Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #315

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

244 comentários

  1. Possuo um Note 20 (não ultra), mas não gosto muito do aparelho pelo tamanho gigante/ design, processador esquentadinho e por não possuir entrada P2 e rádio FM (sim, eu uso).

    Tenho um S9 que estava parado porque não estava carregando, levei numa assistência e agora está ok – aparentemente era só acúmulo de sujeira na entrada do carregador. Acho que, talvez, só preciso/precisarei comprar uma bateria nova e pagar pra trocarem (achei por +- R$90 no Ali). A tela tem alguns rachados por conta de quedas, mas funciona 100% (e por isso que não o vendi).

    Tô pensando em voltar pro S9 e vender o Note20, acho que consigo vender pelo preço que paguei.
    Não ligo pro android mais novo, pra caneta e pelas várias câmeras, única coisa que vai fazer falta são os 256GB.

    O que acham? Tô sendo burro? rs

    1. Acho que este comentário vai de encontro ao meu lá embaixo sobre trocar de celular.

      O S9 para o S20 não tem tanta diferença, exceto as citadas por ti: ausência de itens comuns até uns 5 anos atrás (P2 e Rádio FM), e o tamanho. Se para ti vale a pena revender o S20, na verdade só lembrar que tudo tem aumentado de preço, e ambos não perderam tanto o valor de revenda. Você recupera o que gastou no S20, usando o dinheiro para finalizar o S9, e sobra para outras coisas.

      Mas antes de tudo, termine a manutenção no S9. Sentindo seguro, venda o S20, já recuperando o dinheiro do conserto, e pegue um SD Card que complemente o armazenamento.

      Fui no Tudo Celular, joguei em comparação, e aparentemente os preços se equivalem na verdade

    2. S9 é um celular de 2018. Meu palpite é que se você realmente colocar ele para ser seu principal, você vai sentir a diferença.

  2. o Tecnocracia, como sempre, está muito bom

    mas queria destacar algo a partir do último programa que acho que também merece atenção: aparentemente, não fossem os esforços institucionais — para além dos inegáveis esforços individuais de pessoas como Demi Getschko e Tadao Takahashi — de entidades como a Fapesp e o CNPq, provavelmente demoraríamos muito mais para implantar definitivamente uma internet aberta e pública no país

    no entanto, hoje uma instituição como o CNPq possui um orçamento ridiculamente pequeno — muito (MUITO) inferior, por exemplo, aos auxílios bilionários promovidos pelo genocida a setores assassinos como o agronegócio

    e, apesar de tudo, a ciência e a tecnologia no país resistem

  3. Pessoal, escrevo uma newsletter que envio via Tinyletter e soube que para alguns assinantes o e-mail sempre cai na pasta de spam ou no promoções/atualizações do gmail.

    Em alguns casos, mesmo depois de marcar que não é spam ele continuar a cair nessas pastas. Tem algo a ser feito ou é um problema do Tinyletter mesmo? (Ou até mesmo de servições de newsletter de um modo geral.)

  4. Boa tarde pessoal. Queria indicações de headset para quem usa óculos. O meu descascou bem rápido por causa disso.

    1. Uso um Corsair HS70 que, apesar de não ser específico para este público, possui uma espuma particularmente confortável. Trabalho o dia todo com ele (aprox. 4-5 horas usando continuamente) e uso um óculos de grau estilo aviador da Ray Ban, sendo que nunca senti nenhum tipo de desconforto (exceto calor)

  5. Olá, pessoal!

    Desde novembro do ano passado, eu tenho escrevido algumas coisas para a comunidade Section.io Engineering Education que eu encontrei no Who Pays Technical Writers. Eles meio que são uma comunidade de estudantes de engenharia e tecnologia vinculadas à Section.io que aceitam resenhas técnicas e tutoriais escritos de estudantes para estudantes.

    Eu escrevia basicamente alguns tutoriais de projetinhos que eu fazia e achava interessante de postar por lá. Mas eu escrevia para lá principalmente porque eles tinham um incentivo financeiro de US$ 100 para resenhas técnicas e US$ 150 para tutoriais. Era perfeito para mim que tô integralmente na graduação de Ciência da Computação e só recebia R$ 400 por mês da bolsa de IC do CNPq. Eu conseguia escrever pra lá mais ou menos uma vez a cada 1 mês e meio/2 meses e esse dinheiro me ajudava pra caramba!

    Mas aí recentemente eles disseram que iam continuar aceitando os textos, mas que iam acabar com o sistema de pagamentos. A comunidade seria mais para “divulgação” dos estudantes. Mas dessa forma, fica inviável para mim que escrevia justamente pelo dinheirinho extra que me rendia.

    Vocês sabem alguma outra comunidade ou site desse tipo que aceite textos ou alguma outra contribuição de alguma forma e que este humilde estudante possa utilizar para fazer uma renda extra?

    Obrigado a quem responder! :)

    1. Não mexo com estas coisas, mas noto que se gosta de escrever e compartilhar conhecimento, talvez criar alguma forma de “patronato” seria interessante.

      Por exemplo, criar um blog ou site, escrever algo que sinta que não faça mal em não cobrar por ele e com isso fazendo audiência até a hora de poder fazer um patronato do seu trabalho, ou até mesmo já iniciar o site com pedidos de patronato. Você pode usar os textos anteriores (linkados, claro) para servir como portfólio anterior.

      Do jeito que diz, no que imagino que você já tenha um conhecimento relevante, tu também poderia cobrar consultorias para ajudar na renda.

      Não mexo com engenharia, por isso não conheço comunidades que pagariam por textos. Mas como estamos em uma época que os ganhos online são meio variados.

  6. Fui ver esta matéria do UOL TAB sobre um falso “disco” de uma pessoa e me pergunto sobre qual o limite dos trolls hoje. Porque é bem estranha esta situação, é como se pessoas pensassem que podem “manipular” a vida de alguém para ela “ter sucesso”.

    Apesar das resenhas e da aparente seriedade, o “álbum” foi feito à revelia. As faixas não são bem músicas, mas vinhetas que misturam batidas genéricas, samples conhecidos e a voz abafada de Valéria, retirada de seus stories e vídeos. Era uma brincadeira de seus “fãs”, um grupo anônimo que se dedica a manter o nome de Valéria vivo nas rodinhas virtuais, manipulando seus rastros na internet — nem sempre de forma positiva. Até um “Portal Valéria Almeida” foi criado para gerar barulho.

  7. Tenho visto várias matérias e relatos sobre roubos de celular para acesso de contas bancárias e afins. Quais dicas vocês dão para se proteger disso? Vale tudo: apps, tipos de senha, configuração do celular.

    1. desculpe a piada sem graça, mas não resisti:

      vi há pouco (acho que no twitter) que hoje em dia são tantas as estratégias necessárias pra se proteger de roubo de celular que é bem mais fácil investir na melhoria das condições sócio-econômicas do país do que se adequar a todas elas

      :)

    2. Qual seu celular? Conheço algumas medidas relativamente eficientes para tentar fechar as brechas mais usadas no iPhone (que, basicamente, envolve alterar sua senha do iCloud pedindo um 2FA para o número de celular [que já está com o meliante], depois alterar seu código do celular, cadastrar um novo rosto no FaceID e depois usar isso para abrir o banco).

    3. Eu estava pensando nisso e, por ser um usuário de Samsung, taquei todos os meus apps de banco/dinheiro na pasta segura. Basicamente é uma máquina virtual que vc precisa da senha para acessar e os aplicativos não são tocados/tocam o SO em si. Exemplo: tive que logar na minha conta da google dentro da pasta segura, apesar do meu aparelho em si já estar todo configurado.

      https://www.samsungknox.com/pt-br/solutions/personal-apps/secure-folder

      1. Boa! O meu é Samsung. Coloquei alguns apps nessa pasta segura para testar, mas ainda não entendi exatamente como ela funciona porque eles continuam a aparecer na busca. Vou dar uma pesquisada melhor.

        1. Se tu copiou o app pra pasta segura, pode deletar ele da bandeja principal do telefone (fora da pasta) e usá-lo somente dentro

    4. Você geralmente tem bastante dinheiro guardado no banco a ponto de levar um baita prejuízo ?

      – Se sim pegue outro celular pra deixar em casa com os apps de bancos e deixe um no celular principal com app de banco com pouco valor na conta pra disfarçar. (É melhor gastar 600-700 em outro celular do que levar um prejuízo de 10k pra cima).

      -Se não oculte os apps e as notificações.(Se for Samsung use o pasta segura, ou Android algum launcher pra esconder apps, se for iPhone esconda o app da tela inicial.)

      Principalmente use PIN no chip e 2FA nas contas. E siga as dicas dos especialistas.

  8. se estivéssemos nos anos 2000, eu perguntaria quantos textos estão na sua fila de publicação do seu blogue

    mas em 2022 eu deveria perguntar o quê? quantos vídeos você pretende publicar no tik tok esta semana? :)

    estou velho!

    1. está velho mesmo gabriel :P
      essa ideia de planejamento e tik tok n parece compatível kk

    2. Tem horas que penso em fazer um canal no YouTube (TikTok tenho medo, me parece caótico demais para fazer algo para lá, é tipo jogar uma folha em um rio com corrente forte).

      1) Tenho uma voz fina e dislexia. Provavelmente eu ia ser mais alvo de troll do que ter uma audiência legal.

      2) Não tenho o carisma do Clint do Lazy Game Reviews ( e agradeço ao Ghedin pela indicação) ,um dos poucos que gosto do estilo e faria próximo ao estilo dele e de outros tipo Michael MJD; nem o conhecimento jornalístico do Ghedin para dar informação acurada (não gostaria de fazer um canal que eu poste mentiras. Só se fosse um canal de ficção, aí minha inspiração seria outra).

      3) Toda vez que começo algo e sinto que não deu certo ou falhei, abandono muito rápido.

      De fato já vi pessoas que até ganharam dinheiro com o TikTok, isso no começo (acho que falei alguma vez há uns 2 anos em algum Post Livre). Não sei como está hoje esta questão de ganhos.

      Mas noto também que isso tudo está saturando muito rápido. O Twich tem tido pessoas saindo dele pois não remunera tão bem (ou falha ao pagar). Sites prometem pagamento, vem e vão, e por aí vai. Aí Facebook tem Instagram e Reels, YouTube tem Shorts, Kwai faz novelinhas e o TikTok aposta “na zoeira”.

      Sei lá, de qualquer forma já perdi o bonde. Mas me pego pensando em uma hora arriscar e fazer um canal no YouTube. (volta a lisinha…)

      1. Sobre seu comentário (1), digo para pelo menos ouvir algo deste cara. Sou da opinião que mais vale o conteúdo do que a forma. E pode apostar que os seguidores dele também. A dislexia pode ser contornada com o planejamento e um script. Acredito, inclusive, que muitos criadores de conteúdo possam sofrer desse e outros problemas similares e nunca impede a pessoa de passar um bom conteúdo. Devo ter ouvido já alguns dos que eu sigo mencionarem isso em algum momento, mas não saberia te dar a referência.

        1. Taí um cara que admiro pra caramba. O Dave do EEVBlog é legal – se bem que não tenho acompanhado ele muito ultimamente. Só tem um detalhe: o cara é literalmente engenheiro técnico em eletroeletrônica. Então é um ponto onde ele tem “bala na agulha” para oferecer para a audiência.

          Grato pelas palavras.

          1. Eu usei o Dave de exemplos mais pelo seu comentário sobre ser trolado por ter a voz fina. Seja lá qual for o tipo de conteúdo que você venha a oferecer, tendo qualidade, ninguém vai se importar se sua voz é fina, grossa, ou qualquer coisa. Ache a bala da sua agulha :) Ou agulha da sua bala, sei lá hehe

  9. Eu devia ter comprado dólar quando tava em baixa, e agora comprar a ação que eu quero que tá muito muito baixa. Vocês ach melhor comprar o dólar no preço que tá e comprar as ações super baixas. Ou esperar o dólar baixar correndo o risco de perder essa baixa histórica da ação?

    1. Se alguém conseguisse prever altas e baixas de qualquer ativo (dólar, ações etc.), essa pessoa seria estupidamente rica. Não dá, nem os grandes bancos de investimentos com profissionais treinados e super computadores conseguem prever isso. É literalmente impossível.

      Uma boa estratégia (a que eu adoto) é comprar de pouquinho em pouquinho, aí você pega momentos de alta e de baixa e, fica na média. Quanto maior o prazo, mais diluídos ficam as entradas e melhor a sua média.

      1. Prefiro comprar títulos como CDB, LC, Tesouro Direto… Paga menos mas é mais seguro.

      2. Existe a possibilidade de prever, com certa acurácia, o comportamento de carteiras de ações e/ou ações individuais dentro do ecossistema da bolsa. Essa previsão aconteve por conta do “movimento browniano” .

        A questão central não é o comportamento do mercado (como ente existente de forma autônoma) e sim as interferências externas (governos, informações privilegiadas, golpes, declarações de famosos como o Musk etc).

        1. O comportamento do mercado é diretamente influenciado pelas interferências externas. No vácuo a história é outra, mas… não vivemos no vácuo. É do jogo.

          Paulo, você está parecendo economista falando em externalidades 😄

    2. Compra dólar, esse país é uma desgraça.

      #chutandoobalde

    3. Me parece que o momento é mais propício pra aproveitar as oportunidades na renda fixa com a alta da Selic.

  10. Pessoal, alguém teria uma indicação de um fone de ouvido durável e de boa qualidade? Também vale headphone. Estou tentando tomar vergonha na cara e largar os fones porcaria…

    1. Qual o limite de preço, Laura? A amplitude dos preços de fones de ouvido é muito grande, tem de baratinhos até modelos de uso comum na casa dos R$ 5 mil (olhando para você, Sony WH-1000XM4).

      Aqui nos comentários, já li leitores recomendando os produtos da Edifier.

      Com a Sony é difícil errar, mas os preços são salgados.

      Eu uso os EarPods da Apple mesmo, do tempo em que vinham junto com o iPhone. Muita gente torce o nariz e acho caro para comprá-los avulsos, mas gosto bastante deles. Samsung costuma ter equivalentes de qualidade similar, mas preços bem mais em conta.

    2. Olha. Eu tenho um (antigo) Sennheiser HD 598 comprado em 2015. Ainda estão impecáveis e possuem uma qualidade de áudio (para o meu ouvido) impecável.
      Eu sou um que acho que vale a pena comprar um bom fone de ouvido. Nada suuuuper caro, mas um bom fone com um “preço bom”.

      1. Comprei 2 fones Sennheiser numa promoção que encontrei em Oxford, em 2013. Preço ótimo. Usei por um bom tempo, até o clássico problema do mau contato no fio. São ótimos, mas são caros (pro meu bico).

        No desktop uso um headset USB da Logitech que já me acompanha há anos. Excelente.

    3. Gosto muito do meu Anker Soundcore Q30. Peguei em uma promoção do Aliexpress por R$ 300, mas acho que dei sorte. Falam bem do Q20, o modelo um pouco inferior, mas nunca testei.

      1. Eu tenho um Q20, deve ter mais de um ano que uso ele e atualmente é que notei a capa da espuma dele começando a abrir e já encomendei dois pares de troca no nosso amigo China. Não tenho do que reclamar dele e nem saberia dizer as diferenças do Q20 ao Q30. A redução de ruido dele foi bem suficiente para meu uso.

        A única coisa que modificaria nele é ter a entrada USB C para tentar padronizar meus periféricos na minha mesa. Mas meu mouse ainda é micro USB B também, então o cabo continua!

    4. Eu recomendo os da Edifier W820bt (bluetooth com cancelamento de ruído) por R$450 e o W800 Plus, versão normal por R$200.

      Se for arriscar earbuds recomendo os da Samsung que tem assinatura da AKG, saem na casa dos R$350 (buds 2 ou buds live)

    5. A chinesa Moondrop faz fones sensacionais e com os mais variados preços. Dê uma olhada nas reviews do YouTube a respeito da marca, talvez lá vc encontre o tipo de fone ideal pra vc. Comprei um fone deles baratinho pra testar e fiquei encantado com o custo/benefício. O fone que comprei foi o Quarks, custou 77 reais (aliexpress) e tem a qualidade de som que vai muito além do que custou. Pra vc ter uma ideia, esse fone de 77 “aposentou” um fone meu da kz (outra marca chinesa) que custou 3 vezes mais.

    6. Está disposta a importar? Prefere wired ou wireless? Vou deixar ambas recomendações: um in-ear barato e que te dará bastante qualidade é o QKZ VK4 (R$ 90-+); o maior problema destes IEMs mais baratos é a inconsistência no QC, mas já o recomendei à muitas pessoas que não tiveram problemas. Atualmente, uso o Moondrop Quarks (R$ 70-+).

      Para mim, porém, in-ear é algo que para longas sessões tendem a causar um grande incômodo, e preciso ter pausas constantes de cinco minutos, pelo menos. Os earbuds, principalmente aqueles com o formato tradicional da Apple, se encaixam perfeitamente em minhas orelhas e aí surge minha recomendação para um earbuds Bluetooth: SOUNDPEATS TrueAir2 (R$ 160~170+-).

      Já existe o Air 3, seu sucessor, mas as pequenas melhorias não justificam os R$ 70 a mais. O TrueAir2 tem uma ótima bateria; qualidade sonora absurda e baixa latência graças ao aptX Adaptive (no caso do Android; voltei recentemente ao iPhone e AAC perde em ambos pontos). Consigo usá-lo no Windows, inclusive, com um adaptador – também aptX (procure por KB8P no Alibaba ou AliExpress) e, até o momento, não posso reclamar (nem mesmo de latência enquanto jogo).

      Outra recomendação de fones wireless: se você está no ecossistema da Apple, recomendo dar uma olhada no r/AirReps no reddit, que são réplicas perfeitas dos AirPods por 1/10 do valor dos originais. Possuem todas* as funcionalidades, desde o pareamento às mais complexas como ANC e Spatial Sound. Comprei um (AirPods Gen. 2 V3M por R$ 140+-) e me surpreendi; para um iniciante deste mundo, dificilmente saberia distinguir** a cópia do original.

      *Única funcionalidade que ainda não está disponível é o iCloud Connect, mas imagino ser apenas uma questão de tempo. Algumas versões, porém, já vêm com multi-device switching, permitindo a alternação entre um Mac e um iPhone, por exemplo – o meu ponto principal para esta recomendação (‘vide’ o “ecossistema” mencionado acima).
      **Muitos AirPods “usados” vendidos no MercadoLivre e similares, descritos como originais, são essas “supercópias”, por preços similares aos originais, e sinto por tais vítimas que compram/compraram, já que até os próprios números de séries são válidos e possíveis de checar no site da Apple – aparecerão apenas como “fora de garantia”.

    7. Entre os baratos, tenho usado os JBL T-110 com o celular. São bem baratos e tem boa qualidade no áudio.

      Mas tenho um sem fio deles que deu muito problema. Logo, fico nos fones com fio mesmo.

    8. earbuds sem fio: soundpeats trueair2
      earbuds com fio: ry4s
      headphone: prefiro aqueles que sao OverEar, ou seja, que cobre toda a orelha, nao fica pressionando ela. Antes de pesquisar, eu sequer sabia da existência deles…

  11. Já estou a ponto de jogar a toalha com meu Moto G1 de guerra.

    Apesar da duração da bateria ser boa, sinto que tenho problemas com os programas.

    – Whatsapp tem problemas nas ligações (fica com delay de 3 segundos entre o atender e a primeira conversa). Falha muito em ligações de vídeo também.
    – Uso o Fennec (agradeço a todos pelas indicações dele aqui no MdU). Só que nas últimas atualizações ele ficou pesado. Se tentar abrir mais de uma aba, sofre pra caramba. Fazer copiar e colar, idem. Muitas vezes trava e reinicia o aplicativo.
    – Bancos Ok, mas como uso o SuperFreezze para não deixar apps em segundo plano (grato a quem indiicou ele), tem horas que alguns apps de banco teimam e ficam dando mensagem de “Aplicativo não responde” no fundo.

    Tentei o PagPhone (Novamente obrigado ao Pierre pela indicação), mas infelizmente dado que consegui por um terceiro, não valeu a pena pois eventualmente preciso de suporte.

    As vezes penso em tentar achar uma tela para o meu Nexus 4 que tá guardadinho, mas como sei que a bateria dele é pior do que as dos outros celulares que já tive, só vou guardar de recordação.

    Isso tudo para falar que tenho notado que aparelhos muito antigos ou com pouca memória,o Android tem sofrido com apps atualizados. Se é abaixo do Android 6, peca bastante em performance com os apps atuais.

    TV Box então nem se fala. Se a TV Box tem apenas 1 GB de RAM, não roda nem Netflix.

    1. Ligeiro, é mais negócio comprar um celular de entrada moderno do que um topo de linha muito antigo — no caso, falando do Nexus 4.

      A indústria atua como se fosse uma escadinha. O que é novidade hoje vai “escorrendo” para as linhas inferiores e, em algum ponto, chega aos aparelhos de entrada. Foi assim com câmera frontal, sensor de digitais e outros componentes/recursos. Um Galaxy A-qualquer-coisa novo ou recente (de uns dois, três anos para cá) será melhor que um Galaxy S5, por exemplo.

      Acho louvável o esforço para usar equipamentos antigos até o fim, mas chega um ponto em que isso se torna inviável.

      1. O engraçado é que ainda se vende celulares tipo s7 com valores próximos da série A, indo de encontro com seu comentário.

        Me lembrei agora do Trocafone, e o mais barato que tem por lá é um J5 por R$ 260,00. Um S7 (desejo por causa do NFC) está na faixa de R$ 480,00.

        Para mim, que tenho ganhos bem limitados, não é nem questão de esforço de usar um usado, mas necessidade também. Não gosto de pensar em ficar devendo em parcelas algo, e nem comprar algo caro que a perda do mesmo seja um prejuízo. Ainda mais que muitas vezes “vacilo na rua”.

        1. Eu tenho um S7, comprei usado, ano passado. Melhor compra que fiz. Além de rápido, a câmera é de qualidade, e funciona super bem, fluido. Acredito que vale muito a pena, principalmente pelo preço e a qualidade da modernidade que ele te proporciona (destravar com digital, pagar com aproximação).

      1. O meu Nexus 4 tá com um defeito crônico na série – o “meio touch” (funciona só metade do touchscreen). Se não fosse por isso, até investiria em botar firmware alternativo, etc… Teve uma época inclusive que comprei outros nexus para poder ir colocando peças no meu. Creio que tenho mais 2 placas de Nexus paradas aqui. Foi uns 2 anos de uso nestas condições até eu desistir de consertar (um touch chinês sem gorilla glass é R$ 200,00, não vale a pena).

        Precisaria reseta-lo antes de qualquer coisa. O Nexus foi meu celular principal por um tempo e tem dados vitais. Qualquer coisa, posso lhe repassar sem problemas, só resetaria o meu celular antes (e repassaria os dados, claro).

        1. nem me propõe isso ai de novo….
          foi meu primeiro salário nesse celular, durou meses até que me roubaram na recém inaugurada estação butantã do metrô
          outros tempos, minha maior preocupação eram roubar meu facebook e as prestações que ainda me faltavam.
          teriam sido muitos anos sem gastar grana com essas porcaria viciante consumista, mas enfim.

          G7 Play é 64bit se tu puxar um LineageOS e tá parecendo que vai ter um suporte duradouro. Dá uma olhada na lista dos suporte deles lá e faz esse cruzamento com a lista do trocafone.

          Tem uns armazens naquelas rodovia maluca do rodoanel que vende eletrodomestico, bicicleta da yellow (rip dinheiro publico da paulistada), cadeira e móvel, tb vendem uns celular desses, na caixa 100%. Recomendo compra assim tb.

          Boa sorte na tua jornada, pena que teu G1 velho de guerra teja na fila do INSS por invalidez, assim como minha tiavó, ainda tinha muito para contribuir na economia naciomal !

          1. Bem, caso queira os nexus, te daria de boa. Não tem valor comercial, exceto como sucata. Mas o ponto é ver se compensa.

            Quanto a jornada, grato. Por enquanto ainda dá para levar no tranco e barranco com o G1, mas assim que eu conseguir levantar minhas metas financeiras, talvez eu pegue um mais novo que caiba no bolso.

            Mês de maio começa minha meta de levantar dinheiro para viajar em junho – visito meu pai que vive em outro Estado. Então mudo o comportamento financeiro para priorizar a viagem. Se passar da meta, o que sobrar posso cogitar comprar um novo celular, mas o mês já está na primeira semana.

            Do negócio dos armazéns – eu costumava comprar na Liquitudo, mas eles tem diminuído a oferta de celulares abaixo de R$ 500,00. E já sei que eles pegam de remanufaturas como a JNA, uma empresa da região da 25/Santa Ifigênia, que já sei onde é a loja e já vi uns celulares por lá. Um dos pontos que sempre verifico para ver um celular para mim é esta loja.

            Uma vez andando na Galeria Pajé, me apaixonei por um celular chinês – o Tecno Spark 6. Mas é chinês sem Anatel, né? :p

    2. Ligeiro, quando puder poder detalhar o SuperFreezze? lembro que vc disse uma vez mas eu não consegui usar

  12. Olá pessoal,
    a fonte do meu macbook tem esquentado bastante quando carrego, o cabo já está bem oxidado próximo a área do conector. Fui conferir quanto custa uma nova e me assustei. Há alguma alternativa pra carregador? Tem como trocar só o cabo oxidado?

    1. Qual trecho do cabo está com problemas? O do Magsafe ou da energia da rua?

      Se for do Magsafe, você pode pedir para alguém substituir a ponta, talvez compense o custo ao invés de comprar um novo ou até mesmo usado. Se for o da energia da rua, só trocar o cabo por outro.

      Creio que não há outras alternativas de fonte para Mac senão apenas as originais. Se existe alternativa, só no exterior.

      1. é próximo ao conector com o Mac, justamente onde noto que esquenta bastante, vi que é problema recorrente com outros usuários e a solução comum é passar uma fita isolante kkk acho que o melhor é buscar um usado enquanto ainda consigo usar essa, o problema é encontrar, ja que meu modelo é de meados de 2015 e acho que o conector mudou nos mais recentes ://

        1. Pesquise por “cabo magsafe” no seu buscador favorito. No Google aqui, já achei em venda no Shopee por R$ 60,00 (necessita de conhecimento técnico para troca).

    2. O meu também descascou nessa parte. O Ligeiro já indicou os links de cabo substituto, só não sei como fazer a troca. Pareceu-me complexo. Vou orçar numa autorizada.

      1. O da Amazon não é cabo substituto, mas sim fonte alternativa (não original). Pelo visto não tem só o cabo magsafe a venda (para reposição de uma peça apple) na Amazon, só os adaptáveis em USB-C (imagino não ser compatíveis com os Magsafe citados pelo Roberto).

        1. Cuidado com essas fontes não originais. Vi um comparativo entre os circuitos de uma original e uma dessas xingling. O preço da original é muito maior não só pelo fator Apple, mas porque é um circuito em que não economizaram em segurança. No comparativo que vi, o isolamento entre os componentes na entrada da fonte e os componentes de baixa tensão na saída, era quase inexistente. No review havia a foto de um MacBook carbonizado por causa da fonte não original.

      2. Qualquer técnico em eletrônica faz a troca. Se estivesse mais perto eu trocava e nem te cobrava.

  13. Alguém aí jogou, tá jogando ou pretende jogar Elden Ring?

    Eu não conhecia a série Souls nem os jogos da FromSoftware. Dois amigos que jogaram todos os Dark Souls estavam jogando e acompanhei eles jogando pelo streaming do discord, então comecei a jogar também.

    Embora tenha sido caro, é um tipo de jogo que me prendeu bastante, ao contrário de algums RPGs, não tem um milhão de skills e o jogo não te prende tanto à uma classe. Dá pra usar vários tipos de armas, basta que elas sejam direcionadas para o atributo que se escolheu desenvolver (Força, Destreza etc.)

    Mesmo assim, a certa altura do jogo existe um evento e a partir daquele evento com um certo item você consegue reclassificar seus atributos, mudando assim a classe.

    Tem sido bem divertido (e frustrante com alguns boss)

    Achei a jogabilidade muito boa, embora meu PC sofra pra rodar, um FX 8320e overclockado pra 4,2GHz. Na velocidade original ele não dava conta e não renderizava alguns inimigos etc.

    1. O antigo kindoms of amalur tinha essa flexibilidade de habilidades e armas.

    2. Tentei resistir mas sucumbi ao hype e comprei para o PS5 perto do lançamento. O jogo é maravilhoso e me prendeu como há tempos nenhum me prendia, porém não é pra todo mundo. Sinto que as mecânicas “opacas” da FromSoft e a completa falta de direcionamento para as quests (características que eu adoro) são incompatíveis com a vida adulta, onde o tempo para jogar é escasso. Como o jogo intencionalmente não se esforça pra dizer para onde você deve ir e o que deve fazer, acabo recorrendo aos guias online (obrigado Fextralife), o que mata boa parte do deslumbramento e da sensação de recompensa da exploração. Miyazaki, você deveria ter feito Elden Ring há uns dez anos, quando minha vida era mais simples!

    3. Excelente jogo, já joguei um pouco (jack sparrow) e eventualmente pretendo comprar, mas infelizmente está muito caro e a distribuidora que a fromsoftware escolhe é uma das piores que tem, então vou jogando alguns que já tenho enquanto espero um preço melhor. O ideal é esperar todas as expansões e aquela versao final.

  14. Alguém que usa o AdGuard no celular está com um bug estranho com os serviços do Google? Algum filtro atualizou e não consigo acessar nada made by Google com o AdGuard ligado. Tudo mostra que estou offline, mas é só desativar o app que tudo volta ao normal. Alguém sabe como corrigir isso?

  15. alguém já teve uma carteira de papel? tipo os da querodobra, recomendaria?

    1. Eu tenho uma e o material é até bom, mas peguei o modelo clássico que não tem as divisões prós cartões bem separadas e achei péssimo, os cartões ficam muito difícil de acessar rápido, fica um em cima do outro, enfim. Eu recomendaria pegar o modelo que tem as divisões e se vc não carregar RG contigo recomendo o tamanho CNH mesmo, achei o tamanho RG grande considerando que eu ando com minha CNH

      1. estava pensando em pegar o modelo “porta cartões”, queria algo simples só pra carregar cartão e uma graninha, enfim, muito obrigado pelo comentário

    2. Eu já estou na minha segunda carteira da dobra. A minha é do modelo “nova carteira clássica”. Como uso só dois cartões diariamente, não tenho o problema que o Rafael mencionou.
      A melhor vantagem da dobra pra mim é que você praticamente nem sente ela no bolso.

    3. Eu tenho uma quero dobra, do modelo clássico e eu particularmente não gosto da forma como ela armazena os cartões, assim como o Rafael. Por mais que ela fique com aquela aparência de amassada, não me incomoda nem um pouco e só a sensação de não ter um trambolho no bolso já valeu pra mim. Mas é bem como o Augusto falou, você praticamente nem sente ela no bolso, o que as vezes dá a sensação de “putz, perdi minha carteira!” até você verifica e ficar aliviado.
      Quero pegar um modelo old is cool mas ainda não sei se justifica trocar, pois ela não mostra sinais de estar ruim. Na época que comprei esse modelo não existia.

    4. Eu era feliz com uma carteira que paguei um excelente preço na época da marca Nordweg que infelizmente me roubaram.
      Dei uma chance para uma carteira da querodobra há pelo menos 4 anos e estou bem satifeito com ela, tamanho da CNH, levo poucos cartões, não ocupa espaço, faz pouco volume e bem mais em conta que uma Nordweg.

    5. Opa, eu tenho uma da Dobra, do modelo old is classic faz uns 5 anos praticamente.

      Em um dos cantos a linha de costura soltou um pouco e tem um fiapo de linha, porém isso não incomoda. A estampa que escolhi na época era uma do stranger things, das luzes pisca-pisca com o alfabeto num fundo preto. Na foto do site o contraste era muito bonito mas quando chegou veio numa cor lavada, meio desbotado.

      Então recomendo ficar atento apenas com a estampa escolhida, pq no fim ainda é uma carteira de “papel” e as cores podem não ficar tão boas quanto nas fotos de exemplo

    6. Eu estou na minha segunda Dobra. Primeira comprada em 2019 e a nova agora em 2022. Uso, recomendo, apóio, tudo. Melhor carteira. E ainda por cima é estilera

  16. Olá pessoal!

    Um amigo meu está cansado de ficar limitado pelos streaming e quer mandar séries e filmes no formato MKV com legendas do Ubuntu dele para a TV LG WebOS na mesma rede. Como fazer isso sem ser via pen-drive intercalando entre um lugar e outro? Pensei até em “cast to TV” a partir do VLC mas não sei como fazer essa ideia funcionar.

      1. É fantástico.

        Hoje ele até lida melhor com legendas automáticas ou pegar a legenda pela própria interface web.

        Mas eu tinha um plugin instalado, subzero, que era fantástico, assim que escaneava o conteúdo em minutos ele já baixava a legenda.

        1. Voto com o relator. Plex me permitiu ter “a minha própria Netflix”.

    1. Como já mencionaram aí, eu uso e recomendo o Plex. Meu servidor de Plex é um Raspberry com Coach Potato e Transmission que pesquisa e baixa os filmes, na minha TV LG só tenho o trabalho de abrir o app Plex e dar play no filme.

  17. Alguém viu o relato do cara que teve o celular roubado e teve a vida financeira virada de cabeça pra baixo: https://twitter.com/MrVanDep/status/1522333212961353730

    TLDR: Roubaram o celular do cara no taxi, estava desbloqueado, acessaram contas bancarias e fizeram centenas de milhares de reais em pagamento e transferências.

    É de assustar, mas um ponto que fiquei sem entender é como conseguiram transferir tanto dinheiro sem senhas numéricas de acesso. Ao menos no BB não tem como reiniciar senhas via e-mail. Perdeu a senha tem que ligar pro gerente. Alguém sabe o buraco que encontraram pra fazer esse tipo de coisa?

    1. Eu vi, sempre me assusto. No Nubank, da pra pedir pra retirar a opção de empréstimo do app, é só pedir eles tiram. No Itaú eu pedi eles não tiraram. Eu acabei de abrir reclamação no BACEN pra ver se resolvem ou fazem algo.

      Eu vi umas dicas, e uma que eu nunca tinha pensado era o email de recuperação de coisas, não pode ser o mesmo que tu usa no celular. E dai isso me deu um clique, de deletar o GMAIL que é onde tem minhas contas tudo lá. To pensando que isso resolve muitos % dos problemas. Que acham?

      1. Essa dica de remover a opção de empréstimo é boa. Vou fazer aqui.

        A do e-mail pode funcionar, mas você perde um bocado em conveniência, não?

        Outra legal é definir um PIN (senha) no SIM card. Assim, você impede que o ladrão coloque o SIM card em outro celular e consiga receber códigos de 2FA.

    2. Vi várias pessoas sugerindo soluções. Mas não tem jeito, você ter um chip separado e um e-mail separado fica muito complicado. Além disso, o ladrão ficou vários dias com a tela ligada. Tudo indica algo organizado, estilo filme: “conecta e clona tudo”

    3. Eu li, reli e li (quase) todos os comentários. Também fiquei com dúvidas sobre como conseguiram acessar apps protegidos por faceid a não ser que tenham achado fácil a senha do cara.

      Depois de ler, troca de senha no Inter, Itaú e Santander e não tem como fazer só com email.

      Apliquei a dica de travar apps com faceid usando shortcut com função timer no iphone, funciona direitinho e estou experimentando. Agora o mail, gmail e messages no iphone só ficam abertos depois de passar por faceid. Achei muitíssimo interessante a dica.

        1. Vi um vídeo da Marília Guimarães ensinando. Achei meio gambiarra, não é um recurso para esse fim — ela usa aquele tempo de uso dos apps para bloqueá-los.

    4. Entrando nesse tema: quais apps de 2FA recomendam? Que dê para acessar de outro dispositivo caso aconteça algo?
      Baixei o AppLock no Android para bloquear acessos indevido à emails e app de configuração do Android (bancos já ficam na pasta segura da Samsung), mas vi que ele não é tão confiável assim. Existe algum app que funcione de maneira ideal em bloquear esses apps?

      1. As recomendações do Privacy Guide são um bom ponto de partida.

        Note que, regra geral, o funcionamento dos aplicativos OTP (one-time password) é similar, então qualquer um fará basicamente a mesma coisa. O que difere são os recursos acessórios, circunstanciais — o Authy, por exemplo, oferece backup criptografado na nuvem; o Raio OTP, recomendado pelo Privacy Guides, oferece backup via iCloud; e por aí vai.

        Eu uso o Yubico Authenticator combinado com a YubiKey e uma senha específica para ele. De certo modo acaba sendo “multiplataforma”, já que os códigos OTP ficam na chave física e o aplicativo só as exibe.

    5. Tava com a mesma dúvida em relação ao BB. E mesmo no nubank, ele pede a senha de 4 dígitos. O autor do post twittou recentemente e afirmou que os Bancos vão resolver.

      Agora fiquei com a pulga atrás da orelha: devolveram porque o caso teve repercussão oi foi porque identificaram erros em processos internos que essa quadrilha tem conhecimento e não tornam públicos, dificultando assim a prevenção dos outros clientes?

      Algumas medidas que eu já tinha tomado:

      Quem usa icloud, ative a chave reserva e guarde em um local seguro: impressa num cofre e criptografada com outra senha, talvez, ou em pendrive em local seguro também. Dessa forma ele desativa a forma de recuperação de senha via sms. Segundo a documentação oficial.

      Fora isso, em apps de bancos eu não uso a biometria. Andei pensando isso esses dias, usar a biometria é delegar a um terceiro (Apple, no caso de iphones, ou Google, no caso de android).

      Fica complicado assim.

    6. eu ainda não entendi como foi possível fazer tanta coisa só pela tela estar desbloqueada, no android abrir o app precisa da senha/digital e para fazer uma trasnferencia pede senha/digital novamente.

      1. Eu fiquei de cara. Mas depois lendo um fio de um médico (!) chamado José Alencar também no Twitter, vi que se o iCloud estiver aberto, a pessoa consegue brechas para alterar a senha e, por consequência, alterar o Face ID e aí já era.
        Ele até sugere alguns caminhos para indisponibilizar o iCloud para esse tipo de alteração, entre outras dicas de segurança.
        Aqui, por enquanto, só bloqueei o Spark (e-mail, que já usava antes) por Touch ID. Não adianta muito. Mas o relato do cara é assustador.

        1. Esse médico, se for quem estou pensando, comentou casos de invasão de Instagram e deu umas dicas meio… questionáveis.

          A alteração da senha do iCloud, por exemplo, exige a inserção da senha de bloqueio do iPhone — mesmo em celulares com Face ID/Touch ID ativo.

          1. Bom saber.
            Confesso que eu ainda acho a engenharia toda do fato relatado bem confusa. E fiquei na dúvida também sobre a segurança dos bancos (em especial o Nubank). Tenho conta lá e um cartão no Itaú. O Itaú costuma ser bem mais rigoroso (duas compras seguidas em um mesmo lugar, por exemplo, eles já ligam). Mas mesmo o Itaú, já deixou passar uma sequência de 4 compras indevidas em outra cidade. Mas foram bem solícitos no atendimento.
            De toda forma, acho que rende uma (ou algumas) pautas bacanas, Ghedin.

    1. Que sofisticado, eu só desmonto a cada 1-2 meses e limpo com escova de dente. Não sei se vale algo tão sofisticado, o que mais seria interessante limpar com isso?

      1. Tem algumas pontas para fins específicos, como limpar fones de ouvido e conectores/lugares pequenos. Um dos vídeos dos anúncios em lojas mostra a pessoa limpando a grade da saída de som do celular, o conector Lightning/USB etc.

        Não me parece algo que mude a vida, mas também não é caro (~R$ 20) e talvez seja útil? Meu receio é ser de baixa qualidade e estar sendo enganado pela publicidade (que nunca).

        1. Uma escova pequena deve ajudar para objetos pequenos, ou aqueles “limpa aparelho dental” (que é um fio de metal com cerdas). Um cotonete deve servir para limpar fones de ouvido.

          E o preço é Ok, mas é coisa que provavelmente só é pela publicidade, e uma hora ou outra vai ser “clonado” e revendido em lojas de 1,99.

          1. Eita! 70 $ Ghedin?

            De fato acabei de ir pesquisar preço de escova para aparelho dental. Só os refis são na faixa de R$ 15,00. Então em relação a escovinha 5-em-1, pode ser algo interessante, dado que teria que somar também comprar uma escova dental, cotonete, pinça (no lugar da ponta de metal), etc…

            Tava pensando também se pincéis de maquiagem (que são bem baratos ) não compensariam. São bem delicados e para aparelhos eletrônicos, deve ajudar na limpeza.

    2. eu uso um pincel para pintar parede (meio grande até) mas ele é bem macio, para limpar muita coisa eletrônica,

    3. Eu tenho esse e é bem interessante pelas cerdas serem longas e limpar as teclas sem ficar esbarrando nelas. Se bem que o melhor é ainda desligar o teclado pra fazer isso.
      Ainda não usei as outras funções.
      Comprei no nosso amigo China, pq pagar o que estão cobrando aqui é tenso!

  18. Recentemente eu vi um vídeo falando sobre os perigos ao descartar embalagens, etiquetas e notas fiscais de encomendas com informações sensíveis nossas (nome, CPF, telefone, endereço, etc.) e golpes que podem originar disso.

    Vocês fazem algum tratamento em especial para descartar essas informações com segurança? Para notas fiscais (DANFE), eu costumo guardar durante um tempo (até por questões de garantia, troca ou devolução) até eventualmente usar como rascunho ou fragmentar (comprei uma fragmentadora manual de papel pra isso).

    O problema maior que eu vejo são as etiquetas. Normalmente elas são feitas de algum material resistente à água e possuem cola, o que torna difícil “destruí-las” de maneira rápida e prática. Alguém tem alguma ideia para descartar as etiquetas de encomendas de maneira segura?

    1. Nem sempre, mas às vezes eu pego uma tesoura, recorto a parte da etiqueta em que há dados pessoais (nome, endereço), picoto e distribuo os pedacinhos entre duas lixeiras.

      1. Eu usava uma tesoura de várias lâminas (que originalmente é usada na cozinha) pra picotar essas etiquetas, mas dependendo do material e de onde a etiqueta está pregada (principalmente se for plástico), é uma tarefa bem infeliz. Multiplica isso pela quantidade de compras online que uma pessoa faz online e essa tarefa pode facilmente se tornar um estorvo.

      2. Faço a mesma coisa: não concentro esses dados picotados numa única lixeira. Ainda coloco parte na lixeira da cozinha, de modo a receber resíduos orgânicos por cima, o que deve contribuir para uma maior deterioração desses dados…

    2. foi uma das coisas que pensei quando estava descartando algumas embalagens da Amazon. tipo, não vou guardar a nota fiscal pois, são notas fiscais de alimentos e ai meu pensamento foi, se alguém, em algum momento me visar como alvo (o que é improvável), analisar meu lixo já daria uma adiantada legal no processo kkkkkk.

    3. Pego as embalagens, notas fiscais passo uma caneta nos dados, depois molho o papel e picoto e distribuo entre as lixeiras.

      Minha mãe desde sempre faz isso então todo mundo da familia pegou esse vicio do bem.

    4. Eu passo uma caneta na etiqueta e depois picoto com um estilete até os dados não ficarem visíveis.

    5. Uma coisa que me encuca é tipo “quem revira lixo para pegar dados pessoais?”. Não que não exista este tipo de gente, mas tipo, o que mais vejo nas ruas é catador pegando o lixo reciclável e “nem aí”, joga no carrinho (ou as vezes o próprio molha o papel “para fazer mais peso”).

    6. Eu tenho um desses
      https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1316369264-fragmentadora-triturador-picador-de-papel-manual-manivela-_JM#position=1&search_layout=stack&type=pad&tracking_id=dc56f163-16d3-4d0a-a325-7e1237bb539a&is_advertising=true&ad_domain=VQCATCORE_LST&ad_position=1&ad_click_id=OGNiZjZmYzgtNmVlMi00NzQyLWIwNDgtZmE2ZDI4YzkwNjA2
      Mas não pode abusar, é uma folha de cada vez. Quanto às etiquetas não tem muito jeito, tem que arrancar e rasgar, quando não é possível, por exemplo qdo é envelope de plástico mole, aí eu passo esponja molhada até apagar. É bem rápido.

      1. É exatamente uma dessas que eu tenho, mas ainda assim é trabalhoso sair picotando folha por folha. Um sonho de consumo seria ter aquelas fragmentadoras de papel eletrônicas, que tem em alguns escritórios.

    7. Então, se for pro lixo reciclável, é viável que alguém em algum centro de triagem fique separando notas fiscais que contenham dados sensíveis para esse fim, embora ache inviável ainda assim.

      Se tá no lixo orgânico e vai pro aterro, acho bem difícil dessa nota fiscal cair em mãos erradas.

      Além do que, a “empresa onde outras empresas consultam CPF pra ver se o dono do CPF é devedor” já fez o favor de vazar nossos dados, é mais fácil por aí.

      1. Talvez a solução mais prática seja a de colocar esses papéis no lixo orgânico mesmo, já que em tese, papel é um material bem orgânico e se decompõe em 3 meses (ainda mais em um ambiente úmido). Só fico preocupado mesmo com as etiquetas que possuem cola e uma espécie de revestimento plástico.

    8. A empresa anterior que trabalhei tinha essa paranóia e eu achava ridiculo. Como o colega mencionou, vai tudo pro centro de reciclagem e ninguém se importa, ainda mais depois de ver que a empresa tá atolada em dívida. Kkkkkk

    9. Os cupons fiscais que são naquele papel termo sensível da pra esguichar álcool que os dados apagam.

      No caso de papéis, passo na fragmentadora de papel. Não só esses com informações sensíveis, mas outros também. Que aí os papéis fragmentados vão pra um saco de lixo só dele e contribuo assim com questões de reciclagem e meio ambiente.

      Agora no caso dos que vem com o plástico colado, eu não tentei a fragmentadora. Mas aí o que comentaram de picotar deve servir.

    10. nota fiscal solta eu rasgo em dois, na metade.
      a parte de cima, com os dados pessoais jogo no lixo orgânico; a parte debaixo, que geralmente só tem as informações do produto e outras genéricas vai pro reciclável.

      a nota simplificada colada com adesivo nas embalagens de fato tem esse problema. esguichar alcool geralmente resolve para borrar tudo (só cuidado para nao escorrer a tinta em cima de um movel de madeira e manchar – faça isso em cima de vidro ou pedra – manchei toda minha mesa com revestimento de laca nessa pandemia “lavando” as compras do supermercado). Se der para descolar o adesivo da embalagem é até melhor – ajuda o pessoal dos centros de triagem, pois adesivo é um dos piores vilões na viabilidade de reciclagem dos materiais. Inclusive costumo desmontar toda a caixa, tirando as fitas adesivas que o pessoal adora embalar, para facilitar o trabalho do pessoal.

      Para quem picota a questão é: se voce vai picotar todo o negocio, nem adianta em jogar no reciclável, jogue no orgânico e pronto (nas centrais de triagem esse seu picote vai ser praticamente poeira que vai voar pro chão ou virar sujeira a ser varrida). E aí ja que vai jogar no organico, nem precisa picotar… porque isso vai ser prontamente amassado no caminhão compactador que passa na frente da sua casa com um monte de bosta junto.

    11. Costumo destruir também. Quando são etiquetas impressas em papel térmico (a maioria delas hoje em dia é), eu aproximo da chama de um isqueiro. Só o ar quente que sobe a partir da chama já é suficiente para pretear toda a etiqueta. Algumas dessas também desbotam com álcool, então uma borrifada já dá conta de apagar as informações, e ainda desinfetam o pacote. Mania adquirida com a pandemia e que acho que não vai desaparecer tão cedo.

    12. Vai tudo pra fragmentadora aqui em casa. Separo as notas que acho que devo guardar e fragmento as outras.

      As etiquetas adesivas (com informações sensíveis) eu consigo arrancar quase inteiras e dobro no meio, “anulando” a cola e facilitando o processo de passar pela fragmentadora. As vezes, pra facilitar mais o processo, colo a etiqueta na nota fiscal e passo tudo junto na fragmentadora.

      O que me mata aqui, em termos de privacidade, é ter os entregadores gritando meu nome completo na porta de casa. Vou ter que começar a usar pseudônimos quando fizer novas encomendas.

    1. Essa opção “Receber todos os novos comentários.” é apenas deste assunto em particular (nesse caso você avisando sobre a mudança) ou todos os novos comentários à notícia (neste caso, o post livre 315)?

      Engraçado que, num outro comentário que fiz mais acima, apareceu esse dropdown. Neste aqui, não está aparecendo e o “Salvar meus dados…” estava desmarcado. Mesma janela do mesmo browser que fiz o comentário anteriormente.

      Quando cliquei em “Gerenciar inscrições” para ver se era isso, ele me tirou dessa janela, deu algum erro e, quando voltei não aparecia mais o formulário, mas quando cliquei em responder ele recuperou o que eu já tinha escrito (o primeiro parágrafo dessa mensagem).

      1. São três opções:

        • “Apenas respostas a meus comentários”: recebe somente respostas diretas ao seu comentário (este meu, por exemplo).
        • “Todos os comentários”: recebe todos os comentários em qualquer lugar, seja resposta a outro comentário ou novos comentários-raiz (todos no post livre 315).
        • “Não se inscrever”: não recebe e-mail algum.
  19. Como diminuir os impáctos das redes sociais?

    Sou jovem, tenho meus 21 anos, e cresci já nesse meio das redes sociais. Não é novidade para ninguém os efeitos nocivos que as redes sociais trazem para nossa vida, mas eu sempre negligenciei isso e abusei do uso das midias.

    De um tempo pra cá tenho ficado dividido, reconheço o papel nocivo das redes, polarização, excesso de anuncios, idealizações, entre outros.

    Contudo, tenho para mim que foi graças as redes sociais descobri coisas incríveis, tive acesso a culturas que provavelmente não teria sem ela, consegui criar novos laços, e manter antigos que são importantíssimos na minha vida (Minha ex namorada nos aproximamos graças ao Instagram) porém reconheço que os motivos do término também perpassaram pelas redes…

    Sinto que simplesmente abandonar as redes não seria razoável, acredito que me afastaria consideravelmente de pessoas queridas que não vejo no meu dia-dia, mas mantenho contato nas redes.

    A pergunta que faço é, como minimizar os impactos das redes? Quais práticas vocês adotam? Em que medida vale a pena se expor a toxicidade da internet para não ser “deixado para trás”?

    ps: as redes que mais uso são em ordem: Instagram, Twitter, Youtube, Whatsapp

    1. O problema maior é que de fato as redes são feitas para gerar vício (eu que o diga). Por mais que a gente tente parar, a sensação de “Medo de Perder Algo” (FOMO) acaba acontecendo, então acabamos dependendo das redes.

      Você meio que já se deu algumas respostas no comentário – manter amizades e se questionar o que fez de certo ou errado em relacionamentos são formas de entender as necessidades de estar em redes sociais, e se vale ou não manter.

      Instagram (e com isso TikTok, Kwai e similares) evito pois elas dependem muito de atenção total dado a serem redes de imagem e vídeo. Facebook só tenho usado para ver anúncios (mas tenho a sensação que nem compensa mais para isso), Twitter para acompanhar em partes o cotidiano (sempre é bom “limpar a timeline”, isso é uma forma de diminuir a dependência).

      YouTube uso como “TV” – Já tenho minha lista de programas preferidos e eventualmente caço músicas que gosto de escutar.

      Whatsapp é comunicação, então bota-lo como “rede social” fica meio que falar que Telefone é rede social.

    2. Como já indicou o Ligeiro, você já tem as respostas.

      Eu optei por não ter nenhuma rede social, exceto o linkedin, e isso limita muito meu contato com antigos colegas e amigos. Mantendo próximo só aqueles com os quais troco mensagens constantes.

      Foi uma escolha pautada nos efeitos nocivos do FOMO em minha pessoa.

      Mas entendo que por fim, eu me sinto melhor sem, mesmo que reduza meu ciclo de amizades. O que eu precisei acostumar a fazer, é dar um alô nos amigos de vez em sempre, na moda antiga.

      Acredito que o melhor caminho seja um limitador de tempo mesmo, dessa forma você utiliza as redes de forma saudável e mantém o contato com o mundo.

    3. Bom dia, meu caro :) Sempre incomum encontrar outro Heitor.

      Da minha experiência, também decidi que deletar as redes era a melhor escolha para mim.

      Eu acabo identificando algumas coisas na maneira como funciono e tentei adotar algumas práticas em torno disso.

      Eu sinto que quando estou mais por dentro do assunto das redes, acabo ficando mais atento ao meu comportamento. Então, ler alguns livros sobre o assunto me ajudaram a tomar mais decisões em relação à minha interação com os dispositivos e as redes.

      Alguns que recomendo:
      – Celular: como dar um tempo – Catherine Price
      – Resista: não faça nada – Jenny Odell
      – A Geração Superficial – Nicholas Carr

      Coisas que são parte da minha rotina:
      – O YT por exemplo, decidi que não usaria mais conta do Google pra logar (assim, sem usar inscrições e o “algoritmo” não atua tão bem) e uso no navegador a extensão do DF YouTube. Sinto que deixa a utilização muito mais deliberada e com uma finalidade.
      – No celular, uso LockMeOut (versão paga) pra dar um tempo nos aplicativos, colocar alguns lembretes e evitar a utilização quando acordo ou antes de dormir por exemplo. As restrições acabam funcionando ok para mim, mas cuidado pra não levar muito a sério e nem se culpar por nada.

      E no geral, pra evitar perder os laços como você comentou, tento manter um contato frequente com os amigos via WhatsApp e acabo ainda ligando para alguns. Às vezes até coloco na agenda lembrete pra ligar para amigos próximos, ou um incentivo por exemplo: ligar para um amigo diferente 1x por semana. Pode parecer bobo no começo, mas sinto que acabamos conversando muito mais do que falaria no WhatsApp ou por qualquer outra rede quando ligo. E os amigos sempre ficam surpresos haha

      Abraço!

      1. Complementando as indicações de leitura do Heitor Garcia, tem o “Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais” de Jaron Lanier. Estou inclusive lendo ele agora, e acho relevante por ser uma visão de alguém de dentro do vale do Silício.

      2. Olá,
        Procurei, no Firefox, essa extensão DF Youtube mas não encontrei, o que ela faz?
        Obrigado

    4. Cara,
      Eu não apaguei as redes, simplesmente não uso. Ou uso só quando necessário, se é que há necessidade.
      Na prática só tenho o face para ver anúncios, como o Ligeiro.
      Já sou velho demais para morrer jovem então não tenho a menor paciência para instagram e cia ltda, acho um saco esse povo que vende coisas pelo instagram, uma perda de tempo e de clientes.

      1. O interessante é que conheço familiares e amigos que vendem pelo Instagram.

        De fato, para moda e beleza, o Instagram virou um ponto de venda bem forte. Uma parente minha que tem loja de roupas geralmente tem uma boa audiência no Instagram e consegue sempre fazer vendas por este canal.

        No entanto, como sempre notei que o Instagram é meio “limpo demais”, meio que voltado a uma imagem de “bon vivant”, acaba para mim sempre me dando agonia ver um canal onde os outros se dão bem…

    5. O tempo vai resolver isso pra vc. Se seus amigos e pessoas próximas não forem vendedor de curso ou desocupados sustentado pela família, eventualmente eles vão ficar ocupados demais com a vida adulta para perder tempo com redes sociais. Ou as vezes até msm o burnout vai tirar eles OU ATÉ MSM VC

  20. Olá pessoal. Estou procurando indicação de manutenção em notes Vaio já velhinhos (+/- 10 anos). São Paulo capital.

      1. não tive uma boa experiência lá não, queriam cobrar 150 palitinhos pra trocar uma bateria de notebook. não era o preço da peça, era pela mão-de-obra do serviço mesmo. virar o laptop de ponta cabeça, deslizar as duas travas, retirar a bateria antiga e encaixar a nova. 150 reais.

    1. O ruim é achar peças para computadores com + de 10 anos. A linha Vaio inclusive é problemática e tem defeitos crônicos em alguns modelos.

    2. Sony Veio! Tenho um, “salvado de enchente”, como diz um amigo meu e já tá apresentando uns defeitinhos também. De umas semanas pra cá, só consigo usar o som dos falantes internos. A saída para fones ou caixa de som fica muda. Sinceramente não sei se vale a pena reparar, ao menos no meu caso.

      1. Pode ser que valha a pena uma interface de som daquelas externas, usb. Tem modelos com qualidade razoável e preço e tamanho bons. Aí não precisaria consertar a “placa” interna do notebook.

  21. 7 meses depois do lançamento capado, confuso e cheio de bugs, como tá o Windows 11 hoje? Já vale a pena fazer a atualização?

    1. Não.

      Tenho clientes que tem problemas com alguns hardwares mais antigos e lembremos que o Win 11 só serve para computadores acima de 2018 (intel Core gen 7 ou similar).

      Além do mais, ainda conheço pessoas que usam Windows 7 e vão levando até onde dá com o hardware que eles tem.

    2. Do lado de cá, por algum motivo estranho, o Windows é o único SO que lida bem com o meu notebook (Asus VivoBook X5122FJ). Do 10 pro 11 não notei tanta diferença, mas algumas coisas incomodam:
      – A ferramenta de captura de tela tem um bug onde só dá para iniciar a captura a partir de uma parte da tela (que fica mais escurecida enquanto o resto fica normal)
      – Quando o sistema está executando as varreduras para otimizar a busca pelo iniciar, o notebook fica MUITO quente, lento e com as ventoinhas a mil

      De qualquer forma, é bem melhor que em qualquer distro ubuntu/debian based que eu já experimentei.

      Além disso, vale destacar que o WSL2 é muito bom

    3. Estou usando no trabalho e em casa, e certamente é melhor que o 10. Mas sinto falta de poder customizar a barra de tarefas (colocar na vertical e adicionar toolbars – existem programinhas pra liberar isso, ou mudanças no regedit, mas fiquei com preguiça).

      Agora, no computador do trampo, que é mais fraquinho, vez em quando rolam uns bons engasgos quando ele está atualizando uns índices

      O menu iniciar dele é uma porcaria (como sempre nas versões pós-Win 7)

    4. Estou usando há uns 5 meses e gostando bastante. Uso num notebook que tem cerca de 7 anos de idade e que alguns drivers (bluetooth, principalmente) para Linux eu não consigo achar, então fiquei refém do Windows. Sou dev e o fato de ter o linux embarcado é sensacional. No W10 já tinha mas as melhorias nesse aspecto para o W11 valeu o upgrade. No mais, se não faz uso disso, não sei se vale a pena o upgrade.

    5. Tô usando desde o lançamento e gosto bastante. A feiura do 10 me incomodava muito, e como o meu laptop é novo (Inspiron 5402) ele funciona bem demais. Minha única queixa é o bug no atalho de troca de desktops virtuais, mas tirando isso não tenho reclamações. Senti até uma melhora nos games (jogo pouco, mas jogo). Bayonetta em HDR é muito mais legal.

    6. Para mim foi um tiro no pé. Tenho um notezinho com tela sensível, tipo um conversível, o teclado vira 360º. A Microsoft matou o modo tablet do Windows 10, fico imaginando quem comprou um surface para ter uso híbrido.
      Eles dizem que a mudança para modo tablet é automática mas não muda nada, fica tudo igual. Igualmente ruim. De resto até melhorou um pouco o desempenho. Uma no cravo e duas na ferradura.

    1. como sou entusiasta de edição de vídeo (e fotografia, games , programação, filmes, séries, automobilismo, relógios, quadrinhos, etc), assisto ao canal do Gaveta. Vi que a série está muito bem feita, com um roteiro fantástico e fotografia idem.

    2. Ontem vi o episodio 8, falta só o season finale.

      Eu estou encantado não só com a ideia da serie e sua trama, mas por toda fotografia. Não vou dar qualquer spoiler aqui, mas porra: SENSACIONAL.

      Inclusive Dflopes algo que senti falta no vídeo do gaveta, foi um olhar técnico do uso do blur na série. O tempo todo a série desfoca tudo que não está no campo de visão dos personagens. Reforçando a ideia de tudo que a persona não vivência não existe.

      Essa série me faz valorizar um pouco mais o enfadonho e repetitivo trabalho do dia a dia. Que por sinal, é a segunda vez que o Ben Stiller dirige uma obra com o tema de trabalho repetitivo como base.

    3. Baixei nesta semana, impactado por um gif em uma newsletter (Texto Sobre Tela). Fui atrás e me pareceu interessante.

      Pretendo assistir nesse fds.

  22. pessoal, filtro de água. Qual vocês usam?

    vou comprar um lá pra casa pra parar de usar galão de água tá ficando muito caro.

    moro numa cidade da bacia do Rio Doce, ninguém aqui confia mais na água depois do crime da Vale. Mas agora apertou demais ficar comprando galão de 20l.

    recomendações?

    1. Soft star. Já tive outros de outras marcas e Eletrônica deu problema, o reservatório era pequeno então pra mais de 2 pessoas ao mesmo tempo você tomava água quente. Esse o reservatório é uns 2l, água bem gelada, sem eletrônica, manual mesmo. Tenho e recomendo.

    2. Uso um IBBL touch, acho excelente.
      Na época peguei ele pq tinha uns 2 ou 3 cm a menos que o soft e o IBBL com “botao/registro de girar” – prefiro esses mecânicos, pois se vc estiver sem energia elétrica, seguem funcionando.

      Veja sobre a filtragem, alguns são mais caros por permitirem filtros mais eficientes. Prefiro.

    3. Tenho uma torneira com filtro (1 saída normal e outra filtrada) da Lorenzetti.

      Troco o filtro/vela a cada 3 meses ou quando o fluxo da água diminui (o que indica fim da vida útil).

      Até já pensei em comprar alguma jarra que tem filtro por gravidade (tenho aversão ao filtro de barro, por achar feio e trambolho) e fazer uma segunda filtragem.

      Eu mantenho 2 garrafas de água na geladeira e 1 fora para fazer café (ou beber água na temperatura ambiente sem ter que dar mais 10 passos até o filtro)

    4. Uso filtro de barro com velas com carbono, duram bem e não deixam um gosto ruim igual outras velas que testei. É chato ficar repondo mas não depender de energia elétrica é uma puta liberdade.

      1. Ótima alternativa ao Bing feião e ao Google que monitora e vende os dados.
        No começo você pode estranhar, pois parece que o Google “descobre” o que você precisa e te mostra, porém com o tempo você se acostuma com o duck (inclusive dá mais valor a sites pequenos ao invés desses que pagam e fazem artifícios para estarem nos primeiros resultados do Google). Outras considerações:
        – tente ser o mais objetivo na sua pesquisa para ter melhores resultados
        – evite erros de ortografia

  23. Alguém aí participando, ou participou, do South Summit? Qual a opinião de vocês sobre o evento?

  24. Olá, pessoal,

    Estou precisando de uma docking station pra expandir portas USB e ter uma Ethernet.

    Há uma variedade enorme de modelos e preços no mercado, mas não queria nada muito caro, nem tampouco algo sem qualidade que não durasse um ano.

    Algo pequeno/portável seria ideal.

    Vocês têm alguma experiência/indicação?

    1. tenho HUB usb-C Anker pro celular (usb + porta HDMI) e Baseus para o notebook (usb + LAN), comprados no início da pandemia 3 funcionando até agora (2 anos de uso semanal). Ambos tem porta USB 3.0, mas a LAN é 10/100

      1. Podes dizer o modelo desse Baseus pro notebook? Vi algumas reclamações da qualidade de alguns Baseus, seria bom ter uma referência de alguém que teve experiência positiva.

        1. me confundi aqui, o HUB não é baseus, mas uma tal de Exbom UHL-300. É um hub USB 3.0 com LAN gigabit – excelente.
          produto.mercadolivre.com.br/MLB-872976647-cabo-hub-usb-30-c-3-portas-adaptador-rj45-ethernet-lan-_JM

    2. não tenho um modelo especifico mas, recomendaria algo da Anker ou Baseus.

      1. Baseus vi sendo um dos bem avaliados. Vou procurar os Anker pra ter mais informações.

  25. https://natelinha.uol.com.br/novelas/2022/05/02/ha-25-anos-zaza-irritou-rita-lee-e-fez-fernanda-montenegro-querer-distancia-das-novelas-181070.php

    Pra vocês verem como a régua de medir o IBOPE mudou ao longo dos anos, mas queria chamar a atenção para alguns trechos:

    “Naquela mesma reportagem, a atriz comentou a baixa audiência de Zazá, que se estabeleceu na casa dos 31 pontos na Grande São Paulo – índice baixo para os padrões da época.” (!!!)

    31 pontos para uma novela das sete era baixo. E não para por aí:

    “Não estamos ali para fazer a novela da posteridade. Trata-se de uma comédia leve, infanto-juvenil, sem exigência dramática. Ninguém espera que dê 60 pontos no Ibope. Nem a trama das 20h dá isso” (!!!!!!)

    Tá certo que eram outros tempos, a Internet estava engatinhando no Brasil. Smartphone? HAHAHA! Mas é um negócio surreal ler isso com os olhos (e a mente) de hoje. nem novela das 9 consegue chegar aos 30 pontos atualmente (e quando chega, chega sofrido).

    1. Acredito que além da própria internet existe a popularização do efeito Netflix. Muitas pessoas não quererm mais ver algo atrelado a um tempo determinado ou ficar presas a uma continuidade padronizada (meu caso). Ver o que quer e quando quer (ou puder) é um fator bem determinante para a nova geração e muito das antigas também. É possível que com a evolução da TV digital algo possa melhorar nesse sentido, do contrário o cenário só vai piorar (para as teles).

    1. Eu preciso me aprofundar mais a respeito desse tema, porém parece que existia um problema que esses “empacotamentos” conseguiram contornar porém criaram novos problemas. Parece que cada um tem suas vantagens e desvantagens e só me aprofundando para ter uma melhor decisão. Na sua opinião, qual seria a melhor escolha para o futuro dos softwares no Linux?

      1. O próprio sistema de empacotamento das distros? Ver a Canonical forçar o uso do Snap tem me afastado do Ubuntu, ainda mais quando a máquina que disponho para Linux já tá bem rodada. Snap em computador velho se arrasta.

        1. O snap realmente é estranho, mesmo no meu computador que é potente, ele demora pra abrir o Firefox por exemplo, bastantes segundos, em comparação com o flatpack que é quase instantâneo. Mas me indicaram pra estudo aprender o snap porque parece ter uma utilidade boa no ramo empresarial. Preciso me aprofundar.

    2. Matéria extensa e cheia de informações úteis. Usei alguns pacotes flatpak algum tempo atrás, mas após participar de muitos grupos de discussão e ver muitos comentários, a maioria negativos, achei por bem aguardar uma mudança na forma que esta tecnologia é disponibilizada, se é que acontecerá algum dia. Se levarmos em conta os preceitos da FSF, eles nem existiriam. Na verdade o universo Linux é bem mais complexo que se imagina em se tratando de aplicações e uso de bibliotecas. Se houvesse uma padronização na questão de empacotamento, talvez a situação seria melhor. Nada contra a diversidade de distribuições mas quando surgiu essa ideia de pacotes Snap, Flatpak, AppImage, confesso que fiquei bastante animado, porém, foi só num primeiro momento. Espero estar enganado, mas tudo leva a crer que o futuro das distribuições Linux será este. Por fim, não sou bitolado com isso, apenas acho que se não é totalmente seguro e ainda existem dúvidas relacionado a transparência de como funciona, não faz sentido usar.

      1. Confesso que só uso flatpak quando não tem outra opção, como o pacote deb ou rpm (notebook Debian, desktop Fedora). Tenho poucos pacotes baixados do flathub.

    3. Em adição ao excelente texto que disponibilizou, eu gostaria de incluir esse vídeo: https://youtu.be/9HuExVD56Bo (inglês), onde achei a explicação bem fácil de entender a diferença entre os tipos de empacotamento. No vídeo fica fácil entender o motivo de terem criado flatpacks e afins em decorrência dos pacotes tradicionais (.deb, .rpm, .tar.gz e etc.)

  26. Olá pessoal,

    Sabemos que existem uma grande variedade de smartwatches no mercado, tendo foco esportistas, corredores e, outros, uma pegada direcionada a quem quer focar em “saúde” (oxigenação sanguínea, pressão etc).

    Por isso, a pergunta: hoje em dia, quais são os melhores smartwatches voltados especificamente a saúde? (tomara que a resposta seja negativa, mas o Apple Watch Séries 7 acaba sendo, disparado, o líder?)

    Abraços,

    1. Vou falar por conta da experiência que eu tenho. Comprei um Galaxy Watch 4 recentemente, pra monitorar pressão arterial e confesso que gostei bastante do resultado. Tive medo no início dos resultados serem bem discrepantes, mas não. Comparando com o aparelho de braço que uso em casa, os resultados são bem próximos. A única coisa chata é que precisamos fazer uma calibração todos os meses com um aparelho de pressão tradicional. É chato? É! Mas para quem sofre de hipertensão e precisa monitorar os resultados vale a pena.
      As funcionalidades para monitorar exercícios também são bem interessantes. No geral, gostei bastante do investimento que fiz.
      A bateria, dura uns dois dias. Mas isso pode variar também de acordo com as configurações que você faz (notificações, medições, etc). A verdade é que não me incomodo de carregar sempre.

    2. O Apple Watch é muito preciso nas medições fisiológicas. Tem uns estudos que apontam que a eficiência do ECG dele é de 96% para detectar fibrilação arterial. É a grande feature para justitficar a precificação em relação ao SE.

      Aqui em casa eu tenho um Apple Watch 3 e um Smartband 6 da Xiaomi e eles chegam a números parecidos em suas medições. No geral sempre recomendo a smartband por ser barata e entregar resultados parecidos.

    3. Já tive Gear S1, Active S3, Pebble e duas Gear Fit. Compre a mais barata que atenda suas necessidades de monitoramento, seja Mi Band ou Gear Fit. Se quiser Smartwatch pra exercícios, compre o Garmin ForeRunner 945.

      Smartwatchs tem funcionalidade limitada, baterias são ridículas e durabilidade limitada.

      Eu vendi tudo (menos o Pebble, por recordação), fiquei só com uma Gear Fit pra academia e voltei aos relógios g-Shock (digital) e Seiko, Orient e Citizen (analógicos). Custam menos que um Smartwatch e vão durar até os netos.

      1. Então, na realidade, o meu foco é mesmo em “saúde”, não em exercícios propriamente dito. Tenho um GTR Amazfit, mas não tem ECG e oxímetro, por exemplo. Por isso trouxe esse tópico, vai que tem um “super doutor” em forma de smartwatch que pode me ajudar a monitorar as coisas por aqui :D

        1. Se você é jovem (abaixo de 50 anos), sua saúde está ok e não há histórico familiar de problemas mais graves, é meio bobagem, quase paranoia, acompanhar isso tão de perto.

          Faça um bom checkup (crie o hábito de fazer isso anualmente), visite um cardiologista e boa. É mais barato e eficaz do que usar um Apple Watch ou qualquer outro smartwatch.

          1. Eu já tava comentando basicamente isso. Mas vou só deixar aqui meu upvote e um adendo:

            Outra obsessão que vejo por aí é a de medir o sono. Posso estar equivocado nessa, mas não acho que seja necessário nenhum relógio ou app pra dizer se estamos dormindo bem ou mal. O estado pela manhã já vai dizer, e não vejo como um app vai ajudar nisso ao te dizer que o sono é 50% isso ou aquilo.

            Se for algo que realmente incomoda, só um especialista vai poder ajudar.

    4. Tenho um Garmin Forerruner 235 e estou muito satisfeito com o que ele me entrega, especialmente em relação a atividade física. Usei ele algum tempo para monitorar meu sono e fiquei bastante satisfeito com o resultado. Outro que uso com frequência é o Amazfit Bip S, que também tem se mostrado muito interessante, especialmente para monitorar meu sono, sem falar na bateria que dura em média 30 dias.

    5. Tem tanto relógio bom que nem vou indicar nenhum, mas recomendo os que duram mais de uma semana. Nem Apple nem Samsung conseguem entregar mais de um dia e meio, que é um saco. Recomendo marcas como amazfit (zepp) e zeblaze.

      1. Os amazfit são smartbands com formato de relógio. Não que isso seja um demérito, estou no terceiro deles, são na prática uma extensão do celular mas não te permitem interagir com o telefone, só o repetem.
        Um galaxy watch ou apple watch tem muito mais funções, não que vc vá usar todas. Jogam em outra série.

    6. Oi Tiago, boa tarde!

      Minha franca opinião?
      Acho que não compensa vc gastar um monte no Apple Watch de última geração, para obter dados que 1) nunca serão tão confiáveis como fazer exames periódicos específicos; 2) vc não precisa acompanhar pressão, oxigenação, FC diariamente (a não ser que tenha alguma pré-condição médica, claro).

      Tendo a concordar com o Ghedin. Fazer um check-up anual e – eu vou além – tentar manter hábitos de vida razoavelmente saudáveis seriam suficientes.

      Enfim…acho que um smartwatch pode valer a pena por outras funcionalidades. Nesse aspecto de controle de parâmetros fisiológicos ainda não vejo muito sentido.

    7. Ressalvada alguma condição específica, vou entrar no consenso aqui.
      Geralmente, quando surge uma diversidade de produtos diferentes e um hype em torno desses a gente fica todo animado querendo aquele que se encaixa nossas “necessidades”. Até mesmo criamos necessidades para tentar justificar a compra de um desses produtos.
      Já tive a minha febre de ver 15 mil videos no youtube sobre smartbands e watches. Sinceramente? Você se anima por 2 ou 3 semanas, em ver as métricas e tal e depois esquece, simplesmente porque não serve pra exatamente nada no caso de uma pessoa sem condições especiais de saúde. Provavelmente as funções mais úteis sejam a “gamificação” do exercício – para lhe incentivar a cumprir metas – e as funções mais sofisticadas de notificação e complemento ao seu celular. Nesse sentido, a gamificação pode até ocorrer por apps de terceiros, como o da Google. Já a questão do suporte ao seu fluxo do smartphone acho difícil bater os líderes – Galaxy e Apple Watches.

    8. Meus dois cents: Uso um Amazfit Pace há uns 3 anos. Cheio de frescuras para exercícios físicos (que eu não pratico) e o medidor de batimentos que, vez ou outra eu uso. E o pedômetro, esse faço uso constante para ter ideia do quanto estou sedentário e tentar mudar alguma coisa.

      De todo modo, eu comprei para substituir um Goclever Chronos Eco que eu usei entre 2015 e 2018. Ele era vendido sob esse nome por uma empresa polonesa, mas era fabricado por uma chinesa sob outro nome. Lembro que um polonês desenvolveu outro firmware pra ele e funcionava muito bem ao que eu queria: Mostrar as horas (inclusive com skins diferentes pro relógio), replicar as notificações do celular e me permitir dar respostas padrão, quando não podia atender a uma ligação. Usava um display memory alguma coisa da Sharp, que só consumia energia quando era atualizado (e mesmo assim, atualizava só os pixels necessários), tinha um contraste absurdamente bom, a bateria durava 3 semanas e à prova d’água a até 50 metros. O melhor de tudo: Era barato! Se parecia bem com um Pebble, tanto no design quanto nas funcionalidades. Infelizmente a caixa dele acabou quebrando bem onde a pulseira era fixada. Coincidentemente, no mesmo dia, a bateria morreu, mas acho que por culpa minha, na verdade: havia um alarme programado nele e, como não estava no braço, eu não o vi vibrando. Vibrou até esgotar a bateria, que nunca mais conseguiu segurar carga de novo.

      Aí consegui numa promoção o Pace, que venho usando desde o começo de 2019 para exatamente as mesmas coisas. O display transflectivo, que também permanece o tempo todo ligado, garante boa visibilidade sob sol forte, a bateria dura uma semana, replica as mensagens do celular (e com o AmazMods dá pra acrescentar algumas respostas), tem a caixa de material mais resistente, com pulseiras intercambiáveis e infelizmente só não é à prova d’água. No mais, gosto do fato de ele não copiar porcamente o design do Apple Watch.

      Mas é isso, só uso para replicar as notificações do telefone e, eventualmente, controlar a reprodução de músicas no telefone.

  27. Pessoal, poderiam indiciar quais métodos e apps vcs usam para gerenciar seu tempo.
    Atualmente uso o ActivityWatch, achei excelente por ser open source e manter o dados somente comigo, porém sinto falta de poder dividir por projetos.

    1. Uso o DGT GTD junto com o Toodledo. Tem servido a contento.

  28. Como deixar de usar o WhatsApp sendo que meio mundo usa ele e eu não tenho outra alternativa?

    1. diga tchau e que só atende via telefone, sms ou outro mensageiro de sua preferência – exceto se você for empresário, que precisa estar onde o cliente está (Instagram, Facebook, TikTok, etc).

      Como não dependo disso, tenho o privilégio de não usar.

      1. Cara, eu tenho uma empresa e (felizmente) não lido com isso. Meu irmão é meu sócio e tem uma amiga que trabalha conosco. Os dois são os responsáveis pelas redes sociais (essa amiga inclusive adora).

        Sobre o WhatsApp, um número pessoal e outro empresarial. E é isso.

        1. Estou tentando ser transferido para outra unidade escolar, diferente da unidade onde trabalho (sou professor da rede estadual pública de ensino do Rio de Janeiro).

          Quando isso ocorrer, vou por um 2o chip no celular e transferir tudo do trabalho para esse novo número – principalmente WhatsApp e e-mail (agora temos um e-mail funcional).

          Minha coordenadora tem o péssimo hábito de enviar mensagens e e-mails tipo domingo de manhã. Ninguém merece, eu ignoro e leio somente na segunda.

          Trocando de unidade, vou colocar limites mais rígidos.

          1. Por experiência, isso vai te trazer uma paz de espírito sem igual!

            A única coisa que questionei quando fiz a troca é: será que meus colegas profissionais serão profissionais o suficiente para não usarem o meu número antigo em “emergências”? Coloquei entre aspas pois muita gente usa a desculpa de entrar em contato com seu número pessoal quando eles estão enrolados por desorganização. Você é professor, assim como eu, e quase nunca (pra não ser generalista) uma emergência é uma emergência, mas sim a falta de organização de alguém.

            O que eu fiz pra resolver isso foi arrumar um novo número pessoal e só passar para as pessoas (de meu círculo pessoal) que eu realmente quero que tenham ele. O antigo, ficou para o trabalho e ninguém sabe do pessoal. Se por acaso uma pessoal seja dos dois círculos e eu saiba que ela é sem noção, ficará apenas com o profissional. Felizmente a maioria de meus amigos que também são colegas de trabalho tem bom senso o suficiente para me perguntar antes de passar o número adiante. Inclusive foi um sem noção desses que me motivou a isso.

    2. Cara, a real? Acho que não tem como sem sacrificar muitas coisas. Qual o teu prolema com o WhatsApp?

    3. Penso em algo assim também.

      O ponto é que tenho grupo de família, e de fato é útil quando preciso de notícias da mesma – ou quando preciso avisar que vou visita-los. Mais um grupo relacionado a questões pessoais em que preciso mandar comprovantes e documentação.

      Se você não tem contatos prioritários no Whatsapp, pode renega-lo.

      Mas não por mal, me lembro que você falou que era surdo, estou certo? O Whatsapp é um dos poucos que dá para usar vídeo chamada de forma barata.

    4. Eu diria que você pode começar a utilizar SMS, pelo menos para iniciar o contato. Hoje em dia, a maioria dos planos de celular já inclui SMS ilimitados, e todo aparelho já possui a função de enviar e receber, então a barreira vai ser mais a do costume de uso mesmo — sua e principalmente a dos seus contatos.

      Dito isso, o SMS não tem a função de grupos, e salvo engano, é bem limitado para envio de imagens e áudios (isso se tiver essa funcionalidade), o que cai na parte de “dificultar” relações.

      Sei que está fora do escopo da pergunta, mas é inevitável falar em “deixar de usar o Whatsapp” sem pensar o motivo, que provavelmente é para não beneficiar o Facebook. Nesse sentido, eu gosto da abordagem do Ghedin a isso, que é um “fardo insustentável” para uma pessoa e que fará pouca ou nenhuma diferença para uma empresa bilionária. Então, não me vejo culpado por utilizar o Whatsapp ou outros serviços de big techs.

      Link do texto: https://manualdousuario.net/abordagem-afetuosa/

    5. Passei anos sem ter Whatsapp até que me mudei pra uma cidade que, ou eu instalava, ou não conseguiria alugar uma casa com os corretores que achava.

    6. O WhatsApp é meio que a nova TV Globo. Eu não tenho aparelho de TV, não me interesso por televisão aberta, mas em todo lugar que vou tem aparelho ligado na Globo. Tem a ver com uma tendência natural das pessoas à osmose, a se movimentar na direção de onde a maioria está. As Metas da vida sabem aproveitar bem essa tendência.

      1. Essa comparação é meio estranha, não?

        Porque a TV Globo é uma emissora de TV, e não uma central de telecomunicações. De fato a TV Globo é “onipresente”, nisso a comparação é válida. Mas fora isso, Whatsapp é “duas vias”. É como se fosse antigamente nos monopólios de telecomunicações estatais – ou tu tem a linha da empresa de teleco da sua região ou não tem.

    7. Queria poder deixar de usar. Porém teria que ligar pra agendar consultar, pegar faturas, falar com meus familiares que não usam Telegram, até pra reiniciar o modem a Oi tem um atendimento automático via WhatsApp. O que me chateia é a falta de diversificação. TSÉ tem um bot no WhatsApp, mas por todos os outros serviços não tem? Acordo que eles fizeram? Acho que é um pouco pior que isso…

  29. O que acham de conteúdos pagos com propaganda? Tipo a Netflix que está cogitando a criação de um plano com anúncios. No Twitter alguém ainda comentou que essa já é a abordagem, por exemplo, da TV a cabo, que apresenta um quantidade enorme de propaganda mesmo sendo paga.

    1. É um tema delicado, porque, regra geral, a publicidade é apresentada como alternativa à cobrança direta. Um terceiro (o anunciante) banca o serviço para o bem geral.

      É difícil falar em “necessidade” de se adotar anúncios por empresas de capital aberto porque… o que é “necessidade” para uma empresa como a Netflix, que já dá lucro? É a expectativa de um endurecimento da concorrência, o que talvez motive mais gastos com produção e licenciamento de conteúdo? Ou só para agradar investidores?

      O Manual, por outro lado, não cobra pelo conteúdo, mas oferece um programa de assinatura e veicula anúncios, e acho que está tudo bem — ninguém reclamou até agora, pelo menos.

      Também tem o fator “tipo de anúncio”, né? Uma coisa é um post por semana e um banner estático no topo do site; outra são os anúncios insistentes antes dos vídeos do YouTube, selecionados com base em uma devassa da privacidade das pessoas.

      1. É, me parece que é uma estratégia válida. E como você colocou, o principal é o como esse anúncio é apresentado. Anúncio não invasivo parece ser o caminho. Eu uso um app de bloqueio de span em ligações, e ele só me apresenta anúncio depois que termino alguma ligação, coisa que é rara. Os do Manual do usuário, por exemplo, não me incomodam de forma alguma, não são invasivos e não atrapalham minha experiência no site.

        1. Acontece que infelizmente, o Manual do Usuário é minoria… Aí é paywall e anúncio na cara o tempo todo, e o adblock torna-se um fato da vida.

    2. A TV Paga geralmente é um pacote de streaming – isso desde quando nasceu. O ponto era a forma de como era distribuído – precisa de um equipamento específico (isso até a década de 2010) para acessar, e com isso se paga a infraestrutura para acessar estes pacotes.

      1. Short story: A TV paga não tinha comercial até meados dos anos 90. Meu vizinho assinava a NET (na época das antenas de “rabo de porco” ainda) e era muito ver filmes e séries sem nenhum intervalo.

        Teria que ver a relação dos preços, mas duvido muito que tenha tido uma baixa significativa no preço dos planos de TV que justifiquem 3 intervalos comerciais numa série de ~23 minutos.

        Mesma coisa a Netflix. A assinatura já é absurdamente cara (R$55 pro plano 4K) e é a única que cobra um adendo pela qualidade do vídeo. Manter o preço, colocar um pedágio no compartilhamento de contas ou colocar anúncios não tem sentido econômico de facto. O sentido de uma empresa que já é bilionário fazer isso é porque os acionistas querem ganhar ainda mais dinheiro em cima do modelo de negócios antes desse colapsar (e isso é uma questão de tempo, talvez não colapse,. mas a estagnação virá com a fragmentação do mercado).

        O nome disso é supercapitalismo, übercapitalismo, capitalismo tardio etc.

        1. Não era nisso onde eu queria chegar Paulo. Não sou bom de memória para certas coisas, mas o que quis dizer é que antes da Neflix, uma das formas de distribuição de conteúdo que era cobrado eram os sistemas de TV Paga.

          Talvez parecia não ter propagandas, mas a se lembrar também que o sinal era oriundo da retransmissão de alguma sede principal – creio que muitas transmissoras eram estrangeiras e já pegavam o sinal direito sem tratamento ou tradução, só eram injetadas no satélite Onde era para ter propaganda paga, tinha propaganda institucional ou tela preta. Depois que começou as transmissões com origem em bases nos países onde teria um tratamento de tradução e adaptação de conteúdo.

          1. Tradução sempre tinha, a maioria das atrações eram legendadas – as que não eram assim eram as transmissões “ao vivo” de emissoras internacionais como RAI, CNN, BBC e outras, que até hoje não tem legenda, btw -, e a maioria dos filmes eram passados sem intervalo – como nos canais premium de hojen em dia – e o preço era basicamente o mesmo.

            A Netflix tem um “inbound marketing” muito bom, a maioria das séries que ela resolve “hypar” no Twitter, vira febre mesmo. Tudo bem que, como a maioria já se deu conta, a maioria das produções deles são de orçamento baixo e qualidade técnica questionável, mas ainda assim, devem ter público.

            Anos atrás a Netflix se dizia uma empresa de tecnologia – como o Google hoje se diz de marketing – pela tecnologia de streaming deles, pioneira, que usava aquelas “boxes” no nó das operadoras. Quando as empresas maiores como Disney e HBO lançaram seus conteúdos de streaming e tiraram do catalogo da Netflix, ela se disse uma empresa de produção de conteúdo. Agora, com o teto de clientes chegando, eles estão claramente entrando no mesmo mercado do Google: publicidade segmentada.

            Assim como na época da TV paga, que hoje as pessoas contornam com IPTV, a era dos filmes/séries do streaming tá chegando no seu fim. Uma geração inteira, nascida de 2000 pra cá, que nunca baixou um .torrent vai aprender a baixar e a nossa geração, voltar a baixar.=)

    3. Eu tendo a considerar que é uma boa alternativa para oferecer uma opção de plano mais econômica, desde que se mantenha a opção de plano sem anúncios. Mas, como o @Ghedin disse, depende muito do tipo de anúncio, né?

      Assistir a um anúncio antes de iniciar o filme ou entre episódios de séries, ok. Mas o Youtube, por exemplo, oferece uma experiência de anúncios tão, mas tão ruim no plano gratuito (interrompendo um mesmo vídeo várias para exibir propagandas), que assinar o Youtube Premium se tornou uma necessidade para usar o serviço minimamente decente. Aí não.

      1. É, a estratégia do Youtube é a pior de todas. A do Prime Vídeo é mais aceitável, só no início de episódios.

        1. Ainda sim, não acho aceitável. Além da experiência para sair da propaganda ser terrível.

    4. Se houver um reflexo real no preço das assinaturas, tudo bem. O que penso é se haverá algum comprometimento em termos de conteúdo, porque até agora o Netflix fez o que quis e é até acusado de ser esquerda (morro de rir quando escuto isso) quando é no máximo diverso, sendo generoso.

  30. Teria algum jeito para bloquear essas mensagens de “trabalho”, q foi abordado em uma matéria, tanto no Messenger tanto no Telegram?

  31. O que vocês acharam da qualidade de imagem do último vídeo, do Mastodon? Em especial, se comparada à do penúltimo vídeo, dos apoios de pulso?

    O do Mastodon foi gravado com o iPhone 8. O dos apoios de pulso, com a RX100 V (câmera dedicada).

    Confesso que, exceto pelo desfoque do segundo plano que a RX100 V consegue fazer, tenho alguma dificuldade em diferenciar as duas gravações. Ambas são ótimas.

    De outro ponto de vista, o de editor, é mais fácil editar o vídeo saído direto do iPhone. A RX100 V não tem entrada de áudio, então preciso gravar minha voz num arquivo à parte e lidar com os dois juntos no editor — no iMovie, não dá para “grudar” uma faixa de áudio à de vídeo e editá-las como se fosse uma só, mas ele entende como uma só um vídeo que já venha com áudio; deve dar para fazer essa colagem por foram, com algum comando do ffmpeg, mas nunca tentei.

    Daí que estou pensando em abandonar a câmera? Ela só se mostra realmente vantajosa à noite/em situações de baixa luminosidade, mas mesmo aí exige uma boa configuração e firmeza no manuseio, ou todas as fotos saem borradas.

    Ah, outra coisa. Enquanto fazia essa reflexão, ocorreu-me que, se o celular restar como minha única câmera, talvez valha a pena investir num modelo mais recente, com uma câmera melhor.

    Procurei comparativos no YouTube entre o iPhone 8 (o meu) e modelos mais recentes (iPhone SE e iPhone 13). (Exemplo.) Fiquei chocado com a similaridade dos resultados. As diferenças só são notáveis em cenários específicos, como à noite (8/SE não têm “modo noturno”), “modo retrato” (8 não tem) e câmera frontal (8 não faz HDR na câmera frontal).

    De resto, a qualidade das fotos e vídeos é muito similar — o que diz muito sobre a máquina de propaganda da Apple, que a cada ano alardeia as novas câmeras como se fosse revolucionárias.

    1. As novidades que a Apple tem trazido no iPhone tem sido incrementais ano a ano. Há muito tempo não vemos uma revolução na linha. O iPhone se tornou um aparelho confiável, que vai fazer todas as coisas bem e é isso. Atualmente sou dono de um 11. Meu interesse em um modelo mais novo seria apenas por questão de peso e funcionalidades da câmera noturna, basicamente, porque bateria e desempenho são ótimos.

      O que a empresa tem feito é vender o aparelho como uma revolução atrás da outra a preços cada vez mais altos (e quando há reduções são valores minúsculos que alguns sites alardeiam como se fosse um grande acontecimento). Mas sim, as câmeras, no geral pararam no ótimo e é isso. Nesse meio tempo, os concorrentes se aproximaram – vide Samsung com a linha S.

    2. Achei a qualidade do último vídeo bem ok, com uma estética talvez um pouco mais amadora, mas totalmente suficiente. Todavia, o áudio me incomodou – já havia incomodado, agora ainda mais quando comparado ao último vídeo. Há um chiado no começo do vídeo que arrefece ao longo da duração. Não sei onde foi o gargalo aí, mas talvez valha olhar mais a esse aspecto do que o vídeo, que acho que tranquilamente pode ser gravado com o celular.

      1. Pois é, o áudio me quebrou. Imagino que foi mal contato, porque usei o mesmo microfone e o mesmo dispositivo de captura (o próprio iPhone) usados no vídeo dos apoios de pulso. No próximo, farei um bom teste antes de começar a gravar para valer.

    3. Resposta curta: muito bom o vídeo do Mastodon. Tanto o conteúdo quanto os termos técnicos aos quais você está avaliando.

      Não sou muito chegado à Apple devido as táticas de mercado deles, porém é notável a qualidade do iPhone quando o assunto é câmera. Mesmo o seu sendo o modelo 8 ainda é um ótimo aparelho. Acho que nem precisava de um novo para abandonar a RX100 V, mas aí a decisão é sua. Já faz algum tempo que até mesmo o cinema anda abandonando as câmeras pra gravar filmes a partir de iPhones. Mas o Vinicius tem razão a linha S da Samsung está se tornando uma ótima alternativa aos iPhones; e muitas vezes, com o preço menor. Acho que isso é um assunto que merece um estudo antes da decisão de comprar ou não um aparelho novo, e qual comprar.

    4. Abandone a câmera e use o iPhone. E aproveite o ganho de tempo para ficar com a namorada, ler um livro, cuidar das plantas, assistir um episódio de alguma série ou só relaxar na varanda apreciando a vista… enfim… a vida já é corrida de mais para se perder tempo usando um equipamento que te dá mais trabalho para uma diferença mínima no resultado. Se é que existe alguma diferença.

      Raciocínio semelhante quanto a trocar o iPhone 8 por um modelo mais recente. Compensa o dinheiro gasto para uma diferença muito pequena? Aí vc tem que avaliar porque pode ter outras diferenças que podem ser maiores, tais como autonomia ou agilidade nas tarefas do dia-a-dia….

      Acredito que muita gente, em muitas vezes, acaba comprando algo que nem precisa, ou paga mais caro por algo mais avançado quando o básico atenderia perfeitamente. Eu fiz isso por bastante tempo. Costumava comprar o smartphone topo de linha da época, o mais avançado possível (e caro). Hoje tenho um smartphone de entrada, um dos mais baratos disponíveis no mercado e me atende muito bem. Estou muito feliz com ele. É legal ter o top de linha. É legal. Preciso disso? Não preciso. Vale a pena? Não, pra mim não vale mais a pena…

      1. Boa!

        Fui atrás dos vídeos mais para ver “o que eu estava perdendo”, e aí… vi que não é muita coisa. Gosto do iPhone 8 e acho que vou continuar com ele por mais um tempo, mas terei que trocar a bateria. A capacidade está em 76% do original, numa fase em que preciso me planejar para carregá-lo antes de sair e, dependendo do lugar/evento, levar uma bateria externa para não correr o risco de ficar sem celular.

      2. Eu ia dizer exatamente isso, mas de forma sucinta (pois confesso que tenho dificuldade em elaborar muito meus pensamentos AUshAUshuahs).
        Sem mais, Rodrigo.

      3. Rogério, uma coisa que aprendi em tecnologia (especialmente voltado para video e fotografia) é que o topo de linha de hoje será o básico de amanhã. concordo com o pensamento de ser “Lean” da vida, evitar o desperdício.

        Por outro lado, um chefe meu dizia uma coisa interessante: Se eu visitar o cliente com meu carro ano 2013, meu telefone de 5 anos atrás, qual vai ser a credibilidade de que eu (e minha empresa) sou bem sucedido? Infelizmente este é o custo de vitrine… eu não preciso SER rico, mas as pessoas que me contratam precisam PENSAR que sou… e pelo menos na minha área, publicidade, design e tecnologia é assim que funciona.

        1. “… o topo de linha de hoje será o básico de amanhã…”

          Esse efeito é notável e, com certeza, é o que me possibilita eu ter um smartphone de entrada. Porque hoje em dia o de entrada já é suficientemente poderoso e com qualidade para atender as minhas necessidades. E se aplica à tudo… antigamente para se ter um carro com ar condicionado, direção hidráulica (ou elétrica, que seja) e vidros e retrovisores elétricos você tinha que comprar um carro de luxo, topo de linha. Hoje em dia… será que ainda existe algum carro 0 km, que não tenha esses itens?

          “… eu não preciso SER rico, mas as pessoas que me contratam precisam PENSAR que sou…”

          Sem dúvida nenhuma isso é importante para quem atende clientes. Mas eu sou empregado CLT, então não tenho vitrine. Pelo menos não para as pessoas que me empregam e pagam o meu salário. Se algum dia eu tiver que atender clientes com certeza vou investir em um smatphone top pelo efeito vitrine.

          Ghedin, você acha que esse efeito vitrine se aplica a você no seu trabalho de jornalista?

          1. Não sou o Ghedin mas vou me intrometer nesta conversa.

            Me pergunto sobre justamente esta questão de “autoimagem”: a pessoa precisa realmente se passar por “bem sucedido” para algo?

            Porque noto que quando vou trabalhar para alguém – isso eu falando de manutenção e suporte -, a pessoa quer alguém que FAÇA o trabalho. Não importa o que tenha na mão.

            É claro que equipamentos mais caros e eficientes dão um trabalho mais rápido e eficiente. Mas muitas vezes é excesso para algo simples.

            O Vinícius fala sobre “se demonstrar com sucesso” sendo que trabalha com áudio e vídeo. Bem, acho que se a pessoa tem um “portfólio”, dispensa o carro e celular top de linha – o que manda aí é o que a pessoa fez e faz, os trabalhos e feitos.

            Se a pessoa “não dá o valor ao trabalho”, o problema muitas vezes é da pessoa que no final ou quer se aproveitar de alguém ou realmente talvez não saiba dar valor. E já tive casos assim, hora nunca mais falando com o cliente, hora até conversando com o mesmo e chegando em um acordo.

            E ainda mais em uma época recheada de golpistas que justamente usam esta imagem de “bem sucedidos / bon vivant” para enganarem os outros – pessoal dos golpes com Bitcoin que o digam.

            O melhor portfólio é o bom trabalho, não seu aspecto. Ter um celular ou um carro que te atenda é algo pessoal. Mesmo que ande com uma Ferrari ou Fusca, o profissional é o cara que tá ali fazendo as coisas.

            Se vivemos pelo estereótipo, nos escravizamos por este estereótipo.

          2. Zero. Acho até que é o contrário. O que pesa mais é a imagem de confiável, que sabe guardar segredo e a quem as pessoas podem recorrer na hora de contar algo. Aí acho que o aparato high-tech é meio irrelevante.

    5. Eu acho que a câmera ficou no limbo para seu caso de uso: o sensor é maior, mas minúsculo ainda e a lente não é especialmente rápida. A graça dessa câmera é a lente zoom, que tem pouco valor para vídeos de “cabeça falando”.

      Acho que só seria perceptível algo acima de Micro 4/3 com lente melhor, o que já é bem caro e complicado. Fora que você provavelmente precisaria editar em 4K, o que suponho ser um problema pelo seu notebook.

      Faz uns anos que a diferença de câmeras de smartphone são mais para pegar esses casos específico (modo noturno, desfoque, estabilização de vídeo, etc….). Só é bom ter em mente que dia ensolarado é muito mais simples que vídeos internos, mesmo com iluminação controlada.

    6. PAra resolver o problema da RX 100 sem audio, pode usar o OBS Studio par juntar tudo no notebook.
      A Câmera gera a imagem e você pode usar um Mic USB pra captação do audio com qualidade – esse setup já serve para futuros videos mais profissionais.
      Dicas aqui: http://blog.gkuruvilla.org/how-to-use-a-sony-alpha-or-sony-rx100-series-camera-as-a-webcam-mac-and-pc/

      Aqui em casa temos Samsung Note 9, Note 10 e S20 FE, além de iPhone 6s e 8. A diferença entre os tops da Samsung não é tão gritante pois todos fazem videos com fundo desfocado – mas ainda distante da qualidade se comparado a uma antiga Canon T3i com lente 24-105mm

      Se o objetivo é videos rápidos, um celular acompanhado de um mic digital já resolve o problema. Pra qualidade, uma camera ProSumer é a resposta.

    7. @Ghedin, um indicativo para diferenciar pequenos sensores de sensores maiores é a capacidade de “resolver” padrões e texturas como tecidos e cabelos. Veja os fios da barba de um vídeo e de outro e você conseguirá saber qual foi feito com uma câmera e com outra. Fotos idem.

      Acredito que parte da qualidade do vídeo feito com a RX100 V também se deve ao fato da cena estar melhor iluminada. Não se trata da quantidade da luz, mas da qualidade. A luz do vídeo do Mastodon está bastante difusa, com pelo menos três fontes de luz visíveis. Pela minha experiência, recomendaria não trocar nenhuma câmera tampouco celular. Caso pretenda realizar vídeos com uma frequência maior talvez possa pensar em uma iluminação artificial.

      Um softbox com grid ligado a um refletor led é capaz de resolver de maneira bem elegante a iluminação do primeiro plano. Enfim, maiores ou mais novos sensores não conseguirão melhorar os vídeos dessa maneira. Me parece que você atingiu um teto.

    8. Concordo que as melhorias são incrementais, afinal, o que não é no mundo da fotografia? Eu costumo trocar de iPhones a cada 3 anos em média e pelo menos no meu caso, consigo identificar as melhorias das câmeras, pois meus saltos são mais espaçados. Ela está no ajuste fino e no pós-processamento da imagem. Pro cenário de uso que a maioria das pessoas tem hoje em dia, um smartphone resolve 90% das situações.

      Pegando os 3 últimos modelos que tive – iPhone 7+ (que foi o primeiro que usei profissionalmente para produzir fotos de produtos e videos), iPhone 11 e atualmente um iPhone 13 Pro – fica fácil detectar melhorias na captura (lentes mais claras, melhoria na profundidade, menos ruído) e nas fotos noturnas. Em relação a videos, o que muda bastante é a profundidade de campo e a qualidade da captação de áudio.

      Eu tenho uma DSLR, Nikon D5300 com conjunto de lentes básico (35mm, 18-55mm e 55 -200mm) e o maior problema, além de carregar esse aparato todo é a rapidez entre sacar a câmera e ter o registro. Porém, quando o trabalho permite tempo e exige precisão é a companheira perfeita.

      Vi que você usa o iMovie, recomendo fazer um teste com o Da Vinci Resolve que é gratuito e tem uma curva de aprendizado bem tranquila.

    9. Que tal usar o iphone como câmera principal e a Sony para pegar de outro ângulo e ter cortes de enquadramento durante o vídeo?

      Sobre isso do áudio separado, não tem como agrupar o vídeo + faixa de áudio?

      1. Isso acrescentaria mais complexidade, e eu quero menos 😄 Daria para fazer isso sim, seria um bom uso da câmera.

        No iMovie, até onde sei, não dá para grudar o áudio no vídeo. É possível sincronizá-los manualmente (é assim que eu faço), mas fica mais trabalhoso porque para cada corte preciso selecionar as duas faixas em vez de uma só, como é o no caso do vídeo importado já com o áudio.

    10. Nas épocas de ensino remoto eu cheguei a usar o Shotcut pra fazer algumas edições cretinas, em geral cortes. Gratuito e código aberto. Mas cheguei a brincar e fiz algumas edições, como cortes e até transições. Nunca havia mexido com edição de video antes e fui vendo meia dúzia de tutorias.

      Outra opção não seria de repente usar um microfone shotgun ligado à camera? Não sei se é possível, só estou chutando e lembro de ter visto alguns modelos bem em conta. O chato deve ser sincronizar o áudio com o vídeo pelo programa de edição.

      Eu tenho um pouco de receio dessas soluções “tudo em um” pq na hora que falha uma coisa, você fica sem todas as outras. Eu sempre ouvi a filosofia que “quem tem um, tem nenhum”. Como você já tem a câmera, de repente melhorar o áudio gastando pouco pode ser uma boa solução em que você mantenha o iphone como reserva.

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