Logo da Insider à esquerda e a frase à direita: “Use o cupom MANUALDOUSUARIO12 e garanta peças básicas de qualidade com desconto”.

Apple anuncia MacBook Pro com entalhe na tela e recursos de 2015

Foto de um MacBook Pro novo, aberto, de frente, mostrando o entalhe da tela.
Foto: Apple/Divulgação.

A Apple passou cinco anos dizendo que USB-C era o futuro e o único padrão de conexão de que as pessoas precisariam em notebooks “pro” para, agora pouco, anunciar nos novos MacBook Pro com HDMI, leitor de cartão SD e conector de energia MagSafe — quase igual o antigo MacBook Pro pré-2016; faltaram as conexões DisplayPort.

Os melhores MacBook Pro dos últimos cinco anos vinham com a Touchbar, uma tela horizontal no lugar das teclas F1–12, odiada por todos. Os novos MacBook Pro, anunciados há pouco, trazem de volta os botões F1–12. Físicos, de apertar, iguais aos do restante do teclado.

Errar faz parte, mas é doído aceitar quando o erro é evidente de cara.

A cereja do pudim é o entalhe na tela de um notebook. Algo me diz que a concorrência, que copiou o entalhe do iPhone X à exaustão, não seguirá essa moda. Não é como se empresas como Dell e Lenovo não conseguissem fazer bordas finas. E os novos MacBook Pro sequer têm Face ID para justificar tal atrocidade em suas telas. Via Apple (em inglês).

O MacBook Pro de 14″ começa em R$ 27 mil e o modelo de 16″, em R$ 33 mil.

Aos gigantes da tecnologia, que parem de explorar a fragilidade humana, as vulnerabilidades das pessoas, para obter lucros

— Papa Francisco, no Twitter. O papa Francisco tirou o sábado (16) para pedir que grandes grupos econômicos e pessoas de poder tenham mais consciência sobre seus poderes. Antes do comentário acima, feito em um fio no Twitter (que não foi publicado como um fio), Francisco cutucou o capitalismo sem dar nome aos bois dizendo […]

Achados e perdidos #38

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana. ***

WhatsApp começa a liberar backup criptografado de ponta a ponta na nuvem

O WhatsApp começou a liberar backups na nuvem (Google Drive/iCloud) criptografados de ponta a ponta. Se a sua conta já estiver liberada, basta seguir estas instruções.

Atenção redobrada, porém: “Se você perder suas conversas do WhatsApp e não se lembrar de sua senha ou chave, não será possível restaurar seu backup. O WhatsApp não pode redefinir sua senha nem restaurar seu backup para você.” Via @zuck/Facebook (em inglês), WhatsApp.

Ubuntu 21.10 “Impish Indri”

O Ubuntu 21.10 “Impish Indri” foi lançado nesta quinta (14) com algumas atualizações esperadas (Linux 5.13, Gnome 40) e outras menos óbvias, como a versão em Snap do Firefox e a remoção do tema “híbrido” do Yaru (o claro agora é padrão). Esta versão terá 9 meses de suporte e poderá ser atualizada para a próxima, 22.04 “Jammy Jellyfish”, que será do tipo LTS, ou seja, com suporte estendido, de no mínimo cinco anos. Via Canonical, OMG! Ubuntu! (em inglês).

“Nova modalidade” da Uber soa como reajuste disfarçado do preço das corridas

A Uber encontrou um jeito ~esperto de resolver os problemas das longas esperas por corridas e a insatisfação dos motoristas com os custos de operar na plataforma: aumentar o valor das corridas chamando o reajuste de “nova modalidade”.

O Uber Prioridade, disponível inicialmente em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Belém (PA), é definido pela empresa como “mais uma oportunidade de ganhos para os motoristas e, para os usuários, a possibilidade de embarques mais rápidos”. Ele aparece na lista de modalidades e é opcional, pelo menos enquanto o índice de rejeição de viagens ou o tempo de espera permanecerem toleráveis no UberX comum.

A Uber não informou, no comunicado à imprensa, a variação percentual do Uber Prioridade em relação ao UberX. Diz apenas que a nova modalidade custa “um pouco mais”. Perguntei à empresa se essa informação existe e, caso receba uma resposta, atualizarei esta notinha. Via Uber.

Atualização (11h20): Segundo a assessoria da Uber, o Uber Prioridade custará em média 20% a mais que o UberX tradicional. “Esse percentual pode alterar dependendo de variáveis como horário e local, mas a média é de 20% mesmo.”

GeForce Now, streaming de games da Nvidia, chega ao Brasil com plano gratuito

Nesta quinta (14), mais um streaming de games chegou ao Brasil: o GeForce Now, da Nvidia. Ele tem diferenças importantes em relação ao da Microsoft, como o plano gratuito (acesso “standard”/com fila de espera, sessões de 30 minutos) e o acesso aos jogos. No Xbox Cloud Gaming da Microsoft, a assinatura engloba um acervo de jogos. No GeForce Now, o usuário precisa ter os jogos em lojas parceiras, como Epic Games e Steam, para jogá-los. (E os jogos precisam ser compatíveis com o serviço; no momento, a Nvidia informa que são +800.) É como se a Nvidia estivesse alugando servidores poderosos remotos para rodar os jogos em dispositivos “fracos”, PCs Windows, Macs, celulares Android, iPhone e iPad.

O plano padrão, com maior qualidade de imagem e sessões sem limite de tempo, custa R$ 44,90 por mês. Via Nvidia, Abya.

/ano oito

Hoje o Manual do Usuário completa 8 anos no ar, êêê! 🎈🥳 Em 2013, este pequeno site de tecnologia foi publicado com a proposta de ser (quase) sempre o último a falar e um objetivo: discutir tecnologia de consumo de um ponto de vista diferente. Embora esses diferenciais tenham mudado muito ao longo do tempo, […]

A concentração de renda na economia dos criadores

Promessa comum em plataformas digitais de conteúdo e apontada como tendência por alguns analistas, na prática a economia dos criadores tem se revelado um mero repeteco de outras áreas da economia, concentrando o grosso da receita em pouquíssimos participantes.

O vazamento da Twitch expôs, de maneira crua, essa verdade inconveniente. Mas não só. O Axios levantou alguns dados de outras plataformas — Substack, podcasts e Twitter — que apontam para a mesma conclusão: entre criadores, a desigualdade é gritante.

Sara Fischer, da Axios, recuperou um texto de 2003 do escritor norte-americano Clay Shirky em que ele teoriza esse fenômeno: “Em sistemas onde muitas pessoas são livres para escolher entre muitas opções, um pequeno conjunto do todo receberá uma quantidade desproporcional de tráfego (ou atenção, ou renda), mesmo que nenhum membro do sistema trabalhe ativamente em direção a esse desfecho. Isso não tem nada a ver com fraqueza moral, vender-se ou qualquer explicação psicológica. O mero ato de escolher, espalhado ampla e livremente, cria uma distribuição da lei de potência.” Via Axios (em inglês).

Post livre #290

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Manual do Usuário