Dia desses, o leitor Tasso sugeriu “um texto de reflexões sobre a mudança do grupo para o Signal, alguns meses depois”. Achei boa ideia! Cá está o texto.
A mudança transcorreu sem maiores transtornos, ainda que não sem perdas. No Telegram, éramos mais de 120 pessoas, se não me falha a memória; no Signal, nesta quarta (6) estávamos em 94.
Atualizações de apps importantes e novidades que podem ganhar um espaço no celular ou computador.
Audacity 3.7: Destaque para melhorias na compatibilidade no Linux e vários retoques na interface. / Linux, macOS, Windows / github.com/audacity (em inglês)
Celeste: Não é um app novo, mas não conhecia. O Celeste é uma interface gráfica para o rclone, ou seja, facilita a sincronia de arquivos entre computador e sistemas de armazenamento na nuvem. / Linux / github.com/hwittenborn (em inglês)
Chrome: O navegador do Google ganhou um “detector de desempenho” que identifica abas problemáticas e oferece um botão para corrigir o problema. / Linux, macOS, Windows / blog.google (em inglês)
Fantastical: Um dos aplicativos mais tradicionais para plataformas da Apple ganhou versão para Windows. A assinatura é a mesma. / Windows / flexibits.com (em inglês)
Fedora 41: O novo Fedora vem com Gnome 47, o aguardado DNF 5 (nova versão mais rápida do gerenciador de pacotes) e um novo spin baseado gerenciador de janelas Miracle. / Linux / fedoramagazine.org (em inglês)
Instapaper 9: O destaque da versão é o suporte a etiquetas (tags). O Instapaper está tentando converter algumas assinaturas de órfãos do Omnivore (ficou sabendo?): até o fim de novembro, quem importar artigos de outro serviço ganha 2 meses do Premium. / Android, iOS, macOS, Web / blog.instapaper.com (em inglês)
PeaZip 10: Compactador de arquivos de código aberto, o PeaZip passou por um banho de loja na décima versão. / Linux, macOS, Windows / peazip.github.io
Telegram: “O Telegram deu seu primeiro passo para tornar-se uma plataforma de vídeos”, ameaçou, digo, disse Pavel Durov. O primeiro passo é a capacidade do app de alterar a resolução dos vídeos a depender da qualidade da conexão. / telegram.org
WhatsApp: Aqueles filtros na lista de mensagens (grupos, favoritos etc.) foram rebatizados de listas e poderão ser personalizados. Essa pedra estava cantada, né? / Android, iOS / blog.whatsapp.com
Só a Nintendo para lançar um aplicativo de streaming de música em vez de colocá-las no Spotify e afins. E um app bem completo, à primeira vista: tem playlists, separação por franquia, “humor” e uma opção para estender uma música para até 60 minutos. Tem Nintendo Music para Android e iOS; o app gratuito, mas exige uma assinatura ativa do Nintendo Switch Online. / nintendo.com
Levou pouco mais de dois anos, mas o Thunderbird chegou ao Android nesta quarta (30). (Já começa na oitava versão; não entendi e não fui atrás de saber o porquê.) / blog.thunderbird.net (em inglês)
O novo Thunderbird 8.0 para Android parte da base o K-9 Mail, um bom aplicativo FOSS do tipo, com longa estrada no sistema do Google. Ambos continuarão existindo em paralelo durante algum tempo, aliás, até que o pessoal do Thunderbird e os usuários do K-9 Mail estejam melhor sintonizados.
Essa origem não significa que o Thunderbird chega sem novidades. Foi feito um grande trabalho de adaptação do visual para o Material 3 (linguagem visual mais atualizada do Android) e em outros detalhes de usabilidade, como a simplificação do gerenciamento de pastas. (Isso era meio confuso no velho K-9 Mail mesmo.)
Para estimular a adoção, os desenvolvedores incluíram um importador de configurações nativo, compatível com o K-9 Mail e o Thunderbird para computadores. / support.mozilla.org (em inglês)
O aplicativo está disponível na Play Store e no GitHub. A versão distribuída pela F-Droid chegará em breve. / thunderbird.net, github.com/thunderbird
Apesar do estado terminal do Android sem Google, cada vez menor e mais difícil de usar, é bom ver aplicativos independentes surgindo para o sistema a essa altura do campeonato. Ainda mais quando se trata de um tipo essencial, para lidar com e-mail.
Que seja o primeiro de muitos lançamentos do Thunderbird para Android!
O Omnivore, popular aplicativo gratuito de leitura, foi adquirido pela ElevenLabs, uma startup de inteligência artificial focada em áudio.
Em um novo e-mail, Jackson avisou que o app do Omnivore será encerrado no dia 15 de novembro e, após esse dia, todos os dados dos usuários serão excluídos. / blog.omnivore.app (em inglês)
O anúncio ainda não foi oficializado. Jackson Harper, criador do Omnivore, adiantou a notícia aos usuários do Omnivore via newsletter. (Print do e-mail.)
Na mensagem, Jackson diz que o foco agora está em expandir o ElevenReader, um app que lê em voz alta, com vozes sintéticas de IA “ultra-realistas”, mas garante que “o código do Omnivore continuará 100% aberto para todos os desenvolvedores”, e que a ElevenLabs garante que a comunidade poderá continuar criando em cima da fundação do Omnivore.
Isso significa que Jackson se afastará do projeto e que o Omnivore agora está à deriva?
Para muita gente, a Meta AI que pipocou no WhatsApp é a primeira interação com IA generativa. O encontro tem causado algumas frustrações e gerado ansiedade.
Sem rodeios: não é possível desativar a Meta AI.
Poderia ser, mas não é do interesse da Meta, que quer, com esse movimento, tomar a dianteira na corrida da IA generativa. Acostume-se com aquela rodinha colorida na busca.
Há relatos de que dá para remover a bolinha que aparece no topo da tela, ao lado dos botões de câmera e iniciar conversa. A opção Mostrar botão Meta AI estaria na área Conversas, nas configurações do WhatsApp. Aqui, porém, não a encontrei. / idec.org.br
Neste site, é possível impedir o uso de interações com a Meta AI para treinar as IAs da Meta.
Note que conversas pessoais e em grupos são criptografadas de ponta a ponta e não são usadas para esse fim. A solicitação acima diz respeito apenas a conversas com a Meta AI e a mensagens em que a IA é invocada em um grupo. / faq.whatsapp.com
Curioso que esse comportamento acabou sendo uma frustração para alguns, como o Gustavo. Não dá para agradar a todos. / manualdousuario.net/orbita
Atualizações de apps importantes e novidades que podem ganhar um espaço no celular ou computador.
CleanMyMac: Grande atualização do CleanMyMac (que perdeu o “X” do nome), com nova interface e ferramentas simplificadas para fazer a manutenção do macOS. / macOS / macpaw.com (em inglês)
Fresco: Para celebrar o quinto aniversário do seu aplicativo de pintura digital, an Adobe liberou o Fresco de graça. (Antes, exigia assinatura.) / iOS / blog.adobe.com (em inglês)
Inoreader: Aplicativo para ler feeds RSS e outros conteúdos, o Inoreader ganhou um novo visual e perdeu os anúncios no plano gratuito. / Android, iOS, Web / inoreader.com (em inglês)
Long Ago: Eu adoro apps que ajudam a monitorar a frequência de atividades e/ou há quanto tempo algo aconteceu. O Long Ago é novo na área. / iOS / longago.app
Notion Mail: Depois de se aventurar em calendários, agora o Notion mira o e-mail com pitadas generosas de inteligência artificial. Só funcionará com Gmail quando sair — por ora, dá para deixar o e-mail na lista de espera. / notion.so
Vivaldi 7: Dos criadores do navegador Opera, o Vivaldi chega à sétima versão com a interface redesenhada e um novo painel central personalizável. / Linux, macOS, Windows / vivaldi.com (em inglês)
Números que ajudam a colocar em perspectiva o tamanho do setor de tecnologia — em vários sentidos.
Saiu a nova edição da pesquisa TIC Kids Online Brasil. Ela mostra que embora 93% da população brasileira com idades entre 9 e 17 anos esteja conectada à internet, apenas 3 em cada 10 crianças são supervisionadas pelos pais ou responsáveis com recursos de restrição de conteúdo. / convergenciadigital.com.br
A SaferNet encaminhou um relatório ao Ministério Público Federal, Polícia Federal e autoridades francesas em que denuncia que +1,25 milhão de usuários do Telegram no Brasil estão em grupos que vendem e compartilham imagens de abusos sexuais e nudez não consensual. / convergenciadigital.com.br
Essa caberia no post de apps atualizados, mas preferi colocar aqui: após um hiato de 19 anos, o aplicativo WinDirStat ganhou uma atualização. (E das grandes, cheio de novidades.) / blog.windirstat.net (em inglês)
O WhatsApp agora permite salvar contatos no próprio WhatsApp, ou seja, independente da agenda de contatos do celular. / blog.whatsapp.com
Além disso, a empresa prometeu para “em breve” a possibilidade de adicionar e gerenciar contatos pelo WhatsApp Web e app do Windows, e suporte a nomes de usuários a fim de dispensar o número de telefone ao adicionar alguém. (O Signal tem isso desde fevereiro de 2024.)
Segundo a Meta, os contatos salvos em seus servidores usando um novo sistema de armazenamento criptografado, chamado Identity Proof Linked Storage (IPLS). / engineering.fb.com
Há dois desdobramentos concorrenciais que, por óbvio, a Meta não comenta no comunicado à imprensa.
Primeiro, ao restringir os contatos ao WhatsApp, o “povoamento” de outros apps de mensagens que competem com ele se torna mais difícil. A agenda de contatos do celular é compartilhada por todos os apps, a critério apenas do usuário; os contatos salvos no WhatsApp nesse novo modelo, por outro lado, ficam limitados ao WhatsApp.
O segundo diz respeito a uma novidade em privacidade que a Apple implementou no iOS 18:
A permissão do app Contatos foi aprimorada e permite que você escolha quais contatos compartilhar com um app. / support.apple.com
Até o iOS 17, um aplicativo como o WhatsApp tinha acesso a todos os contatos ou a nenhum. No iOS 18, existe a possibilidade do acesso seletivo — como já existia com a permissão das fotos, por exemplo.
Curioso para ver se essa mudança no WhatsApp disparará algum alerta em órgãos antitruste.
O Syncthing, um software livre usado para sincronizar arquivos entre dispositivos, perderá o app oficial para Android em dezembro. O anúncio foi feito por Simon Frei, mantenedor do projeto, no domingo (20). / forum.syncthing.net
Simon atribui o fim do app à falta de manutenção ativa e “o Google tornando a publicação na Play Store algo entre difícil e impossível”. Ele alega que não há mais benefícios ou motivação o suficiente para continuar.
O IT’s FOSS lembra, por exemplo, que em fevereiro o Syncthing foi derrubado da Play Store. / github.com/syncthing, news.itsfoss.com (ambos em inglês)
Em outra postagem no mesmo tópico, Simon esclareceu que o app, que ainda receberá uma última atualização em dezembro, continuará disponível, só que sem atualizações. Mas…
[…] e qualquer outra pessoa pode continuar publicando um app do tipo lá [na Play Store]. Parece que vai ficar mais difícil, à medida que o Android se inclina cada vez mais para uma direção similar à do iOS, mas mesmo lá apareceu um novo app do Syncthing, de código aberto.
O Syncthing nunca teve um app oficial para iOS. Por muito tempo, a única solução para sincronizar o celular da Apple foi o app Möbius Sync. Simon provavelmente se refere ao Sushitrain.
No Android, o Syncthing-Fork, talvez o “fork” mais popular do Syncthing, continuará na ativa, mas sem a pretensão de tornar-se um app de ponta a julgar por uma mensagem do mantenedor, Catfriend1 (não encontrei o nome verdadeiro dele):
O Syncthing-Fork é um projeto pessoal, criado a fim de manter o aplicativo para Android vivo para meus amigos e familiares. Desde o início compartilho esse trabalho e o farei quando mexer no código para atualizações. A prioridade é manter a compatibilidade com os celulares Android que “nós” usamos aqui, o que no momento compreende do Android 10 ao 14. O desenvolvimento de recursos não está nos meus planos. Eu uso o aplicativo e dependo da disponibilidade do Syncthing na plataforma Android para meus próprios fluxos de trabalho.
Você é bem-vindo a usar os lançamentos na F-Droid ou no meu GitHub caso queira fazer um fork. / github.com/Catfriend1
É perceptível, na linha iPhone Pro, o foco da Apple em transformar o celular em alternativa a câmeras profissionais. Isso tem apelo com parte dos consumidores, mas suspeito que aliena outra muito maior — gente como eu e você, que só quer fazer fotos da família e amigos e vídeos bobos.
Descobri, não lembro onde nem como, um aplicativo para iOS chamado OK Video (na App Store). Ele se apresenta como “a câmera de vídeo mais simples que existe”, o que se confirma na prática.
O OK Video serve para criar vídeos curtos feitos na vertical (em modo retrato), propícios para serem vistos no próprio celular e em plataformas como TikTok e nos Reels da Meta.
O que o diferencia da câmera padrão e de outros apps é a simplicidade. A gravação dos trechos é feita segurando o dedo em qualquer parte da tela. Há poucos controles na tela, apenas os essenciais, expostos de modo óbvio, fácil de entender.
(O “onboarding” — aquela explicação comum no primeiro uso de um app — é exemplar, ainda que apenas em inglês. Caixas de texto, como se fosse alguém mandando mensagens, apresentam as funcionalidades aos poucos e te incentivam a usá-las.)
Por baixo da simplicidade, não muito escondido, está um editor mais completo, que permite recortar e reordenar os clipes gravados.
O editor é uma compra dentro do app de R$ 9,90. É um dos três módulos pagos, cada um pelo mesmo preço unitário. Os outros dois são a remoção da marca d’água nos vídeos salvos/exportados e a expansão do número de projetos simultâneos para seis. (Sem esse módulo, o limite é de dois.)
Gosto desse modelo de negócio: sem assinaturas, com precificação pé no chão e modular. E deixa espaço (e incentivos ao desenvolvedor, Pim Coumans) para atualizações relevantes no futuro.
O OK Video é… simples. Para alguns, acostumados ao CapCut ou mesmo à câmera do Instagram, pode ser simples demais — não tem efeitos visuais, “máscaras” de realidade aumentada, nada disso. Para outros, porém, essa simplicidade pode ser o maior atrativo.
Atualizações de apps importantes e novidades que podem ganhar um espaço no celular ou computador.
Fossify Launcher: Um “lançador” para Android do sucessor espiritual do finado Simple Mobile Tools. Parece bem simples (e talvez ainda um pouco cru), como todos os apps do projeto. / Android / github.com/FossifyOrg (em inglês)
Infuse 8: Um dos melhores softwares de “media center” para plataformas Apple, o Infuse ganhou um novo visual e compatibilidade com o Vision Pro. / iOS, macOS, tvOS, visionOS / firecore.com (em inglês)
Inkscape 1.4: Um punhado de novidades, todas explicadas e ilustradas no anúncio oficial, focadas em acessibilidade e personalização. / Linux, macOS, Windows / inkscape.org (em inglês)
Obsidian 1.7: As “novidades reluzentes” da versão são a introdução de um histórico no Obsidian Sync e a edição de pré-visualizações de páginas. Há uma lista enorme de melhorias. Destaque para a velocidade de abertura e uso de memória. / Android, iOS, Linux, macOS, Windows / obsidian.md (em inglês)
Pageboy: Um gerador de sites estáticos que não depende da linha de comando nem de um sistema de templates. Legal! Custa US$ 13. / macOS / pageboy.app
Photomator 3.4: Atualização do editor de fotos do Pixelmator foca em novas ferramentas para organização. / iOS, macOS / pixelmator.com (em inglês)
Threads: Por algum motivo que só deve fazer sentido dentro da Meta, o Threads agora conta com um indicador que denuncia quando o usuário está online. / Android, iOS, Web / @mosseri@threads.net (em inglês)
TickTick 7.4: O app de listas de tarefas ganhou uma nova visualização semanal. Lembra alternativas mais simples, como TeuxDeux e Tweek. / Android, iOS / youtube.com/@GetTickTick (em inglês)
É sempre bom ouvir um executivo que abre números. É o caso desta entrevista com Luis von Ahn, fundador e CEO do Duolingo, a Nilay Patel no podcast Decoder.
Separei alguns destaques da conversa, começando pelos referidos números que chamaram a minha atenção:
Os anúncios chatos da versão gratuita do Duolingo respondem por menos de 10% do faturamento. São as assinaturas, que ~10% dos usuários ativos pagam, que sustentam o negócio com ~80% do faturamento. Para Luis, os anúncios “são um bom motivo para as pessoas assinarem”.
Apenas 20% dos usuários são estadunidenses. (O Duolingo é uma empresa sediada nos EUA.)
O inglês é o idioma mais estudado, por 45% da base de usuários, seguido pelo espanhol e o francês.
Outras curiosidades:
O app para iOS é priorizado. O do Android costuma estar entre 6 meses e 1 ano atrás em recursos. Luis diz que há mais desenvolvedores especializados em iOS e é mais fácil desenvolver para a plataforma da Apple, mas que dinheiro também é um fator: o faturamento “per capita” no iOS é quatro vezes maior que o do Android.
Apesar disso, a base de usuários Android é maior (60% contra 40% do iOS), em especial no resto do mundo (leia-se: fora dos EUA).
Luis pontua, porém, que a principal correlação com usuários pagantes está no país onde moram. “Uma pessoa com um emprego bom e estável em um país rico […] é quem paga pelo Duolingo.” Esse pequeno público (~10%) meio que subsidia o serviço para o resto do mundo.
Vencer a alta tolerância de países subdesenvolvidos a anúncios é um desafio para o Duolingo aumentar a receita além dos países ricos. Luis cita a Netflix como um exemplo nessa frente.
A conversa também passou pelo uso de IA generativa no ensino de idiomas. Luis diz que, embora as pessoas manifestem o desejo de treinar o idioma com outros seres humanos, na prática poucos querem isso por vergonha/timidez.
É aí que entram os grandes modelos de linguagem (LLMs), recurso do Duolingo Max, uma assinatura mais cara do serviço.
Os principais problemas dos LLMs, como a tendência a inventar coisas — que arruina sua aplicação em cenários onde precisão é imprescindível —, são ignoráveis na prática da conversação. Se uma personagem do Duolingo inventar alguma coisa durante uma conversa, não há prejuízo ao estudante porque o assunto é só uma desculpa para praticar o idioma.
Há outros bons momentos na conversa, como o foco quase obsessivo do Duolingo com design, a mensuração (meio furada) que atesta que a metodologia funciona e as motivações por trás da gamificação e dos apelos do mascote para que os usuários mantenham a sequência. Se o seu inglês estiver em dia, vale a audição. / theverge.com (em inglês)
Bolsa-carteiro do WinRAR
Foto: tern/Divulgação.
Uma bolsa-carteiro inspirada no ícone do WinRAR. Feita sob demanda em uma campanha (já encerrada), sai por € 137,63 (~R$ 850). Seria um caso de “app vestível”? / in.tern.et
Bluesky 1.92: A nova versão do Bluesky permite fixar posts no perfil, tem novas opções estéticas, filtro de idiomas e outros pequenos incrementos. / Android, iOS, Web / bsky.app (em inglês)
Firefox 131.0.2, Thunderbird 128.3.1esr: Navegador e cliente de e-mail receberam a correção de falha crítica. Se ainda não os atualizou, faça isso agora. / Linux, macOS, Windows / mozilla.org, thunderbird.net
Mastodon 4.3: Finalmente saiu! Com notificações agregadas, atribuição de autoria em links, novos filtros e vários retoques visuais. / Web / blog.joinmastodon.org (em inglês)
OneDrive: A Microsoft apresentou várias novidades para o seu serviço de armazenamento na nuvem. Destaques para pastas coloridas no Windows 11, novo app de celulares focado em fotos e IA (se isso te interessa). / Android, iOS, Windows, Web / techcommunity.microsoft.com (em inglês)
Plasma 6.2: Mais uma atualização cheia de refinamentos do ambiente gráfico do KDE e novos recursos para quem trabalha com mesas digitalizadoras. / Linux / kde.org (em inglês)
Poke: Enquanto o Invidious não volta, outro front-end alternativo para o YouTube com foco em privacidade. / Web / poketube.fun
Rune: Um player de música moderno com o visual atemporal do saudoso Zune Player. / Windows / github.com
Ubuntu 24.10: O mais novo Ubuntu chegou, com Gnome 47 e outros pacotes atualizados. / Linux / ubuntu.com (em inglês)