Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Achados e perdidos #21

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

***

— Joseph Herscher usou brinquedos e outros objetos para criar um robô pizzaiolo. A engenhoca é muito interessante e funciona, mas a pizza ficou parecendo uma daquelas congeladas de mercado.

— O Facebook pediu a Roger Waters o direito de usar a música Another Brick in the Wall II em um comercial do Instagram. A resposta do ex-Pink Floyd (em inglês), que obviamente negou o pedido, é impublicável nesta newsletter.

— A Noctua lançou o NH-P1, o primeiro “cooler passivo”, ou seja, sem ventoinhas (em inglês), para processadores de alto desempenho. O negócio é um bloco enorme (158x154x152 mm), de 1,2 kg (!), feito de alumínio e cobre.

Todos os novos (e belos) papéis de parede do Windows 11.

— Falando em Windows, este blogueiro anônimo listou as muitas inconsistências visuais/da interface do Windows 10 (em inglês). Tem coisas ali do Windows 3.11…

— Sabe quando as marcas levam uma piada muito a sério? A Microsoft anunciou um frigobar no formato do Xbox Series X. Sai no final do ano, ainda sem preço definido.

— No Japão, o SoftBank (que, apesar do nome, é uma operadora de telefonia) anunciou o primeiro celular da Leica (em inglês). Na real, é um rebranding daquele Sharp Aquos R6, com sensor de 1”, comentado numa Achados e perdidos recente. O Leitz Phone 1 sai por ¥ 187.920 (~R$ 8,5 mil).

— Também no Japão, o retorno do Tamagotchi, agora em formato de relógio inteligente (em inglês). (Tenho a impressão de que todo ano há um “retorno” do Tamagotchi.)

— Este site te compara à média dos outros visitantes (em inglês) em questões mundanas e humanas. Pontos extras pela apresentação bonitinha.

— Oito minutos de vídeo cassetadas envolvendo selfies.

— Uma extensão de navegador que corrige o baixo contraste em sites.

— Uma coleção de GIFs animados no formato 88×31. Cuidado: a página é pesadíssima para carregar, o que incidentemente faz lembrar as conexões lentas de quando esses GIFs eram onipresentes na web.

— Uma lista de listas de bloqueadores de anúncios.

— Semana cheia de lançamentos literários. Segue em formato de lista:
O Caso Evandro: Sete acusados, duas polícias, o corpo e uma trama diabólica [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, do multimidiático Ivan Mizanzuk, publicado pela Harper Collins.
O deus das avencas [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, novo livro com três histórias do nosso chapa Daniel Galera, pela Companhia das Letras.
– A versão “guia prático” do A arte de fazer acontecer [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, que você provavelmente reconhecerá pelo nome original, Getting things done, ou GTD, do David Allen e Brandon Hall, publicado aqui pela Sextante.
Radioativos: Marie & Pierre Curie, uma história de amor e contaminação[Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, de Lauren Redniss, publicado pela Companhia das Letras. É o livro que deu origem ao filme Radioactive, da Netflix, indicado pela Jacque em um Guia Prático recente.

— Debates legais que estão rolando no post livre desta semana:
– Alternativas ao YouTube: existem?
– A criança batizada de HTML.
– Sugestão de roteador para casas maiores.
– Experimentos com o Notion.
– Traumas com notebooks Vaio.

— No podcast Guia Prático desta semana (ouça!), Jacque indicou o livro/diário Uma pergunta por dia [Amazon, Americanas, Magalu, editora]1, publicado pela Intrínseca, e Ghedin o livro Sem filtro: Os bastidores do Instagram [Amazon, Americanas, editora]1, da Sarah Frier, publicado no Brasil pela editora Planeta2.

— Nesta segunda e terça (21 e 22), a Amazon promove o Prime Day no Brasil, seu evento anual de descontos. A minha política pessoal e a do Manual do Usuário é de dissuadir as pessoas de comprarem na Amazon, mas sei que é difícil resistir aos descontos, especialmente neste momento de dinheiro curto. Se você for comprar na Amazon, use os links de afiliados do Manual. Dessa forma, ganhamos uma pequena comissão sem que você pague nada a mais. Comprar da Amazon pelos nossos links é tipo crédito de carbono: não salva coisa alguma, mas neutraliza o karma ruim de deixar Jeff Bezos mais rico ao financiar um projeto independente e que ainda opera no vermelho.

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