Post livre #70


27/1/17 às 9h12

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154 comentários

  1. Preciso de ajuda, acabo de me mudar para Itália e estou precisando de um celular novo.
    Minha esposa pegou o Nexus 5x, por €320, porém era o último da loja e está muito difícil de achar outro pra mim.
    Alguém poderia me ajudar a indicar algum celular aproximadamente neste valor. Lembrando que aqui há possibilidade de compra de marcas como meizu, HTC, oneplus…

    Alguém me ajude por favor.

    Editado: tenho uso comum, nada extraordinário.

  2. Todos os grandes blogs e portais de tecnologia (the verge, mashable, re/code, ars technica, etc) estão ativamente se mobilizando contra trump.

    O movimento — caso seja possível chamá-lo assim, ainda que sua pauta seja difusa — está crescendo (e se espetacularizando, como é próprio do capitalismo dos eua) em um ritmo inédito — levou semanas para que o occupy wall street em 2011 chegasse ao nível de ruído que o movimento deste fim de semana está causando.

    Estou empolgado pelos resultados disso — não necessariamente otimista, mas muito curioso com essa repentina aliança entre a wall street do mercado de tecnologia com o progressismo estadunidense. De 2011 pra cá o único grande movimento de massas nos eua foi o Black Lives Matter, que foi alvo de uma campanha no mínimo difamatória pela grande mídia americana (mesmo a progressista). Dessa vez a correlação de forças é outra.

    1. Nenhum americano alfabetizado pode argumentar que o banimento temporário é uma surpresa, Trump fez campanha em cima disso, e está cumprindo, mostrando que não é apenas mais um político e que está realmente cumprindo suas promessas. A desinformação tem levado esse movimento a ganhar grandes magnitudes, o que é passado nas redes sociais é que são americanos que nasceram em outros países que estão sendo barrados de entrar. Mas o caso é todo aqueles que não são cidadãos dos sete países estão proibidos de entrar, e Trump fez isso brilhantemente, seguiu todos os passos para que o decreto seja difícil de combater legalmente. Tomou medidas, trocou pessoal, para que muitos se alinhem com seu pensamento.

      Moralmente, e humanamente falando, é uma desgraça que isso tenha ocorrido. Ainda mais quando é passado para a população que se isso tivesse ocorrido antes dos atentados de 11 de setembro, nenhuma vida teria sido perdida. O que é uma mentira, pois todos os terroristas que participaram no atentado vieram de outros países que não estão banidos. Mas tal desinformação só ajuda quem apóia o movimento, pois dá validade para a crença deles. Não esqueça-se que ~60 MI de americanos votou no Trump para que ele faça tal coisa, então por mais que esse movimento pareça grande, muitos dos que estão protestando, estão lá por causa de Trump, por que ele fez isso, pois Obama fez algo igual em 2011.

      E sobre as empresas de tecnologia, elas são empresas extremamente ecléticas, com talentos de diversos locais do mundo, há vários iranianos em cargos altos em empresas lá, além de claro, Trump ser conservador, e conservadorismo atrasa inovação.

      Ainda sim, acho deplorável o que fora feito, mas é um daqueles incidentes que foi avisado, e ele tem suporte de um grande pedaço da população.

    2. Parece que tá até causando rixa interna no Uber tb e boicote no aplicativo
      Não sei se é recente, mas parece tb que há propagandas da corona e coca cola questionando o trump

  3. Alguém com GVT tendo dificuldades para acessar vários sites? Facebook e Instagram parecem down, UOL não renderiza direito, vários sites carregando mais devagar…

  4. Estou pasmo de como Trump tem conseguido manter todas as suas promessas de campanha, e com medo do que ele pode fazer ao ganhar tanta popularidade. Fato que ele não fez tantas promessas, mas as que fez, podem afetar muito o mundo. Forçar as montadoras a criar fábricas localmente, não afeta muito a criação de empregos, dado o custo da mão de obra, as empresas preferem automatizar mais as fábricas, gerando assim menos empregos. Ainda sim, isso mostra o compromisso dele com a geração de empregos, trazendo ainda mais pessoas para seu movimento.

    Algo que acho extremamente condenável que ele tem feito, é sua propaganda para engrandecer tudo que faz, algo muito comum em regimes ditatoriais, seu compromisso com o sofismo, ao invés de fatos.

    Além do crescimento de movimentos como a Supremacia Branca, que dada a história de movimentos parecidos, sempre acaba mal.

    1. Acho preocupante, mas se ele é um presidente populista, acredito q faz sentido ele cumprir essas coisas q demandam apenas uma canetada e q não se trata de coisas q precisem ser estruturadas. Ele atende uma demanda verdadeira q é calcada no ódio ao Outro, mas 1 não chega a surpreender qdo se governa pelo medo. E governar pelo medo é tônica de muitos governos nesse mundo. Seja apresentando ameaças possíveis ou ameaçando diretamente aqueles q não pode se defender e q representam uma ameaça no imaginário das pessoas. Havia um ambiente favorável pra ele se eleger e assim se deu. Não duvido q vivenciemos algo parecido por aqui ano q vem, infelizmente…

    2. Acho preocupante, mas se ele é um presidente populista, acredito q faz sentido ele cumprir essas coisas q demandam apenas uma canetada e q não se trata de coisas q precisem ser estruturadas. Ele atende uma demanda verdadeira q é calcada no ódio ao Outro, mas 1 não chega a surpreender qdo se governa pelo medo. E governar pelo medo é tônica de muitos governos nesse mundo. Seja apresentando ameaças possíveis ou ameaçando diretamente aqueles q não pode se defender e q representam uma ameaça no imaginário das pessoas. Havia um ambiente favorável pra ele se eleger e assim se deu. Não duvido q vivenciemos algo parecido por aqui ano q vem, infelizmente…

    1. O disqus já tinha Ads numa opção, mas era um pouco seletivo, e opcional, mas como uma empresa precisa lucrar,e dada a fama que ele tem ganhado, o de graça não estava mais pagando. E eles falam em uma taxa pequena, se for proporcional ao site, não vejo como pode ser um problema. Além de um cenário aonde eles falam, tornar os comentários apenas para assinantes, o que vejo que alinha bem com o que o manual prega. Mas ai é uma questão de se vale a pena para o dono do site, assinar um disqus para livrar um pouco dos anúncios, ou se irá deixar como está.

    2. No anúncio é dito que haverá a opção de se pagar uma pequena quantia mensal a fim de remover anúncios. Resta saber qual será esse valor.

      1. Acho que dado a popularidade do Disqus, ainda mais em pequenos blogs, se for feito uma taxa proporcional ao analitcs do site, ambos sairiam ganhando.

  5. A um bom tempo estou de olho nos notebook para ver se compro algo bom.
    Quero apenas RAM de sobra (16~32 GB), um bom CPU, uma bateria decente e uma tela fullHD. E principalmente: NÃO QUERO UMA MALDITA VGA DEDICADA NO NOTEBOOK.

    Mas ou pego CPU ruim (malditas intel U / Y) sem VGA dedicada, ou pego um CPU bom com VGA dedicada… isso nas ofertas aqui no brasil e nos eua, chutei o balde e apesar de cursar redes de computadores não vou comprar um notebook tão cedo.

  6. Acabei de receber meu novo teclado e mouse, um kit Bluetooth Designer da Microsoft. Primeiras impressões seguem!

    Tanto o mouse quando o teclado têm perfil bem fino e isso já se mostrou um problema. Comecei a usar um desses apoios para o pulso compridos, para pegar toda a extensão do teclado; com esse, fica desnivelado, ou seja, os pulsos ficam mais altos. Coloquei o teclado em cima de um livro e… ok, esteticamente feio, mas confortável.

    As teclas são bem macias e o layout, em boa parte bom — padrão ABNT2. Por ele ser compacto, não há espaços vazios entre o teclado QWERTY e o numérico. Está meio confuso o acesso às setas, mas talvez seja questão de costume. Ter teclas dedicadas para Page Down/Up, Home e End é um alívio (nos teclados da Apple, tem que fazer combinações de teclas para ter essas funções).

    O mouse é ambidestro, o que pesou bastante para a minha escolha. Ele desliza macio e usa aquela tecnologia BlueTrack, que permite usá-lo em superfícies diversas. A roda é um pouco dura, mas diminui a velocidade de rolagem nas configurações do macOS e ela passou a se comportar melhor.

    Enfim, a primeira impressão não foi “oh meu deus, que teclado maravilhoso”, mas está melhor que o que vinha usando, um antigo Wireless Desktop 2000, também da Microsoft. Usarei por algumas semanas e, talvez, escreverei algo mais extenso sobre.

    1. Ghedin, por favor, faça um review com fotos desse mouse e teclado (depois de ter bastante tempo de uso).

      Comprei um Mac ano passado e tive sérios problemas para conseguir um teclado decente no Brasil.

      Acabei sendo obrigado a importar um modelo da Logitech nos Estados Unidos, que possuía as características que eu precisava (sem fio, retroiluminado, bateria e carregamento por usb).

      Foi bem rápida a entrega e valeu cada centavo. Esse tipo de produto é extremamente difícil de encontrar em terras tupiniquins.

    2. Interessante eu eu gosto bastante da solução de cmd + setas para esses atalhos, acho mais intuitivo, uniforme entre os diferentes tipos de teclado e não aperto sem querer.

      Mas o maior problema não é nem os botões em si, mas como os fabricantes colocam eles em QUALQUER lugar, é quase impossível programar na mesma velocidade trocando de notebook por causa da zona que são esses botões de Home, End, Pg Down e Pg Up.

      1. Eu sou usuário compulsivo de Home/End/Page Up e Down, então me dói na alma toda vez que uso um teclado que muda essas teclas de posição ou (argh) lança mão de atalhos para estas funções. Mas como todo ser humano é contraditório, há 10 anos uso apenas notebook então reconheço que sinto falta de um teclado numérico para fazer o jurássico alt+167 ou 166, costume que não consigo desapegar :)

        Meu primeiro notebook Toshiba deslocava a interrogação para a letra W, acionável com o Alt Gr. Uma das quebras de paradigma mais imbecis que já vi. Sorte que depois voltou ao normal, no clássico acionamento com Shift.

      1. Não, é com teclas do Windows. Trata-se apenas de se adaptar às novas posições: Command fica na tecla Windows, Option é Alt e Control é… bem, Control — essa não muda.

    3. Será que alguém no mundo já fez um post sobre livros para se colocar embaixo de periféricos afim de atingir a ergonomia?

      1. Hahaha, daria para fazer um com todas as coisas que já usei de apoio. Livros, caixas, pilhas de revistas… curiosamente, só nunca usei um suporte específico para tela/notebooks.

  7. Pensando em boas iniciativas de slow web no brasil: o que aconteceu com o oene? Acabou e apenas não saiu do ar?

    Em tempo: quais os bons sites (brasileiros e estrangeiros) de slow web vocês costumam frequentar — além, é claro, do MdU?

    Ainda em tempo: “rede lenta” é obviamente uma péssima tradução para slow web. Qual seria uma boa tradução?

    1. Acho que Slow Web funciona bem porque “web” é um termo difundido aqui — ainda que frequentemente seja mal empregado.

      Quanto a outras iniciativas com esse espírito, talvez o ZTOP? Passei os olhos pelos feeds que assino e, a menos que tenha deixado algo passar, não encontrei nada ali nacional… Pena.

      Até onde sei, o Oene ficou em stand by depois que o Pedro foi fazer mestrado nos Estados Unidos.

      1. Tomara que volte logo! (em geral eu discordava de muitos dos posicionamentos políticos que circunscreviam os artigos do oene, mas mesmo assim gostava de ler — o que, pra mim, só tornava o site ainda mais interessante)

      1. Era ótima, realmente. Comparo com a do Nexo, que apesar de muito boa, não tem a mesma graça que a do oene tinha.

    2. Acho que hoje o Nexo é imbatível. Pra newsletter diária assino a “meio” (CanalMeio) e os caras fazem um trabalho único de curadoria nacional.

      Newsletter gringa para longreads você pode usar o Pocket Hits ou Instapaper Weekly que são curados por todos os usuários dos serviços. No começo achei que iria ser algo como o Trends do Youtube, mas não! A qualidade é bem boa.

      Tem o velho Digg que é bem legal.

      Meu sonho é a BBC fazer um boletim internacional semanal e bem sumarizado em várias linguas.

  8. Pensando em boas iniciativas de slow web no brasil: o que aconteceu com o oene? Acabou e apenas não saiu do ar?

    Em tempo: quais os bons sites (brasileiros e estrangeiros) de slow web vocês costumam frequentar — além, é claro, do MdU?

    Ainda em tempo: “rede lenta” é obviamente uma péssima tradução para slow web. Qual seria uma boa tradução?

  9. Esta semana a Apple parece ter concluído a migração de sua identidade visual: desde 2014, com a introdução do watch, a empresa vem lentamente substituindo a sua versão da Myriad pela San Francisco. https://uploads.disquscdn.com/images/3b987ce135ab58b42c9f938f12799323f4100f8891d33aa9aeb0384a1d726e72.png

    É o fim simbólico da era Jobs. Curiosamente, a sensação é que algo no site da apple ainda está fora do lugar.

    Além disso, também parece ser a última etapa de uma transformação tipográfica radical nos produtos da empresa. Até meados de 2013/14, a Apple usava principalmente três famílias:
    1. Helvetica para iOS (e Helvetica Neue a partir do iOS 7)
    2. Lucida Grande para OS X (brevemente substituída pela Helvetica Neue em 2014)
    3. Myriad para identidade visual dos produtos

    (além disso, em outras aplicações secundárias utilizavam-se fontes específicas, como a VAG rounded para teclados e a Avenir para informações em mapas)

    Agora, praticamente todas as faces da empresa (de telas de celular a grandes painéis em outdoors) se expressam em San Francisco. Pode parecer bobagem mas acho uma mudança bastante interessante.

    1. Myriad é uma das minhas famílias favoritas, San Francisco nunca tive muito contato, mas não gosto muito dela nas apresentações.

  10. Esta semana a Apple parece ter concluído a migração de sua identidade visual: desde 2014, com a introdução do watch, a empresa vem lentamente substituindo a sua versão da Myriad pela San Francisco. https://uploads.disquscdn.com/images/3b987ce135ab58b42c9f938f12799323f4100f8891d33aa9aeb0384a1d726e72.png

    É o fim simbólico da era Jobs. Curiosamente, a sensação é que algo no site da apple ainda está fora do lugar.

    Além disso, também parece ser a última etapa de uma transformação tipográfica radical nos produtos da empresa. Até meados de 2013/14, a Apple usava principalmente três famílias:
    1. Helvetica para iOS (e Helvetica Neue a partir do iOS 7)
    2. Lucida Grande para OS X (brevemente substituída pela Helvetica Neue em 2014)
    3. Myriad para identidade visual dos produtos

    (além disso, em outras aplicações secundárias utilizavam-se fontes específicas, como a VAG rounded para teclados e a Avenir para informações em mapas)

    Agora, praticamente todas as faces da empresa (de telas de celular a grandes painéis em outdoors) se expressam em San Francisco. Pode parecer bobagem mas acho uma mudança bastante interessante.

  11. Por que será que esse lugar é tão masculino?

    (não é uma crítica ao site, mas uma dúvida mesmo sobre formação de comunidades na internet)

    1. Tecnologia é um tema que, estranhamente, atrai mais homens em ambientes/comunidades online. É algo que se nota, também e infelizmente, em faculdades e empresas da área. Temos algumas leitoras e assinantes, mas elas não têm o hábito de se manifestarem por aqui.

      1. Posso estar identificando um problema que não existe, mas fico pensando se o ambiente parece seguro para eventuais interessadas — esse é um argumento comum que ouço entre garotas que gostam de assuntos tecnológicos mas não se sentem bem em comentar na internet. Enfim, pode ser só uma impressão boba da minha parte — mas acho interessante como o Guia Prático é um dos poucos podcasts com presença feminina fixa no mundo dos blogs de tecnologia. Como dizem as garotas: representatividade importa. Ao mesmo tempo em que o podcast tem esse mérito, acho estranho a não presença por aqui. Mas, mais uma vez, pode ser só uma impressão boba minha.

        1. Olha, é um chute, mas pode ser q as mulheres q se idealiza q poderiam estar aqui comentando conosco qdo se observa a ausência delas, talvez tenham seus comentários e opiniões já com outros destinos: suas redes sociais, canais e sites fora de áreas de comentário frequentadas comumente por quem tb frequenta o manual, por exemplo. Pq por mais q haja o espaço de comentário abaixo de um texto publicado no manual e ele seja uma espécie de indicador do quão interessante foi o texto lido a ponto dele motivar a produção de comentários, essa opinião e manifestação pode estar ocorrendo fora das vistas dos frequentadores assíduos daqui.

          O fato de haver uma mulher participando do podcast é extremamente positivo e acho q cabe na mesma lógica qdo vc diz notar a ausência delas em outros podcasts: pode ser q elas não tenham interesse em participar não por não se interessarem por tecnologia, mas por preferirem darem outro destino às suas opiniões.

          Quando eu vejo um novo vídeo do “Feminist Frequency”, por exemplo, e do estrago q ele faz mobilizando uma horda de machinhos raivosos e refutadores q muitas vezes só têm os games como forma de interagir mais livremente com o mundo, não consigo imaginar a Anitta fazendo parte de um projeto que, felizmente, resolveu incluir uma mulher no time constituído por uma maioria de homens. Muitas mulheres desenvolvem projetos e criam seus espaços q nós muito provavelmente não frequentamos. Daí a queixa pode conter tb uma condição passiva de q esperamos q as mulheres apareçam ao invés de participar de espaços q elas criam.

          Já notei q textos escritos por mulheres aqui têm menos repercussão e reação… Desconfio q alguns se incomodam com isso, sabe?

        2. Olha, é um chute, mas pode ser q as mulheres q se idealiza q poderiam estar aqui comentando conosco qdo se observa a ausência delas, talvez tenham seus comentários e opiniões já com outros destinos: suas redes sociais, canais e sites fora de áreas de comentário frequentadas comumente por quem tb frequenta o manual, por exemplo. Pq por mais q haja o espaço de comentário abaixo de um texto publicado no manual e ele seja uma espécie de indicador do quão interessante foi o texto lido a ponto dele motivar a produção de comentários, essa opinião e manifestação pode estar ocorrendo fora das vistas dos frequentadores assíduos daqui.

          O fato de haver uma mulher participando do podcast é extremamente positivo e acho q cabe na mesma lógica qdo vc diz notar a ausência delas em outros podcasts: pode ser q elas não tenham interesse em participar não por não se interessarem por tecnologia, mas por preferirem darem outro destino às suas opiniões.

          Quando eu vejo um novo vídeo do “Feminist Frequency”, por exemplo, e do estrago q ele faz mobilizando uma horda de machinhos raivosos e refutadores q muitas vezes só têm os games como forma de interagir mais livremente com o mundo, não consigo imaginar a Anitta fazendo parte de um projeto que, felizmente, resolveu incluir uma mulher no time constituído por uma maioria de homens. Muitas mulheres desenvolvem projetos e criam seus espaços q nós muito provavelmente não frequentamos. Daí a queixa pode conter tb uma condição passiva de q esperamos q as mulheres apareçam ao invés de participar de espaços q elas criam.

          Já notei q textos escritos por mulheres aqui têm menos repercussão e reação… Desconfio q alguns se incomodam com isso, sabe?

    2. Acho q essa questão de gênero não cabe mais. Eu não diria que aqui não é um ambiente masculino só pq concentra muitos homens. Aqui não predominam temáticas masculinas de um modo geral.

      1. Não cabe mais pra cá no caso, que é um ambiente deveras receptivo para qualquer um que queira debater com a gente, porém no escopo maior infelizmente ta longe de ser, e isso sem duvidas afasta a grande maioria das mulheres.

      2. Não cabe mais pra cá no caso, que é um ambiente deveras receptivo para qualquer um que queira debater com a gente, porém no escopo maior infelizmente ta longe de ser, e isso sem duvidas afasta a grande maioria das mulheres.

        1. Sim, digo isso pq aqui é um espaço privilegiado pra quem quiser conversar sobre tecnologia e outros assuntos. Isso me fez lembrar q um dia li todos, sem exceção, os comentários de uma iniciativa de valorização das mulheres feita pelo Gizmodo Brasil. Acabei marcando bem autores de comentários ultra-machistas. Eram uns panacas, de um modo geral q, descobrindo sua própria sexualidade, confundem as coisas por falta de orientação e por talvez conviverem em ambiente q estimulou o machismo neles.

    3. Simplesmente por se tratar de tecnologia.

      Infelizmente, boa parte do público feminino não tem o menor interesse nesse tipo de assunto.

    4. Simplesmente por se tratar de tecnologia.

      Infelizmente, boa parte do público feminino não tem o menor interesse nesse tipo de assunto.

      1. Tenho dúvidas quanto a isto, me parece uma maneira meio preconceituosa de legitimar um status estabelecido. Mas, enfim, deixa pra lá.

        1. Disse de forma direta, para não ser mais um politicamente correto.

          É a mesma coisa que esperar um público altamente masculino em blog sobre beleza e maquiagem.

          Não tem nenhum problemas, mas, claramente não vai acontecer.

          1. Um homem, como eu, q não usa maquiagem, poderia, sim, estar num blog de maquiagem tentando dissuadir mulheres a usar maquiagens q são testadas em animais, por exemplo…

            Há iniciativas voltadas para mulheres programarem e estou participando de um projeto de um site para uma instituição cultural q é liderado por uma mulher e tem uma designer fazendo a arquitetura. Ambas são interessadíssimas em tecnologia.

    5. Se você analisar, o core de comentaristas é o mesmo aqui há anos, alguns passageiros, mas ao menos no Post-Livre, são sempre as mesmas figuras carimbadas. Lembro, no momento, que vira e mexe, a Cibele comenta por aqui. Mas tirando ela, temos poucas pessoas novas aqui. Mas de fato, é notório a falta de uma presença online neste cenário tech, de figuras femininas.

    6. Se você analisar, o core de comentaristas é o mesmo aqui há anos, alguns passageiros, mas ao menos no Post-Livre, são sempre as mesmas figuras carimbadas. Lembro, no momento, que vira e mexe, a Cibele comenta por aqui. Mas tirando ela, temos poucas pessoas novas aqui. Mas de fato, é notório a falta de uma presença online neste cenário tech, de figuras femininas.

  12. Pessoal, queria saber se mais alguém tem aderido aos smarts da china, importei um Lenovo Zuk Z2 e irei pegar um Xiaomi.

    1. Cara, eu tava planejando pegar um Xiaomi. Já tinha pesquisado os modelos, opções de sites para comprar, possíveis preços dos impostos que com certeza eu ia ter que pagar… aí meu Moto G 2014 foi pro espaço e não dava pra esperar os 20, 30, 60(?) dias até ele chegar. Daí acabei comprando um Moto G Plus…

      1. Olha, acho que sai mais barato comprar um Xiaomi no Mercado Livre do que comprar algum nacional.

          1. Classificados no Facebook, tem Zuk Z2 por mil, Mi5 por 1200, Mi5s por 1500, todos melhores que os intermediarios daqui

    2. Um amigo me pediu dicas, e ele estava determinado a escolher um modelo chines (escolhemos no Deal Extreme).
      Ele não gostou dos Xiaomi, acabamos escolhendo um genérico com processador Mediatek octacore (não lembro a frequencia) e 3GB de Ram. Tem a cara do Moto G 4 e o mesmo leitor de digitais pra desbloquear o aparelho, com uma câmera comparável à do Galaxy S4 (era o que tinha para compararmos) e pouca coisa abaixo do Moto X Play nas fotos noturnas – não pode tremer muito a mão quando clica na foto.
      Em desempenho, bateria, câmera, uma construção bonita, etc etc… o celular é ótimo. O maior receio mesmo não era nem a qualidade do celular, mas de não entregar, que é meio paranóia de toda compra assim hahah

      E isso porque é genérico. Um Xiaomi, sendo marca reconhecida e com um padrão conhecido de qualidade, é bem mais tranquilo.

      Falando como leigo que sou, acho que pela padronização de componentes, a diferença de um celular pra outro acaba sendo a qualidade de montagem, design e a câmera.

    3. Estou com um Redmi 3S Prime e é um dos melhores celulares que já mexi. Destaque para a bateria que dura dois dias com uso normal.

    4. Estou com um Redmi 3S Prime e é um dos melhores celulares que já mexi. Destaque para a bateria que dura dois dias com uso normal.

    5. Se eu fosse adquirir um seria da OnePlus e olhe lá. Ainda tenho um certo receio em relação à idoneidade de muitas dessas empresas chinesas, no que diz respeito a dados pessoais.

    6. To com um Redmi note 3 pro de 16gb há uns 6-7 meses, a entrada p2 ta meio bichada e to esperando chegar da China umas películas de vidro.

  13. Pessoal, queria saber se mais alguém tem aderido aos smarts da china, importei um Lenovo Zuk Z2 e irei pegar um Xiaomi.

  14. Galera uma duvida que me paira um tempo em relação a esses carros que se dirigem sozinho tipo Teslas e derivados e tal: toda discussão que eu vejo sobre eles, sempre são discussões de como eles se comportariam basicamente em ambientes que parecem uma “bolha”, ou melhor falando: estradas perfeitas, cidades seguras, sinalização ótima coisa e tal. Eu nunca vi em nada que li/ouvi sobre esse assunto, alguém abordar coisas do tipo: o que um carro desses faria mediante a um assalto no meio de uma rua, rodovia etc, coisa que rola muito aqui no RJ, para na hora? avança? enfim, é uma coisa meio boba mas sinto muito falta desse tipo de “aprofundamento” quando se é debatido o futuro/presente desses casos, parece que a própria galera de tecnologia vive numa bolha, complicado…

    1. Até onde eu sei o sistema do carro não conseguiria (no atual estado) diferenciar um assalto de um casal atravessando a rua na frente dele. Ele identifica todos apenas como pedestres, seja o assaltante, o guarda o policial a criança… Então creio que no caso de um assalto, com o assaltante no trajeto dele, o carro tentaria para ou desviar, nada mais criterioso.

    2. Se alguém pular na frente do carro, ou mesmo apenas ameaçar isso, o carro para. E você é assaltado no melhor estilo GTA.

    3. ando pesquisando um pouco sobre o assunto e existe o “receio” real de q passemos da era do automóvel par a era do pedestre. os pedestres poderiam fazer justamente isso: entrar na frente dos carros ou andar mais despreocupadamente sabendo q os carros vão parar ou desviar. agora sobre como inibir violência, creio q a indústria da segurança terá modelos desenhados para fazerem rotas de fuga em caso de ameaça ou se o dono apertar algum botão de emergência, serão blindados etc… creio q modelos ultra seguros vão surgir e vc já pode deduzir até quem poderá comprá-los.

  15. Sobre os processadores, a AMD quer voltar a competir decentemente, e os ARM devem pôr pressão no mercado de baixo custo, podendo rodar Windows 10 completo.

  16. Pessoal, estou com uma dúvida de domínio, host e DNS.
    Registrei meu domínio .com.br no registro br e o .com no namecheap. Além disso, peguei um plano de host da namecheap também.

    Eu queria que a pessoa ao entrar tanto .com quanto .com.br fosse para o mesmo site, mas não estou conseguindo fazer. No que havia entendido, bastava eu colocar os DNS que o namecheap oferece no Master e Slave do registro.br e depois fazer as configurações no cPanel. Mas o processo dá falha ao tentar alterar o DNS no registro.br. Alguém sabe o que estou fazendo errado?

    1. Já esperou algumas horas para as medidas tomarem efeito? Normalmente demora entre 4 e 48 horas pra surtir efeito.

      1. Dois dias

        Mas a questão é que nem consigo salvar as novas configurações no registro.br, ele acusa falha de DNS.

        1. Ambos os domínios estão registrados/cadastrados/configurados na NameCheap? não no domínio, mas na hospedagem>?

          1. O .com está ok, segui os paços que foram indicados e não ocorreu nenhum problema. O .com.br pelo que eu entendi eu deveria ir primeiro no registro.br e depois fazer as coisas no host.

          2. Primeiro cadastra-se o domínio na hospedagem, para depois depois informar o DNS para o provedor.

          3. Primeiro cadastra-se o domínio na hospedagem, para depois depois informar o DNS para o provedor.

          4. Hmm, pode ser, vou refazer os passos e ver se não deixei passar algo relacionado a isso ou se não fiz direito. Valeu

          5. Hmm, pode ser, vou refazer os passos e ver se não deixei passar algo relacionado a isso ou se não fiz direito. Valeu

    2. Você precisa configurar na NameCheap para ela servir DNS também do domínio .com.br. Depois disso configurado é que você consegue alterar no Registro.br.

  17. Pessoal, estou com uma dúvida de domínio, host e DNS.
    Registrei meu domínio .com.br no registro br e o .com no namecheap. Além disso, peguei um plano de host da namecheap também.

    Eu queria que a pessoa ao entrar tanto .com quanto .com.br fosse para o mesmo site, mas não estou conseguindo fazer. No que havia entendido, bastava eu colocar os DNS que o namecheap oferece no Master e Slave do registro.br e depois fazer as configurações no cPanel. Mas o processo dá falha ao tentar alterar o DNS no registro.br. Alguém sabe o que estou fazendo errado?

  18. Também vejo isso nos notebooks, onde queria aposentar o meu de 2012 (Samsung com i5 segunda geração, 2GB de video, HD 1 tera, blá blá blá configuração boa na época) e comprar um novo, de preferência com SSD, mas… mesmo os de configuração menor ao meu ultrapassam três mil reais – talvez por eu fazer questão de uma placa de vídeo dedicada.

    O resultado é que continuarei com o meu de 2012 (e com HD) até ele explodir. Ou só fazer um upgrade pra SSD mesmo..

    O mercado de smartphones tá chegando nisso também. Inclusive no monopólio de fabricante de processador.

  19. Andei pensando sobre a cobertura de eventos de tecnologia.

    Depois do último Guia Prático, percebi um certo “saco cheio” na fala do Paulo sobre cobrir o evento, ir para as apresentações, fazer reviews. Ele mesmo citou que nem foi em algumas apresentações, pois poderia ver online mesmo.

    Entendo que isso deve acontecer pois jornalistas (não quero focar somente no Paulo) são escalados para ir a inúmeros eventos no ano e o interesse pode acabar diminuindo.

    Por outro lado, muita gente toparia ir sem ganhar um centavo em um evento como a CES, só pelas novidades e exposição a tantas marcas e produtos diferentes.

    Depois de dizer tudo isso, Ghedin, já pensou em fazer um financiamento coletivo para bancar uma viagem do manual (sua) para um evento?

    Acho que muitos aqui se interessariam por uma cobertura diferente dos outros sites (que só focam reviews, hands on e muito bla bla bla).

    O que acham?

    1. Só se eu for junto pra levar as malas dele para a CES. Pedi primeiro, desculpe aos demais. HAHAHA

      CES, claramente é outro nível: Vegas, EUA, Todas as empresas ali.. não tem como aquilo não ser legal. Ao contrário de ir em evento de lançamento de mais um low-end ou de mais um dos 932891273901873 modelos de mid-end premium que estão aparecendo aos montes. Deve ser um porre mesmo.

      Não sei se teriamos tração para financiar uma viagem dessas para o Rodrigo (estádia + alimentação + passagens)… mas é uma boa idéia sim…

      1. Estádia na CES é algo absurdo. Mesmo um hotel barato sai algumas centenas de dólares.

      2. Estádia na CES é algo absurdo. Mesmo um hotel barato sai algumas centenas de dólares.

    2. Tem o risco dele gastar toda a grana em cassinos e dar vexame em algum show de um cover do Elvis… Não sei.

    3. Tem o risco dele gastar toda a grana em cassinos e dar vexame em algum show de um cover do Elvis… Não sei.

    4. Acho que não é questão de perder o interesse, e sim o quão desinteressante são os produtos mostrados. Todo celular, tem um processador mais rápido, uma câmera melhor, e assim vai indo. Na minha opinião o celular mais interessante do ano passado foi o Mi Mix, com muita tela, mas não muda muito. Então acaba que ver um telefone idêntico aos outros, você acaba perdendo um pouco o interesse.

  20. Acredito que o maior motivo dessa defasagem seja a fabricação nacional, nos EUA têm ótimas opções com preços acessíveis. Os notebooks melhores não devem ter mercado aqui no Brasil, então o pessoal continua fabricando esses com baixa qualidade e importando os premium…só que aí vai para mais de 7K.

    De cabeça não tenho sugestões, mas quanto você está disposto a gastar?

  21. Eu estava pesquisando notebook para minha irmã e tive exatamente a mesma sensação. Preços inflados, especificações ruins ou medianas, contrução duvidável. Eu me espanto como ainda produzem trocentos modelos com leitor de dvd, mas é difícil achar algo com SSD ou mesmo um híbrido. Meu notebook de 2011 (um Vaio i5 2ª Geração, turbinado com 8gb e SSD) ainda dá pau em muitas opções, apesar de pesado e meio barulhento. Infelizmente vai ter que aguentar até pifar!

  22. Vocês notaram a falta da sensação de produtos com bom custo benefício ao pesquisarem sobre Notebooks?

    Na saga de entrar na universidade e principalmente por entrar num curso de Ciência da Computação, tenho procurado por um modelo intermediário de Notebook com Windows e não está sendo fácil, principalmente pelos altos preços.

    Já estamos em 2017 e as especificações são praticamente as mesmas de 2013, apenas atualizam o processador e a quantidade de memória RAM, estagnação parecida com o mercado de Smartphones. A maioria dos modelos pouco passam da resolução HD (1200x720p) e nem se quer existem opções com SSD. Já diziam que com o tempo juntamente com a demanda, as unidades de estado solida ficariam mais baratas, agora como isso será possível se não existem opções no mercado?

    Outro fato é que a Intel está livre de concorrência, não existem upgrades de gerações significativos. A fabricante parece vender todos os anos a proposta de menor consumo de energia (que é importante) e não desempenho (que também é importante).

    Mais um ponto que desagrada em hardware são as placas de vídeo, dos poucos modelos que possuem uma, estas não são da geração atual. Não sei se é um problema real, mas vai contra a proposta do mercado.

    Falando de software, já são comuns as reclamações de lixo pré instalado, softwares pouco úteis e que estão ali apenas para nada.

    Por esses fatores e principalmente pelo preço cogito um modelo considerado topo de linha do passado, usado. Aceito é claro, recomendações dos amigos aqui do MdU.

      1. Nós conversamos sobre isso as vezes, já tivemos brigas sérias, mas o que incomoda mesmo são as pequenas coisas, ela querendo tirar a minha individualidade, o meu momento de ficar só…

    1. Minha primeira namorada é a atual, então acho que não consigo te responder de maneira apropriada haha

      Tenho mais de dois anos de namoro, e em algum momento passa pela cabeça de todo mundo terminar, acredito eu. Hoje estamos em um momento ótimo, mas já passamos por uns momentos de crise, que felizmente passaram!

      Acredito que o que deve ser considerado nesses momentos é:
      Quanto tempo de namoro? Houve uma situação de ter vontade de abandonar o barco outras vezes? No fim das contas valeu a pena segurar a onda?

      Falar sobre isso é difícil, é uma área onde a emoção muitas vezes fala mais alto que a razão e as individualidades contam muito. Como já disse um amigo meu, tem que ter mais coragem pra sair de um relacionamento do que pra entrar.

      De qualquer forma, uma conversa franca antes de qualquer decisão é uma ótima opção :)

        1. Meu relacionamento também fez 2 anos e ficamos noivos. Ainda estou tentando assimilar isso, será uma grande fase e por ser nosso primeiro casamento, temos zero em experiência nisso, tudo será novidade.
          Em meu relacionamento anterior de 4 anos, o maior motivo de ter acabado foi ter deixado o relacionamento esfriar, caiu na rotina, não fazíamos surpresas um ao outro, enfim, serviu de aprendizado.

          1. creio que uma das maiores causas é isso mesmo, não só cair na rotina, mas “bobeira”, no caso os dois não se ligarem ja tanto no relacionamento, ai rola um afastamento “natural” e no fim ja não faz mais sentido estarem juntos, pois ja estão tão separados de alguma forma que só resta terminar…

          2. Uma coisa que acho engraçado, nada contigo especificamente, nosso primeiro casamento.

          3. Que seja o primeiro e único, né rsrsrs
            O que tem de gente que casa e descasa por aí não é brincadeira, o cantor Fabio Junior sabe bem como é isso.

          4. Que seja o primeiro e único, né rsrsrs
            O que tem de gente que casa e descasa por aí não é brincadeira, o cantor Fabio Junior sabe bem como é isso.

      1. idem.
        faz 5 anos que estamos juntos.
        já tivemos alguns problemas, mas nada critico como traição.
        as vezes a gente briga, mas ai paramos: “por que a gente tá discutindo mesmo?”
        tipo, não dá pra deixar coisas bobas irem acumulando.

    2. Olha to de saco cheio da minha mulher faz 12 anos, de casados temos 20. Mas até hoje não tenho coragem de terminar. Acho que é questão de felicidade, de saber se a relação faz bem para ti, se estão crescendo, ou estão estagnados. Mas se estiver feliz, porque cutucar algo bom?

    3. entendo a sua questão mas essa é uma pergunta muito individuale acho que não ajudaria muito pro seu caso (que a gente nem sabe direito o que é) os relatos, mas vou tentar ajudar com dicas de como tentar melhorar a relação, ai se nada disso ajudar muito, talvez sim ai seja a hora de terminar. Primeira coisa que é a mais óbvia porem muita gente (eu incluso) as vezes peca: tem que conversar com frequência, é bom pra por as coisas em perpesctiva, pra saber aonde estamos, como estamos, pra onde vamos etc, principalmente quando duvidas como a sua pairam na sua cabeça. É importante também analisar todo o namoro/casamento/noivado etc em si, ve se as coisas boas sobrepõe as ruins (obviamente dependendo de que coisas ruins sejam estas né). As vezes tem momentos da vida que estamos pra baixo, desanimados, ou com saco cheio de todos, viver não é facil mesmo, mas é sempre bom parar por um tempo e reavaliar as coisas pois ai sim você consegue tomar decisões complicadas da melhor maneira possivel, sem muito risco de se arrepender depois…

  23. Aproveitando que o tema de privacidade e foco são sempre debatidos aqui no Manual, vou comentar da minha inesperada boa experiência com o Gnome.

    Fiz um textão lá no Disqus do Manual em relação a minha decepção com a precariedade do Ubuntu e resolvi testar o Fedora: fez tudo que eu esperava do Ubuntu que, no caso, era ser fácil de instalar e ser estável. Mas a minha maior surpresa foi em relação ao Gnome Shell, que tem uma interface mais orientada a “foco”.

    Lembro que, no lançamento, o Gnome 3 foi bem criticado por mudar a metáfora de desktop e focar em atividades…mas hoje parece que a maioria se acostumou. Realmente, é meio diferente, o desktop sempre está limpo (nem arquivos e nem ícones) e o que preenche a tela são somente as aplicações. Nas guidelines de design (https://developer.gnome.org/hig/stable/design-principles.html.en), há recomendações de foco em conteúdo e redução das distrações. Uma proposta bem alinhada com os debates que surgiram com a popularização dos smartphones e redes sociais, como reduzir “multi-tarefa”, evitar interrupções e outras distrações.

    Não é que o Gnome faça algo de diferente do MacOS em relação a fullscreen, mas tudo é pensado para usar essa abordagem no Gnome enquanto no MacOS não é workflow mais automático do sistema…parece um caso especial de uso. Nunca usei regularmente Windows 10, mas parece que ele segue uma ideia quase contrária: as Live Tiles são legais, mas distraem bastante e tinha um exagero de notificações…inclusive umas propagadas bizarras “compre o Office” e “use o Edge”. De quebra, ainda tem um aplicativo de pomodoro que se integra muito bem ao sistema (http://gnomepomodoro.org/)

    Outra vantagem circunstancial é que acabei percebendo o exagero de notificações no meu MacOs: Twitter, Facebook, e-mail, etc. A falta de recursos de integração no Gnome e de um bom cliente de e-mail acabaram me ajudando a ver coisas que não preciso: não é feature, mas acaba alinhado com a filosofia haha

    Falando da parte estética, usando temas eu consegui deixar ele com um design interessante inspirado no Material Design e consistente com as aplicações que mais uso que também tem opção de personalização. Em geral, Linux sempre achei bem aquém o design comparado ao Windows e MacOS, amador eu diria, mas nesse caso consegui deixar ótimo…tão agradável quanto MacOS.

    Por fim, com até o Windows virando um serviço gratuito, é bom ter um sistema que não quer te vender um monte de coisa. Fico um pouco desconfortável com o Windows oferencedo seus seviços com notificações, usando wallpapers dinâmicos patrocinados, etc. E, no meu caso, esse era um dos Lenovo com spyware instalado de fábrica (!?) fora os bloatwares de sempre…

    É claro que os problemas do Linux continuam existinto, como suporte deficitário de hardware (instalei a impressora, mas ela não imprime) e menos opções de apps. Os webapps resolvem a maioria dos problemas e, fora a impressora, está tudo funcionando no meu notebook sem muito stress. Eu uso mais porque para desenvolvimento eu acho mais prático, mas talvez alguém ache que valha a pena considerar pelos motivos acima. https://uploads.disquscdn.com/images/434c4b116efaf02d0f074941aecb3bfe486f62b16f07d34e7946a6851b3d7fd5.png https://uploads.disquscdn.com/images/feb56c4b9a49d4b6c9b7d35a6facb773f42d751f185a5530c5b9138c96ee387e.png

    1. Gostei da proposta bem limpa e organizada. Já tentei usar o Ubuntu no meu notebook por um tempo, mas tinha um problema grave com a calibração do brilhoque me fez desistir da ideia.

    2. Parece bem decente. A Unity da Canonical/Ubuntu, pelo menos para quem não acompanha de perto o universo Linux, acabou ganhando mais destaque nos últimos anos, mas são tantas mudanças tão frequentes lá que parece faltar esse foco que você diz existir no Gnome Shell. Alternativas são sempre bem-vindas.

      Se design é importante, não chegou a cogitar o elementaryOS? Parece, vendo de fora, a distro Linux mais bem resolvida esteticamente.

      1. Eu vejo pessoas comentando que o Elementary OS é cheio de bugs, algo que estava me incomodando. Além disso, eu queria uma distribuição com pacotes RPM que é o utilizado pela Red Hat e, portanto, mais usado por empresas tipo Oracle e IBM.

        Por fim, não consigo acha-lo bonito nem nas fotos de divulgação, parece um MacOS antigo e não muito bem copiado. Diria que acho até brega para ser sincero, mas nunca usei, talvez “ao vivo” seja melhor aos meus olhos.

    3. Bacana. Tenho ouvido falar muito bem do Gnome ultimamente. E esse app de Pomodoro tá muito bem resolvido, gostaria de ver mais disso no Linux.

      E o que você fez com o Mac, vendeu? Tá usando o Fedora em que máquina?

      1. É o notebook da empresa, no post da minha mochila tem uma foto dele: https://www.manualdousuario.net/mochila-gabriel-arruda/

        Estou usando o Fedora, estava de saco cheio dos bugs da Unity e resolvi trocar aproveitando para usar uma distribuição com pacotes RPM (coisas da IBM e Oracle costumam vir nesses pacotes por exemplo). Gostei muito, a instalação ocorreu sem problemas e tudo saiu funcionando inclusive sem dar pau com GPU da nVidia.

        Eu continuo com meu MacBook para uso pessoal, o problema é que eu fiz a burrada de comprar ele com 4GB enquanto o da empresa tem 16GB, bem mais confortável para desenvolvimento.

    4. Poxa… Gostei muito. Estava pensando justamente nisso ontem, do quão prazeroso é escrever em uma área sem distrações e me lamento por um IA Writer não estar disponível para Windows. Me animou muito em instalar essa versão é usá-la. Mas o Windows não me distrai tanto assim. Não sei se é pq estou usando a versão pro, mas desativei bastante coisa nele. Pode ter sido isso. Notificação só as de atualização mesmo.

        1. Não é que parece mesmo? Vou testar aqui. Essa estética, não sei, mas influência na qualidade do texto. Esse caráter maisimpo e seco deixa a escrita mais ousada. É bem curioso isso.

    5. Então. eu estava tentando usar o Fedora numa máquina virtual. A idéia é usar todos os softwares de banco por lá.

      Mas o Ubuntu se deu melhor nessa: instalou todos as porcarias dos bancos com facilidade, enquanto o Fedora estava me obrigado a escovar mais bites do que eu gostaria. Desisti.

      1. Pois é, o Ubuntu é meio que considerado a distribuição “padrão” pra desktop linux, então dá impressão de que fazem as coisas pra ele primeiro.
        Não sou fã da interface, mas dá pra se virar

        1. Ah sim, o suporte da comunidade é incomparável, você acha solução para problemas muito mais fácil que o próprio Fedora por exemplo.

    6. cara, já uso linux desde gnome 2 e kde 3.5, mas não consigo mais deixar de usar Gnome 3.2x.
      faz alguns dias que tentei diversas distribuições como Ubuntu, Elementary, Mint e outras derivações do KDE…., mas nao me adapto.
      Tipo, até mesmo usando Windows eu me flagro levando o mouse para o canto das atividades.
      Quanto a hardware eu só tenho problema com screen tearing em videos.
      No mais é só plugar e usar, até mesmo impressoras. Não instala todo aquele trambolho de software da HP.
      Basta plugar pendrives que elas já abrem, não aparece aquela porcaria de mensagem de ‘instalando hardware’ do Windows.

    7. Entendo nada de linux, mas que visual bonito.
      Que leitor pdf é esse? Bonitão, será que tem para windows?

    8. Em um dos meus computadores, resolvi testar o Gnome Shell depois que o monitor foi pro espaço e a única coisa à mão para substituí-lo era um widescreen de 15″. Antes rodava o Mint nele, mas ficou inviável com a resolução miserável do monitor. No entanto, achei um “sabor” do Ubuntu que trazia o Gnome Shell por padrão (pessoalmente prefiro distros derivadas do Debian ou o próprio Debian).

      Até que de uns anos pra cá não ando tendo muito problema com hardware no Linux. Claro, se no Mac todo o hardware “just works”, no windows basta instalar um driver que hoje vem num pacote com instalador, no Linux as vezes é um parto, mas no geral tive relativo sucesso, inclusive com uma multifuncional da Epson, conectada diretamente ao WiFi.

      Para o meu uso, o grande calcanhar de Aquiles do Linux continua sendo a falta de suporte de grandes desenvolvedores ao sistema. Muitas das alternativas existentes não me atendem.

      [Editado]: Algo que ainda tenho vontade de fazer é conseguir configurar um ambiente de trabalho legal usando o Window Maker. Sempre gostei da cara dele, do visual limpo e o fato de ser leve feito uma pluma, mas talvez por se tratar de um projeto meio abandonado (ou pelo menos não é desenvolvido tão ativamente), dá muito trabalho! Da última vez que tentei, era tanta coisa pra fazer na mão que acabei desistindo.

      1. Admiro pessoas que nem você com toda essa disposição de explorar o Linux, eu comentei porque eu sou o típico usuário de Mac que não gosta de precisar perder tempo com essas coisas: a questão de suporte de software é muito superior no MacOS, mas eu esperava bem menos a experiência com Linux e mais do Ubuntu.

        Em resumo, sou o cara que tinha tudo para não gostar, mas ficou feliz com o resultado.

      2. Admiro pessoas que nem você com toda essa disposição de explorar o Linux, eu comentei porque eu sou o típico usuário de Mac que não gosta de precisar perder tempo com essas coisas: a questão de suporte de software é muito superior no MacOS, mas eu esperava bem menos a experiência com Linux e mais do Ubuntu.

        Em resumo, sou o cara que tinha tudo para não gostar, mas ficou feliz com o resultado.

        1. Acho que talvez seja isso: como você não tinha expectativas altas, não tinha muito com o que se frustrar.

          Eu gosto do sistema e uso em alguns projetos e lamento muito o fato de não conseguir usá-lo como meu sistema principal. Meu primeiro contato foi em 1999, na mesma época em que comecei a trabalhar com Mac. Nessa época os PCs eram péssimos, o Windows bem pior do que hoje e eu tive uma expectativa enorme quando experimentei o pinguim, porque queria muito usá-lo com meu sistema principal. Na época era um inferno, quase tudo mal acabado, suporte a hardware era limitado, enfim… Eu me frustrei muito com o primeiro contato, mas persisti. Aliás, minha vontade em ter um desktop com o WindowMaker é um pouco de nostalgia, porque foi o primeiro gerenciador de janelas que consegui usar, logo que consegui configurar o X11. Se não me falha a memória, o KDE havia acabado de dar as caras e nem fazia parte da minha disto ainda.

          No final das contas, apesar de, pra mim, o sistema anda carecer de boas ferramentas, as disto de hoje são impecáveis perto do que já foram há algumas décadas. De um modo geral, estão muito mais acessíveis e amigáveis.

          1. Por que você não consegue utiliza-lo?

            Como sou desenvolvedor, a disponibilidade de ferramentas é muito boa. O Windows tem melhor suporte de aplicativos “comuns”, mas peca na parte de desenvolvimento. De fato, a única solução completa para mim continua sendo o MacOS: melhor que o Windows em aplicativos comuns e bom como sistema *nix. O problema são os preços, espero que esses MacBooks Pro baixem um pouco de preço nas próximas gerações…porque começando em $1500 fica complicado.

            Meu medo era que as vantagens de ter um sistema *nix não superassem os problemas do dia-a-dia, mas não é o caso. Até o momento, acho que não vale a pena voltar para o Windows…

          2. Pelos exatos motivos que você disse: Carência em aplicativos comuns (faço muito desktop publishing) e pouquíssimo desenvolvimento.

            No final das contas, assim como você, considero que o macOS aida seja a melhor opção por conseguir ter num único sistema tudo o que eu preciso para o meu dia a dia. Infelizmente a Apple tem dado pouca atenção ao Mac, de maneira geral. O macOS (OS X) era o melhor sistema para desktop há uns anos atrás. Hoje considero como o menos ruim (ainda assim à frente da concorrência). Os Macs eram máquinas parrudas, mesmo o meu Mac mini de 2009, pros padrões daquele ano, tinha hardware decente mesmo sendo uma máquina de entrada. Os de hoje não tem mais as especificações de ponta de outrora e continuam enfiando a faca nos preços, talvez até mais do que antes. No final das contas, como tenho pouco uso para notebook, estou bem inclinado a montar um hackintosh entre 2017 e 2018. Assim como você, não considero voltar ao Windows (sistema que abandonei há mais de 11 anos) e, como já dito, não me adaptei ao Linux em desktop. Com um hackintosh consigo um hardware mais em conta, mais potente que outro Mac de entrada e gastando muito menos. E ainda mantenho todos os softwares que eu já comprei.

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