Post livre #71


3/2/17 às 7h10

Post livre na área antes mesmo de começar o expediente! Para quem ainda não conhece, posts livres são posts publicados às sextas, sem conteúdo algum, apenas para abrir os comentários, onde conversamos sobre quaisquer assuntos até domingo à noite.

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67 comentários

  1. Estou pensando aqui uma estação de trabalho ergonomicamente ideal. Além dos aspectos óbvios (boa cadeira, monitor na altura dos olhos etc.), que aspectos deveria levar em conta nesse exercício?

    1. Se for investir numa estação para home office eu pensaria em uma mesa que me possubilitasse trabalhar tanto sentado como em pé em alguns momentos. Talvez uma mesa que permitisse ser suspensa.

      1. Não desistiram do Prism, nunca começaram, tentaram achar alguém que fabricasse um smart com win10 e não conseguiram.

        Além do fato do crowfunding deles não seguir os regulamentos do Catarse.

        Eu dou risada, acabo de ler a matéria deles no Facebook. Pelo que me lembro da matéria aqui do Manual, eram 4 pessoas que “trabalhavam” na na empresa como um projeto a parte. E agora demitiram 90% do staff até o CEO, e irão, agora, usar o selo Ulefone, outra OEM chinesa.

        Gosto do tom de grandiosidade do texto. Até parece empresa grande falando. Vou gostar de acompanhar o desfecho.

        1. Para mim, como usuário e fã do Windows, boa sorte e que se danem, tentaram vender ilusão para um povo carente de aparelhos e falharam nisso. Falar ≠ fazer.

    1. De verdade achei que fosse uma escola de idiomas. Nem sabia da existência disso

    1. Quanto é o custo disso? Será que fica viável colocar um desses ali na Av Paulista?

      1. Não sei, acho que não deve ser barato para implementar e de fazer manutenção.
        Seria interessante saber se ajuda realmente com questão de conforto bioclimático, porque aí poderia reduzir o consumo de ar condicionando para compensar

  2. Estava aqui pensando: leitor de digitais num celular Android tem mais alguma função além de desbloquear a tela? Tenho um Redmi 3S e só vejo a implementação da digital para isso.

    1. Acho que a falta de consistência entre sensores, marcas, e formas de implementação causam isso. Além de só ter chego suporte no Android 6.0, por parte do Google, e ainda sim só é em alguns sensores.

      1. pff. então fique longe de oficinas mecânicas. é absurdo como as fabricantes mudam de padrões.

        1. Com esses sensores, é a mesma coisa, a mesma fabricante pode ter mais de um tipo de sensor para um mesmo modelo, em diferentes regiões do mundo. Ai aplica-se isso a X fabricantes de sensores, com Y implementações diferentes, e acaba que fica aquela coisa meio malfeita. Ainda mais quando quem da suporte ao OS pode não suportar todas as fabricantes.

    2. Uso o Cerberus Anti Theft no meu G4 Plus e ele permite que eu faça o login no aplicativo utilizando a digital. Dos aplicativos que eu tenho instalado, é o único que oferece esse cômodo recurso.

        1. Não precisa, eu tenho ele instalado nos meus aparelhos sem root.

        2. Se você quiser que ele seja instalado como app do sistema, sim. Aí se o ladrão formatar seu smartphone, o Cerberus continua instalado mesmo assim.

          PS: Super útil a autenticação por digitais no Cerberus! Faz um tempo que não abro o app, então nem tinha percebido.

    3. A Play Store permite que você autorize pagamentos no app usando a digital há um tempinho.

      Como o Marcos falou lá embaixo, a falta de um padrão nos sensores acaba atrasando a implementação da tecnologia, afinal, é mais uma variável pros devs testarem junto com as outras dezenas de especificações diferentes dos smarts Android.

    4. No S6 Edge a Samsung inseriu a integração também com o navegador para não precisar digitar senhas e logins de sites e funciona perfeitamente.

      Também é integrado a proteção de compras sem precisar digitar e-mail e senha.

      Além de apps de terceiros que quiserem utilizar, como o ótimo Cerberus.

    5. Atualmente estou usando o KeePass, um gerenciador de senhas (não sei se é o melhor do gênero, mas me serve muito bem). Ele te permite preencher qualquer campo de senha (mesmo sendo em um aplicativo ou em um site) com sua senha armazenada no banco do KeePass. E pra abrir o aplicativo (que detecta quando você está num campo de senha), você utiliza a digital. É bem legal.

      Fora esse, tem outro aplicativo que permite colocar um atalho (abrir um app, alterar alguma configuração, etc) no leitor de digitais. Não lembro o nome agora, mas deve ser fácil de encontrar. Não achei tão prático mas enfim.

      Ah sim, no meu celular ele também permite acionar a câmera.

  3. Uma experiência curiosa que gostaria de compartilhar: resolvi abrir uma conta “digital” do Itaú. Tudo muito fácil: tem um App para IOS, você tira foto dos documentos, assina um papel em branco, para registrar a assinatura, e envia tudo por lá, de forma organizada e simples. No dia seguinte recebo email e mensagem confirmando a abertura, e já informando os números da agência e da conta. Entro agora no aplicativo do Itau, não mais no AbreConta, e começam as perguntas de praxe: se quero cartão de crédito, internacional ou nacional, ou apenas de débito, limite de crédito, se quero cheque especial, etc…
    Mas aí começa a parte estranha e sem sentido da operação “moderna-digital (digitau?)” do Itaú: Eu via a propaganda do itaú digital, e mesmo com aquele horrível Digit@u, eu queria essa conta, por não haver tarifa, nem limite de operações, desde que não fossem presenciais, na agência. Mas na hora, não havia essa opção/pacote de serviços para escolher. Apareciam pacotes com diferenciados valores de mensalidades, mas não a tal conta digital. No fim, havia a opção de uma conta sem tarifa, porém com serviços limitados: pouquíssimos saques por mês, uma TED, coisas assim… Nada da conta digital que me proporcionaria fazer tudo, desde que pelo aplicativo ou computador, sem tarifas. Mesmo assim, concluí o processo optando por esse pacote, esperando que depois eu poderia, via atendimento virtual, ou na pior das hipóteses, telefônico, solicitar a alteração.
    Então aparece o contra senso, beirando o absurdo: como não encontro em nenhum canal digital a opção para mudar de pacote, ligo para o 0800 do banco. E aí, uma atendente informa que realmente a adesão ao “Digit@u” somente pode ser feito PESSOALMENTE em UMA AGÊNCIA….. Como não queria ir em agência nenhuma perder tempo, desisti da conta e do Itaú.
    O curioso é que encerrar a conta também foi bem simples: no App AbreConta tem uma opção logo na tela inicial: “encerrar conta”, você clica, faz um download de um formulário, preenche quatro ou cinco campos, assina e devolve por email. Duas ou três horas depois recebi um email informando que a conta estava encerrada…
    Pelo menos, todo esse processo foi sem aborrecimento, brigas e perda de tempo em call centers…

    1. Os bancos nao divulgam a conta digital… imagino que como todos os bancos tem, isso seja uma imposicao do governo… mas eles nao devem gostar mto pq nao gera tarifas

    2. Minha mãe tem conta no Itaú e tava pagando um absurdo de tarifa mensal. Recomendei a digital. Ela teve q ir três vezes ao banco pra mudar. Eles dificultam ao máximo pra vc desistir.

  4. Essa semana, vendo os resultados das empresas, estava pensando na relevância das análises de produtos/mercado da cobertura de tecnologia. Na política, já vimos que ela é bem menos relevante do que parecia, vide que temos Donald Trump como presidente apesar de um grande movimento da imprensa contra sua candidatura.

    Depois dos últimos lançamentos, a Apple está sendo duramente criticada e a Microsoft elogiada por estar tomando o lugar da última na área de computadores high-end, incluindo até declarações da última que as coisas estão roubando usuários da Apple.

    Na prática, o Surface Book vende muitas poucas unidades comparados a própria linha Surface (http://www.techradar.com/news/mobile-computing/tablets/microsoft-has-sold-nearly-10-times-more-surface-pro-4s-than-surface-books-1323945), perdendo em market-share até para os relativamente criticados Surfaces Pro 1 e 2: http://www.pcworld.com/article/3088098/tablet-pc/microsofts-pricey-surface-book-is-getting-stomped-by-the-ancient-surface-book-3.html. O Surface Studio vendeu 30K e a Microsoft disse que superou as expectativas, é um produto vitrine.

    Por outro lado, a Apple bateu as vendas anuais de todos os seus concorrentes em 5 dias (http://fortune.com/2016/11/09/apple-macbook-pro-sales/) com os MacBooks Pro, chegando perto até de seu concorrente interno MacBook.

    Ou seja, calma, o fato de ser um produto fantástico do ponto de vista tecnológico mas não é um fenômeno de mercado. Não vou entrar nos méritos de cada produto, mas tirando o Surface e Surface Pro, o restante da linha não parece ser um produto de grande alcance.

    Por outro lado, os Chromebooks que estão sendo largamente utilizados para fins educacionais e superando a Apple em volume de vendas (http://www.theverge.com/2016/5/19/11711714/chromebooks-outsold-macs-us-idc-figures) não recebem muita atenção da imprensa. Basicamente, não são produtos muito interessantes do ponto de vista tecnológico, então não gera textões emocionados do tipo: “Microsoft não é mais quem oferece computação a todos, Google está tomando seu lugar”.

    Não tanto jornalistas mo caso, mas tem fan de Android que vive em uma realidade paralela, dizendo que para empresa dar certo é necessário ter Android puro, atualizações, linha enxutas, trazer “inovações”, etc. A Samsung sempre ganhou esse mercado passando por cima disso tudo, a Motorola não dava dinheiro para o Google e o Moto X foi um fracasso apesar da estratégia “perfeita”.

    A Xiaomi criou, ao meu ver, o mito do usuário influente que faria as pessoas comprarem smartphones com essas qualidades porque eu geek sou influenciador. Acredito que ela ficou tão grande porque a China é gigante e diferente e, até poucos anos atrás, não tinha concorrente a altura no seu mercado em termos de qualidade. Agora que temos competição com Huawei e Oppo, usando a estratégia tradicional de jogar produtos nas lojas e investir em publicidade, ela está perdendo mercado. O fracasso retumbante no Brasil é outro sintoma de que o “geek influenciador” talvez não seja lá tão relevante, exceto talvez a Asus que correu por fora…mas investe também em mídias tradicionais.

    Por fim, o iPhone sem graça continua vendendo muito bem obrigado apesar do lançamento ter sido decepcionante em termos de “inovação”. Ah e os iPads cada vez mais longe de ser o futuro da computação como era prometido, mesmo ficando cada vez mais voltados para essa tarefa.

    Dado isso, acho que seria interessante se tivéssemos mais análises como do Benedict Evans que avalia com dados essas opiniões. Eu mesmo compartilhei de muita dessas hipóteses de boas estratégias, mas que parecem estar erradas, tipo o iPad ser o computador do futuro.

    1. Em defesa dos jornalistas que batem no iPhone e acham que o Surface é o futuro, parte do trabalho é isso mesmo, futurologia. É tentar antecipar o que será popular amanhã. Os primeiros a terem contato com o próprio iPhone certamente viram ali algo de valor e que um dia seria massificado. Acertaram. O grande desafio é fazer esse exercício sem cair nas armadilhas da paixão e, ao mesmo tempo, manter os pés firmes na realidade. Acho que falta muito disso na imprensa de tecnologia — daqui e de qualquer lugar.

      1. Os blog especializados que o digam, é raro ver quando um produto da Apple tem algum lado negativo num 9to5Apple. É só ver os links que fanboys usam para validar o argumento deles.

        1. Eu tenho um pé atrás com qualquer blog/site que se identifica como específico de uma marca ou produto — e falo isso como alguém que já teve um sobre a Microsoft. Só faço o adendo de que, na média, produtos da Apple têm menos pontos negativos que os da concorrência. Enfim.

      2. Sim. Não dá pra acertar sempre e essa paixão exacerbada, sem questionamentos, me preocupa. Isso dita facilmente os rumos do mercado e deixam a ver navios consumidores que querem alternativas.

      3. Sim claro, eu mesmo caí em várias dessas narrativas, minha preocupação é a falta de reflexão: o Surface Book super elogiado vende pouco dentro dos Surfaces (para mitigar a questão da marca), enquanto os MacBooks Pro foram um sucesso comparado a própria Apple (vendeu mais dentro da marca).

        Tenho várias explicações na minha cabeça, como a simples não necessidade de produtos específicos para profissionais e até um erro de avaliação de mercado. Por exemplo, sendo desenvolvedor, me senti completamente ignorado pelos reviews dos MacBooks que consideram usuários “profissionais” apenas quem edita vídeos e fotos.

        Independente das minhas teorias, me incomoda ninguém avaliar ou mesmo cair na jogada do “vendeu mais do que esperado” sendo que o esperado era basicamente não vender o produto.

      4. Só não esquecendo do famoso caso da análise do iPhone do John Dvorak em 2007, para o qual o produto seria um flop instantâneo. A análise só não se revelou tão equivocada quanto a do primeiro Macintosh, vinte anos antes — feita por ele mesmo — na qual ele considerara a presença do mouse uma solução inadequada e que seria rapidamente rechaçada pela maior parte das pessoas…

        ;)

    2. O Surface Studio veio no mercado pra concorrer com a Wacom, e pelos reviews, não vale a pena. É um belo produto, mas como muitos disseram, se fosse só o monitor seria muito melhor. Além do fato, de que o mercado para essas tela digitalizadoras é bem pequeno, e o preço dele não ser nada convidativo. Sobre o SurfaceBook, é muito caro, a bateria da primeira geração era uma piada, ainda mais pelo preço cobrado.

      Sobre os chromebooks, não tem muito o que falar, é um notebook barato, com o hardware de um netbook atualizado rodando o ChromeOS, que atende bem o usuário médio, a um baixíssimo custo. Os caros custam 400 dólares, o preço de um notebook barato com windows.

      Já foi falado no podcast aqui, várias sacadas do android puro vieram de customizações das fabricantes, que são implementadas várias versões depois. E as únicas empresas que fazem dinheiro no mercado são a Apple e a Samsung. Os jornalistas tech podem esculachar dizendo que iPhone X e Galaxy Z não inovou, mas ainda sim são os que vendem. O sonho molhado de quem customiza o android, é a fabricante destravar o bootloader e abrir os drivers para a comunidade, só que ninguém faz pois iria atender um nicho tão pequeno, que não paga a conta.

      Sobre a Xiaomi, a grande sacada deles, que fez eles crescerem um monte, foi comprar as partes rejeitadas e as sobras do grandes aparelhos, e empacotar numa margem de lucro bem baixa, aonde eles conseguiam ter hardware equivalente por metade do preço. Eles deram um boom de crescimento, e logo atrás veio outras empresas fazendo o mesmo. Até que eles começaram a fazer um pouco de tudo, só que ninguém queria comprar nenhum de seus produtos além dos celulares. E a marca Mi só bombou na china, no resto do mundo até vendeu, mas nada que valesse a pena investir num mercado. No Brasil, tentou levar produtos baratos, que até valiam a pena, mas que as pessoas não comprariam pois não conseguiam comprar presencialmente, essa experiência que sempre faltou. Além da vergonhosa campanha para gerar hype com vendas limitadas, com hora marcada.

      Os iPads, e todos os tablets, tentaram ser o próximo netbook, mas também não foi. um híbrido entre tablets e notebooks também não vai bem, mas ainda tem tempo de se ter um boom no mercado, é coisa para o tempo dizer.

      1. Como assim vc acha o SB caro(e é msm)?E o que dizer desses novos MBP que são piores do que a geração anterior?Sobre o Surface Studio:A MS ñ quer competir com a Wacom de fato,ela quer fazer com o SS o que fez com o Surface Pro,que é ser referência para as OEMS.O Surface Studio ñ é melhor que os produtos da Wacom,pois até onde eu sei,a mesa mais barata deles é 2K;só a mesa(fora que as mesas da Wacom são melhores em detalhes mais técnicos tbm como níveis de pressão e tals).O SS surge como uma opção de tudo em um com um tela de altíssima qualidade alá iMac 5K.E acerca dos HÍBRIDOS(o próprio Surface é um exemplo de sucesso,ñ?),eles são o futuro,estão crescendo aos poucos:
        https://mspoweruser.com/windows-tablets-takes-share-from-ios-and-android-reaches-16-market-share/

        1. Sucesso vai depender da sua perspectiva, crescer num mercado que está encolhendo não é sinal de muito sucesso, além que a própria pesquisa diz, que o que mais vende são os 2 em 1 baratos, das OEMs e não o Surface. E sobre os MBP para meu uso eles são melhores. Ter 4 portas Thunderbolt é excelente para mim. Que uso o sistema todo dia, em casa e no trabalho, é ótimo.

          Sobre o Surface Studio, fazer um produto desse achando que irá vender, não vai. A Apple, domina o mercado de AllinOne, pois tem um preço competitivo para o que entrega, além de ter o nome. Os produtos da Wacom não são baratos, mas entregam qualidade excelente, e por isso domina o mercado. Além do SS ter hardware de notebook.

          Tenho tanto um tablet quanto um notebook, e pra mim vão ser ainda produtos diferentes, abri mão de usar windows em qualquer lugar além da privacidade inexistente no Windows10, essa tentativa de ser touch, uma UX/UI pensada para o touch não funciona bem quando se utiliza um mouse e vice-versa, e não acho nada prático ter que tirar a mão do teclado para tocar na tela, é uma verticalização nada prática. A touchbar ainda não faz sentido, mas no futuro pode ser mais prática se tiver adoção.

          Até o SurfacePro3, ele tinha alguns sérios problemas, a bateria durava pouco tanto para um notebook do preço dele, quanto a usabilidade era ruim como tablet, parece que o SP4 melhorou isso, mas ainda sim vender um pouco e citar site do Windows para corroborar sua teoria não ajuda seu ponto, olhe a pesquisa, e pouco é falado do dito cujo, e mais sobre o preço. Que dificulta as vendas dele e similares da concorrência.

          1. Mas a fonte não é do MSPowerUser, eles só noticiaram.E não falei das vendas do SP4, só disse que híbridos são o futuro agora e que estão crescendo.O SS tem hardware semelhante à de qualquer iMac,não? Ou iMac são estações e eu não estava sabendo? Acho que não né…
            Vc fala desses MPB como se fosse os únicos que tivessem USB-C, visto que a tendência é essa,e não importa se vc acha eles melhores,a geração passada é melhor em alguns pontos(fizeram tantas comparações), visto que até no desempenho, nada mudou,msm os novos MBP tendo o segundo SSD mais rápido do mercado. Sobre privacidade e tals: Sério que vc tocou nisso?Vc acredita que a Apple é santa, não coleta nada dos seus usuários?E dá pra desativar tudo no W10 caso queira. Nessa atualização que vem aí, vão deixar isso bem explícito no momento da instalação:
            https://mspoweruser.com/windows-10s-creators-update-to-give-users-better-control-over-their-privacy/
            Sobre a usabilidade, isso é com vc. A utilização com mouse no Windows 10 não mudou nada(no Windows 8 tentaram e foi por isso que fracassaram), só estão acrescentando novos atalhos de teclado e tals.O que mudou foi a interface touch, na vdd continua mudando, eles estão a deixando mais consistente a cada nova atualização (compare desde a primeira versão do W10 lançada até agora).

          2. A questão não e ter portas USB-C, e sim, ter Thunderbolt em todas as portas, tirando um HP, todos só tem 1 porta Thunderbolt, para mim, que estou no ecossistema já, ele acaba sendo melhor, mas isso no meu uso. Aonde ja nao conecto meu celular no computador a anos.

            E no Windows10 sim, eu toquei no assunto privacidade, pois mesmo que eu desabilite tudo, ha vários dados sendo coletados. Se isso vai mudar, bom, mas hoje ainda e coletado mais coisas do que estou confortável em compartilhar. E mesmo quando se desativava pelo editor de registros, a próxima atualização, trazia tudo de volta.

            Sobre a Apple coletar ou não dados, acho que não coletam, pois se coletarem e forem pegos, a RP da empresa vai ficar doida, alem de possíveis processos em varios locais do mundo, e da perda de confiança do publico, ainda mais depois do Caso de San Bernadino. Ela acabaria afetando mais a si mesma, e seus acionistas no longo prazo. Então sou bem confiante que eles não coletam dados. Alem do que a Apple faz dinheiro com Hardware, software e SaaS esta começando a dar lucro.

            Tente desativar a telemetria no Windows 10, e vc vera como e difícil.

    3. Benedict Evans… O pessoal não tromba com ele, mesmo tendo análises interessante e q fogem do lugar comum. Como essas promessas de futuro, q vc relata, são bem feitas e as narrativas que servem de embalagem dão bonitinhas, todo mundo adere gostosamente. Teve até reunião na firma por conta daquela matéria do Chris Anderson sobre o fim da web… Sei lá, mas analisar dados e fazer projeções com base mais consistente tende a deixar muita gente frustrada. Acho q às promessas q a gente vê agora, de inteligência artificial, carros autônomos etc podem cair no mesmo lugar.

      1. O coração fala mais alto que a razão, haha! Acho que muito da birra com o Benedict vem disso. Obviamente que ele tem suas preferências, mas uma parte enorme dos seus argumentos é pautada por números, estatísticas, aspectos objetivamente mensuráveis. E aí a gente cai num paradoxo curioso: muitos dos que reclamam dos artigos dele também questionam a tal “parcialidade” da imprensa.

      2. acho que o pessoal não gosta muito do Evans por que machuca algumas crenças…, principalmente quando ele adverte que algum produto de alguma empresa pode não fazer sucesso…

        1. O q eu acho muito louco, e já comentei aqui algumas vezes, é o pessoal ser tão fanático por conta de marcas de produtos de informática. Tá certo q isso tb se desdobra em outros segmentos (carros, armas etc), mas é bem diferente de futebol ou mesmo política q não são coisas e sim atividades humanas q levam a vitória e poder, respectivamente. Tudo bem q essas coisas, os produtos de informática, são criações humanas, mas elas não tem o mesmo objetivo q futebol e política, apesar das empresas almejarem baterem seus concorrentes em número de vendas e tal, mas isso diz respeito exclusivamente às empresas (e aos acionistas), e não a seus consumidores de um modo geral se os equipamentos não são uma fraude ou causam prejuízo a quem compra… Cara, eu ainda acho isso BEM bizarro. Na verdade, é a parte da coisa q eu menos compreendo. Tem a ver com identidade, claro, mas parece uma coisa meio corrompida: ao invés das pessoas se identificarem com um time, se identificam com uma marca… Os caras lá naquele primeiro encontro de fãs da Xiaomi ainda é uma incógnita pra mim.

          1. Eu já acho difícil entender a idolatria que as pessoas tem por pessoas. Toda a ideia do fanatismo já é de difícil concepção. Mas esse fanatismo por marcas não chega a surpreender tanto. Já vi tantas discussões entre fãs da Lamborghini e da Ferrari, aonde eram apenas criações humanas, aonde perdia-se horas na discussão de quem era melhor, ainda que apenas avistar um na rua era algo incrível. É algo que deixo a psicologia tentar explicar.

          2. Sem dúvida tem explicação, mas ainda não trombei com ela.

            Já a pessoas eu entendo, pq elas têm emoção e provocam emoção. Um pouco de carisma já é capaz de mobilizar muita gente e tem as questões de identidade em jogo.

            Mas isso não necessariamente leva ao fanatismo. Pode haver idólatra fanáticos, mas pode haver apenas idólatras.

          3. Com licença. Sei que provavelmente ignorará o comentário, mas só para tentar entrar no fluxo da conversa do pessoal.

            Idolatria e/ou fanatismo ocorre porque as pessoas querem “se agarrar” a algo plausível, que conforte o seu futuro e presente. Seja uma pessoa que tenha carisma (e palavras bonitas), seja uma marca de um produto (que cative pelo seu marketing), seja por um equipamento (pelo seu visual, aparência, sensação que provoca), seja por qualquer outra coisa, um animal (e sua relação), uma ideologia (e sua concepção que ajude a definir seu próprio estado de futuro e presente), etc.

            Isso vale para o vilanismo também – as pessoas querem rejeitar algo que possa frustrar seu conforto ou estado atual (se preferir o termo status quo, sem problemas).

          4. Eu acho estranho idolatrarem pessoas apenas por certas coisas que elas fizeram, como você citou a Ferrari… o Enzo Ferrari era um baita de um cuzão. Henry Ford era um eugenista!
            Parece que alguns feitos apagam o lados negativo dessas figuras.

          5. É como a história é contada, se você trouxe mais bem do que mal para o mundo para que vilanizar alguém? Só o tempo consegue dizer se o que você fez bem de fato, se você estava do lado certo da história.

    4. Essa semana eu me deparei aqui e acolá com matérias e artigos questionando “qual será o futuro do iPad” — ou variações disso. De um modo geral, passados 10 anos do produto que iniciou a suposta era “pós-PC”, todos se perguntam o que diabos aconteceu de errado com os tais sucessores do PC — embora o capitalismo do Vale do Silício não esteja nem aí pra isso, já que todos esses produtos juntos continuam vendendo absurdamente mais do que mesmo na era de ouro do PC nos anos 90/2000.

      vejo a coisa de dois modos:
      1. nunca se venderam tantos produtos de tecnologia da informação para o “usuário médio” (ou seja: para mim, para você, para nossos vizinhos e principalmente para nossos pais, mães, tios e tias que passam felizes seus dias no grupo da família no WhatsApp). Ou seja: não há qualquer motivo para falar em uma suposta “crise” de inovação nesse mercado. Enquanto as vendas continuarem altas (e o lucro da apple no Q1 2017 deixa isto bem claro mesmo após o burburinho midiático todo tão bem citado pelo @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus que com justiça considerou este o ano menos inovador da apple pós-retorno do jobs), o capitalismo continuará funcionando bem para esses atores.

      2. há uma ânsia de se descobrir o produto que será o “iPhone killer”: a mercadoria mágica que será o novo objeto de desejo de 6 bilhões de pessoas no mundo e que inaugurará ou consolidará uma nova categoria de produto no mercado de tecnologia da informação para aquele “usuário médio” citado acima.

      Tenho a impressão que o iPhone teve a sorte (e, obviamente, a esperteza de posicionamento mercado de seus produtores no momento certo) de se encaixar em um tipo de produto que já era vendido pelo sistema capitalista como uma mercadoria necessária para qualquer pessoa no planeta (o telefone celular). Pelo mesmo motivo o supostamente “fracassado” apple watch se tornou o segundo relógio mais vendido no mundo — afinal, ele é marqueteado como “watch” e não como um “smartwatch”. Computadores continuam a ser usados por profissionais, mas smartphones são usados por todo mundo. Acho que coisas como RA, RV e similares simplesmente não serão a “next big thing” pois não utilizam a mesma estratégia do iPhone (ocupar o espaço de um tipo de mercadoria que já é amplamente utilizado).

      Estou escrevendo esse comentário em um macbook pro de 2014 — que não pretendo trocar pelos próximos três ou quatro anos, ainda que o utilize todo dia, mas não mais do que algumas horas. Meu iPad de 2013 está encostado no armário há alguns meses (eu praticamente só o uso quando vou viajar). Meu iPhone, porém, uso desde o despertar até a hora de dormir e pretendo comprar um novo ano que vem, caso a promessa do carregamento sem fio à distância se concretize. Enfim: não tenho vontade de comprar novos MacBooks, iPads, etc, mas novos iPhones eventualmente, sim, bem como nenhum outro gadget mágico.

      A exceção são os tais AirPods que… simplesmente funcionam.

  5. Já citei este livro em alguma matéria recente. Agora que estou nas últimas páginas, reforço a indicação: Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, do Yuval Noah Harari: http://amzn.to/2jFbtI2

    É um passeio histórico muito bem escrito e fundamentado sobre a nossa espécie. As sacadas do autor, principalmente sobre religiões, capitalismo e impérios, muito legais. O tipo de leitura fácil, mas que mexe com a sua visão de mundo.

    1. Eu li esse livro no fim do ano passado. De fato, muito bom! Também recomendo.

      Apesar de ser um livro que se propõe a falar de uma forma bem abrangente de nossa espécie, ao mesmo tempo achei bem profundo em diversos pontos.

      OBS: o Clube do Livro acabou de vez, sem previsão de volta?

      1. O formato do Clube de Livros já era, mas ainda quero falar de livros. A ideia era tratar de pelo menos um livro por mês, mas como janeiro foi meio atribulado, fico devendo o ajusto em algum momento. A questão é q dá bastante trabalho, pq não é só falar do livro, tipo uma resenha, q eu acho meio desinteressante pessoalmente falando, curto mais dar um contexto mais amplo em q o livro se insere e tal e isso demanda uma pesquisa mínima: tenho q correr atrás de outros livros, ler alguns artigos e às vezes conversar com algumas pessoas. Acho q vale a pena levar mais q uma resenha. E, claro, tem q passar pelo rigoroso crivo do Ghedin, então dá mais trabalho ainda. Já tenho dois livros na fila, sobre um deles comecei a escrever, pq já terminei de ler, e outro tive q interromper a leitura e retomo esse mês ou em março,

    2. Otimo livro mesmo… pretendo ler o novo dele que também disseram que é otimo

      1. Está na minha lista, também. Conheci o Harari pela divulgação do Homo Deus, mas me pareceu mais correto começar as leituras pelo Sapiens.

  6. Não sei quando foi, mas percebi que no Opera para Android os botões sociais já aparecem normalmente, muito bom ver o layout funcionando bem.
    Mas também vi que não tem mais o botão que nos joga para o topo da página. O Opera oferece isso, não me faz falta, mas achei interessante ver que só agora senti falta.
    Estranho como ficamos tão acostumados com as coisas que muitas vezes nem percebemos que elas mudam.

    1. Sim! Quem usa Chrome e qualquer outro navegador baseado no motor Blink também está conseguindo ver os botões de redes sociais. Subimos essa versão do layout faz umas duas semanas.

      Já o botão para voltar ao topo saiu faz alguns meses. No iOS, qualquer app retorna ao topo tocando na parte de cima da tela, ali onde fica o relógio. Fiquei curioso para saber como é no Opera. Qual o atalho?

      1. Ao iniciar a rolagem para cima aparece um botão que o leva ao topo, o mesmo ocorre se o fizer para baixo.

      2. Acho que nesse sentido o Opera para smartphone e tablets (sim, existe um layout diferenciado para cada tipo de dispositivo) há anos é o melhor navegador para Android. Essa funcionalidade fica no meio da tela, sendo do lado esquerdo subir e no direito descer (ou seja, é bem acessível e não tem necessidade de malabarismos com o dedo).

        1. Talvez essa seja a interface para tablets. Aqui no meus smartphone ambos aparecem no meio da tela no lado direito ao rolar a página.

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