Mais uma vez o Google ameaça os 3 bilhões (!) de usuários do Gmail com recursos do Gemini (IA). Desta vez, a mudança é dramática: a caixa de entrada será “inteligente”, o que seria tentador se os modelos de IA fossem capazes de resumir certo e não fossem propensos a erros. Por ora, o novo Gmail está sendo liberado para estadunidenses que pagam os caros planos de IA do Google. A medida profilática é desativar todos os recursos de IA do Gmail: nas configurações, aba Geral, desmarque a opção Ativar os recursos inteligentes no Gmail, Chat e Meet. De nada!

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4 comentários

  1. Obrigado Ghedin!
    A cruzada dos tempos atuais é ir caçando configurações dos serviços que uso para desabilitar IAs.

  2. A medida profilática é desativar todos os recursos de IA do Gmail: nas configurações, aba Geral, desmarque a opção Ativar os recursos inteligentes no Gmail, Chat e Meet.

    O problema é que isso desabilita também as correções ortográficas e outras funções clássicas da redação de e-mails.
    Se o Proton tivesse um pouco mais de espaço na versão gratuita, ou se fosse possível usar no Thunderbird, também na versão gratuita, migraria para ele sem dó.

    1. Lembro-me bem da frustração que senti ao instalar o Thunderbird e ser barrado pelo Proton Mail. Apesar disso, gradualmente estou me adaptando a esses gestores de e-mail; grande parte dos meus e-mails “comerciais” já estão sincronizados no Thunderbird e, sinceramente, não tenho sentido falta dos serviços proprietários.

    2. Sem pagar, acho difícil encontrar alternativa. Fora o Proton, existem outras alternativas muito boas (e menos… estranhas), como Migadu, Fastmail, Disroot. O Disroot tem um tier gratuito, aliás, sem essas limitações do plano básico do Proton.

      Eu tenho um pé atrás com o Proton, a começar por esse argumento de “e-mail criptografado de ponta a ponta” que é uma meia verdade — só o é se as duas pontas estiverem usando Proton. E a história da carteira de criptomoedas. E os recursos de IA. E outras histórias estranhas.