Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #75

No post livre, abrimos os comentários para falarmos sobre qualquer assunto — tecnologia, comportamento, a vida e tudo mais. Vai de sexta a domingo e todos estão convidados a iniciarem assuntos e responderem os propostos pelos demais. Vamos lá!

230 comentários

    1. Já falei que você falhou, Gabriel. O problema é que agora quem vai se sentir “vitima” são eles. Agora o MdU ganha ponto negativo na seção de comentários, e se bobear daqui a pouco vem a horda encher o saco…

      Em tempos: vou tentar parar de usar o termo “o outro se acha dono da verdade”. Reparei que geralmente quem usa este termo no final também quer ser dono da razão :p

    2. Olhando a os comentários, ele pôs a opinião dele lá, e fio atacado logo em seguida, e transformaram a discussão num tema generalizado do mérito de lutas e suas causas.

  1. Da série “achei por aí” (nos comentários do Jovem Nerd), conseguiram descobrir uma aula de economia sobre inflação em um episódio de DuckTales: https://vimeo.com/64279649

    Apesar de ser montado por um grupo “liberal”, é um conjunto de trechos do episódio “Dinheiro, Dinheiro, Dinheiro (Dough Ray Me)” da série. E vale a pena dar uma olhada.

    1. “Apesar de ser montado por um grupo “liberado”.
      O melhor termo seria: Genuinamente montado por um grupo liberal. ;)

      1. É uma montagem feita por um “grupo de cunho político liberal”, baseado em um episódio do DuckTales.

  2. Fiquei muito entusiasmado com esse projeto da Purism. Como acompanho o ‘Pinguins móveis’, eles trouxeram algo sobre a empresa (conseguiram desenvolver um coreboot q substitui a BIOS), q eu desconhecia. Eis aí um equipamento que gostaria muito de adquirir, pq une a possibilidade de ter um bom desempenho com um incrível nível de preocupação com a liberdade pessoal.

    O entrevistador é um mala, mas vale dar uma espiada:

    https://www.youtube.com/watch?v=tz1ZAk02OVo

  3. A cada mês, sempre tem algo do Uber na mídia. Eis mais uma aí para vocês pensarem sobre a ética dela:

    “A Uber terá utilizado durante anos, um pouco por todo o mundo, um programa informático para localizar, e dessa forma evitar, os agentes locais da autoridade. (…) O programa envolve uma ferramenta denominada Greyball, que reúne dados recolhidos através da aplicação do serviço de transportes e outros mecanismos para identificar e evitar agentes policiais que se localizem nas proximidades, tendo sido aprovada pela equipa legal da empresa.”

    http://publico.uol.com.br/tecnologia/noticia/uber-utiliza-programa-para-evitar-autoridades-em-varias-cidades-no-mundo-1764010

    Um belo PS: sei que tem muita gente que usa o Waze para evitar guardinha lendo isso aqui…

    1. Cara, o Uber é uma empresa privada extremamente valiosa, e tem sido muito bem sucedida em sua expansão global, com exceção da China. E eu não vejo problema nenhum nela evitar a polícia, se outros aplicativos permitiam você marcar a mesma, e eles, a polícia, não fez nada para impedir isso, o problema é deles.

      1. Teoricamente a polícia não pode fazer muita coisa para impedir de ser marcada. Na prática é possível fazer leis que proíbam isso -e de facto existe talvez uma ou outra coisa que recaia sobre estas atitudes.

        O ponto é: se você atua de forma ilegal e insiste nisso sem fazer muita coisa (por conta própria) para mudar, então você não tá nem aí para a lei. Não é mais fácil “rasgar a constituição” e todo mundo se matar então?

        Não é porque “A Uber é uma grande empresa valiosa” que ela “pode tudo”. Foi com este pensamento que a Microsoft foi processada em diversos países (monopólio neste caso). E a Microsoft na época era a empresa mais valiosa e que fazia de tudo – incluindo mandar prender quem usava cópia pirata do Windows :p (sendo que ironicamente ela também poderia ter membros presos por pirataria de código fonte, etc… )

        Interessante que pela descrição do texto da matéria, os funcionários do Uber tem um bom acesso à base de dados e conseguem confrontar informações para confirmar que alguém é policial ou fiscal e pode estar à espera de alguém para ser atuado.

        Lendo a resposta do Uber, faz um pouco mais de sentido: o software em questão serve na verdade para impedir que um profissional à serviço do Uber pegue alguém com suspeita de prejudica-lo.

        Se pensar do lado de quem foi atacado por criminosos – algo que se tornou comum no serviço aqui – talvez isso impediria situações de risco para os condutores. Taxistas mesmo reclamavam da falta de apoio para solucionar casos de roubo e furto, e agora o Uber também sofre deste agouro.

        1. Sim, funcionários do Uber tem acesso a uma parcela incrível de informações nossas. E como lá o cartão de crédito é usado a rodo, conseguem traçar o perfil de quem pode ser policial, ou agente da lei.

          Por exemplo, o Uber é proibido por liminar, você irá alterar o código ou deixar rolando esperando que a liminar caia?

          E o grande problema com essa GigEconomy, é exatamente a lei, que não consegue acompanhar a evolução dos serviços, e quando tenta chegar junto, ou faz muito pouco, ou chega chutando a porta.

          1. O que é imoral e ilegal pode ser útil? O Uber burlando a lei para operar em um país é diferente ou igual a um criminoso que assalta o Uber (ou o governo, como qualquer político culpado na Lava Jato) – ambos estão atrás de “dinheiro fácil”.

            Esse negócio de “Economia de Bicos”, pelo que tenho lido, vai gerar um problema tão sério de profissionalidade que virará um dilema. Os donos do Uber ficarão com a riqueza, enquanto àqueles que trabalharam para o mesmo vão para a vala da pobreza – o cara que reclamou na cara do dono da Uber mostra isso.

            Toda lei é criada basicamente pois uma condição anterior a ela acabou culminando nesta necessidade de regulação. Burlar a lei é corrupção. Apagar a lei não é e faz parte do “jogo da democracia”, mas precisa ser bem jogado, e não ignorado.

            Quando se ignora a legislação, se ignora também os serviços juntos a ela. Então fica sem sentido o Uber chamar a polícia para proteger seus profissionais, sendo que o próprio evita a polícia devido a suas condições de lei.

            Não sei se sabe, mas durante a época onde o Uber arrancou para dominar o mercado, outros tentaram copiar a fórmula para serviços diretos. Resultado: não conseguiram pois para exigir padrão de serviço, neste caso o ideal é associar o profissional como funcionário, e não como agregado.

          2. A lei só vem depois que a merda vai pro ventilador, esse é português chulo e claro.

            Em termos de Brasil, as leis que se referem ao Uber, são municipais, e não são claras o bastante, principalmente as que tentam o proibir. Não fica claro, quando em regiões metropolitanas, até se trânsito de veículos Uber é permitido ou não, ainda que ele não pegue nenhum passageiro lá. E o Uber não é ilegal, até que exista uma LEI que o proíba, na esfera, seja ela qual for.

            E quando vai ver o caso em Portland, o caso citado na matéria, o próprio Uber parou de atuar na cidade, mas como é uma região metropolitana, é dito que 1 em cada 3 viagens lá acabava em Portland, e por isso precisou achar jeitos de ajudar os motoristas, sem quebrar a LIMINAR, que acabou caindo depois.

            http://www.oregonlive.com/commuting/index.ssf/2015/02/uber_in_portland_suburban_ride.html

            E sobre os Bicos, muitos brasileiros já vivem assim hoje, a única diferença é que lá fora as plataformas ganharam força, ainda sim, a realidade do brasileiro é de se virar.

          3. A lei sobre Uber basicamente é mais simples e todo mundo ignorou:

            – A prestação de serviço de transporte só pode ser feita por serviços AUTORIZADOS por um órgão.

            – Serviços não autorizados são irregulares, e passíveis de punição.

            Era simples e ninguém deu bola, tal como muitos políticos e empresários presos da Lava Jato.

            E sobre bicos, uma coisa é você ganhar o dinheiro e ficar ao menos 95% para você e 5% para pagar os serviços públicos. Outra é ficar só 60% para ti e o resto para pagar outros.

          4. A questão é que o Uber, estava num limbo jurídico. Ele não era táxi, pois precisava de licença, e ele se vendia e tentou se enquadrar como plataforma de motoristas particulares, no qual não precisa de autorização, apenas adendo na carteira de motorista. E dada a informalidade até então da profissão de motorista particular, não havia categoria específica.

            Não pode-se chamar o Uber de Táxi, justamente pela regulamentação, e por isso, a dificuldade dele em se encaixar nas leis. Portanto não foi ignorada, e sim não havia respaldo jurídico para tal.

            Falo justamente isso, sobre os bicos, nós já temos o costume de fazer bicos, então uma plataforma que ligue clientes a “empresas” não faz muito sentido num âmbito regional, para trabalhos na web até faz sentido.

            E sejamos realistas, quem faz bico, não está preocupado em pagar imposto. Dada a simplicidade dos trabalhos*

          5. Pode se chamar Uber de Táxi se:

            – Ele pega passageiros em qualquer lugar bastando chama-lo e deixa em qualquer outro local baseando-se no pedido do cliente no exato momento da prestação do serviço.
            – A tarifa é baseada na distância + tempo parado e é atualizada conforme seu movimento e período em tempo real.
            – É um serviço que deve ser regular, ou seja, conforme combinado com os órgãos, deve haver ao menos uma disponibilidade mínima em horários determinados.

            Para o Uber ser outra coisa, ele recairia em Fretamento (onde recai o motorista particular):

            – Ele pega passageiros em locais onde fora contratado para ser chamado. E deixa o passageiro em local pré determinado conforme contrato.
            – A tarifa é baseada basicamente na distância e outras condições do serviço (espera, transporte de outros itens e pessoas, etc), mas negociada com o cliente e pré aprovada.
            – A disponibilidade é por demanda, ou seja, conforme contratação de serviços.

            Basicamente são estas as duas condições de serviço de transporte de passageiros existentes no Brasil.

            Quanto a bicos, mesmo os 5% não vão só para impostos, mas para gastos pessoais também.

          6. Não pode chamar o Uber de Táxi, pois ele necessita alvará municipal, e autorização prévia para trabalhar, e legislação específica.

            E o Uber não recai no fretamento, pois a Lei 12.619/12, “tira” diversas exigências do motorista autônomo, caso atualmente do Uber, caso o processo de BH corra da mesma maneira que fora julgada a primeira instância, ai sim, o Uber poderá ser encaixado como fretamento, pois será reconhecido o vínculo empregatício.

            Atualmente, na esfera federal, não se reconhece o vínculo empregatício. Portanto todo motorista é considerado autônomo, e pouco diz a lei, quando o enquadramento é este. Dado principalmente, por causa de vetos presidenciais, que a tornaram assim. Por isso repito, hoje é um limbo, até que algo mude, ou a lei ou o serviço, pouco irá mudar, canetada de juiz mandando parar não adianta de nada. É preciso lei, para definir tudo isso. E pouco se faz, só se reclama e protesta.

          7. Se o Uber atua como Táxi, ele é um táxi ilegal

            Se o Uber atua como fora da lei, ele é um serviço ilegal PONTO FINAL.

            Quem não aceita isso não é diferente do Eduardo Cunha.

          8. Sua generalização é péssima e a lei acompanha a sociedade, não o contrário. Basta lembrar que, por lei, a escravidão já foi permitida, as mulheres, impedidas de votar e adultério era considerado crime. Se todos tivessem essa mentalidade, estaríamos assim até hoje — afinal, eram leis que sustentavam a escravidão, o impedimento à mulher votar e o terrível crime de ter uma relação sexual extraconjugal.

            A vida em sociedade é conflituosa e o progresso se alcança com embates. O Uber é ilegal, mas ele expôs o sistema disfuncional dos táxis. Ainda que o Uber caia, ele já fez muito em suscitar esse debate. Isso é importante, porque o sistema de transporte individual de pessoas estava engessado, ultrapassado. Não é porque está na lei que algo é correto.

          9. As leis que regulam o transporte vieram justamente de situações anteriores que eram similares ao que hoje ocorre com o Uber (e não só – também com a operação de serviços ilegais e irregulares).

            Se hoje existe ao menos uma estabilidade minima em serviços de transporte, é porque existe as leis para tentar colocar limites, pois oferecer serviços de transporte não é como oferecer bala no camelô.

            Não é porque está na lei que algo é corretoIsso eu não discuto. O que boto aqui é que não adianta burlar ou ignorar a lei se a mesma está ativa. Democracia é retirar a lei quando não funciona mais (ou quando prejudica a própria população), pois a manutenção desta é nada mais que corrupção – e ganhos com isso (já que um policial ou fiscal podem usar isso para extorquir por exemplo). Ou como nos seus exemplos, a manutenção de condutas infelizes, prejudiciais, por causa de pensamentos arcaicos da sociedade antiga. Há inúmeras leis que prejudicam pessoas até hoje, e hoje só quem dribla eles são bons advogados.

            Se o Uber quisesse, facilmente ele faria um lobby e mudaria a lei. Não querem pois já estão em um patamar que se acham superiores – a discussão do dono da empresa com um dos motoristas mostra isso.

            Se a lei atual não ajuda em nada na questão dos transportes, que se retire e abra o mercado. Simples. É isso que tento por aqui quando entro neste tipo de assunto.

            Nas poucas discussões que vi sobre o assunto na Assembléia em SP, o que vi foi só provocações do lado dos taxistas e do lado do Uber. No final, o prefeito canetou e permitiu a operação do serviço. Pronto. No entanto, isso foi mais por causa da bagunça criada (que forçou o prefeito a canetar – já que até taxistas atacavam motoristas) do que por causa de uma boa conversa onde todos se sentaram e definiram algo.

          10. Não é assim que aLei funciona no Brasil, tudo que a Lei regulamenta, se não for seguido a risca é CRIME, o que a Lei não legisla, é TOTALMENTE legal. Se não disse que não pode, então pode.

            Ser Ilegal é ser contra a Lei, se não tem lei, não existe possibilidade de ser ilegal. Esse que é o ponto. A legislação não estava preparada para o Uber, da maneira como ele apresentou, juridicamente, inclusive, por isso o debate. Se o serviço fosse ilegal de fato, não funcionaria, tanto que as prefeituras tem corrido para incluí-lo como serviço de transporte.

          11. Mas a lei legisla sobre transporte, e que eu saiba, quaisquer serviço fora da alçada da lei é considerado ilegal.

            O serviço é ilegal quando não atendia as normas do governo – só hoje atende algumas prefeituras (outras não).

          12. O principio da legalidade está em nossa constituição, no qual diz, que :

            “não há crime, nem pena, sem lei anterior que os defina”

            Portanto, qualquer serviço, de qualquer natureza, que não possua legislação clara e definida, é legal. O que algumas prefeituras fizeram, foi enquadrar o Uber para que haja certa regulamentação, coisa que antes não havia, pois não havia nada definido.

          13. Sobre o Uber, a lei que recai e proibiria (antes da canetada do Haddad) a sua atuação ao menos em São Paulo, está aqui: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/institucional/index.php?p=6997

            Art. 42. Aos permissionários e aos condutores de táxis serão aplicadas penalidades classificadas em Grupos “A”, “B”, “C” e “D”, nos seguintes casos de infração:
            – Penalidades do Grupo “D”:
            XLIX – efetuar transporte remunerado sem que o veiculo esteja devidamente autorizado para esse fim;

            Apesar de direcionado a quem trabalha com táxi, subentende que seria a qualquer um que tentar atuar como ou similar a um táxi – incluso Uber.

            Foi essa regulamentação que ferrou meu pai (ele era taxista, perdeu o alvará e cometeu a pachorra de fazer uma corrida sem alvará – o DTP apreendeu o carro dele), atingia taxistas piratas em SP, e atuaria o Uber se ainda estivesse ativo.

          14. Só que o escopo da lei permeia o Táxi, carro com taxímetro, qualquer outro carro que não se enquadre nisso, a lei não se aplica. A lei não pode deixar a brecha de “subentendimento”, justamente por ser algo que irá depender da interpretação de quem lê.

            A lei abre dizendo que estabelece normas para Táxis, Táxi é veículo munido de taxímetro, no qual, é fornecido para o motorista, ou empresa, a concessão de direitos de exploração da via terrestre.
            Você diz que o Uber pode ser considerado um táxi ilegal, não pode, pois não têm taxímetro, nem é concedido o alvará.

            O Uber não poderia ser atuado pelo DTP, pois na legislação atual, não é um serviço público, e portanto foge da alçada do departamento.

          15. Nisso a CTB é melhor para explicar:

            https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10598892/inciso-viii-do-artigo-231-da-lei-n-9503-de-23-de-setembro-de-1997

            Inciso VIII do Artigo 231 da Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997
            Art. 231. Transitar com o veículo:
            VIII – efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, quando não for licenciado para esse fim, salvo casos de força maior ou com permissão da autoridade competente:
            Infração – média;
            Penalidade – multa;
            Medida administrativa – retenção do veículo;

            A licença de operação deve ser emitida por algum órgão competente, no Brasil são as agências de transporte, como ANTT e ARTESP como exemplos, ou as prefeituras.

            Outra questão é: o transporte remunerado irregular, de pessoas ou bens, ocorre em duas situações: quando o condutor estiver realizando esta atividade em veículo que não seja registrado na categoria aluguel (com placas vermelhas) ou quando, apesar de possuir as placas vermelhas, o veículo não possua autorização específica da autoridade competente para o transporte realizado.

            http://ctbdigital.com.br/?p=Comentarios&Registro=39&campo_busca=&artigo=231

            Existem leis que aparam. A cada desvio, vejo um político da Lava Jato sendo eleito de novo.

          16. Que bom que citou o CTB, pois a atividade de motorista particular, com carro particular, não exige a obrigação da placa de aluguel(placa vermelha), apenas exige a alteração na CNH, com a inclusão de EAR.

          17. Motorista particular é uma coisa. Operador do Uber ou quaisquer outro aplicativo é outra. recai em placa de aluguel, uma vez que a operação é “fretamento”. Se não aceita isso, o Lula será absolvido.

          18. A correlação entre Uber, e ” Se não aceita isso, o Lula será absolvido.” é tão ridícula, que me recuso a dialogar contigo. E o que é melhor, Lula não foi condenado ainda, então é inocente até que se prove o contrário.

          19. Você é um advogado treinando argumentação para jogar no juri?

          20. E o que faz a operação ser fretamento? Não juridição para isso, além do fato, de ser motorista PF em carro particular. Se recusa a aceitar isso, o Lula vai ser seu presidente em 2018.

          21. (o comentário que tenho a fazer está auto censurado por conter algo que possa se voltar contra mim)
            E se o lula for presidente em 2018, só vai comprovar que o brasileiro é criminoso e o país deveria virar uma gigantesca cadeia.

          22. Hoje, dia 03/05/2017, Lula só foi indiciado, e nunca foi condenado, então afirmar que ele é um bandido é um pouco demais, e caso a situação se mantenha, até 2018, e ele vencer, só vai mostrar que ele e sua equipe sabe vender muito bem a ideia dele presidente.

          23. Se ele não for condenado e provarem realmente que ele não fez nada de errado, para começar, nem vou pedir desculpas.

            Por mim, sinceramente que se prenda todo mundo no Brasil. Já falei, as leis permitem isso.

          24. A jurisdição é simples, se você opera um veículo de forma regular para servir passageiros aleatórios é um serviço de aluguel, mesmo Pessoa Física.

            Motorista particular é geralmente alguém contratado por uma empresa para servir uma segunda pessoa ou empresa. É simples demais, e tem gente que não aceita pois pensa que a lei não existe ou não lhe atinge.

            O Uber é uma empresa. As pessoas servem ao Uber, não ao contratante do Uber. Recebem do Uber, não do contratante do Uber.

            Se tirar o Uber da equação, deixar sem nenhum aplicativo, você tem aí sim motoristas particulares Pessoas Físicas operando veículos de forma regular atendendo passageiros que chamam de outras formas (telefone, sinal de fumaça, braço, etc…). E isso é taxi.

            Se botar um aplicativo na operação, a situação é quase similar aos antigos (e agora próximos de serem extintos) rádio-taxis.

          25. O motorista serve ao cliente, não ao Uber, a empresa é mediadora de pagamento, e hub entre usuário e motorista. Se fosse serviço de aluguel, não existiria empresas para motoristas particulares, mesmo numa era pre-Uber, e sempre foram considerados motoristas autônomos. O modelo do Uber não é algo, a diferença é que é feito via celular, usei por muito tempo um serviço similar ao radio-táxi, só que com carro de passeio, e motorista particular, que funcionava igual ao Uber.

            A regularidade não importa, pessoa física em carro de passeio, é reconhecido pela legislação como motorista particular. Tanto é que se fosse diferente, o Uber haveria sido barrado e a empresa não teria muito o que fazer, mas as liminares sempre caíram justamente pela falta de legislação necessária.

          26. Pessoa física em carro de passeio é motorista particular até o momento que ela só serve a poucos. Quando ela serve de forma regular qualquer cidadão, a operação é similar ao de um táxi.

          27. ” Pessoa física em carro de passeio é motorista particular até o momento que ela só serve a poucos. ”

            Não importa quem e quantas vezes ele serve qualquer pessoa, ele continua sendo motorista particular. Não existe um número que defina, até X viagens/passageiros você é motorista particular, depois virá táxi.

            A operação pode ser a mesma de um táxi, só que o que define um táxi, como já disse, é taxímetro, alvará da prefeitura, entre outros. Qualquer coisa fora disso, não é táxi. Portanto não aplica-se a mesma legislação.

          28. Aplica-se. Se a pessoa está cobrando uma tarifa, ela atua como um táxi.

          29. Não aplica, todo motorista particular irá cobrar um tarifa. A lei municipal de SP já deixa claro o que é um táxi. Qualquer coisa que não corresponda a todos os itens lá listados, não é considerada táxi, o quão difícil é de entender isso?

            os veiculos deverão ser dotados de:
            a) taxímetro ou aparelho registrador, devidamente lacrado pela autoridade competente;
            b) caixa luminosa, com a palavra “Táxi”;
            c) dispositivo luminoso que indique a situação de “livre” ou “em atendimento”;
            d) cartão de identificação do proprietário e do condutor;
            e) tabela de tarifas em vigor;
            f) Tabela contendo a fórmula da operação aritmética de conversão da quantidade de Unidades Taximétricas em moeda corrente.

            Lei nº 7.329, de 11 de julho de 1969

            O táxi é entidade regulada pelas prefeituras, e já é definido o que é. Tanto é que os taxistas não queria o Uber justamente por não ser concorrência leal, e poder praticar preços que não são tabelados.

      2. É um problema quando a empresa deliberadamente desafia as leis e atua (DELIBERADAMENTE!) para enganar a fiscalização. Pra mim isso tem nome: crime.

        Principalmente quando se trata de uma empresa que potencialmente pode destruir nossos direitos trabalhistas.

        1. Crime vem da ofensa penal, se não for tipificado como atividade ilícita, o serviço é totalmente legal.

          O direito trabalhista só poderá “ser destruído” quando a justiça decidir que há vínculo empregatício.

  4. Vi matérias em vários sites, alguns gringos, outros Br, sobre smartphones e relacionamentos. Vocês acham que realmente sua escolha de aparelho e SO interfere na sua relação amorosa ou afetiva?

    1. Eita… tava lendo sobre isso, mas mais o lado comportamental.

    2. com certeza…. eu não estaria com minha mulher se ela fosse doida por iPhone, por exemplo.
      explicando…., temos a tendencia de interagir mais com pessoas com as mesmas afinidades. eu não ligo pra bens materiais. não me preocupo em ficar rico ou ostentar isso.
      conheci um cara que se gabava de ser um dos 7 primeiros donos do Audi TT no brasil.
      tipo, não faço questão de ter amizade com gente assim.
      muita gente está tendo esse comportamento com smartphones =(

      meu colega de trabalho falou que diminuiu muito a procura de som automotivo. o pessoal está preferindo gastar em smartphone do que colocar aquele som pancadão no carro. dá mais status.

  5. Tenho trombado com muito bicho abandonado nas ruas do meu bairro. Vcs notam algo do tipo onde vcs moram?

    1. Teve uma época macabra em que no meu caminho de faculdade – casa sempre via um gato atropelado em trechos diferentes. Acredito seriamente que era ação deliberada.

    2. É que muitas pessoas adotam gatos/cachorros com 1 mês de idade por serem bonitinhos.
      Aí passam 2~3 meses com ele e não gostam de ficar cuidando (nem de gastar dinheiro) e simplesmente abandonam.

    1. Se tirar a nostalgia que a linha Zelda e Mario trazem as pessoas, acho que não. Quem cresceu jogando Zelda, com certeza.

    1. Visitei aquele site q vaza câmeras privadas das pessoas é muito louco… Tem várias aqui não muito longe de casa. É um problemão, né? Acho q isso provavelmente vai gerar ondas em q as pessoas rechaçam coisa conectadas ou busquem ambiente em que a conexão é proibida. E por mais que vc tome todos os cuidados, toda hora alguém descobre uma brecha… Talvez esteja aí algo q as pessoas devam realmente evitar.

      1. O site não vaza nada, ele apenas mostra o feed de quem não “fechou” a conexão.

        Lembro um tempo atrás, de ter bombado na mídia, a quantidade absurda de impressoras conectadas a internet que estavam abertas.

    2. Assiste pessoal, enqto ele não for totalmente descolado de uma mega empresa, eu tô fora. E, ainda assim, por mais q algum modelo de negócio surja a partir disso, eles podem ter brechas q podem permitir q a sua vida seja vasculhada. Me parece q isso nos expõe demais.

      Esses dias descobri, sem querer, um dado q vou levar ao médico. Comparei exames de 2012 com os de agora. Um aplicativo ou um aparelho qualquer poderia ter feito isso pra mim, mas lá estarão os meus dados médicos disponíveis pra toda sorte de investida ‘inteligente’ de gente q não necessariamente está preocupada com as pessoas e sim apenas em fazer mais gaita.

    3. Penso que eramos felizes quando só imaginávamos sobre o punhal dentro do boneco do Fofão :p

  6. Alguma possibilidade de rolar carregamento sem fio à distância ainda esse ano?

    (eu me refiro, é claro, a soluções potencialmente massificadas, como a de um eventual iPhone, já que sabemos que já existem soluções deste tipo disponíveis em contextos restritos)

    1. Ainda não ocorreu esse breaktrhough na ciência. Soluções comercialmente viáveis estão há alguns anos de distância.

  7. Alguém teve a chance de por em mãos ou jogar no nintendo Switch já? Ansioso para jogar Zelda nele!

      1. Tô jogando o primeiro Zelda. É legal, mas deve ter tido um impacto grande à época do seu lançamento e ter tido ainda mais efeito com crianças. Esse de agora parece bonito. Talvez um concorrente ao ‘Okami’ em termos estéticos, mas divago.

          1. Ué… tem um mapinha sim. Só se estamos falando de jogos diferentes. Esse q te falei é o ‘The legende of Zelda – A link to the past’.

          2. Ah, mas aí não é zelda 1
            Zelda 1 é o do NES, que quase não tem NPC etc.

            ALTTP é jogaço, meus favorito.

          3. Assisti o primeiro episódio do ‘abstract’ q vc recomendou outro dia. Curti bastante.

      2. Dá pra fazer poesia concreta com esse “fora Fifa”.

          1. Aproveita agora, saiu de linha, se bobear, se o Switch chegar na Santa Efigênia, o WiiU deve cair bastante de preço.

          2. Aproveita agora, saiu de linha, se bobear, se o Switch chegar na Santa Efigênia, o WiiU deve cair bastante de preço.

          3. Será? Eu queria um também para jogar os nintendo de sempre porque sou nintendista roxo mesmo

          4. Se não me engano, já foi oficializada a parada na linha de produção do WiiU, então daqui para frente, vai ser acabar o estoque.

    1. Nunca sequer joguei Zelda (aliás, nunca na vida nem Mario joguei direito) mas fiquei bem curioso em experimentar esse Breath of the Wild — sobretudo pelo gigantesco mapa que parece não ser meramente uma sucessão repetitiva de cenários com mecânicas semelhantes.

    2. ordemdazoeyra.blogspot.com
      Um leitor de lá que mora na itália já recebeu o switch e postou um texto sobre o bendito. Talvez quando ele se lembrar de voltar para a realidade ele poste mais textos sobre como é usar.

  8. Será que os comentários do jeito que a gente conhece estão com os dias contados?

    “The W3C standards are a key milestone towards a future in which all pages could support rich layers of conversation without requiring any action by their publishers — because that capability can be built into the browser itself and be available as a native feature, just like web search. The shared vision is that conversations will be able happen anywhere on the Web, or even on documents in native apps, and inline instead of below-the fold, in a federated, standards-based way.”
    https://hypothes.is/blog/annotation-is-now-a-web-standard/

    1. Eu vi isso (e indiquei na newsletter dos assinantes ontem!). O que me ocorreu, na real, foi algo como o Genius, sabe? Ou então algo mais pessoal, como o sistema de anotações do Edge no Windows, algo que você usa para salvar coisas para si mesmo ou compartilhar com alguém.

      Não sei se afetaria tanto, mas ser um padrão realmente ajuda a pensar esse futuro.

    2. Seria o fim do Disqus e dos plugins de comentários do Facebook e do Google+

      1. Até gosto do Disqus, apesar dele funcionar pessimamente no mobile Android pelo menos. As caixas de comentários respondem muito mal e lenta a digitação.
        Mas os plágios sociais só completamente contra. Não passa pela minha cabeça um site entregar esse espaço para um a rede social que não fará nenhum esforço para acrescentar nada ao espaço.

        1. Sobre o mal funcionamento do Disqus no Android: vocês tem que reclamar (se quiserem). Eu tenho dois apps deles por que uso Windows 10 Mobile, e se eu usasse um iPhone teria a minha disposição outros dois apps.
          Sempre critico os devs do Disqus por esse desleixo. Os caras mandaram gente embora por causa de prejuízos, já que eles vivem de ads, e pra viver de ads precisam de acessos… Como que o Disqus quer crescer sem ter um app em destaque na Play Store?
          Sobre essa plataforma universal de comentários, não entendi como um site específico, e sim como uma compatibilidade universal entre navegadores. Tipo, cê faz um comentário no seu Chrome, fica salvo nele (haja memória…) e quando eu me conecto à internet e entro através do meu Edge no site que você comentou, meu navegador lê os seus comentários.
          Posso estar enganado, mas me parece que será algo desse tipo

          1. Não sei se eu preciso de um aplicativo, claro que seria muito melhor, mas o problema é que a caixa de comentários nos sites em navegadores no Android tem um funcionamento horrível.
            Sabe o que é estranho? Essa experiência não é assim no site deles. Se eu respondo um comentário pelo site deles a digitação é muito mais fluida. Não é ótima, mas é aceitável, mas nos sites que acompanho é péssima.

          2. Suponho que hajam problemas conforme se exibem mais e mais comentários. A versão web no Edge funciona bem em tudo, inclusive na digitação de comentários, porém começa a fica mais e mais lenta conforme se exibem mais comentários ou quando o texto digitado é grande

          3. Minha experiencia no Android, já usei no Chrome e hoje uso o Opera, sempre foram ruins independente da quantidade de comentários. Sempre é uma digitação lenta, difícil e extremamente complicada.
            Uma pena, por que fico cada vez com menos vontade de comentar por causa da plataforma, mas me esforço.

          4. Entendo suas dificuldades. Se você manjar inglês, recomendo que você se junte ao canal Discuss Disqus pra ralar a respeito desses problemas. Os devs sempre respondem

  9. Fast Food Efemeridade. Livraria Importância.

    O Snapchat, que até outro dia para muitos era só uma modinha, acaba de se tornar uma marca de mais de US$ 30 bilhões. O interesse do Facebook em adquirir a empresa por US$ 3 bilhões, bem como seus incessantes esforços para copiar descaradamente as funcionalidades do fantasminha guru de efemeridades, podem ter colaborado para que o IPO no último dia 2 do Snapchat fosse um sucesso: a Snap, dona do app e da sua rede social, arrecadou mais do que o tio Mark havia oferecido, chegando a um montante de US$ 3,4 bilhões.
    https://corporate.canaltech.com.br/noticia/bolsa-de-valores/snap-estreia-na-bolsa-de-ny-e-valor-da-empresa-sobe-pra-us-33-bilhoes-90066/
    Certamente foi um alívio para Evan Spiegel, CEO da Snap. Segundo os próprios usuários, o Stories do Instagram teria causado uma queda na publicação de snaps, bem como uma migração para a segunda rede social mais popular do mundo. Concorrer com os anseios monopolistas do Facebook não é nada fácil, que o digam Google e Twitter. E a história deste último tem um bocado de semelhanças com a do Snapchat, principalmente o IPO super valorizado. A questão é: se (e quando) a audiência do Snapchat cair ainda mais, quem vai querer comprar uma rede deficitária por US$ 30 bilhões? Perguntem ao Jack (não a mim rsrs, ao @Jack, fundador e atual CEO do Twitter).
    A outra questão é: Queremos efemeridade? Essa é a grande demanda da geração Z e de parte da geração Y? Olhando superficialmente, podemos dizer que sim, pois na “outra ponta” da pergunta vemos o Medium tentar não morrer, lançado uma função semi-efêmera, chamada Series.
    Muito semelhante ao Stories e aos snaps, o Series pode ser usado para postar… Historias. Em série.
    Ao invés de escrever de uma vez só um textão enorme (como fiz aqui), o usuário do Medium pode publicar fotos, vídeos e GIF’s em uma sequência, que pode ser assinada por qualquer outro usuário, de modo a não perder nenhum capítulo postado no Medium. Cada capítulo do Series pode ser tão simples quanto possível, e é aqui que a efemeridade “tipo Snapchat” acaba, pois no Series os posts são permanentes. Como bem disse o Higa, a nova função do Medium lembra mais o Moments do Twitter (como nunca associei o Moments aos snaps? #HigaGênio) https://tecnoblog.net/209886/medium-series-snapchat-novo-recurso/
    Parece que todos querem matar o Snapchat, esse moleque ousado que chegou na rua roubando as bolinhas de gude de todo mundo, oferecendo nada mais que efemeridade. Pois ninguém quer ler textões no Medium ou em qualquer outro lugar… Apenas os que importam.
    Sim. A internet é um oceano onde muitos naufragam, de fato https://twitter.com/TVBrasil/status/815695354838454272 Mergulhando na questão, porém, é possível afirmar que atualmente da-se importância ao que é naturalmente “definitivo”, ao que tem coerência, ao que tem relevância, ao que tem fundamento. Pois muitos dos membros da geração Z e Y não estão nem aí para os posts de um ex-BBB ou pessoas do tipo – embora a curiosidade faça muitos darem aquela stalkeada marota. Ver uma vez, pra nunca mais. Já um texto do Cortella merece ser lido e relido várias vezes, por várias gerações.

      1. Eu gostaria de escrever lá, mas eles estão se radicalizando e parecem ter perdido o senso crítico em alguns artigos.

      1. Puts ia escrever, quer dizer, ainda vou escrever ao @jacksilsan:disqus justamente sobre essa recomendação que ele deu q vai na contramão do q ele me pareceu defender o tempo todo.

        1. Mas eu não recomendei nada, apenas deliberei sobre o gosto de muitas pessoas por coisas efêmeras e sobre como estas mesmas pessoas sabem valorizar o que “merece”

          1. Não pareceu estar implícito que vc não estava recomendando. E tb fica um pouco difícil enxergar algo sem uma estatística, pq pode ser uma impressão apenas sua a partir do movimento de grandes empresas. Estou bem por fora desses lances dessas empresas de redes sociais (tanto é q a q mais me interessa é a Flickr q todo mundo diz já nem usar mais há anos). Mas o q pega aí, geralmente, é qdo se faz uma crítica a algo relativamente novo, ou a esses movimentos quase insondáveis de grandes empresas mobilizando milhões de pessoas, é que há uma boa dose de incompreensão justamente por não haver tempo suficiente pra acompanhar seus desdobramentos. Mas de um modo bem geral, parece q as pessoas fazem um uso bem livre dos recursos que têm à disposição e elas se preocupam bem pouco em preservar tudo o que produzem. O esforço necessário pra preservar as coisas é bem grande e se isso não for facilitado de algum modo, muita coisa interessante q é de natureza efêmera, se perderá e ficará difícil entender as razões q levaram milhões de pessoas a usarem as redes sociais de modo tão devotado. Agora, se empresa A ou B usa tal e tal recurso, isso me parece uma discussão bem secundária e de interesse mais mercadológico do que qualquer outra coisa.

            Sinceramente acho uma postura bem complicada essa das pessoas se incomodarem com textos longos (que chamam de textões). E é esse o ponto que você critica? Se sim, de onde vem essa birra com textos longos? É uma coisa ampla, generalizada, ou é sempre o mesmo perfil de pessoas q reclama?

          2. Não é uma crítica. Apenas tentei explicar como eu vejo as parte das pessoas taxadas como sendo da geração Y (na qual geralmente sou incluido por terceiros) e todas da Z. E eu as vejo consumindo o efemeridades (snaps, stories, status…) como se fosse um grande fast food, e ao mesmo tempo as vejo valorizando, ou dando importância, ou refletindo sobre e etc., a coisas que tem algum fundamento – mesmo que não concordem com o que é dito.
            Eu sempre leio os textos do Felipe Uchôa no Facebook (valem muito apena), embora eu nem sempre concorde com a visão “esquerdista” dele. Eu entendo que o Uchôa sabe do que está falando, e isso amplia meu entendimento da realidade.
            E digo o mesmo do exemplo mais famoso que eu usei, o Cortella.

          3. Mas o problema é o Felipe Uchôa (q eu não conheço e não consegui encontrar a página dele no face) publicar no face e não em outro lugar ou não tem problema nenhum aí? Mas as pessoas, se vc for ver, já receberam um educação calcada na superficialidade, afinal nos ensinos fundamental e médio nada é aprofundado. As faculdades sem pesquisa seguem no mesmo caminho… A imprensa televisiva, principalmente, se dedica aos faits divers. Ora, é bem compreensível q depois de tanto tempo tratando tudo de forma superficial, as pessoas usem as redes sociais assim. Não é à toa q as redes sociais são um sucesso pra esse consumo de informação.

          4. Sim, mas ainda assim entre essas pessoas existe um lugar cativo para o que é relevante, e essa é uma parte que agora eu vejo que faltou explicar melhor no meu texto. Pois é comum haver o consumo de coisas a priori sem importância, e ao mesmo tempo haver o consumo de coisas com fundamento, que muitas vezes induzem a uma reflexão. Então não, a geração Z não é toda superficial

          5. Sim. Muito apurado! Assim como o Cortella.
            Não que eu concorde sempre com eles. Eu sempre leio o ponto de vista do outro, pois para montar minha realidade sozinho eu teria apenas os meus olhos e o meu entendimento, e isso é o mesmo que se isolar. Então eu recorro ao ponto de vista dos outros, ainda que eu os considere antagônicos.

          6. Os intelecutais q vemos aí vulgarizando o conhecimento científico tem lá o seu valor, mas, com a fama, eles tb mudam o q vinham fazendo e esse lance de ser palestrante é, nitidamente, um negócio. Daí q por mais q o q esses caras tenham a dizer seja importante, não é mais algo desinteressado… Bom, aí é problema de quem consome. Leandro Karnal, por exemplo, se tornou um problema e dificilmente as pessoas se darão conta. Ele virou referência. Outro dia me perguntaram, por terem notado q estudei história, se eu conhecia o Karnal… como já tinha tomado chuva o caminho todo, não foi o suficiente pra estragar a minha tarde. Mas havia admiração ali.

            Eu acho q vc não só pode como deve confiar mais no próprio taco. Ouvir os outros é bom, fundamental, mas vc, depois se debruçar sobre o assunto (buscando as referências q achar melhor), pode, com certeza, seguir por um bom caminho e trazer luz a qualquer tipo de problema. Claro q certos problemas demandam muito conhecimento específico, mas tirando esses casos, o caminho é livre. E digo isso mais pq às vezes ficamos gravitando em torno de certas pessoas pelo peso da opinião delas. Acho q isso mina um pouco o livre pensamento e a capacidade de divergir.

          7. Muito interessantes as suas observações. Sim, temos que ter convicção nas próprias idéias, mesmo que as do vizinho sejam bem reluzentes

          8. A propósito, acho até saudável a gente se fechar um pouco. Está havendo muita exposição a toda sorte de opinião. E tb acho q vale mais a penas ao invés de palpitar sobre tudo, escrever e comentar só sobre determinadas questões (especialmente aquelas com as quais se tem mais afinidade). Acho q isso pode ser uma contribuição melhor do q saturar a vida das pessoas com mais coisas pra elas terem q matutar. O último texto q escrevi aqui pro MdU ia nesse sentido, expondo um leque de referências, q cada um q lê segue se quiser, mas q faziam sentido pra tentar encontrar algum sentido em uma forma nova de ver e usar a fotografia. Algumas pessoas reclamaram do tamanho do texto… Mas eu não sei de onde elas tiraram q tem um limite de caracteres ou algo assim. E claro, depende do editor, no caso o Ghedin, o q ele acha e os critérios q usa.

          9. Acho que esta merece uma resposta da minha parte. A reclamação por causa do tamanho do texto é devido ao texto ser grande e ter um nível maior de dificuldade para ler, fora a sensação de desconexão em alguns pontos, não dando uma continuidade na leitura de forma confortável.

            Bons textos longos dão algum mínimo conforto na leitura, procuram situar bem o leitor para evitar se perder na própria ideia do autor – algo que notei que veio a ocorrer com seu texto.

            Detalhe que em uma das respostas você falou que “a melhor parte era as citações”. Quer dizer que a melhor parte do texto que você criou é uma criação alheia?

            Não é questão de ter limite de caracteres, e sim de o texto ser confortável de ler. A partir do momento que ele perde seu conforto, o texto será alvo de alguma reclamação, seja porque faltou algo (texto curto), seja porque justamente houve um exagero de informação sem conexões (texto longo – seu caso).

          10. Cara, como geralmente as discussões contigo não levam a lugar algum e são interrompidas porque vc apaga seus comentários, serei breve na resposta:

            1. Não se escreve algo pensando no conforto do leitor. Não é o meu caso. Agora, há uma diferença enorme entre um texto e uma cadeira. Compare os dois e tente achá-la. Pode ser qualquer texto e qualquer cadeira.

            2. As citação são a melhor parte, porque, desculpe, mas os autores que listei são extremamente relevantes. Encontrar esses autores e passagens dá trabalho. Ás vezes dá tanto ou mais trabalho que o próprio texto que costura essas ideias. Se vc já abriu um livro deve ter notado q eles geralmente têm muitas folhas. Achar pontos interessante implica em lê-los de cabo a rabo ou pelo menos um determinado capítulo. Às vezes é preciso ler textos em lugares desconfortáveis. De pé, num ônibus cheio, por exemplo.

            3. Reclamar do “conforto” num texto que, bem ou mal, convida à reflexão é insulto a quem o escreve. Daí que se eu pensar no “conforto” de quem vá lê-lo eu sinceramente prefiro ir andar de bicicleta e desejar q esse leitor, sei lá, vá colecionar figurinhas ou coisa q o valha.

          11. Eu não quero que discussões comigo vá a algum lugar – sempre falei que eu era a favor do consenso, nem para dizer que estou errado, mas tenho visto que infelizmente as pessoas só querem provar que estão certas e pisar em quem discute. Então não posso fazer nada. E apagar um texto não é motivo de desvalorizar o autor, senão Sócrates não seria reconhecido :p

            1. “Conforto” é no sentido do destino do texto. Se é para tentar cativar uma audiência maior para convidar a entender seu contexto, que o texto o permita a isso. Todo texto pode permitir reflexão, e ao mesmo tempo dar o conforto no sentido da pessoa entender a lógica daquilo. Nem todos tem a mesma bagagem cultural.

            2. Citações são “epifanias”. Mas creio que uma reflexão do próprio autor que gere uma citação – uma epifania – do próprio que analisou os textos de outros autores ajude também um pouco ao leitor a complementar o pensamento.

            3. Não sei porque se sentiu insultado. Não lhe quis ofender. Agora talvez você entenda o porque que sempre falo que odeio certas condições de escrita e leitura. É difícil agradar a todos, tal como é difícil chegar em consensos (principalmente nos últimos tempos).

            Eu ultimamente estou cansando de tanta intelectualidade (uma hora acharei as palavras certas para dizer o porque – isso pode até ajudar a mudar as coisas). Talvez sua sugestão de colecionar figurinhas me ajude a “limpar a mente” um pouco. Mas como não tenho paciência para isso, também vou procurar alguma coisa que valha a pena.

          12. Se vc um dia achar a diferença entre um texto e uma cadeira pode guardar a informação pra si. Não precisa nem me avisar.

            E eu até diria pra vc ir ver algo sobre ‘intertextualidade’, mas vc provavelmente virá com um significado de intertextualidade, tirado da cartola, que só faz sentido pra vc e mais ninguém. Portanto, tanto faz.

          13. Você me pede para entender sobre intertextualidade (onde as vezes recai mais para sobre plágio e pastiche do que recai a uma transliteração ao povão, no que acho mais interessante), mas renega ver uma cadeira e um texto tem relação…

          14. Previa o que? Que está certo e eu errado? Olha só! Isso sim eu previa: sempre falei que eu era a favor do consenso, nem para dizer que estou errado, mas tenho visto que infelizmente as pessoas só querem provar que estão certas e pisar em quem discute.

          15. Previ q vc ia sair com uma definição só sua do q é intertextualidade e foi exatamente isso q vc fez.

          16. Google: “intertextualidade” – primeiro resultado: wikipedia. Peguei de lá.

          17. “Onde as vezes recai mais para sobre plágio e pastiche do que recai a uma transliteração ao povão, no que acho mais interessante”.

            Só vc entende isso.

          18. Você tem seus pontos de vista. Eu tenho os meus. Como já falei, eu tento chegar em consensos. Se não há consenso, não posso fazer nada. Se para você penso errado, das três uma: ou você ignora o que penso, ou você me mata (e assim não tem mais alguém para implicar :p ), ou você tente convencer chegando junto a mim que eu estou errado. Existem outras formas, mas basicamente são estas… :p

      2. Isso é um “não entendi”? Rsrs
        Resumindo: A geração Z já foi criticada por valorizar efemeridades (inclusive por mim), e o Snapchat se enquadra nesse contexto. Porém o que parece realmente ocorrer é uma desvalorização do que não tem importância, descartando-as rapidamente, deixando coisas com real fundamento no patamar da permanência.

        1. Eu entendi, ou acho que entendi, que você disse, ao fazer a comparação, que um texto do Cortella vale a pena ser lido. Aí você me perdeu, porque eu acho que ficamos melhor ignorando os textos e palestras dele.

          1. Ah sim. Bem, eu recomendar (na verdade apenas o usei como referência antagônica às efemeridades do Snapchat e afins, já que o Cortella tem base pra dizer as coisas que ele fala) algo não necessariamente implica que eu gosto. Pode-se atribuir outras qualidades a um conteúdo: relevância, discrepância, discernimento, mistificação.
            O meu objetivo com meu texto é mostrar que há um grupo de pessoas que consomem efemeridades, mas isso não as tornar supérfluas.
            Eu poderia ter me extendido nessa parte, falando por exemplo sobre a popularidade desses apps leia mais tarde, tipo o Pocket, e sobre o uso de e-readers. Ambos os tipos de produto – efemeridades como Snapchat, e textões como os do Medium e do Cortella – tem seu lugar entre pessoas familiarizadas com internet.
            O melhor resumo para isso é o título do meu texto.

          2. Se eu trombar com o Karnal ele vai levar uma bela vaia.

          3. A implicância está aqui: “Os vegetarianos são insuportáveis. Eles ficam querendo pregar que a vaca tem direito e a cenoura não.”

            *(bem, o outro achou implicante, eu não, apesar de achar um pouco estúpido a fala do Karnal, há algum sentido… :p )

          4. hahaha
            nunca vi esse clóvis, não sei se ficou igual, mas as outras ficaram perfeitas

        2. Ah sim. Bem, eu recomendar (na verdade apenas o usei como referência antagônica às efemeridades do Snapchat e afins, já que o Cortella tem base pra dizer as coisas que ele fala) algo não necessariamente implica que eu gosto. Pode-se atribuir outras qualidades a um conteúdo: relevância, discrepância, discernimento, mistificação.
          O meu objetivo com meu texto é mostrar que há um grupo de pessoas que consomem efemeridades, mas isso não as tornar supérfluas.
          Eu poderia ter me extendido nessa parte, falando por exemplo sobre a popularidade desses apps leia mais tarde, tipo o Pocket, e sobre o uso de e-readers. Ambos os tipos de produto – efemeridades como Snapchat, e textões como os do Medium e do Cortella – tem seu lugar entre pessoas familiarizadas com internet.
          O melhor resumo para isso é o título do meu texto.

      3. Posso estar enganado mas, eu pelo menos, interpretei como uma comparação.

        1. Sim, mas é possível atribuir valor numa comparação — é o que distingue, em certas situações, os objetos comparados. O que entendi e critiquei é que o Jack recomenda ler os textos do Cortella. Eu discordei disso, acho que eles não valem a pena.

    1. Tudo de alguma forma é efêmero – até porque ao morrermos, não sabemos o que acontece em diante, e então a relevância de tudo se perde.

      Antes do Snapchat, havia as salas de chat. Antes destas, a televisão. E antes, o rádio. E antes, as conversas nas rodas. Tudo isso de alguma forma é efêmero. A informação só fica gravada na memória se feito algum choque que a memorize.

      Mesmo a filosofia e a ideia, seja de um Cortella (que tinha uma época que eu gostava, mas sei lá, comecei a desgostar), seja de um filósofo ou pensador qualquer, pode ser efêmero. Pensamos nas consequências da ideia em um primeiro momento, mas depois ignoramos quando não nos útil é mais. Só lembramos desta quando cometemos um erro por justamente ignorar uma filosofia repassada. E mutias vezes uma filosofia é uma depuração de ideias antigas e novas, repassadas para novas audiências.

      De alguma forma, talvez também nós como humanos buscamos um refugio para nossos pensamentos – e a efemeridade é um meio prático disso. Esquecer para viver bem. Algo comum em distopias como Fahrenheit 451 (queimando livros e vivendo “loucamente”) e Admirável Mundo Novo (se drogando e se satisfazendo)(e eis aqui o clichê do Ligeiro em referência as distopias antigas!).

      As vezes me pergunto se isso não é nosso “lado animal” gritando um pouco para sair da racionalidade… :p

      1. Sua análise vai além do meu contexto, para um mais amplo, que abrange áreas como a neurociência, filosofia e até cosmologia. De fato, o que é tudo relacionado à humanidade senão mero suspiro na vida útil de uma estrela como o Sol? Somos poeira momentaneamente levantada, ofuscando por “alguns segundos” o brilho do astro mor do nosso sistema.
        Curioso pensar como uma coisa leva a outra, do advento do gene ao surgimento de paradigmas colossais (cheguei a escrever sobre isso também, e estou cogitando publicar o texto aqui).

        1. Acho que escrevi isso tudo só para dizer: acho que no final quem está certo é quem fala que deveríamos “pensar menos e viver mais”… :p

        2. Se for para situar a conversa na nossa situação atual, digo o seguinte:

          Talvez a mente humana busca a efemeridade por natureza mesmo, tal como quaisquer outro animal. De alguma forma, nossa mente acaba ficando entre buscar coisas que se afixem e perpetuem na mente, e a efemeridade para extravasar o excesso de pensamento, geralmente inútil a nossa vida. Para deixar a mente ocupada – já que outrora como quaisquer outro animal, a priore o que deveríamos fazer apenas era nos alimentar, sobreviver e reproduzir.

          Em algum momento deste universo, nossa mente virou o que hoje estamos aqui: jogando palavras para ver se disso sai algo. Nisso criamos toda esta situação que culminou aos dias atuais e nosso conhecimento atual. Se antes apenas vagávamos por aí atrás de alimento e abrigo, hoje vagamos atrás de algum sentido para nossas vidas, para não nos sentirmos vazios, para não nos sentirmos inúteis. Enfim. :)

  10. O que vocês estão achando dos AMD Ryzen? Eu particularmente gostei muito, ta dando um show nos LGA 2011 da Intel em desempenho, consumo e temperatura (sim, é a AMD mesmo).
    A galera ai que trabalha com render, edição de vídeo, cad e outras coisas já esta considerando estes novos AMD como opção de compra?

      1. Para jogos o desempenho já era esperado, mesmo o competidor dele i7 6900k já tropeça em relação ao i7 7700k.
        Mas parece que tem algo a mais ai, tem relatos de que o SMT nos Ryzen esta bugado e em vez de aumentar o desempenho, esta diminuindo em até 15%, mas isso acontece porque as aplicações são otimizadas para o HT da Intel que esta dando problemas no processamento, parece que a Lisa Su disse no reddit que a AMD já esta em contato com 300 estúdios para melhorar o código de jogos e aplicações para resolver o problema de uso dos SMT.
        Resolvendo isso eu acho que já melhora bastante, fora que as bios ainda estão bem crua e devem melhorar no futuro.

    1. to achando que as lojas br meterão a faca como de costume. quem compra no lançamento sempre se ferra. e o desempenho não justifica a compra a priori. quem tem i5/i7 de 3a e 4a geração ainda está bem servido de processador.

      1. Quem tem um i7 de 2gen. para navegar na web, e uso de escritório padrão, está ótimo.

          1. Que é a maioria esmagadora de quem usa computador. Um processador de 500 dólares é só mais um nicho.

      2. kabum meteu a faca em uma mobo AM4.
        Nos eua essa mobo custa 109 dólares. Aqui ? Vendida por 2300 reais….. Pessoal xingou no twitter e facebook e reduziram o preço cheio para 900 reais (se pagar no boleto ganha 15% de desconto).

    2. Por mim, mesmo na ocasião de ficar devendo alguma coisa em desempenho, ainda prefiro investir nele a um intel, exclusivamente por custo benefício. À época de Pentium 3 e Athlon eu sempre preferi os Athlon, já que com o mesmo valor eu tinha mais processamento. Custo benefício é a base pra muita coisa que compro.

      No mais, concorrência sempre é bom!

      1. Ai vai depender do que você irá fazer com o PC, essa linha que lançou agora é a de alto desempenho, se você não irá usar todo o processamento, nem é necessário investir neles. Para uso no dia-a-dia, office e web, um i5 com 8GB de ram e SSD, são mais que suficientes.

    3. Estou esperando a realidade e, principalmente, baixar os preços.

      Mas antes de 2019 ou 2020 nem sequer penso em compras novas de hardware.

    4. Estou ansioso para os processadores da linha Ryzen 3 para por no meu NAS. Suporte ECC em processador fora do Xeon, faz tempo que não existe.

      1. A AMD disse que o suporte a ECC tambem vai depender da placa mãe, então ainda pode ser difícil montar um pc com ECC.

        1. Vai depender do chipset, e o mercado de homeserver/NAS é um nicho considerável.

  11. Ultimamente estou vendo uma onda de gente preferindo importar celulares chineses a comprar os que temos a venda oficialmente no BR: Xiaomi, OnePlus, Huawei…. Tenho uma curiosidade imensa de comprar algum – estou entre o Zuk Z2 (e passar um pouco de dor de cabeça com ROMs) e o OnePlus 3T (que fica um pouco fora do orçamento).
    Como é a experiência de vocês com esses telefones chineses?

    1. Tô querendo saber também! Da última vez não peguei um por receio, mas confesso que não abandonei a ideia por completo

    2. Estou com um Redmi 3X aqui e estou simplesmente adorando! É um intermediário, mas dá conta de tudo ( os 3GB de Ram ajudam). Além disso, a bateria dura dois dias inteiros de uso. Acho que vale a pena a espera (na verdade, eu comprei de um loja do Ali que tem estoque no Brasil, foi mais caro, mas precisava de um novo celular com urgência).
      O grande porém mesmo é a garantia – inexistente, no caso.

      1. Legal isso aí! Ainda tem o link dessa loja? Muito me interessa a possibilidade de chegar mais rápido.

          1. Só senti falta dos Redmi ali. Só tem os Note, que são grandalhões demais pra mim…

          2. acho que essa topmall não venderá mais saindo do brasil. não tem estoque desde novembro passado. fora a treta que deu do container deles serem barrados na alfandega, pois queriam que passasse sem pagar o imposto devido ou pelo menos um valor irrisório para liberação. acho que depois disso é bem difícil que voltem a vender nessa modalidade.

    3. O custo-benefício é imbatível, mas tem algumas questões incômodas como a falta de garantia (ainda que a loja ofereça, imagine o trabalho e o tempo de mandar para a China e retorná-lo) e não ser homologado pela Anatel (por ora, nada grave, mas se aquela história de bloquear aparelhos não homologados voltar, é um risco que se corre).

      Não cheguei a testar, mas as marcas mais “globais” (Zuk, OnePlus) parecem oferecer uma experiência de uso bem convencional, no sentido de que não diferem muito do que é oferecido aqui no ocidente. O fato de ser Android ajuda — é difícil fazer algo muito diferente quando se mantém os apps Google.

      1. questão de garantia não chega a ser algo desesperador, já que comprando o celular aqui, a pessoa praticamente também não tem garantia. o google mostra com facilidade pessoas que recentemente procuraram a garantia da samsung e lg (por ex) e não foram atendidos corretamente.

      2. questão de garantia não chega a ser algo desesperador, já que comprando o celular aqui, a pessoa praticamente também não tem garantia. o google mostra com facilidade pessoas que recentemente procuraram a garantia da samsung e lg (por ex) e não foram atendidos corretamente.

        1. Mesmo assim, você ainda tem como recorrer — ao Procon, à justiça, a alguém. Sei lá, eu acho um risco desnecessário comprar fora e abdicar da garantia. Se você não for taxado, legal, sai bem em conta, mas se sim o custo fica muito próximo dos mid-range vendidos aqui.

          1. depende da marca e do uso. eu tenho esse xiaomi redmi 1s até hoje (uns 3 anos de comprado) e nunca deu nenhum problema. e quase impossível não ser taxado e com os preços dos midrange daqui vc compra um topo de linha que aqui só se encontra por quase 3k. é de se pensar..

    4. Eu adquiri um xiaomi Mi5, um ótimo aparelho não tenho do que reclamar. Não sei as outras marcas, mas os aparelhos da Xiaomi sempre vem com uma “shop rom”, colocada pelo vendedor. É só alterar a rom (eu coloquei a global) e usar.
      Pra mim, o único ponto negativo e não ter garantia (até tem, dependendo da loja, comprei na gearbest, mas teria que mandar ele pra lá novamente), se o aparelho apresentar defeito tem que dar um jeito sozinho.

    5. eu já tive 3 aparelhos chineses. 2 foram da xiaomi, um desses aliás ainda continua em uso da minha esposa (redmi 1s). o ponto negativo dos xiaomi pra mim é a miui, uma rom muito pesada e ainda com alguns bugs esquisitos (matar apps em 2o plano). em compensação a autonomia de bateria dos ultimos modelos é bem satisfatória (redmi note 3 pro, redmi 3s, 3x, redmi note 4, redmi 4 prime, etc).

      Zuk z2 é hoje, disparado, o melhor c/b mundial. Me diga, onde vc encontra um aparelho com snapdragon 820, 4gb de ram, 64gb de armazenamento, tela fullhd de 5″ bateria de 3500mah por R$ 500? A taxação tem saído na média dos 250. Digamos que vc pague 800 ou até mesmo 900 importando o zuk z2, o que vc compra aqui no brasil por 900? Esses galaxys J da vida com specs mt inferiores..

      One plus 3t é outro monstro que na faixa de preço dele, não tem nada melhor comprando no brasil. Eu particularmente, compraria o zuk pois não gosto de telas gigantes como a do 3t.

    6. Te falar que a probabilidade de um desses dar problema é a mesma de um nacional (izado) dar problema. Incluindo aqueles genéricos.
      Como o que vc quer é de uma marca conhecida, é só escolher uma loja boa.

    7. Estou querendo comprar algumas coisas na DX ou Ali, principalmente equipamentos para testes de computadores.

      Celular de marca chines pensei em comprar, mas fico receoso.

    8. Chegou meu Redmi Pro ontem e estou adorando. O maior incomodo é ter que trocar de rom, apesar do processo ser fácil, não é uma coisa legal para um usuário normal.

    9. Comprei muitas coisas da China, entre elas um Zuk Z2. Não há CxB melhor. Porém troquei num Moto X Force, por ter uma câmera melhor, som melhor, expansão SD, construção melhor, tela melhor e a resistência já conhecida. Foi como se eu tivesse pago 800 num Force, aparelhos chineses são excelentes moedas de troca. Agora, se quer câmera melhor, tela melhor, construção melhor e som melhor indico o Mi5S, esse sim é foda.

  12. Então quer dizer que o assunto da MWC 2017 foi um Nokia baratinho e defasado. Que triste. O próximo semestre promete mais.

    1. Pois eu achei a nova tela do LG G6 e do futuro Galaxy S8 uma maravilha! Quero ver chegar nos aparelhos mais baratos, pois aí sim eu vou poder comprar. Já os Nokias, é só mais uma chinesa se apropriando da marca pra capitalizar em cima da nostalgia mesmo…

        1. E, pelo que li, formada por ex-funcionários da Nokia, ou seja, dá pra extrapolar e dizer que o espírito da velha Nokia está presente nesses novos aparelhos da HMD.

          1. Esses caras da HMD certamente planejam uma unificação ou algo que o valha

    2. O problema é que não tem mais nada de novo mesmo. Talvez o foco na “nostalgia” é porque fomos muito atrás de coisas novas também, e isso uma hora cansa. Voltar ao passado faz bem de alguma forma :p

  13. Tenho um Galaxy Note 4, mas estou incomodado com o uso exagerado da memoria principal (ou mais comum, RAM – uma forma “errada” de se definir a memoria principal). O que vocês sugerem, sem ter que trocar a ROM? Tinha pensado em fazer root e desinstalar os apps da Samsung (pois a maior parte não uso) mas acho que não vai ser o suficiente..

    1. Tenho um Galaxy Tab 4 com 1,5 GB de RAM e o sistema da Samsung consome memória demais. Um simples trocar de abas é muito demorado, e com frequência eu perco a posição que eu estava na página. Gostaria tanto de ter uma ROM alternativa para ele (meu Redmi está BEM melhor depois da Cyanogen), mas parece que a comunidade de desenvolvedores não abraçou muito esse aparelho.

      Falando nisso, estive pensando em importar o Zuk Z2. Só não queria ter dor de cabeça com essas questões de ROM. Faço mais por necessidade do que por vontade… Preferia algo que viesse 100% de fábrica e não me desse problemas.

      1. Eu gosto do Note 4, mas isso esta me incomodando (o uso exagerado da memoria), estou pensando em comprar um iPhone nos EUA, mas manter o Note 4 para a faculdade (acaba sendo útil para fazer anotações – tela de 5.7 – e por ser Android fica mais fácil usar para controlar módulos no Arduino)

        1. Pois eu estou encontrando cada vez menos valor nesse meu tablet, estou considerando vendê-lo. Já sobre o iPhone, jamais o compraria: dinheiro demais e um sistema que cobra um extra por fazer pouco além daquilo que já faço com meu Android.

          1. O que estou pensando em comprar, é um iPhone SE, pois como já tenho um celular grande (o Note 4) estou pensando em um menor. O valor do iPhone SE nos EUA, não é tão abusivo (em torno de $200 dólares).

          2. Dizem por aí que vai sair uma nova versão do SE.
            Se sair os 200 dólares vão ficar ainda menor :P

    2. Eu já me considero o loucão da Custom ROM hahaha

      Sempre que pego um aparelho eu coloco uma Custom ROM em no máximo 2 meses. Talvez por isso essa minha fissura com os Nexus (que tem mais apoio dos devs nesse quesito).

      1. Pelo que eu li, dá um certo trabalho, apensar que esse não é ponto, mas as funções que o sistema padrão me fornecem, e uma Custom ROM, não me forneceria ou não daria suporte.. Acabei até lendo e procurando saber sobre ROMs para o Note 4, mas ainda não me convenci em trocar.

      2. Quando eu tinha Android, lá na época do 2/4 eu vivia nessa. Cansei muito.

        Era legal mudar a ROM, mas com tempo fui cansando, depois que migrei para iPhone nunca mais voltei…. quero mais isso não.

        Eu lembro eu uma vez na fila do cinema com a namorada e enquanto esperava tava lá eu trocando a rom, vendo as novidades, eu era viciado nisso, me livrei :)

        1. Puts!

          Eu gostava de testar várias e depois escolhia a que mais me agradava. Agora tô simplesmente vendo algumas opiniões de outros usuários, benchmarks e dados de consumo de bateria pra escolher uma e seguir feliz da vida. No fim das contas pra mim ainda vale a pena usar uma Custom ROM, só não vale mais esse processo de testar várias possibilidades…

          Meu Nexus 5X segue firme e forte com a mesma Custom desde que instalei pela primeira vez rs

          1. Ah sim, odiava essa parte, o celular tinha funcionalidade X mas essa funcionalidade não estava presente na custom ROM.

            Ficava muito triste com isso.

      3. Você conseguiria achar um guia para lineageOS para moto g2 ?
        De preferência um que não seja vídeo dublado (pois tenho deficiência auditiva).

  14. Sobre usabilidade no iOS, ultimamente tenho me incomodado um pouco com a aparente falta de “memória” do celular quando tento voltar a ouvir o que estava escutando antes ao pressionar botão do fone. Normalmente venho para o trabalho ouvindo podcasts, e durante o experiente não costumo assistir ou ouvir nada, então quando saio e tento voltar a ouvir o podcast me parece que o celular demora um bocado até eu conseguir voltar a ouvir, sendo que eu preciso dar mais de um clique no botão até isso acontecer. Isso sem mencionar que, em alguns casos, ao invés de voltar a ouvir o podcast o player de música é ativado com alguma faixa aleatória (¬¬).

    Talvez isso seja um viés de confirmação, mas tenho a impressão que antes do iOS 10 isso não acontecia. Inclusive, uma funcionalidade (não consigo lembrar o nome) que achava muito bacana era aquele lance de conectar o fone e o celular já sugerir o app que normalmente você usava, no meu caso o tal app de podcasts. Isso saiu mesmo ou é alguma configuração?

      1. qual app de podcast vc usa? eu costumo ouvir no meu iPod Touch, mas no Note 4 nunca usei..

        1. Tenho um Redmi 2 Pro com CyanogenMod 13, e uso o Pocketcasts.
          Ele sempre volta para o player de música do CM…

        2. Pra Android o Pocket Casts é quase que uma unanimidade haha

          Até testei outros, mas não me adaptei tão bem quanto a ele.

    1. Isso me incomoda bastante no Android – Estou ouvindo Spotify, pauso a música e quando pressiono o botão de play no meu fone, ao invés de voltar a reproduzir a música pausada no Spotify, o Android abre o Wecast que nem estava aberto e toca podcast.

      1. O meu até consegue recuperar o player certo depois de alguns poucos minutos, mas se o intervalo for maior ele sempre erra.

      2. No meu caso, o Spotify é o ladrãozinho do fone de ouvido. Se deixa ele rodando em segundo plano, sempre que aperto o botão de play, ele começa a tocar a última música que estava ouvindo.

    2. Qual iPhone você tem? Desde o 6s, primeiro com 2 GB de RAM, esse tipo de coisa ficou bem rara — até as páginas no Safari ele mantém ativas por um bom tempo. Aqui, não tenho problemas com isso (uso o app padrão de podcasts).

      1. Eu tenho o 6. Acho estranho porque até, onde me lembro, no iOS 9 isso não ocorria. Fora isso não houve diferenças de desempenho depois que atualizei para o 10.

        Essa questão de colocar o fone e ele sugerir o app, aí ainda acontece?

  15. Tenho pensado em tornar o Manual do Usuário “Google-free”, ou seja, remover as chamadas ao Google de serviços que uso aqui. O maior impacto para você, leitor, seria a fonte usada aqui (Merriweather), que atualmente é puxada do Google Web Fonts. A alternativa, creio, seria a Times New Roman.

    Se você manja um pouco de desenvolvimento web, consegue mexer no CSS usando o inspetor de elementos para prever como ficaria. E aí, lhe pergunto: o que acha dessa possível mudança?

    1. Acho a atitude exagerada, mas isso sou eu
      Sobre a tipografia, typekit não é uma alternativa?

    2. Acho a atitude exagerada, mas isso sou eu
      Sobre a tipografia, typekit não é uma alternativa?

      1. É que o outro motivo seria reduzir o tempo de carregamento e as chamadas para servidores externos. Trocar o Google Web Fonts pelo Typekit, nesse aspecto, seria trocar seis por meia dúzia.

    3. Apenas em relação a fonte, acredito que o resultado é bacana com a Times New Roman, desde que a proporção do tamanho seja a mesma.

    4. A Times é a base de todas as fontes serifadas modernas. Grande parte dos conteúdos consumidos diariamente são escritos com ela, e até agora nunca vi ninguém reclamar.
      Duvido que alguém aqui notasse a diferença sem você falar, mesmo designers como eu

    5. Testei aqui usar a Times e não ficou horrível como pensei. Mas deixa o site um pouco com cara de memorando de escritório (rs).

    6. Para mim faria pouquíssima diferença, o 1blocker bloqueia as fontes externas aqui.

    7. Eu não sinto diferença alguma. Sendo sincero, acho difícil eu perceber diferenças que não sejam gritantes! hahahahah

    8. Qual problema vir do Google Web Fonts?

      Se for puxar de outro servidor? Você pode baixar o pacote de fontes e deixar ela local.

    9. Fonte verdana. Já tentou ver como fica ?
      Em comparação com a fonte arial acho bem mais legível.

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