Banner anúncio do Revelo UP, com o logo do programa e o texto 'Financiamento de curso em tecnologia' à esquerda, a frase 'Investir no seu futuro começa agora' no meio e, à direita, a palavra 'UP' vazada, com uma mulher pensativa no 'U' e um homem fazendo anotações no 'P'.

Achados e perdidos #15

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #14

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #13

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #12

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #11

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #10

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #9

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana.

Achados e perdidos #8

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana. *** — Uma receita feita com Lego em […]

Achados e perdidos #7

Todo sábado, pego uns links que acumulei ao longo da semana e que, embora curiosos e/ou interessantes, não renderam nem notinhas, e os publico num compilado que chamo de “achados e perdidos”. É um conteúdo mais leve, curto, quase lúdico — a cara do fim de semana. *** — O vídeo tem apenas 76 segundos, […]

Achados e perdidos #6

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos e outras coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui. *** — Todos os 150 cenários de Fantasian, novo jogo para o Apple Arcade de Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, são dioramas reais […]

Achados e perdidos #5

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos e outras coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.

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— Do mesmo criador do video game, uma versão de tabuleiro do ótimo Stardew Valley (em inglês). Uma partida, que compreende um ano no tempo do jogo, leva ~45 minutos (e pode ser adaptada para durar menos), pode ser jogado sozinho ou em até quatro pessoas, e a idade mínima recomendada é 13 anos. Custa US$ 55 lá fora e… bom, ontem (26), quando fui ver a loja, já estava esgotado.

Um listão de recursos e serviços gratuitos ou com planos gratuitos para desenvolvedores.

— Este cara quer colocar uma tela e-ink, a mesma dos Kindle, em um notebook convencional (em inglês). Aliás, por que isso não existe de fábrica?

— Falando em notebooks, uma nova empresa de São Francisco anunciou o Framework Laptop, um notebook modular (em inglês) que “pode ser atualizado, personalizado e reparado de maneiras que nenhum outro é capaz”.

Skittish é um espaço para conferências virtuais (em inglês). O lance ali é que os participantes são animais e interagem em um mundo animado, tipo Fortnite, mas sem aquela bobagem de atirar uns nos outros. Ainda sem previsão de lançamento.

— Recentemente dois livros célebres para entender a influência da tecnologia nas nossas vidas saíram em edições brasileiras: Algoritmos de Destruição em Massa, da Cathy O’Neil, pela editora Rua do Sabão; e A era do capitalismo de vigilância, da Shoshana Zuboff, Intrínseca. A Intrínseca, aliás, reeditou o ótimo Os inovadores, de Walter Isaacson. Essas e outras sugestões de leitura estão na nossa ~livraria.

— Este simulador de icebergs permite que você desenhe um e veja como ele flutuaria no mar. Inspirado pelo desejo de muitos cientistas de que icebergs sejam representados corretamente.

A origem etimológica de alguns termos da computação (em inglês). Cookies, spam, wiki, cache… fascinante.

Achados e perdidos #3

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.


— A Epic anunciou o MetaHuman (em inglês), uma ferramenta do Unreal Engine para criar personagens humanos de alta fidelidade em minutos, algo que, segundo a empresa, no modelo tradicional “leva meses de pesquisa, equipamentos de escaneamento caros e um exército de artistas tecnológicos”.

Como o Internet Archive digitaliza livros de papel (em inglês) — página por página, com um software próprio e uma engenhoca que não destrói os originais. Já foram 2 milhões de volumes (em inglês).

— Do nada, a foto de uma flor hospedada na Wikimedia Commons passou a ser requisitada dezenas de milhões de vezes por dia. A maioria dos acessos vinha da Índia e coincidia com o banimento do TikTok no país. Um detalhado trabalho investigativo (em inglês) foi feito na fundação para descobrir qual app estava causando esse estrago. A história teve um final feliz.

— O Sesc está exibindo, gratuitamente e pela internet, documentários de grandes nomes da música brasileira neste Carnaval — Clementina de Jesus, Dorival Caymmi, Elton Medeiros e outros. Disponíveis até dia 24/2.

— O site Spurious Correlations (em inglês) ilustra com vários exemplos aquela velha máxima: correlação nem sempre implica causalidade.

— Já existe um emulador de Nintendo Switch, o yuzu. A última atualização, de janeiro, fez progressos admiráveis (em inglês).

— Um robô do bem no Twitter: ele coleta e divulga vagas de emprego em tecnologia da informação. É o @ViUmaVaga.

— O advogado que, sem querer, ativou um filtro de gatinho (em inglês) no Zoom durante uma audiência 😸

Pinturas bonitas de brasilidades para aquecer o coração.

Achados e perdidos #2

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui.


— Um grupo de sul-coreanos consegue reproduzir, com a voz, sons do iPhone. E do Windows. E a música tema do Super Mario Bros.

— Por falar em Mario, outro grupo de amigos pegou os samples originais das músicas de Super Mario Bros e as regravaram — agora, sem as limitações do cartucho de Super Nintendo. Mas fica a dúvida: eram essas as músicas que a Nintendo queria usar, ou elas só foram feitas assim porque ficavam legais com as limitações do SNES?

— O projeto VideoLAN, lar do espetacular VLC, completou 20 anos no último dia 1º de fevereiro (em inglês).

O Nike GO FlyEase é um tênis “hands-free” (em inglês), ou seja, não precisa usar as mãos para calçá-lo. Deve ser lançado no final do ano.

— A H. Moser, tradicional fabricante suíça de relógios, deu o troco na Apple: lançou a versão final do seu Swiss Alp Watch, um relógio “paradoxal, satírico e caprichoso” — é um relógio mecânico, super sofisticado, com o visual do Apple Watch. Uma boa piada, mas uma bem cara: custa ~US$ 30 mil (cerca de R$ 160 mil).

Cab Rider: um simulador de trem com gráficos charmosos feito para PICO-8, um video game virtual (em inglês) que é fascinante por si só.

— Em breve, será possível medir os batimentos cardíacos e a respiração apenas usando a câmera dos celulares Pixel (em inglês), do Google. Os dados não têm validade clínica, mas o Google espera que ajudem no bem-estar das pessoas.

Achados e perdidos #1

Toda semana acumulo links curiosos, vídeos ou coisas legais, mas que achei não valiam uma notinha. Descaradamente inspirado pelos link packs da Tina, decidi reuni-los numa lista e publicá-la aqui. Se funcionar, todo sábado sai um novo “Achados e perdidos”. Se não, ninguém viu 👀


— Matty Benedetto desenvolve produtos desnecessários, ou inúteis. O último deles, acima, é um pote de álcool gel que se conecta ao iPhone 12 via MagSafe (em inglês).

— A Fujifilm lançou esta semana a X-E4, uma câmera mirrorless com lentes intercambiáveis bem compacta. Adorável, mas que cara! Detalhes no Digital Photography Review (em inglês).

— A Xiaomi está desenvolvendo um caixote capaz de recarregar celulares à distância (em inglês), sem fios. Ainda é só um protótipo, porém.

— Sempre atual (infelizmente) esta representação visual e em escala da riqueza. Prepare o dedo, porque tem que rolar muito, mas muito mesmo para chegar ao fim. (Dica do Vitor, no post livre.)

— Bem bonitos estes papéis de parede do Hector Simpson inspirados nos clássicos do OS X, mas modernizados. Seus por US$ 3.

— Por falar em papéis de parede, o Aquino, chapa deste Manual do Usuário, consolidou e relançou seu império de papéis de parede de games. Eles agora estão de casa nova, o My Game Wallpapers.

— O merchã chegando a locais nunca antes explorados pelo capitalismo: a Tramontina lançou uma linha de panelas oficiais (?) do filme Mulher-Maravilha 1984.

— Guy Dupont pegou um iPod Classic, de 2004, e o modificou para que ele rodasse o Spotify. O nome é tão genial quanto o projeto em si: sPot (em inglês).

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