Post livre #8

Um post, um espaço para comentários, eu e vocês, vocês e eu. Um post livre é só um pretexto para conversarmos ali embaixo, nos comentários. Vocês sabem como funciona. Está aberto, e ficará assim até domingo.

143 comentários

  1. Ghedin, tinha visto um twitt seu dizendo

    Às vezes surgem umas pautas tão suculentas, tão legais, e de lugares tão improváveis, que olha…— Rodrigo Ghedin (@ghedin:disqus ) 21 abril 2015

    Isso tem a haver com aquele comentário que fiz dias atrás sobre “matérias que não vi em site de tecnologia”? :)

  2. Vale a pena trocar o Moto G 2013 por um Lumia 730 novo da loja sem gastar nada de dinheiro?

    1. Se o Windows Phone não for problema, pode valer a pena. O hardware do Lumia 730 é bem legal, mais que o do Moto G, mas roda Windows…

    2. Se o Windows Phone não for problema, pode valer a pena. O hardware do Lumia 730 é bem legal, mais que o do Moto G, mas roda Windows…

    1. Internet Explorer, ou Opera Mini de vez em quando para economizar no plano de dados.

      1. Uso o Opera beta. Testei vários e foi o que melhor me atendeu. Mas, sempre fica aquela sensação de que faltam funcionalidades de outros ou vice-versa.

        1. No meu caso o Opera Mini atendeu bem, porque eu queria economizar dados sem perder a experiência, ou perder o mínimo. Testei também o UC Browser e Surfy no Windows Phone, mas sempre achava que eles não renderizavam muito bem as páginas.
          Quando usava Android eu ia de Firefox, e no iOS de Safari.

          Mas o Opera é um bom navegador, em todas as plataformas que
          testei.

    2. original do Android 2.3. Meu Xperia X10 se chateia com outros navegadores (a.k.a. Opera) e o Chrome não roda… :p

  3. alguém que saiba mexer com CSS e esteja disposto a fazer uma caridade por favor? ???

  4. Um comentário on e um off para não perder a tradição de comentários no-tech por aqui.

    On: hum, o Ghedin mudou alguns detalhes visuais da skin do site.

    Off: quem aí curte chá preto? :) Tem marca favorita? Jeito de tomar?

      1. Thanks, Fred. Aí não sei o porquê o Ghedin fazer isso. :p Só com ele.

        Pena tu não gostar de chá preto :) Eu devia ter aberto o leque para qualquer tipo de chá :)

        1. Era um problema no cache, já resolvido.

          (Não curto muito chá preto, viu… Às vezes, principalmente quando começa o inverno, bebo chá-mate, e só.)

        2. Era um problema no cache, já resolvido.

          (Não curto muito chá preto, viu… Às vezes, principalmente quando começa o inverno, bebo chá-mate, e só.)

        3. Não sou de chás na real. O máximo que já provei foi algum Twinings de maçã e sem açúcar.

          Sou mais do café ou chocolate

          1. (Se eu estiver vivo até o post livre #9, faço a pergunta como “qual a bebida de inverno que vocês curtem?” :) )

            Aproveitando a deixa dos líquidos, uma coisa que estou louco para fazer é “sopa doce”. Vi estes dias a receita na TV (Receita de Família, do Hilbert) e achei deliciosa. É um “sagu de salada de frutas” :)

            (Antes que alguém implique: Ei, qual é o problema de assistir um programa de receitas? Vale a pena até para quem mora sozinho :) )

          2. Já vi a origem de alguns programas similares na GNT.

            E “Delicious Miss Dahl”. “Deliciosa Senhorita Dahl”… hum…

          3. Problema nenhum! Cozinhar é algo que eu amo de paixão! Uma terapia para aqueles momentos em que estou de cabeça cheia e precisando de relaxar.

    1. Comprei para experimentar, tomo bem de vez em quando, normalmente em dias chuvosos rs… A marca é Twinings of London. Achei um gosto bem diferente do que estamos acostumados.

  5. E o Tidal, hein? Li ontem no Tecnoblog que 3 semanas depois, ele não está nem entre os 800 apps mais populares da Appstore. E pra piorar, Spotify e Pandora cresceram. Podemos decretar o fracasso dele? A meu ver, um nicho específico não conseguiria sustentar o serviço.

    1. Além de existir o Jay Z na jogada, qual o buzz dele? Não acompanhei as discussões

      1. Oferecer streaming de músicas lossless. Sem contar a pompa como ele foi apresentado, com aquela constelação de artistas fazendo discursos e tudo mais.

        1. Ah, então acho que não vai vingar nunca na mesma proporção que os concorrentes mais populares. Fracasso só diria se o serviço fechasse as portas em menos de um ou dois anos

        2. Ele também tem algumas músicas exclusivas. O último álbum da Taylor Swift, que desencadeou aquela discussão sobre artistas vs. Spotify no final do ano passado, está disponível no Tidal. O serviço também recebeu alguns singles com antecedência ou exclusividade.

          Porém… parece que tudo isso não é o bastante para animar o povo a pagar caro por música.

          1. Acho também que o argumento não foi forte o suficiente pra convencer o pessoal das vantagens do áudio lossless via streaming, apesar de haver a opção de qualidade padrão. Sei lá, mas não vejo esse perfil no consumidor desse tipo de serviço. Mesmo com a qualidade das redes lá fora, o consumo de dados seria bem alto e se o sujeito tiver ouvindo no smartphone então…haja bateria.

          2. – Viemos de uma época onde áudio de qualidade era fita cassete de cromo (e era caro). Mais cômodo uma fita cassete simples, que tinha uma qualidade razoável. :) Ou o vinil, claro :)

            – Chegou o CD. Mas quem disse que o pessoal se preocupa com “qualidade sonora”, apesar da promessa de som límpido digital?

            – O surgimento do mp3 mostrou o caminho da música digital = formato leve, com qualidade de som boa o suficiente para não ficar ruídos esquisitos durante a música ou a mesma ficar esquista durante a audição. E que rode em qualquer equipamento possível.

            – Mesmo formatos abertos como FLAC não tiraram a hegemonia do mp3. Uma vez consolidado, difícil um “padrão” mudar. Exceto se ou forçado, ou desejado de grande forma.

    2. Eu li pouco sobre, mas vi que ia ter um plano de uma certa qualide de musica e outro de qualidade melhor, esse de qualidade melhor é FLAC? puts, se for, não vale a pena mesmo (pra smartphone em questão bateria + internet movel serem consumidas rapido demais), alias, o premium do spotify a melhor qualidade é FLAC? se não for, e for muito boa mesmo assim, ja ta ganhando disparado, e bem, sai ganhando tambem por ser um preço fixo para o premium, e não pacotes igual ao que o TIDAL propõe, o que é meio sem noção…
      E sobre o que eu li, segundo o JAY-Z, os artistas iam ganhar o dobro(?) do que ganham com o spotify, esse ponto sim me interessou, pois se aquela banda desconhecida de Nashville que só tu conhece ganhar uma grana boa e bem melhor do que a do Spotify, eu pagaria com prazer (porem pagaria um valor tipo o do Spotify, nada de preços em tabelas, uma taxa só para o premium), o problema é que o produto foi mal apresentado, ele só mostrou os grandes da musica la, quando essa politica de pagar o dobro ao artista do TIDAL só serve para enriquecer mais eles, quando quem deveria ser representado la são os artistas de menor porte, até porque o TIDAL veio com um discursso todo de que “Musica é arte” e tem que ser valorizada etc, o musico tambem, coisa e tal.

      1. Isso mesmo, FLAC 1411 kbps. Imagina o “estrago” nos dados e na bateria do smartphone? rsrsrs. Nos reviews que eu tenho lido pela internet, estão classificando a qualidade do audio como “fantástico”.
        Mas eles também usam mp3 e vorbis (no plano standart), esse último também adotado pelo Spotify. É um formato mais utilizado em transmissões.
        Não sei ao certo o valor pago mas acho que o dobro, pelo que o Spotify paga, ainda é bem pouco.

  6. Finalmente consegui acessar o post livre! Sempre vejo só na segunda! o/

  7. Facebook gratuito para as comunidades vai contra o marco civil mesmo?

    1. A questão é mais ampla: o acesso zero-rated vai contra a neutralidade da rede? Os indianos acham que sim, e o Internet.org está passando por uns maus bocados lá — parceiros pulando fora, petições online de grande adesão e um clima político desfavorável. É possível que isso aconteça aqui também, já que essa questão ficou para a regularização do Marco Civil — falei do assunto neste post: https://www.manualdousuario.net/neutralidade-marco-civil/

      1. Facebook não suga tanto a rede quanto um Netflix. O problema do Facebook é a centralização nele mesmo, e isso no final pode criar a premissa de “rede própria”.

        Lendo depois um texto do Burgos quando saiu a decisão do Marco Civíl e lendo um pouco mais sobre tecnologias de rede, estas que apesar de parecer que não há problemas em “segregar trafego”, no final parece ser a melhor solução, hoje sou um pouco contra uma neutralidade completa da rede.

        Que haja sim um controle de fluxo em situações de alto trafego ou estudos para que as empresas possam disponibilizar um trafego de grande porte (Video, arquivos de grande porte, etc…) a um custo justo, porém sem o atual sistema usado de cobrança por quantidade de dados (limite de cota) usado em celulares. Tipo, é como usar uma rodovia de 3 faixas, mas que o pedágio para caminhões só seja um porcento mais caro que o carro. :)

        O ruim é que tecnologias de celular não estão preparadas para isso, e hoje entendo o porque desta limitarem os downloads / uploads.

  8. Ainda sobre produtividade: caberia uma série no Manual(tm) nos mesmos moldes da “How I Work” do Lifehacker? Sinto falta desse tipo de conteúdo em português.

    1. Sinto falta do Lifehacker em português. Pena que não houve condições para tal. :( (Bem, o ideal é aprender inglês, mas é um conteúdo muito bacana. :) ).

  9. Gosto de ler livros e vejo, com certo preconceito, e-readers como uma alternativa, porém o preço ainda não me parece vantajoso e não sei dizer se a experiência é tão satisfatória quanto o físico. Quero saber de usuários do mesmo, vale a pena ou o livro físico ainda é mais charmoso esteticamente e experiencialmente?

    1. Ainda sou adepto do livro físico, mas qualquer outro texto que eu pudesse mandar pro Kindle eu mandava e ler por ele é muito (ênfase) melhor que qualquer outra tela.

    2. Cara, também gosto do livro físico. Gosto de papel, na verdade. O que me cativa no e-Reader é a possibilidade de carregar muitos livros num aparelho que pesa menos de 200g e cuja bateria aguenta o tranco por quase um mês*.

      * Tenho um nook simple touch e o fato de rodar um android capenga por baixo do capô acho que contribui para a bateria não durar mais.

      1. Excelente ponto esse da bateria, num mundo onde baterias são criticadas severamente os e-readers se sobressaem, acredito que seja a tela. Não sabia sobre esse Nook, obrigado pela dica.

        1. Na época em que comprei, escolhi por ele ser um pouco mais aberto em relação ao kindle e por usar o formato ePub, mais leve que os formatos nativos do leitor da Amazon e também pelo slot para cartão de memória o que me deixa carregar mais coisas, mas no final o ecosistema da Amazon tem muito mais coisa interessante, tipo a possibilidade de mandar conteúdo da web direto para o aparelho, o que o nook não tem.

          Ou seja, embora eu não me arrependa de ter comprado o nook (eu gosto do aparelho, na verdade), se fosse para comprar um aparelho desses hoje eu talvez consideraria o kindle com outros olhos.

    3. Sem querer criticar, mas já criticando…
      Acho uma besteira isso de charme, status, cool. Lemos livros pra nos tornamos pessoas melhores ou pra mostrar pros outros que lemos? Lemos para adiquirir conhecimento ou para parecer mais atrativos para outras pessoas.

      Pra mim os e-readers só não são verdadeiramente melhores do que os livros físicos por dois motivos: empréstimos e preço (dos livros).

      Não consigo emprestar um livro digital para um amigo com a mesma facilidade do livro físico, existe toda uma mentalidade escrota de copyright que faz isso um pé no saco.
      Já os preços, esses estão bem ruins. O preço do livro digital é praticamente o mesmo do livro físico, e ae voltamos à discussão sobre preço do produto digital e do físico que o Ghedin levantou sobre o caso do FIFA.

      Mas tirando isso, não há nenhum ponto em que o e-reader seja realmente pior que o livro físico.

      1. Entendo completamente seu ponto e sim há uma hipsterização com relação a livros, não nego. Essa do preço não variar muito também é um ponto fraco, mas só tendo um em mãos mesmo para saber, eu ainda não tive a oportunidade.

        1. Olha, se conselho fosse bom…

          Acho que deveria arriscar um e-reader. Principalmente se você está lendo várias coisas diferentes.

          Eu, por exemplo, estou lendo Game of Thrones, a bíblio do C (livro técnico), e artigos que vou achando interessante na internet e salvando no Pocket.
          Se vou andar duas estações de metrô, leio os artigos. Se vou pra pós-graduação e, portanto, ficar 30 minutos no metrô, leio os outros livros.

          Essa dinâmica está funcionando razoavelmente bem.

      2. Eu discordo, @luderson:disqus. Ler é uma experiência que não está contida apenas no conteúdo. Pense no Manual do Usuário: se eu tirasse o CSS, se a tipografia não fosse legal, se o site só fosse acessível em um tipo de dispositivo, tudo isso contribuiria negativamente para o acesso e o usufruto do conteúdo.

        E não é só em termos de acessibilidade. Ler, seja por prazer ou obrigação, é uma experiência, como pontuou o @patrickgl:disqus. Assim, não é frescura levar em conta o manuseio do livro, a qualidade dos materiais, até o cheiro (embora, pessoalmente, eu não ligue muito para isso). É algo que afeta todos os sentidos, inclusive o visual. Uma edição bonita, bem feita e com um projeto gráfico é bem-vinda. Quase todo mundo gosta de consumir bons produtos e de mostrá-los aos outro, todo mundo quer parecer cool :) (Isso puxa um outro comentário que o Gabriel Arruda deixou no post livre da semana passada, mas divago.)

        1. Como experiência, sim, concordo com o que você disse. Mas o problema, e pelo menos eu classifico assim, é que um objeto que possui um propósito tem seu uso questionado por não te fazer parecer uma pessoa ‘cool’, o que quer que isso signifique.
          Ok se você prefirir um livro físico à um e-reader, porque o cheiro te deixa excitado. Não vejo problemas nisso.
          O que eu acho que devemos pensar (repensar?) é: quero o livro físico porque parece mais intelectual.

          1. Penso que as pessoas sentem-se mais “Intelectuais” com um livro em papel (ou folheavel) pois se pensa muito no “icone” livro.

            Livros folheaveis tem tamanhos distintos, capa que expõe a leitura de seu leitor, e com isso pode até criar uma abertura social (ah, o cara lê “Game of Thrones”, vou sentar do lado dele para conversar sobre os personagens ou , ah, o cara lê 50 tons de cinza? xô ficar longe… :p ). Também mostra que a pessoa está com o tempo dedicado apenas àquela leitura. E mais nada.

            Como o Ghedin colocou, há também todo o trabalho de edição e apresentação de um livro. Tipografia, diagramação, artes anexas (da capa e internas)… Não que um e-reader não tenha também. E é nisso que chego.

            Um e-reader é nada mais que um “tablet” também. Só diferencia a tela por ser de e-ink. Ah, e claro, há tablets que são usados para leitura de livros também, oras.

            Os formatos de leitores digitais são quase comuns. E dão a impressão social da pessoa apenas estar vendo uma página digital. Não mostra o que está lendo (a pessoa pode estar vendo o código de senhas da bomba atômica brasileira e ninguém prestar atenção :p ). Não dá uma sensação social diferente.

            Soma-se também o “asco” que alguns hoje tem pois as pessoas estão muito grudadas em telas, por assim dizer. Uma pessoa grudada em um livro sai fora do padrão de pessoas grudadas em telas. :)

        2. Sem contar que o feedback tátil te dá uma noção de onde encontrar algumas passagens dentro do livro. Em certas ocasiões, pode ser bem útil.

        3. ATENÇÃO: super-divagação.

          Eu não entendo muito bem o que constrói a experiência de uso das coisas, gostaria muito de saber. O que pontuei semana passada é que enxergar o fenômeno Apple apenas como ostentação é rasteiro, acredito que se trata de algo bem mais complexo: além da parte social, não necessariamente ligada a posição financeira, existe o valor intangível de experiência dos produtos.

          Se você for em uma curso de computação, ser cool é usar Linux e codificar no Emacs. Existe um motivo prático, mas há uma mensagem implícita nessas escolhas que tem valor nesse contexto. Esse tipo de coisa não tem absolutamente nada a ver com ostentação financeira, mas é um fator social na escolha. Acho que a Apple tem um efeito cool parecido para muitas pessoas.

          Além disso, tem a experiência individual com o produto que deve mudar de pessoa para pessoa. Por exemplo, adquiri um Phillips Fidelio L1. A qualidade de som é boa, mas o acabamento é um espetáculo a parte e acho que me importo muito com isso (mais que a maioria das pessoas). É como aplicativos que, além de funcionais, são bonitos…tem um algo a mais que me faz mais satisfeito usando ele que algo de qualidade sonora similar mas com acabamento mais simples. Entretanto, conheço pessoas que não ligariam o mínimo para essas frescuras.

          Enfim, é um tema tratado bem mal pelas pessoas: todos se acham racionais comprando e têm desprezo por admitir qualquer participação social como se fosse sinônimo de superficialidade e insegurança.

          1. Adorei este trecho, dá para tirar uma tese socióloga em cima disto: “todos se acham racionais comprando e têm desprezo por admitir qualquer participação social como se fosse sinônimo de superficialidade e insegurança.”

            A propósito, isso é acho que faltou um pouco naquela nossa conversa. A questão de gastar dinheiro, de ir em uma balada de valor X ou Y, de estilo Z ou n-Z. Queremos nos sentir confortáveis em estar, adquirir, participar ou fazer algo. Dependendo de como nossa consciência age, algumas vezes o fazemos por questão de sentir superior.

            Seja isso na compra de um fone caro, pagando um curso em uma empresa “de renome” (em São Paulo tem a “Impacta”, por exemplo. Nem sei se ela ainda é relevante, mas sei que é uma das mais caras que tem.)

            O “cool” é fazer algo que lhe faz sentir (ou as pessoas o vêem como) diferente. “O cara do blog Manual do Usuário”, o “Programador que usa Linux e Emacs”… ou “o cara da Ferrari, da Lamborghini”. Com dinheiro ou não, com aquisição de algo “diferenciado” ou não, no final queremos nos estabelecer ao mesmo tempo como diferentes (alguém que tem o algo a mais) e fazer parte, complementar o grupo.

            Perdão qualquer divagação besta minha :)

          2. P.S.: esse fone é lindo demais. Invejei sua aquisição, Gabriel!

          3. P.S.: esse fone é lindo demais. Invejei sua aquisição, Gabriel!

          4. P.S.: esse fone é lindo demais. Invejei sua aquisição, Gabriel!

  10. lumia 730 por 450 em 10x….cada vez essas promoções ficam me tentando….quem usa o sistema atualmente como principal é realmente um masoquista como alguns falam por ai?

    1. Eu usei como dispositivo principal por bastante tempo (mais de 2 anos). Para quem não é fanático em aplicativos novos e do momento, dá para viver de boa.
      só abandonei a plataforma porque meu celular morreu.

    2. Por esse preço, não custa muito pegar pra testar, não?
      Usá-lo de fato no dia a dia vai te dar uma ideia muito melhor do sistema do que ler a opinião de outros.
      Enfim, eu arriscaria :)

          1. Opa, mas aí tem um detalhe: O Windows 10 para computadores deve ser lançado em julho (segundo o vazamento da CEO da AMD), mas a versão para celular acho que ainda demora mais do que julho ou setembro, mesmo porque ainda está muito cru.

          2. achei que seria ambos na mesma época. mas já que o w10 for phones será um pouco mais adiante, a esperança por melhorias é mais real.

    3. É um sistema para quem tem paciência, pois aquele “retomando” me tira do sério as vezes.

    4. Eu uso há um ano e meio, e estou bastante satisfeito. Gosto muito do desempenho que, aliado à interface, me faz sentir que as coisas acontecem de maneira bastante fluida.

      Quanto aos apps, tudo que uso está aqui: Twitter, Evernote, Wunderlist, Spotify, Flipboard, Dropbox… Eu não sou daqueles que gostam de ter as últimas novidades na hora em que são lançadas, então para mim está OK. Não tem o último filtro do Instagram? Eu só posto fotos sem filtro… Sou a exceção da exceção, mas para mim caiu como uma luva.

      Se o Windows 10 for uma furada, continuo no 8.1 até quando puder, pois no momento estou satisfeito.

  11. Ghedin, audiência como produto. Há tempos leio isso quando criticam google e afins, mas daí pergunto, isso já não era de certa forma assim nas dinâmicas jornais/leitores, canais abertos de televisão/telespectadores? Essa relação entre anunciantes e mídia é tão mais danosa hoje que no passado? O modelo anônimo e indireto (até diminuindo amarras com patrocinador) de entrega de anúncio não é uma forma razoável de sustentar um negócio? (Enquanto escrevia isso consegui ver melhor algumas situações problemáticas, mas gostaria de ler sua opinião sobre.) [Vale a pena comentar de novo]

    1. Sim, sempre foi. Infelizmente a publicidade é vista meio como o único modelo de negócios para produtores de conteúdo, e mesmo com os alternativos surgindo (crowdfunding, principalmente), ainda responde pelo grosso do faturamento.

      O problema do online é que ele fragmenta os produtores e, consequentemente, a grana. Google e Facebook, ao entrarem como mediadores entre anunciantes e produtores, ganham muito poder (e dinheiro). É uma situação de dependência ruim, mas cômoda — para quem anuncia, com todos os dados demográficos dos dois e o poder de direcionamento, e para quem publica, que só precisa colar um código no código-fonte do site.

      O assunto dá muito pano pra manga, e eu estou tentando achar um meio termo nisso tudo aí. Mas é difícil, viu…

  12. Será que a Apple compra o Here Maps? Acho que tiraria de vez a fama ruim que ela adquiriu desde quando fez um sistema próprio no ios6.

    1. Cara, para a Apple seria uma ótima, o HERE é fantástico! E dinheiro pra isso ela tem de sobra. Mas pessoalmente estou torcendo para que isso não aconteça. Embora eu até goste do Google Maps, o suporte offline dele é bem fraco e manter a navegação curva a curva com a franquia de dados não dá. Nisso o HERE se encaixa muito bem. Tenho usado desde meus tempos no Windows Phone e tenho gostado. Se a Apple comprar ela vai descontinuar o serviço e os aplicativos em todas as plataformas e vai absorver tudo no iOS e só lá. Se alguém tiver que comprar que seja a Microsoft, que depende dos mapas da outra nokia tanto no Windows for Mobile quanto no Bing. Pelo menos, dada a postura dela nos últimos tempos, tem chance do aplicativo continuar a existir, mesmo que sob outro nome, nas outras plataformas.

    2. Err… o Here/Naviteq não é da Microsoft?

      (pesquisando no Google)

      O Here/Naviteq é da Nokia. Nokia é parceira da Microsoft. Err…. acho que não…

      1. É da nokia ainda. Ela ta querendo vender e a Microsoft já declarou que não tá nem ai pro Here..então….

  13. Galera, tenho um Moto G 4G da primeira geração, e vendo outros celulares tambem Moto G de amigos, percebi que o meu esta bem lento, principalmente quando aperto o home button para ir para a tela de inicio, geralmente sempre tem aquele delay de 5 segundos(?) talvez, até aparecerem os apps etc, alguem tem idéia do que posso fazer, ou vou ter que restaurar mesmo?

    1. Eu tenho um Moto G da primeira geração que foi atualizado pro Lollipop e ficou insuportável de lerdo, mesmo após um reset. Aplicativos param de responder, o teclado demora segundos até aparecer, etc…

      Parece que ele está numa eterna falta de RAM.

      Já estou desistindo e cogitando a compra de um smartphone com mais RAM.

      1. Porem o meu problema é que como o meu é 4g, nem Lollipop chegou ainda, ai eu to com esse problema, que alias nem se compara com a dor de cabeça que você esta tendo, dai to cogitando resetar caso não haja outra alternativa

        1. Faça wipe cache (se tiver dúvida, procure no YouTube que tem vários tutoriais). Resolvi exatamente esse mesmo problema no Moto G de um amigo que até para desbloquear a tela tinha lag e travamentos.

        2. Faça wipe cache (se tiver dúvida, procure no YouTube que tem vários tutoriais). Resolvi exatamente esse mesmo problema no Moto G de um amigo que até para desbloquear a tela tinha lag e travamentos.

          1. O meu tambem tem dessas, vou tentar, se não melhorar, restauro, obrigado!

      2. Eu particularmente deixe de usar a ROM oficial dele ( a KK era ótima ) há um bom tempo e fui pra CyanogenMOD. Tive muita dor de cabeça com toda a versão 12, parecia a ROM original (5.0.x) modificada pela CM, então, apareceu a 12.1 (5.1) e uau, ficou muito bom. Estou usando a do dia 18.04 e tô com medo de atualizar e piorar alguma coisa. Tá estável, rápida, ainda não achei bugs (exceto, o travamento constante do app do FB, que parece não ser exclusividade minha); recomendo dar uma olhada.

    2. Faz restauração de fábrica e da uma olhada se tem algum app “arrastando” o sistema

        1. Eu não tenho a mínima ideia do que falaríamos sobre o tema, haha! E acho que acabaria fugindo um pouco da proposta do blog. Não descarto, mas é meio difícil que esse assunto apareça por aqui.

  14. Pessoal, vocês conhecem algum File Manager que trabalhe com tags? É a freature do OS X que mais desejo no Windows, então procuro alternativas consolidadas.

    Existe um limite no tamanho do nome dos arquivos no Windows, caso o contrário eu mesmo poderia inserir pseudotags por ali e usar a busca do sistema.

      1. o windows até tem as bibliotecas, mas nunca entendi se ele apenas linkava o arquivo ou copiava tudo novamente para novas pastas. como já tenho tudo organizado nao me interessei mais em usar…

      2. Na verdade existe, eu uso no Windows 8 para organizar minha biblioteca de imagens. Está tudo numa pasta só, se quero filtrar uso tags.

        O problema é que nem todos os tipos de arquivo são suportados, então fica meio limitado.

        Me parece que o sistema de arquivos não está tão bem preparado para isso, como deve ter sido o OSX.

      1. Acho a organização por tags mais interessantes porque sou um coletador. Desde que comecei a usar o Pinterest como minha biblioteca de referências em imagens, a organização por tags se mostrou mais eficiente para achar o que procuro e pra montar pranchas organizadas em temas.

        O xyplorer já conhecia, mas esse tagspace não e parece muito próximo da solução que procuro. Testarei, valeu!

        1. Queria encontrar um serviço que exportasse, fizesse backup pra outro e ainda funcionasse offline. Algo como um Evernote para imagens. Tentei o Pinterest, mas não me adaptei e quando usei uma gambiarra para recuperar minhas imagens nem todas foram salvas por ele, em algumas só tinha o link para o local original (algum tumblr) que já não existia mais.

          O Picasa não faz o que tu quer?

          1. Não, porque quero isso para todos meus arquivos, incluindo filmes, documentos, arquivos adobe e autodesk, etc.

          2. Não, porque quero isso para todos meus arquivos, incluindo filmes, documentos, arquivos adobe e autodesk, etc.

    1. Frederico, você pode usar as marcas no Windows. Dá para definir no painel de propriedades do Windows Explorer ou nas propriedades do arquivo. Para filtrar, digite na caixa de pesquisa o seguinte: marcas:xyz.

      Como comentei abaixo eu uso para organizar minhas imagens. Também acho melhor por Tags fui que por pastas, porque com elas você pode definir mais de um assunto para o arquivo.

      O problema no Windows é que isso não funciona para todo tipo de arquivo, mas para imagens e arquivos do office quebra um galho.

    1. Cara, acho que é mais fácil procurar nos sites do governo as informações. Hoje está bem prático, basta procurar lá a seção de licitações (ou até procurar no google sobre). Perdão não poder ajudar.

      Mas há um ponto extra: sua pergunta é mezzo genérica. É um “sistema para licitações” que procura, ou “licitação para sistemas”? Ou uma licitação específica que você quer participar?

  15. Eu tava vendo umas screens do Spartan.
    Acho que já é o navegador mais bonito.
    Tava lendo alguns testes de desempenho com ele e parece que o negócio tá promissor.

    1. Não vi ainda em computadores, mas para celulares está feio. O ícone de atualizar é desproporcionalmente grande e ele, junto à barra de endereços, é permanente na tela, não some como no Chrome, nem fica menor como no Safari.

      1. No celular está realmente bem cru. às vezes não sei se a página está carregando ou não.
        Fora isso, achei ele muuuuuuuito rápido.

      2. Testei uma build recente do Windows 10 e o spartan me pareceu bem esperto, porém, como todo app beta, tá cheio de bugzinhos aqui e ali. mas no geral é realmente promissor.

        Acho que se a MS aparar as arestar dele e o aperfeiçoar ainda mais, ele tende a ser mais que o navegador que só serve pra baixar o chrome.

        Aliás, saiu um teste do octane (da google) em que o spartan já supera o chrome da própria google…hhahaha: http://www.neowin.net/news/windows-10-project-spartan-now-beats-chrome-at-its-own-game

        1. Tenho ressalvas com navegadores que querem fazer muita coisa externamente, numa camada acima da web. No caso do Spartan, essa ideia de anotar páginas web. Acho que será como os aceleradores do IE8 — legal na teoria, subutilizados na prática. Prefiro abordagens mais simples, como a do Chrome: é o navegador, ponto. Tem muita coisa nos bastidores, mas a interface se mantém simples.

          E teste sintético não diz muito no uso real do navegador. Carregar um site 0,02s mais rápido não vai mudar a minha opção sobre qual usar. Basta lembrar do Opera nos anos 2000: os noruegueses se gabavam de ter “o navegador mais rápido do mundo.” Provavelmente era mesmo, mas isso não fez diferença alguma na participação de mercado dele.

        2. Tenho ressalvas com navegadores que querem fazer muita coisa externamente, numa camada acima da web. No caso do Spartan, essa ideia de anotar páginas web. Acho que será como os aceleradores do IE8 — legal na teoria, subutilizados na prática. Prefiro abordagens mais simples, como a do Chrome: é o navegador, ponto. Tem muita coisa nos bastidores, mas a interface se mantém simples.

          E teste sintético não diz muito no uso real do navegador. Carregar um site 0,02s mais rápido não vai mudar a minha opção sobre qual usar. Basta lembrar do Opera nos anos 2000: os noruegueses se gabavam de ter “o navegador mais rápido do mundo.” Provavelmente era mesmo, mas isso não fez diferença alguma na participação de mercado dele.

          1. ah claro…testes sintéticos são testes sintéticos.

            é tipo aquele antutu benchmark…ele mostra toda a potência de um smartphone, mas as vezes aqueles 40mil pontos não retornam pro usuário uma experiência de uso satisfatória.

            inclusive, tem empresas que maquiam os números pra fins marketeiros…já cansei de ler no gizchina empresas fazerem isso.

    2. Sinto falta da barra de endereços embaixo, era algo bem útil nos celulares.
      Já no computador, parece que tá ficando um Chrome killer mesmo. Animal!

      1. O Chome é tão ruim que nem ao menos consigo considerar colocá-lo como uma possibilidade.

    1. tenho que concordar contigo Bruno, que semana curta… eu na corrida pra finalizar um produto até o dia 4/5 e cada semana fica menor… semana que vem também vai ser curta…

      1. Tenho exatamente esse prazo pra uma projeto aqui também. Não vai ser fácil hahahaa

    2. Será que há uma explicação lógica para isso? Pq a sensação que eu tenho é de que realmente essa semana foi mais curta do que as outras.

        1. Aqui no RJ foi feriado na terça e ontem com recessos intercalados. Férias praticamente.

  16. Usuários do Manual, sou o único adepto do GTD por aqui? Eu acho que é um tema bem bacana pro blog.

    1. O problema do GTD, pelo menos o meu com ele, é a complexidade da organização. São muitas etapas para gerenciar e dar cabo das tarefas. Nas vezes que tentei usá-lo, acabava ficando em dúvida e gastando mais tempo com isso do que com as tarefas em si.

      Prefiro “metodologias” (nem sei se podem ser chamadas assim) mais diretas. Para o blog, por exemplo, mantenho dois boards no Trello, um para pautas “aprovadas” e outro para ideias ainda vagas. Coloco informações e, no fim de semana, defino os prazos das que serão publicadas, e aí me dedico uma a uma, ou então divido as tarefas por blocos (todas as fotos num dia, entrevistas em outro) e vou matando as pautas.

      1. É uma questão de adaptação. No início assusta mesmo, pode parecer muita coisa para dar conta de pensar, mas a longo prazo o resultado é satisfatório. E quanto mais você alimenta o seu sistema, mais automático ele vai ficando e você lida melhor com ele, definindo contextos, etiquetas e projetos já pré-definidos.

        Eu não sou nenhum grande experiente no método, mas já consigo colher bons frutos de produtividade com ele. Muitos que já o usam a mais tempo, relatam que para usufruir 100% dele, demora cerca de 1 ano ou mais.

    2. Taí algo que estou tentando incorporar no meu dia dia mas sem sucesso. Ainda me falta a disciplina.

      1. Não, é um método para aumentar a produtividade. Procure por Getting Things Done, do David Allen, o livro que explica tudo e foi traduzido no Brasil como “A arte de fazer acontecer”. :)

    3. Li em algum lugar que o David Allen deixou soltar que nem ele usa direito e que não faz mais sentido nos dias de hoje.

  17. Estamos na corrida da assistente pessoal.
    Agora é o Yahoo que vai lançar a sua.

    1. Nunca usei, e por isso acho algo totalmente dispensável. Porém estava assistindo alguns reviews de celulares e de fato pode ser interessante, principalmente em casa.

      Mas aí, aparte o Tumblr, Yahoo! ainda tem relevância, mesmo nos EUA?

      1. Eu só vejo utilidade nisso quando estou dirigindo.
        Mas quando estou dirigindo, lembro que deixei o meu desativado hahaha

        1. É uma boa também. Dá pra incorporar no sistema do carro ou precisa falar alto demais/deixar o celular em posição de destaque?

        2. É uma boa também. Dá pra incorporar no sistema do carro ou precisa falar alto demais/deixar o celular em posição de destaque?

      2. Ontem usei a cortana pra um lembrete, já estava quase dormindo quando lembrei que tinha que me lembrar de uma coisa (hue), estava com preguiça pra digitar e fui pelo comando de voz. Hey Cortana remember me ….. :)

      3. Também sempre achei dispensável, mas resolvei dar uma chance pro Google Now e está sendo bem prático. Fazer notas, procurar contatos, e até usar o teclado quando estou com preguiça de digitar.

      4. Acho que o Yahoo tem um bom mercado é no Japão, que eu me lembre de ter lido uma vez.

    2. Concordo que para carro/casa são as melhores utilidades para explorar o que esse recurso tem a oferecer, mas no celular, dia-a-dia etc, eu pelo menos nunca usei (e nem me vejo usando)

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