iPad Pro com teclado da Apple

E se tablets foram só uma modinha, tal qual os netbooks?


23/2/17 às 10h09

Há produtos que mudam o mundo e outros que parecem ter potencial para fazer isso. Quando surgiu, em 2011, o tablet moderno imediatamente despontou como um desses. Uma tela enorme para navegar na web e experimentar os apps mais malucos? A ideia era atraente. Passados seis anos do seu surgimento, o clima parece outro — o de oportunidade perdida. Talvez o posicionamento do tablet na história deva ser revisto.

As estatísticas de vendas são desanimadoras. Segundo a consultoria Strategy Analytics, no último trimestre de 2016 as vendas de tablets encolheram 9% no mundo inteiro. Outra consultoria, a IDC, apontou queda de 15,6% nas vendas de tablets em 2016 em comparação ao ano anterior. Só no quarto trimestre, ainda segundo a IDC, o tombo foi ainda maior, de 20,1%.

As duas maiores fabricantes, Apple e Samsung, viram quedas na casa dos dois dígitos no ano passado. A nova abordagem para tablets, destinada a perfis profissionais e acompanhados de teclados destacáveis, não surtiu o efeito esperado. E isso não é de agora. Desde o início de 2014, as vendas do iPad seguem uma descida constante:

Gráfico de vendas do iPad trimestre a trimestre.
Gráfico: Six Colors.

A estagnação, ainda em curso, tem alguns pontos em comum com a do PC, porém ocorre em um intervalo muito mais curto. Em seis anos, o tablet foi de promessa de revolução a fonte de desapontamentos.

Para que servem os tablets?

Nos idos de 2012, tentei racionalizar o que motivaria alguém a comprar um tablet. Muitas palavras depois, a mim eram as possibilidades oferecidas por apps que se aproveitavam da tela grande para oferecer experiências novas.

No lançamento do iPad e nos dois anos que se seguiram, essa sensação era recorrente. Quase toda semana aparecia um app bacana, inovador, ou nem tanto — nisso entravam as apostas, como a revista digital The Daily, que confiava no novo formato para requentar velhas ideias. O frescor do formato dava uma carta branca a desenvolvedores e produtores de conteúdo. Havia um esforço de todos os envolvidos em ver no que aquilo ali poderia resultar.

Hoje, apps exclusivos para iPad são raros e isso atinge em cheio aquele diferenciador em potencial dos tablets. O grande diferencial deles em relação aos smartphones, área real de tela, também foi severamente neutralizado — os tablets encolheram ao mesmo tempo em que os smartphones cresceram. Entre o iPhone de 2011 e o primeiro iPad, a diferença entre os tamanhos de tela era de 6,2 polegadas; hoje, entre o iPad mini e o iPhone Plus ela fica em 2,4 polegadas.

Os novos tablets profissionais têm tamanho similar ao de notebooks (o iPad Pro tem 12,9 polegadas, tela maior até que o do MacBook lançado em 2015) e contam com teclado físico. O chamariz seria um fluxo de trabalho mais simples e, ao mesmo tempo, poderoso. Só que isso depende de software e há poucos incentivos na economia das lojas de apps para que os desenvolvedores se dediquem a apps que rivalizem em complexidade com os feitos para macOS.

Além disso, a propensa simplicidade do iOS pode ser, para alguns perfis, contraproducente. Quem consegue se adaptar às limitações do iOS ganha uma estação de trabalho algumas ordens de magnitude mais simples de manter — é o mesmo apelo do Chrome OS, ou seja, sistemas que praticamente dispensam manutenção, não pegam vírus nem “quebram” fácil por interferências do usuário. Mas, novamente, é difícil migrar de um macOS ou Windows para algo mais simples, sem comprometimentos. Ainda que possível, existe uma curva de aprendizado e adaptações a que muitos resistem. Afinal, nesse período os sistemas “de verdade”, para computadores, não ficaram parados; macOS e Windows são, hoje, muito melhores do que eram em 2011.

Em conversas esparsas com conhecidos e leitores, os que ainda usam tablets costumam desempenhar atividades simples com eles, que independem de apps elaborados. Ler, assistir a vídeos, navegar na web. O que era dito em tom jocoso quando o tablet surgiu, de que se tratava de um smartphone esticado, parece o caso para essas pessoas. O meu, por exemplo, só é usado para ler — a tela levemente maior faz diferença na leitura de textos mais extensos. Funciona bem, mas é pouco perto do potencial prometido pelo tablet.

Quem compra tablets atualmente

O mercado também dá pistas de qual será o destino dos tablets. A Asus anunciou (paywall) uma redução drástica no segmento de tablets. Cerca de mil funcionários serão remanejados para outras áreas (smartphones, realidade virtual) e a produção de tablets será concentrada em modelos mais caros, com margem de lucro maior. Essa redução da operação se explica pelos números: em 2013, a empresa taiwanesa vendeu 12,1 milhões de tablets; ano passado, apenas 3,3 milhões. Apple e Microsoft, com seu Surface Pro, adotam a mesma estratégia.

Na outra ponta, a dos tablets baratinhos, está boa parte do crescimento do setor. Segundo a IDC, Amazon e Huawei tiveram um crescimento expressivo (98,8% e 49,9%) nas vendas ano passado. A Amazon vende tablets quase a preço de custo nos EUA; a Huawei, modelos com conectividade móvel especialmente na Ásia. Ryan Reith, vice-presidente da IDC, diz que há espaço para crescer em mercados como o Oriente Médio, África e no centro e leste europeu, mas com dispositivos simples e de baixo custo, o que implica em baixa lucratividade.

Tablets à venda no Brasil.

No Brasil, uma visita às lojas de departamento serve de termômetro para essa situação. Há uma infinidade de modelos baratos produzidos por marcas locais, um ou outro tablet intermediário da Samsung e, no topo, iPad e mais Samsung. Nas ruas e nos restaurantes, qualquer um fica com a impressão de que tablets viraram um ótimo brinquedo para crianças — mais barato que um smartphone e mais adequado para os olhinhos curiosos e dedos desengonçados de gente que acabou de sair das fraldas.

Apple e Samsung ainda lucram com tablets e não há indicativos de que elas cessarão a produção. A Apple, em especial, vem experimentando fortemente com o iPad há dois anos, um reflexo na queda das vendas. O que chama a atenção, nesses casos, é a queda no interesse e no papel do tablet na sociedade, algo de que se desconfiava há três anos, quando os primeiros sinais de desaceleração apareceram, e que, agora, parecem estar se consolidando.

Steve Jobs apresenta o iPad ao mundo.

Quando Steve Jobs apresentou o iPad, colocou-o entre o smartphone e o notebook. Era, segundo ele, o elo perdido, algo muito melhor que o netbook, que na época dava seus últimos suspiros e por algum tempo foi tido como esse dispositivo intermediário. A grande ironia é que, passada a euforia inicial, o tablet corre o risco de acabar como o netbook: algo que pareceu uma grande ideia à primeira vista, mas que, no fim, acabou sendo apenas uma rápida escapada do percurso. Talvez não haja espaço algum entre o smartphone e o notebook, afinal.

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106 comentários

  1. A matéria é bem provocativa …acho que estimula o debate ….em vários pontos bem tendenciosa ..na verdade discordo de vários pontos. Não dá pra dizer que os tablets diminuíram ao longo do tempo …já que a apple não encerrou a fabricação de ipads pros de 12.9″ e as telas do surface estão cada vez maiores …os tablets de telas menores estão sendo substituídos por celulares de telas cada vez maiores . A modinha está longe de dar prejuízo …já que empresas como apple e microsoft cada vez ganham mais com os tablets …ou equipamentos touch screen . Com o lançamento do windows 10 ..e também do ios 11 com split screen e drag and drop …os tablets estão bem longe de serem equipamentos fracos ..só pra uso leve ..olha …meu amigo …isto está apenas começando ..e não precisa olhar só para o Brasil ..e sim para o mundo …Se o tablet é modinha …essa modinha continua nos próximos 20 anos ….

  2. Ainda uso bastante o tablet. Em casa tem 3 tablets da Samsung e o Notebook ficou no esquecimento.
    Então é assim: celulares para locais que um tablet não pega tão bem.
    Já em casa em vários locais da mesma como no sossego da rede de deitar um tablet é ótimo para ver as notícias do dia e principalmente para assistir a vários vídeos no Youtube.
    Alguns em casa preferem muito mais o tablet ao celular para ver as fotos do Instagram e por aí vai.

    Tem aqueles híbridos que acho uma ideia interessante. É ao mesmo tempo um Notebook e também um tablet, mas…
    É desengonçado e pior, muito caro. Imagina um troço caro desse dando defeito fora da garantia no Brasil?
    Então, para mim, híbridos / 2-1, sei lá, já nasceram mortos pelas questões que abordei.
    Prefiro o celular para o que ele é bom, um tablet para ver melhor as coisas em casa e um ótimo Desktop para aquilo que só ele faz melhor.
    Essas coisas de tudo sendo uma coisa só como a MS quer também estou meio com um pé atrás.
    O tal PC de bolso da MS? Como ele ainda não existe não posso opinar por completo, mas parece que seria bem interessante. Se vai “pegar” eu não sei.

    E só lembrando que houve uma queda grande nas vendas de tablet, mas no Brasil parece que não vendeu nem 30 mil híbridos/2-1 mas vendeu 4 milhões de tablets em 2016.
    E mesmo os PCs desktop e notebok venderam somente 4.5 milhões de unidades. Sendo 3 milhões domésticos e 1,5 milhão corporativo.
    A coisa está ruim pra tudo que é canto.
    Só os celulares estão engolindo tudo isso onde um PC não faz muita diferença no uso. Principalmente no uso da internet.

  3. Estou no meu terceiro iPad. Tive o original, o de terceira geração (um salto, com a tela retina) e chegou essa semana o Air 2 (melhora apenas incremental, se comparado com o último – mais leve e menor).
    Uso diariamente, para ler o jornal pela manhã, pelo aplicativo próprio, depois Twitter e alguma navegação. Quando saio, troco o iPad pelo iPhone e a noite, quando chego em casa, o celular vai para o lugar dele e uso apenas o iPad. O uso noturno é alguma navegação na web, aplicativos de HQ, Netflix para a filha enquanto vejo alguma outra coisa na TV. Uso alguns aplicativos bem legais como o da National Geographic, quando preciso de alguma informação geográfica e gosto muito do Wider Image, da Reuters. Uso bastante para navegar na biblioteca de fotos, hoje com mais de 30 mil fotos/videos, de maneira muito mais confortável que no celular.

    Hoje tento fazer uso mais profissional do iPad, levando-o em reuniões e afins, especialmente para não levar o – comparativamente – pesado notebook. Mas acho que os tablets serão de uso cada vez mais localizados, como dispositivo da família ou em um ou outro fluxo de trabalho. Realmente é difícil competir com o celular.

  4. Estou no meu terceiro iPad. Tive o original, o de terceira geração (um salto, com a tela retina) e chegou essa semana o Air 2 (melhora apenas incremental, se comparado com o último – mais leve e menor).
    Uso diariamente, para ler o jornal pela manhã, pelo aplicativo próprio, depois Twitter e alguma navegação. Quando saio, troco o iPad pelo iPhone e a noite, quando chego em casa, o celular vai para o lugar dele e uso apenas o iPad. O uso noturno é alguma navegação na web, aplicativos de HQ, Netflix para a filha enquanto vejo alguma outra coisa na TV. Uso alguns aplicativos bem legais como o da National Geographic, quando preciso de alguma informação geográfica e gosto muito do Wider Image, da Reuters. Uso bastante para navegar na biblioteca de fotos, hoje com mais de 30 mil fotos/videos, de maneira muito mais confortável que no celular.

    Hoje tento fazer uso mais profissional do iPad, levando-o em reuniões e afins, especialmente para não levar o – comparativamente – pesado notebook. Mas acho que os tablets serão de uso cada vez mais localizados, como dispositivo da família ou em um ou outro fluxo de trabalho. Realmente é difícil competir com o celular.

  5. Uso um iPad mini 2 diariamente na faculdade, basicamente para textos, já que qualquer planilha me faz passar raiva, e em casa uso para consumir conteúdo. Comprei ele como uma alternativa leve mais leve e barata para um laptop ultrafino, já que um Macbook da vida custa um rim aqui. Acredito que em partes, ele cumpre o que imaginei, em vários casos ele cumpre bem o seu papel (como para leituras), embora acredito que seja totalmente inviavel como um substituto para um laptop, mesmo que seja um iPad Pro.

  6. Uso um iPad mini 2 diariamente na faculdade, basicamente para textos, já que qualquer planilha me faz passar raiva, e em casa uso para consumir conteúdo. Comprei ele como uma alternativa leve mais leve e barata para um laptop ultrafino, já que um Macbook da vida custa um rim aqui. Acredito que em partes, ele cumpre o que imaginei, em vários casos ele cumpre bem o seu papel (como para leituras), embora acredito que seja totalmente inviavel como um substituto para um laptop, mesmo que seja um iPad Pro.

  7. Ainda uso bastante o meu, um iPad veinho 3a geração…. Então sou meio suspeito. Mas um segmento onde o iPad se destaca é na escola, onde trabalho o iPad faz parte do material obrigatório, os livros são digitais e etc. Muitos dos livros, nós que escrevemos, é bem bacana.
    Outro segmento, já mencionado por outros aqui, é a introdução digital ao pessoal da terceira idade. Meu sogro nunca nem chegou perto de qualquer computador, mas usa bem seu iPad. Minha mãe tem o computador dela, mas não abre mão do iPad quando sobre pra ver tv.

  8. Tablets não decoraram pq os smartphones se tornaram maiores, mais poderosos e portáteis. Telas de 5.5″ são preferência, para ler as pessoas estão preferindo e-books que são até mais baratos, para ver Netflix e YouTube usam notebooks ou os próprios smartphones. Não existe mais um sentido para tablets, ainda mais que os híbridos, tablets com Windows e chips potentes da Intel, estão crescendo, são mais úteis, e relativamente baratos, ainda mais se comparados com iPads. Quando algo como o Continuum ou o próprio Continuum decolar de vez, com algo mais simples que uma Dock, aí sim tablets estarão mortos, ainda mais os com Android

  9. Tablets não decoraram pq os smartphones se tornaram maiores, mais poderosos e portáteis. Telas de 5.5″ são preferência, para ler as pessoas estão preferindo e-books que são até mais baratos, para ver Netflix e YouTube usam notebooks ou os próprios smartphones. Não existe mais um sentido para tablets, ainda mais que os híbridos, tablets com Windows e chips potentes da Intel, estão crescendo, são mais úteis, e relativamente baratos, ainda mais se comparados com iPads. Quando algo como o Continuum ou o próprio Continuum decolar de vez, com algo mais simples que uma Dock, aí sim tablets estarão mortos, ainda mais os com Android

  10. 1.Tablet sempre foi para consumo de conteúdo mesmo, é extremamente prático para isso. Youtube, Netflix, Feedly…
    2.Outro ponto levantado por vários colegas, é sua vida útil. O que tem de interessante nos tablets novos que incentivem o upgrade? Quem tem não pensa em trocar.
    3. Como os iPads, estão caros hein? No meu Mini, novo, paguei uns 700 reais (2012 ou 2013, não lembro). O custo/benefício não está mais convidativo.
    4. Por último, claro, os celulares…

  11. Esqueci de outra coisa: flickr! Era SENSACIONAL pra navegar pelo app do flickr. Gostava muito de ver as fotos das outras pessoas e, claro, as minhas próprias.

  12. Esqueci de outra coisa: flickr! Era SENSACIONAL pra navegar pelo app do flickr. Gostava muito de ver as fotos das outras pessoas e, claro, as minhas próprias.

  13. Esqueci de comentar: minha sogra, uma senhora de mais 60 anos e minhas sobrinhas (uma com três e outra com 12) usam o iPad intensamente. Principalmente para jogos. Acho q isso diz alguma coisa: o tempo livro da crianças e dos aposentados podem aproveitar melhor um aparelho de tela grande.

  14. Esqueci de comentar: minha sogra, uma senhora de mais 60 anos e minhas sobrinhas (uma com três e outra com 12) usam o iPad intensamente. Principalmente para jogos. Acho q isso diz alguma coisa: o tempo livro da crianças e dos aposentados podem aproveitar melhor um aparelho de tela grande.

  15. Me desfiz do meu tablet, um LG PAD 8.3 e está fazendo um pouco de falta pq gostava muito do formato dele pra ler e ver vídeos…. Era bom pra carregar por aí sem medo, já q custou pouco (comprei um usado no ML). Tb era bom pra jogos e ver vídeos enqto trabalhava em algo q não requeria muita atenção. Optei por comprar um smartphone melhor e ele tem suprido bem, especialmente em reuniões q uso pra fazer anotações, algo q fazia com o tablet e um teclado portátil (solução q se mostrou boa pra tomar notas em sala de aula, já q as carteiras são pequenas pra um notebook. Agora, o notebook é pra trabalho mais pesado e gosto dele pelo pouco espaço q ocupa aqui na mesa (e não faz barulho) e pela vantagem de poder carregá-lo por aí… Daí q como gosto ter menos coisas, o tablet realmente perdeu espaço… Era preferível levá-lo, pq se perdesse o notebook, perderia meu equipamento principal de trabalho. Sei lá, eu acho q ele ainda seria útil em algumas situações. Tava interessado em um samsung s2, mas como nunca ficou muito barato, deixei lado.

  16. Os tablets terão o mesmo e triste fim dos netbooks, isso é um fato consumado há anos, quando os tablets deixaram de ser um desejo de consumo devido a durabilidade e a falta de inovações que justificassem uma troca, bem como pela perda do sentido de utilidade.

    A diferença é que, enquanto o netbook morreu por não ser parrudo o suficiente para aguentar um sistema completo, os tablets vão morrer por ter um hardware parrudo extremamente limitado pelo software. É uma baita ironia. Além disso, acho que cabe também olharmos não só para o produto em si, mas também para seu uso: tablets eram reconhecidos por serem muito melhores no consumo de conteúdo (navegação em sites, assistir a vídeos etc). Mas os próprios sites se adequaram aos novos tempos com a disponibilização de interfaces mais enxutas e amigáveis para os nossos companheiros de bolso, e hoje é perfeitamente possível vir aqui publicar este comentário relativamente grande através do meu smartphone, algo que seria pensado como um tormento se realizado em 2011/12, quando os smartphones eram extremamente pequenos e os tablets eram bons para navegar, não para digitar. Em relação aos vídeos, não se tornaram tão essenciais quando se pensa hoje em dia em Netflix, smarTVs e Chromecast. Em relação a portabilidade, o celular com suas 5 polegadas de tela passaram a atender muito bem. Ou seja, os tablets não deixaram de fazer o que faziam, mas apareceram outros meios melhores, mais adequados, de se fazer o mesmo.

    Dito isso, assim como também praticamente não se fala em ultrabooks hoje em dia (que acredito que já tenha se tornado um produto extremamente de nicho, como os MB Air e o MB não pro), acredito que esses 2-em-1 irão morrer lentamente, simplesmente porque não possuem desempenho suficiente de um notebook completo (exceto alguns modelos extremamente caros, como o Surface, o que não justificaria a compra por quem não possui uma necessidade muito específica), mas principalmente por entregarem uma experiência pífia enquanto tablets (afinal, não passam de um notebook leve, a necessidade crucial de um teclado já demonstra a limitação enquanto tablet). Ironicamente, os 2-em-1, no fim das contas, só servem mesmo como um ultrabook, que já está morrendo em detrimento dos híbridos. Tem público? Tem, mas nunca vi um dono de um híbrido utilizá-lo como tablet devido ao seu jeito desengonçado e o seu peso. E pra quem necessita de poder de fogo de processamento, acaba ficando na mão devido a limitação do processador e da placa de vídeo integrada.

    O 2-em-1 é o novo ultrabook, que já era o novo netbook, bem como também é o novo tablet. Por enquanto, está pecando no que se propõe, passando a ser tão somente um notebook leve e menos poderoso (ou um brinquedo poderoso extremamente caro). Eu, sinceramente, não apostaria nos híbridos, não enquanto não conseguirem entregar uma boa experiência enquanto notebook e enquanto tablet por um preço acessível.

    Nessa história, só quem está conseguindo realizar um bom casamento feliz, entre hardware simples e software simples por um preço acessível, é o Chromebook. O resto não consegue casar bem o software elaborado com o hardware elaborado, se limitando pelo preço quando há um casamento satisfatório de ambos, mas não convencendo da necessidade de se pagar a mais por aquilo. E digo isso com a desconfiança de quem não viu muito futuro para os Chromebooks por causa das sua extrema dependência com a internet, algo que felizmente melhorou em virtude das novas tecnologias e da necessidade de Wi-Fi por todo canto

  17. Os tablets terão o mesmo e triste fim dos netbooks, isso é um fato consumado há anos, quando os tablets deixaram de ser um desejo de consumo devido a durabilidade e a falta de inovações que justificassem uma troca, bem como pela perda do sentido de utilidade.

    A diferença é que, enquanto o netbook morreu por não ser parrudo o suficiente para aguentar um sistema completo, os tablets vão morrer por ter um hardware parrudo extremamente limitado pelo software. É uma baita ironia. Além disso, acho que cabe também olharmos não só para o produto em si, mas também para seu uso: tablets eram reconhecidos por serem muito melhores no consumo de conteúdo (navegação em sites, assistir a vídeos etc). Mas os próprios sites se adequaram aos novos tempos com a disponibilização de interfaces mais enxutas e amigáveis para os nossos companheiros de bolso, e hoje é perfeitamente possível vir aqui publicar este comentário relativamente grande através do meu smartphone, algo que seria pensado como um tormento se realizado em 2011/12, quando os smartphones eram extremamente pequenos e os tablets eram bons para navegar, não para digitar. Em relação aos vídeos, não se tornaram tão essenciais quando se pensa hoje em dia em Netflix, smarTVs e Chromecast. Em relação a portabilidade, o celular com suas 5 polegadas de tela passaram a atender muito bem. Ou seja, os tablets não deixaram de fazer o que faziam, mas apareceram outros meios melhores, mais adequados, de se fazer o mesmo.

    Dito isso, assim como também praticamente não se fala em ultrabooks hoje em dia (que acredito que já tenha se tornado um produto extremamente de nicho, como os MB Air e o MB não pro), acredito que esses 2-em-1 irão morrer lentamente, simplesmente porque não possuem desempenho suficiente de um notebook completo (exceto alguns modelos extremamente caros, como o Surface, o que não justificaria a compra por quem não possui uma necessidade muito específica), mas principalmente por entregarem uma experiência pífia enquanto tablets (afinal, não passam de um notebook leve, a necessidade crucial de um teclado já demonstra a limitação enquanto tablet). Ironicamente, os 2-em-1, no fim das contas, só servem mesmo como um ultrabook, que já está morrendo em detrimento dos híbridos. Tem público? Tem, mas nunca vi um dono de um híbrido utilizá-lo como tablet devido ao seu jeito desengonçado e o seu peso. E pra quem necessita de poder de fogo de processamento, acaba ficando na mão devido a limitação do processador e da placa de vídeo integrada.

    O 2-em-1 é o novo ultrabook, que já era o novo netbook, bem como também é o novo tablet. Por enquanto, está pecando no que se propõe, passando a ser tão somente um notebook leve e menos poderoso (ou um brinquedo poderoso extremamente caro). Eu, sinceramente, não apostaria nos híbridos, não enquanto não conseguirem entregar uma boa experiência enquanto notebook e enquanto tablet por um preço acessível.

    Nessa história, só quem está conseguindo realizar um bom casamento feliz, entre hardware simples e software simples por um preço acessível, é o Chromebook. O resto não consegue casar bem o software elaborado com o hardware elaborado, se limitando pelo preço quando há um casamento satisfatório de ambos, mas não convencendo da necessidade de se pagar a mais por aquilo. E digo isso com a desconfiança de quem não viu muito futuro para os Chromebooks por causa das sua extrema dependência com a internet, algo que felizmente melhorou em virtude das novas tecnologias e da necessidade de Wi-Fi por todo canto

  18. O futuro (leia-se “mercado de profissionais”) dos tablets parece estar nos seus “herdeiros”, os híbridos – iPad Pro, linha Surface, Dell XPS, HP Elite e outros. Não é a mesma coisa que vender montes de aparelhos pra consumidor em geral, mas é melhor que desaparecer totalmente como já ocorreu com outros gadgets

    1. Acho que exceto o Surface Pro, todos os demais continuam com muitos comprometimentos em comparação aos notebooks comuns: esse XPS conversível foi até meio simbólico, já que foi meio piorado e continua sendo um tablet ruim para seus usos mais comuns (vídeos e leituras prolongadas).

      É impossível não comprometer nada para tornar um notebook conversível e, até hoje, esses comprometimentos continuam pesando um pouco principalmente pelo preço desses produtos.

      1. Um dado importate a ser considerado (que eu não tenho) é o resultado fiscal de cada empresa com esse tipo de produto. Pois um número expressivo de vendas significa mais em termos de aceitação do que um entendimento técnico do produto. Esse foi e é o caso da linha Surface, que começou questionada (justamente), passou por mudanças e hoje é um negócio rentável para Microsoft, mesmo vendendo “pouco”

          1. O iPhone 7 é tecnicamente superior ao Galaxy S7? Não (e sabemos que números de especificações são relativos, não resultando necessariamente em superioridade). No entanto, o aparelho da Apple vendeu mais que o da Samsung.
            É nesse sentido, de que nem sempre entender da parte técnica influencia na compra de um produto, que estou falando.

          2. O iPhone 7 é tecnicamente superior ao Galaxy S7? Não (e sabemos que números de especificações são relativos, não resultando necessariamente em superioridade). No entanto, o aparelho da Apple vendeu mais que o da Samsung.
            É nesse sentido, de que nem sempre entender da parte técnica influencia na compra de um produto, que estou falando.

          3. No meu exemplo, eu deixei claro que números expressivos nem sempre resultam em superioridade – justamente por causa dessa informação que você trouxe a tona com esse link. O iPhone 7 tem números inferiores aos do Galaxy S7 (e é a esse “tecnicamente” que eu me refiro), mas o desempenho mesmo assim iguala ou supera o concorrente Android.

          4. No meu exemplo, eu deixei claro que números expressivos nem sempre resultam em superioridade – justamente por causa dessa informação que você trouxe a tona com esse link. O iPhone 7 tem números inferiores aos do Galaxy S7 (e é a esse “tecnicamente” que eu me refiro), mas o desempenho mesmo assim iguala ou supera o concorrente Android.

          5. Não entendi a relação com o meu ponto: os conversíveis não conseguiram se tornar o produto padrão para o mercado, como foi o caso dos notebooks em detrimento aos desktops e os smartphones em detrimento aos telefones tradicionais.

            O Surface é uma alternativa real e bem sucedida aos ultrabooks, mas ainda não é unanimidade comparado a aparelhos similares como o XPS 13 e o Surface Book simplesmente não vende quase nada a despeito do buzz que ele gerou.

            Meu ponto é que os conversíveis ainda não chegaram ao ponto de ser um produto óbvio, ainda faz sentido para várias pessoas se manter no formato tradicional de notebook.

          6. Não entendi a relação com o meu ponto: os conversíveis não conseguiram se tornar o produto padrão para o mercado, como foi o caso dos notebooks em detrimento aos desktops e os smartphones em detrimento aos telefones tradicionais.

            O Surface é uma alternativa real e bem sucedida aos ultrabooks, mas ainda não é unanimidade comparado a aparelhos similares como o XPS 13 e o Surface Book simplesmente não vende quase nada a despeito do buzz que ele gerou.

            Meu ponto é que os conversíveis ainda não chegaram ao ponto de ser um produto óbvio, ainda faz sentido para várias pessoas se manter no formato tradicional de notebook.

          7. Se levar em conta o software do iphone 7 … não sei não se não é superior … Android tá chegando lá …mas o ios também não tá parado …pra mim superior . Pra analisar a superioridade deve se levar em conta hardware + software …

          8. Pelo que tenho percebido …nos últimos 4 anos ..a microsoft tem sido a grande responsável pela evolução da apple … a microsoft está entrando com tudo …e a apple tá tendo que melhorar os produtos pra não perder pra linha surface ….e até tá perdendo no momento . Apple tá mais de olho na microsoft ….do que na samsung … E a microsoft ..não vai deixar pra lá a linha de telefones …espera 2018 e 2019 que a microsoft vem com um surface phone … e duvido que o macbook não se revolucione …se não ..o surface book vai dominar … Quem vai querer um imac se tem no mercado um surface studio …?

      2. Tenho um Inspiron 2 em 1, simplesmente ignoro os outros modos. O modo “tablet” é simplesmente um piada ao meu ver, totalmente desconfortável.

      1. Como não existe uma definição clara do que é ou não um híbrido, eu diria que nossas opiniões são subjetivas. Todavia tendo a concordar com você.
        Talvez se o iPad Pro tivesse um teclado de meta e acoplado a Apple poderia vender mais facilmente o aparelho como um híbrido

      2. Como não existe uma definição clara do que é ou não um híbrido, eu diria que nossas opiniões são subjetivas. Todavia tendo a concordar com você.
        Talvez se o iPad Pro tivesse um teclado de meta e acoplado a Apple poderia vender mais facilmente o aparelho como um híbrido

        1. A definição de híbrido é um aparelho potente, com tela touch e sistema destinado a PC, basicamente Windows e Chrome OS, o iPad Pro continua com o limitadissimo IOS, não se compara nem a notebooks e a Apple tenta dizer que ele pode substituir o Mac. Ele tem poder, mas só vejo como útil para quem quer mídia e desenhar, pq planilhas, contas, gráficos, etc, um tablet windows faz melhor. E custa o preco de um Surface Pro 4, que já desbancou o Mac, quem dirá um tablet.

        2. A definição de híbrido é um aparelho potente, com tela touch e sistema destinado a PC, basicamente Windows e Chrome OS, o iPad Pro continua com o limitadissimo IOS, não se compara nem a notebooks e a Apple tenta dizer que ele pode substituir o Mac. Ele tem poder, mas só vejo como útil para quem quer mídia e desenhar, pq planilhas, contas, gráficos, etc, um tablet windows faz melhor. E custa o preco de um Surface Pro 4, que já desbancou o Mac, quem dirá um tablet.

  19. O futuro (leia-se “mercado de profissionais”) dos tablets parece estar nos seus “herdeiros”, os híbridos – iPad Pro, linha Surface, Dell XPS, HP Elite e outros. Não é a mesma coisa que vender montes de aparelhos pra consumidor em geral, mas é melhor que desaparecer totalmente como já ocorreu com outros gadgets

  20. O futuro (leia-se “mercado de profissionais”) dos tablets parece estar nos seus “herdeiros”, os híbridos – iPad Pro, linha Surface, Dell XPS, HP Elite e outros. Não é a mesma coisa que vender montes de aparelhos pra consumidor em geral, mas é melhor que desaparecer totalmente como já ocorreu com outros gadgets

  21. O futuro (leia-se “mercado de profissionais”) dos tablets parece estar nos seus “herdeiros”, os híbridos – iPad Pro, linha Surface, Dell XPS, HP Elite e outros. Não é a mesma coisa que vender montes de aparelhos pra consumidor em geral, mas é melhor que desaparecer totalmente como já ocorreu com outros gadgets

  22. Poderiam ser muito melhores, se o Google e a Microsoft não fossem tão ruins e fazer software decente. Ao invés de trabalhar em fazer uma interface que funcione melhor nos tablets apenas fizeram o contrário, natural não levarem a sério.
    Ao invés de modinha digo que é um formato desperdiçado.

  23. Poderiam ser muito melhores, se o Google e a Microsoft não fossem tão ruins e fazer software decente. Ao invés de trabalhar em fazer uma interface que funcione melhor nos tablets apenas fizeram o contrário, natural não levarem a sério.
    Ao invés de modinha digo que é um formato desperdiçado.

  24. Poderiam ser muito melhores, se o Google e a Microsoft não fossem tão ruins e fazer software decente. Ao invés de trabalhar em fazer uma interface que funcione melhor nos tablets apenas fizeram o contrário, natural não levarem a sério.
    Ao invés de modinha digo que é um formato desperdiçado.

  25. Só sei que eu tive dois tablets. O segundo durou mais de três anos e quando morreu, em algum ponto de 2016, confesso que já não usava tinha um tempo. O smartphone de tela grande o fez redundante.

    Pra mim eles só fizeram sentido até o momento em que os celulares superaram as quatro polegadas.

  26. Só sei que eu tive dois tablets. O segundo durou mais de três anos e quando morreu, em algum ponto de 2016, confesso que já não usava tinha um tempo. O smartphone de tela grande o fez redundante.

    Pra mim eles só fizeram sentido até o momento em que os celulares superaram as quatro polegadas.

  27. Tenho um iPad de 1ª geração, encostado (uso as vezes para ler PDFs) e um Galaxy Note de 8″. Abandonei o iPad, porque, embora tenha os melhores aplicativos, as restirções do iOS me incomodam um pouco e, no final, a história de que a Apple, ao contrário de todos os fabricantes Android, atualizam seus gadgets tem dois lados e um deles ninguém nunca olha: Quando gadgets deixam de receber o mais novo iOS, é questão de (pouco) tempo até que praticamente todos os aplicativos que você usa deixem de ser atualizados pra ele e, com mudanças em APIs, as versões instaladas se tornem inúteis. Meu Galaxy Note 8″, comprado em 2013, parou no tempo no Android 4.4, mas praticamente todos os meus aplicativos ainda tem suporte a esta versão do sistema. A fragmentação do Android é um porre, mas possivelmente é responsável por manter meu tablet usável até hoje.

    Voltando ao que interessa, escolhi esse modelo por causa do conjunto stylus + digitizes wacom. Nunca usei o Apple Pencil, mas duvido que seja mais preciso ou confortável que esse conjunto da Samsung. E eu, decididamente, não gosto da Samsung enquanto marca. Mas curiosamente, parece ser a única fabricante no mercado com stylus e digitizer wacom.

    Uso para leituras e anotações e gosto muito dele. Poder rabiscar na tela é muito legal e, quando o assunto fica sério, uso um teclado bluetooth dobrável que anda na bolsa junto com ele.

    Cheguei a pensar em trocá-lo, no ano passado, pelo Tab A, com tela maior, em formato 4×3, e ainda mantendo a SPen. A culpa por eu não ter feito o upgrade foi da própria Samsung, quando eu descobri que na verdade estaria fazendo um belo de um downgrade: Preço premium pela mesma quantidade de RAM (2GB), processador mais fraco, tela maior mas com resolução mais baixa e a mesma garantia de que ele não receberia nenhum update de sistema depois da compra. Não adianta reclamar que o mercado está ruim se ao invés de me motivarem a trocar de aparelho, lançam uma jaca dessas. Conseguiram me motivar a ficar com meu atual por mais algum tempo.

    No final das contas, já há uma build não oficial do LineageOS pra ele que, pelos comentários no tópico do XDA, está bem estável. Tô me preparando para atualizá-lo pro Nougat e mantê-lo por mais algum tempo até que surja algo decente pelo qual eu possa pagar.

    1. Também pensei em trocar pelo Tab A e vi que não compensava. Até que meu note 8 teve a tela quebrada e ficou com a bateria viciada. Então teria que desembolsar pelo menos 600 reais pra manutenção. Agora voltou o dilema: consertar ou comprar um novo? Todo mundo tem falado pra eu comprar um novo, mas tem a questão do Tab A ser pior que o Note 8…

    2. Também pensei em trocar pelo Tab A e vi que não compensava. Até que meu note 8 teve a tela quebrada e ficou com a bateria viciada. Então teria que desembolsar pelo menos 600 reais pra manutenção. Agora voltou o dilema: consertar ou comprar um novo? Todo mundo tem falado pra eu comprar um novo, mas tem a questão do Tab A ser pior que o Note 8…

      1. Até que eu tive sorte: Minha bateria tá bem razoável até hoje e utilizo quase que todo dia.

        Quanto ao seu dilema, acho que, de fato, não justifica a manutenção. Mesmo porque nunca vi um aparelho desses voltar de uma manutenção assim 100%. Fique de olho no lançamento do novo Galaxy Tab S3 que deve ocorrer no MWC. Formato de tela 4×3 de 9,6″ ou 9,7″, 4GB de RAM e SPen. Esses dados foram obtidos de vazamentos, então é bom olhar as especificações finais. E, claro, se der pra aguentar com o seu Note 8 por mais um tempo, espere. Esse novo Tab S3 deve chegar aqui custando bem caro.

  28. Sempre durei muito com os meus aparelhos e dificilmente eu os troco, ao não ser que quebrem e não compense consertar. Como faço pós graduação, tenho um desktop em casa e um tablet que me acompanha na universidade. Um S note 8 velhinho de guerra, que agora está pedindo a morte (só pq pedi pra ajeitarem uma bolha no vidro da tela e a assistência danificou o LCD, passo raiva toda vez que lembro), aí fica aquela questão né: vale a pena consertar ou não? Como já falaram aqui, a vida útil desses aparelhos parece maior e por isso as vendas tenham caído… Mas sem dúvidas, pra o meu tipo de uso, em termos de leveza e agilidade pra usar no dia a dia, é bem melhor. O meu pesa pouco mais de 300 g e com ele não preciso levar livros, artigos ou cadernos pra universidade…

  29. Sempre durei muito com os meus aparelhos e dificilmente eu os troco, ao não ser que quebrem e não compense consertar. Como faço pós graduação, tenho um desktop em casa e um tablet que me acompanha na universidade. Um S note 8 velhinho de guerra, que agora está pedindo a morte (só pq pedi pra ajeitarem uma bolha no vidro da tela e a assistência danificou o LCD, passo raiva toda vez que lembro), aí fica aquela questão né: vale a pena consertar ou não? Como já falaram aqui, a vida útil desses aparelhos parece maior e por isso as vendas tenham caído… Mas sem dúvidas, pra o meu tipo de uso, em termos de leveza e agilidade pra usar no dia a dia, é bem melhor. O meu pesa pouco mais de 300 g e com ele não preciso levar livros, artigos ou cadernos pra universidade…

  30. Uso meu iPad mini diariamente, os usos mais comuns são leitura, jogos, navegar na internet, instagram…
    pretendo trocar por um modelo de 9″ num futuro próximo… Em casa praticamente não coloco a mão no celular, prefiro a tela maior do tablet.

    Meu notebook em casa serve apenas para trabalho ou baixar alguma coisa, muito raro…

  31. Uso meu iPad mini diariamente, os usos mais comuns são leitura, jogos, navegar na internet, instagram…
    pretendo trocar por um modelo de 9″ num futuro próximo… Em casa praticamente não coloco a mão no celular, prefiro a tela maior do tablet.

    Meu notebook em casa serve apenas para trabalho ou baixar alguma coisa, muito raro…

  32. Eu li um tempo atrás – não vou lembrar onde – que as empresas fabricantes detectaram que a troca de tablets são diferentes dos celulares, tendo uma vida útil muito maior do que os smartphones. E entendo que isso se confirmou, pois minha mãe tem um tablet há uns 4 anos e não tem motivo algum pra trocar. Serve para tudo que ela necessita ( noticias e facebook basicamente) e só vai trocar quando a bateria ou outro componente for pro espaço.

  33. Eu li um tempo atrás – não vou lembrar onde – que as empresas fabricantes detectaram que a troca de tablets são diferentes dos celulares, tendo uma vida útil muito maior do que os smartphones. E entendo que isso se confirmou, pois minha mãe tem um tablet há uns 4 anos e não tem motivo algum pra trocar. Serve para tudo que ela necessita ( noticias e facebook basicamente) e só vai trocar quando a bateria ou outro componente for pro espaço.

  34. iPads ainda me parecem o melhor aparelho — fora o smartphone, é claro — para viagens curtas ou médias. Eu, particularmente, detesto viajar com notebook e mais ainda andar com ele por aí. Mas já faz alguns meses que não mexo no meu iPad — ele é, aliás, de 2013 e não penso em comprar outro tão cedo.

  35. iPads ainda me parecem o melhor aparelho — fora o smartphone, é claro — para viagens curtas ou médias. Eu, particularmente, detesto viajar com notebook e mais ainda andar com ele por aí. Mas já faz alguns meses que não mexo no meu iPad — ele é, aliás, de 2013 e não penso em comprar outro tão cedo.

  36. iPads ainda me parecem o melhor aparelho — fora o smartphone, é claro — para viagens curtas ou médias. Eu, particularmente, detesto viajar com notebook e mais ainda andar com ele por aí. Mas já faz alguns meses que não mexo no meu iPad — ele é, aliás, de 2013 e não penso em comprar outro tão cedo.

  37. Talvez eu seja um ponto fora da curva por não usar notebook – e não querer ter um – mas pro meu uso diário na época da faculdade o Chromebook se saiu muito melhor do que qualquer tablet. Era tão leve quanto um iPad e funcionava melhor para 90% das tarefas – e tinha um teclado físico acoplado, o que me ajudava muito nas notas nas aulas de literatura e escrita criativa – e para todos os outros trabalhos eu tinha um desktop no grupo de pesquisa, ou um Mac Mini em casa (recentemente trocado por um PC para poder dar continuidade ao desenvolvimento em Unity). Notebook “de verdade” nunca me fez falta e eu notava (noto ainda) que 90% das pessoas que usam um poderiam usar um desktop + tablet/Chromebook tranquilamente.

    Hoje meu iPad 2 se resume a um leitor de notícias e textos mais longos – como o de superinteligência – e um “rádio” que fica na minha mesa com Spotify/Deezer abertos e por vezes algum jogo de futebol no streaming. Quase um upgrade daquelas mini-tvs que nos anos 90 fizeram sucesso pelo país.

    EDIT: Hoje o Chromebook se resume a ficar com a minha mãe na pós-graduação dela, uma vez que quando eu me formei ele perdeu o sentido completamente.

  38. Talvez eu seja um ponto fora da curva por não usar notebook – e não querer ter um – mas pro meu uso diário na época da faculdade o Chromebook se saiu muito melhor do que qualquer tablet. Era tão leve quanto um iPad e funcionava melhor para 90% das tarefas – e tinha um teclado físico acoplado, o que me ajudava muito nas notas nas aulas de literatura e escrita criativa – e para todos os outros trabalhos eu tinha um desktop no grupo de pesquisa, ou um Mac Mini em casa (recentemente trocado por um PC para poder dar continuidade ao desenvolvimento em Unity). Notebook “de verdade” nunca me fez falta e eu notava (noto ainda) que 90% das pessoas que usam um poderiam usar um desktop + tablet/Chromebook tranquilamente.

    Hoje meu iPad 2 se resume a um leitor de notícias e textos mais longos – como o de superinteligência – e um “rádio” que fica na minha mesa com Spotify/Deezer abertos e por vezes algum jogo de futebol no streaming. Quase um upgrade daquelas mini-tvs que nos anos 90 fizeram sucesso pelo país.

    EDIT: Hoje o Chromebook se resume a ficar com a minha mãe na pós-graduação dela, uma vez que quando eu me formei ele perdeu o sentido completamente.

  39. Comprei um iPad mini em 2013, achando que ficaria com ele por uns 2 anos ou no máximo 3. Estou com ele até hoje, e não tenho intenção nenhuma de fazer upgrade.

    O uso é basicamente para minha mãe navegar na web, e para eu ler PDFs e jogar Fifa. Fico dias sem carregar a bateria. É ótimo para o uso light que fazemos. Gosto dele e uso com frequência até, mas certamente não compraria um hoje em dia.

  40. Comprei um iPad mini em 2013, achando que ficaria com ele por uns 2 anos ou no máximo 3. Estou com ele até hoje, e não tenho intenção nenhuma de fazer upgrade.

    O uso é basicamente para minha mãe navegar na web, e para eu ler PDFs e jogar Fifa. Fico dias sem carregar a bateria. É ótimo para o uso light que fazemos. Gosto dele e uso com frequência até, mas certamente não compraria um hoje em dia.

  41. Minha utilização de tablet tem sido bem intensa na faculdade, além de entretenimento também, ele tem uma boa configuração e qualidade de tela, então leio livros, quadrinhos, vejo muitos animes e séries, pra mim o tablet é fundamental para essas atividades mais simples e imediatas, não precisando ligar o computador só pra consumir conteúdo.

      1. Olha, fica sim viu, basta o tablet ter uma resolução boa, eu já tive um Galaxy tab 1,2 e 3. Agora estou com um LG GPad V500 de 8.3 polegadas se não me engano… Ele é widescreen, isso fica ótimo pra leitura de livros e quadrinhos, no momento estou lendo Sandman, com um app que le .cbr .cbz e etc… Fica muito confortável de se ler, já li muito mangá tb, e The Walking Dead antes de desistir.

      2. Olha, fica sim viu, basta o tablet ter uma resolução boa, eu já tive um Galaxy tab 1,2 e 3. Agora estou com um LG GPad V500 de 8.3 polegadas se não me engano… Ele é widescreen, isso fica ótimo pra leitura de livros e quadrinhos, no momento estou lendo Sandman, com um app que le .cbr .cbz e etc… Fica muito confortável de se ler, já li muito mangá tb, e The Walking Dead antes de desistir.

          1. Fica MUITO bom. Eu curto HQ, as autorais, mas confesso q ficar acumulando por aqui é um estorvo. Se fosse digital seria bem melhor. Valeu!

        1. Poxa… era esse mesmo aparelho q eu tinha e, de fato, o formato dele wide era excelente. Bateu um arrependimento agora.

        2. Poxa… era esse mesmo aparelho q eu tinha e, de fato, o formato dele wide era excelente. Bateu um arrependimento agora.

  42. Minha utilização de tablet tem sido bem intensa na faculdade, além de entretenimento também, ele tem uma boa configuração e qualidade de tela, então leio livros, quadrinhos, vejo muitos animes e séries, pra mim o tablet é fundamental para essas atividades mais simples e imediatas, não precisando ligar o computador só pra consumir conteúdo.

  43. Venho percebendo isso há algum tempo. Tenho 2 tablets:

    – um de 10″ já velhinho que uso apenas em minhas aulas como leitor de PDF. Os alunos seguem o livro no tablet, e eu, no laptop. Ele tem um uso muito específico e me atende bem, portanto, não tenho intenção de atualizá-lo.

    – um de 8″ ligeiramente mais novo e dá conta de mais tarefas, embora apresente sinais de cansaço: funciona bem para Feedly, Chrome (Twitter e Facebook), Telegram, ocasionalmente Netflix e Youtube. Ele virou tablet de usar na cama/sofá, já que não sai de casa. Ele vem perdendo seu atrativo aos poucos, e já considero vendê-lo.

    Acaba que centralizo a maior parte das tarefas no notebook ou no celular, e o tablet tem perdido espaço. Gosto de tê-lo como algo “just in case”, e também para poder usar as ferramentas de login em dois passos caso algo aconteça ao meu celular, mas a razão para seu uso é cada vez menor.

    1. Tive um tablet intermediário (ganhado em um sorteio) e deixei para o “just in case”. O problema é que quando era o “case”, ele vivia desligado (pela bateria), aí demorava a ligar. Quando ligava, pedia para atualizar mil apps. Aí perdeu o sentido do “just in case”, acabava que me contentava com o celular mesmo ou ir a um notebook.

    2. Tive um tablet intermediário (ganhado em um sorteio) e deixei para o “just in case”. O problema é que quando era o “case”, ele vivia desligado (pela bateria), aí demorava a ligar. Quando ligava, pedia para atualizar mil apps. Aí perdeu o sentido do “just in case”, acabava que me contentava com o celular mesmo ou ir a um notebook.

      1. Esse lance de ter q ficar ‘cuidando’ do aparelho é a parte mais chata… Tanto pela questão da bateria, qto pelos apps q atualizando a cada meia hora. De fato, o just in case é impossível.

      2. Esse lance de ter q ficar ‘cuidando’ do aparelho é a parte mais chata… Tanto pela questão da bateria, qto pelos apps q atualizando a cada meia hora. De fato, o just in case é impossível.

        1. Nisso o iPad é muito superior a tablets com Android e Windows. Ele é de fato “just in case”: a conservação de bateria em stand by é assombrosa de boa (aguenta dias numa boa) e o sistema é inteligente o bastante para não atualizar apps em horários inoportunos. No iPhone, que tenho mais contato nos últimos anos, é muito raro eu flagrar apps sendo atualizados. Suspeito que ele faça isso em períodos de inatividade.

          Já o meu tablet Windows, acho que em mais da metade das vezes que pego ele para ler alguma coisa a bateria está descarregada. É bem frustrante…

          1. Justamente. Tô com um da firma aqui pra testes de visualização de página e a bateria dele simplesmente não acaba.

  44. Venho percebendo isso há algum tempo. Tenho 2 tablets:

    – um de 10″ já velhinho que uso apenas em minhas aulas como leitor de PDF. Os alunos seguem o livro no tablet, e eu, no laptop. Ele tem um uso muito específico e me atende bem, portanto, não tenho intenção de atualizá-lo.

    – um de 8″ ligeiramente mais novo e dá conta de mais tarefas, embora apresente sinais de cansaço: funciona bem para Feedly, Chrome (Twitter e Facebook), Telegram, ocasionalmente Netflix e Youtube. Ele virou tablet de usar na cama/sofá, já que não sai de casa. Ele vem perdendo seu atrativo aos poucos, e já considero vendê-lo.

    Acaba que centralizo a maior parte das tarefas no notebook ou no celular, e o tablet tem perdido espaço. Gosto de tê-lo como algo “just in case”, e também para poder usar as ferramentas de login em dois passos caso algo aconteça ao meu celular, mas a razão para seu uso é cada vez menor.

  45. então, eu até acho q tablet tem seu uso, o problema que é uma função que não demanda ficar trocando de aparelho, aí quem tem não compra um novo e as vendas caem mesmo.

    eu comprei um ipad mini em 2013, com a intenção de usar pra navegar e uso caseiro em geral (recebo um notebook da empresa para trabalhar). eu tinha um notebook velho da dell de 2009, que praticamente parei de usar nessa época por ser pesado para usar no sofá e demorar pra ligar. mas com o tempo fui ficando frustrada com o tablet para navegação, facebook e instant messaging, assim como não poder trabalhar nele com planilhas direito. até cheguei a comprar um teclado bluetooth, mas não me adaptei. e não queria voltar pro notebook velho, nem usar o da empresa pra lazer. acabei comprando um macbook air de 11 polegadas e estou satisfeita.

    o uso do tablet acaba sendo para assistir filmes e séries no fretado, ler quadrinhos e levar em viagens curtas em vez de ter um computador inteiro (eu tentei ler livros e não gostei, acabei pegando um kindle). eu acho ele bem melhor para essas funções do q o notebook ou o celular (não tenho interesse em ter um celular de tela gigante não). só que mesmo ele já sendo meio velhinho, ele cumpre bem essas funções, então pq trocar?
    meu marido tem um tablet com android um pouco mais novo q meu ipad, e ele comprou depois de ver a minha experiencia e consciente de que o tablet é só um complemento. ele fica no quarto do lado dele na cama, pq é o que ele usa pra navegar antes de dormir, e é isso.
    por um lado, pode ser q seja pq eu nunca tive um, mas não consigo ver muita utilidade num netbook, já que eu teria um notebook completo pequeno em vez de um netbook.

  46. então, eu até acho q tablet tem seu uso, o problema que é uma função que não demanda ficar trocando de aparelho, aí quem tem não compra um novo e as vendas caem mesmo.

    eu comprei um ipad mini em 2013, com a intenção de usar pra navegar e uso caseiro em geral (recebo um notebook da empresa para trabalhar). eu tinha um notebook velho da dell de 2009, que praticamente parei de usar nessa época por ser pesado para usar no sofá e demorar pra ligar. mas com o tempo fui ficando frustrada com o tablet para navegação, facebook e instant messaging, assim como não poder trabalhar nele com planilhas direito. até cheguei a comprar um teclado bluetooth, mas não me adaptei. e não queria voltar pro notebook velho, nem usar o da empresa pra lazer. acabei comprando um macbook air de 11 polegadas e estou satisfeita.

    o uso do tablet acaba sendo para assistir filmes e séries no fretado, ler quadrinhos e levar em viagens curtas em vez de ter um computador inteiro (eu tentei ler livros e não gostei, acabei pegando um kindle). eu acho ele bem melhor para essas funções do q o notebook ou o celular (não tenho interesse em ter um celular de tela gigante não). só que mesmo ele já sendo meio velhinho, ele cumpre bem essas funções, então pq trocar?
    meu marido tem um tablet com android um pouco mais novo q meu ipad, e ele comprou depois de ver a minha experiencia e consciente de que o tablet é só um complemento. ele fica no quarto do lado dele na cama, pq é o que ele usa pra navegar antes de dormir, e é isso.
    por um lado, pode ser q seja pq eu nunca tive um, mas não consigo ver muita utilidade num netbook, já que eu teria um notebook completo pequeno em vez de um netbook.

  47. O crowdfunding virou uma maneira de financiar e vender netbook para quem os quer, então daqui a alguns anos veremos isso nos tablets.

    “A nova abordagem para tablets, destinada a perfis profissionais e acompanhados de teclados destacáveis, não surtiu o efeito esperado.”

    Não surtiu e não vai surtir, já que o nicho de mercado é ainda menor, e vai ter que disputar com os 2-em-1 e convertíveis que toda fabricante de computadores fez desde que o Surface começou a fazer sucesso.

    “Quem consegue se adaptar às limitações do iOS ganha uma estação de trabalho algumas ordens de magnitude mais simples de manter”

    Aí entra a questão da Apple parar de falar e começar a fazer (ou deixar a IBM fazer) algo no mercado de enterprise mobility. Porque, por mais que macOS e Windows 10 estejam melhorando etc e tal, um sistema operacional mais “simples” com um bom EMM mantendo tudo faria a felicidade das equipes de TI das empresas, escolas etc.
    (Sabe quem já notou isso? Google. Não por acaso nos últimos 12 meses o suporte dos Chromebooks aos EMMs melhorou muito.)

    “a tela levemente maior faz diferença na leitura de textos mais extensos.”

    Os tablets ainda não foram afetados pela guerra às bordas, então também ajuda muito pra ler, comentar o que está passando na TV etc.

    “A Amazon vende tablets quase a preço de custo nos EUA; a Huawei, modelos com conectividade móvel especialmente na Ásia.”

    Bom, a Amazon vê os Fires como uma enorme vitrine para vender, vender e vender, então perde no aparelho e compensa no que o cara gasta comprando badulaques e assinando os Prime da vida.

    Já a Huawei, devemos nos lembrar, teve um 2016 absolutamente incrível, tudo que pôs pra vender em smartphones e tablets vendeu muito.

  48. O crowdfunding virou uma maneira de financiar e vender netbook para quem os quer, então daqui a alguns anos veremos isso nos tablets.

    “A nova abordagem para tablets, destinada a perfis profissionais e acompanhados de teclados destacáveis, não surtiu o efeito esperado.”

    Não surtiu e não vai surtir, já que o nicho de mercado é ainda menor, e vai ter que disputar com os 2-em-1 e convertíveis que toda fabricante de computadores fez desde que o Surface começou a fazer sucesso.

    “Quem consegue se adaptar às limitações do iOS ganha uma estação de trabalho algumas ordens de magnitude mais simples de manter”

    Aí entra a questão da Apple parar de falar e começar a fazer (ou deixar a IBM fazer) algo no mercado de enterprise mobility. Porque, por mais que macOS e Windows 10 estejam melhorando etc e tal, um sistema operacional mais “simples” com um bom EMM mantendo tudo faria a felicidade das equipes de TI das empresas, escolas etc.
    (Sabe quem já notou isso? Google. Não por acaso nos últimos 12 meses o suporte dos Chromebooks aos EMMs melhorou muito.)

    “a tela levemente maior faz diferença na leitura de textos mais extensos.”

    Os tablets ainda não foram afetados pela guerra às bordas, então também ajuda muito pra ler, comentar o que está passando na TV etc.

    “A Amazon vende tablets quase a preço de custo nos EUA; a Huawei, modelos com conectividade móvel especialmente na Ásia.”

    Bom, a Amazon vê os Fires como uma enorme vitrine para vender, vender e vender, então perde no aparelho e compensa no que o cara gasta comprando badulaques e assinando os Prime da vida.

    Já a Huawei, devemos nos lembrar, teve um 2016 absolutamente incrível, tudo que pôs pra vender em smartphones e tablets vendeu muito.

      1. É o Podcast Addict, uso ele pq posso sincronizar tanto podcasts quanto RSS e pq funciona melhor com redes móveis (que eu uso em grande parte do meu tempo)

      2. É o Podcast Addict, uso ele pq posso sincronizar tanto podcasts quanto RSS e pq funciona melhor com redes móveis (que eu uso em grande parte do meu tempo)

  49. Por coincidência vi esse gráfico ontem e é curioso como a maioria das coisas está caindo haha. Chromebooks são das poucas que tão subindo, assim como “outro celulares” (não Android/iPhone/WP/BB).

    Android phones estabilizados assim como Raspberry Pi.

    Os tablets, junto dos demais grupos, em queda, ainda que menos acentuada do que a de iPads, por exemplo, talvez por causa do uso escolar/industrial/infantil dos tablets Android, que são usados até embutidos em máquinas sem que a gente nem se dê conta

    https://uploads.disquscdn.com/images/dceef2bb23ba0601b2701aad02658fc7172babf3ca7a180c439ee5fd0701ecf9.jpg

  50. Por coincidência vi esse gráfico ontem e é curioso como a maioria das coisas está caindo haha. Chromebooks são das poucas que tão subindo, assim como “outro celulares” (não Android/iPhone/WP/BB).

    Android phones estabilizados assim como Raspberry Pi.

    Os tablets, junto dos demais grupos, em queda, ainda que menos acentuada do que a de iPads, por exemplo, talvez por causa do uso escolar/industrial/infantil dos tablets Android, que são usados até embutidos em máquinas sem que a gente nem se dê conta

    https://uploads.disquscdn.com/images/dceef2bb23ba0601b2701aad02658fc7172babf3ca7a180c439ee5fd0701ecf9.jpg