Apps novos e atualizados

Atualizações de apps importantes e novidades que podem ganhar um espaço no celular ou computador.

Fossify Launcher: Um “lançador” para Android do sucessor espiritual do finado Simple Mobile Tools. Parece bem simples (e talvez ainda um pouco cru), como todos os apps do projeto. / Android / github.com/FossifyOrg (em inglês)

Infuse 8: Um dos melhores softwares de “media center” para plataformas Apple, o Infuse ganhou um novo visual e compatibilidade com o Vision Pro. / iOS, macOS, tvOS, visionOS / firecore.com (em inglês)

Inkscape 1.4: Um punhado de novidades, todas explicadas e ilustradas no anúncio oficial, focadas em acessibilidade e personalização. / Linux, macOS, Windows / inkscape.org (em inglês)

Obsidian 1.7: As “novidades reluzentes” da versão são a introdução de um histórico no Obsidian Sync e a edição de pré-visualizações de páginas. Há uma lista enorme de melhorias. Destaque para a velocidade de abertura e uso de memória. / Android, iOS, Linux, macOS, Windows / obsidian.md (em inglês)

Pageboy: Um gerador de sites estáticos que não depende da linha de comando nem de um sistema de templates. Legal! Custa US$ 13. / macOS / pageboy.app

Photomator 3.4: Atualização do editor de fotos do Pixelmator foca em novas ferramentas para organização. / iOS, macOS / pixelmator.com (em inglês)

Threads: Por algum motivo que só deve fazer sentido dentro da Meta, o Threads agora conta com um indicador que denuncia quando o usuário está online. / Android, iOS, Web / @mosseri@threads.net (em inglês)

TickTick 7.4: O app de listas de tarefas ganhou uma nova visualização semanal. Lembra alternativas mais simples, como TeuxDeux e Tweek. / Android, iOS / youtube.com/@GetTickTick (em inglês)

A Microsoft começou a extirpar o suporte a realidade mista do Windows. A versão de testes liberada nesta quinta quebra o suporte a headsets de realidade mista; a mudança alcançará todos os usuários no fim do ano, com o Windows 11 24H2.

Embora não impacte o HoloLens, é uma regressão à tentativa de popularizar headsets de realidade mista/aumentada/virtual. E num momento curioso, logo após o lançamento do Vision Pro, da Apple.

Parece que estamos em um ponto de inflexão, só não sei quem está certa, se a Apple ou a Microsoft. Via Pixel Envy (em inglês).

Janela do aplicativo Tasks, com colunas de listas de tarefas e fundo translúcido, pairando em uma sala de estar.
Imagem: @mufasayc@mastodon.world.

A Apple liberou o SDK do visionOS — as ferramentas para criar aplicativos para o sistema do Vision Pro. Alguns desenvolvedores já estão portando seus apps ou criando pequenas aplicações para se aclimatarem à nova plataforma.

Se a visão da Apple colar, no futuro passaremos +8 horas por dia olhando para janelas flutuantes como essa acima em nossas casas e escritórios. Não sei se isso é muito melhor que as telas retangulares que temos hoje. Via Apple, @mufasayc@mastodon.world (ambos em inglês).

Com Vision Pro, Apple propõe um futuro estranho e solitário

O Vision Pro é o dispositivo eletrônico pessoal mais avançado já feito. As palavras são da Apple, mas a julgar pelas impressões de quem testou o headset de realidade mista da empresa, dá para acreditar que a frase de efeito não é só coisa do marketing.

Há anos objeto de rumores e vazamentos, o Vision Pro, a começar pelo nome, trouxe algumas surpresas ao ser revelado na última segunda (5). A imagem é cristalina, o “passthrough” (ver o exterior via câmeras) é excelente, o software é cheio daqueles detalhes deliciosos que só a Apple sabe fazer.

(mais…)

Todas as demonstrações deles [Apple, do Vision Pro] eram de uma pessoa sentada em um sofá, sozinha. Essa poderia ser a visão do futuro da computação, mas não é a que eu quero.

Mark Zuckerberg, comentando o Vision Pro da Apple em uma reunião com funcionários da Meta.

Zuckerberg tem um argumento, mas talvez não seja a pessoa melhor posicionada para fazê-lo. Ficar sentado, sozinho, com um headset de realidade virtual não me parece muito melhor que ficar de pé, sozinho, com um headset de realidade virtual. Via The Verge (em inglês).

Vision Pro: As impressões de quem trabalha com realidade virtual

Neste episódio do Guia Prático, converso com Pedro Kayatt, CEO da VRMonkey, um estúdio de realidade virtual de São Paulo. Pedro assistiu ao anúncio do Vision Pro, o novo headset de realidade mista da Apple, e compartilha conosco nesta entrevista suas impressões iniciais, o que ele viu de diferente no novo produto para outros headsets que já estão no mercado e se, no futuro, o estranhamento que alguns casos de uso do Vision Pro causam hoje será superado.

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Música de abertura: Free Jazz, de Steve Combs.

Confirmando anos de rumores, a Apple apresentou nesta segunda (5) seus óculos de realidade aumentada, o Apple Vision Pro.

O Vision Pro se parece com óculos de ski e tem um cabo que o conecta à bateria, que é externa. A maior inovação parece ser uma espécie de tela externa na frente do headset, que exibe os olhos do usuário e dá pistas a quem está ao redor. A interação, baseada nos olhos e gestos, parece bem azeitada.

O Vision Pro parece um negócio que ainda não tem uma razão de ser. Por exemplo, a primeira aplicação que a Apple mostrou na demonstração foi abrir e ler sites.

Preço sugerido? US$ 3.499 (cerca de R$ 17,2 mil). Lançamento no início de 2024. Em instantes atualizo este post com o preço sugerido. Via Apple, @Apple/YouTube.