Achados e perdidos #36

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

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Quadro do vídeo de stop-motion do Yoshi dançando em frente a uma caixa de som da Marshall e com um ovinho ao lado.
Imagem: @shinohara_kenta/TikTok.

— Perdi as contas de quantas vezes vi este vídeo do Yoshi na timeline do Twitter. Não sem motivo: é adorável! Ele foi feito pelo artista japonês Kenta Shinohara e tem muito mais de onde veio — em seu canal no YouTube e perfil no TikTok.

— Este cara usou um Raspberry Pi (em inglês) para descobrir como e quais animais estavam destruindo seu quintal.

— A Dell lançou o notebook Alienware m15 no Brasil (a partir de R$ 12 mil). É o primeiro da marca gamer fabricado no país/fora da China.

— Estava torcendo para esta gambiarra de usar uma garrafa PET com areia dentro que aumenta o sinal do celular ser verdade, mas não é ☹️

— Se você trocar a tela de um iPhone 13 sem a bênção da Apple, perde o Face ID (em inglês). E aquele papo de ser sustentável, dona Apple? Como fica?

Você (sim, você) pode consertar o desastre climático? (Em inglês, com legendas em português.) O ótimo Kurzgesagt debruçou-se nessa questão, talvez a mais inquietante da nossa geração.

— Este cara usou algoritmos avançados para desenvolver o teclado T9 perfeito (em inglês). Spoiler: às vezes o ganho em eficiência é tão ínfimo que não compensa a perda de conveniência.

Estes personagens animados não existem. Digo, a rigor nenhum existe, mas esses são criados por uma inteligência artificial.

— Segundo o Google, “google” é a pesquisa mais popular feita no Bing (em inglês), o buscador rival da Microsoft.

— A engenheira da Microsoft que fica procurando por pessoas reclamando da barra de tarefas do Windows 11 no Twitter para dar esporro. Detalhe: em outro idioma.

— Uma animação mostrando a evolução do mercado de navegadores (1994–2021).

— O MUBI agora tem perfil no Letterboxd (em inglês).

Horizon Chase, o simpático joguinho de corrida dos brasileiros da Aquiris, ganhará uma expansão em homenagem a Ayrton Senna. Sai dia 20 de outubro.

— Saiu uma nova versão (1.3) do SuperTuxKart (em inglês), talvez o jogo mais Linux de todos os tempos.

— Conhece o BlueStacks, um emulador de Android? Agora tem o BlueStacks X, que permite rodar jogos de Android no navegador.

— Alguns desenvolvedores de apps para o Gnome não gostam, detestam, realmente não toleram quem fica mexendo no visual do sistema (em inglês).

— Uma lista de aplicativos, extensões, módulos e temas (para desespero dos desenvolvedores acima) legais para o Gnome.

IMGZ é uma alternativa ao Imgur que promete não tentar virar uma rede social lenta e esquisita — exatamente o que o Imgur virou. Para isso, cobra US$ 1 por mês. (É meio sátira, mas funciona.)

Ampie é uma extensão que puxa debates em redes sociais relacionados à página em que você está. Para Chrome e Firefox.

Tape It é um novo app para música — com faixas separadas por instrumento e tudo mais. Para iOS.

Pensela é uma nova ferramenta de prints e anotações, multiplataforma e com código aberto. (Lembra a ferramenta de anotações nativa do iOS/iPadOS.)

Temp Mail é um novo serviço de e-mails temporários que parece mais ajeitado que o clássico 10MinuteMail.

— Lançamentos literários da semana:

  • História da música popular brasileira: Sem preconceitos (Vol. 1) [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, de Rodrigo Faour, publicado pela Record: “[…] Um panorama da música popular brasileira, do final do século XV, quando os portugueses aportaram no Brasil, aos dias atuais. Neste primeiro volume, o autor delimita seu estudo entre 1500, com a contribuição dos índigenas, portugueses e escravizados, e os conturbados anos 1970.”
  • Ruído: Uma falha no julgamento humano [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, de Daniel Kahneman, Olivier Sibony e Cass R. Sunstein, publicado pela Objetiva: “Baseado em extensa pesquisa e repleto de ideias originais, este livro explica como e por que os seres humanos são tão suscetíveis ao ruído e aos vieses ao fazer escolhas. Revela também que, com algumas soluções simples, podemos reduzir ambos e, assim, tomar decisões muito melhores.”

— Debates legais que estão rolando no post livre:
– Como parar de roer unhas?
– Tablet Android baratinho e bom: existe?
– Pacotes de viagem do Hurb.
– DNS que bloqueia anúncios.
– Orelhões em extinção.
– Resgatando um PC velho para rodar Linux.

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), Jacque indicou o livro Brimos: Imigração sírio-libanesa no Brasil e seu caminho até a política [Amazon, Ponto, Submarino, editora]1, de Diogo Bercito, publicado no Brasil pela Fósforo, e Ghedin, outro livro, Design para um mundo complexo [Amazon, Americanas, Ponto, editora]1, de Rafael Cardoso, publicado pela Ubu.

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