Post livre #87

Finalmente uma semana mais movimentada no mundo da tecnologia: teve o aguardado smartphone do pai do Android, Andy Rubin, o novo e polêmico Moto Z2 Play no Brasil, processadores novos da Intel, Asus na Computex e até o Skype entrando na onda dos Stories. Mas esses são apenas alguns assuntos para puxar o papo por aqui. No Post Livre, a conversa nos comentários é livre e conduzida por vocês. Então bora lá?

O Manual do Usuário é um blog independente que confia na generosidade dos leitores que podem colaborar para manter-se no ar. Saiba mais →

Acompanhe

  • Telegram
  • Twitter
  • Newsletter
  • Feed RSS

102 comentários

  1. Vocês já sofreram alguma discriminação por causa da religião?
    Vou contar a situação…
    Minha irmã (catolica) está namorando um cara mais velho e evangélico (luterano) e uma outra irmã e uma tia (ambas católicas) estão piradas por causa disso…, não só por ser mais velho, mas principalmente por ser evangélico!
    Aí descobri que a filha dessa outra irmã tambem está namorando um evangélico (crente) e até indo na igreja com ele.
    Só que eles são cristãos! Porra, é o mesmo Jesus!!

      1. de certa forma. cada vertente do cristianismo tem seus dogmas.
        mas não deixa de ser absurdo! o cara não é marginal, violento, viciado mas só implicam por que ele é luterano!

  2. Hoje pela manhã eu li uma matéria no amigos do fórum recomendando não maratonar House of Cards (nenhuma série na realidade). Não vou resumir, acho que o texto tá bem sucinto e explicado: http://www.amigosdoforum.com.br/nao-faca-maratona-de-house-of-cards/

    O que me levou a questionar: até que ponto é vantajoso para o Netflix (e afins) liberar todos os episódios da temporada de uma só vez? Somente pela comodidade do espectador? Será que o custo não é alto demais pra eles? Como eles bem falaram, Game of Thrones e Better Call Saul, que são liberados semanalmente, possuem um impacto no “mainstream” bem mais prolongado ao longo do tempo, então essa estratégia não perde a razão de existir.

    1. liberar episódio semanalmente gera especulação e ansiedade entre os espectadores…., liberar tudo de uma vez faz isso ir pelo ralo.

    2. Acho que alguma vez o Alexandre Maron (b9) comentou porque esse modelo é interessante para a Netflix, na verdade. Não vou lembrar qual episódio, mas a linha de raciocínio dele era a diferenciação que a Netflix fazia em relação ao modo como consumimos televisão

    1. Eu não. Existem outras redes sociais e comunidades onde as pessoas podem se encontrar de diferentes formas. Aqui noto uma panela, como em vários outros lugares.

        1. Não sei, não faz muito tempo que venho aqui. Só de vez em quando. Mas você é um dos que estão por aí sempre ao que parece.

          Uma panela também é um nicho.

          1. Eu não sei o que você quis dizer com “panela”. Eu venho aqui por que gosto, não por que sou convidado. Toda vez que comento nesses Post Livres tenho que lidar com a discordância alheia – algo normal, afinal não sou dono da verdade e não nasci pra ser aplaudido 100% do tempo (basta ver as respostas que por exemplo o Ghedin me dá).
            Se as mesmas pessoas comentam sempre é o problema, então seu argumento é fraco. Um site pode ter uma audiência seleta por conta da autopromoção pouco efetuada, caso que eu penso ser o do Manual. Pode ser que o nível das conversas assuste alguns visitantes, ou pode ser que algumas pessoas simplesmente não consigam lidar com argumentos de quem pensa o contrário delas.
            Talvez você seja uma dessas pessoas.

          2. Sobre panela, leia uma das respostas que dei ao outro rapaz.

            Se as mesmas pessoas comentam sempre é o problema, então seu argumento é fraco.

            Oras, o argumento é fraco pois não condiz com o que você pensa? Que ilógica é essa?

            Se as mesmas pessoas comentam sempre, temos um nicho. É isso.

            Pode ser que o nível das conversas assuste alguns visitantes, ou pode ser que algumas pessoas simplesmente não consigam lidar com argumentos de quem pensa o contrário delas.

            A primeira sim, a segunda não. E quando aponta-se um dedo falando que “talvez eu seja uma destas pessoas”, talvez você esteja partindo para um preceito de dizer “olha, você aqui tem que atender a qualidade da conversa daqui”.

      1. Panela é um lance q exclui os outros, os forasteiros, os de outros grupos ou mesmo os independentes. Aqui é justamente o contrário…

        1. O excluir que você fala pode ser feito de várias maneiras. Depende do assunto em questão, da ideologia, de como as pessoas tratam as outras. Mesmo alguém que se soe “bonzinho” pode ocultar uma mensagem de desafora ou contrariedade, e assim fechar o assunto e isolar quem não está de acordo.

          1. Como falei, “Mesmo alguém que se soe “bonzinho” pode ocultar uma mensagem de desafora ou contrariedade, e assim fechar o assunto e isolar quem não está de acordo.”.

            Deixei uma mensagem inicial, você se sentiu incomodado (pois achou o que falei um ponto de vista errado) e respondeu. Disse um ponto de vista. Não imaginava uma resposta.

            E como falei ao outro rapaz, “uma panela é um nicho”. Não significa que alguém será isolado, mas sim que os assuntos em questão estão restritos aos conhecidos e experimentados pelo grupo em questão. Aqui existe um tipo de assunto, no Canal Tech outro, no Tecnoblog outro, no Meio Bit mais um, no Gizmodo outro tipo. E no final acaba cada um sendo um nicho. O mesmo vale para os grupos no Facebook ou outras redes sociais.

            Cada participante tem sua experiência e busca um grupo em que possa se identificar em questão. Já vi gente colocando comentários aqui e ficarem isolados, ou porque não tinham a resposta ou porque o assunto era chato, ou porque não tinha o que falar mesmo.

    1. Bitcoin e Litecoin. Comprei uma quantidade pequena, uns R$100 de cada uma, e pretendo fazer uma segunda poupança, comprando um pouquinho a mais por mês e deixando aumentar o valor.

      Li em alguns lugares que o Bitcoin vai chegar a R$20.000 até o fim do ano e a Litecoin está com tendência de crescimento ótima, então é ser um investimento legal a curto prazo.

      1. Interessante.

        Um cara que usou de sua situação política para ganhar alguns bilhões de dólares é considerado corrupto.

        Um cara que adquiriu um valor só considerado válido por alguns que ganham dinheiro nas transações ocultas e irregulares esperar lucrar 2000% não é considerado corrupto.

        Ok. Bem vindos ao relativismo capitalista, senhores.

  3. Já que foi citado, o que acharam dos lançamentos da semana no ramo Mobile? Eu achei o Z2 Play lindo, o Essential incrível e a demonstração da Qualcomm + Microsoft interessante, windows 10 full no Snapdragon 835 é bom, mas o que chamam de Surface Phone não será assim, pq a interface do Windows em telas menores de 6 fica ruim, estranho, nada intuitivo

    1. Também curti o Z2 Play, mas depois do S8 a Samsung conseguiu deixar os outros celulares um tanto ‘meh’ haha

      1. Também via assim, só que ainda prefiro o Mi Mix, fora que o Z2 Play é intermediário, essa briga não é dele.
        Meu pensamento agora é que qualquer coisa sem pré disposição à módulos é retrógrada, linha Z e o Essential me fizeram perceber em como pode ser simples utilizar um acessório que não é simples, em que antes era ruim ou nada intuitivo de usar. Por essa visão cada vez mais me afasto da Apple, que por sua vez cada vez mais obriga o usuário a usar acessórios em seus produtos, e isso não é nada bom nesse caso. É incomodo. É retrógrado. É arcaico. Bem consumista.

    2. Tava lendo um review do The Verge sobre o Z2 Play, eles elogiaram muito mais o aparelho do que a mídia brasileira. Isso me fez pensar, norte americanos são mais tolerantes a recarregar o celular mais vezes?

      1. A cultura deles é de que carregadores são acessíveis e todo mundo tem, qualquer coisa pega rápido tipo usb c. Aqui se tem bateria removível reclamam, se não tem reclamam, não dá pra entender

    3. O Z2 com aquele calombo e marcas para conectar os módulos tem uma traseira muito ruim

      1. Eu achei bonita agora, toda em metal fosco, fora que pro meu uso ia botar a shell de madeira ou nylon, os conectores só são um problema pra quem quer

  4. Eu ainda não terminei a leitura, mas é uma ótima reportagem sobre os impactos do Big Data na democracia, complementando a questão que o Paulo colocou no Post Livre passado: https://www.scientificamerican.com/article/will-democracy-survive-big-data-and-artificial-intelligence/?utm_source=pocket&utm_medium=email&utm_campaign=pockethits

    Nunca tinha refletido sobre o que eles chamam de Big Nudging, a ideia de que o Big Data facilita com que governos e corporações condicionem o seu comportamento “forçando” a escolha ao invés de simplesmente cortar opções. Com o conteúdo centralizado em poucas corporações gigantes, esse tipo de trabalho é bastante facilitado, vide Facebook e YouTube por exemplo.

    1. Falando em centralização em YouTube, esses dias eu acessei o Vimeo e o Dalymotion. Achei ambos bem ruins… Eu não vejo nenhuma opção que rivalize com o YouTube

      1. o Vimeo tem um segmento/nicho que se serve muito bem dele (curtas e filmes independentes).

        Pra mim o maior rival do Youtube é o Facebook.

          1. Não sei o real alcance dos videos dentro do Facebook.

            Uma medida bem canalha é minha mãe e as amigas dela que usam o recurso de vídeos do Facebook de forma orgânica, consumindo muito mais conteúdo em vídeo diariamente dentro do Facebook do que no Youtube, porém, quando elas querem um vídeo qualquer (música, clipes, filmes, gatinhos) elas entram no Youtube.

            Parece que organicamente o Facebook tem bastante potencial já mas, como “marca” de vídeo ele ainda não pegou. As pessoas não vão atrás de vídeos no Facebook elas assistem porque eles estão ali.

          2. Realmente, o Facebook não é uma marca de vídeos. Não duvido que, para entrar de vez nessa arena, o Zuckerberg compre o Vimeo ou o Dalymotion. Não apenas a marca poderia ser aproveitada, como também as tecnologias empregadas, uma vez que o player do Facebook é bem ruim

          1. mas o Youtube ainda não atinge o mesmo nicho que o Twitch atinge (nem de longe), e o Mixer pode ser rival, mas eu mesmo nunca tinha ouvido falar então creio que esteja anos luz atras na concorrencia.

    2. Isso sempre existiu. Antigamente, antes de “Big Data” ser algo “cool” as empresas de marketing já tinha estudos de target e os governo sempre usaram isso muito bem.

      A ideia máxima do Estado como força de coerção é exatamente condicionar a sua mente a ponte de parecer que você tem uma escolha que na realidade você não tem. É como o Matrix do governo, que finge que te dá opções. Sua vida toda é semi-determinada por variáveis como classe social, alcance econômico, acesso a oportunidades etc.

      Dizer/acreditar que temos escolhas numa sociedade como a nossa, absurdamente estratificada, é meio que ingenuidade. Quanto mais dados, mais capacidade de cruzar dados e mais capacidade de pré-programar pessoas numa sociedade, mais o Estado terá poder, mais as classes se estratificarão e mais ficaremos incapazes de fugir do que nos foi imposto/proposto no nascimento.

      O meu futuro é uma mistura de Admirável Mundo Novo com 1984.

      1. Esse seu comentário me lembra das minhas aulas de antropologia ministradas pelo Pedro Tadeu Siepierski, professor da Belas Artes (não sei se ele ainda dá aulas lá). Já no primeiro semestre ele defendeu uma tese de que o eu é socialmente uma ilusão, por conta das escolhas que “fazemos” mas que na verdade seriam resultado de pressões externas de vários níveis, que partem de diversas pessoas.

        1. A ilusão da escolha é algo que serve a elite econômica mundial. Quanto mais se vender a imagem de que é possível vencer pelo mérito – e as ilustrações de exemplos pontuais servem muito bem para sedimentar essa visão atualmente – e que as oportunidades existem de acordo com as suas escolhas (trabalho, estudo, capacidade, esforço) melhor para manutenção do status quo social atual.

          A nossa capacidade de escola é muito pequena. Temos muito pouca mobilidade social, econômica e muito pouca capacidade de ascender socialmente por méritos próprios. As oportunidades de mudança de paradigmas recaem quase que exclusivamente em setores abastados, clivagens altas da sociedade, sobrando muito pouca capacidade além de trabalhar até se aposentar para quem está abaixo da classe alta.

          Como disse seu professor, somos o resultado do nosso meio e das pressões exercidas por ele (pressão econômica, já que vivemos num sistema capitalista, principalmente) que nos molda e nos direciona para, por exemplo, trabalhar antes do 20 anos para poder ajudar em casa. Isso, aliado ao modelo de consumo vendido pela propaganda, consegue criar uma falsa impressão de escolha, mas, cada vez menos temos capacidade de moldar o nosso futuro para algo muito diferente do nosso acesso a oportunidades.

          1. Esse assunto sobre o falso eu e sobre as escolhas que achamos que fazemos vai longe. É possível traçar paralelos com obras como o Gene Egoísta, que fala sobre o domínio que os genes exercem sobre suas criações – os seres vivos – e também com momentos históricos como o adventos do hippies nos anos 60 – que rejeitaram a sociedade de consumo, tão bem descrita por Jean Baudrillard. Essa sensação de imobilidade tem diversas fontes, incluindo religiosas. Até filmes a princípio considerados supérfluos como O Todo Poderoso vendem uma idéia de que as pessoas tem o que merecem, e tem que se conformar com seus status, não importa se foi determinado por sua competência, pelo capitalismo, pela sorte ou por alguma divindade onipotente.

      2. A diferença é a abrangência e a qualidade dessa coerção, hoje é muito mais complicado avaliar esse cenário. Para usar um exemplo bobo, quando a Globo quer evidenciar um artista é bastante claro para as pessoas, mas se o Spotify simplesmente começar a empurrar o artista…nem levantará suspeitas.

        “Todo mundo” sabe que a gente só pode votar em dois partidos com chances reais de ganhar, que boa parte do que você compra no mercado vem de meia-dúzia de empresas, que existem poucas empresas de mídia no Brasil, etc…mas é impossível saber se o Facebook está fazendo algum experimento com você (como já fizeram e publicaram) ou que tipo de conteúdo.

        Essa invisibilidade do poder é muito grave e a população não tem poder nenhum em relação a isso sem acesso ao dados, não duvido que essas empresas tenham conhecimento sobre comportamento humano que nem fazemos ideia. Se já fizeram experimento com o humor das pessoas na timeline e não viram problema em publicar, imagina o que eles não comentam publicamente.

        1. Essas variáveis da Globo e dos partidos são claras para quem? Para nós?

          A maioria da população provavelmente não tem possibilidade de diferenciar quando a Globo está enfiando um artista qualquer goela abaixo e quando o Facebook está usando um algoritmo. E, ainda que isso possa mudar, acho que a TV ainda tem muito mais capacidade de influenciar a vida das pessoas mundialmente do que o Facebook ou a internet (damos muito valor a internet e mas a verdade é que ela nem sempre tem essa capilaridade e alcance todo).

          1. Concordo que temos pouca noção da realidade geral de influência, acredito que a televisão ainda seja muito mais importante no Brasil que a internet e isso não deve mudar em um futuro próximo, mas estava pensando no futuro mesmo e não na realidade atual. Por outro lado, percebemos que a mídia “tradicional” é bem menos importante do que parece nos EUA já que houve quase um consenso anti-Trump e ele ganhou.

            Mas acho que é bem mais claro o poder da Globo e dos partidos que das redes sociais e “hubs” de conteúdo. Claro que não sabemos tudo, mas acho que é uma escala bem diferente de possibilidade. Pelo simples fato do conteúdo não ser personalizado uma avaliação é bem mais fácil, seja a Globo ou um político, (em teoria) eu tenho acesso a tudo que eles falaram de forma pública.

            Você ainda pode fazer uma análise tipo Chomsky da mídia, é possível avaliar o quanto a Anitta ganhou de destaque na grade da Globo mas no Spotify, se eles não quiserem, é impossível. Eu mesmo nem sabia que as estrelas do Netflix eram condicionadas por usuário, achava que estava olhando para estrelinhas da Amazon ou IMDb.

            Não que as pessoas procurem fazer essas análises, mas logo isso será impossível.

    3. como outros comentaristas disseram, acho que isso existe faz tempo, é principalmente pra isso que existia a chamada “grande imprensa”…

  5. Visitei o espaço do Google em SP esses dias e achei tudo muito bem arranjado e descolado. Estava apinhado de gente atrás de um lugar tranquilo pra trabalhar com acesso à internet e um ambiente favorável pra conhecer pessoas. Sai de lá achando q como espaço públicos assim fazem falta… Não seriam caros de manter, mas, com certeza, acolheriam mais gente ao invés de dar aquela filtrada social (tem q ter email e tal)…

      1. É só isso: um espaço de coworking sem custo. São dois andares pra vc colar lá e trabalhar. A internet é boa, pode usar vpn e tals. Mas tem q se cadastrar pra usar. Eles te dão um crachá e vc usa.

          1. E é sim. Mas é cheio, então tem q ficar caçando lugar. Nessa vez q fui só tinha lugar numa banqueta no terraço. O sol atrapalhava, mas era bem melhor q ficar no ambiente fechado.

        1. Que massa! Realmente seria muito bom ter isso em mais lugares. Com essa moda de coworking quem sabe?

          1. Pra empresário individual ou mesmo um micro empresário… seria perfeito. Espaços públicos assim poderiam tornar essa micro economia, q aquela q realmente move o mundo, funcionar bem. Mas governos não pensam assim e ficamos na dependência da iniciativa privada e suas intensões misteriosas…

      2. esqueci de comentar: tem uns cursos q os frequentadores organizam ou vc pode cadastrar uma atividade lá e compartilhar algo com as pessoas num auditório. essa parte é bem bacana! pq é de graça. rolou essa semana, por exemplo, um curso rápido de como usar o github. e tinha muita gente inscrita.

    1. São Paulo é uma cidade estranha. Em qualquer lugar do mundo as pessoas falam algo como “me encontra na praça X”. Aqui é algo mais ou menos assim: “me encontra na catraca do metrô”. Até nosso ócio é funcionalizado.

      1. Sim… mas esse exemplo especificamente me leva em dois lugares: o encontro é ali pra economizar condução: as pessoas partem desse ponto de encontro pra outro lugar. Já q nosso sistema público de transporte é contrário a ideia de público, fica assim. E tb tem a falta de domínio do espaço urbano. Nossa mentalidade, em média, é caipira. Repara bem: as pessoas dizem: me encontra perto da farmácia X, da catraca tal, do bar tal. Pô! Os lugares têm logradouro e referências digamos mais sólidas… mas as pessoas dispensam e agem como se estivessem numa cidade pequena do interior. É bem curioso isso. Não sei se é coisa de paulistano… No Rio não sinto isso. Eles têm um domínio maior da cidade pra se referenciarem nela e dela. Tinha um doc bom passando, o “Crônica de uma demolição” e ele ilustrava um pouco disso.

      2. Quando vou a SP, sempre reparo que meus amigos marcam de se encontrar em catraca de metrô. Acho bem curioso/inusitado isso, aqui na minha cidade já encontramos em algum lugar específico ou ponto de referência.

    2. Aqui em Londrina-PR, os espaços de coworking tem se difundido bastante. Nunca visitei nenhum para poder descrever, mas até onde sei todos são pagos.
      Estou a espera de um que seja 24h haha aí sim me atenderia perfeitamente.

    3. um amigo meu estava cogitando a idéia de criar esse tipo de coisa aqui em Passo Fundo, mas ficou receoso, pois nossa cidade ainda é meio pequena (menos de 200k hab.)

      1. Se for num bom ponto, há chances, mas tem q ver a quantidade de pessoas q poderiam se interessar por segmento ou algo assim valeria a pena… esse do Google funciona pq está bem perto do metrô, da av. Paulista, de várias linhas de ônibus… acho q muita gente q mora na regiao tb vai pra lá pra fugir do isolamento de trampar em casa.

      1. Isso é um mini-PC pra mim. Não tem muita novidade/inovação nisso aí.

        Quero ver um telefone que eu conecto num dock e ele passa a operar como PC-full. Isso sim seria algo que mudaria bastante o cenário de computadores low-end (esses notebooks/desktop que a maioria das pessoas compra).

        1. Também não vejo grande inovação – exceto pela bateria, que talvez dure muito mais que as atuais, seja por ser maior, seja por causa do Snapdragon 835. Mas é mais provável que tentem miniaturizar notebooks e híbridos de várias formas, a ponto de fazer caber no bolso

          1. Eu fico imaginando apenas como seria bom poder chegar em casa e usar o mesmo dispositivo, com todos os conteúdos, num monitor grande e com um sistema funcional. Algo como acoplar num dock o telefone e ele virar um PC-full. Isso seria ótimo.

            Essas soluções parecem sempre meio capengas, meio pensando em problemas que não existem ou que não são necessariamente do modo como deveriam. Sei lá, parecem capengas, mal feitas e preguiçosas.

            Vejo, aliás, a indústria de TI que dá lucro preguiçosa como um todo. A última grande novidade foi o iPad.

          2. Eu não entendo essa defesa do Continuum e similares que muitos fazem. Sou usuário de um Lumia e não vejo essa funcionalidade como disruptiva. O Continuum nunca foi um diferencial para venda. Falando primeiramente da parte positiva da funcionalidade, o Continuum pode ser um diferencial do aparelho, e de fato um smartphone capaz de executar uma interface desktop é algo impressionante. Do ponto de vista de usuário, por exemplo um editor de um Tecnoblog ou de um Meio Bit, o Continuum teoricamente basta. O que o editor tem que fazer pra trabalhar? Ler artigos, conversar com as pessoas certas e escrever, muito provavelmente no Word. E o Continuum entrega o necessário pra um editor trabalhar – e eu incluo o DeX da Samsung nessa defesa. Então sim, é possível pra algumas pessoas usar só esses aparelhos com esse recurso específico.
            Porém não sem desvantagens. E vamos a elas: você pode ter o trabalho na cpu e levar a cpu no bolso, mas terá que arrumar o resto do pc – teclado, mouse, monitor – no lugar onde você for trabalhar, e nesse caso um laptop seria uma opção menos burocrática, já que basta abri-lo pra trabalhar. A solução que a HP já tem, o Lapdock, não contorna essa complicação, pois nesse caso você continua levando dois aparelhos como muitos já fazem, só que com a diferença de que tudo de mais importante está em apenas um deles – sob risco de se perder tudo numa queda que quebre o smartphone ou num roubo. Mais uma vez me parece e um laptop é menos burocrático.
            E na real a universalização de fato se dá pela nuvem, então pouco importa quais são seus dispositivos, se rodam Android, iOS, MacOS ou Windows. A Apple compreendeu esse fato muito bem. Os desenvolvedores podem escrever apps em uma linguagem universal para os sistemas da Apple, a Swift, e podem com poucas alterações no código disponibilizar o mesmo app na Mac AppStore e na AppStore do iPhone. Mas essa é a parte que o usuário não vê. A que realmente importa está no Continuity (recurso que a Microsoft também implantou no Windows com o desconcertante nome de Pick Up Where You Left Off), que usando o Apple ID e sincronização com o iCloud, integra todas as atividades do usuário – estava escrevendo um artigo no iPhone enquanto você estava no metrô e quer terminar em casa? Na hora que você liga o seu Mac, uma notificação ou algo do tipo aparece e o programa certo já com o conteúdo produzido no iPhone pode ser aberto, para que você continue seu trabalho.
            Como pode-se ver, Continuum não deve ser apenas o app se adaptar às telas (ou a nenhuma tela), mas principalmente a nuvem se adaptar a você.

          3. Você entendeu errado.

            Eu quero meu dispositivo pessoal sendo apenas uma coisa – o telefone – que eu chegue em casa e, com meu teclado/monitor/mouse, ele se transforme no meu desktop low-end ideal para consumo pessoal. O Continuum acho que ainda não faz isso de modo satisfatório ou pelo menos como eu imagino que deveria ser.

            Acho que isso seria algo bom, mas, não sei até que ponto as pessoas querem isso; o que eu sei, apenas, é que o que temos hoje é commoditie, mais do mesmo eternamente, as vendas se concentram em ser cada vez mais tela/resolução/RAM/processador. Isso, pra mim, não é exatamente o caminho a ser seguido.

          4. O Continuum até exerce um bom trabalho, embora lhe falta a exibição de janelas que o DeX já tem. De qualquer forma, a nuvem deve ganhar muita força. Hoje mesmo eu poderia comprar um pc e centralizar via Cortana, OneDrive e OneNote todas as minhas atividades no pc e no smartphone, e mesmo que eu perdesse meu atual smartphone, me bastaria comprar outro de qualquer sistema e baixar novamente os apps em questão. E isso, nos dias de hoje, não é nenhuma novidade – apenas considero a solução oferecida pela Microsoft mais abrangente que as demais.
            Mesmo certos apps hoje não são de fato necessários, uma vez que suas versões web quase se equiparam em recursos. Twitter, Disqus, Telegram e Reddit por exemplo, já tem as chamadas versões progressive webapps, que são soluções quase ou mesmo plenamente completas dos apps, mas que podem ser acessadas via navegadores. As notificações também tem seu caminho, o email cadastrado em cada serviço.
            O Facebook mesmo, embora não seja considerado um webapp em sua versão para navegadores, é bom o suficiente para justificar sua não instalação. E eu só o uso via navegador, e as notificações eu recebo por email. Claro, não são interativas, mas servem para seu propósito principal de me alertar sobre algo

    1. Dizer que isso é um “celular PC” é o mesmo que chamar geladeira de carro só porque ambos têm motor. Não faz sentido algum — é um PC, ponto.

  6. Olá, amigos. Tô precisando de uma programadora (preferencialmente) ou programador para um freela. É para backend de wordpress, então tem q manjar de php, talvez editar uns plugins, css, html e quejandos. Se souberem de alguém, por favor, deem toque por aqui mesmo. :)

        1. Ou isso! O MOMA tem uma parte de tecnologia bem, digamos, atenta às novidades e necessidades da área cultural. Mas eles não conseguem fazer tudo sozinhos, tanto q eles tem um programa bem interessante de catalogação de acervo, um lance bem original mesmo, mas q carece de ajuda pra ter continuidade e sair do beta… Grana eu acho q eles têm, mas não sei o qto podem destinar pra outras atividades q não, sei lá, compra de acervo.

      1. Poderiam liberar o flickr pra comunidade mantê-lo. Seria o maior acervo de fotografias do cosmos.

  7. Estava lendo uma matéria no tecnoblog sobre o “pai do javascript” e vi que ele tem um navegador adbloker (brave). Não tenho nenhum app desse tipo no meu android, alguém recomenda esse navegador ou algum semelhante?
    Já usei alguns mas no final acabei ficando no navegador da MUIU mesmo, só que não tem adblock.

    1. Eu uso o Firefox com um plugin do Ublock, funciona relativamente bem (apesar de achá-lo mais lento comparado ao navegador nativo ou Chrome).

  8. Nessas últimas semanas foi descoberto um malware no utorrent que poderia ferrar o pc. Logo, deixo 2 dicas:

    * Qbittorrent, já uso a uns 3 anos sem qualquer problema.
    * Caso queira continuar no utorrent, baixem a versão 1.7 no site oldversion ou oldapps.

    1. Descobri esse programa depois que li a notícia no tecnoblog. Muito melhor que o utorrent, bom demais mesmo.

    2. utorrent é péssimo há anos, depois que mudei pro Qbittorrent nunca mais voltei.

    3. Comecei a utilizar o Qbittorrent há algumas semanas, tenho gostado bastante. O único porém tem sido o sistema de atualização deles, fora isso tudo ok.

    4. Isso é antigo.

      Na verdade o povo deve ter ficado sem matéria e reciclou.

    5. Vou experimentar esse qbittorrent, eu uso mesmo o Deluge, acho bem legal ele

Os comentários deste post foram fechados.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!