Post livre #324

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268 comentários

  1. Alguém já comprou aquelas ponteiras para os carregadores Apple?

    Os 3 carregadores dos Macbooks da minha namorada são padrão americano, com os pinos chatos. Queria trocar para o padrão BR para acabar com a chatisse de adaptador para cá e para lá. Essas marcas alternativas vendidas no ML e que custam 30 Reais são boas? Valem a pena?

    1. normalmente se recomenda ugreen anker ou baseus, mas elas não custam 30 reais

        1. Ah cara, duvido que isso ai dê defeito, é apenas um contato elétrico para a fonte. Não tem nenhum chip proprietário da Apple pra validar se é legítimo… (ainda)

          1. Pois é, e ainda acho 30 Reais demais para esse pedaço de plástico. Valeu, Rafael!

    2. Acho que tenho um que comprei de brechó perdido por aqui. Não é ponta, é cabo completo. Se quiser, posso ver para ti.

    3. Cuidado com esses plugues baratos. Costumam ser de baixa qualidade, o que pode impactar a saúde do seu dispositivo e até causar incêndios.

      O ideal é gastar um pouco mais e pegar de marcas mais consolidadas, como o unnicked disse.

        1. Ahh, entendi. Interessante, isso aí acho que não tem muito perigo mesmo.

          (Agora cogitando comprar também e eliminar um “T” aqui, haha.)

          1. Pois é. Confesso que essa solução dela é bastante inteligente.

    4. Comprei há uns três anos e nunca tive problema. Comprei dessas baratinhas do MercadoLivre mesmo, porque não achei em lugar nenhum pra comprar só essa parte do carregador direto da Apple.

      1. Pelo que andei lendo a Apple não vende essa pecinha. O que é estranho, visto que a ideia por trás é muito interessante.

    5. Como o pessoal já postou aí: Acho que é bem tranquilo. Seria como, num carregador de uma marca qualquer, você substituir o cabo de entrada. Nada do outro mundo.

  2. A formiguinha do consumismo me mordeu e estou pensando em comprar um tablet android para ler PDFs e fazer anotações de reuniões no OneNote. Estou pensando em comprar um Galaxy Tab S6 Lite, que vem com a S-Pen. Alguem tem, recomenda? Tem um argumento bom pra me fazer desistir?

    1. Não tenho, mas já vi bastante vídeo de avaliação dele, pois também estou pesquisando por um tablet com os mesmos objetivos.

      Dentre as opções de intermediários nessa faixa de preço (Motorola G70, Lenovo P11, Xiaomi Pad 5), o S6 Lite parece ser o melhor, pois já vem com caneta e capa.

      Tudo indica que a Samsung irá lançar a versão Galaxy Tab S6 Lite 2022 aqui no Brasil em breve. Em alguns países, ele foi lançado mês passado. Esse foi um grande sucesso, por isso terá o mesmo nome, apenas mudando para o novo Android de fábrica (12 em vez do 10) e com um chip Snapdragon (em vez do Exynos).

      Pretendo esperar até o fim do ano para ver o que vai acontecer.

      1. Achava que essa versão atualizada já tinha sido lançada. De todo modo, vou esperar alguma promoção mesmo. Valeu

    2. tive um e com 10 meses já começou a dar umas engasgadas, mesmo com uso leve. troquei pro ipad basicão e zero arrependimentos.

      1. iPad o problema é o preço. Muito acima do que pretendo gastar. Sem contar que a canetinha é vendida a parte.

        1. verdade. em termos de pacote completo o s6 lite é imbatível . meu receio com ele é a durabilidade

        2. em tempo, a spen da samsung é muito mais agradável de usar doq as canetas pra ipad. isso porque ela tem uma ponta emborrachada que da um atrito legal.

  3. Pessoal, acho que alguém aqui pode me ajudar. Em 2018 eu fiz a compra do fone Arcano SPH 80 e foi um fone que gostei bastante, principalmente porque escutar música com ele era uma sensação totalmente extraordinária. Passando o tempo, o fone começou a apresentar alguns defeitos e tive que aposentá-lo por motivos de mau contato.
    Minha dúvida é: alguém saberia qual seria um equivalente desse fone, mas sendo um fone bluetooth? Queria ter a praticidade de um fone sem fio junto com a qualidade dele :)

    1. Depende sempre da variável budget. Se ele não for um problema, sugiro olhar no Olx por Bose quietconfort oubsony wh1000xm3.

      Muitas pessoas falam bem do Anker soundcore, mais barato (já vi por 300 reais importando no Ali).

      1. Esqueci de identificar mesmo, mas queria algo até uns 400 reais, se fosse possível. Muito obrigado pelas recomendações!

  4. Pessoal, sei que o Ghedin sugeriu o owo para exportar notas do Microsoft OneNote para Txt, existe alguma outra forma de fazer isso? Uso o simple note e gostaria de migrar todas as notas do OneNote.

    1. Oi! O Simplenote consegue importar arquivos TXT e MD. Tu vai precisar da versão Web ou Electron pra fazer isso. Exporta as notas do OneNote pra TXT e depois importa no Simplenote.

  5. Pessoal, tô enfrentando um problema há tempos no Linux e já varri a internet (aquela que está ao alcance da minha disposição e capacidade de pesquisa) em vão.

    Utilizo meu notebook (um Acer velho de guerra, de 2012) conectado a uma TV (igualmente veterana) via HDMI e em intervalos não regulares de tempo a tela simplesmente apaga por dois segundos, indicando uma perda do sinal de vídeo. Ela perde o sinal e imediatamente o recupera, mas é o bastante para deixar passar cinco ou seis segundos de um filme, por exemplo. Utilizo, no momento, o Fedora 36 Gnome, mas o mesmo problema já ocorreu em todas as outras distros que testei até hoje (Ubuntu, Debian, Mint, Pop!_OS e por aí vai). O curioso é que no Windows 10 isso nunca aconteceu, o que me levou a estabelecer uma relação empírica entre o problema e o Linux.

    Alguém mais já enfrentou esse problema e/ou tem alguma ideia do que possa causar essa chateação?

    1. Já falaram do HDMI (e concordo, se não achar bons cabos HDMIs, sofrerá!). Não entendo tanto de Linux, mas me passou pela cabeça que pode ser algum driver que as vezes implica com a tela. Tente ver se há outra versão do driver.

      Ou tente mudar também alguma configuração ligada a resolução ou frequência (refresh rate), indo para mais baixas. Se não adiantar, corra atrás de um cabo (não precisa ser caro, basta ao menos aparentar ter fios grossos dentro e tenha o tamanho para não ter perdas).

      Procure por um vídeo do Linus Tech Tips sobre teste de cabos HDMI.

      1. Então, meu primeiro palpite foi esse, algum problema com driver. Também não entendo muito de Linux, mas minhas pesquisas acerca de drivers não deram muito resultado – no fim das contas, estavam todos atualizados.

        Por falar nisso, aqui entra outra coisa que me deixa encucado: serviços de streaming, nomeadamente Star+ e Disney+, apresentam uma resolução inferior em relação ao Windows. Até agora não entendi o porquê disso.

        Sobre cabos HDMI, vou dar uma olhada nos vídeos do Linus. Valeu pela dica!

        1. Acho que no Linux os apps reduzem a resolução para evitar “captura de tela”, dado que imagino que não exista “sistemas de DCMA” no Linux.

      1. @AT~InDaHause e @Wendell

        Até então não havia cogitado a troca do cabo porque no Windows esse problema nunca me ocorreu. Pois bem, vou considerar isso agora e testar cabo diferente. Alguma sugestão quanto à marca?

        Ah, e muito obrigado pela dica!

        1. Procure adquirir um cabo de boa qualidade. Evite os mais baratos, esse são problemáticos. Normalmente os melhores são mais grossos e possuem os conectores dourados.

  6. Tenho aqui um desktop que foi montado no final de 2010, o processador ainda é da primeira geração “i” da Intel. Esses dias resolvi formatar e instalar o Windows 11 por meios não oficiais.

    Pois bem, só queria compartilhar que tive zero erros na instalação, o sistema está redondo e não tem nenhum indicativo de que a MS não suporta o hardware. Não tem aviso de incompatibilidade no windows update, marca d’agua, nada!

    A formatação limpa ainda resolveu uns bugs chatos que eu estava tendo no Windows 10.

    1. Não teria por que não funcionar lindamente. O TPM 2.0 está sendo forçado como futura forma de controlar as mídias e software que os usuarios estão utilizando.

      1. Eu pensei que o sistema ia ficar me aporrinhando por conta disso, ou teria algum problema com atualizações……

        A única barreira é na instalação, mas com o Rufus é muito simples de fazer um bypass

  7. Aproveitando a dúvida do Ghedin, como upar um Macbook M2 é extremamente caro no site da Apple rsrs.

    2000 a mais a opção com 16gb de Ram;
    2000 a mais a opção com 512 ssd.

    4000 a brincadeira.

    Dá pra montar um bom desktop com esses upgrades.

  8. Alguns leitores sabem que tenho cogitado trocar meu notebook, um MacBook Pro early 2015 de 13 polegadas.

    Estava esperando sair o novo Air. Saiu e gostei do que vi. Veio mais caro que o anterior, mas até aí, tudo bem.

    Depois de sete anos fazendo malabarismo com 120 GB de espaço no meu Pro, não quero passar por esse tipo de sufoco outra vez. Para garantir longevidade, desta vez quero 512 GB de espaço. Além disso, mesmo tendo um perfil de uso leve, fico receoso com alguns relatos de que talvez 8 GB de RAM seja pouco a médio e longo prazo.

    O problema é que com upgrades (o de entrada vem com 256 GB e 8 GB) o preço do novo MacBook Air chega muito perto do Pro de 14 polegadas. E, além de ser um computador melhor, as vantagens do Air (bateria mais duradoura e leveza) são meio irrelevantes para o meu perfil, que usa o notebook quase o tempo todo em casa, estacionado.

    Nesse cenário, a diferença de preço do Air tunado para o Pro básico (que tem 16 GB de RAM e SSD de 512 GB) fica bem pequena.

    Sim, reconheço a ironia deste comentário uma semana após reclamar do dilema “Qual Mac Studio de R$ 20 mil comprar no Brasil?” no Guia Prático (😄), mas queria opiniões. Considerem que pretendo comprar o notebook fora (em US$) e que venderei o meu atual para aliviar a porrada no bolso.

    1. Eu também faço uso do MacBook bem parecido. Sempre em casa, estacionado. Estou considerando ir para o Mac Mini por conta dos preços muito elevados dos MacBooks.

      Sobre armazenamento, uma ideia a se considerar é usar armazenamento externo. Hoje em dia temos opções de SSDs externos que tem velocidade muito próxima do interno e com preço menor que o do upgrade de armazenamento que a Apple oferece. Se a longevidade é sua maior preocupação e não se importar em quase sempre ter que levar e conectar um drive externo junto com o MacBook, isso pode ajudar a economizar. Sem falar que vc pode gastar com isso somente quando necessário.

      Agora, um ponto a favor dos novos Pros é que eles possuem mais opções de conexões e portas sem precisar de adaptador. Coisa que no Air é mais limitado.

    2. Eu também recomendaria 512GB/16GB, considerando que não dá pra fazer upgrade nessas máquinas. E, se fosse pegar um portátil, optaria pelo Pro principalmente por causa do resfriamento passivo do Air, que acaba degradando o desempenho em tarefas mais intensas.

      Eu, no entanto, pretendo ir para um Mini.

    3. Ghedin, um NAS (servidor de armazenamento) não lhe serviria para complementar?

      1. Não, porque falta espaço para coisas básicas e, ao mesmo tempo, não preciso de taaanto espaço para justificar uma solução própria. Hoje, por exemplo, eu não deixo minhas fotos salvas no computador, porque falta espaço, mas com 512 GB eu poderia, e sem comprometer toda a memória (devo ter uns 60 GB de fotos).

        1. Entendo. No final você quer algo prático, pensei que tivesse mais documentação (gravações dos videos e podcast, fotos em Raw…)

    4. Ghedin não valeria a pena ter um Mac Mini considerando o preço elevado do MacBook Air?

      Sei que você não se deu bem com o monitor 27 4k, mas um monitor menor resolveria não?

      E você deixa esse seu MacBook como o computador secundário de viagem.

      1. O duro de um desktop é que às vezes eu preciso da mobilidade, tipo quando vou visitar meus pais no interior e passo uma, duas, até três semanas lá. Poderia levar o Mac Mini na mala? Sim, mas seria um transtorninho o transporte e configurar um setup lá.

        E preciso vender o meu MacBook para viabilizar a compra de um novo. No seco, sem amortizar com o que vai entrar dessa venda, fica meio inviável.

        1. Saquei, nesse caso não tem como fugir do Macbook mesmo.
          Vi aqui que esse Macbook de 2015 tem 8gb de memória também né.
          Como é seu perfil de uso ? pro seu uso você acha que falta memória ou esses 8gb´s são suficientes?

          Pelo fato de o seu atual ser 8gb eu olharia com carinho o de 16gb. Visto que será um dispositivo que você usará por um longo tempo, se considerar que você está com esse desde 2015.
          O valor maior com o tempo se paga.

          1. No geral não tenho muito problema com os 8 GB do Pro 2015. Sou bem diligente com o sistema, sempre fecho aplicativos que não estão em uso, evito apps glutões (nada de Electron aqui) etc., então embora eu sinta às vezes, é meio raro. Em geral, a coisa se faz sentir quando edito um vídeo ou tento fazer mil coisas ao mesmo tempo, com vários aplicativos abertos em paralelo.

            Dá para tocar com 8 GB? Dá, mas é a mesma lógica dos 512 GB de memória — jogar seguro, para evitar surpresas desagradáveis ali na frente.

    5. Eu ainda iria no Air pelo peso. Mesmo usando pouco fora de casa, quando precisa carregar ele, faz diferença. Inclusive, eu tava esperando esse lançamento pra comprar tbm!

      1. Eu tinha a impressão de que o Pro de 14 polegadas era super pesado, mas aí fui olhar as especificações e tem praticamente o mesmo peso do meu Pro. É uma diferença significativa para o Air M2 (acho que uns 400 g mais leve), mas não é como se o Pro fosse super pesado (~1,6 kg).

        1. Verdade. Eu escrevi pensando no meu Pro atual (corporativo), que pesa 2,17 kg.

          Ruim que eu customizei um aqui e eles prometem entrega só pro meio de agosto. 🙄

        2. Eu tenho o Pro de 14″, e minha esposa o de 13″ (ambos com M1). O peso é praticamente o mesmo. Até a espessura é similar, só que o de 14″ é mais quadrado então parece mais gordinho.

          Eu imagino que o Air novo deve ser bem similar em peso ao Pro de 13″… realmente não acho que faça diferença

    6. iria de Pro pelos seguintes pontos :
      – tela: a tela de mini led com 120hz dinâmico é maravilhoso
      – durabilidade: sei que é complexo pontuar isso mas, eu acho que, pelo Pro ter cooler, manter o dispositivo em temperaturas mais baixas deve dar mais tempo de vida
      – monitores externos: vi que recentemente você comentou que não tem gostado muito de usar um monitor externo mas, o Pro 14 te da mais possibilidades quanto a quantidade de monitores
      – entradas: imagino não ser um fator forte mas, vou citar, ter entrada hdmi e cartão SD pode te salvar em algum momento
      – audio: não vi nada assim na apresentação do Air mas, o “audio espacial” do Pro também é algo de outro mundo, talvez não tenha muita importância pq hoje em dia é quase universal o uso de fones, mas é um ponto positivo mesmo assim

    7. Ghedin, você nunca considerou trocar o SSD por um de maior capacidade? Fiz isso em meu Air que tinha apenas 120 GB. Foi a melhor coisa que diz. Tá ali rodando bem o BigSur e continua atendendo bem minhas necessidades. Só um ponto de vista.

    8. Olha Ghedin, eu iria de Pro, se a diferença for até uns 20%

      Outra questão que vi, acho que em algum canal do Linus media, não sei se em todos os modelos novos, é que no SSD a Apple está usando chips de 256GB e não mais de 128GB, e que se pegar a versão de 512GB a velocidade fica melhor do que na versão de 256GB, pois atua em dual channel, algo do tipo. O quão mais rápido ou se faz diferença, aí já não sei dizer, talvez seja uma diferença irrelevante.

    9. Tenho um amigo nesse dilema… Só que o macbook dele é de 2011! Semana passada estava editando DAW e a máquina não deu mais conta. Ele faz questão de Mac por causa do status para o studio, então eu nem dou mais palpite.

    10. Ghedin, sou fotógrafo profissional e dou aula de fluxo de trabalho para fotógrafos e cinegrafistas, tenho vários alunos que utilizam Mac. E muito usam o Macbook Air M1 de 8GB/256GB. E cara, mesmo para um uso pesado, como edição de foto/vídeo ele da conta do recado. O que o M1 consegue fazer é bruxaria. Claro que se fosse 16GB de ram, seria melhor, mais rápido e daria pra ter mais softwares abertos ao mesmo tempo, mas ainda assim os meus alunos fazem um uso muito pesado, e pelo que vejo do teu trabalho, um M1/M2 com 8GB atende tranquilo até demais. Já os 512GB eu acho uma boa, mas ainda assim da pra contornar com um bom SSD externo, como o Sandisk Extreme.

    11. Eu vou de mini, MacBook é legal e tal, mas depois q o meu caiu e amassou, perdi o gosto.

      Um ponto q pode ajudar na escolha é a revenda. Acho que um Pro seria bem mais fácil de revender e com valor melhor que um mero air

    12. Eu compraria o Air básico (8/256) ou já partiria para o Pro de 14.
      O preço desses upgrades de RAM e armazenamento corroem bastante o custo-benefício do Air.

  9. Saúde!

    Para quem precisa assinar muitos documentos no dia a dia sugiro a assinatura do Gov.BR, é super rápido e de graça, essa solução elimina a necessidade de ir ao cartório reconhecer firma pois é reconhecido através de uma lei federal com pelo menos duas décadas de criação.

        1. Ia salvar a vida aqui, porém…

          Unknown dir object c=’>’ cInt=62 peek=’>’ peekInt=62 at offset 152 (start offset: 152)

          recebo esse erro no final do processo

          1. Nunca asssinei pelo Gov.BR, mas imagino que esteja tentando assinar pelo navegador. Tente pelo aplicativo. Ou use outro navegador (ah! e desabilite as proteções para o site do governo, as vezes eles bloqueiam alguma função).

          2. Uso no Safari mas acredito que seja interessante tentar em outro navegador.

          3. Ou só tente depois. Esses serviços do governo são uma mão na roda, quando funcionam direito. Não é raro se deparar com problemas neles. No meu trabalho, preciso usar um portal para dar andamento em alguns processos e o login é feito via gov.br. De cada 10 tentativas que faço para acessar esse portal, 8 dão erro. E é algo completamente aleatório.

      1. Eu usei mês passado ao dar entrada no meu pedido de registro profissional. Só precisava de uma assinatura sem reconhecimento de firma em um formulário mas foi mais prático do que imprimir, assinar, escanear e mandar o documento.

    1. Que show!
      Fui testar, falou que enviou um código para o APP, mas não recebi nada.
      Abro o APP e até aparece “você recebeu uma nova notificação”, mas não encontro de jeito nenhum

  10. Olá pessoal!
    Agradeço ao Ghedin e ao Vinicius_VS pelas respostas ao meu comentário no último post livre, além das indicações de artigos para leitura.

    Venho passando por crises de ansiedade por conta da hiperconectividade e FOMO desde que abandonei as redes sociais. Isso se agravou nos últimos meses com a sensação de falta de privacidade na internet, ligações de telemarketing, spam no WhatsApp, etc. Por isso tenho estabelecido regras rígidas sobre o uso de aplicativos e quais dados poderão estar acessíveis.

    Como estou em transição de carreira, voltei para a faculdade e estou planejando reorganizar a minha presença online, novo domínio/portfólio, emails, número de celular, meios de contato, etc. A decisão de uma nova configuração de dispositivos vem logo em seguida.

    Concordo que a maior vantagem dos produtos da Apple é a integração. Pensando por esse lado, vejo que é uma boa opção para o fluxo de trabalho que tenho hoje. Estou quase convencido. Por isso, pergunto para quem trabalha com tecnologia: É possível utilizar o MacOS para desenvolvimento sem problemas? Acredito que para codificação não haja problemas, mas li há algum tempo que o Docker tinha incompatibilidade com a arquitetura dos novos chips da Apple.

    Outra questão é quanto à escolha do equipamento. Vocês preferem trabalhar com notebook ou desktop? Trabalho em casa e uso um notebook há 4 anos. É excelente para mobilidade, pois posso usar na mesa, no sofá, na cama, no quintal. Mas ele tem me trazido alguns problemas de má postura e dores nas costas (que vem sendo contornados com a Yoga). Além disso, ter um espaço de onde não posso tirar o computador (a menos que faça algum esforço), faz com que o trabalho permaneça apenas ali, podendo me afastar dele quando precisar.

    Penso que nossos problemas de ansiedade/depressão/esgotamento começaram a piorar quando permitimos que as empresas colocassem os computadores nos nossos bolsos. Tudo fica tão próximo e disponível em qualquer lugar, trabalho, estudo, entretenimento. Antigamente, o fato de ter que estar em um determinado lugar, ligar o computador, e acessar a internet, permitia que a gente pudesse manter a concentração em apenas uma coisa. Acabou de usar? Desliga e vai viver. Tem sido um belo esforço manter esse fluxo.

    1. Compre um teclado e um mouse avulsos e conecte eles ao notebook na sua área de trabalho. É o melhor dos dois mundos: a ergonomia de um desktop sem perder a mobilidade do notebook.

      1. Aceito a sugestão. Estou com obra em casa e preciso fazer algumas mudanças no espaço de trabalho. Vou procurar um suporte pra monitor e fazer o teste.

    2. Sobre FOMO, depois de um tempo você agradece a tranquilidade de não ter redes sociais – as redes sociais tem malefícios infinitamente superiores aos bênçãos.

      Sobre desktop, você controla seu tempo de trabalho, não carregando ele pra todo o lado.
      A vida é muito curta pra lwvar trabalho pra cama.

      1. Realmente ter saído das redes sociais ajudou muito. Só mantenho o Instagram num contêiner do Firefox para chat. Em breve deixarei o WhatsApp também.

        A questão de levar o computador para a cama, é que ele também é usado para entretenimento. A sensação é de que estou levando o trabalho junto. Para isso, estou pensando em ter um tablet para diversão/coisas pessoais, e o computador fica na mesa só para o trabalho.

        1. Cara, mas como ce manteria o contato com todo esse pessoal, de amigos e a familiares, pessoas em outros estados etc? Eu saí do meu estado há quatro anos e só as redes sociais conseguem me manter próximo de quem importa, já que em SP ninguém quer fazer amizade ou se importa com gente de fora.

          1. As pessoas já se acostumaram com o meu jeito “low profile”. Nunca fui muito de redes sociais, e saí da maioria delas para manter a sanidade mental. Facebook deletei há uns 4 anos, Twitter deletei mês passado. WhatsApp será em breve. LinkedIn é só currículo.

            Amigos próximos eu encontro pessoalmente, familiares com quem me importo eu faço uma ligação, amigos que estão distantes fisicamente eu mantenho contato pelo chat do Instagram (uso restrito do chat no navegador).

            Na prática, vejo as coisas somente quando quero. Não preciso ver as últimas fotos da viagem de fulano. O que me incomoda são as notificações, o senso de urgência, a necessidade de hiperconectividade.

    3. Não, os problemas pioram qdo vc não coloca limites e da importância ao que não precisa. Sério assuma a parcela de culpa e para de de fazer de vítima, não vai ser tão cedo q essa padrão do mercado vai mudar. Na vdd eu não acredito que mude, até que a maioria das pessoas não se importem tanto.

      Provavelmente não irá ler até aqui se tiver achado ruim a parte anterior, mas enfim o FOMO desaparece (fica menor) depois que vc observar e racionalizar TODOS os dias que nada mudou e não saber qual o melhor lançamento da semana não te fez uma pessoa nem melhor nem pior.

        1. Faltou vírgulas e acentos lá, mas ele quis dizer que “tem que se assumir a parcela de culpa, impor limites do que precisa, e não dar importância para o que não é necessário”.

          1. Entendo.. Mas não enxergo a “culpa”. É mais ou menos o que disse, mas acho que me expressei mal lá no início: A comunicação é uma necessidade, mas a hiperconectividade não. Eu estabeleço aquilo que é importante para mim. A minha crítica é justamente ao mau uso das plataformas pelas pessoas e empresas. Isso não vai mudar, mas quero discutir como podemos ir contra.

            Estar de fora não me incomoda, o que me incomoda é a obrigatoriedade de estar lá. Há anos atrás, as empresas deixaram de ter site para alimentar uma fan page no Facebook, quem não tinha um perfil ficava de fora. Hoje, algumas informações de lojas/produtos/empresas só estão disponíveis para quem tem Instagram. Mas se você quer ver as novidades mais recentes, vá para o TikTok. Já o WhatsApp, que era um comunicador pessoal, virou ferramenta de trabalho, comércio, e até telemarketing.

            Estamos deixando de lado as coisas que funcionam. Quando tentei marcar uma consulta pro meu cachorro, a recepção só atendia por WhatsApp. Levei 2 horas para ter a primeira resposta da interação. Desisti e liguei para outro hospital.

  11. Oi pessoal, acompanho o site a um tempo, mas não costumo comentar. Ultimamente vi umas conversas sobre email, cloud própria e tal e fiquei com vontade de organizar parte da minha vida digital, mas queria a opinião de vocês.

    No lado do email estou pensando em contratar uma provedora e fiquei entre mailbox e protonmail (tutanota tbm, mas tutanota não atinge muitos dos meus requisitos), eu queria ter acesso a diferentes aliases, domínio próprio, conseguir acessar ele em clientes de email fora da web seria legal e criptografia e segurança são importantes pra mim também, vale a pena contratar uma provedora dessas? E na parte do domínio, é só pegar um domínio em algum outro site e sucesso? (Se sim alguma recomendação?). Outra dúvida que fiquei, se uma provedora me entrega 15 aliases num serviço (com o domínio dela), se eu usar um domínio próprio só tenho acesso a esses 15 aliases? Ou posso criar quantos eu quiser?

    Já no lado da cloud, eu queria substituir os serviços da google basicamente, ter um lugar pra armazenar meus dados, uma suite office, calendário e contatos também, estou tentado a contratar uma vps na hetzner (pelos meus cálculos foi a mais barata) e se precisar de espaço pegar um storage S3 na wasabi, mas o custo pra isso sobe bastante, se eu pegasse um serviço direto de NextCloud por exemplo ficava bem mais em conta, mas o que tem me empurrado em direção à vps é que eu quero aprender a gerenciar um servidor e acho que um nessa escala seria interessante e possivelmente quero disponibilizar o servidor para amigos também. Se tiverem indicações de serviços de hospedagem eu to aceitando e indicações de hardware também, não faço ideia de quantos núcleos e quanto de ram eu preciso pra rodar um NextCloud sem muitas dificuldades.

    Por fim outra coisa que quero fazer ainda essa semana é botar uma outra rom no meu celular, tenho um Poco F3 e tinha colocado a versão EU da MIUI nele, mas não me adaptei, tava querendo aproveitar que ele tem suporte oficial ao Lineage OS (sempre usei, mas nunca tive suporte oficial) porque pra mim atualizações OTA são bem importantes, mas vi também que ele tem suporte ao /e/ da Murena e fiquei ponderando se testo ele, tive uma experiência relativamente boa com outro celular sem google e queria ver se as novidades do micro g suprem minha demanda, aí agora estou entre Lineage OS normal, Lineage OS For MicroG e /e/ OS, alguém tem experiência com algum desses sistemas? Saberiam dizer se o /e/ e o Lineage com MicroG têm suporte a atualizações OTA, ou se alguém tiver tido problemas com o MicroG recentemente em relação a apps de banco, uber, ifood, esses serviços que geralmente usam muito da google e puder me dar umas dicas agradeço muito.

    Post longo, eu sei, desculpa. Queria dizer também que adoro o site, é um dos poucos lugares da internet que eu faço questão de acompanhar, adoro os posts livres e to sempre atualizando o Feeder esperando postagem nova do manual. Obrigado de antemão.

    1. Olha, acho que o nextcloud com os respectivos plugins cobre boa parte das suas necessidades. Eu rodo um em uma VM aqui no trabalho, mas como é de testes é praticamente um servidor pessoal.
      A minha atualmente roda como repositório de arquivos e sincronização de calendários e feeds RSS. Está consumindo uns 700MB de ram rodando a versão snap em um Debian. Minha VM está configurada com um processador só e me atende muito bem assim.

      1. Poxa, super tranquilo então, daria pra pegar uma vps mais barata e ir escalando aos poucos se precisar.

    2. Uso Nextcloud na free tier da Oracle cloud e me atende bem, mas tem que configurar tudo do zero. Eu não manjava nada de configuração de servidor e apanhei um pouco até acertar.

      1. Fernando, você seguiu algum tutorial para montar essa configuração?

        1. Uma amiga recentemente me pediu pra subir uma instância do Nextcloud numa conta gratuita da Oracle.
          Configuramos a máquina virtual com 200GB de armazenamento (o limite do plano gratuito) e usamos esse repositório oficial pra obter o NC. Seguindo as indicações que estão no próprio repositório.

          https://github.com/nextcloud/docker

      2. Valeu pela dica vou dar uma olhada, pode ser uma boa solução pra começar a experimentar.

    3. Eu também estou querendo uma VPS pra rodar um nextcloud pessoal. Fiquei meio receoso da hetzner por ter que pagar em euro (pelo que eu vi superficialmente) e não conheço muitas alternativas no Brasil. Não queria ir para locaweb por traumas de outros carnavais, mas parece ser o mais interessante (leia: barato)

      O Fernando do outro comentário comentou sobre a oracle cloud em nível free, vou analisar essa possibilidade mas tenho medo da oracle decidir que não é mais free daqui uns anos e quem já está lá ter que pagar o preço que eles ditarem ou sofrer pra fazer uma migração (que no caso da nextcloud não sei quão traumática seria)

      1. Também não confio que o always free da Oracle vai durar para sempre, mas acho que não vai acabar da noite para o dia também. E pela minha experiência com o nextcloud até agora, não vejo muito trabalho se precisar migrar.
        Meu nextcloud roda na máquina amd com 1 giga de memória. Eu habilitei swap nela porque estava rodando o collabora (suite office) junto, este dava umas engasgadas mas ia.

          1. Não consigo cadastrar na oracle, faz todo o ritual de testar o meu cartão, vejo a compra e o estorno e depois reclama que não consegue finalizar o cadastro. Ô empresa nojentinha com formulário de cadastro.

      2. É, pagar em euro me preocupa também, mas imagino que o valor não vai subir tanto 👀, acho que vou tentar essa da Oracle antes.

  12. Fala, pessoal, tranquilo?

    Vejam, esses dias, em um outro Post Livre, alguém postou o link de um site incrível, que é o Low Tech Magazine. Li 3 textos (Demasiada combustão, pouco fogo; O quão circular é a economia; Como construir um site Low Tech) os achei incríveis! A pegada minimalista do site também é muito legal. Quais outros sites, além do Manual do Usuário, claro, vocês indicam mais ou menos na mesma ‘onda’?

  13. A quem tiver interesse, o Banco Santander e a plataforma Let’s Code estão ofertando bolsas de estudo em programação, com inscrições até o dia 11/08.
    No site letscode.com.br tem maiores informações.

  14. Vocês tem o costume de escrever num diário?

    Comecei a tentar pegar esse hábito por causa da terapia, porque tenho muita dificuldade de lembrar o que aconteceu durante a semana e preciso levar pra sessão. Hoje foi meu primeiro dia escrevendo e até que rendeu bastante.

    Pra quem já escreve a algum tempo, esse hábito trouxe alguma mudança positiva na vida de vocês?

    1. Escrevo todo dia, uso o DayOne pra isso.

      Não sei se trouxe uma mudança muito grande, mas gosto de voltar lá e ver o que fiz/estava pensando em tal época.

      Mas quando estou com a cabeça muito cheia escrever ajuda bastante, é quase uma forma de desabafo, só que pra você mesmo!

    2. Sim, há 19 anos.

      Não escrevo todo dia, às vezes passo semanas sem escrever, mas sempre retorno e tento condensar ali o meu estado atual — humor, ansiedades, expectativas, derrotas, vitórias, alegrias, tristezas. É muito louco reler as coisas mais antigas, parece outra pessoa, mas ao mesmo tempo você se lembra exatamente de cada situação.

      Eu escrevo em arquivos *.txt mesmo, e salvo num disco criptografado. Ano passado adotei o Day One para anotar coisas do dia a dia, quase como um Twitter privado. Mantenho os dois concomitantemente.

      Recomendo demais. É um hábito maravilhoso. A gente falou disso num podcast ano passado e dei esta dica aqui. recentemente.

    3. Sim, há muitos anos, e em notebooks feitos à mão por mim mesmo, bastante precisos e com papeis muito prazerosos para escrever com uma boa caneta.

      Nada contra os digitais, é só uma preferência pessoal.

    4. Meu psicológo sempre pediu que eu fizesse um diário. O ponto é que quando começo, se fico um tempo sem colocar informações, acabo deixando de lado e ignorando.

      Sei que até os 25 anos eu tinha uma boa memória para certas coisas, só que não caia a ficha que justamente ter boa memória era reviver situações passadas (alguma briga na infância ou adolescência, algum problema com familiar ou colega, etc…). Parece que dos 30 em diante resolvi deixar a memória esquecer mais fácil as coisas (ou ela realmente se degradou um pouco). Sou bom em entender como fazer um caminho, mas memorizar nome de ruas precisaria falar algumas vezes até resguardar a informação.

      As vezes temo que um diário poderia se voltar contra mim. Então no final até foi bom não ter tido esta cultura. Apesar de como eu falei, poder se voltar contra mim, também é uma forma de provar a favor de mim também.

      Mas admiro quem faz este tipo de coisa.

      1. Apenas por curiosidade e caso não seja muita intromissão da minha parte, mas o que seria “um diário poderia se voltar contra mim”? A informação dele ser usada contra você ou ele te lembrar de algo que deveria ter ficado no passado?

        1. Ambos. Não nego que ja trabalhei para pessoas que posso ter algum risco, e tbem já fiz besteiras.

          As vezes me remoi atos passados. E o diário só aumentaria mais a agonia.

          1. Entendi! Nesse caso, não faria bem mesmo não.

            E hoje, seria diferente? Registros assim te fariam mal?

        2. Mesmo hoje acho que escrever um diário pode tanto me prejudicar (pois tem horas que sei as besteiras que faço ou penso) quanto me dar agonia (repensar em uma destas besteiras). Então melhor deixar o destino levar a situação.

          A se pensar que fotos e vídeos antigos foram perdidos quando deu chuva e infiltração na casa, ou quando pegou umidade por não ter sido bem cuidado. Então parte dos meus registros da minha infância se foram. Melhor assim (?).

    5. vídeo é bom pra vc se ver um pouco, então 1 resumo semanal é válido, audio é bom pra pegar nuances, e papel e caneta tinteiro ou uma gel, é gostoso poder jogar um pouco das ideias à mão, só é mais difícil gerenciar.

    6. Eu uso o Journey há 6 anos, além de ajudar a reconhecer as coisas que fiz, ele relembra “este dia” anos atrás, e é super satisfatório e fortalecedor saber o quanto você mudou (e melhorou)

      1. PS: Sempre que escrevo salvo um selfie junta, e algumas imagens da semana. Torna o momento mais real, claro e fácil de relembrar. Tenho direito a 5 fotos ou um vídeo num modelo que não existe mais: “premium pagamento unico”

      2. Você se refere ao Moleskine Journey?
        Estou usando este como diário e também como gerenciamento de projetos – ainda que de modo simples.
        É bem satisfatório.

    7. Também escrevo por recomendação do terapeuta, mas não uso app para isto. Como escrevo no fim do dia e tenho feito uma rotina de higiene de sono – sem telas por 1hr antes de dormir – eu acabo escrevendo a mão em um caderno mesmo. No meu caso faço mais uma limpeza mental, só pra ver se a cabeça fica mais quieta antes de dormir

    8. Sim. Não chega ser um diário, mas escrevo de forma frequente. Peguei o hábito de usar o papel para isso. Num caderno com pauta, dividi a linha em 3 e escrevo assim. Tenho a letra pequena e isso dá uma personalidade ao que escrevo.

      Fiz isso antes de ter contato com qualquer tipo de terapia, há uns 5 anos. Sempre escrevo quando tenho uma decisão importante para tomar ou a mente está muito acelerada.

      A mudança que vi é na facilidade de organizar ideias e na capacidade de ver a sua própria evolução. Não chega a ser algo extremo, mas lentamente você percebe seus temperamentos ou vê como você está diferente. Esse tipo de conhecimento, sobre você mesmo, é muito importante.

      Uma coisa interessante é que eu gostaria que ele fosse lido por alguém no futuro. Hoje talvez seja algo privado, mas com o tempo não vejo porque manter assim.

    9. Mudança positiva não consigo afirmar. Mas parar para pensar no seu dia torna o próximo mais leve.

      No começo mantinha tbm um diário de humor, acho q era day.io, ele era bem mais útil pois conseguia perceber qdo as coisas iam desandar e teria uma semana difícil.

      Meu diário comum é mais para não perder o foco sabe, perceber que todo dia aconteceu algo q me chamou atenção. As vezes as entradas são apenas uma foto e é isso.

    10. Nunca tive esse hábito. Comecei a criar, há poucos dias, por conta desse vídeo: https://youtu.be/iSaijif7cmU
      Por conta de situações tristes e trágicas pelas quais minha família e eu passamos, muita coisa acabo esquecendo. Parece que é uma autodefesa, algo assim, pelo que já li por aí. Ruim que, nisso, muitas lembranças “boas” se “perdem” também…
      O Ligeiro disse uma coisa que me fez pensar em algo que eu não tinha pensado ainda: se eu relesse certas passagens de anos, décadas atrás, como eu reagiria? Será que não estou melhor assim, com as coisas enterradas lá atrás? Não sei. Talvez a maturidade de agora, perto dos 50 anos, me fizesse reviver esses acontecimentos com resignação. No final, acho que seria positivo e até emocionante reviver muitas coisas. Tenho certeza que até choraria, de emoção, saudade… Penso que perdi muita coisa. Lamento.

      1. se eu relesse certas passagens de anos, décadas atrás, como eu reagiria? Será que não estou melhor assim, com as coisas enterradas lá atrás?

        Sou bem honesto/aberto no meu diário, então sempre incluo coisas que estão me chateando, preocupando ou que são, de alguma forma, negativas. Acho ótimo ter esse histórico. A distância no tempo coloca algumas coisas em perspectiva, coisas que no calor do momento parecem maiores do que são de fato.

        Não consigo encontrar aspectos negativos nisso, em “enterrar” o passado. Entender a si mesmo é das melhores coisas (talvez a melhor) que você pode fazer por você mesmo. Sempre digo que existe um paralelo muito próximo entre o hábito do diário e a terapia — a diferença é que no diário você não tem a ajuda de outra pessoa, exceto o seu eu do passado.

  15. Olá,
    Inspirado pelo Guia Prático com o Fábio Assolini, que falou dos assaltos de celulares para limpar contas, eu tentei rever minha segurança no meu próprio celular. Meu objetivo aqui não foi apenas relacionado a apps de bancos, mas tornar o acesso a qualquer dado pessoal pelo assaltante o mais difícil possível . Recentemente tive que fazer um hard reset, e aproveite para realizar as seguintes configurações:

    1.Configurei um desbloqueio por senha, com uma senha de 16 dígitos (maiúscula, minúscula, número e caractere especial);
    2.Configurei o app “pasta segura”, e inclui uma senha (diferente da do bloqueado do celular) nos mesmo moldes do celular. Alterei o logo da pasta segura e renomeei ela para apenas um caractere especial. Assim, apenas se você digitar na pesquisa de apps esse caractere a pasta segura irá aparecer;
    3.Configurei todas as digitais possíveis (no meu celular, 4x), sem deixar espaços vazios para inclusão de uma nova digital;
    4.Instalei o Norton app Lock, e configurei um PIN de bloqueio para todos os aplicativos instalados (mantenho essa função apenas quando estou com o celular na rua);
    5.Configurei um PIN de bloqueio para o SIM CARD, conforme post aqui no Manual;
    6.Habilitei o bloqueio nativo de todos os meus apps de mensagens (Signal, Whatsapp e Telegram);
    7.Configurei o Signal como meu aplicativo de SMS padrão, para manter os SMS protegidos pelo bloqueio nativo do Signal;
    8.Habilitei a dupla autenticação em todas as minhas contas, utilizando o autenticador Aegis. Ele está instalado dentro da pasta segura e também possui um bloqueio por senha nativo;
    9.Instalei o Nova Launcher, escondi todos os aplicativos pela configuração da Launcher e desativei o acesso a gaveta de apps e a pesquisa. Só é possível abrir um app realizando um gesto que habilita a pesquisa da launcher e digitando o nome do app.
    10.Estou utilizando o Dashlane como meu gerenciador de senhas. Ele tem um bloqueio próprio e inclui ele dentro da pasta segura.
    11.Os aplicativos de banco estão instalados dentro da pasta segura e mantenho eles “deslogados”.
    12.Fotos, vídeos e documentos pessoais mantenho todos em backup na nuvem, realizado todo dia, sem manter nada salvo no celular. Mantenho salvo apenas arquivos impessoais, como podcasts, músicas, livros, etc.

    Gostaria da opinião de vocês (fui muito longe?), e se possuem mais alguma sugestão de configuração!

    1. Vou ser bem sincero: Eu não sacrificaria minha experiência de usuário aplicando tantas camadas de segurança e dependendo de tantos apps diferentes.

      Como você comentou da pasta segura, vou presumir que seu smartphone é Samsung, certo? No meu eu fiz o seguinte:

      – Deixei todos os apps de banco na pasta, com o banco que uso pra movimentações pequenas como único visível na tela incial;

      – Apps de e-mail, mensagens e armazenamento em núvem também ficam lá dentro, assim o ladrão não consegue recuperar nenhuma senha por esses meios, nem o email nem os códigos nucleares do 2FA;

      – Mudei o nome e o ícone da pasta segura pra “Mensagens”, e o app de SMS eu deixei oculto, inclusive notificações. Assim, o ladrão vai achar que meu app de SMS tá protegido com senha;

      – Outro detalhe sobre o e-mail: Eu tenho uma conta diferente pra cada banco e serviço crítico, e nenhuma delas fica logada no smartphone nem tem um e-mail conhecido pra recuperação de senha. Todos esses endereços tem o mesmo prefixo inicial, mas o resto é diferente. Como muitos apps só mostram a primeira metade do seu e-mail quando você solicita a recuperação de senha, fica difícil até pro ladrão saber pra qual deles ela foi enviada;

      – Por fim, os clássicos: Bloqueio por digital de dedos de ambas as mãos e senha em ambos os chips, que ficam sem identificação na tela de bloqueio.

      Tudo isso usando só um app e um pouco de criatividade.

      Mas assim, é uma opinião minha. Não tô dizendo que você tá errado em ser tão precavido.
      Até gostei das dicas do Signal e do caractere especial na Pasta Segura. Vou experimentar.

      1. Pierre,
        Muito obrigado pelo seu comentário. Concordo com a sua opinião de tentar manter as coisas mais enxutas. Uma das práticas que mantenho é remover os “bloatwares” da Samsung por adb, exatamente por essa razão. Neste caso, o meu excesso de camadas foi para testar e ver o que funciona melhor para mim. De bônus, é até uma forma de eu diminuir meu uso do celular, uma vez que se torna tão inconveniente mexer nele. Mas acredito que devo aparar as arestas agora. Uma das coisas que está me incomodando é o App do Norton, que algumas vezes não carrega o teclado para inserir o PIN, e eu tenho que ficar indo e voltando, até o teclado decidir aparecer. E quando não aparecer não é mesmo?

        Gostei da ideia de uma conta de e-mail diferente para cada banco/serviço crítico. Vou ver onde vale a pena aplicar isso aqui.

    2. Superinconveniente e não resolve se você for coagido com uma arma.

    3. Assim como o Pierre falou, achei nada prático.

      Contudo, AFAIK, o android/samsung já vem criptografado, a pasta segura adiciona um layer. De qualquer forma, se estamos falando de segurança extrema, colocar digitais não é uma boa prática né?

      Algumas coisas extremas como app dentro da pasta segura e ainda assim deslogado, sinto que temos uma problema existencial aqui, reflita um pouco sobre se isso faz algum sentido… Deslogado poderia ser fora da pasta segura então? etc.

      Pessoal ficou abalado com a forma que bandidos tem roubado dados, mas é importante lembrar que o caso mais famoso estava com o celular destravado, e que todo mês a samsung libera um patch de segurança.

      Enfim, quero dizer que seria seguro e ao menos tempo prático usa 3 etapas no máximo, como senha, pasta segura, e autenticação de dois fatores. Passar disso pode ter o efeito contrário porque você constantemente vai ter que expor seus dados na hora de fazer login ou procurar no gerenciador de senha, ou seja, efeito contrário.

      1. Hélio,
        Obrigado por compartilhar sua visão! Com relação as digitais, eu mantenho elas apenas para o desbloqueio do celular. As demais camadas eu mantenho desabilitado, com desbloqueio apenas por senha. Pode parecer insano, eu sei, mas os PINS dos bloqueios nativos e as senhas de 16 digitos do celular/pasta segura eu acabei decorando rsrs Utilizo o gerenciador de senhas apenas para as contas que não uso com tanta frequência.

        Com relação aos aplicativos que mantenho deslogado dentro da pasta segura, é que por padrão do app eles não encerram a sessão automaticamente. Então mantenho eles lá pois, caso eu não lembre de manualmente encerrar a sessão, eles ainda possuem a camada de proteção da pasta segura.

        Estou pensando em remover o app lock, e acredito que ficarei com as 3 etapas de segurança que comentou. Deve ser suficiente.

        E um item que esqueci de incluir e que lembrei quando você comentou do caso do roubo com o celular desbloqueado, eu mantenho o bloqueio de tela no tempo mínimo (15 segundos). O mesmo para a pasta segura e os demais apps.

        OS:Só um fã de B99. Considerando o assunto e a excentricidade da personagem, achei que cairia bem usar esse nome hahaha

    4. Acho q isso é uma batalha perdida, fui renovar CNH e meio que todos meus dados estão ali bem disponíveis e o incentivo para usar o digital é forte.

      O caminho mais saudável seria cobrar uma robustez maior dos sistemas e empresas.

      Não relacionado mas relacionado, uma juíza sofreu um novo golpe: “golpe da portabilidade de salário”. Basicamente criaram uma conta em um banco digital com os dados dela e pediram a portabilidade e puff. Sumiu o salário dela, sem pegar celular, sem roubar documentos, simples assim.

      Mas isso não significa andar com celular desbloqueado e foto de doc na galeria. Oq vou fazer por hora é deixar tudo que for possível off-line. Fotos no SD e com backup no pc e um hd remoto. Nada no bolso nem nuvem.

      1. Também fui vítima desse golpe. Aparentemente estão utilizando dados de servidores públicos vazados no ano passado. (também sou servidor público federal).

        Considero falha dos dois bancos envolvidos. O primeiro que abriu a conta digital e o segundo que fez a transferência sem confirmação da mudança para o outro banco, seja pelo aplicativo do banco ou por terminal ATM.

        Eu perguntei ao banco que abriu a conta com o documento falso se na solicitação havia necessidade de informar os dados bancários da conta no outro banco. Me disseram que essa solicitação pode ser feita apenas informando o CNPJ da fonte pagadora. Afff.

  16. Tô no pronto socorro do hospital municipal, comecei a passar mal ontem, hoje de manhã estava excelente, aí de tarde voltei a ter problemas. Achei que era infecção urinária, pois o formigamento no corpo todo já ocorreu na última vez…. Pré atendimento ela me falou em crise de ansiedade. Primeira vez que passo por isso.

    1. Saúde e melhoras. Crise de ansiedade é fogo. Não vou sugerir algo para gerar algum gatilho. O que apenas desejo é que se você estava na expectativa de algo, que ela venha e lhe ajude. :)

    2. putz, eu já tive muita crise de ansiedade. É uma droga mesmo. Se ficar frequente, procure um psicólogo, para mim ajudou muito a aprender a controlar as crises e hoje praticamente não tenhomais.

    3. É dose. Meses atrás, tive uma crise na Anhanguera, aqui no interior de SP. Tive que encostar o carro e esperar passar. No final, a situação que gerou isso se resolveu. Olhando agora, não era pra tanto.
      Que tudo se resolva. Melhoras.

  17. Ghedin, não sei se está acontecendo com os demais, mas tentei responder duas postagens e não está sendo publicado. Será que é algum problema devido a migração?

  18. Faz um bom tempo que uso Linux, diria pouco mais de vinte anos. Iniciei no Conectiva 5. De lá pa cá usei um pouco de tudo até escolher o Debian como minha distribuição. Quanto aos ambientes disponíveis, sou GNOME desde pequenininho e me adaptei bem ao ambiente, apesar de ter sofrido muito no início. Por acaso, esses dias fiz um upgrade em meu ThinkPad e resolvi dar uma nova chance ao KDE Plasma. Confesso que estou espantado com o trabalho do pessoal. A versão que estou usando é a 5.24.5 no Testing. Que delícia de ambiente. Até então sem nenhum bug ou crash. Inicia usando em torno de 680 MB de RAM e na medida que vamos utilizando, nota-se claramente a eficiência na utilização dos recursos, em especial de RAM. Tenho que admitir que o pessoal do GNOME precisa aprender com a turma do KDE quanto ao uso de recursos. Estou bastante animado com o que estou vendo. Vou seguir usando os dois ambientes (em máquinas diferentes) pra avaliar melhor.

    1. Wendell, Gnome em qual distribuição? KDE em qual distribuição?
      Pergunto isso pq a experiência varia muito de acordo com o local que o ambiente gráfico é usado.
      Por exemplo: Gnome no Fedora é uma experiência diferente de todas as outras distros. É o Gnome puro no ápice do desempenho e estabilidade.
      Já o Gnome no Manjaro é horrível.
      KDE no Neon é excelente. Mas o KDE no Ubuntu é sofrível.

      1. João Pedro, concordo contigo sobre as diferenças entre os sabores Linux. Testei o GNOME e KDE em várias distros. Realmente varia demais de uma para outra. No caso do Fedora e Debian, acho que a diferença entre ambas é mínima, diria quase imperceptível, ao menos sob minha avaliação. De todas as distros que testei o Plasma, a quem mais me decepcionou foi justamente o Neon. Muitos crashs, travamentos e bugs bobos. Como uso o Debian, essa comparação dos dois ambientes foi feito nele. Também comparei a performance no Fedora e Manjaro, onde também percebe-se que o KDE usa bem menos recuros. O GNOME como todos sabemos, exige mais do hardware, ao contrário do Plasma, por isso que acredito que os desenvolvedores poderiam melhorar isso nas próximas versões. Já da pra sentir a diferença com o GNOME 42, mas há um longo caminho pra melhorar. Essa é a minha avaliação.

        1. Wendell, apesar do meu setup estar estável com o Fedora Gnome, vou dar uma olhada no KDE após o seu relato.

          1. João, só instalei o Plasma porque tenho mais de uma máquina e fiz uma upgrade no hardware, não fosse isso, talvez ficaria quieto no GNOME. Se tiver como testar, faça isso. Acho que houve uma enorme evolução no Plasma nas últimas releases. Realmente estão fazendo um belo trabalho.

    2. Eu gostei muito do KDE atual, mas preciso configurar tanta coisa que me deixa confuso. E toda vez que quero melhor algo, fico confuso pra saber em que area das configurações ele fica. Amo GNOME e uso, mas acho pesado com apenas algumas extensões.

      1. Hélio, esse é talvez o único grande inconveniente do KDE. Tem opção demais pra configurar e isso acaba as vezes até confundindo. O GNOME é fantástico nesse quesito justamente pela simplicidade. É aquele negócio, o que falta num, sobra no outro e vice-versa. Mas mesmo usando o Plasma em uma de minhas máquinas, continuo fiel ao GNOME.

    3. Bem, passei a ser usuário fiel de Linux após o KDE 4 e não nego que sou fã. No momento uso Kubuntu lts em um thinkpad X61 (já deve ter seus 15 anos) com 3 giga de memória, e para o dia a dia parece um computador atual.

      1. Fernando, quando iniciei no Linux, lá no Conectiva 5, o ambiente padrão era o KDE2. Com a versão 3 o KDE deu um belo salto e foi aprimorando até a 3.5. Com a mudança pra a problemática versão 4 eu já usava o GNOME 2, que na minha opinião era o melhor ambiente para desktop. O Grande barato do Plasma atualmente está relacionado a otimização do sistema. É fantástico como o ambiente se comporta sem sacrificar o hardware. Essa é minha birra com o GNOME, em que pese os desenvolvedores terem corrigido isso a partir da versão 4o e estarem otimizando o código, mas ainda sim o uso de recursos é bastante alto. O grande diferencial em usar Linux é justamente o aproveitamento do hardware. Vida longa ao sistema do pinguim. Rssss

    4. Não tenho tanto tempo de estrada quanto você, mas sou do tempo que o KDE era mais pesado que o GNOME, e hoje em dia eu acho muito estranho como esse jogo virou. Desde a versão 3 que o GNOME não resolve essa questão do alto uso de memória.

      1. Recordo dessa época sim, em especial quando lançaram o KDE4. Pessoal do KDE tá trabalhando bem atualmente e deram a volta por cima. O GNOME desde a versão 40 tem sido bem otimizado, mas pode melhorar bastante ainda.

      2. O alto uso do GNOME depende do sistema por trás. Um exemplo disso é o GNOME no Fedora consumir 750-800 MB de RAM, enquanto no Arch Linux não passar de 450 MB. Tenho um Dell 1566 com 4 GB de RAM e HD mecânico, roda GNOME no Arch e nunca tive problemas, mas uso o ext4 para evitar gargalo.

        1. Exatamente. Uma coisa que observei em meus testes está relacionado ao que a distro te entrega com uma instalação padrão. Quando você realiza uma instalação controlada, o resultado é diferenciado. Ao instalar o Debian, não utilizo a opção padrão oferecida no tasksel, primeiro instalo o básico do sistema, depois vou “construindo” a instalação do sistema com apenas aquilo que necessito, com isso tenho um sistema enxuto. Mais ou menos como a instalação do Arch Linux. Vale a pena demais.

    5. Eu ficava migrando entre GNOME e XFCE. Em algum momento testei o KDE e curti bastante.
      Mas não sei explicar bem mas ainda n me sentia em casa.
      Um amigo indicou o i3, meu primeiro tiling window manager, curti… mas faltava algo.
      Encontrei o BSPWM, segundo, curti mais que o i3… mas depois de um tempo passou a não me agradar tanto.
      Quando eu ia para o DWM, vi um vídeo do DistroTube dizendo pra ir para o XMONAD se eu estivesse pensando em ir para o DWM (ele n falava pra mim… era mais ou menos o título do vídeo kkk)
      Tô no XMONAD, meu terceiro tiling window manager, a mais tempo que o bspwm e o i3 e não tenho saudades do GNOME, XFCE e nem do KDE.
      Vale salientar que o window manager (gerenciador de janelas) é diferente de desktop environment (ambiente desktop). No caso… o GNOME, XFCE e o KDE, além de gerenciador de janelas, também são ambientes desktop (com toda uma suíte de aplicações).
      O i3, BSPWM e o XMONAD são gerenciadores de janelas e … ou vc escolhe uma suíte de aplicações (gnome?) ou você monta a sua lista um a um (ou aproveita a lista de alguém junto com os dotfiles (arquivos de configuração)).
      Só pra deixar claro, não estou dizendo que o XMONAD ou qualquer outro é melhor. Cada WM propõe soluções para problemas. Desta forma, vou ficar com o que resolveu mais problemas meus e me deu menos dor de cabeça! =)

      1. Bacana, não conhecia o XMONAD. Tenho o i3 em um netbook HP o qual uso para manutenção de redes. É gostoso e bem produtivo quando se adapta. Pelo fato do netbook ter um hardware simplório, tive que optar pelo i3 e me atendeu bem. Você também menciona o XFCE. Usei por muito tempo quando migrei pro Debian. A simplicidade aliado ao poder de customização faz do XFCE um ambiente perfeito, especialmente para máquinas menos parrudas. O grande barato do universo Linux são as possibilidades. Centenas de distros, dezenas de interfaces, enfim, tem gosto pra tudo. Gosto muito do GNOME, mas se algum dia surgir algo que me faça mudar, tá suave e tranquilo, mudo sem medo. O importante é usar Linux!

        1. Exatamente! Tem solução pra tudo.
          XMONAD é bem leve também mas se vc está satisfeito com o i3, n mude.

          O vídeo que falei foi esse: https://www.youtube.com/watch?v=TTME951CxNc

          Mudei de terminal e de shell de ontem pra hoje (testando ainda).
          Estou de Kitty + zsh.
          Continuo usando bash nos servidores.
          Os terminais eu usava o terminator até chegar no XMONAD, daí migrei para o Alacritty e, agora, estou de Kitty (configuração mais interessante e mais recursos).

      1. Rapaz, esse texto me fez viajar no tempo. Recordo quando fizeram um barulho danado sobre o KDE4. Foi o maior tiro no pé. Chegaram a desaconselhar seu uso, conforme relatado. Já com o GNOME3 eu só experimentei um bom tempo depois, creio que lá na versão 3.16, se não me engano, ainda sim não usei, optei pelo XFCE. Recordo da rusga de Linus com essa mudança. Mas enfim, fico tentando entender essas mudanças e essa preocupação em um ambiente híbrido (desktop X mobile X touch). Sei não, acho isso a maior perda de tempo e esforço. Já mataram o desktop ha vários anos atrás e ele ainda continua firme e forte, não vejo futuro nessa coisa de juntar os dois. Olha o Unity, na minha modesta opinião foi a maior burrada que a Canonical fez com o Ubuntu. Espantou muita gente boa (usuários e desenvolvedores) e com isso o Ubuntu deixou de ser o famoso Linux para seres humanos. Acho que quem inventa demais acaba “cagando” a ponto de estragar o que estava bom e funcionava. Muito boa a comparação do texto e reflete muito bem o que estamos vivenciado.

  19. Perguntei isso em um grupo da qual faço parte e vou perguntar aqui também, é assunto antigo mas acho que vale, não sei se alguém comentou isso por aqui: o que vcs acharam do final do “The Expanse”? Achei muito ruim.

    1. Eu até que gostei, achei condizente com o resto da história.

      Mas não da pra chamar aquilo de final né.
      Tem coisas que ficaram sem explicação, até pq a história não acaba ali!

    2. Achei fraco. E também avalio que a série foi piorando com o avançar das temporadas. Espero que melhorem nas próximas que virão.

  20. Vcs também são reféns do lastfm a ponto de não usarem um streaming de audio que não tenha suporte ao mesmo?

    1. Sou refém, João Pedro. Uso Spotify, mas em várias ocasiões tentei migrar para o Apple Music por estar no ecossistema da Maçã e ficar mais em conta ter streaming de música embutido no Apple One. Só que ainda não encontrei uma forma descomplicada e com garantia de funcionar de fazer Scrobble pelo iOS.

      1. Realmente no iOS é complicado.
        Só no Spotify que funciona bem pq vc tem como vincular a sua conta do lastfm por fora.

    2. Curiosidade minha aqui, mas qual é a do last.fm hoje em dia? Usava há vários anos atrás, antes da explosão dos serviços de streaming, mas hoje em dia não tenho ideia de como este serviço me poderia ser útil.

      OBS: fiz a migração do Spotify para o Apple Music no início desse ano e, com exceção do podcast do Mano Brown, não me faz falta nenhuma. Migrei toda a biblioteca e playlists de um para o outro e o serviço me atende muito bem.

      1. Eu uso o lastfm para ter estatísticas do que eu ouço.

      2. Uso para ter acesso detalhado às estatísticas do que ouço. Imagine o Wrapped do Spotify no final de cada ano, só que disponível a qualquer momento e com várias possibilidades de filtros para gerar relatórios do que você ouviu. Pra mim esse apelo faz do Last.fm um serviço bem útil. Cheguei inclusive a pagar pela versão Pro, que desbloqueava ainda mais recursos para essas estatísticas.

      3. tem o libre.fm como alternativa, apesar de ser muito pouco convidativo e intuitivo.

    3. Se o streaming não tem conexão com o Last.FM, não assino. Sem discussão.

    4. Expandindo aqui:

      Vocês já tentaram (e conseguiram) baixar de forma grátis as estatísticas de vocês em um formato tipo CSV, JSON, etc?

      Gostaria de ter algo que fizesse esse backup

    5. Me sinto um alienígena quando o pessoal fala de serviços de música 🙄 90% é youtube no NewPipe e o resto é ouvindo álbuns no Bandcamp.

  21. Querendo sugestões de bons apps de exercício para fazer em casa, free ou baratinhos. Alguém usa e recomenda? (também aceitando apps de yoga)

    1. Downdog é una boa, se estiver dentro do seu orçamento. Ele tem exercícios de yoga também.

    2. O app da Nike. Acho que é Nike Training. Gratuito, com vídeos e comentários bem explicativos e uns treinos legais, organizados por objetivos, com ou sem aparelhos, etc… Acho que tem yoga também.

      1. No começo da pandemia eu usei esse por um tempo, mas não consegui ter disciplina para fazer os treinos. Mas pelo que me lembro, era bem completo mesmo. Vou dar uma olhada novamente nele.

    3. Comecei a treinar em casa e a usar o Flat Habits para registrar todos os dias em que fiz exercício. Para mim funciona melhor pois não me adaptei bem aos aplicativos.

      1. Boa sacada. Eu usei um aplicativo similar para marcar os dias que ia para a academia, mas por mais que precise fazer exercício, academia não é o ambiente para mim kk

        1. Fica a dica kkkk. Era bem difícil pra mim manter disciplina para treinar em casa e essa forma simples de registrar no App me ajudou bem. Se eu conseguir continuar com o hábito economizo uma grana com academia.

    4. Olá Felipe!

      Eu já usei o Freeletics, que é pago. Na black friday eles sempre dão um desconto de 50%, mas tem alguns cupons de vez em quando no grupo do Telegram (t.me/freeleticsbrasil). No meu primeiro ano de uso, era excelente, pois ele entendia as minhas dificuldades e adaptava os exercícios para que eu pudesse progredir no meu ritmo. Hoje não utilizo mais, pois com as últimas alterações do algoritmo, estão sendo recomendados alguns exercícios que não curto muito. Talvez seja necessário algum trabalho que configuração da minha parte, que ainda não ocorreu. Pretendo em breve voltar, pois ainda tenho alguns meses de assinatura e não quero perder.

      Outra opção é o adidas Training (Runtastic), muito similar ao Freeletics e que permite realizar alguns treinos sem a assinatura (ou pelo menos permitia quando usei). Acho que vale a pena baixar esse primeiro e experimentar, se a função gratuita ainda funcionar. Já usei a versão paga (como teste) por umas duas semanas e considero o algoritmo de recomendação inferior ao Freeletics.

      Se você tem disciplina para se exercitar sem que o celular tenha que mandar, ou não quer gastar realmente um centavo, tenho duas opções. O darebee.com é um belo projeto colaborativo com uma excelente comunidade. Ao abrir o site, clique em Workouts e filtre com as opções desejadas. Já usei, e inclusive prefiro, pois não confio muito nos algoritmos. Se você sente falta de alguém dando instruções, ou um cronômetro, recomendo o YouTube, pois tem alguns treinos muito bons. Aqui vai do seu gosto e preferência de idioma, já acompanhei o Chase Brasil, The Body Coach TV, Fraser Wilson, Exercício em Casa, Sérgio Bertoluci, e O Atleta Completo.

      Para Yoga, esse é o meu querido. Um aplicativo (que já foi recomendado ali) chamado Yoga (Down Dog) que é excelente para quem realmente está aprendendo. Nele, você seleciona o idioma, o tipo de exercício, o nível de instruções, a voz, a música de fundo, o tempo das posturas, ou seja, qualquer coisa pode ser customizada. A assinatura dá direito ao pacote de aplicativos (Yoga, HIIT, Meditação, e outros), e, se não me engano, tem 14 dias de teste. Para acabar com as minhas dores nas costas tentei remédios, fisioterapia, RPG, natação, calistenia, mas foi esse aplicativo que resolveu.

      Não se esqueça de manter os exames em dia.

      1. Baixei todos que recomendou para dar uma analisada com mais calma, valeu!

    5. Durante a quarentena usei muito o *site* do darebee (Inglês), eles tem exercícios diários ou alguns programas mensais… Tudo grátis e bem gamificado, me ajudou bastante a criar rotina de exercícios

    6. Cara, pro Yoga eu adoro o canal da Adrienne no YouTube. Recomendo.

  22. Andando pelo reddit dos streamings de audio, vejo que é recorrente e quase unanime por lá a opinião de que as indicações do Youtube Music são muito melhores que dos concorrentes.
    Também é quase unanime a opinião de que as indicações do Apple Music são as piores e as famigeradas playlists feitas por seres humanos são bem ruins e desconexas.
    Vcs também compartilham dessas opiniões?

    1. Usei o spootify por mais de 5 anos, cancelei e estou a 1 ano no YTMusic.
      Recomendação do YT é sim muito melhor. Mas as playlists prontas são bem piores.
      E integra maravilhosamente bem com o chromecast! Isso para min fui a joia: o google home SEMPRE sabe que estou tocando em algum dispositivo, qual exatamente, e nunca se perde.

    2. Eu adorava as playlists do Apple Music. Eles têm um tipo, de “essenciais”, que é ótimo para conhecer novos cantores. É basicamente um “the best of” atualizado constantemente e mais organizado que as mais tocadas (que todas as plataformas oferecem).

      Nunca liguei para playlists temáticas/feitas por pessoas comuns, então não sentia falta.

    3. sim sim, não só do Youtube Music mas o próprio Youtube tem as indicações muito certeiras… também né, com tantos dados coletados, estatísticas, predições, etc etc fica fácil acertar

    4. Costumo usar o YouTube e YouTube Music para ouvir músicas específicas, Spotify é péssimo pra quem não tem assinatura (as propagandas são um porre). Mas e rádios e programas com pessoas reais, ninguém ouve? Minha formação musical foi na base do rádio e MTV, sempre considerei as recomendações de especialistas. Curto a rádio KEXP, que tem uma programação bem boa e diversa, o programa do Iggy Pop na BBC 6, onde tenho descoberto várias bandas, o podcast ABFP, que intercala entrevista com convidados e músicas e o Vida Fodona, do jornalista Alexandre Matias. Mais alguém com o costume de ouvir rádios ou podcasts musicais com dicas e sugestões?

    5. Será q funciona bem para quem tem tudo desativado da conta Google? Não salvo histórico de nada e percebo q meu autoplay no YouTube cai sempre em um loop tosco.

  23. Olá amigos, certas vezes venho com questões filosóficas por que acho que vale a pena refletir e expandir.

    Hoje quero propor que digam teorias dificeis de provas mas fácil de ser verdade.

    Vou começar se eu lembrar rsrsrs

    1. A cura da AIDS não verá a luz do dia por que é muito mais lucrativo vender tratamentos infinitos.

      1. Deixe-me ver se entendi: você quis dizer que seria difícil provar que a cura da AIDS não rola porque é mais fácil vender medicamento?

        Me lembro que na verdade a teoria correta é pensar que para as farmacêuticas, de fato mais fácil focar em doenças nas quais há retorno financeiro rápido do que em doenças “de pobre” – não a toa a malária acaba sempre renegada em exames e tratamentos, pois ocorre mais em regiões pobres no mundo.

        Pelo que entendo, a cura da Aids ainda não se deu por causa mesmo das mutações que o vírus gera – algo que a Covid e a Influenza também tem, e são difíceis de achar “vacinas universais”.

      2. Não diria que só da AIDS, mas de qualquer doença estigmatizada. Muito mais pela questão social do que pela lucratividade ou tecnologia, na minha opinião.

        Malária, como o Ligeiro citou, é uma “doença de pobre” porque ocorre com mais frequência em regiões carentes. A própria AIDS, apesar de ter melhorado muito hoje, ainda carrega os estigmas de doença de gay, drogado ou gente promíscua.
        O Ebola tem assolado a África por décadas, mas só foi ter a devida atenção quando a doença chegou em territórios europeus e americanos. E por aí vai.

      3. Nesse caso, valeria a pena considerar que não existem pesquisas científicas apenas dentro das farmacêuticas ou em prol delas. Há pesquisa científica de base dentro de instituições científicas públicas nas quais a pesquisa não é necessariamente orientada pelo lucro. É claro que, mesmo em instituições públicas, há bem menos financiamento para as pesquisas que não produzem subprodutos tecnológicos lucrativos, mas elas não deixam de existir.

        Aqui vai um exemplo de pesquisa não financiada que ainda persiste: https://apublica.org/2019/09/pesquisadora-e-perseguida-apos-comprovar-que-nao-existe-dose-segura-de-agrotoxicos/

        1. (na verdade, a fapesp financiou a pesquisa, o que prova que mesmo essas pesquisas que não prezam pela tal da inovação tecnológica são financiadas, ainda que em menor escala)

    2. “As guerras existem muito mais pra incentivar avanços em várias areas como financeiro e tecnológico do que um interesse único, claro e público. Ainda que custe vidas.”

      1. As guerras podem conter avanços tecnológicos. Mas não significam que são os únicos meios para tal (isso na verdade é uma falácia, não?)

        1. Eu quis dizer que a guerra nunca expõe o real motivo de estar acontecendo… Pelo menos é a sensação que fica.

    3. A humanidade já está condenada a extinção, só não avisaram para não causar histeria no povo.

      1. As vezes eu tenho a sensação que até de fato algum nível de nosso inconsciente tem a certeza disso. Se não com a morte nossa, com a ideia de finitude.

        A religião meio que lida com isso com se nós fôssemos “infinitos” graças ao conceito de “espirito”, “alma”. Por isso apesar da certeza da finitude, de alguma forma temos uma esperança (por causa justamente de “sermos um espírito”) em ter algo em uma futura etapa. Ou até a gente se entender como ser vivo e ir vivendo.

    1. https://www.reddit.com/r/antitrampo

      É tipo um vagas arrombadas, mas com gente real. É um sub tóxico e depressivo. Não recomendo se tiver inclinações anti patrão, não há nada de aproveitável… porém as vezes aparece boas dicas para matar trampo

  24. (outra) crise existencial:

    Nasci em 84 e aprendi no final dos 90’s a programar lendo livros e revistas. Hoje com o celular no bolso e acesso ao github/reddit/twitter/discord/telegram 100% do tempo é impossível não ser sugado pra dentro de dezenas linguagens, frameworks, design patterns e todas as siglas presentes o universo desenvolvimento de software para internet.

    Trabalho remoto para uma empresa americana que começa com “buzz”, não fiz faculdade e nunca fiz curso de inglês.

    Tenho uma filha de 11 anos e 2 cachorros. Corro, faço funcional e compro livros que não tenho tempo pra ler. A lista dos filmes e séries é tão infinita quanto a quantidade de lugares que quero visitar, cervejas que quero beber e podcasts que quero ouvir.

    Como se manter up-to-date com família/saúde/trabalho, sem FOMO e sem enlouquecer?

    ps: terapia está em dia. 2 vezes por semana com um psiquiatra/psicanalista que custa mensalmente o valor de um rim humano saudável.

    1. Acho que cada um tem sua vivência, então é meio difícil de achar um resposta universal para problemas. Estou com 40 e diferente de ti, não tenho trabalho fixo (e não ganho tanto dinheiro… :\ ) , não tenho muito o que fazer e me pergunto o que posso fazer para me sentir melhor – e ter uma condição melhor. Parei com a terapia na época da pandemia (pois as condições que eu tinha financeira para fazer não dava mais) e uma das coisas que eu queria era ter uma namorada (mas sempre me atrapalho com isso).

      Meu lazer principal é andar por aí e achar um lugar diferente para conhecer. Como não tenho tanto dinheiro, são cidades mais próximas que tento visitar, que eu consiga ir com transporte público e esticando integrações dos bilhetes eletrônicos. Ou que eu consiga achar uma forma barata de pagar.

      A sensação que tenho é que muitos de nós criamos expectativas demais. Estilo “família margarina”: algo que todo o dia se sentimos bem e confortável de estarmos no meio. E a vida não é assim.

      Problemas de saúde, problemas sociais, questões mal resolvida entre pares… tudo isso interfere. Então a gente meio que enlouquece justamente porque a expectativa que a gente tinha vai por água abaixo. E sei de histórias piores. Pais que se arrependem de atitudes com filhos. Filhos que tem suas mágoas ou também erraram com seus pais. Pessoas como eu, que tentam achar um lugarzinho no mundo, mas que não se adequam aos “padrões” – e olha que muita gente que aparenta ser “padrão” no final atua pior do que imagina. Ou talvez padrão seja fingir algo e agir de outra forma.

      Eu surto só de ver gente fazendo merda na rua. Xingo quem não respeita a faixa de pedestre (ultimamente tenho surtado de novo na verdade) ou tem escapamento aberto com o carro ou moto. E sei lá, sei que se eu mudar de cidade, em outros lugares vou achar os mesmos problemas. Ou senão, piores. Sei de gente que se mudou e está em uma situação que é pior porque no Brasil temos problemas piores em lugares mais remotos também.

      O jeito é ir vivendo, e socialmente / politicamente falando, tentar “fazer escolhas certas”: encontrar políticos com tino social bom o suficiente para quebrar este ciclo que entramos, tentar convencer pessoas próximas (não tenho amigos, é o que tenho notado) a também fazer boas escolhas políticas – já perdi “amigos” por causa das escolhas políticas deles. Tentar viver longe de problemas e de pessoas problemáticas. Mas é difícil pois se notar, a vida em si é um caos, então nunca vai estar 100% em nossas expectativas.

      Eita, acho que exagerei… Perdão o desabafo, só aproveitando o bonde…

      1. Tu devias escrever um livro sobre estes teus passeios.

        Já tenho até o título: “Ligeiro e Devagar, guia do turista duro”.

        1. Não faço tantos passeios Rafael. Tinha até uma época que fazia mais, e era uma época que eu fazia parte de grupos e fóruns de apoio ao transporte público.

          Hoje fiquei um pouco mais longe disso (por birra), e documento menos meus passeios. Fora do quê, também quando surto apago as contas que tenho (só menos no MdU por motivos óbvios).

          Um PS: ow @Ghedin, não sei se está notando, mas tem algum bug nos nomes das pessoas. Elas estão vindo com um + no lugar do espaço em si

          1. Aí é só mudar “guia ultrapassado do turista duro”.

        2. Eu pagaria qualquer valor que o Ligeiro pedisse por um livro de crônicas dele. De verdade.

    2. Não sei se ajuda, mas vamos lá:

      Trabalho, das 9 às 18. E deu. Eu paro as 18, fecho o computador e não penso mais no assunto.
      O resto do tempo fica pra vida. Incluindo os finais de semana.
      Passei a sentir que tenho muito mais tempo para as coisas depois que parei de usar redes sociais e perder tempo lendo notícias de coisas que só me afligem e que não posso fazer nada para mudar. (Amanhã faz 1 mês que não leio um site de notícias)
      Consigo prestar mais atenção nas coisas, ficar mais tempo com a família e ver amigos de vez em quando.

      Podcast eu praticamente desisti, não consigo encaixar tempo pra escutar. Seriados eu vejo a noite, junto com a esposa e muito raramente num sábado ou domingo pela manhã, antes do pessoal acordar e começar a rotina. Mas as vezes substituo por vir pro computador estudar algo, mexer no meu site, etc..
      Enfim, o que eu quero dizer e que talvez tenha ficado confuso é que a gente precisa perceber que é um só e que deixar as coisas pra lá (seriados, filmes, twitter, etc..), as vezes faz bem. :)

    3. A “low hanging fruit” aí é essas séries/podcasts/filmes. Desencana. Veja o que der, se não der, tudo bem. Daqui a um mês ninguém mais vai se lembrar da mulher da casa abandonada, e nada do que está ali é essencial ou vai mudar a sua vida.

      1. Eu tinha um sentimento de FOMO com séries, filmes e livros. Aí comecei a desencanar, não preciso ver os filmes da Marvel, as séries da netflix, etc… Diminuí o consumo de notícias, me informo com os resumos dos principais jornais mas não perco mais tempo vendo as pessoas indignadas no twitter, nem procuro mais saber do último babado. Comecei a ler no meu tempo coisas antigas – antigas mesmo, do séc XIX para trás, mas num ritmo mais lento. E fui percebendo que questões que nos parecem urgentes hoje, sempre pareceram urgentes para a humanidade. Dá ao mesmo tempo um desânimo mas também de satisfação perceber isso, admito que é um sentimento um pouco hipster, mas fico bem assim. A FOMO vira JOMO. Não precisamos saber tudo, e que o pouco que conseguimos aproveitar dessa vida já está bom.

    4. Cara, vou citar algo que li há muitos anos sobre desenvolvimento de jogos, mas que vale para tudo na vida: vc precisa baixar as expectativas para algo factível.
      Esquece essas listas – o que é FOMO? – e foca naquilo que é possível fazer na hora, no dia.

    5. A questão, como o Ghedin colocou é: você precisa consumir tudo isso?
      A maioria dos podcasts é ruim (verdade seja dita) ou se repete infinitamente nos mesmos temas.

      Podcasts com formato americano – fechados – como o Humanos, Mulher da casa abandonada, Tempo Quente, Cálice, Código Russo e tantos outros, você pode escutar a qualquer hora, mesmo daqui a 100 anos, porque ele só conta uma história perdida no tempo (seria como ler/ouvir um livro, não é porque foi escrito em 1800 que você vai deixar de ler).

      Séries idem, a maioria é feito de forma algoritmica pra te prender na frente da TV e consumir acessórios em penduricalhos. Dê mais atenção à sua família, à conteúdo feito localmente talvez ou, se não tiver, conteúdo feito com intuido mais artístico. Essa “cultura pop” não serve pra nada, exceto diversão, então quando ela deixa de ter o carater de diversão ela deixa de ser recomendável

    6. apenas um pensamento: qual seu objetivo? é aí que vc vai saber a prioridade

      se o seu objetivo é fazer tudo, então vc vai estar feliz fazendo tudo. se o objetivo é curtir filha, vc faz o básico e foca em curtir filha. se for garantir o futuro, prioriza isso.

      lembrando que não existem 2 prioridades com o mesmo nível. isso resolveu minha necessidade de excesso de informação, hoje, sempre que eu me pego querendo ler coisas aleatórios ou aprender algo novo, eu volto pra lista e vejo que na verdade se eu nem apliquei o que já sei.

    7. Bem, up com o trabalho depende do trabalho. Talvez o melhor fosse buscar com não precisar mais ficar up. Juntar a grana e ficar independente financeiramente.

      Com saúde acho q não fazer excessos já está bom. Não acho q vale a pena ficar muito focado, pq no final do dia vc vai ter umas décadas a mais de vida… só q se tiver demência ou outra doença punk? Serão anos a mais sofrendo, sei lá não vale.

      E família é a única coisa q vale muito a pena aproveitar, não importa a situação. Principalmente filhos, eles são criados para o mundo, não pra ti. Um dia irão embora e tudo q vai ficar são os momentos.

      Na dúvida segue o conselho da morte, acha msm q um podcast é tão bom a ponto de valer um tempo com os próximos? Qdo vc morrer, vai querer ser lembrado pelos livros q deixou? Sei lá, tudo isso material me parece inútil face a morte… e série, pela mor né. A empresa diz q seu maior concorrente é o sono, não tá preocupada com seu bem estar e realização não, quer sugar cada minuto do seu tempo e só. (Veja só pelo Strange Things, uma temporada inteira só para apresentar um vilão… desaforo)

  25. tive que instalar windows em um computador por conta de um trabalho, instalei o 10 depois de muitos anos de gnu/linux. queria usar um hd que está formatado em ext4 dentro do wsl, mas aparentemente a possibilidade de montar esse hd só está disponível na versão mais recente do windows. o windows 11 já está estável, vale a pena utilizá-lo?

    1. Na real, mesma coisa que o 10. Não perde nada real se colocar (tem chato que reclama apenas) e não ganha nada (tem fanboy que ganha porém). Tu achou uma rasão real para ele? Puxa parabéns! Pode seguir!

    2. Pergunta: você tentou atualizar para o WSL2 no Windows10? Pode ser uma limitação do WSL, não do sistema operacional…

    3. Estou passando exatamente por isso agora. Quase 20 anos de Linux e por trabalho vou precisar usar Windows por uns meses, instalei o 10 e o HD com backup já era ext4. Para abrir arquivos e etc, estou usando o Diskinternals Linux Reader.

  26. Salve pessoal. Aceito sugestões de podcast de tecnologia e segurança da informação. Qualquer sugestão será muuuuuito bem vinda. Obrigado

    1. a sugestão do segurança legal é muito boa. Tem o darknet diaries também, que é numa onda de contar histórias do lado “escuro” da internet e o firewalls don’t stop dragons. Ah sim, 2.5 Admins também vem com dicas muito boa, em especial para administradores de sistemas, como o título já dá a dica :)

  27. Acabei não conseguindo responder, na semana passada, ao post da Gabriela sobre o Surface RT, então, respondo por aqui na esperança de que ela veja:

    Infelizmente não uso o Twitter e não resido em SP, mas evidentemente que se você se dispuser a despachá-lo, eu me responsabilizo pelos custos que você tiver. Claro que entendo também se você não quiser fazer isso.

    1. Neal Fun é sempre muito bom!

      Congratulations! You have solved philosophy.
      💀 Kill count: 65

    2. O rico foi embora fácil fácil, foi até satisfatório. Fiquei com dó do primeiro primo… mas vendo agora acho q queria dizer primo de primeiro grau e segundo grau aff…

      Na maioria das vezes eu simplesmente não fiz nada: eu posso lidar com o fato de não ter feito nada, mas a certeza que fiz e foi para matar alguém não.

      68

  28. Comecei a mexer em um novo leiaute para o Manual. O atual não é ruim, longe disso, mas sinto falta de algum nível de padronização para certos elementos, e creio (espero!) que com uma base pronta mais avançada será possível fazer um negócio melhor.

    Dito isso, pergunto a vocês: o que acham ruim, feio e/ou que poderia ser melhor no leiaute atual?

    1. Sei lá, atualmente estou satisfeito e não consigo pensar em nada. Talvez um botão adiciona de compartilhar o link, apesar de que eu pessoalmente prefiro o bom copiar-e-colar da url

    2. Uma coisa pequena que incomoda um pouco é que o link “Responder” dos comentários é ativado assim que o dedo encosta, não quando levante. Então muitas vezes fazendo scroll, acabo pulando pro formulário de resposta e perco o que tava lendo.

      1. Também tenho esse mesmo incômodo com o comportamento/localização do botão responder.

      2. É um defeito do WordPress que deve ter quase uma década. Infelizmente não consigo corrigir daqui e, a julgar pela negligência com que o ticket é tratado, não esperaria de pé por uma correção :(

        1. Noto que se navego rolando com o lado esquerdo da tela, dá menos este tipo de problema nos comentários. imagino que é devido a posição do botão responder: ele fica de forma que quando fica próximo a ele, já aciona.

          O “lifehack” é navegar usando o lado esquerdo da tela. Ou algum botão de rolagem (ou rolete no computador).

        2. Talvez a alternativa mais interessante hoje é o wpDiscuz. A parte mais legal dele é ter dividido em vários add-ons, em vez de um grande plugin resolve tudo. Algumas coisas estão fechadas no Premium (15usd).

          Uma alternativa opensource ao Disqus chamada Cusdis, mas aí envolve rodar uma nova aplicação só pra isso.

          1. Agrada-me a proposta do wpDiscuz, de incrementar o sistema nativo do WordPress em vez de substitui-lo, mas eu sempre achei ele… “too much”. Vou instalá-lo numa instância à parte para ver se dá para desabilitar os excessos. De repente, pode ser a saída para o Manual.

        3. O leitor André Gil mandou um código em JavaScript que parece corrigir esse comportamento errático do link “Responder” em celulares. Já coloquei no ambiente de produção — está rodando aqui no site. Podem testar, por favor?

    3. Tenho dificuldades de manusear os posts livre principalmente pelo celular. Vai ficando muito grande e se eu comentar, o que eu encolhi volta a se expandir… Penso que abas poderia ajudar, só não sei bem como rsrsrsrs

    4. Nas reportagens, se fosse possível mostrar mais conteúdo na quebra de página seria legal. Talvez movendo a barra de busca da posição abaixo do menu, e diminuindo o espaçamento entre ele, o anúncio e a manchete já seja o suficiente para perceber uma melhora.

      Já aqui no post livre seria legal ter uma forma de colapsar todas as discussões, mostrando apenas os primeiros comentários de cada uma. Diminuiria bem a necessidade de rolagem vertical para chegar a alguma discussão específica.

      E em “Receber novos comentários por e-mail?”, também no post livre, uma boa adição seria ter uma nova opção para receber “Apenas respostas a essa discussão”.

      1. Legal, Lucas!

        Eu já acho o leiaute atual bastante condensado. Uma das coisas que eu queria com o novo era dar mais respiro, então provavelmente te decepcionarei com o pedido por mais conteúdo antes da dobra :(

        Não tenho muita margem de configuração nos comentários porque usamos o sistema padrão do WordPress. Ele é intencionalmente simples. Não sei nem se esse colapsar/expandir atual vai resistir no novo leiaute.

        E em “Receber novos comentários por e-mail?”, também no post livre, uma boa adição seria ter uma nova opção para receber “Apenas respostas a essa discussão”.

        O “Apenas respostas a meus comentários” não supre essa necessidade? Isso também depende do plugin. Hoje, mantenho ativadas todas as opções que ele oferece.

        1. Imagina, decepção nenhuma! Hehe

          O “Apenas respostas a meus comentários” não supre essa necessidade?

          Pelo o que entendo essa opção só retorna interações com o meu comentário, no entanto o que estava pensando com a sugestão seria uma forma alternativa de acompanhar determinada discussão. Por exemplo, vamos supor que tenha uma discussão que me interessou e fiz um comentário nela, se ninguém responder o meu comentário a forma que tenho para acompanhá-la seria retornar para o post livre e encontrá-la, mas se ao fazer um comentário for possível optar por receber atualizações de qualquer novo comentário nesta discussão eu também poderia acompanhá-la acessando um link, através do e-mail, com o benefício de já me levar direto para esta discussão específica.

          1. Entendi! Isso realmente seria legal, mas o plugin não oferece tal opção. O que dá para fazer é sugerir aos desenvolvedores. (Farei isso.)

    5. Poderia haver um jeito de editar os comentários. Ou tem e eu estou passando vexame?!

      1. Nativamente, não tem. Existem alguns plugins que prometem isso, mas não me parecem confiáveis.

        É uma boa ideia — e você não passou vergonha, hehe — que não sei como executar.

        1. Tem dois pontos sobre editar comentários:

          1) Sim, o MdU é uma comunidade confiável, mas talvez o fato de não precisar editar comentários ou poder apaga-los faz a gente pensar várias vezes antes de comentar. Isso é um fator psicológico para poder gerar comentários agradáveis a esta comunidade.

          2) Alguém (como eu) poderia “zerar os comentários”, assim apagando tais, tal como em um disqus. Tira um pouco da sua mão o poder de moderar de forma a evitar desvios.

    6. Pessoalmente eu tornaria a fonte dos posts um pouquinho maior (não sei qual o tamanho atual, mas o recomendado é 16px dependendo da fonte)

      Fora isso, realmente no site em si não tenho nada a reclamar. Eu gosto de fontes um pouco mais “pesadas” mas aí é gosto pessoal mesmo.

      1. Salvo engano, a fonte do texto comum (tipo desses comentários e dos posts) tem 17 px.

        No leiaute novo, por ora estou trabalhando com 19 px em telas grandes e 17 px em telas de celulares. A fonte pretendo manter a mesma (Georgia).

    7. No início gostava do efeito das imagens “clarearem” no mouseover. Mas, como usuário que abandonou o PC para um iPad, concordo que é ruim ter que “tocar” a imagem para vê-la mais clara/normal. Aquela foto que aparece ao fim dos links legais de sábado mesmo me lembra toda semana sobre isso.

      1. Isso é só no modo escuro, certo? Deixo a imagem mais escura por padrão para não causar um clarão quando aparece uma imagem mais clara.

        Seu comentário me lembrou de verificar uma coisa: o novo leiaute, por ora, não tem modo escuro.

        1. Exato, Ghedin. Testei aqui no modo claro e a foto mais escura é apenas no modo escuro.
          Considerando a justificativa, faz sentido. Principalmente para quem lê a noite.
          Meu estranhamento é mais por ser o único site onde vejo esse comportamento. Em outros sites ou apps que já são adaptador ao modo escuro, isso não acontece.

    8. Uma coisa que eu gosto muito do site atual é que ela me parece ter como regra utilizar o máximo possível de coisas padrões como fontes do sistema e ter um leiaute que quase não precise sofrer alterações entre versão desktop e mobile, acho que constrói uma identidade bem legal.

      O que geralmente fico confuso é na hierarquia dos posts da home. Como o principal elemento que distingue o início de um conteúdo do outro é o tamanho do espaço em branco, isso nem sempre me pareceu o suficiente quando você faz uma rolagem mais rápida e algumas coisas ficam confusas.

      Algumas coisas que já me confundi por essa talvez falta de hierarquia:

      – Na primeira vez que naveguei no site, tinha achado que os títulos grandes eram os posts, e depois os menores eram subtítulos do maior.
      – As vezes quando as postagens do dia começam notas menores como no dia 7 desse mês, me pareceu que as notas ainda estão falando da mesma coisa já que a data aparece só uma vez.
      – A primeira vez que cruzei com uma citação de um outro artigo demorei pra entender que aquilo não era um texto do Manual pois essas citações puras seguem quase a mesma lógica das outras notas.

      Pensando numa lista de todos os tipos de conteúdo que aparecem lá depois do anúncio principal: Matérias opinativas, Notícias, Notas curtas feitas pelo Manual, Notas curtas feitas com citação, Anúncios, Formulário da Newsletter. São bastante elementos para diferenciar apenas com espaço, e o único explora mais o tamanho de fonte é a matéria opinativa.

      Algumas coisas que talvez funcionariam: explorar a possibilidade de algum elemento gráfico marcando com mais clareza o início ou fim de um novo conteúdo. A presença de um cabeçalho mais padronizado para as postagens que inclua o título, data e seção. Um destaque maior para quando começa e termina um dia.

      Em um nível de elementos de interface, acho que uma padronização simples também no que é link e no que botão é bem bacana. Por exemplo quando abre o formulário de comentário:
      – Clicamos no botão responder, mas que tem uma formatação parecida com um link
      – Tem o texto “Responder para…” e um link na sequência grudado no texto de “Cancelar resposta”, isso me parece ter mais função de botão do que link
      – Depois a gente tem o link “Consulte a documentação…” que é um link de fato, mas tem a mesma formatação dos botões anteriores.
      – E por fim tem um botão com uma estilização que é mais comum em botões.

      E aqui nos comentários posts livres concordo com o pessoal que se existisse um botão para recolher todos os comentários seria excelente e já ajudaria muito navegar por ele.

      1. A distinção de posts na capa é um problema crônico deste leiaute. No novo, estou trabalhando com uma estrutura mais convencional, com cada post tendo seus meta dados (data de postagem, número de comentários e autor) no rodapé. Creio que isso eliminará a confusão em determinar onde começa e onde termina um post.

        A parte dos comentários é problemática, mas é quase uma caixa preta no WordPress. Imagino que seja possível transformar os links em botões, mas isso demanda um conhecimento técnico que me escapa.

    9. O único problema que sinto é ao usar o site no celular, nos comentários acabo acionando a resposta várias vezes ao navegar com o dedo no lado esquerdo da tela, aí tenho que lembrar de tocar só do lado direito…