Post livre #253

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

91 comentários

  1. Estou aprendendo italiano utilizando apenas recursos gratuitos encontrados na internet e por enquanto até que estou me virando bem.
    Uma das coisas fundamentais para se aprender um idioma novo, após uma breve familiarização com a estrutura e vocabulário básico dele, é consumir conteúdos como rádio, tv, canais no YouTube e jornais e blogs neste idioma.
    Daí que tenho algumas observações que gostaria de compartilhar da minha experiência:
    1 – como os algoritmos dificultam isso! Mesmo mudando todas as configurações para o idioma pretendido, tanto nas buscas do Google como nas redes sociais, fica evidente como os algoritmos querem que vc consuma coisas locais ou no máximo em inglês. O único que realmente respeita a troca de região é o Duck Duck go. Cheguei a criar contas novas no twitter e YouTube, colocando o país e idioma italiano nas configurações e só adicionando pessoas e canais italianos, mas não param de chegar sugestões de conteúdos em português.
    2 – Mesmo assim consegui descobrir muita coisa legal. Uma coisa que seria muito útil é montar uma espécie de Wiki fazendo paralelos entre criadores de conteúdos de cada país. Por exemplo: qual é a Folha de São Paulo daquele país, a tv Globo, os blogueiros e podcasters, o Manual do Usuário…
    3 – a título de curiosidade, encontrei, acho, o paralelo do Ghedin italiano que é o Ricardo Palombo. Escreve muito bem alguns reviews e artigos críticos, está sempre buscando novos formatos e exoerimentando, fala de tecnologia sem ficar preso as questões puramente técnicas ou mercadologicas, dá boas dicas de leitura e tem uns podcasts muito bons.
    4 – pode parecer fuga elitista sem sair do Brasil, e talvez seja, mas não tem nada melhor para se desintoxicar daquela “doença de Brasil” do que começar a ler jornais de outros países. Nem mesmo a complicada e suja política italiana não traz a mesma sensação de desgosto e revolta que a nossa.

    1. Obrigado pelas dicas.

      Creio que aprendi inglês mais assim: porque acabei consumindo produtos (séries, animações, etc…) nesta língua, e ao mesmo tempo tive a sorte de na época ter boas aulas de inglês na escola quando mais jovem. Me lembro de terem falado que é muito mais barato e fácil aprender enquanto pratica – por causa das nuances da língua e tudo mais, do que por cursos.

  2. Meu lado “gambiarrento” hoje tá ligado. Acabei de receber um pc para manutenção, e só tenho um monitor disponível, com entrada DVI.

    Tou usando:
    – Um adaptador DVI – HDMI
    – Um chaveador HDMI 3 entradas 1 saída
    – Dois cabos HDMI.

    Até que tá dando para se virar.

    1. Já vi caras usando aquelas plaquinhas de captura baratinhas + chaveador HDMI para coletar sinal de 4 câmeras hahaha
      Impressionante como funcionava, apesar do delay na troca de câmera, e da plaquinha esquentar um bocado.
      E um desses caras usava um iRig baratinho (provavelmente genérico) pra capturar o som da mesa via P10 e mandar pra entrada de microfone. Impressionante! A qualidade não era impecável, mas saiu muito mais barato do que comprar uma interface de áudio de verdade. Ele gastou uma fração do custo real de equipamentos dedicados e ainda teve qualidade aceitável.

  3. Pessoal, o que vocês acham do KaiOS? Alguém aqui já teve alguma experiência com ele? Estou considerando comprar um celular com ele para me distanciar um pouco da internet, principalmente fora de casa.

    1. Se eu soubesse, tinha segurado o KaiOS que comprei para te vender. Fiz um reviewzinho há uns dois Post Livre, mas vou tentar relembrar aqui algumas das experiências:

      – Ele é extremamente simplório no quesito que não tem tantas funções quanto um Android. Então se está acostumado com o Android e tem algum tique ao ver algo fora do padrão, provavelmente se incomodará com o mesmo.

      – Ele é rápido quando “monotarefa”. Ou seja, só funciona bem só para uma coisa de cada vez. Não fiz o teste de escutar música e ver site ao mesmo tempo, mas pelo que senti, não é possível.

      – Para navegar em sites, é sofrivel. Principalmente se o site tem muita imagem e propaganda.

      – Não vi em outros modelos de KaiOS, mas no qual usei (Multilaser ZAPP), o Whatsapp é bem capado. Não faz ligações de vídeo, não tem Web (acesso via navegador) e precisa do cartão de memória para armazenar as conversas.

      – Não tem Telegram oficialmente, mas estão fazendo um port não oficial que você pode por conta e risco instalar.

      – Dá para escutar rádio FM ou instalar um aplicativo de rádios online. Ou escutar MP3 se quiser.

  4. Comprei o iPhone SE faz uma semana e meia e, talvez seja muito cedo para chegar a essa conclusão mas, ele esta durando quase dois dias com os mesmos apps que eu tinha no S9..

    ..como comentei em outro post livre na qual me perguntaram sobre a duração da bateria com o sistema LineageOS (redmi 7a), eu não sou modelo já que, quase não uso o celular (no máximo umas 3 horas de tela influenciada pelo Duolingo)..

    ..já sobre a experiência, estava meio receoso por conta do valor a ser desembolsado e ainda ter que comprar o carregador, fone/adaptador mas, até o momento só alegria (tirando alguns apps como o Protonmail e Warren que parece ter certa dificuldade em se adaptar ao sistema IOS)..

    ..ainda não me adaptei 100% mas, não tenho dificuldade com mudanças (isso em quase todos os aspectos da vida). o botão físico me agrada bastante e as animações e a fluidez é outro ponto que me agrada, já sobre a tela, falaram super mau pois, não tinha a quantidade de pixel esperada para um celular de 2020 mas eu, particularmente não senti falta de mais pixels

    1. Não sei como estão as telas OLED hoje, mas até a última que conferi de perto e por um tempo maior (a do Galaxy S9), ainda existia aquele problema dela ficar meio esverdeada quando vista de lado, problema que as LCD, como a do iPhone SE, não têm. E é bem isso mesmo, a definição dessa tela de 4,7″ é alta o suficiente para ser muitíssimo agradável a olhos humanos.

      1. Talvez essa questão (“tela verde”) tenha sido resolvida via software ou alguns Galaxy´s S9 não vieram pois, o meu não tinha esse problema e, tenho que admitir certa saudade da tela (ela é extraordinária, principalmente pelo tamanho da tela que não é enorme como os aparelhos atuais). E como o Guilherme pontuou abaixo, é um celular competente e, se não fosse pelo valor seria uma das melhores opções (por 2400 da para pegar um Galaxy Note 10, com carregador kkkk).

    2. Peguei um iPhone SE 2020 64GB depois de 9 anos usando Android e posso concordar com tudo o que você disse.

      A bateria não é como os reviewers lamentam; ela não vai te deixar na mão às 15h de uma quarta-feira – como o reviewer médio que passa o dia inteiro tirando foto, gravando vídeo, consumindo Instagram, jogando etc. tenta te convencer.

      Como o Ghedin salientou, pouco importa a resolução da tela se a densidade é suficiente para não enxergarmos os pixels, o que é o caso. Sobre a tela ainda, nos primeiros dois dias você tem a impressão de que ela é pequena demais; depois disso, passa a achar as telas de outros celulares desnecessariamente grandes (pelo menos pra mim, que gosto de telas pequenas e não consumo muita mídia no smartphone).

      Pretendo escrever um review sobre ele no meu blog pessoal, mas o veredito é o mesmo que o seu: competente.

      (Sobre o Warren, realmente o app pra iOS é sofrível.)

      1. Esqueci de pontuar que foi a versão 2020 e também foi o de 64GB. Concordo com o tamanho, inicialmente achei pequeno mas, me acostumei fácil (o S9 também não é grande..).

        Minha impressão sobre os reviews é que, estão tão apegados aos detalhes de que esse têm X de RAM a mais, pontuação do processador Y melhor, tela com densidade Z como se, isso fosse uma necessidade, um requisito mínimo para que um celular exista ou não, sei lá, esquecem de simplesmente dizer se o celular é bom ou não, a que publico se aplicaria talvez… na maior parte das vezes é até cansativo ver o review.

    3. Seu S9 foi pra sua irmã né?

      Eu estava praticamente na mesma situação que a sua, mas como vi que não ia me adaptar em limitações específicas que iOS tem, desisti da ideia.

      1. Sim, esta com ela.

        Entendi, inicialmente eu também gostava da liberdade que o android disponibiliza, mas isso esta saindo mais caro do que comprar um aparelho que me “dá” maior segurança/privacidade/controle sobre alguns aspectos e período de atualização. Mas eu sei que isso não é pra todo mundo por N fatores.

    4. Estou com um SE 2020 de 64gb aproximadamente por dois meses e não tenho o que reclamar do aparelho.
      Meu único porém é quanto as películas de vidro. Ainda não consegui achar uma que não fique com aquela entrada de ar nas bordas. Dizem que é por conta da curvatura da tela, mas mesmo assim achei muito estranho. Tentei usar uma película de gel, mais fina, que resolveu esse problema porém ela é muito ruim, parece que a tela fica com aspecto “engordurado” facilmente. Vocês tiverem esse mesmo problema com películas de vidro para o SE?

      1. Cara, eu nunca gostei de película e nem de capinha, tanto é que nunca usei (e por incrível que pareça, nunca quebrei minha tela, apesar de riscada), mas, ao comprar o iPhone, decidi que seria uma boa. Não película de vidro e sim, aquelas foscas (que é praticamente uma “folha de plástico fosca”) e esta me atendendo bem, não deixa aquelas bordas igual seu relato, apesar que, não deve ajudar muito a tela ao deixar o celular cair.

  5. Dias atrás comprei um DJI Tello usado por uma barganha – o detalhe que ignorei foi que a bateria do mesmo já estava em fim de vida útil (5 ante 10 minutos de voo de uma bateria em bom estado), o que me fez levar a ir na Kalunga e comprar uma segunda bateria.

    Sempre tive a intenção de comprar um drone para saber se eu seria bom em opera-lo. Tenho um conhecido que tem um e eventualmente faz serviços fotográficos à terceiros (se eu fosse afiliado do grupo do MdU no Telegram, provavelmente contaria umas histórias que não seriam possíveis aqui) com um DJI Phantom 3 Professional. E apenas duas vezes operei o drone – uma delas quase quebrei o mesmo porque eu precisei tentar ajudar com um pouso de emergência e errei o comando.

    O legal do Tello é que ele é bem simples de operar: com a tela de celular e um “joystick virtual”, você vê o que acontece e opera de forma simples , podendo usa-lo como uma “grua virtual” para tirar fotos em posições diferentes por exemplo, o que testei e achei legal. Ele só tem estabilidade em ambiente fechado, sem vento e com boa iluminação: em um ambiente escuro, o mesmo fica meio “doido” e voa sem direção – o sistema de navegação dele é baseado em imagens e não em outros parâmetros.

    Tentei gravar vídeo, mas aparentemente o app oficial do Tello tem um bug que falha gravação de vídeo em alguns modelos de celular.

    Dizem que um app pago funciona bem melhor e tem mais funções. Penso se compensa gastar um pouco em um app que não sei por quanto tempo irei usar.

    Outro ponto interessante do Tello é que é possível “programa-lo” para fazer operações preestabelecidas. Ainda não testei esta função (precisa do app Tello Edu, que puxa-se a parte ou usar de linguagem direta via comunicação por console), pois eu precisaria de uma boa área (E preferencialmente sem vento) para fazer este teste.

    Enfim, apesar de muitos ve-lo como “brinquedo”, penso em usa-lo de forma um pouco mais profissional: para tirar fotos em uma posição mais alta ou tentar ajudar em alguns casos. Mas a haver.

    1. de todas as novidades que se ventilam nos últimos anos, a popularização do carregamento sem fio à distância é a única que realmente me deixa animado (não necessariamente de forma positiva, porque só vai piorar nossos hábitos de consumo, mas ainda assim me deixa animado)

      imagina estações de carregamento remoto distribuídas pelo espaço urbano como um item básico de infra-estrutura (como hotspots de wi-fi públicos)

      1. Eu tenho uma cisma pois dizem que o maior risco deste tipo de sistema é a irradiação. Fico me questionando se carga por indução é algo que tem radiação ionizante.

        1. Todo fio eletrico gera um campo magnético ao seu redor…. no mais a gente recebe tanta radiação do espaço e da propria Terra que as invenções humanas são o menor dos “problemas”

          1. Obrigado aos dois. Estava só preocupado com a “ionizante”, mas beleza.

    2. Já cheguei a testar alguns celulares com carregamento por indução, e… legal, mas nem tanto? Sei lá, não vejo o carregamento por fios como um grande transtorno. (Sem falar na eficiência, muito maior com o fio do que sem ele.)

      (E sim, entendo que talvez eu seja um alienígena/estranho nesse aspecto. Todo mundo parece ansiar muito pelo carregamento sem fios.)

      1. Eu também não vejo muita vantagem prática nos carregadores por indução vendidos hoje em dia, mas poder carregar o telefone dos gadgets que fornecem a energia é realmente um ganho de praticidade bem considerável. Eu fiz alguns exercícios de futurologia:

        1 – Com uma infraestrutura de carregamento à distância bem consolidada numa cidade, não precisaríamos de grandes taxas de transferência de energia por tempo (potência), já que nossos telefones estariam sempre carregados. Bastaria que essas estações segurassem a bateria do smartphone em 100% durante o uso em jogos ou vídeos.

        2 – Com essa mesma infraestrutura do exemplo anterior, não precisaríamos de telefones com baterias gigantescas, pelo mesmo motivo deles estarem sempre carregados. Isso reduziria o custo do telefone e o deixaria mais leve e fino.

        3 – Se essas estações evoluírem, a ponto de termos potências elevadas, poderíamos ter vários tipos de aparelhos, não só smartphones funcionando sem a necessidade de tomadas.

        Sei que essa realidade é muito distante, mas acredito que ainda estaremos vivos para vê-la (se os seres humanos não se explodirem até lá).

      2. …mas poder carregar o telefone *longe* dos gadgets que fornecem a energia é realmente um ganho de praticidade bem considerável…

  6. Algum leitor do manualdousuário costuma usar tablet para estudar? Me interessei pela possibilidade, por causa das vantagens (portabilidade, levar livros e “bloco de notas” em um único dispositivo, tomar notas, fazer resumos, economizar com impressão, menos peso na mochila).
    É a primeira vez que considero seriamente, e estou em dúvida sobre os possíveis pontos negativos (custo, possíveis danos à visão, nível de atenção menor comparado ao papel etc). Se alguém tem experiência nesse quesito, e puder compartilhar suas experiências, eu agradeço muito.

    PS: uso e-readers desde 2015, excelentes para ebooks, e péssimos para PDFs. Mesmo convertendo para ePub ou MOBI, não fica ideal, a formatação quebra.

    1. Eu usei um tablet para estudar por um bom tempo (Galaxy Note 8.0) e nos primeiros dias usei ele bastante, seja resolvendo questões com a própria canetinha ou baixando PDFs das provas e resolvendo no papel. Li bastante nele também!
      No entanto ao longo do tempo a necessidade foi diminuindo… Isso está relacionado com a minha área (engenharia) onde é imprescindível ter um computador de verdade por perto no entanto eu realmente não via a necessidade de ter um tablet por perto. A facilidade e praticidade de um computador com teclado e touchpad são imbatíveis pra mim, o que fez eu acabar deixando o tablet de lado por uns bons anos.

      Se compensa ou não, depende do teu uso. Eu sou muito mais veloz com um teclado do que com uma tela touch. As gerações mais novas, no entanto, se dão melhor com as telas de toque. Dependendo do quão você vai gastar, pode pegar um belo de um ipad air versão antiga que vai te servir muito mais!

      1. Entendi, também sou da área da engenharia, me formo agora em abril. Passei a graduação inteira usando notebook e Kindle. Como o Kindle tem uma tela meio pequena, era horrível ler PDFs nele, e mesmo usando algumas ferramentas para conversão, ainda não ficava ideal, então fui deixando de lado.
        Meu objetivo é estudar pra concurso. Ler livros, apostilas, as leis, resolver simulados, provas anteriores, destacar trechos dos livros/apostilas, fazer resumos etc.
        Ainda não estou trabalhando, então considero o Galaxy Tab S6 Lite (custa menos de 2400 e já vem com S Pen) como opção primária. E como ele tem OTG, posso ligar teclado e mouse USB usando o adaptador usb-c que tenho aqui.
        Enfim, muito obrigado por responder! Pensarei a respeito com calma. Qualquer coisa tento estudar novamente com o Kindle, haha

    2. Gabriel, eu trabalho viajando e optei pelo combo iPad Mini + teclado bluetooth para tocar os estudos. Atende muito bem todas as minhas necessidades com a vantagem de ser mais leve, prático e versátil que um notebook. Nele, além da trinca Classroom, Docs e Meet, obrigatórios por conta da universidade, eu uso o Adobe Reader, o Notion e o Quizlet. Tenho gostado muito da experiência!

      1. Muito obrigado pela resposta! Cara, queria saber se você usa alguma caneta digital para destacar trechos nos PDFs, escrever algo com letra cursiva etc.
        Meu propósito é usar para estudar para concurso haha

    3. Um tablet com caneta (S-Pen) é melhor opção. Pode ser um S6 (potência de sobra, mas cobra o preço) ou um singelo Galaxy Tab A SPen P205, por menos de 1.500, vem com 4g e 3Gb de RAM. Gosto muito de 8″, o tamanho ideal entre a portabilidade do 7″ e o espaço de tela de 10″.

      1. Verdade, estava pensando que mesmo a S Pen não sendo deal-breaker, ela traz muita versatilidade. Vi gente usando tablets normais com aquelas stylus, e é horrível, não pode encostar a mão na tela, não tem suporte a gestos etc.
        Dei uma olhada no Tab A que você recomendou, achei a S pen muito pequena pra usar. Acho que esse tamanho faz mais sentido num celular. Se bem que, como ele é compatível com S Pen, talvez qualquer outra S Pen funcione nele também.
        Mesmo assim eu considero o Tab S6 Lite como opção principal, por ser o mais equilibrado em preço/funções.
        Obrigado pela resposta!

    4. Comprei um Kindle Fire no mercado livre (pq até então não havia sido lançado no Brasil- e acho que ainda não foi) e valeu muito a pena. Dá pra folhear mais rápido do que kindle normal, além de estudar em PDFs. E o preço bem mais barato que qualquer tablet médio.

      1. Massa, é bom ver que apesar do kindle ser imbatível na leitura, um tablet pode complementar na parte dos PDFs. Vou pensar mais favoravelmente na possibilidade.

  7. Não acho que vamos esgotar este assunto, mas vale a discussão: o que você entende por “rico”?

    Um comentário meu no post do r/WallStreetBets (“enche o coração ver rico se dando mal”) causou mal-estar em alguns leitores. Sinto, porém, que parte desse desconforto decorre de interpretações distintas do que significa ser rico, daí achei que seria uma boa debatermos isso aqui.

    1. Estava procurando um gráfico que vi no Twitter essa semana sobre a percepção das pessoas se elas se acham ricas ou pobres, onde vários do quartil inferior da pobreza achavam que estavam no superior e vice-versa.
      Acho que quando você falou que adora ver rico se dando mal, você não estava se referindo ao cara que tem um apartamento bom e um carro novo. Mas esse cara do exemplo, que pode ter tido uma vida difícil e conseguiu ganhar dinheiro com muito esforço, se acha rico e fica ofendido quando você fala alguma coisa dessas.
      O “rico” que dá alegria de ver se dando mal, na minha opinião pelo menos, são os bilionários, empresários que dão aos trabalhadores condições precárias, especuladores, donos de empresas envolvidas em corrupção, etc.

    2. Eu gosto de uma “definição” de rico que vi um tempo atrás: você é rico se o seu patrimônio te permite parar de trabalhar e continuar vivendo com o seu nível de gastos (ou semelhante) pelo resto da vida. Obviamente tal definição permite piadas do tipo: “sou rico se morrer até sexta” ou “sou rico se morrer até o fim da tarde” e por aí vai. Mas, a sério, me parece uma boa definição. Curioso para ler outras.

    3. Até pela natureza da concentração de renda, acho que é completamente dependente de contexto a definição.

      No caso da nota, era claro que a gente estava falando das pessoas acima das centenas de milhões. No contexto de discussão eleitoral, normalmente “rico” é basicamente classe B para cima normalmente.

      Você estar na base do 1% mais alto salários, sua renda média é 5-10x mais que a renda média. A diferença do topo 0,1% e 1% é bem maior. Não é intuitivo esse comportamento, o que faz as pessoas não contabilizarem direito o que significa um bilionário e qual o problema disso.

    4. Pra mim “rico” é quem consegue comprar algo sem preocupação com o valor.
      Quando comprei minha primeira moto eu estava de olho uma Bros 160. Quando cheguei lá o vendedor disse que tinha vendido pra uma mulher que queria dar um presente pro marido. Pediu o preço e só passou no débito.

    5. Não sou cientista social, portanto vou certamente ignorar virtuais outras abordagens, mas eu diria que há duas grandes abordagens usuais para posicionar classes sociais: de um lado, por segmentos de renda/poder aquisitivo, por outro, pela posição ocupada pelo sujeito na cadeia de produção e circulação de riqueza.

      A primeira abordagem é a clássica “A, B, C, D, E”. O problema é que uma família localizada na faixa B pode, de um dia pro outro, ir para a faixa C (ou inferior) em função de uma demissão ou impossibilidade de continuar vendendo sua força de trabalho.

      Já a posição relativa dos sujeitos no processo de produção tende a ser mais interessante e tensa: neste caso, retomamos às velhas classificações de proletário, burguesia, pequena burguesia, lumpem, etc.

      Neste caso, qualquer pessoa que dependa da venda da sua força de trabalho para sobreviver será um proletário, não importa que ela seja um auxiliar geral ganhando um salário mínimo ou um professor universitário ganhando 15 salários mínimos. Ambos os casos estarão muito distantes do rentista ou capitalista que ganha centenas de milhares de reais todos os meses praticamente sem trabalhar.

      Claro que há muitas nuances aí no meio. O que caracteriza a classe média, por exemplo?

      Num país tão pobre ou desigual é muito difícil afirmar que aquele professor ganhando 15k por mês não seja “rico”. Além disso, ele certamente está numa situação mais estável e muito menos vulnerável que 99% das pessoas no país.

      No entanto, o verdadeiro rico está muito longe.

      “Paz entre nós, guerra aos senhores.”

    6. Falando mais diretamente, eu gosto das medidas propostas pelo Piketty no livro Capital no Século XXI: se você faz parte dos 10% com mais dinheiro do seu país, você é rico. Existem os superricos (aquele 1%) e os ultrarricos (0,1%)
      No Brasil, as pessoas ricas (ou melhor, que fazem parte dos 10% mais ricos) geralmente se consideram “classe média”. É rico no Brasil quem ganha mais de R$ 5 mil por mês (aproximadamente).

      Teve um Tecnocracia que o Felitti faz uma discussão boa dos dados sobre a realidade brasileira

      1. É um recorte válido; acho que riqueza é relativa, e se se vive em um país pobre, mesmo valores absolutamente baixos, como R$ 5 mil, já colocam alguém (muito) acima da média.

        Apenas para reforçar, não estava pensando em quem ganha R$ 5 mil (ou R$ 50 mil) quando escrevi que é legal ver rico se ferrar!

    7. Uma coisa que não vejo aqui vocês falando é a questão da “ostentação”.

      Vejam, ao que noto quando falamos no debate sobre “o que é ser rico”, nos focamos muito na “quantidade” – o cara tem 1 milhão, 1 trilhão…

      E se analisar, dado a mecânica do capitalismo, infelizmente será assim que se “valorizará” as coisas e pessoas, mais pelos “números” e “zeros à direita” do que pela pessoa em si.

      Não focamos tanto em um outro ponto que só vira foco quando alguém põe o absurdo na luz: a “ostentação”.

      Porque o problema maior aqui também não é o cara ter e concentrar dinheiro, mas “esfregar na cara” as condições que ele tem ao outro. E a dinâmica que isso acaba gerando também – fica algo cíclico e incentivado por outros, imaginando que a ostentação é uma forma de ganhos e lucros. E o que gera o influenciador, que gera também o desejo de consumo e marketing, que acaba fazendo este ciclo vicioso.

      A questão da GameStop mostra um pouco deste ponto: há muito a alegação que “foi um bando de pobre que quebraram os ricos”. É uma forma de ostentação, de falar “agora sou ryca!”.

      Talvez uma das maiores raivas que a galera passa é isso: o dinheiro é uma condição que temos hoje, e pode ser que ter dinheiro siginfique também não o ter mais no futuro – lembremos que dinheiro é um valor posto de forma psicológica e social, é um “aceite” da transformação do valor do mais-valia (a mão de obra) em um valor passível de troca. Mas as posses é o que acabam chamando a atenção e muitas vezes criando o senso de consumo e principalmente, de desigualdade.

      Ignoramos que no Brasil por exemplo, muitos ficam ricos sendo posseiros ou grileiros, que geralmente são vistos como pobres. Na mecânica capitalista, eles são uma forma de renda, pois sabem os meios de transformar algo ilegal em legal. Outro grupo similar são os garimpeiros: tentam ganhar tirando metal puro de áreas (muitas vezes de forma ilegal) e o valor dele acaba sendo baixo perante depois uma troca que “limpa” a origem do produto e lucra bem mais.

      Um hacker que vira cracker ganhando dinheiro subornando pessoas, fazendo “phishing” ou vazamentos também tem a mesma ética dos citados acima. Ou um criador de fake news tipo “Cidade Online” / “Taboola” ou tio do zap que ganha dinheiro do salnorabo controlando comunidades do mesmo.

      1. Para mim, ostentação é outro problema e não necessariamente ligado à riqueza. Pode estar, e quando sim, exacerba (e pode até ser útil para revelar) desigualdades, mas alguém não-rico pode ostentar também. Um rico que não ostenta não deixa de ser rico, nem os prejuízos da sua riqueza desaparecem.

        1. Então, era algo assim que eu queria uma resposta para poder pensar em cima.

          O rico que não “ostenta” é o cara que apenas cuida da riqueza dele para não ser perdido ou ser direcionado onde ele deseja – seja no grupo empresarial dele, nos trabalhos de filantropia (isso também é um bom fio para ser puxado, pois como dizem, filantropia não deixa também de gerar desigualdades…), ou em qualquer outra forma onde ele acha que o dinheiro deve ser direcionado.

          De fato, isso tudo significa que o fluxo de dinheiro de uma pessoa é direcionado conforme desejo dele, e não conforme necessidade da sociedade. Aí chega no ponto onde você diz: Um rico que não ostenta não deixa de ser rico, nem os prejuízos da sua riqueza desaparecem.

          O ponto é pensar também que pessoas como Bill Gates, que criam fundações para gerar pesquisas ou trabalhos filantrópicos, ficam em uma linha que para muitos é dúbia: concentra-se um dinheiro na mão que é só direcionado pelo gestor do dinheiro. Se de um lado é ruim pois o dinheiro fica ali naquela concentração, por outro geralmente a causa de alguns filantropos acabam sendo uma forma de compensação pela falta de senso social de muitos, pois mais fácil uma fundação fazer uma pesquisa sob financiamento de terceiros do que um grupo de médicos agir por conta própria com dinheiro da própria riqueza que construiu com seu próprio trabalho – a questão do coronavírus mesmo releva isso: quem ajuda mais é quem tem menos dinheiro ou é financiado por governos e institutos filantrópicos ou grandes farmacêuticas. E não o médico dono do grupo hospitalar de rico (ou vai saber).

    8. Gosto um pouco da definição que o @Emanuel deu, e completaria com: rico tem acesso a absolutamente qualquer coisa. Não existe não para rico.

      1. Rola muito historinhas de “o cara que foi de chinelo na concessionária” que quebra um pouco desta história do “rico pode tudo”. Pois além da dita riqueza, tem um fator que é a aparência.

    9. Eu fui um dos que não gostou do termo usado, e externei isso. Li todos os comentários e tem alguns sensacionais, incrível o grau intelectual dos leitores do Manual.
      Mas voltando ao assunto, o ponto que me incomodou na frase é a generalização que “rico” permite e não se aplica ao caso em questão na nota sobre a GME. Por exemplo, ninguém duvida que Jeff Bezos, Elon Musk ou Bill Gates sejam muito ricos, e sinceramente, eles não se aplicam ao caso. Não desejo mal a eles (talvez alguém deseje, ok!). Os vilões do caso GME que nos fazem felizes com a invertida que tomaram não são os pessoas físicas, mas sim as pessoas jurídicas dos grandes fundos.

      1. Peço perdão pelas ofensas, pois parece-me que no seu caso não são merecidas mesmo.

        Creio que quando muitos falam “rico merece [insira algo ruim aqui]”, seria justamente o rico que ganha com o mal aos outros, não importa se “CPF” ou “CNPJ”. Falamos dos “Fundos Abutre” por exemplo (na qual o Reddit conseguiu uma boa atenção), ou de quando o Elon Musk ou mesmo Jeff Bezos falam mal sobre remuneração e direito trabalhista. Ou quando o Eike Batista toma a queda do século quanto a especulação, ou um banco que tem histórico de maus atos quebra e entra em falência.

        Bill Gates é um caso a parte pois resolveu virar filantropo. Para muitos não é a melhor coisa do mundo – continua rico e direcionando seus gastos aos seus interesses -, mas ao menos ele tenta compensar falhas que a própria sociedade tem quando atua em projetos filantrópicos, como o projeto de reaproveitamento de água ou investimentos em vacinas.

  8. Galera, tem como criar uma pasta no Tutanota e configurar para todos os emails de um remetente específico ir automaticamente para ela?

    1. Estava lendo a documentação e vi que o Tutanota tem suporte a regras de caixa de entrada (um print). Em tese, basta criar a pasta e configurar uma regra que redirecione novas mensagens a ela com base no endereço do remetente.

    1. Terminei a primeira parte de Lupin, agora procurando alguma minissérie ou série curta já finalizada

    2. Terminei Merlí (nem adianta começar porque está saindo do catálogo da Netflix). É uma versão muito bem feita de Malhação, só que em Barcelona e falada em catalão. Muito boa.

      1. Eu vi Merlí.
        E gostei muito da relação da filosofia com o cotidiano.
        Gostava de ver como um pensando permeava o episódio.

    3. Terminei de assistir “Homeland”, havia abandonado depois da 3ª temporada e ela só cresceu com ~o evento mais chocante do ep. final. James Bond virou criancinha perto de Carrie Mathison!

    4. estou lendo pela primeira “o pequeno príncipe” e estou curtindo, faço mil analogias com as frases do pequeno.

    5. Estou lendo “Alex’s Adventures in numberland” do Alex Bellos. Leitura muito agradável, no caso, estou lendo em ingles para treino/costume com a língua. Com toda certeza é um livro que recomendo para qualquer tipo de leitor.

    6. “A república das milícias”, do Bruno Paes Manso. É o suco de Brasil.

    7. Lendo “Estatística” O que é, Pra que serve e Como Funciona”, vale muito a pena.
      Estatística pra quem não gosta de matemática…

    8. Tô lendo Os Miseráveis, de Victor Hugo, agora na versão integral, já que tinha lido a versão escolar com meus alunos em 2017. O livro é incrível, mas tem que ter paciência e determinação pra não desistir quando ele começa a viajar. Todas as viagens têm sentido apesar de não parecer.

      A última série que assisti com a companheira foi Peaky Blinders. Gostei, mas acho que o hype foi exagerado.

      Quanto a música, tem um tempinho já que não conheço coisa nova. As últimas que me conquistaram (e que recomendo MUITO) são Black Pumas e, principalmente, Combo Chimbita. Tem uma moça chamada Monica Martin que é espetacular também.

    9. Atualmente eu tô acompanhando a temporada 13 de RuPaul’s Drag Race e jogando Yoshi’s New Island (3DS), pois é, um jogo de 2014, antes tarde do que nunca, né? Divertidíssimo, fofo e desafiador.

  9. Sobre o DuckDuck Go: usar ele como navegador, ou usar ele como buscador no Safari?

    1. Eu uso como buscador padrão porque o Safari tem outras facilidades que o app/navegador do DuckDuckGo não oferece, como sincronia de abas.

      1. Pois é. No meu caso, uso o Edge no computador, e tenho tentado manter sincronizados os favoritos, porém não tem funcionado muito bem.

        1. Eu fazia muita questão de ter os favoritos sincronizados e me incomodava muito ter que usar um browser bom no pc e péssimo no celular (como o FireFox) ou um browser bom no celular e péssimo no pc (na época, o Brave Browser performava absurdamente mal na minha máquina).
          Desencanei disso usando o raindrop.io, um site com extensão para tudo quanto é tipo de navegador e que faz uma administração bem decente dos favoritos. Assim, dá pra ter certa independência dos navegadores e, independente de qual você esteja usando, ter tudo sincronizado! Recomendo também o Bitwarden para sincronizar senhas :)

          1. Ah, sei como é! Eu adoro o Firefox no PC, mas no Android… tem muito a melhorar ainda. Pra mim o maior problema é que ele parece não suportar o preenchimento automático de senhas, aqui o LastPass funciona bem em qualquer app, menos no Firefox. >:(

          2. Tentei ussr o raindrop mas ele não importa meus favoritos do Firefox porque aparentemente eu tenho cerca de 300MB de favoritos 😱

    2. o Duck não entende algumas pesquisas que faço no Google, p.ex.: Se quero saber onde um filme está no streaming, procuro por “Filme Justwatch” – ele já faz a busca no site e clico pra saber quais plataformas ele está disponível.

    3. Há navegadores mais completos, então eu uso como buscador padrão.

  10. Uma dúvida boba.
    Vocês que serviram nas Forças Armadas, já viram leite condensado, chocolate e chiclete lá?
    Porque estou ouvindo cada “justificativa” que fico na dúvida entre dar risada ou mandar internar esse povo criando altas teorias para justificar as compras bilionárias do Governo.
    Obrigado.

    1. Não servi. Mas lá vai minha opinião: Não me importo de custear arroz, feijão, carne, legumes e verduras. (Aliás, eu consultei a lista e só em chuchu era algo além de dois milhões.). Agora, pagar pizza, chiclete, 32 milhões em sorvete, vinhos e tantas outras coisas que são vaidades, não tem cabimento. Não tem diálogo possível.

      1. Exatamente irmão.
        Tá muito feia essa história.
        E já vi diversos “argumentos” para justificar isso.
        Que o leite condensado é servido para os soldados pelo seu alto valor calórico, para poder dar energia para as atividades do dia a dia.
        Que o chiclete é para auxiliar na saúde bucal dos soldados, que não tem tempo para escovação etc.
        Consultei diversos amigos que já serviram, e disseram que de vez em nunca tinha um doce que pode levar leite condensado na receita, mas era raríssimo.
        Chiclete? Deram risada da minha cara. Nunca nem viram.

        1. É importante se atentar para o seguinte: esses valores foram os totais gastos pelo governo, referente ao setor de alimentação, para suprir as demandas de todas as esferas do executivo, contemplando os órgãos que nela estão. Portanto, os chicletes não necessariamente foram para as forças armadas, ou para um ou outro ministério. Continua sendo um absurdo, mas precisamos cobrar da maneira correta.
          Fora da lista de “comida”, encontrei entre os mais diversos itens, toxina botulínica. Num primeiro momento, ou numa matéria sensacionalista, poderiam dizer que estamos pagando até botóx. Porém, são itens comprados para o ministério da saúde, usados em procedimentos SUS. Tenho certeza sobre essa última parte? Não, mas quero acreditar que essa seja a justificativa mais razoável.

          1. Toxina botulínica é utilizada para tratamento de pessoas com queimaduras. Inclusive foi originalmente desenvolvida para isso. Depois a estética popularizou.

      2. Vinho quase sempre é pras questões diplomáticas
        Então até os gringos farreando

    2. Trabalho em autarquia pública estadual.

      Eu não acho que leite condensado seja necessariamente “supérfluo”, assim como o chiclete. Contudo, as justificativas estão problemáticas e a falta de transparência é evidente.

      Dito isto: é praticamente impossível no dia-a-dia de onde eu trabalho comprar absolutamente qualquer coisa que não soe minimamente necessária ou urgente — e mesmo assim são várias etapas de aprovação e várias assinaturas necessárias. Os processos de compra são SEMPRE muito sérios.

      Ou seja: a história das forças armadas tá muito mal contada, sobretudo levando em conta as virtuais conexões nada republicanas que têm se verificado entre as empresas vendedoras e as instituições.

    3. O rancho dos oficias provavelmente tem tudo isso e muito mais. Filé, picanha grelhada, salmão; coisas comuns de se servir no “grêmio” dos oficiais.

    4. Devem usar para fazer sobremesa de refeitório, pudim, arroz doce essas coisas. Não para comer puro. Não vejo porque esse alarde todo, acho que sim, as contas devem ser fiscalizadas, mas tempestade em copo de agua nesse momento é até ridículo. Tiro no pé.

      1. Hahahaha
        Com todo respeito amigo, é motivo pra todo alarde possível sim. Fortes indícios de desvio e lavagem de dinheiro.
        Tenho vários amigos que ia serviram, em várias parentes, me disseram que raramente tinha um docinho que poderia levar leite condensado.
        Agora para major, general etc eu não sei. Mas mesmo que só esse povo do alto escalão comesse coisas de tipo, não justificaria a quantidade comprada.
        É o famoso “só não vê quem não quer”.
        Recomendo a quem “não está vendo nada demais nisso tudo”, trocar Bolsonaro por Lula nas notícias. Aí tenho certeza que irão se indignar.

        1. Eu entendo, bom, como vivemos no Brasil, onde isso é cultural e temos essa cultura de privilegiar e fazer favorzinho aqui e alí, há enorme probabilidade de haver desvio sim. Mas a preocupação é: mirar em algo que seja facilmente justificável, como leite condensado, sendo qur depois perde credibilidade da notícia, de forma que essa se torne mais uma manchete que vive 2-3 dias em foco e depois desaparece dos olhos do público. Eu assisti o vídeo do bolsonaro ao lado de um ministro para o Pingo nos Is (canal abominável diga-se de passagem) em que e
          tenta explicar de forma convincente que tudo não passou de um erro de sistema, ou melhor, de pesquisa dentro desse sistema, para mim não colou, mas para muitos convenceu sim.

    5. Minha experiência com o exército, como militar visitante de outra força:
      Rancho dos oficiais tem muita comida boa (de verdade), sobremesa sempre, suco, etc.
      O dos sargentos pega o que sobra dos oficiais.
      O dos soldados e cabos pega o que sobra dos sargentos, então imaginem.
      Agora, usar essas coisas supérfluas como parte da ração de trabalho, de fato?
      Nunca.

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