Post Livre #81


21/4/17 às 8h42

Ei, pessoal, que tal aproveitarmos o feriado e esse espaço único que temos por aqui para falarmos sobre aquilo que bem entendermos? Pode ser tecnologia, mas também pode ser as notícias da semana ou o último seriado da Netflix que vocês terminaram. É tudo nosso, comente!

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138 comentários

  1. Apagaram tanta coisa aqui, que não consigo entender nada das discussões!!!

    1. Já comentamos isso com a pessoa q apaga, mas ele prefere assim. É um direito dele, mas infelizmente impede justamente isso, a compreensão do q se tratam essas conversas…

  2. Por acaso apareceu na minha timeline o clipe de Money is for Nothing do Dire Staits, engraçado como tanto o clipe quanto a letra da música ficaram datadas: https://www.youtube.com/watch?v=wTP2RUD_cL0

    Referenciar tecnologia é quase certeza de ficar datado em questão de poucos anos. Para música acho que atrapalha pouco (sinceramente, não me importo com letras de músicas e muito menos clipes), mas filmes e afins quase perdem sentido.

    Lembram de algum livro/série/filme que perderam o sentido pelo avanço tecnológico?

    1. Eu não acho que ficou datada não (tirando o preconceito da época). É só adaptar.


      Olha só para a grana deles é assim que se faz
      Falar besteira no YouTube
      Aquilo não é trabalhar, é assim que se faz
      Dinheiro por nada e fãs de graça
      Aquilo não é trabalhar, é assim que se faz
      Me deixe te dizer, aqueles caras não são burros
      Talvez alguns olhos esbugalhados de tanto olhar pra tela
      Talvez uma LER de tanto digitar

      Temos que instalar fornos de microondas
      Entrega sites customizados
      Temos que criar uma nova rede
      Temos que mover essas redes

      Está vendo aquela filhinho de papai com cabelão colorido
      Sim, parceiro, aquele é o cabelo dele
      Aquela boyzinho tem seu próprio jato
      Aquela boyzinho é milionário

      (…)
      Eu deveria ter aprendido a criar em Python
      Eu deveria ter aprendido a projetar
      Olha só para aquela gracinha, ela está enfiando na câmera
      Cara, nós poderíamos nos divertir um pouco
      E ele está lá em cima, o que é isso? Funk brasileiro?
      Batucando no teclado como…
      Aquilo não é trabalhar, é assim que se faz
      Pegue o seu dinheiro para nada e seus fãs de graça

      (…)

      Lógico, meio que a música é um preconceito contra o pessoal que “ganha dinheiro com a fama”. Mas de alguma forma também é uma ode ao cara comum.

        1. A MTV existe, mas perdeu seu valor. A TV colorida é o monitor. De fato, isso data a música. Acho que mostra mesmo é que não mudamos muito nestes últimos anos…

          money for nothing and *chicks for free

          *(o “gatinhas de graça” é difícil de usar hoje este termo, pois apesar de ainda ter “groupies” e tal, hoje é menos e ainda por cima há o risco de soar machista).

    2. o exterminador busca por sarah connor numa lista telefonica.
      nós vivemos essa época, mas muitas crianças já nasceram sem a necessidade de folhear uma….

    3. Sobre coisas que ficaram “datadas”, podemos dizer que quase tudo dos anos 80 que tentou mostrar uma “tecnologia futura” chega perto disto.

  3. Post curiosidade do dia.

    Eu estava a algum tempo atrás de informações de um equipamento que usei no início da década de 00, que era um terminal de acesso de internet que ficava em padarias.

    Finalmente achei a informação. Se chama “POP Banco” e era uma parceria entre algumas empresas e a Caixa Econômica. Podia na época consultar sobre a conta bancária, e ainda acessar a internet. Me lembro que ia muito para ver os e-mails que eu tinha.

    Mais informações aqui: http://www1.caixa.gov.br/canalfgts/Noticias/popBanco.htm

    https://uploads.disquscdn.com/images/243797342bbfa40fd32f6405d8028167591004bc115b4507889c0b78a6fa6e60.jpg

      1. Essa até que é bem conhecida, é uma variação do Mega Net (cartucho de acesso à internet do Mega Drive). Achei um vídeo aqui, mas não vou posta-lo por questões de “vergonha alheia”…

    1. eu testei o z3 Compact certa vez e vou te dizer que foi o único Sony que realmente gostei. Testei o XZ recentemente, gostei até.

      1. Bacana. Estou pensando em adquirir um Compact, por ter um tamanho de tela que eu considero prefeito. Hoje uso um smartphone de 4,7 polegadas, um Lumia 730. Já mexi em um iPhone 6 e a sensação de conforto foi exatamente a mesma. Imagino que os Compacts não sejam diferentes.

        1. Menor. O Z3 Compact é menor que o iPhone 6. Tive um e a única coisa que me incomodou foi a resolução da tela, de resto tudo ok. Hoje em dia eu pegaria um outro com tela de 5″, pq o que realmente importa é o tamanho do aparelho, e o Z3 Compact era pouca coisa menor que um Zuk Z2 ou um Redmi 4 Pro, tipo, milímetros mesmo.

          1. Eu não reclamo pq sou do time das roms, mas isso acaba influenciando minhas escolhas sobre os chipsets, pra mim só Snapdragon

          2. Eu te entendo. Atualmente muitas fabricantes se preocupam com atualizações e nem sempre foi assim. E mesmo quando os aparelhos perdem esse suporte, ainda há as opções como LiquidSmooth e Lineage. A fragmentação do Android nesse caso é uma vantagem do sistema

      1. Eu juro que tento entender, mas não dá.

        Palavras tem peso, valor e entendimentos. Usar uma ofensa em cima de outro, para mim, é uma violência. Admito que já pratiquei este tipo de violência algumas vezes, geralmente quando me sinto acuado ou ofendido com provocações, mesmo indiretas. Tem gente que podemos dizer que merece isso, mas para algumas destas pessoas, a palavra não tem valor, sentido ou peso. Ela ignora. É irrelevante. Ela está em outra situação ignorando o coletivo, a sociedade. Vive per si e só. Sabendo disso, reverte e usa a ofensa contra o ofensor. E nisso alimenta mais e mais ódio.

        Mas é ruim, é chato ofender. É uma demonstração de que no fundo as pessoas querem se segregar, se provarem certas, mesmo que para isso mereça o rebaixamento do outro. Chamar de canalha, de idiota , de quaisquer outra ofensa não é tão diferente de chamar de macaco, de bichinha, de mulherzinha, de nazista.

        Eu já fui alvo de ofensas, provocações e ignorância desde a infância. Eu tenho meus problemas. E acho pior ainda quando alguém me ofende. Revido, já que para mim é uma forma de violência,e a priore estou me defendendo.

        “Ah, mas o cara que é chamado de canalha também está agindo com violência”. Depende. “Ah, ele está acabando com meus direitos, blá blá”. Política se feita de ofensa, rebaixa o nível e acaba gerando conflitos. O nível moral já rebaixou o suficiente, mais que isso é partir para guerras estúpidas que vão matar pessoas.

        1. “Chamar de canalha, de idiota , de quaisquer outra ofensa não é tão diferente de chamar de macaco, de bichinha, de mulherzinha, de nazista.”

          Se vc for apenas ao dicionário verá q há diferenças bem grandes, daí q isso q vc expõe, se se considerar suas impressões pessoais, ok, mas fora disso, não funcionam necessariamente dessa forma.

          Exemplo: José Meyer, recentemente, comportou-se como um canalha (publicamente atacou a moça, depois ainda reforçou essa condição negando o q fez e, por último, esquivou-se da responsabilidade). Canalha não por ter cometido um crime, mas por ter usado de valores coletivos pra justificar o seu ato. Se colocaram um foto dele ao lado da palavra canalha no dicionário eu diria q seria um bela ilustração.

          Mas se vc se incomoda tanto com discursos violentos, vc tem q procurar entendê-los. Há toneladas de textos sobre o assunto.

          No livro “A origem do discurso’ Foucault diz: “Deve-se conceber o discurso como uma violência que fazemos às coisas [e talvez tb às pessoas], como uma prática que lhes impomos em todo o caso; e é nessa prática que os acontecimentos do discurso encontram o princípio de sua regularidade”.

          Em suma, corre-se o risco de se esmurrar a ponta da faca indo contra esse tipo de violência inerente a qualquer discurso…

          O sr. Marco Aurélio Nogueira, q não conheço, talvez esteja apenas chateado e sem saídas…

          1. Deveria conhecer, ele é um ótimo professor de sociologia (apesar de eu não ter aulas com ele, acompanho os artigos dele de vez em quando). E tem artigos excelentes sobre a situação política atual.

            José Mayer cometeu um erro em tempos atuais, anteriormente considerado “tolerável” pela população devido a cultura que permitia tal liberdade de assédio as mulheres. A cultura erra e permite isso. Ou melhor, permitia. Hoje há mudanças de cultura, mas há falhas nessa mudança de cultura.

            Os valores são coletivos sim – há uma grande falha das pessoas que combatem o machismo em não ver que a origem de muitas atitudes machistas é a manutenção de culturas que visam justamente a manutenção da visão de um homem como um ser “feio, forte, formal e bruto”. Da manutenção da cultura do “garanhão”, do “conquistador”.

            É feliz a mudança de postura e busca de combate a este tipo de cultura – por isso toda aquela movimentação das mulheres na Globo. No entanto, apontar um dedo e ofender não resolve problemas. Apontar um dedo e falar do problema sim. Há uma diferença entre “chamar de canalha” e “falar que o cara assediou ou bateu na mulher”. A ofensa pode até ser justificável no momento do revide, mas usado por qualquer um banaliza o julgamento e cria pechas, não dando direito a recuperação da reputação da pessoa como ser humano.

            E não é diferente chamar uma pessoa de canalha e de macaco ou outro adjetivo pejorativo. O pior erro no debate é esse – usar a força da palavra no adjetivo, em vez do objetivo.

            Se a pessoa quer que outra entenda discursos violentos, então ela falha. Pois quando se usa de violência, você quer se impor. E se impor cria o atrito que menos precisa nesta sociedade.

            Quanto ao “facebook ler nossos pensamentos”, não é só ele não. Muita gente quer ler pensamento do outro, quer “dominar a mente”. E isso já vem antes – vem de pessoas que tentam doutrinar as outras à sua maneira e de forma forçada, ao invés de apenas deixar a doutrina de forma objetiva, ou seja, informação limpa e pura, deixando na mão do aluno o resultado do aprendizado próprio (não, não sou contra a “Escola sem Partido”).

            Cabe a cada um procurar seguir seu caminho – e noto que as pessoas só querem “se pertencer a algo”. Se o Facebook agir como o Arquiteto da Matrix, e o Google quer ser a Oráculo, não posso fazer muita coisa sozinho, cabe ver se meus vizinhos querem e se temos capacidade de mudar.

          2. Ligeiro, dialogar é conflitar, é criar atrito. O Foucault, que o Fabio citou ali, também fala de jogos e relações de poder. Segundo ele, isso está presente em todos os contatos que fazemos uns com os outros, mesmo naqueles em que não há o mínimo interesse em magoar ou destratar — uma mãe e seu filho, um casal, dois grandes amigos. Comunicar-se é negociar o poder. (A única exceção é quando uma das partes não dispõe de força ou liberdade para revidar; aí é autoritarismo.)

            Se as mulheres não criassem atrito com a cultura que, antes, permitia que comportamentos como o do José Mayer passassem impunes, não haveria essa repercussão toda e o ato dele não seria tido como condenável pela opinião pública. Indo mais longe, talvez ainda estivéssemos colhendo frutas, caçando animais na selva e batendo com um tacape uns nos outros.

            Essa harmonia utópica que você anseia é irrealizável. Vivemos de conflitos e é isso, em grande parte, o que nos move adiante. É a capacidade de contrapor ideias, de confrontar o que achamos errado, de promover o que nos parece correto ou melhor e, vencido esse jogo de poder (temporariamente; ele nunca termina de fato), nos unirmos para progredir.

          3. O problema é que essa guerra nunca acaba e gera novas guerras. Entendo quando há atritos que mudam situações – a das mulheres contra comportamentos culturais por exemplo é o melhor. Nessa, admito que errei um pouco as palavras – o atrito é necessário para tirar o valor de manutenção da cultura anterior.

            Outro problema é que atualmente a sensação que tenho é que as pessoas querem de alguma forma serem autoritárias, mas não admitem. Por isso que falei de impor, do problema do impor com violência. A manutenção dos grupos ditos “de extrema direita” é consequência disto. A falta de sempre estar informando, de dar a devida manutenção as opiniões e contrapontos gerou isso.

            As vezes quando eu converso aqui sei que acabo caindo em uma destas falhas também. Então é meio que uma auto análise.

            No entanto, insisto: o problema pior, na hora do “embate de ideias”, é desqualificar via adjetivo o problema. Por isso a implicância com o “canalha”. É fácil falar um palavrão, e é uma base que todo mundo usa para definir o que é bom e o que é ruim. Mas se a pessoa quer tratar todos de forma culta e respeitosa, não precisa de um adjetivo perjorativo em cima da pessoa. Precisa de um adjetivo em cima do que a pessoa fez.

          4. Não são falhas, Ligeiro, é parte do processo. Se ninguém quisesse impor seu ponto de vista, não haveria debate. Mais que isso, ele seria desnecessário. Claro, não é em todo lugar que cabe essa premissa — aqui mesmo, não tem motivo algum eu querer te convencer ou a qualquer um algum ponto de vista meu. Mas na esfera pública, na política, nos direitos humanos e em outros ambientes em que a vida de mais gente está em jogo, esse embate é necessário.

            Quanto ao canalha, é preferível que se evite, principalmente quando a argumentação se reduz a isso (o famoso ataque ad hominem), mas não é tão condenável quando a conduta do sujeito justifica — tanto que calúnia, ou acusar alguém de ter cometido crime que não cometeu, só se configura se o crime de fato não foi cometido. Chamar o José Mayer de canalha… sei lá. Muito pior foi o que ele fez, o assédio à mulher.

          5. Se o embate for sempre bem feito, é isso que importa.

            Mas adorei ler isso aqui, é nisso que quero chegar: Quanto ao canalha, é preferível que se evite, principalmente quando a argumentação se reduz a isso (o famoso ataque ad hominem), mas não é tão condenável quando a conduta do sujeito justifica — tanto que calúnia, ou acusar alguém de ter cometido crime que não cometeu, só se configura se o crime de fato não foi cometido.

            Apesar de não condenável, o fato de usar um ad-hominem, e neste caso pega o sentido da frase do Marco Nogueira, é o que mata o debate.

            De fato, como até respondi ao Montarroios, no calor do revide a pessoa usa um termo assim. Até certo ponto é compreensível. Só que de canalha para uma violência maior é fácil. Evitar mostra que a pessoa entende que a outra merece o direito a resposta ou a compensação pelo erro, pela punição. Chamar de canalha é rotular. E rotular pespega, gruda.

            Outra também: canalha demais banaliza a conversa e o termo. É quase que como “banalizar a violência”, ao meu ver. Gosto desta frase que nunca vi alguém escrever igual: A diferença entre a saudação e a ofensa é a posição da palavra. A diferença entre um aperto de mão e um soco é a posição da mão.

            Hoje tava vendo um post no Buzzfeed sobre “placas diferentes”, e apesar de eu rir disto (uma vez até tirei foto de uma), sei que no final só estamos banalizando a violência verbal…

          6. Mas ele teve a chance de se explicar e, em vez de pedir desculpas, usou um subterfúgio (e aqui o termo se aplica bem) canalha para justificar seu comportamento. Chamar de canalha por um ato pontual não é rotular, ou, ainda que seja, cabe dependendo da situação — e sem que o termo seja banalizado.

          7. Eu sinceramente acho que o que ele escreveu é uma desculpa e não me soa ofensiva. O problema é cultural – a mesma cultura que permite usar o termo canalha, é a mesma cultura que tem algum nível de tolerância com canalhas. E há um perigo maior que existe – a pessoa se assumir canalha e não mudar sua posição. Como falo, fica inútil o uso do termo.

            O estilo conquistador que foi impregnado em Mayer é algo que a audiência o estereotipou. E ele abraçou o esteriótipo. Apesar disto não é culpa dele se só agora mostraram depois de uma denuncia de uma ação estúpida dele que tal esteriótipo não funciona mais. Não é só ele que age assim. Ele ao menos, mesmo com a desculpa dele considerada rasa por muitos, se redimiu, se explicou, mudou seu jeito. Ótimo. Já é um passo.

            Não vejo alguns outros tendo a mesma consideração. E se usa diversas desculpas. Um exemplo: tempos atrás vi uma tirinha de um blog chamado “Meus Nervos”, onde era retratado uma feminista, que depois do sexo se curou. Isso sim, ao meu ver, é um absurdo, e gerou uma enorme repercussão. Não sei se houve redenção atualmente, só sei que o cara se valeu da desculpa do “estou fazendo uma arte e tenho liberdade de expressão” para não se redimir.

            E sem contar os comentários tipo “ah, mas as feminazis…”. Até hoje não vi reportagens expondo os tais comentaristas. O problema não é nem Mayer, é como falei, é a manutenção da cultura que permite isso. Pode se usar um ad-hominem para falar que “a pessoa é um canalha“, mas ele vai assumir essa persona e não mudar mais porque pespegou.

            Eu não vejo (até por preguiça, mas acho que deve ter algo) pesquisas sobre comportamento masculino e a relação cultural. O que do comportamento masculino que ainda soa prejudicial e ruim para a sociedade.

        2. A etimologia da palavra canalha:

          “[do] it[aliano]. canaglia (a1338) ‘conjunto de pessoas desprezíveis’, (1531) ‘pessoa malvada’, der[ivação]. de cane no sentido de ‘cão’ + suf[ixo]. coletivo e depreciativo -aglia; ver ca(n)-”

          Desde o ano 1338 as pessoas são chamadas de canalhas… E em 1531 deram uma ampliada no sentido… Não é de agora q temos esses embates. Nossa história é repleto deles e alguns são muito construtivos. O fato das redes sociais terem dado mais potencial a isso não muda a essência das coisas.

          É claro q o facebook está empenhado em mudar isso: eles querem ler nossos pensamento, aí, amigo, tudo aquilo q pensamos e refreamos pode vir À tona. Vai ser um caos.

    1. Acho canalha uma palavra maneira. Tem aquele sujeito da ESPN que usa a rodo

          1. Para fazer sentido: desde criança não sou muito fã de educação física. Futebol não sabia jogar, sai fora. Mas o que culminou para eu não curtir futebol é a questão das rivalidades .Existe muita rivalidade oculta nisso e sinceramente estranho o pessoal tolerar.

            De fato, esporte é feito para canalizar o sentimento de rivalidade e criar um “jeito saudável” de evitar atritos, criando “guerras artificiais”. Mas com a questão de um chamar o outro por apelidos pejorativos no futebol (ou em alguns tipos de esportes) já mostra o problema que existe saindo do limite da competição.

          2. Faz bastante tempo que existe uma grande massa de pessoas lutando para melhorar isso no futebol, mas, levará tempo com certeza.

            O grande problema atualmente é a corrupção de todos os grandes clubes do mundo – todos mesmo – que são usados para enriquecimento dos seus dirigentes, enriquecimento dos líderes das torcidas (barras, capos, ultras, hooligans) e lavagem de dinheiro de máfias (principalmente na Europa onde os ricaços acabaram comprando uma série de times). Esse tipo de coisa tem que ser combatida, lógico, mas isso é o que menos faz parte do futebol.

            Nos acostumamos a pensar no futebol como um meio repleto de brigas e salários fora da realidade, mas, a verdade é que a imensa maioria dos clubes no mundo serve a sua comunidade, com jogadores ganhando salários muito baixos (1SM pra menos) e com uma forte ligação local. Veja o caso do St Pauli ou do Lampedusa (ambos na Alemanha). Ou os vários times do interior do país.

            Enfim, futebol é muito mais do que a mesa-redonda na ESPN e os xingamentos do Neto na Band.

          3. Sim sim, só que quem é fã de futebol não dá este valor dentro disto. No final, muitos que jogam na várzea sonham em ser mais um da máfia. :

            E não falo só de futebol :)

      1. Argumentado ou não, “você já perdeu”, pois você está renegando o alvo, ao invés de iguala-lo e mostrar o que ele errou.

          1. Como eu falei: eu discutia muito online, e digamos que em partes aprendi muito com isso, principalmente que nas discussões, acabamos indo buscar mais “ser dono da razão”, do que “buscar estar junto da razão” – como no caso quando falei com você sobre a questão das comunidades de transporte por exemplo.

            Boas discussões não são aquelas que o cara usa adjetivos, mas que o cara fala de forma objetiva. “Ah, tá ruim porque aquela coisa tem problema” é melhor do que “Tá ruim porque o cara é uma pessoa ruim porque ele é bobo, feio e cara de banana”.

            As discussões políticas nos últimos 4 anos foram assim, e o resultado foi toda essa polarização que se deu.

    2. A exceção para isso é quando o interlocutor em questão é o golpista Temer. ;)

      Nesse caso denunciar a canalhice do sujeito é dever moral.

      1. Vamos lá.

        Irrelevante ser Temer, Lula, Aécio, Alckmin ou qualquer outro político acusado ou não de algum crime.

        O problema é justamente esse: devido a botar nossa emoção em primeiro no lugar da razão, vamos usar um adjetivo pejorativo para “mirar nosso inimigo”.

        A política, desde o fim da ditadura, vimos muito mais com “olhos de emoção” do que com “olhos de razão”. Creditamos muito mais em promessas de campanha do que em currículo de feitos.

        Temer é o resultado de um ciclo político de 30 anos, cuja falha principal foi tanto da tão auto denominada “elite política”, que falhou em educar a população para entender o que é e como funciona uma democracia, quanto da própria população em não buscar entender que certas atitudes feitas no próprio dia a dia (como ignorar crimes alheios, trocar favores sem mensurar as consequências) culminam em manutenção de atividades que no final prejudicam a si mesmo.

        Temer, como muitos de nós hoje, tinha seus 25/30 anos na época do Diretas Já. Isso vale para outros “grandes” da política. Ele acabou provavelmente criando em sua mente uma forma de ver as coisas que hoje tenta aplicar como presidente (sendo que ele já aplicava como um politico e judicialista). Falho.

        O pior é a questão de considerar “um golpe” o que na verdade foi uma manobra política. Hoje as pessoas não medem o peso da palavra. Golpe tem um peso gigante, e geralmente é usado para definir governos que usaram violência para entrar. Não vi nenhuma violência durante o processo de transição, só vi um monte de gente iludida por grupos que tinham boa dialética para fazerem protestos pacíficos, e faziam discursos que combinavam com o pensamento de muitos, cansados das promessas não cumpridas de campanhas e da demora de muitas obras – hoje com comprovação pública dos motivos da demora delas.

        Temer não usou violência, nem seu partido. Usou manobras políticas, usou-se da lei da melhor forma possível. E na verdade nem temos ciência exata se Temer queria a cadeira de presidente, ele entrou mais por falta de habilidade política da Dilma de lidar com um congresso que implicava com suas atitudes. Por 6 anos ele foi vice, lembrando, aprovado pelo próprio partido que hoje usa o termo “golpe” para definir a troca de poder.

        Esse discurso de golpe hoje está vazio por completo, perdeu-se o significado. A Justiça mostra com as delações hoje reveladas o que ocorreu por trás de muitas promessas de campanha.

        Posso estar errado e fazendo um juízo de valor inválido, mas as vezes quando você usa o termo “golpe”, é como se defendesse o fato de que era melhor ter continuado a Dilma, e talvez teríamos a ilusão que ela ou alguém ligado ao partido (incluso Lula – por isso a tentativa de coloca-lo como Chefe da Casa Civíl) faria de tudo para abafar delações e engavetar a Lava Jato.

        Sendo que a Dilma provavelmente já previa isso tudo: https://uploads.disquscdn.com/images/9ab0da4dbebb90c608a6b16e7395b6412e09fced8090ff8ff6a8797b8b649bed.jpg

          1. Ok, já vi que sua posição é arredia. Não mudo cabeças, apenas boto meu ponto de vista. Continue com seu julgamento. Passar bem e até a próxima conversa (de preferência, sem política no meio).

          2. Ligeiro, há pessoas que parecem que andam com aqueles tapa olhos de burro.
            Independente de qualquer argumentação, só enxergam de uma forma e nada que se faça ou diga, mudará.

          3. Do jeito que você fala você já perdeu a luta…

            Faça como temer. Use o campo do adversário (no caso o campo jurídico) para retirar ele do poder sem nenhuma violência. Você evita sangue, brigas, etc e ainda atinge seu objetivo.

        1. @disqus_1kT6Ja8y1R:disqus foi golpe. Existe algo na política chamado “golpe branco” ou “golpe constitucional”. A sua análise é ótima se partirmos do pressuposto de que o Temer cometeu um golpe de estado – como se ele mesmo fosse alguém ilegitimamente eleito, o que não é o caso – tirando alguém por meios ilegais ou dissolvendo direitos. Ele não fez isso, de fato, mas orquestrou uma manobra parlamentas com amparo legal baseada em factoídes para retirar a Dilma. O fato, porém, de tudo estar dentro da lei, não anula o “golpe” da palavra, ele foi eleito para ser vice e seguir um plano de governo (nenhum eleitor da Dilma/PT elegeu a “Ponte para o futuro” como plano de governo, por exemplo) e não para ser presidente.

          Desculpa te dizer isso, mas, tua mente é muito fechada e presos em pressupostos exatos para coisas que não seguem uma lógica exata. Ciência humanas depende de interpretação e ações humanas, fechar a tua percepção pra isso e imaginar uma sociedade ideal baseada nos teus preceitos morais ou desejos pessoas é autoritarismo – que tu tanto critica – algo muito próximo de 1984 (duplipensar, quase) que ignora toda a interação do corpo social.

          Entender interação sociais é dificil e demanda tempo e leitura, eu não entendo quase nada, o @binho_bike:disqus e o @ghedin:disqus sempre jogam uma coisas aqui que eu preciso sair atrás pra entender, e isso que é o bom daqui.

          Enfim, tente entender a sociedade mais como algo vivo e que se transforma, esvaziando/ganhando sentido de acordo com as interações que ocorrem através do tempo e das classes sociais (com seus diferentes tons ideológicos e narrativas).

          1. No dia que alguém totalmente isônomo mostrar alguma gravação ou prova de que “Temer foi lá e montou um plano para tirar a Dilma do poder”, aí concordarei contigo.

            Não tenho mente fechada, tenho uma posição sobre, e que só mudo se ver provas concretas. As mesmas palavras que você aplica a mim pode ser aplicada ao que você fala para mim também.

            Insisto: ver a troca de poder ignora outras coisas também e considera-se que seria a favor da manutenção da Dilma, mesmo com a bagunça já feita. Você também está sendo autoritário quando fala para mim que isso é um golpe, sendo que eu tenho a posição que não é.

            “A sociedade é algo vivo e se transforma”, não discordo, mas temos um problema com isso – a falta de padrões desorienta muitos e nisso temos crises e problemas.

            Pelo que vivo no meu arredor, leio nos jornais, vejo nos comentários, entendo o seguinte:

            NUNCA ninguém discutiu a fundo sobre a política e o que é realmente interessante para ela. Eis o que aconteceu hoje: não temos uma autoridade digna (nenhuma, muito menos a Dilma) de respeito. Só discutimos interesses próprios. Poucos vão lá bater na porta do político – ou ao menos pedem para algum representante cobrar.

            Polarizamos para nos provar certos conforme nosso ponto de vista. Quem fala que é golpe é um polo. Quem fala que não é, é outro polo. NÃO SE TEM UMA PROVA CLARA E CRISTALINA QUE ISSO TUDO FOI UMA ARMAÇÃO DO TEMER PARA TOMAR O PODER. O que tem é manobra política causada por inabilidade da Dilma de se manter no poder. Dilma errou em não saber conversar com ninguém, e esperou que a lei a protegesse. Não foi o Temer que se colocou lá , pois ele já estava quase lá -era um vice. Quem o colocou foi o Congresso esperando respostas dele para apagar o fogo das denúncias, o que não tenho visto muito pois as denúncias hoje chegaram ao cúmulo agora, e ninguém sai ileso dessa.

            Perdeu-se o senso de comunidade e estamos em um senso de disputa. Só não estamos em algo parecido com a Venezuela porque lá podemos dizer que hoje é um golpe a situação toda por lá – os representantes do Executivo tomaram o poder para si.

            O político é o espelho de seu povo, e isso é notório quando os políticos agem mais por interesses próprios do que para ajudar o próximo. E sendo que hoje noto menos senso de cooperação e colaboração com a sociedade, e mais cobranças e disputas, isso ecoa nos políticos.

            Se a pessoa considera golpe, eu não posso fazer nada. Só vou insistir que para mim, a pessoa vê errado, pois tal como você fala, também não vê o resto, o que pode ter ocorrido.

            Eu tenho uma leve desconfiança que a Dilma só saiu não porque “foi golpe”, mas “se deixou sair”. Se fosse algo realmente ruim, péssimo a saída da Dilma, a sociedade, cara, já tinha marcha de milhões nas ruas, e não centenas (geralmente associados de sindicatos e “movimentos sociais”). Ficou aquela disputa de “quantos milhões encheu a paulista”, aí deu nisso. As pessoas mais “bateram panelas” do que “pixaram fora temer” (e pobre do cara que tem que limpar a pixação e ainda pagar a cara tinta).

            A população tá mais preocupada hoje em sair de casa sem ver um bandido assaltando ou político pedindo voto (o que no final dá no mesmo), e mais ainda, em como pensar se amanhã vai ter trabalho para ela, sendo que nenhum político ou liderança fala “olha, vamos fazer programas para melhorar a educação e a economia”.

            A redução dos direitos era algo que já ia vir com a Dilma também. http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/01/dilma-diz-que-governo-vai-em-busca-de-reequilibrio-fiscal-e-crescimento.html

          2. É irrelevante se ele tramou ou não, a definição de golpe branco é exatamente o que ocorreu aqui no Brasil.

            E não existe ninguém no mundo que seja completamente imparcial, aprende cara, pessoas não são assim. O que tu quer pro mundo são robôs.

            EDIT:
            Referência.

            https://pt.wikipedia.org/wiki/Golpe_branco

          3. Cara, sinceramente acho que seria bons uns robôs mesmo neste momento. Podemos trocar os políticos por robôs, seria interessante.

            O mal de um robô é que geralmente ele está apenas a serviço da primeira programação dele. Para ele, “isônomo” seria apenas atender a primeira programação feita nele como certo…

          4. Nada que seja feito por humanos, robôs inclusos, será isônomo ou imparcial, todas as obras da humanidade carregarão consigo a carga social de quem o criou. Experiências, educação, formação e principalmente a visão de mundo vai na criação do seu criador.

            Querer negar isso é querer negar a humanidade das relações. Você pode defender (e até uma sociedade nos moldes do Admirável Mundo Novo) mas eu jamais irei concordar que isso é um mundo melhor, principalmente porque ignora a questão humana e social da equação.

          5. E o que é um mundo melhor então? Um mundo onde pessoas pedem por igualdade, mas cuja igualdade é difícil de ser alcançada pois paradoxalmente não existem iguais?

          6. Um mundo melhor é um conceito muito amplo.
            Não sei o que é um mundo ideal, melhor, ou qualquer coisa desse tipo, mas tenho absoluta certeza que não é, pra mim, nenhuma das suas propostas de comportamento padronizado.

          7. Não, é um conceito, porque um padrão seria algo universalmente aceito como regra.
            É um conceito amplo, variável e dependente de diversas variáveis.

          8. Quando se cria leis para controlar o comportamento humano, se cria padrões de comportamento. Muitas vezes até para corrigir padrões de comportamento usados que antes eram aceitos (a questão da ofensa, a questão do desrespeito ao próximo, dos preconceitos (homofobia, racismo, xenofobia… tudo é preconceito).

            Eu não proponho nada de comportamento padronizado, na verdade já temos condições para comportamento padronizado. A legislação é assim. A moral é assim.

            Quando pessoas criam conceitos sociais, criam novos padrões. Poucas vezes são quebrados estes padrões, geralmente quando as pessoas se sentem desconfortáveis em segui-las ou já acharam formas de superar tais padrões.

            Tudo está padronizado – até chamar alguém de canalha ou chamar algo de golpe. E também estar contra isso é um padrão.

            Talvez ir além do padrão é não usar o termo (ou ignora-lo), e seguir em frente com o que você já tem como padrão para vida .

          9. Você confunde padrão, opinião e conceito.

            A moral é um padrão, provavelmente, para uma sociedade que a segue – por exemplo, a moral cristã – mas ela é, socialmente, um conceito variável – diversas sociedade tem diversos código morais.

            Leis são diretrizes de comportamento limítrofe aceitos em sociedade – o máximo que se pode chegar – e são determinadas de acordo com diversos fatores (acontecimentos, decisões prévias (aka jurisprudência, lobby e pressões políticas e sociais) e ainda assim, mesmo com um texto normativo, são sujeitas a subjetividade judicial (juízes diferentes tomam decisões diferentes em casos semelhantes). Longe de ser um padrão.

            Conceitos sociais não são criados, são determinados pela vida em sociedade. A sociedade se modifica e determinados comportamentos, antes aceitos, passam e não ser mais aceitos por conta de diversos fatores – legais, religiosos, morais, econômicos etc. Se fosse apenas por anseio popular, muita coisa já teria mudado, como por exemplo o machismo atualmente. Mas não basta vontade popular apenas, precisa se ter atrito de narrativas – discursos marcados socialmente -, discussão ampla e principalmente educação de base (escola, família, amigos) para se ter, depois de muito tempo, mudança social.

            É bastante complicado discutir contigo porque tu traz diversas referências mas não se aprofunda em nenhuma, não delimita ou encerra opiniões e mistura muitos conceitos. As vezes sem muito nexo.

            Eu entendo o teu ponto e acho que tu deve ler mais sobre sociologia e política pra delimitar melhor a tua opinião. O Politize! é um bom início sobre cidadania e política. Sobre sociologia é mais complexo de achar bons sites com resumos, mas, aqui http://www.resumos.net/sociologia.html tem bastante material bem resumido sobre diversos conceitos e assuntos.

            Sobre assuntos diários eu recomendo o Intercept BR. Tem muitos textos com viés progressista sobre a política brasileira. Esse texto aqui https://theintercept.com/2016/09/22/michel-temer-diz-que-impeachment-aconteceu-porque-dilma-rejeitou-ponte-para-o-futuro/ é muito bom, por exemplo, para entender o impedimento da Dilma.

            De forma geral, para entender muitos dos argumentos que os liberais usam na internet, Recomendo o Voyager (um chiste muito bem pensado com o Spotniks) que tem um viés social-democrata bem pesado, mas, sempre traz referências e boas discussões.

            São pontos de partida que eu recomendo.

  4. Estava querendo me aventurar no mundo das HQs digitais, compensa eu comprar um tablet somente para esta finalidade ? se sim quais modelos de um bom custo x beneficio vocês recomendam. Eu acho a leitura no computador muito cansativa, por isso a opção pelo tablet.

    1. Dizem que telas de AMOLED são boas. Outra é pegar um Kindle ou similar, mas este é preto e branco – depende do tipo de leitura que fará.

        1. Qualquer coisa que não seja texto puro não fica bem no Kindle. HQ é terrível de ler em Kindles (qualquer um).

          Se você acha, porém, a leitura no PC muito cansativa, vai achar no tablet também. A sensação de cansado depois de ler no tablet é a mesma do PC, sem falar que o peso na sua mão também conta.

          Eu li Os 120 primeiro números de The Walking Dead num iPad 2 e foi de boas, mas, eu cansava tanto quanto no PC. Hoje eu espero sair encadernados e compro, a sensação de ler no meio físico é bem melhor.

          Se você quer ler HQ a melhor coisa é manter-se no PC, vai por mim, do que comprar um tablet apenas pra isso (ou tendo isso como função que vai fazer você comprar).

          1. Obrigado a tu e ao @dalbo1201:disqus pelas dicas (acho que o @paulosabaini:disqus também deve agradecer) .

            No entanto, o ruim de ficar no PC é que as vezes quer ler na viagem ou em algum lugar diferente. Não discordo que meio fisico é bom, mas depende de cada um o que ele quer colecionar ou acompanhar.

          2. É bem isso Ligeiro, não é sobre qualidade da tela aqui, mas sobre praticidade e tal, no pc vocÊ tem que ficar sentado estatico na frente do pc por minutos, horas, etc, com um tablet você alem de poder levar onde quiser, ainda pode sentar numa poltrona, no chão, enfim, é isso. (e nem vou entrar no mérito de ler em versão fisica, que obviamente é melhor)

          3. Mais de 20 minutos com um tablet na mão já é quase uma academia.

          4. Os que são acima de 500 g sim. Eu tinha um da Orange (uma chinesa :p ) que li Admirável Mundo Novo nela. Acabei trocando pois eu queria colocar umas coisas e já o Android estava acho que no 4.3 (enquanto que o tablet estava no Android 2.1).

          5. Muito obrigado pela dica, eu também prefiro infinitamente ler os encadernados, mas vou testar ler mais no PC mesmo, acho que com o tempo eu acostumo mais. O tablet seria mais pelo conforto mesmo, por eu poder ler deitado.

          6. Cara… eu comecei a ler o mundo dos CBR no PC. Gostava, era legal.
            Só conhecia as revistas nacionais, na época ainda Abril…

            isso antes do iPad 1 ser anunciado e lançado. Quando saiu o primeiro fiquei besta pelo o que podia ser feito, ler tudo isso no banheiro, na cama, no sofá, em viagens. Comprei assim que chegou aqui pelo ML, gastei uma nota e valeu cada centavo, todo meu salário, não me arrependi nada.

            Meu mundo mudou só digo isso, é outra coisa poder ler sem ser na tela do monitor, mesmo.

            Você acha um ipad 2 no ML por R$500, vale muito. Ou melhor, qualquer tablet na gearbest. Pode ser qualquer versão do iOS ou Android, se o objetivo for leitura vai valer.

            Ah, dica importante, só não vá em tablets pequenos de 8 polegadas, tem que ser GRANDE! Para ficar de boa leitura e ser tamanho “real” do gibi

    2. Sou feliz com um iPad 2, muito feliz para falar a verdade. Comprei no lançamento e estou com o mesmo até hoje. Não sinto falta de nada. Serve perfeitamente, afinal é só para ler comics…

      Hoje deve estar bem barato… recomendo :)

    3. Um iPad mini com tela retina, a alta resolução faz uma diferença enorme!

    4. Acho q a experiência pode ser melhor no impresso. Comprei agora “Ghost in the shell” e acho q vai ser uma ótima leitura. Meu primeiro manga, na verdade.

        1. acho q foi vc q deu as dicas sobre a editora, não? ia comprar tb aquele livro especial sobre o filme, mas achei exagero e tinha um outro livro por comprar q é mais importante. resolvi me conter.

      1. Também comprei o Ghost in the shell, não li ainda mas achei o formato lindo.

    5. Galaxy Tab E de 9.6 polegadas. É baratim (700 reais), tem a tela grande, e a resolução é muito boa. Fora que a configuração é bem razoável também. Achei ótimo o custo-benefício.

  5. Alguém já comprou smartphone na Gearbest?
    Acabei comprando um Xiaomi Redmi Note 4X para meu irmão.
    Normalmente demora muito para chegar à República de Curitiba? E depois?
    Estamos ansiosos pelo aparelho. Eu tanto quanto ele por gostar de smartphones, dar aquela fuçada… ?

    1. Normalmente as encomendas levam uns 20/30 dias pra chegar em Curitiba e depois mais uns 45 dias pra sair de lá, com ou sem taxas.

      1. Já vi chegar por lá em menos de 10 dias, e demorar mais de 3 meses para sair de lá…

        Impressionante :(

        1. então é o meu caso. peguei uma capa de captador e um relógio digital (bem vagabundo, pra usar na oficina mesmo) e estou no aguardo faz meses!!

        2. Nunca vai ficar menos de 30 dias em Curitiba, isso é certo.

          1. Tu tem o link dessa lei que diz que não é menos 30 dias? Gostaria de analisar isto.

            Valeu

          2. Duvido que seja uma lei factual (escrita e normativa), mas, duvido também que eles tenha capacidade humana – pessoas – para analisar as encomendas mais rápido do que isso. O Correio está sucateado porque a intenção é privatizar a operação deles.

          3. Antigamente (2011/2012) eu tive encomendas que demoraram 20 dias (o que as vezes é o mesmo tempo de uma encomenda nacional com alguma transportadora). Hoje em dia, raramente leva menos de 60 dias.

          4. Comprei um cabo usb no inicio do ano e levou 20 dias pra chegar. Ainda acho que é loteria.

          5. Pode ser que dependa do armazém de onde se compra – tem lojas que tem vários espalhados pelo mundo – da agilidade do vendedor e de sorte (claro).

            Seria muito bom se alguma boa alma da internet fizesse uma amostragem de tempo médio dessas encomendas.

    1. Eu estou me forçando terminar Iron Fist, mas tá muito mais fraca que as outras 3 séries dos Defensores, da até tristeza. ?

        1. Ah, da sim. Demolidor está bem interessante. A trilogia do Nolan é bem diferente.
          Acho isso um preconceito desnecessário com quadrinhos.
          Como se tudo que não é quadrinho fosse o último biscoito do pacote. ?

          1. Série/filme bom baseado em quadrinho, para mim, é exceção. A premissa é pobre. Os melhores filmes baseados em heróis são aqueles em que o diretor tem muita liberdade criativa e consegue se afastar do herói do gibi — e, em muitos desses poucos casos, o “herói” é o cara que mais atrapalha porque ele destoa da profundidade do filme, caso d’O Cavaleiro das Trevas do Nolan; seria um filme muito melhor se não tivesse um maluco fantasiado de morcego aparecendo aqui e ali.

            Esses filmes ocupariam um espaço como entretenimento barato, mas a indústria parece não se contentar com isso e insiste em dar uma roupagem profunda que, sinceramente, é impossível, não dá. Aí a gente acaba com esses filmes da Marvel, um pior que o outro, todos iguais, só com bonecos e poderes diferentes, mas que sabe-se lá por que motivo faturam bilhões e realimentam a máquina, gerando mais filmes ruins ad aeternum.

            Enfim, a vida é muito curta para se obrigar a ver uma série ruim. (E eu gostei do Demolidor, apesar de ser clichê e mais do mesmo!)

            Ah, e sobre heróis, recomendo esta leitura: http://www.rafael.galvao.org/2017/04/super-herois-2/

          2. Esses filmes tem apelo por existir uma grande demanda de “jovens adultos” que cresceram com essas histórias no gibi e sempre quiseram ver no cinema.
            Reconheço que temos a mesma história, mas existe um público que durante muito tempo foi esquecido e agora descoberto, levará um tempo para chegar a um equilíbrio.
            Existem vários filmes com premissas muito piores e que não há todo esse apelo contra, Adam Sandler está aí como exemplo…
            Entendo que exista essa encharcada e incomoda a quem não gosta, mas existem vários outros filmes na indústria, só ver festivais e premiações para ver que heróis ainda são minoria, mas tem um apelo grande hoje.

          3. O MCU é o enterro do cinema. Só vai ter cinema de verdade em profusão quando o pessoal largar mão de histórias coloridas sem roteiro.

          4. Concordo que o filme do Batman do Nolan é bom por conta do Coringa e não por conta do Batman. O Batman atrapalha o filme o tempo todo, sem ele seria um filme muito melhor. Tanto que os outros dois, sem o Coringa, foram filmes no máximo OK.

            O Coringa é apenas um antagonista perfeito para a lei – não para o Batman, que é basicamente um arquétipo fascista – e para a cidade. Imagine qualquer figura de moralidade ou autoridade no lugar do Batman – um prefeito, um comissário, um detetive – e você teria, do mesmo modo, uma história interessante o suficiente de uma cidade tomada pelo crime com um “vilão” que ataca sem padrão e sem planos.

            Tem quem defenda que o personagem principal da história do Batman é a cidade, Gothan, e que todas as história derivam das ações da cidade nos seus habitantes (ela é o Cortiço, por exemplo, viva e determinante nos rumos de cada pessoa ali dentro).

            O Batman estraga muito os filmes do Nolan do Batman.

    2. Não tenho Netflix, mas assim como muitos, tenho lido muito sobre a repercussão da série. Aproveito a deixa: por que não fazer o próximo “Guia Prático” misturando a série com as relações online? Tudo tem a haver – já que falamos de bullying, provocações, etc…

      1. bah, que boa ideia. fizemos uma sobre black mirror certa vez. mas fiquei curiosa: não tem netflix? você assiste tv aberta? a cabo? nada? curiosidade mesmo.

        1. Assisto “sites alternativos” (eufemismo, tu sabes… ). Mas assisto mais animação japonesa. Série mesma “live” não assisti nenhuma nestes últimos tempos.

          TV aberta diminui aqui. Uso parabólica, mas tá ruim. Uma hora te explico o resto.

    3. Só vi uma série completa até hoje, que foi Breaking Bad. Tô na segunda temporada de House of Cards e vi a primeira de Black Mirror. Não curto ficar maratonando, então acaba que não vejo quase nada…

      Exceto Regular Show, esse tá em dia :)

      1. Cara, as vezes assisto Regular Show/Apenas um Show, e acho ao mesmo tempo interessante e esquisito. Tem episódios que vejo e acho bem legal, geralmente os que fazem uma “ode nerd” (como o episódio que eles chegam no fim de um jogo 8-bit e fazem de tudo para seguir as instruções e ganhar um premio extra :) ).

        Outros acho meio esquisito, geralmente os de relações com outros personagens, talvez porque não acompanhei a série ou por não ter o tino para isso.

        Mas era uma série que inicialmente eu torcia o nariz. Hoje acho bacana.

        1. Eu acompanhei desde o início, aí consigo sacar essas ligações entre personagens, acho o desenho simplesmente foda! Haha

      2. as vezes me sinto deslocado entre amigos…,
        acho que nunca assisti uma série completa, não ligo pra universos cinematograficos, não dou valor a itens de marca, etc etc etc.
        ainda pior (ou melhor?) agora que voltei a estudar. não tenho tempo pra nada.

        1. Eu estudo e faço estágio, também não tenho muito tempo pra essas coisas. No meu tempo livre estudo mais um pouco e me exercito. Não consigo acompanhar tudo, já tentei, mas não rola…

        1. Gosto da maratona, mas acho muito interessante a sensação de ansiedade pela espera do que irá acontecer daqui a uma semana.
          O tempo para digerir o episódio e pensar sobre o que pode acontecer… Isso a maratona não permite.

    4. Única série que eu vi completa na Netflix foi Hemlock Grove.
      Todas as outras “me perderam” no meio do caminho.

      E Better Call Saul, essa tá em dia – mas ainda não terminou.

    5. Falando em acompanhar séries, tou meio por fora, não só por não ter netflix, mas porque meu gosto é outro. Mais voltado para animação japonesa.

        1. Sim, tem Crunchyroll (já sugeri algumas séries dela – Café Polar é a minha favorita), Daisuki ( S2 One Punch Man :) ) e outros. Netflix agora tá com alguns animês. Só tou esperando chegar a dublagem de One Punch que aí me motivo a comprar cartões de presente para assinar o site. :)

          1. fiquei pensando em tanta coisa que poderia ter feito diferente na minha vida. sei que não adianta chorar pelo leite derramado, mas uma vida só é muito pouco.

          2. Não cheguei a uma reflexão profunda assim quando vi Erased, mas de fato é algo que lembra erros do passado quando se esta assistindo, só que de todo modo, é passado.
            Alias, acho que deveriam fazer mais dramas do tipo Erased, na primeira vez que assisti ele fiquei impressionado com tamanha qualidade de arte, trilha sonora além obviamente da historia muito interessante, que traz o assunto “viagem no tempo” de forma “não genérica” como se vê muito por ai.

          3. verdade! chegou a ver aquele filme ‘About time’? A primeira vista parece uma comédia romântica…

          4. nos primeiros episódios da essa reflexão mesmo, e acho bom você se sentir tocado nesse ponto, mostra que você esta aberto a reflexões, apesar de doloridas.
            ps: vai sair o live-action japones de Erased, esse vai ter o final igual ao do mangá, que eu não sei como é. A série eu assistia quando lançava no no crunchyroll mas fui esquecendo e parei no ep 8, vou maratonar ela qualquer dia desses ai

          5. Se lembro bem li por ai que o anime passou o manga durante o desenvolvimento mas ainda assim os finais são iguais.

    6. E aí, gostou? Assisti e achei a crítica um pouco cruel com a série. Eu achei legal.

      1. eu gostei, viu. é polêmica, para adolescentes, mas trata com fidelidade alguns bullyings que por aqui também rolam. outra coisa é que passamos anos sem mostrar a falar de certas coisas tipo suicídio e não deu muito certo. talvez seja bom começar a falar mais abertamente.

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