FadCam faz vídeos com discrição no Android

A maioria das pessoas usa o aplicativo de câmera nativo do sistema do celular. Há situações, porém, em que algo como o FadCam vem bem a calhar.

O FadCam faz vídeos em segundo plano, até mesmo com a tela do celular desligada. Há diversas opções para personalizar a gravação: resolução, marcas d’água dinâmicas e geolocalização, por exemplo.

Com a tela ligada, o app exibe informações úteis, incluindo o tempo restante de gravação de acordo com a memória disponível.

O desenvolvedor está ciente dos usos questionáveis que uma ferramenta do tipo possibilita, e avisa: “Este app se destina apenas para usos éticos, como segurança pessoal, monitoramento ou a gravação de eventos importantes de maneira privada e discreta.”

O FadCam é um aplicativo para Android, gratuito e de código aberto, que *não* está na Play Store do Google. Baixe-o na F-Droid ou direto do repositório do projeto, no GitHub.

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Novidades e atualizações

[Web] Audon é uma espécie de Twitter Spaces do fediverso: autentique-se com sua conta do Mastodon ou Pleroma e entre em uma das salas para conversar por voz. / audon.space

[Android, iOS, Web] O Bluesky ganhou vídeos na versão 1.91. O processo de twitterização está completo. (Li dia desses alguém chamá-lo de “Bluitter” e ri.) / @bsky.app/Bluesky

[iOS] Doppi 5.1, meu tocador de *.mp3 favorito, ganhou um recurso para compartilhar coleções de músicas entre dispositivos próximos. / apps.apple.com

[macOS] O macOS precisa de um app como o MediaMate para livrar a pessoa que o usa de componentes visuais de alteração de volume e brilho que ocupam o pior lugar possível da tela. / wouter01.github.io

[Android] mpvKt é uma implementação bonitona do mpv, o player em linha de comando popular no Linux. / f-droid.org

[Android, iOS] O Plex está testando um aplicativo dedicado a fotos. / forums.plex.tv (em inglês)

[Linux, macOS, Windows] O VirtualBox 7.1 ganhou uma repaginada no visual (leve, mas atualizada para o Qt 6) e suporte aos chips ARM da Apple (M1, M2 etc.). / virtualbox.org (em inglês)

Reeder vira agregador de feeds para quem não entende feeds

Ícone do Reeder: raio amarelo escuro contra fundo amarelo.

A nova versão do Reeder, um dos agregadores de feeds mais tradicionais para plataformas Apple, é bem ousada. Ela rompe com convenções do gênero, como contadores de itens não lidos e organização por pastas, e se aproxima mais do fluxo de conteúdo das redes sociais.

O novo Reeder ainda lê feeds, mas não só: por ele, é possível acompanhar contas do Mastodon e Bluesky, canais do YouTube, podcasts e comunidades do Reddit.

É uma questão de UX, visto que todas essas fontes oferecem feeds RSS, Atom ou JSON, ou seja, podem ser acompanhadas em agregadores de feeds normais.

Outra ruptura do novo Reeder é a ausência de sincronia com serviços externos, como Feedly, Miniflux e Feedbin. O aplicativo só oferece sincronia via iCloud, e confia na lembrança da posição no feed para situar a pessoa em meio a tanto conteúdo. (Lembre-se, não tem contadores de itens não lidos nem pastas.)

Disponível para iOS, iPadOS e macOS, o Reeder cobra uma assinatura de R$ 4,90/mês ou R$ 49,90/ano.

Pela dimensão das mudanças que propõem, creio que o objetivo do desenvolvedor seja alcançar um público que não usa agregadores de feeds. Para quem já usa e gosta do Reeder clássico, a boa notícia é que ele continuará disponível, rebatizado na App Store de Reeder Classic, à venda via compra única de R$ 49,90.

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Novidades e atualizações

[Linux, macOS, Windows] O destaque do Firefox 130 é a tradução de trechos dentro de páginas traduzidas por inteiro. Não sei quando isso seria útil, mas é isso aí. / mozilla.org (em inglês)

[Web] Usa o Canva? O valor da assinatura do serviço aumentou — em alguns casos, em 300%. / ia.acs.org.au (em inglês)

[macOS] Saiu o Moom 4, nova versão de um dos mais antigos gerenciadores de janelas do macOS. Com o Sequoia na boca do forno, com gerenciamento de janelas nativo, será que apps como esse têm futuro? / manytricks.com (em inglês)

[Android, iOS, Linux, macOS, Web, Windows] O Todoist ganhou um leiaute de calendário na visualização “Hoje”. A linha que separa listas de tarefas de compromissos na agenda é bem tênue. / todoist.com

[Linux] Concessio é um aplicativo bem simples que ajuda a entender o sistema de permissões de arquivos em sistemas Unix. / github.com (em inglês)

[Android] Eu não resisto a um editor de texto simples, e o Xed-Editor parece bem bom. / github.com (em inglês)

Add Eddie gera QR codes no celular para Wi-Fi e meios de contato

Ícone do Add Eddie: retângulo preto com o texto “Add Eddie +” em letra cursiva.

“Seria legal ter alguns QR codes à mão para facilitar contatos presenciais”, pensei comigo dia desses. Por coincidência, no dia seguinte topei com o Add Eddie, um aplicativo que faz exatamente isso.

É possível criar QR codes para conexões Wi-Fi (já usei, bem útil!), aplicativos de mensagens, e-mail e sites. O app é simples, como era de se esperar, e funciona bem.

Há alguns aspectos que podem ser melhorados. Por exemplo, falta a interface clara e uma exibição em lista dos QR codes, para facilitar o acesso aos últimos da fila. O ícone é horrível, mas aí já entramos no terreno da subjetividade, né?

Troquei e-mails com o desenvolvedor, que pareceu-me bastante solícito. Fica a esperança de que essas e outras melhorias sejam implementadas em algum momento.

O Add Eddie é gratuito, com uma compra dentro do app opcional para liberar alguns recursos. (Até dia desses, a compra estava liberada gratuitamente.) Para Android e iOS.

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Novidades e atualizações

[Web] O Thunderbird lançou um web app de agendamento de eventos, similar ao Calendly. Chamado Appointment (parabéns pela criatividade, pessoal), por ora é acessível mediante convite. / blog.thunderbird.net (em inglês)

[CLI] O firebuilder é um app para o terminal que gera personalizações para o Firefox de modo fácil — se você não se intimida com a linha de comando, claro. / github.com (em inglês)

[Firefox] Uma simpática extensão que insere posts da sua instância do Mastodon nos resultados do DuckDuckGo. / tomcasavant.com (em inglês)

[Linux] Atualização grande, o Calligra Office 4.0 atualiza a suíte de apps de escritório do KDE para o Qt 6 e traz mudanças estéticas, com destaque para uma nova barra lateral. / carlschwan.eu (em inglês)

[iOS, iPadOS] Mudou tudo no Finalist 2, app que agrega agenda de contatos e lista de tarefas em uma interface diferentona. / finalist.works (em inglês)

[Android, iOS, macOS, Windows] O Evernote (lembra dele?) ganhou um novo motor de sincronização que, prometem os desenvolvedores, é três vezes mais rápido que o antigo. / evernote.com (em inglês)

[iOS, iPadOS] Woofly é um app completo para cuidar do seu cachorrinho. / woofly.app (em inglês)

[Linux, macOS, Windows] O Vivaldi 6.9 permite renomear abas, arrastar arquivos baixados a partir do painel e ganhou uma nova visualização de abas em outros dispositivos. Ah, e agora tem versão para PCs com chips ARM no Windows. / vivaldi.com (em inglês)

O movimento anti-IA chegou à fotografia digital

O Google segue chapado de IA generativa. No lançamento da linha de celulares Pixel 9 — que vêm recheados de recursos que adulteram fotos com IA —, Isaac Reynolds, diretor de produto da câmera dos Pixel, disse que o lance do Google é gerar memórias, e não fotografias.

Os exemplos mostrados pelo The Verge de um desses recursos, o “Reimagine”, dão uma boa ideia de como uma “memória” pode se revelar um completo delírio — e ter implicações sérias no mundo real.

Embora o Google seja o mais entusiasmado com a adulteração de fotos, a overdose de pós-processamento não é de agora nem exclusiva dessa empresa.

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Notícias da semana

Curadoria das principais notícias de tecnologia da semana.

Quarta, 21/8

Anatel e NIC.br assinaram um acordo para a criação de uma ferramenta de medição da velocidade de banda larga fixa. Ela poderá ser usada para rescindir o contrato sem multa caso a velocidade entregada esteja abaixo da prometida. / convergenciadigital.com.br

A Microsoft liberou uma correção para uma falha no GRUB de 2022 que quebrou instalações Linux em sistemas “dual boot”, ou seja, Linux e Windows na mesma máquina. O texto traz a gambiarra para reverter o estrago. / arstechnica.com (em inglês)

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Quinta, 22/8

Na União Europeia, a Apple estenderá as categorias que podem ter apps padrões alterados no iOS e iPadOS 18, e deixará excluir apps hoje impossíveis, como Fotos e App Store. / developer.apple.com (em inglês)

Telas iniciais “minimalistas” para celulares

O Light Phone faz mais sucesso como aspiração do que como o produto que é, o que é compreensível para um celular que, em 2024, promete nos dissuadir de olhar para telas sem perder funcionalidades.

Na esteira desse sucesso conceitual, alguns desenvolvedores se arriscaram a criar lançadores para Android e widgets no iOS que emulam a experiência de uso do Light Phone. A questão é: valem a pena?

No iOS, que me é mais familiar (é o que uso no dia a dia), existem apps como Dumb Phone, Dumbify e Blank Spaces. O Android é melhor servido graças ao suporte a “lançadores”, que substituem por completo a tela inicial do sistema, casos dos apps Olauncher (e variações), Flow e Niagara.

(Em telas OLED, que exibem um preto profundo/real, o efeito é ainda mais legal — vide a foto acima, do Olauncher em um Galaxy S9.)

Fora o preço (no caso do iOS; não encontrei app gratuito), fico pensando se lançadores e widgets do tipo não são mais uma representação daquele viés de achar que mais tecnologia resolve problemas criados pela tecnologia.

Afinal, as notificações, os aplicativos viciantes, o WhatsApp, tudo isso continua disponível, quando muito um pouco mais distante.

Focar na raiz do problema me parece mais promissor. Só depois disso eu me preocuparia com o visual.

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Novidades e atualizações

A System76 botou para jogo a versão alpha do Cosmic, seu ambiente gráfico para Linux. / system76.com (em inglês)

O Firefox 129 chegou com o “modo leitor” repaginado, HTTPS como padrão (achava que já era) e prévia de abas ao deixar o cursor sobre elas (liberação gradual). / mozilla.org (em inglês)

O Flighty 4.0 trouxe previsões de atrasos, status dos aeroportos em tempo real e outras funcionalidades relacionadas. / apps.apple.com

Notícias da semana

Curadoria das principais notícias de tecnologia da semana.

Segunda, 29/7

A Apple liberou a Apple Intelligence, seu conjunto de ferramentas de IA, nas versões de testes do iOS 18.1 e macOS 15.1. Deve chegar em outubro, mas só para quem usa o sistema em inglês. / 9to5mac.com (em inglês)

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Terça, 30/7

Foi disponibilizado o primeiro Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, com previsão de investimentos de R$ 23 bilhões até 2028. O texto prevê um supercomputador e um LLM brasileiro. / agenciabrasil.ebc.com.br

O Google começou a integrar o Pix em sua carteira digital, via parcerias com C6 e PicPay. A disponibilização será gradual. / mobiletime.com.br

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Quarta, 31/7

A Senacon publicou uma nota técnica com quase 100 exigências para plataformas sociais relacionadas à transparência da publicidade que veiculam. Elas têm até dezembro para se adequarem. / nucleo.jor.br

A Bending Spoons, empresa italiana que adquiriu o Evernote uns anos atrás, abriu a carteira outra vez e comprou o WeTransfer. O valor do negócio não foi divulgado. / techcrunch.com (em inglês)

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Quinta, 1º/8

A Intel vai demitir 15 mil funcionários como parte de um plano de corte de custos. / g1.globo.com

A Anthropic lançou o Claude, seu assistente de IA, no Brasil. A assinatura custa R$ 110/mês. / anthropic.com (em inglês)

Notícias da semana

Curadoria das principais notícias de tecnologia da semana.

Sexta, 18/7

O Google vai desativar seu encurtador de URLs, o goo.gl. Todos os links do tipo deixarão de funcionar em 25/8/2025. Encurtadores de URLs sempre foram uma má ideia. / developers.googleblog.com (em inglês)

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Segunda, 22/7

O Google desistiu de aposentar o bloqueio a cookies de terceiros no Chrome. Em vez disso, vai introduzir uma “nova experiência” que permita às pessoas fazer uma “escolha informada” que vale para toda a navegação web. Finja surpresa… / privacysandbox.com (em inglês)

O Pix Automático, modalidade de cobranças recorrentes do Pix, foi adiado outra vez, para 16/6/2025. O Banco Central anunciou também alguns reforços na segurança do Pix que passam a valer em 1º/11 deste ano. / bcb.gov.br

A União Europeia notificou a Meta de que seu arranjo de exigir uma assinatura paga como alternativa à vigilância dos usuários do Facebook viola os direitos dos consumidores do bloco. Note que essa rusga em nada tem a ver com a GDPR (lei de proteção de dados pessoais), ou seja, ainda há espaço para mais porradaria. / ec.europa.eu

A Meta liberou a sua assinatura paga, Meta Verified, para empresas no Brasil. São quatro planos, com valores que chegam a R$ 10 mil por ano. / oglobo.globo.com

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Terça, 23/7

A Meta expandiu sua inteligência artificial para mais países, incluindo vários da América Latina, mas deixou o Brasil de fora “devido a incertezas regulatórias”. / about.fb.com

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Quarta, 24/7

Sistema do governo atingido por ataque hacker foi criado no Judiciário e é usado em mais de 300 órgãos. folha.uol.com.br

A beleza da concorrência: na Europa, a AltStore PAL, loja de apps alternativa para o iOS, publicou seus primeiros apps de terceiros — incluindo dois clientes de BitTorrent, categoria de app vetada pela Apple em sua App Store. / fosstodon.org/@altstore (em inglês)

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Quinta, 25/7

A OpenAI anunciou um protótipo (beta) do SearchGPT, seu aguardado buscador web. Pelos vídeos, parece trazer novas ideias à mesa, com a vantagem de não ter que conciliá-las com experiências legadas, como Bing e Google. Tem fila de espera para testar. / openai.com (em inglês)

Saiu o Linux Mint 22 “Wilma”. Esta versão é baseada no Ubuntu 24.04 LTS e terá suporte até 2029. / omgubuntu.co.uk (em inglês)

FiveNotes 3, app de anotações temporárias, ganha versão para iOS

Ícone do FiveNotes 3 para iOS: a ponta de um lápis roxo contra fundo verde.

Há anos uso um tipo de aplicativo no computador que poderia ser rotulado de “papelzinho de anotações”: mais simples que um app de notas, como Obsidian e Apple Notas, e sempre à mão — de preferência com um atalho no teclado global.

O que uso no macOS se chama FiveNotes. Nesta quinta (11), o aplicativo da Apptorium ganhou uma grande atualização. O FiveNotes 3 traz novos recursos e, pela primeira vez, está disponível no iOS/iPadOS, com sincronia de dados via iCloud.

No macOS, o FiveNotes 3 vem recheado de novidades, das quais destaco o suporte a temas, janela flexível (dá para mover, redimensionar livremente e fixá-la nos cantos da tela), novos atalhos no teclado, ações para o Atalhos e um sistema de backup local.

No iOS/iPadOS, o app preserva algumas características e, mais importante, sincroniza as cinco notas com o macOS.

Apesar do mesmo nome, a Apptorium vende o FiveNotes 3 como dois apps independentes, em compras únicas. No macOS, sai por R$ 29,90 na App Store. (Apesar de venderem-no por fora, sai mais barato na lojinha da Apple.) No iOS/iPadOS, R$ 14,90.

Ah, um app gratuito para macOS permite a criação de temas personalizados, compatíveis com ambas as versões.

Apple finalmente abraça o mau gosto

As expectativas monstruosas para a entrada da Apple na rinha de IA se realizaram na segunda (10), quando a empresa anunciou não a “artificial intelligence”, mas sim a “Apple Intelligence” na abertura da WWDC.

Ambas são “AI”, como dizem os gringos, mas na Apple a “AI” é diferente, o “A” é de “Apple”, ainda que no fundo seja tudo igual, mais do mesmo.

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Três anos após lançar as AirTags, pequenos rastreadores que podem ser desvirtuados para perseguir pessoas, Apple e Google lançaram uma especificação que alerta alguém que estiver carregando um desses sem saber. Os alertas também valem para rastreadores de outras marcas que aderirem à especificação.

No iPhone, o alerta veio com o iOS 17.5, lançado nesta segunda (13). No Android, o Google liberará a funcionalidade a todos os dispositivos rodando Android 6 ou superior.

No comunicado à imprensa, a Apple diz que “projetou desde o princípio [as AirTags] com proteções de privacidade e segurança”. A proteção para quem usa Android consistia em exigir o download de um app que só servia para emitir alertas de AirTags de perseguidores. Não deu certo, evidentemente. Via Apple.

Bebop, aplicativo para escrever notas em texto puro no iOS

Ícone do Bebop: “b” minúsculo com um cursor de texto em um quadrado branco com borda superior amarela.

Dizem que grandes mentes pensam igual, e espero que seja verdade. Soube nesta segunda (13) que Jack Cheng, autor do manifesto Slow Web que está na raiz deste Manual do Usuário, lançou um aplicativo para iOS.

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Em Loop Hero, repetição é parte da diversão

por Fabio Bracht

Ícone do jogo “Loop Hero”: uma espécie de caveira com uma auréola brilhante, em gráficos de 8 bits.

Desde o início tenho abordado jogos mais antigos nesta coluna, mas hoje trouxe um lançamento fresquinho: Loop Hero.

Queridinho da cena indie no Steam em 2021, ele finalmente chegou às lojas de aplicativos esta semana. Estive esperando pelo jogo por todo esse tempo e não me decepcionei.

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Atalho do iOS para salvar anotações em arquivos de texto

Em 2019, afirmei que “todo mundo precisa” de um app de anotações. Corta para 2024 e… talvez não? 👀

Eu não tenho precisado. Sempre escrevo textos maiores no computador, em um teclado de verdade. No celular, preciso no máximo de um “guardanapo digital” para anotar, temporariamente, um telefone, uma ideia ou qualquer coisa do tipo.

Em vez de instalar dois apps — um no celular e outro no computador — para ter acesso a esses rascunhos, mantive os arquivos de texto soltos (*.txt) no computador e criei um atalho no app homônimo para criar notinhas no celular.

Ao disparar o atalho, uma caixa de texto aparece junto ao teclado. Escrevo, dou “ok” e o texto é salvo em um arquivo intitulado com a data e hora do momento direto na Mesa, via iCloud Drive. (Dá para substituir por Dropbox, Google Drive, OneDrive…)

Assim.

O atalho pode ser baixado neste link. As regras dele são simples de entender, o que abre margem para alterações e personalizações.

Se quiser um app que lide com texto puro (e várias sintaxes de linguagens de programação), o Runestone é a melhor pedida do momento.

Recursos do Android que causam inveja a quem usa iPhone

Desde 2015, meu celular principal é um iPhone. Nessa quase uma década, acompanhei com atenção os movimentos da única alternativa viável, o Android do Google.

Em que pese minha preferência pelo iOS, há boas ideias do lado de lá que eu gostaria que fossem copiadas pela Apple.

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