

  4. Só lembrando que existe “desinstalar apps nativos”, na verdade apenas alguns apps nativos podem ser escondidos.

    1. Os aplicativos continuam funcionando normalmente? Ou são desativados de forma semelhante ao Android? Lembro que nos primeiros betas certas ações pediam pro usuário “reinstalar” o aplicativo correspondente.

        1. Esse argumento não se sustenta. O hardware da Apple é muito poderoso. Pode não ter números enormes colados na caixa do iPhone, mas em desempenho costuma superar (com folga) os melhores smartphones Android.

          Recomendo dar uma olhada nos gráficos de benchmark do Anandtech: http://www.anandtech.com/show/9686/the-apple-iphone-6s-and-iphone-6s-plus-review/6

          E, para algo mais recente, os mesmos do review do Galaxy Note 7: http://www.anandtech.com/show/10559/the-samsung-galaxy-note7-s820-review/4 O iPhone 6s, quase um ano mais velho, ainda fica na frente.

          1. Não consigo entender quando alguém diz que o hardware da Apple é inferior, sem sequer ter uma noção sobre arquitetura e otimização. É muito achismo. No entanto, não acho válido benchmarck pois o iPhone querendo ou não usa telas de resolução inferior à maioria dos androids, o que influencia muito, e no dia a dia a diferença de abertura de apps é nula e o multitarefa dos android está tão bom quanto, senão melhor. Gosto de colocar coisas na mesa: o Android não está mais aquele sistema instável, o IOS não é mais aquele sistema leve e super estável, e a placa gráfica dos iPhones são as melhores ever.

          2. Mas o benchmark só testou o CPU e não GPU. Ele não fez utilização de nada de vídeo.

          3. Impressionante. Falei pra um amigo meu e ele ficou puto, literalmente PUTO com isso. Disse que isso era improvável de acontecer. Não tinha como um celular ser mais potente que um notebook, um Core i5

            Palavras dele:

            “É improvável mesmo.”
            “Processador tem uma puta ventoinha em cima, como que um lixo de cpu pra celular vai ter o mesmo desempenho? ”
            “Que mágica é essa que a Apple fez que subverte os princípios da termodinâmica?”
            “Um cpu moderno full load consome 90w.”
            “Como que um celular com bateria limitada vai aguentar?”

            Tentei mostrar a ele e ele ao final não aceitou os números.

            No final ele terminou com:

            “Blz, eu não acredito na notícia é tenho motivos técnicos para tal.”

          4. Ia falar isso agora, fora que o SO que roda na máquina e a otimização são completamente diferentes.

          5. A parte de smartphones é um exemplo claro do efeito “Dunning-Krugger”, as pessoas sabem de forma superficial como um computador funciona e quer discutir arquitetura de processadores…um negócio absurdamente complexo e o pessoal quer comparar com aritmética da quarta série.

          6. Pq vc não comentou isso naquela matéria MEH do Tecnoblog do Higa? O povo se ilude com pouca coisa. Acho que a partir desse A10 F,a Apple vai abandonar os Intel nos Macbooks… não,pera. XD

          7. mas não é mais potente mesmo, mesmo que se tenha camadas e camadas de implementação, se você olhar numeros OK, mas um notebook corre um sistema que um celular não tem potencia hoje para rodar, pois os processos, as camadas de abstrações, uma serie drivers, gerenciadores e tals, fazem com que ele não tenham o mesmo desempenho…

          8. Voce sabe que existe anos-luz de distancia entre x86/64 e Arm/AX né? Mas como um bom exemplo, eles não são bons em ponto flutuante, mas simples ainda? Por mais otimizado que seja, uma gpu mobile nunca vai entregar a qualidade de um jogo de xbox 360 no fim de sua geração, com todos os sistemas de IA, texturas, renderização a 1080p 60fps..

    1. se chama implementação, na mesma onde de consoles de videogames, esqueça benchs, eles não explicam motivos, mostram apenas números que em grande parte, não dizem nada

      1. Eu estava com essa mesma dúvida é logo que saiu o beta público da GM eu instalei a no meu iPad mini 2. Confesso que uso do iPad tem sido bem pequeno nos últimos dias (basicamente só tenho usado os apps do Kindle, Flipboard, Tweetbot e YouTube) e nesse cenário não percebi grandes diferenças de desempenho com relação ao iOS 9.3.5.

  5. “O preço da metáfora de cartões”
    Apple usa cartões de crédito como modelo (eles querem seu dinheiro!) enquanto o Google usa cartões de apresentação como modelo. Pelo menos é assim como vejo a diferença, é mais fácil fazer algo mais visualmente agradável sendo simples.

      1. Uso por dois dias uma carga. Isso vai depender muito do seu uso. No meu caso, por usar muito o Spotify com o 4G, o consumo é maior, mas consigo sobreviver numa boa.

      2. Uso por dois dias uma carga. Isso vai depender muito do seu uso. No meu caso, por usar muito o Spotify com o 4G, o consumo é maior, mas consigo sobreviver numa boa.

  6. Não vejo a hora de baixar no 5C da minha mulher,pra testá-lo.Assim de cara a única coisa q eu vi de “podre” foi o retrocesso q foi os emojis_ficou triste de ver.Os emojis da Apple eram incríveis;agora estão com a cara dos do Android?.

  7. Ele não desinstala os aplicativo nativo, somente desativa eles e retira o ícone? Muitos dele são essenciais para o sistema, em atividades de sincronia de dados e até confirmação de identidade do hardware.

  8. Uma duvida, tem suporte a multiplos usuários? (isso é bem util pra quem tem familia, criança, mulher!)

    abs

        1. Voltas? O Windows Phone precisa só chegar a 18% em Marketing Share, hoje está em menos de 1%.

          Quanto tempo mais você espera que ele dê essa volta?

          Desde 2012 o Market Share do WP só fez cair, era 3% em 2012, hoje, 4 anos depois está em 1%… em quantos anos você espera ela subir?

          iPhone que é iPhone está com 18%, o Android com mais de 80%.. tu ainda espera isso?

          Sério, tu ainda acha que ele vai dar essa volta? Tu tem esperança?

          1. A maior prova é que o sistema W10 está sendo atualizado de forma igual no PC, Mobile, Xbox, HoloLens etc.. O UWP é uma realidade indiscutível. O próximo passo é a consolidação do OneCore.

          2. Certo, mas isso vai fazer crescer no celular? Mobile? Vai sair do 1% e bater no mínimo a próxima empresa da escada… Apple e seus 18%.

            Tu acha que vai chegar em 10% em quanto tempo? Com OneCore, Hololens e toda tecnologia…

    1. Somos dois, apesar de usar android também, meu principal é Windows, que mesmo na Redstone 2 está ótimo e bem mais rápido que meu android. Gosto da estabilidade, da segurança, da UI, das atts que quase sempre possuem coisas boas, dos detalhes que o tornam diferente. Uso um 930 e um X Play com as animações zeradas.

      1. estava com o 5C, mas como estava de mudança de casa, vendi para custear, voltei para o WP, continua aquela coisa, mas o que ele tem de bom que é o basico, desde apps até produtividade, ele é bastante competente

        1. EU viveria no WP se houvesse suporte pra teclados de terceiros. Swiftikey é imbatível pra digitar tudo errado com as mãos suadas que ainda sai certo no corretor.

      2. Somos dois, colega. Ganhei um Moto Maxx da operadora e aproveitei pra dar uma nova chance ao Android, mas nem isso me fez abrir mão do Lumia 830 como aparelho principal. O Windows me atende melhor e o app gap faz pouca diferença no meu dia a dia, então pra que mudar?

        Nós consumidores só temos a ganhar com essa briga entre plataformas.

    2. Cara eu uso um Lumia 930 e sinto que – para o meu uso – ele supera fácil o iPhone 6, iguala ao iPhone 6S e só o iPhone 7 que trás algumas pequenas coisas melhores. É um celular que funciona lindamente e não me faz ter vaidade em substitui-lo.

      É realmente uma pena que nenhuma outra marca tenha abraço o W10M, porque vc comprar um celular e saber que consegue ficar 3 anos com ele é algo sensacional. Hoje só consigo sentir isso no iPhone. Nenhum Android me passa a confiança que funcionará perfeitamente durante 3 anos.

        1. Na questão dos aplicativos, não podemos negar que ainda faltam opções (modinhas) na Windows Sore. Mas o sistema não deve em nada ao iOS.

          1. Em nada? Mas como. Não pode.

            Nada explica. Não tem como ser melhor.

            Se fosse tão bom assim não seria o fracasso que foi. Ele está presente em menos de 1% de Smartphones do mundo.

          2. O “pecado” da Microsoft foi foi querer abraçar mais do que ela consegue. Eu mudei pro iPhone mas o Windows realmente devia nada em relação ao iOS (exceto app modinha), só troquei de plataforma pq considerando as muitas mancadas da Microsoft, não se sabe se o sistema vai pra frente.. E não digo isso em relação ao sistema em si mas sim da imagem que ele tem: de algo abandonado

          3. Como te respondi anteriormente. Faltam os Pokémons e SnaP0rnChat da vida na Windows Store, o que é um chamariz para a maioria.

          4. teclados de terceiros, nem apple nem microsoft implementaram isso direito. Swifitkey volta e meia trava geral no iPhone no android segue rodando por meses sem precisar de um reboot.

        2. Oxe KKKKK. Cite aí o que além de oferta de apps o iPhone supera o Lumia 930. Câmera, potência, bateria? Risos risos risos.

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