Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #309

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

228 comentários

  1. Eu não sou muito fã de reclamar de certas situações, mas tava pensando aqui em um caso que não vou citar o nome mas acho que vale pensar sobre.

    Um artista que se diz socialista acaba priorizando os fãs que pagam o patronato para ele ao invés de divulgar gratuitamente seu trabalho de arte. Deixa (teoricamente) na mão dos “patronos” a possibilidade de divulgar os trabalhos dele.

    As vezes me pego pensando no termo “socialista” como se define. Se envolve dinheiro, se pode se definir tal envolvimento como “socialismo” ou não. Pois “capitalismo” hoje é mais fácil de se definir – é geralmente tudo que tem a haver com dinheiro, poder e posses; ou mais especifico, o meio político social oriundo disso.

    Na cabeça de vários, “socialismo” tem a haver com não mexer com dinheiro e posses – o poder é compartilhado neste caso, não é individual.

    Se alguém tiver sugestões de livros ou textos sobre, agradeço as indicações. :)

    1. Você pediu sugestões, não sei se é bem isso que espera mas é algo que tenho pensando um tanto nessa última semana a partir dessa entrevista da McKenzie Wark a respeito do livro que ela acabou de lançar (e eu não pude ler ainda) chamado “Capital is Dead: Is This Something Worse?

      Espero não ter respondido muito e trazido oportunidades de reflexão :)

      1. Nossa, vou ser bem sincera, como alguém que indiretamente estuda o socialismo/comunismo: esse artista não é bem socialista, ainda que ele se defina como.

        Para a compreensão do debate sobre o comunismo hoje, inclusive a partir da perspectiva da cultura livre, eu sugiro o livro “Comum: Ensaio sobre a revolução no século XXI”, de Dardot e Laval (tem no site dos russos). Sobretudo o início do livro, a Introdução e o capítulo 1 (Arqueologia do comum).

        Dardot e Laval são muito influenciados por Marx e Foucault.
        De Marx eles importam o comum como prática política e econômica (práxis) em que há coatividade e co-obrigação na produção de um comum. De Foucault eles importam a crítica ao identitarismo. Assim, o comum é para eles prática política capaz de quebrar com as identidades já consolidadas socialmente, como as étnicas, as de gênero, etc. O comum subsiste na medida em que os envolvidos estejam implicados na contínua produção e reprodução dos comuns (se a gente pensar em cultura livre, em copyleft, em software livre, em espaços auto gestionados, é fundamental dentro da perspectiva dos comuns que o que é produzido não seja uma propriedade, nem para uma comunidade específica).

        Aí a questão não gira em torno do dinheiro, mas da oposição à propriedade privada (diferente, sempre, de reconhecimento, crédito, pela obra produzida).

  2. Olá pessoal,

    Afinal, pensando no conforto e bem estar, usar modo noite nos dispositivos eletrônicos (smartphone e computador, principalmente) é a melhor opção para a saúde dos nossos olhos? Ou é algo mais sobre gosto/preferência?

    Pergunto pois sempre usei no modo claro, em ambos. Me submeti a uma cirurgia refrativa laser nos dois olhos e estou pensando nisso agora. No celular estou usando o app “Twilight” para usar tons mais quentes, ao passo que no monitor do computador ativei o modo de cores quentes. Contudo, em pesquisas na Internet, vi muita coisa contraditória e acabei ficando com mais dúvidas.

    Obrigado desde já, pessoal.

    1. Eu uso no celular a configuração própria e no desktop-notebook as configurações também do sistema (Mint/Pop/Zorin). Para mim a sensação é de ser menos cansativo a vista, e consequentemente (mas pode ser efeito placebo) tornando o sono menos complicado.

  3. Alguém usando Fedora com placa de vídeo Geforce? Principalmente algum modelo mais antiguinho?

    Explico. Até hoje vinha usando o meu velho computador chamado carinhosamente de Matusalém. Um Core2 Duo T8100, 4GB RAM, e etc e tal. Acontece que sim, ele está velho. Sentindo seus 14 anos de idade.

    Como meu irmão trocou de PC (antes ele tinha um Core2 Duo E8400, que na verdade era meu, eu havia emprestado para ele por tempo indeterminado), vou pegar de volta meu C2D E8400.

    Acontece que ele irá voltar sem fonte e placa de vídeo. Conversando com um amigo, ele disse que me dava a placa de vídeo que ele tem em casa (olha a sorte da pessoa em tempos de GPUs escassas!). A placa em questão é uma Geforce GTX 645.

    Creio que para o uso que irei fazer ele irá me atender super bem (mais para o final do ano, quando a AMD lançar a nova linha, pretendo pegar um Ryzen 7 6700G). Minha única questão é sobre a combinação Fedora + Wayland + NVIDIA. Alguém nessa mesma situação, ou parecida, para me dar um relato? O Nouveau funciona bem com Wayland? Roda bem “joguinhos”?

      1. hmm… valeu pelo link, Gil.

        Andava completamente por fora dessa saga, mas parece que finalmente a NVIDIA deu o braço a torcer, então? Ó céus.

        Acho que até eu conseguir organizar tudo, peças faltantes e outras coisas, o Fedora 36 já vai ter saído. O problema que eu vejo é que a placa que usarei, a GTX 645 é antiga e os drivers para ela pararam na versão 470.x, portanto sem suporte ao GBM.

        Pesquisando, achei uma postagem de um cara na qual ele relata a experiência dele usando uma RTX 2070 (uma placa moderna) + driver v945.x. A conclusão na qual ele chega é que, por enquanto, o melhor de tudo é pegar uma placa AMD.

        Mas enfim, como em cavalo dado não se olha os dentes, não vou reclamar. Mas confesso que eu queria mesmo era um Radeon.

        1. Pois é pelo que acompanho a AMD tá andando na frente nessa questão de suporte ao Linux. Mas outra questão também a ser considerada é a real necessidade de adoção de novas tecnologias (wayland, pipewire). Porque as vezes mesmo sendo opções menos inovadoras, por serem mais testadas ainda atendem bem. Acho que o Xorg ainda vai se fazer presente por um bom tempo. Mas por exemplo em placas intel, é sensível como o wayland parece mais fluído que o Xorg. O Pop que vem com o wayland desabilitado, fica muito melhor (em minha opinião) com o wayland. E uma das sacadas do Pop é já ter uma iso especial pra nvidia com o drive pré-instalado que facilita muito para quem não tem maior conhecimento nesse sistema. Acho que essas coisas deveriam ser padronizadas por distros que pretendem realmente ganhar mais usuários.

          1. Pois é. Na realidade não me importo de volta a usar o Xorg, mas é que o Wayland é o futuro e ponto. Mas se tiver que ser assim durante um tempo, ok, também.

            Fico mais de cara mesmo é com o suporte pífio aos sistemas Linux que a NVIDIA presta. Na verdade, creio que todas as políticas da empresa, no meu ponto de vista, são horríveis. Mas este é só o meu ponto de vista sobre o aspecto político da coisa. A Intel, por exemplo, até onde eu sei, da suporte nativo ao GBM até para chip gráficos super antigos antigos através do i915.

    1. Nouveau e jogos é bem difícil de cravar. Tem que ver quais funcionalidades o Nouveau oferece pra placa que vc tem. (olha aqui a lista de dispositivos e aqui uma matriz de funcionalidades)

      Como é uma placa bem antiga eu sugiro que vc já entre com a mentalidade de jogos indie ou no máximo os AAA da época da placa ou mais antigos.

      Quanto ao uso diário, não acredito que terá trabalho mas novamente a mentalidade com que vc vai entrar no desafio vai determinar a dificuldade. Você quer Wayland com Nouveau e não tá funcionando bem, o que vc fará? Algumas opções seriam (a) passar a usar X11 no lugar do Wayland, (b) usar o driver proprietário no lugar do Nouveau, (c) entrar pro time de desenvolvimento do Nouveau. :D

      1. Cara, valeu pelos links. Confesso que não havia entrado no site oficial de desenvolvimento do Nouveau.

        Sobre os “joguinhos”, isso vai ser o de menos. Não costumo jogar, e para ser bem sincero, há muito que tenho uma queda pelos indies (estão na minha lista This war of mine, Hades, Valiant Hearts, Never Alone, Hollow Knight, Firewatch, Tunic etc).

        Sobre voltar a usar o Xorg, acho que não tem muito problema. Não gostaria, mas se tiver que ser durante um tempo, assim será. Já instalar os drivers proprietários da NVIDIA, o mesmo escrito acima vale aqui. E sobre entrar para o time de desenvolvimento do Nouveau, pô, quem me dera ter conhecimento para isso. ahahahaha =P

        1. Daí vem a razão daquele célebre dedo do meio do Linus para a NVIDIA. Mas compreendo a falta de suporte quando o mercado que o Linux atinge é ainda minoritário. Fico curioso como ficarão as placas ARC da intel nos sistemas. Mas se não tiver problemas com o Xorg e buscar desempenho acho que o Pop_OS que tem uma iso já com os drivers mais atualizados da NVIDIA pode ser uma opção interessante, se não foi uma posição já definida pelo Fedora.

  4. Boa tarde.

    Assinei com minha namorada o Office 365 Family, que dá suporte para a utilização de até 5 pessoas. A minha dúvida é: tenho duas máquinas: um pc no trabalho e um Mac em casa; no pc já instalei o Office utilizando a minha conta da Microsoft, mas pelo que vi pra que eu possa instalar outra cópia do Office no Mac não poderei logar com a mesma conta que já está na maquina anterior. Alguém sabe de alguma solução pra isso que não implique na criação de uma conta “laranja”da Microsoft, para que nós, dois assinantes, possamos usufruir da possibilidade de instalar o Office em até cinco máquinas?

    1. Olá.

      Tenho essa assinatura família do MS365. Instalei num Mac e no PC. Em ambos tenho um usuario meu e uso o onedrive para sincronia de arquivos e edição. Utilizo a mesma conta nos 2 notes. Nunca tive problema. Vez ou outra ele pedia para logar novamente, mas nada de mais. E uso a mesma conta no celular.

    2. Acho que seria possível usar 2 e-mails diferentes, criando duas contas MS.
      Pergunta no suporte deles se no caso da conta família são 5 licenças independentemente do número de contas (e-mails) cadastradas, ou se é 1 licença por conta.

    3. Gustavo,

      Compro anualmente essa assinatura e o meu cenário aqui é exatamente esse e sem qualquer problema ou dificuldade. Compro e divido com meus amigos, eu como administrador, cadastro os e-mails dele no administrador do Office 365, eles recebem o convite por e-mail e fazem a instalação da aplicação. Do meu lado, eu sequer sei se alguém usa Mac, Windows etc, acho que é indiferente isso.

      Não sei se respondi sua dúvida, mas qualquer coisa só falar.

      Abraços,

    4. Cara, no Family acho que são 5 máquinas por usuário.
      Eu assino, já estão 6 pessoas no total usando. Não sei as outras pessoas, mas eu tinha no Mac do trabalho, no Mac de casa e no Windows que fica na máquina virtual de um deles. Além do celular.
      Cada usuário tem 1TB no OneDrive e os minutos lá do Skype.

    5. São 6 licenças, e cada licença da direito a instalar em até 5 máquinas, se não me engano. No proprio site da conta Microsoft tem esse indicativo. Uso minha mesma conta em 4 computadores, minha companheira o dela em 3, e tenho mais 3 amigos que usam tb. Pode logar com a sua conta normal.

  5. O que vocês acham da ideia de usar 100% o smartphone, inclusive para tarefas cotidianas, transformando-o em um PC? Andei pesquisando sobre e descobri que a versão 10 do Android tem esse recurso e modelos da Samsung implementam isso também (o famoso DeX).

    Estou pensando seriamente em largar o laptop para ficar apenas com o smartphone. O custo de investimento no começo parece alto, mas se isso se mostrar uma boa ideia, acredito que se pague com o tempo. Hoje em dia qualquer smartphone é mais potente que meu laptop de 12 anos atrás. E costumo ficar com meus smartphones bem mais de 3 anos.

    Meu único receio é a questão de centralizar tudo num único lugar.

    1. Eu pensei em fazer isso substituindo meu laptop por um tablet com dex (Tab S7). Dependendo das tarefas que você demandar será de boa, mas se precisar de algo mais complexo, um pc ainda vai ser a melhor opção. No meu caso, eu fiquei com os dois, no fim das contas.

    2. Eu acho que não faz muito sentido, o Mr. Mobile fez um review recente da experiência que ele teve e parece capenga (além de caro). Acho que só faz sentido testar se já tiver os equipamentos necessários: monitor/dock, teclado e mouse Bluetooth.

      A opção de usar sem fio acredito que só funcione com televisão Samsung, para usar com monitor você precisaria de um monitor USB-C com PD: se conectar na HDMI, a bateria vai acabar rapidinho. A outra opção é usar essas docks que se assemelham a um notebook “burro”.

      São produtos bem caros e a experiência parece pior do que um notebook barato, talvez um Chromebook faça mais sentido assumindo que você não precisa de nada que só funcione no Windows/Linux/MacOS.

    3. Pelo que pude perceber até o momento, pra maioria das pessoas essa substituição sinhá não é possível, pois muita coisa não roda full no smartphone/tablet.

      Se você já tiver mouse, teclado e monitor, considere vender seu notebook e comprar um mini pc simples, core i3 e usar um sistema operacional leve, como raspberry pi OS Desktop, Poppy, MX Linux, algo assim. Você acha deles na faixa de 1k-1,3k no Ali express. Será uma experiência completa Desktop.

      Veja também um vídeo do rodrigostoledo sobre o tema e a opinião da galera que usou/tenta usar iPad em substituição ao computador.

      De maneira alternativa, você pode rodar um Desktop num vps (oracle cloud , grátis mesmo, por exemplo) e acessar pelo navegador. Não será perfeito, mas pode suprir eventuais demandas

    4. Eu já venho considerando essa opção a um bom tempo. Mas, porém, todavia, entretanto, não sei se conseguiria realizar todas as tarefas que preciso. E como não estou com tempo (e dinheiro já que envolveria provável gastos com novo aparelho e adaptadores) para fazer essa experiência, por enquanto fico apenas cogitando a ideia.

    5. Bom, pra criar apps mobile, ainda se faz necessário o uso de um sistema pra PCs.

  6. Alguém aqui usa o Vivaldi como navegador principal? Estou testando, migrei os favoritos do Edge pra ele. Optei por ocultar os recursos inicialmente e ir ativando conforme eu veja necessidade (tipo painel lateral, abas empilhadas, etc).

    Queria saber se quem usa nota algum problema nele, e se realmente usa esses recursos extras. Uso Linux e estava usando o Edge antes, e por enquanto a única coisa que achei pior no Vivaldi foi os PWAs que não são muito polidos (a janela deles no Edge fica bem bonitinha e pega a cor tema dos sites)

    1. Eu uso ele há uns 6 meses. Não tive nenhum problema, no Windows. Tenho um Macbook White 2010 bem cansado mas foi o único navegador que conseguiu se manter estável nele, além do Edge.
      Migrei do Firefox.

    2. Estou usando tem alguns anos, sem grandes problemas.
      Dos recursos extras gosto bastante da parte de fazer anotações, da barra lateral para gerenciar todas as guias abertas e gosto de como funciona o recurso de hibernar abas.

      Tem uma configuração das abas seguirem o esquema de cores do site, mas não gosto muito porque às vezes pega um cor muito clara e fica ruim de ver.

      Uso como navegador principal no Windows e Android, mas no Linux (Manjaro rodando num notebook Samsung idoso de ~2012) achei meio pesado e migrei pro Gnome Web.

    3. Sou programador e uso como navegador principal no Linux.
      Uso dois perfis, trabalho e pessoal.
      Um recurso matador pra mim é salvar conjuntos de abas para recuperar depois. Como alterno entre tarefas, já nomeio como o branch do git e volto depois.
      Minha máquina é bem potente então fico devendo se o desempenho é melhor/pior.

      1. Pô, maneiro! Também sou programador e isso de salvar as abas pode ser uma mão na roda.

        No meu notebook achei ele um pouco mais lento pra abrir, mas no uso não notei diferença. Também gostei que da pra customizar a interface com CSS, e já me livrei de várias coisinhas que me irritavam hahahah

        1. O recurso é chamado de “Sessions”.

          Selecione algumas abas (eu geralmente já criei um grupo fazendo drag n’ drop de uma em outra), clique com botão direito e selecione “Save “n” tabs as a session” (ou o equivalente em português).

          Então no menu File -> Open Saved Sessions… você recupera.
          Eu crie um atalho para esta operação: CTRL+F12 abre configurações, pesquisa pela opção do menu e já mostra a caixa de texto para adicionar o atalho (só clicar dentro e fazer a combinação, eu uso CTRL+ALT+S)

          Outro recurso ótimo para quem tem tela wide é o Tile Tabs

          https://help.vivaldi.com/desktop/tabs/session-management/

          https://help.vivaldi.com/desktop/tabs/tab-tiling/

    4. Não sei responder a tua pergunta, mas é incrível como o Vivaldi é o descendente direto do Opera.

      Jon von Tetzchner lucrou uma grana vendendo a Opera aos chineses e recriou seu filho de uma forma mais moderna.

    5. Eu vinha usando o Firefox até uns 3 meses. Li sobre o Vivaldi em algum comentário de algum post livre passado e resolvi testar. Desde então se tornou meu navegador principal e não tenho do que reclamar.

    6. Eu uso o Vivaldi há alguns anos. Meu PC não é a melhor coisa do mundo e o Vivaldi roda muito mais tranquilo que o Chrome, por exemplo.

      Sobre a parte de aparência, o Vivaldi é bastante customizável, mas não conheço as páginas que está acessando…

  7. Alguém tem indicação de cadeira gamer com um bom custo benefício?

  8. Bem pessoal, com a troca de smartphone surgiu um novo problema: fones de ouvido TWS. Estava cogitando a compra dos AirPods para me manter no ecossistema da Apple, mas depois avaliando bem, lembrei de marcas como Edifier, Anker e afins que podem ter produtos semelhantes por metade do preço. Assim, para quem puder me ajudar, gostaria de recomendações de fones TWS de até R$1.000. (Aqui vale o 8 ou 80, recomendem fones super baratos também rs).

    1. Se vc tem macbook, imac, ipad, enfim, todo o ecossistema mesmo, é melhor ir de airpods.
      Se for apenas um iphone, pode comprar outra marca de fone.

    2. Já tive Blitzwolf e agora um Baseus. Uso android e me atendem bem. Já vi alguns da JBL e Edifier com varios niveis de preço.

      Se vc usa o sistema Apple completo, melhor ficar com o da casa.

      Não sei se posso fazer isso aqui. mas tem um canal no youtube que faz analises de fones de ouvido. Gosto dele pois não usa da empolgação para promover determinada marca e tenta ser o mais pé no chão possivel.
      Só procurar por Mind The Headphone

      1. Valeu, pessoalmente não conheço nada da Blitzwolf.

        Eu acompanho bastante o Mind the Headphone, porém os TWS que ele avaliou bem estão bem acima do orçamento (AirPods Pro, Sony 1000MX4 e o Seinnheiser Momentum TW2 – tudo na casa dos 1,6k a 2,3k). Os fones de entrada que ele recomenda, a maioria nem é vendida aqui no Brasil…

        Eu já passei pelos Baseus e JBL daqueles que são unidos por um fio e foram experiências péssimas, na bateria e na ergonomia.

        No fim acho que vou ter que gastar um tubinho de dinheiro pra ficar no ecossistema.

    3. Eu consegui pegar um Galaxy Buds Pro por 350 merréis em promoção, a qualidade do áudio é bem bacana, assim como o cancelamento de ruído(na medida do possível para um TWS).

    4. Pra mim, o Xiaomi Airbuds 3 PRO é barato e ótimo. Qualquer um que não tenha ANC eu simplesmente nem quero saber.

    5. comprei um Xiaomi Airpods 3 Pro
      e NÃO RECOMENDO.
      Se eu usar o celular no bolso, perde o sinal. Pedi pra trocar pois talvez fosse defeito no produto – estava igual. Agora está na gaveta e só uso quando estou no computador.

    6. Gosto bastante da blitzwolf e da edifier. Ambas tem TWSs ótimos de som e com cancelamento de ruído, caso você tenha interesse, e na faixa dos 200 a 1.000 reais.

      1. Na Edifier encontrei o TWS330NB que é inspirado no AirPods Pro. Tá saindo por R$450. Você conhece? Fora isso vi que todo mundo elogia o X3, recomendando inclusive no lugar dos Xiaomi.

    7. Alguém sabe dizer se esse é bom?

      https://edifier.com.br/fone-tws-com-bluetooth-5-1-edifier-w100t.html

      Parece lançamento da Edifier, e o preço parece ok! Pergunto isso porque prefiro os fones com formato earbuds, e as ofertas são escassas e também é bem difícil achar por bons preços.

      Se for um earbud (aqueles que ficam fora do canal auricular) eu acho que um dos melhores é o Samsung Galaxy Buds Live mesmo. Se for um in-ear (que são os intra-auriculares e ficam dentro do canal) eu acho que o melhor custo x benefício hoje é o da Xiaomi Redmi AirDots 3.

      Tem um canal de Youtube muito bom com review de fones.

      MIND THE HEADPHONE – https://www.youtube.com/c/MINDTHEHEADPHONE/

      Abraço!

      1. Desculpe Vinicius_VS, não vi seu comentário sobre já conhecer o canal! =/

        1. Que isso! É bom que a gente acaba validando que o conteúdo de lá é bom ! rsrs obrigado!

    8. Super barato eu tenho há mais de 1 ano, os fones QCY T1C, encontra-se por volta de 90 a 120 reais. Funcionou bem pra mim no IOS, Android e Notebook Mac e Windows. Entrega um som bacana pra podcast e razoável para músicas.

    9. Uso Galaxy Buds+ há 1 ano, tenho nada a reclamar, a bateria dura muito.

  9. Alguém aqui usa um número virtual para evitar que o número real caia na vala comum? Tipo, usar um número virtual para o whatsapp, por exemplo, ou em cadastros etc.

    Vi que o Skype tem a possibilidade de registrar números virtuais, não é caro e fico tentado a experimentar, muito embora meu número de telefone já esteja mais difundido, e fico pensando nos reais benefícios à segurança online no geral.

    1. Eu uso e pago o número do Skype mas bem pouco, o principal mesmo é ligação de robô o dia inteiro mas acaba sendo o mais prático.

    2. Eu também uso e pago o número do Skype, principalmente pra direcionar a esse número qualquer coisa relacionada a trabalho ou prestadores de serviços (inclusive num WhatsApp Business)
      Aí eu só abro o Skype em dias úteis em horário comercial e pronto, paz na vida hahahaha

      1. Oi Henrique, como você faz pra redirecionar as ligações? Isso acontece no skype mesmo? E e quanto às ligações, este é o número que você passa para recrutadores, ligações de trabalho etc?

        Eu tava querendo ter um “segundo WhatsApp” profissional, mas não sei como isso se traduziria na prática.

  10. Car@s, existe algum kit teclado + mouse que compartilhe/utilize apenas 1 cabo USB?

    Ou só dá pra fazer isso utilizando esses hubs USB?

    A pergunta é sobre kits com fio, não sobre kits sem fio que sei que existem.

    1. Como teclados com fio puxam pouca corrente, um daqueles hubs usb baratinho da conta.

    2. Os únicos teclados com hub integrado que conheço são os antigos da Apple. Desde o primeiro iMac havia duas portas no teclado (uma na esquerda outra na direita) para conectar o mouse. E, de todo modo, era basicamente isso: um hub USB integrado. Nada diferente de usar um hub qualquer para os dois periféricos.

      1. tem “teclado gamer” (cof cof) que tem hub de usb. alguns teclados usb tbem o possuem.

          1. Eu conheci um cara que comprou um teclado Logitech gamer daqueles com uma renca de tecla de função programável e telinha no teclado. Sei que pouco tempo depois ele abandonou o teclado e só usa “gamer” (teclado mecânico e “resposta rápida”)

  11. Oi, pessoal, gostaria de perguntar uma coisa. Sempre vejo muitos de vocês falando sobre VPNs pagas… mas há um certo tempo uso a riseup VPN (de graça): é uma boa?

    1. Quando um serviço é de graça, o produto é você. Logo, de alguma forma essa VPN precisa se manter…

      1. Vai com calma amigo. Uma coisa é um serviço de graça mantido por empresas com fins lucrativos e que ainda por cima explicitamente informam que monitoram os usuários. Outra muito diferente são serviços mantidos por instituições, ONGs, ou coletivos radicais tecnológicos, como é o caso da Riseup.

        1. Cada um pode acreditar no que achar melhor. Eu tenho desconfiança sempre, mas ñ deixo de usar.
          De alguma forma essas ONGs, coletivos, etc… precisam se manter, só doações ñ deve ser a única fonte de renda, assim como usuários pagantes ñ cobrem o custo dos usuários que usam o grátis.

    2. Gisele, já deu uma lida na página do serviço? https://riseup.net/pt/vpn

      A Riseup é um coletivo radical tecnológico bem antigo, eles não realizam coleta de dados nos serviços que proveem. Quanto à VPN ela está em versão beta e precisa de doações para se sustentar – e que pareceu um valor bem alto, por sinal.

    3. Eu uso o ProtonVPN, é a única com tier gratuito que confio. É bem rápida e não deixa na mão.

    4. Eu uso Cloudflare WARP gratuito e não quero mais saber de nada. Rápido e moderno. A perda de velocidade é mínima quase sempre.

      1. Nossa, vi sua dica mas não consigo fazer funcionar. Fica “conectando” e não vai. Alguma dica?

        Sou uma entusiasta da Internet mais limpa (sem ads invasivos e trackings) mas praticamente uma analfabeta para fazer acontecer :(

        Baixei o blockada 5 no passado e basicamente é apertar um botão

        1. O único lugar que não consegui usar de jeito nenhum foi num hospital porque todos ips que eles não gostam são bloqueadores, incluindo vpns, proxys e pornografia.

          1. Aqui fica conecting e nada acontece . Tô na rede da minha casa
            Achei muito maluco isso
            Será que é a operadora que faz isso?

    5. O Windscribe e bem legal e tem planos pagos também (que é bom porque assim da para sentir que você não e o produto, como o Tiago diz). Os planos pagos também são legais porque pode personalizar (comprar os países que precisa, se precisa). Eles também alegam que não monitoram o uso dos usuarios. Claro, que com qualquer serviço que escolha é questão de acreditar no que falam.

      Os criadores do Windscribe também estam trabalhando no ControlD, que é parecido com o Cloudflare WARP que o Helio mencionou. A diferença é que além de proteger os DNS requests, por eles ter o Windscribe, o serviço permite redirigir serviços específicos para outros países. Eles também tem planos gratuitos no ControlD.

      Mas nunca usei o RiseUp! Vou dar uma olhada.

  12. Eu tenho tido a impressão que – após o período de marasmo no mercado de hardware para desktop na última década – a cobertura de tecnologia mainstream se perdeu em como cobrir hardware?

    Canais mais tipo o Verge e MKBHD parecem meio desconfortáveis em lidar com benchmarks e casos de uso que não sejam os deles (fazer vídeos basicamente). Agora que muita coisa migrou para Youtube, que funcionam bem para análise de smartphone e afins, fica estranho eles filmando um bloco de alumínio tipo o Mac Studio.

    O Diolinux começou a fazer benchmarks nos reviews e acho bizarro a metodologia: ou estou sendo vítima de Dunning-Kruger ou simplesmente não faz muito sentido as análises feitas. Já perguntei nos comentários, mas nunca fui respondido.

    Em resumo, ou não conseguem muito avaliar o que é apresentado ou avaliam errado. Fica meio perceptível a insegurança (justificada) de tecer comentários e recomendações.

    Acho que faz sentido pelo contexto geral, a análise de produtos se distanciou desse aspecto por bons motivos, essa parte é meio irrelevante no contexto geral da análise de um smartphone por exemplo. Além disso, alguns poucos bons canais como MdU, perceberam que tem coisas mais importantes como os impactos na sociedade da tecnologia (e.g. monopólios, precarização, vício).

    1. Nunca vi os vídeos do The Verge (nem sabia que tinham), mas o MKBHD, pra mim, não sabe fazer nenhum review. Nem de telefones, nem de consoles, nem de portáteis.

      Eu vi o review dele do Mac Studio e os benchmarks que ele rodou são corretos (pra mim), mas ele não sabe interpretar o que ele lê. Logo depois dele dar os números do benchmark ele simplesmente faz um “real life use” que, como você apontou, simplesmente mostra uma rotina de edição de vídeos – que deve ser um nicho bem especifico – e testa/comenta usos com Premiere, Final Cut e DaVinci.

      Faz falta alguém rodar esses computadores pra fazer outras coisas, como ML, NLP etc.

      1. Nunca vi os vídeos do The Verge (nem sabia que tinham), mas o MKBHD, pra mim, não sabe fazer nenhum review. Nem de telefones, nem de consoles, nem de portáteis.

        Bom ponto haha, acho que ele é tipo um cara razoável com conhecimentos básicos, se comunica bem com o público. O que é excepcional é a qualidade de produção dele, que sempre foi acima da média.

        Faz falta alguém rodar esses computadores pra fazer outras coisas, como ML, NLP etc.

        Seria legal algo até mais básico tipo compilação de Java, mas provavelmente precisariam de alguém fazer uma suíte e explicar nos vídeos/textos.

        Nesse vídeo do Verge, “não perceberam” diferença em benchmarks científicos de Python, porque obviamente estava rodando em ST. Outro cara comparou um PC e uso a especificação da PSU para calcular a diferença de consumo: essa é de 1000W e essa de 300W, então o consumo é um terço.

        O Dio sei nem por onde começar, avaliou um scheduler para priorizar UI com benchmarks de jogos e Geekbench…sendo que a configuração dele é justamente para despriorizar coisas como Clang que está incluso no Geekbench.

        1. Concordo.

          Eu acho que todos esses caras tem esse conhecimento técnico médio que eles aliaram com uma boa comunicação, como o Dio. Um cara super técnico, como o 8BitGuy, normalmente soa chato pra maioria das pessoas, então o caminho é esse mesmo: super produções, estética e um pincelada em benchmarks.

          Eu falei de NLP porque é o que eu conheço. No meu Mac Mini (i5 de 2011) um processamento de 1bn de palavras de um corpus da FSP leva ~4h, se alguém mostrasse todo o processo de tag/token/lemma/processamento num Studio, eu saberia o grau o de capacidade do M1, por exemplo. Claro que é um nicho, mas é um modo de aferir uma aplicação que demanda bastante RAM e processador. Ou como você falou, umaq compilação Java, ou ainda usar Unity pra compilar um jogo em várias plataformas (poderia ser o exemplo que a Unity manda no pacote e que eu levo 10 minutos pra compilar pro Windows). Várias coisas básicas poderiam ser feitas e dariam mais resultados do que editar vídeo e fazer reviews abrindo o Studio =/

    2. Essa é uma característica do nicho de reviews no Youtube. A galera colocar como régua para avaliação a capacidade de editar vídeos em 4k, rodar jogos 3A e coisas que acabam fugindo do usuário padrão que vai suar sangue pra comprar um Acer com Core i3 e 4GB de RAM.

      Havia um reviewer no Tecnoblog/Meiobit que havia se especializado em produtos mid e low end inclusive, pois para ele, avaliar produtos topo de gama atrapalhava no julgamento de produtos voltados para o grande público. Eu curtia muito também o “Qual notebook comprar” em que o cara conseguia chegar neste público mais abrangente, mas confesso que já faz uns anos que não acompanho o canal.

      Agora voltando ao ponto da discussão, existem uns techreviewrs que acho bem interessantes como o Constant Geekery e o Snazzy Labs.

      1. Snazzy Labs é totalmente fora da casinha. Acho que é uma característica de todo youtuber popular, de focar em produtos que são úteis para eles, que trabalham com um negócio super específico e que, na real, ninguém se importa muito (editar vídeos). Pontos extras de deslocamento da realidade para os norte-americanos, que por padrão já vivem num mundo da Lua, ainda mais norte-americano endinheirado.

        Hoje, vejo reviews em vídeo por dois motivos: ter outra visão que não a oficial dos produtos (o que está cada vez mais difícil com a profissionalização da galera; tem vídeo de youtuber em que os produtos ficam mais bonitos/irreais que os oficiais) e pelo entretenimento mesmo.

      2. Esse é um bom ponto: muitas vezes o argumento para focar em uma análise subjetiva e da experiência, é reproduzir o que o usuário comum teria de percepção. Isso é uma falácia enorme, tipo “jornal isento”.

        A partir do momento que sua profissão é testar produtos e você tem acesso a basicamente tudo, não faz sentido dizer que sua experiência é similar. A base de comparação desse cara são todos os melhores produtos e até pelo trabalho, tem uma visão muito mais crítica que a pessoa que realmente compraria um produto mais simples.

        No Brasil, é especialmente grave, já que a distância entre o que as pessoas podem comprar e o que o reviewer tem acesso é maior ainda.

        Esse Constant Geekery eu não conhecia, o Snazzy Labs tem conteúdos interessantes que não são apenas reviews.

    3. São análises muito superficiais. Lembro que há alguns anos a qualidade era melhor, hoje mal se fala de bateria, tela, cenários comuns de uso.
      Benchmarks sintéticos são, meh, se não souber analisar os números.

    4. Pelo menos pra mim, o problema geral é não focarem em experiências de trabalho além de editar vídeo. Tem um vídeo do Mac Address que falou de um profissional de música usando o Macbook Pro mais novo, e gostei porque saiu um pouco da esfera de “edição de vídeo”.

      Eu acharia interessante se, ao invés de trazerem benchmarks, trouxessem opiniões de pessoas de campos mais especializados, e com o programa específico que usam. Porque uma coisa que ficou clara no vídeo do Mac Address, era que o programa usado pelo cara não tava 100% otimizado pro hardware, e acho que isso é um ponto muito esquecido nas reviews. Eles chegam a tocar nisso pra edição de vídeo, mas tem muito mais cenários de trabalhos que não são cobertos.

      1. Eu acho que é legal fazer vídeos assim, mas acho que sempre cairá no mesmo problema: é só um exemplo, que nesse caso parece usar um software meio underground, que também não representa o cenário completo.

        Para desenvolvimento, seria super complexo cobrir de forma relevante por entrevistas, mas seria relativamente “simples” e super útil deixar vários benchmarks prontos que contemplem tanto um desenvolvedor web quando um cientista de dados.

        Há coisas que realmente não podem ser comparadas sistematicamente, tipo a experiência de uso de um teclado ou qualidade de fone de ouvido, mas para uma workstation faz todo sentido ir para esse lado.

        Eu gostaria que fizessem um conteúdo híbrido com o vídeo para conseguir público/receita e os dados em um site ou algo assim (que é onde faz sentido colocar benchmark). Aí teria um lote de testes para cada área, tipo os antigos faziam haha

    5. Minha impressão é que chegamos no ponto onde o básico (navegadores, pacote office, jogos leves) a maioria das máquinas modernas vai fazer bem. Tenho impressão que o mesmo aconteceu com smartphones, onde a diferença no dia a dia hoje acaba caindo apenas em qualidade da câmera e duração da bateria, daí os reviews focarem no uso pesado mais comum (jogos modernos) ou do dia-a-dia dos produtores de conteúdo (edição de vídeo)

  13. Ah, quase ia me esquecendo: cheguei ao fim da epopeia em busca de uma mochila nova. Segui a dica do @Felipe Tavares, que no último post livre me indicou as da Case Logic, e comprei uma dessa marca, modelo Huxton. Chegou ontem. Achei bonitona e bem espaçosa. Em abril farei umas viagens curtas e a colocarei à prova, aí na volta faço um relato — talvez uma boa chance para ressuscitarmos a seção de mochilas??

    1. Fico feliz em ter ajudado, Ghedin. Achei a Huston bem bonita. Salvei aqui para considerar quando precisar trocar a minha.

    2. Se manter os dois, a seção mochilas e escritórios, apoio total!! rs

    3. Agora que arrumei meu escritório acho que arrisco participar kkk

    4. Comprei recentemente um bolsa lateral Kensington Contuor 2.0 para 14″. O preço salgado de R$ 500 mas estou gostando, é compacta e cabe tudo que coloco (mas bem apertado). A parte boa é que por ser compacto é bem melhor de carregar na mão. Apesar da marca e do preço, o único diferencial que vi além de ser compacto, é que o material é de qualidade e bem costurado.

      1. Tenho uma estilo carteiro também, da Herschel. O espaço é realmente limitado, acho que é inerente ao modelo. Uso ela só para carregar o notebook e pouquíssima coisa mais.

  14. Estava lendo uns comentários da nova versão do KeePassXC e alguém disse que fez um cofre no aplicativo e compartilhou com familiares, para que quando ele morrer esses familiares consigam acessar suas contas online.

    Achei uma boa ideia, embora não saiba ao certo como implementar isso na prática. Espalhar o cofre por aí aumenta a superfície de ataque contra suas contas e é bem provável que nossos parentes, pelo menos do pessoal que frequenta o Manual, adote protocolos e cuidados com segurança piores que os nossos.

    Vocês já pensaram nisso? Têm algum sistema implantado para caso o pior aconteça?

    1. Eu comecei a compartilhar minhas senhas com a minha esposa pelo BitWarden por conta disso, mas não elaborei nada mais específico para o caso de um falecimento. Eu já sofro de ansiedade e acho que só de fazer isso já ia me dar gatilho :D

    2. Comecei a pensar no começo da pandemia, acabei assinando a conta família do 1Password pra ter um vault compartilhado.

      No caso de morte, eles recomendam manter o “Emergency Kit” no cofre ou outro local seguro que alguém de confiança saiba onde encontrar, mas não fiz ainda: https://support.1password.com/emergency-kit/

      1. Acho que senha é só uma das preocupações, o ideal seria a gente se preparar melhor pra uma possível morte considerando várias outras coisas. Mas quem gosta de pensar nisso?

        1. Essa ideia do “kit de emergência” é interessante. E estou propondo isso mesmo, um debate de assunto chato, mas importante.

          A primeira coisa que me ocorreu foi que tipo de acesso eu permitiria, sabe? Às minhas fotos, acho ótimo — gostaria que pessoas próximas tivessem acesso às minhas fotos. Às redes sociais? Para encerrar a conta, por exemplo, ou, antes disso, avisar as pessoas o que aconteceu. Meu e-mail? Aí já não sei.

          O “kit de emergência” poderia ser uma espécie de mini-testamento, com algumas orientações gerais de como proceder. Acho meio triste quando topo com perfis em redes sociais de gente que morreu, abandonados, como se nada tivesse acontecido.

          1. Bom ponto! O Telegram tem uma opção da sua conta ser apagada caso você não acesse depois de um tempo, acho que 6 meses por padrão. Mais serviços deveriam ter algo do tipo, principalmente redes sociais.

            Sobre senhas, talvez daria pra ter 3 vaults separados:

            1 – Compartilhado sempre
            2 – Compartilhado em caso de emergência
            3 – Morre comigo

            Hoje eu tenho 1 e 3. No 1, gosto de deixar senhas de serviços em comum (ex. Netflix), coisas da casa e números úteis (passaporte, CPF, placa do carro, etc).

            No caso do 2, piora um pouco se você pensar em 2FA. E se o celular morrer comigo? Talvez deixar aquelas senhas de emergência impressas num cofre também seja uma boa. Ou usar algo que faça backup na nuvem, tipo Authy, mas sem deixar a senha no gerenciador.

          2. Isso. Eu penso nisso do “mini-testamento”. Uma coisa que não havia pensado é na possibilidade de dividir minhas senhas, semelhante ao citado por Andre Gil.

            Eu gostaria que minhas contas continuassem ativas, como o Telegram, por exemplo. Talvez uma frase minha. Acho que seria uma lembrança importante para quem ficasse.

    3. Eu tenho uma espécie de “Testamento” com a senha do meu cofre no Bitwarden, embora não goste muito dessa opção, por isso gostaria de configurar o “Acesso de Emergência” para deixar para meus familiares, diponível na versão Premium.

    4. Quando puxaram o assunto de senhas pensei em largar exatamente essa questão no caso de morte. Já li que a recomendação geral é deixar essas informações sensíveis a uma pessoa de confiança.
      O Google tem um sistema interessante. Depois de um tempo de conta inativa, você escolhe se ela será apagada ou se um e-mail é enviado para pessoas que você escolher. Inclusive personalizar uma mensagem e escolher quais conteúdos ela terá acesso.
      Eu uso gerenciador de senha, 2FA e o escambal. Eu sempre penso que precisaria deixar um pequeno tutorial para conseguirem acessar tudo que eu quiser. Talvez até impresso, mas aí a segurança do esquema todo ficaria comprometida.

    5. tenho LastPass.
      Esposa e filhos já tem a senha mestre anotada em papel, guardada com os documentos pessoais, aqueles que nunca se mexem (cert. de nascimento, casamento, escritura da casa, etc).

      Falei pra registrar o obito no dia seguinte, pra dar tempo de transferir tudo sem inventario. kkkkk

    6. Como uso a conta do google, nele há uma opção de selecionar uma pessoa para que assuma a sua conta caso fique algum tempo pré-determinado sem acessá-la. Coloquei minha irmã e deixei avisada caso algo aconteça.

    7. Essa questão de herança digital é bem recente e tem começado a gerar várias discussões acadêmicas e práticas mesmo.

      Há várias opções, uma das mais curiosas pra mim é a do provedor de e-mail CTemplar: se não logar em X tempo manda mensagem pra Contatos predefinidos. Nisso vc pode dar algum acesso e explicar várias coisas.

      Ainda penso em como tudo isso vai ficar, mas principalmente penso que temos que educar nossos familiares e pessoas próximas, pois segurança de dados é uma cultura.

    8. uma possibilidade é compartilhar um arquivo KeePass, contendo as informações necessárias, entre pessoas confiáveis, dividindo a chave de acesso antes elas com um esquema SSSS ( Shamir Secret Sharing Scheme).
      Em resumo, para recompor a chave de acesso ao arquivo, será necessário reunir um minimo di x partes entre as y distribuídas.
      Existem implementações para vários SO do SSS.
      ref.
      https://en.m.wikipedia.org/wiki/Shamir%27s_Secret_Sharing

  15. Entre um Mac Mini e um Macbook Air (ambos M1 e com a mesma especificação de memória/armazenamento), qual vocês acham mais vantajoso para trabalho com design e uso doméstico? Estou me planejando e analisando cada um, mas encontro dois pontos que me deixam um pouco receoso:

    – No Mac Mini posso resolver a questão do armazenamento conectando um hub com ssd. No Macbook, viveria com dongles carregando um HD externo.

    – Com o Macbook Air, tenho portabilidade e posso trabalhar numa mesa e com um monitor externo. Já o Mini, vai ficar paradinho num lugar só.

    São os únicos dois pontos que fico pensando. Ainda não identifiquei outro. Qual é a opinião de vocês?

    1. O MacBook só vale a pena se você realmente precisar de um notebook. No meu caso, eu trabalho 95% do tempo na minha mesa, mas eu faço questão de ter a flexibilidade de usar em outro lugar nos outros 5% do tempo. Então vai depender muito do seu próprio uso.

      Acredito que além disso, a única variável é a seleção de portas. O Macbook Air só tem 2 USB-C e o dongle é praticamente obrigatório se quiser ligar qualquer coisa nele.

    2. Faltou considerar o principal diferencial: preço. O Mac mini é mais barato — -33,1% considerando os preços oficiais da Apple e ambos os modelos de entrada. Fora isso, seu sistema de resfriamento é ativo, a GPU tem um núcleo a mais (o que deve ser irrelevante na prática).

      Com o MacBook Air, por outro lado, você ganha portabilidade e um monitor excepcional, mas que não vale a diferença de preço, de R$ 4.138 — com menos que isso você compra um 4K de 27″ bem decente também.

      Ano passado defendi o desktop como uma opção melhor que o notebook para home office. Ainda acho isso, desde que, como disse o @Matheus Fantinel, seu trabalho realmente fique restrito ao home office ou você não faça questão/tenha um notebook ou tablet para carregar por aí quando for necessário.

    3. Estava nesse dilema também, porém como durante muitos anos só uso notebook, resolvi substituir meu Macbook Pro (mid 2012) pelo o Macbook Air m1.

      Sobre o dongle é uma coisa estranha, mas depois se acostuma. Um problema que tenho, e que parece muita gente tem relacionado ao dongle, quando você conecta a um monitor externo, o Macbook perde por muitas vezes a conexão com a internet. Fiz uma pesquisa e a solução que achei é mais bizarra, mas funcionou: https://twitter.com/harry_wood/status/1278348548640329728

      1. É um problema de isolamento de sinal, quando eu usava uns adaptadores baratinhos acontecia isso também, aí cansei e comprei um melhor da Satechi e nunca mais tive problema.

          1. Eu comprei há muito tempo – deve fazer quase uns 5 anos – então devem ter atualizado…mas é muito parecido com esse.

    4. Eu escolhi o Mac Mini + iPad. Meu workflow envolve prototipação no Figma, criação de mapas mentais no Miro e edição de videos e imagens com a suite da Affinity e Lumafusion. Com exceção do Figma, consigo fazer tudo isto em ambos. Eu ganho em desempenho e ergonomia com MacMini (teclado, pen tablet, webcam, monitor de áudio) e em mobilidade com o iPad (que além de pesar uns 350g na mochila ainda serve de segunda tela pro Mac, consumo de conteúdo, book de anotações e afins).

      Em importadores confiáveis é possível comprar os 2 pelo preço MacBook Air.

      1. Em importadores confiáveis é possível comprar os 2 pelo preço MacBook Air.

        Indica algum?
        Você deu uma ótima ideia!

        1. Eu já fiz algumas compras com o Marcelo iceloshop.com.br (ótimos preços à vista) e com o Mônaco monacomac.com

          1. Eu comentei sobre isso aqui porque tinha visto a iceloshop. Deu tudo certo com a compra?

    5. Considere também o fato de que o Air, por não contar com uma ventoinha, tende a engasgar mais em tarefas pesadas já que o SoC vai aquecer mais e mais rápido. No mini, a ventoinha ajuda a resfriar o SoC e ele vai se manter com mais carga por mais tempo, sem baixar a frequência de operação.

    6. Eu estou aqui com quase a mesma questão, mas no sentido de migrar pra um m1. Tenho um Mac mini 2014 que me atende super bem no trabalho com design gráfico, porém ando querendo explorar mais em motion e edição de vídeo em 4k e ele já não aguenta tanto essa pegada. Ainda tenho um MacBook pro de 2010 que surpreendentemente funciona muito que bem pra tarefas comuns, logo a opção seria ceteira pra migrar pra um novo mini. Pra quem tem vale muito mesmo o upgrade para o m1?

      1. Assim, vou compartilhar meu cenário: Até ano passado eu tinha um iMAc 2011, um Macbook 2009 e um MacBook Pro 2017. Basicamente passei todos no “cobre” e com a grana investi num Mac mini com 16GB de RAM e num monitor Dell Ultrasharp 2k. Em termo de desempenho é fora da curva aponto de eu não conseguir explorar ao máximo o potencial do bichinho. Vale dizer que todos os apps que utilizo para trabalhar já são otimizados pro M1 (Suite Affinity, Final Cut, Figma, Miro)…

        Assim, na real, você vai perceber muita diferença na performance e muita similaridade no uso, pois o MacOs mudou pouco.

    7. Eu penso que o MacBook é uma opção mais interessante.

      Já cheguei a ver o Mac Mini por 5000 e o MacBook Air por 7000 em promoções de loja de varejo oficiais.

      Por esses 2000 extras você leva monitor, teclado, trackpad, webcam, microfone e alto falantes e um “no break” bem generoso (bateria), fora a questão de portabilidade que pode ser interessante deixar em aberto para o longo prazo. Pela qualidade desses periféricos, acredito que seja um valor muito bem pago por todos eles.

      A favor do Mac Mini tem a refrigeração ativa e o núcleo de GPU, que pode ser uma vantagem real a depender do uso, mas não creio que mude muita coisa na experiência geral caso o uso não seja muito pesado.

      Obs: mesmo pegando o MacBook, pegaria um mouse e um monitor extras para mais conforto em modo “fixo”. Isso pode extrapolar o seu orçamento, mas se der pra arcar com tudo isso, iria no MacBook sem sombra de dúvidas.

      1. Obs: Sobre a questão do desempenho, a vantagem do Mac Mini se mostra caso necessite de um desempenho alto e que seja sustentado por períodos maiores de tempo. Em outros cenários de uso, o desempenho tende a ser o mesmo.

    8. Vale a pena ver seu uso, não só para trabalho.
      Penso que, se tem dúvidas, valha a pena ficar com o notebook, porque certas comodidades provavelmente lhe façam falta. Sobre os itens, veja o custo do item, financeiro e também como ficará organizado seu espaço.
      Segue:
      – vc deve ouvir algum áudio, seja música ou vídeo, ao longo do seu dia e se não for ABSOLUTAMENTE sempre com fones de ouvido, precisará de caixas de som;
      – vc leva o computador em alguma viagem/passeio mais longo;
      – usa em mais de um ambiente (eu uso o computador em 2 ou 3 lugares diferentes, então o notebook facilita bastante);
      – você usa teclado e mouse/touchpad externos? Se não, faz diferença para você?;
      – o quanto a capacidade computacional do M1 te atende? Isto é, o M1 do air te atende ou dá throttling o processador do notebook?;
      – o quão importante é ter bateria? (se não estiver em um notebook, será necessário um no-break, especialmente se trabalha com o computador);
      – o quanto um monitor externo acrescenta em produtividade no seu uso (considerando que trabalha com o computador, mais produtividade -> mais dinheiro no bolso);

      Como vc comentou sobre SSD/HDD externo + monitor externo, eu manteria o notebook num suporte, usando monitor externo e deixaria um dongle a disposição, preferencialmente com rede cabeada; quando sair, pode levar somente o notenook + SSD/HDD

  16. Alguém aqui utiliza cotidianamente um DAC? No celular/tablet ou computador?

    Recentemente montei um cyberdeck baseado em raspberry pi 4 e utilizo o Volumio para reproduzir arquivos de um NAS e streaming do Tidal. Utilizando ele com um DAC USB tive uma grata surpresa.

    A qualidade ficou muito superior para meus ouvidos quando comparado com o que estava habituado (bluetooth ou airplay). Confesso que por muito tempo acreditei que a conversão nativa dos aparelhos seria suficiente, mas estava enganado.

    E ainda ficou estiloso . É impressionante a versatilidade dos RPIs.

    1. Nunca tinha utilizado, mas fiquei curioso com seu relato.

      Além do DAC, deve ser necessário um par de caixas de som minimamente decentes, não?

      Eu não entendi o que é esse Volumio. Ele seria o DAC? Achei meio $algado seu preço…

        1. Pessoalmente, uso o Jellyfin. Não tenho o que reclamar, mas nunca comparei ao Plex para poder dizer se é melhor ou pior. Me atende.

      1. O Volumio é o sistema operacional que o raspberry roda. Ele funciona como um player dedicado, que toca arquivos de diversas fontes (locais, na rede ou streaming). Ele é gratuito para o uso, tendo a opção de uma mensalidade ser paga para ter acesso a algumas funções específicas. No pi você pode colocar um DAC em forma de hat ou utilizar um externamente. No caso de utilizar um já no raspberry, o áudio sairia direto para um amplificador e depois para as caixas.

        A outra opção é utilizar um DAC ligado à porta USB do raspberry (ou de qualquer fonte digital de áudio na prática). Existem opções de diversos preços, desde em forma de dongles até dedicados com bluetooth etc.

        As minhas caixas não têm nada de especial, estão ligadas em um receiver yamaha que tenho há uma década. Para quem não quiser/puder utilizar a estrutura de amplificação e reprodução que se tem em mãos, uma boa opção seria comprar caixas amplificadas ( que hoje em dia não custam mais uma fortuna ).

        Ou mesmo utilizar um dac ligado diretamente ao celular e a um bom fone de ouvido.

        1. Muito interessante!

          Havia entendido que o Volumio era o aparelho que tem a venda no site.

          Vou ver com mais calma depois, obrigado!!

    2. Léo, eu uso DACs/AMP integrados aqui no meu notebook.

      Entrei não faz muito tempo nesse mundo e, por enquanto, sempre com fones de ouvido. Estava pensando em comprar um modelo mais parrudo com saídas para caixas.

      Basicamente até aqui comprei basicamente dongles de entrada: Venture Eletronics: Avani e Odissey HD; Tempotec: Sonata HD Pro e um DAC/AMP Bluetooth da Fiio (BTR5).

      Pro meu uso e pras minhas experiências é muito melhor ter um controle melhor de como o áudio é processado, ainda mais pensando na saída de som do meu notebook que é bem fraca e tem pouca potência.

      Acredito que você conheça o Mind the Headphone: https://www.youtube.com/c/MINDTHEHEADPHONE – ele tem reviews de sistemas, DACs e AMPs na maior parte chineses. Estava muito curioso para pegar um Stack SMSL/Topping, mas aindas não consegui

      1. Oi Daniel, eu tive boas surpresas com os dongles que testei até então: Jcally jm50 e o DDHifi tc35 pro. Não esquentam tanto e achei que até que consomem pouca bateria com o uso em iPhone ou iPad.

        No computador uso o Fiio Q5 Pro ligado no USB, alternando um headfone e caixas. Com o Volumio, utilizo um Loxjie D30 ligado num receiver Yamaha e posso dizer que fiquei realmente surpreso com a qualidade e com o preço relativamente baixo dele. Voltei a usar um sistema que andava meio esquecido.

        O canal do MINDTHEHEADPHONE é bem bacana para o que se propõe, apresentando e testando alguns aparelhos fora dessa pegada audiófila (que considero um tanto afetada e excessivamente obcecada com equipamentos). Gosto muito do canal.

        1. Muito legal seu sistema!

          O Volumio parece ser muito legal, nunca tinha ouvido falar dele.

          Você pegou aquela caixa da Edifier linkada lá em cima? Eu estou muito afim de pegar um parzinho honesto!

          E, sim, as pessoas da comunidade são muito afetadas haha

  17. https://macmagazine.com.br/post/2022/03/23/conceito-como-seria-usar-o-apple-glass-por-um-dia/

    assisti a este vídeo-conceito de hipotéticos óculos “inteligentes” e a única coisa que essa proposta me causou foi… cansaço. Eu me senti ansiosa, esgotado e sufocado só de imaginar esse negócio.

    imagina passar seus dias recebendo centenas de informações e estímulos extras direto nos seus olhos

    eu sinceramente fiquei com vontade de fechar os olhos vendo essa proposta

    1. Não sei quanto a você, mas parece que estou ficando pra trás e já não me interesso por esse excesso de conectividade. Já acho um absurdo usar smartphone ao dirigir, imagine um treco desses grudado na cara pra ficar vendo instagram a todo momento.

  18. o que acham de seguro de vida? sou relativamente novo, mas tenho pensado nisso nos últimos dias, por um valor pequeno me asseguro de algum eventual acidente e teria uma recuperação mais tranquila.

    1. Acho interessante aqueles seguros contra invalidez.

      Mas eu não sou nem casado nem pai, então seguro de vida não me apetece.
      Se fosse pai, faria com total certeza.

      1. – Seguro de vida, é importante independente da idade, o meu caso tenho desde solteiro, por exemplo
        – Há opção pra vc cobrir casos de invalidez, receber uma diária quando vc fica impossibilitado temporariamente, confiar só no INSS não dá rsrs.
        – Como foi falado há ajuda em caso de falecimento no meu deixei um valor de R$5000,00 o que dá pra cobrir aqui.
        No geral pra quem não tem familiar próximo é tão importante se tivesse, porque há uma cobertura em vida em casos complicados como cancer, e doenças terminais que infelizmente ninguém está livre.

    2. Peguei o do Nubank. É ok. Foi recomendação de amigos farialimers.

    3. Eu não tenho uma opinião formada, mas já vi alguém falando que seguro de vida é uma boa ter para custear os gastos velório, enterro, transporte, etc. Um tipo de coisa que tira um “stress” das costas de quem precisa organizar isso tudo e ainda precisa lidar com o luto e com um monte de coisas a mais.

      Eu não sei pra qual tipo de pessoa seria recomendável fazer um seguro de vida. Para os jovens, a chance de morrer de repente é menor, porém dependendo da idade e condição financeira dos pais, eles talvez tenham dificuldade em custear tudo. Para os mais velhos, a chance de morrer é maior, e a condição financeira dos filhos tbm varia com a idade. Acho que é o tipo de coisa que não é essencial, mas seria uma boa todo mundo ter — embora eu admita que não tenho e não conheço ninguém que tenha.

      1. Eu não tenho uma opinião formada, mas já vi alguém falando que seguro de vida é uma boa ter para custear os gastos velório, enterro, transporte, etc. Um tipo de coisa que tira um “stress” das costas de quem precisa organizar isso tudo e ainda precisa lidar com o luto e com um monte de coisas a mais.

        Há seguros que contam também com cobertura de assistência funeral. Além do prêmio, eles apoiam nos processos decorrentes (velório, transporte, cremação/caixão, IML, etc…). Seguro de vida resolve a questão financeira, mas ainda cabe aos familiares cuidarem de todo o resto.

      2. Seguro de vida, cobre casos de invalidez, uma grande quantidade doença incapacitantes, cobertura por tempo parado, então independente da idade, isso é importante.

    4. E te ajuda a se proteger e a proteger sua família.
      Acho muito válido enquanto não tem um patrimônio muito robusto e uma grande renda passiva (3x seu custo mensal).
      Isso pq num acidente mais grave (ou doença) , os custos com tratamentos de saúde são absurdamente altos.

    5. Eu fico mais preocupado com previdência privada. Mesmo tendo vários filhos.

      1. Acho que também é importante a PP, mas enquanto há pouco capital (e o termo abstrato “pouco” é usado propositadamente, para que cada um adeque à sua realidade), penso ser mais relevante o seguro, pois com um gasto de R$ 100,00/mês, se der um grave problema, a família recebe um valor alto (considerando o que já foi pago), como R$ 300.000,00 por exemplo.
        Igualmente é minha preocupação em relação à financiamento imobiliário: sem entrar no mérito se faz sentido ou não financiar, ou se é ou não um bom negócio, em se optando por financiar, vale muito a pena ter o seguro, pois num problema de saúde ou num evento de morte, o imóvel será quitado e, ao menos, a família terá onde morar.

  19. recentemente eu tenho entrado em todos os meus logins e mudado meu e-mail, e alguns não logava há tempos, e muitos deles acusava erro de senha, achei bizarro pois uso gerenciador há anos e tenho certeza que a senha estava correta, alguém sabe o motivo? sei que pode ser por segurança, já que não logava em determinado serviço há um tempo, mas acusar erro de senha é absurdo.

    1. Pode ser que seu login nem exista mais no serviço, mas não tem uma mensagem de retorno específica na interface da ferramenta.

      Daí independente do que você faça, sempre via receber a mensagem de “usuário ou senha incorretos”.

    2. Provavelmente ou excluíram a conta ou resetaram a senha. Geralmente eles mandam um e-mail avisando sobre isso em algum dos dois casos.

    3. Já tive esse problema, mas foi exceção.
      Dúvida: tem usado um e-mail pra cada serviço?

      1. eu tinha feito isso, criava um alias para cada login, mas é bem chatinho de fazê-lo, aí comprei um domínio, pois com o catch-all fica mais fácil, mas estou economizando dinheiro para o apto. e toda economia é bem-vinda, então estou voltando para o gmail.

        1. Pois é, estou começando a usar domínio próprio também, mas ainda não gostei tanto do que comprei hehehe. Burrice que chama hhahaha

          Vou pesquisar melhor, escolher outro, pq domínio pra e-mail é um jogo de longo de prazo, quiçá pra toda vida, pois sempre ficam cadastros legados, e isso pode dar um problemão.

          1. nem fala, tem site que não permite vc trocar o e-mail com facilidade, tipo a kabum, tive que entrar com contato com o suporte para pedir a troca.

  20. Olá, bom dia a todos!
    Espero que todos aqui estejam bem! :)

    Eu estou pensando em trocar meu teclado mecânico, o meu atual tem a qualidade dele bem questionável e também é muito barulhento.

    O modelo que eu mais achei bacana é o Logitech G915, sem fio, muito bom… mas o teclado custa meros 1,2k. Eu acho um preço extremamente alto por esse periférico.

    Alguém tem alguma sugestão bacana para indicar? eu uso o teclado para trabalho e jogo, de preferência gostaria sem fio e com switch red, menos barulhento. Eu vi alguns modelos da HyperX, Corsair e da Keycron.

    Eu gostei mesmo do Logitech, mas pagar essa quantia me deixa meio transtornado, e me questionando se vale mesmo isso… rsrsrs!

    Obrigado pelo espaço! Abraço!

    1. SK ou RK no Aliexpress.
      O Keychron, além de mais caro, tem vários problemas que os dois acima não tem.
      Uma pesquisa no reddit do Keychron e vc já vai entender!

    2. Algumas marcas que o pessoal fala muito bem e possuem modelos abaixo de 1K

      – Keychron: na loja chinesa mais próxima da sua casa
      – Royal Kludge: provavelmente vc só vai encontrar a venda no site da própria empresa
      – Nuphy: somente no site da empresa

    3. Tenho keychron k3 v2 e recomendo. Uso switch brown e é macio e som agradável.

    4. Estou vendendo o meu Keycrhon K8, caso interessar só responder aqui :)

    5. Acabei de comprar o Logitech G613, mecânico e sem fio. É meu primeiro teclado mecânico, então não tenho muita base de comparação, mas estou adorando e é bem mais em conta.

  21. https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/03/24/nos-moldes-do-taxirio-prefeitura-vai-lancar-app-gratuito-para-entregas-de-alimentos.ghtml

    Qual a opnião de vocês sobre as prefeituras terem suas versões de apps de subemprego?

    Por um lado é bom ver o governo tentando (será mesmo?) lançar versões estatais para resolver os problemas dos apps privados que só geram subemprego.

    De outro lado, é o governo investindo na geração de subemprego?

    Fico sem saber se considero isso algo bom ou ruim.

    1. Cara, eu vejo as coisas da seguinte maneira:

      Se tu faz algo, as pessoas reclamam. Se não faz, reclamam também.

      Esse tipo de emprego, considerado subemprego, deveria ser algo temporário para qualquer um. Um trampolim para segurarmos a barra no início da vida e a partir dali irmos para coisas melhores.

      Eu acho justo a prefeitura investir nisso, visto que pode ser algo um pouco melhor que as big techs, afinal, o interessante seria que esses “aplicativos públicos” não tivessem (um grande) lucro, mas apenas que pudessem pagar o custo do desenvolvimento e atualizações.

    2. Marlon, entregador de refeições não é subemprego, pode ser subemprego. No relatório da Fairwork publicado semana passada, que deu notas pífias a plataformas como iFood, 99 e Uber a partir de uma série de critérios que compõem o que consideram trabalho justo, os pesquisadores concluem dizendo que “não há nada inevitável nas más condições de trabalho na economia de plataformas”.

      Existem outros caminhos além da empresa grande com capital de risco e pretensão de IPO, que hoje domina o cenário brasileiro. Aplicativos estatais? Cooperativas? Associações? São várias as alternativas e, sim, acho válidas se o intuito é suplantar a dinâmica exploradora dos iFood da vida.

      1. Sim, minha comparação não é em relação a entregador de refeições, mas sim a economia de bico.

        Como o Gabriel comentou abaixo, se essas iniciativas estatais garantirem as condições mínimas de emprego a quem utilizar a plataforma como sustento, porém, meu preconceito com aplicativos, me leva a crer não será o caso. Vou procurar entender mais se essa iniciativa irá garantir essas condições.

    3. Sempre achei que, considerando os limites do capitalismo, a criação de empresas estatais para concorrer com ifood e similares seria uma excelente alternativa — desde que, é claro, fossem garantidos os direitos trabalhistas dos entregadores, incluindo salário mínimo, FGTS, férias, jornadas regulares, etc. Uma empresa estatal desse tipo poderia negociar taxas melhores com os restaurantes — ou até, no limite, taxa nenhuma, já que esse tipo de subsídio poderia ser relevante do ponto de vista de geração imediata de empregos.

      Uma empresa como essa teria o potencial de quebrar uma empresa como o ifood — e isso seria maravilhoso.

      Na disputa contra essas empresas predatórias, acho que valeria a pena gastar dinheiro de impostos para que o ifood quebre.

      Mas concordo que as iniciativas atuais ainda são incipientes e não atuam no sentido de proteger plenamente os trabalhadores. A questão agora é pautar o problema e lutar por isso.

    4. O governo consegue fazer algo que nenhuma empresa irá conseguir, desenvolver um aplicativo com lucro 0. Ou seja, ao invés de subir os preços pra os acionistas ficarem felizes, o governo pode deixar tudo na margem 0, sem busca por lucro., apenas pagando seus custos.

      Dessa forma a plataforma poderia cobrar uma taxa menor do usuário, das empresas listadas e dos entregadores, do que os aplicativos atuais cobram.

        1. Um absurdo né?

          Imagina se o governo começa a focar em proporcional condições de vida pra população C e D, ao invés de deixar acionistas felizes.

          Como diria “O Mascara” – Alguém me segure!!

    5. Indo nesta linha.

      Não sei sua idade, mas pergunto a ti se já ouviu falar de “frente de trabalho”.
      “Frente de Trabalho” é uma forma de contratação das prefeituras para serviços públicos na qual a pessoa ganha um trabalho temporário, sem vínculo empregatício. Já estive em um desses, diga-se.

      Governos geralmente tem em mãos as secretarias de emprego e renda, e nelas também mecanismos de contratação de mão de obra.

      Se uma prefeitura tem boa experiência com “frentes de trabalho” e tem boas dinâmicas em conquistas de emprego, nada impede da mesma gerar um serviço eletrônico de entregadores e similares.

      Só precisa de boa vontade e incentivo.

  22. iPhone 8 esquentando, travando e consumindo muita bateria, como resolver? a saúde da bateria está 74% e OS atualizado – acho que a solução é nunca mais usar produtos da apple msm ò.ó

    1. Já reparou em quais aplicativos demandam mais do celular? Como é um projeto mais velho, aplicativos novos mal otimizados podem exigir muito dele.(Tenho um também, saúde da bateria em 76%, e não está ruim para o meu perfil de uso.)

    2. A saúde da bateria está bem baixa. E já tentasse restaurar o sistema para ver se não tem nenhum aplicativo estressando o sistema?

      Não sou defensor da Apple, mas acho que “a solução é nunca mais usar produtos da apple msm ò.ó” é meio radical.

      E outra, qualquer produto pode apresentar problemas. indiferente de marcas.

    3. Não sei se é o caso, mas pode ser algo relacionado a bateria pelo que você falou. Aparelho esquentando muito e travando pode ser porque a bateria está se esforcando bastante e não consegue entregar a tensão correta… Vc já trocou essa bateria? Se sim, foi em um lugar confiável?

    1. Achei bacana a histórinha por trás. “Vende-se” (ca-aham…) um tanque russo para comprar equipamentos agrícolas destruídos pelo tanque. Uma boa troca, diga-se.

  23. Gente, sou estudante da UFRN e a uns anos atrás ganhamos aquelas contas do Google com drive ilimitado (acho que era chamado de Google for education, algo assim). Acontece que como já era esperado, o Google vai acabar com o armazenamento sem fim delas, agora cada conta vai ter apenas 20gb.

    Por conveniência eu me acostumei a armazenar tudo lá, e assim poder acessar qualquer arquivo de qualquer lugar.
    Mas agora eu tava atrás de alguma alternativa de armazenamento que fosse mais em conta que o drive, não precisa nem necessariamente das ferramentas de office, só queria que tudo ficasse disponível pra mim em qualquer aparelho.

    No momento tô pensando em migrar pro OneDrive, o plano família lá me parece mais atraente entre as grandes, mas também tava interessado em alternativas open source. O que vcs usam/recomendam?

    1. Eu acabo utilizando uma mescla do onedrive com google drive.
      Não consigo me desfazer do google photos, a IA é muito boa em organizar a bagunça.

      Costumo deixar replicado nos dois serviços meus documentos mais importantes, justamente para caso minha conta seja hackeada por algum motivo eu não perder.

      Meu computador já sincroniza as pastas de documentos em ambos.

      Quanto a alternativa opensource, eu pensaria em segurança contra ataques, por pior que sejam as big techs, elas são robustas contra ataques de hackers.

    2. Turré, bom dia!

      Procura aqueles pacotes anuais do Office família no varejo, geralmente sai mais barato que diretamente com a Microsoft.

      E acho que é igual a XBOX PASS, você pode ir acumulando licenças…

      Já cheguei a ver por R$99.00 acho que nas Casas Bahia.

      Abraço!

      1. Nossa, não sabia que esse pacotes incluíam o OneDrive, fica MUITO mais barato.

        Valeu pela dica, Rogério.

    3. Uso justamente o plano família. Vou comprando em promoções.
      6 contas, 1TB do OneDrive pra cada.
      E o pacote Office original.
      Acho uma excelente relação CxB

      Open,
      Consideraria algum serviço com NextCloud.

    4. Eu uso o Onedrive também, e fico vasculhando por promoções no varejo do Office, seja família ou o pessoal mesmo. Aqui mesmo no post livre certa vez alguém (não lembro quem, desculpe!) me deu a letra que o plano pessoal adiciona 9 meses no plano família. E vejo com muita frequência a licença pessoal anual sendo vendido a ~99, por aí. E dá pra ir acumulando licença, até o máximo de 5 anos.

  24. Já a quantos anos não tem muitas brincadeiras relevantes e inocentes no 1.º de Abril?

    Digo isso depois de se divertir ao ver um erro de sintaxe (?) de uma manchete, falando que Fafy Siqueira é o novo nome da Band e a galera se divertindo com tal forma gramatical. :)

    1. É que o mundo ficou sério demais pra essas coisas. Dois anos de pandemia, agora a guerra na Ucrânia, fake news de tudo quanto é coisa.

      Não duvido se o Google chegar e anunciar que não vai mais fazer essas brincadeiras, mas de forma definitiva, assim como o YouTube cancelou pra sempre o Rewind que eles faziam.

      Vamos ver nos próximos dias.

      1. De fato me lembro que as primeiras reações anti 1.º de Abril foram no começo da “gestão” Trump (no Brasil foi pós salnorabo). Aos poucos as brincadeiras foram se esvaindo, e quem abusava na brincadeira também era alvo de escrutínio (cancelamento).

  25. Odeio ficar criando tópicos com perguntas, mas vamos lá… nessa semana chegou meu Logitech MX Keys. Pelo meu uso de dois dias, achei um baita teclado, super confortável, teclas com uma boa resistência a pressão, etc e tal. Só que está acontecendo um pequeno problema com ele. Eu não consigo digitar o ç. Sempre que faço a combinação de acento agudo com a letra C, ele escreve ć. Já procurei na internet alguns tutoriais mas não estão funcionando comigo.

    O teclado como todos sabem é padrão internacional, uso o Fedora 35 em en-US, com configurações de data e hora no formato pt-BR. Creio que seja isso que esteja atrapalhando tudo.

    1. É um bug do Gnome, você precisa usar um arquivo para remapear o layout padrão ao usar o padrão US-International. Esse repo tem a explicação e o ajuste, que basicamente é coloca um arquivo .Xcompose no seu diretório home.

      1. Legal a explicação, não sabia desta história.

        Mas já resolvi colocando para “US International with dead keys” e aceitando que agora o “ç” é apertando o Alt-Gr + ,

        No arquivo /usr/share/X11/xkb/symbols/us alterei algumas coisas que ao meu ver ficaram melhores.

        Ficou bem bom.

    2. Consegui resolver, em partes. Setei o layout do teclado para (US, International, with dead keys) e agora o “ç” está sendo feito usando Alt-Gr + ,

      Fuçando no arquivo /usr/share/X11/xkb/symbols/us, dá para alterar todas as funções das teclas do teclado. Fiz algumas alterações que ao meu ver ficaram melhores.

        1. Cara, fiz as seguintes alterações:

          – o símbolo de multiplicação ( × ) e o de divisão ( ÷ ) foram alterados para serem usados com a combinação da tecla “AltGr + X” e “AltGR + Shift + X”, respectivamente;

          – a tecla ‘ ” voltou a ter a função original. Ao se selecionar a opção de teclado “us Intl. with dead keys” elas passam a ter a função primária de acento agudo e trema. Fiz elas voltarem a ter a função para qual foram projetadas, que é a de aspas simples e aspas duplas.

          Acho que assim faz mais sentido para mim.

          1. Ótimo, obrigado.
            No tecladop americano/internacional estou com dificuldades de colocar os código para indicar que é primeiro, segundo etc e não um ou dois.

            O meu é tipo TKL (sem o teclado num;érico), então ALT + 166/167 não funcionam.

          2. @Joseph, é o seguinte.

            Para tu ter o º e o ª, tu vais ter que remapear algumas teclas. O nome do º é ‘masculine’ e o ª é ‘ordfeminine’.

            Uma dica seria mapear a combinação AltGr + ‘F’ para o símbolo ª e o AltGr + ‘M’ para o símbolo º.

            Para fazer isso, escreva na terceira coluna da letra ‘F’ ‘ordfeminine’ e na terceira coluna da letra ‘M’ ‘masculine’.

            PS: o arquivo a ser modificado é o que eu citei mais acima:
            /usr/share/X11/xkb/symbols/us

    3. Nunca usei o Fedora, mas nas distros que uso, geralmente esse layout é o US Intl w/ Dead Keys.

    4. No PopOS eu uso o English (US, alt. intl.) com o MX Keys e funciona bem normal. Inclusive como meu notebook tem teclado americano também, uso o mesmo layout tanto no teclado do note quanto no MX Keys

  26. Recentemente ouvi um episódio do podcast O Assunto do G1, sobre roubo de celulares e toda aquela história de conseguirem acesso aos aplicativos de banco e como hoje em dia a perda costuma ser muito superior do que simplesmente o preço do aparelho.
    Nessa linha, fico pensando no que é possível ser feito. Por ora, tenho usado o Bitwarden + Authy pra proteger minhas contas. Além disso, a Samsung coloca um recurso de “Pasta Segura” nos celulares deles, o que exigiria um novo pin para abrir alguns aplicativos. Pensei em jogar os apps de e-mail e os de banco pra dentro dessa pasta, o que tiraria usabilidade no dia a dia, mas poderia melhorar a segurança também. Alguém aí faz isso? Sabe se ajuda?

    1. No meu Xiaomi também coloquei os aplicativos de banco e alguns outros pra pedir outro Pin pra abrirem. Outra coisa que fiz foi desativar a prévia das mensagens nas notificações, muitas vezes dava pra ver pela notificação o código do segundo fator sem nem desbloquear.

    2. O problema não é só a criação e a proteção de uma senha forte.
      O problema é o acesso aos mecanismos para troca de senha, como e-mail por exemplo.
      Como meu irmão teve o celular roubado, inclusive com perda financeira por acesso a uma conta bancária via aplicativo, criei um checklist sobre algumas sugestões do que fazer para tentar se proteger.
      “Vale analisar o que é viável ou não para cada um.”

      CHECKLIST PARA SEGURANÇA MÓVEL

      Sugestões e recomendações de ações preventivas e emergenciais em caso de roubo ou perda de dispositivos móveis.

      Cabe a cada um analisar e decidir se vale ou não a pena seguir.

      a) AÇÕES PREVENTIVAS ***

      E-MAIL = o e-mail cadastrado nos bancos e/ou cartões de crédito, jamais poderá estar ACESSÍVEL no próprio celular, pois os bandidos utilizarão o acesso direto ao e-mail para trocar as senhas.

      PASTA SEGURA Samsung = adicionar apps bancários e outros apps com proteção por PIN ou senha alfanumérica em uma Pasta Segura como nos aparelhos da Samsung. Esta dica adiciona uma nova camada de proteção aos aplicativos e arquivos.

      ANTIVÍRUS com serviço de bloqueio de aplicativos = eu utilizo a versão gratuita do Kaspersky, mas tem a versão paga deste e outros antivírus.

      CRIAR UMA SENHA PESSOAL NO CHIP DA LINHA TELEFÔNICA = evita que usem o chip em outro aparelho e o desbloqueiem com a senha padrão.

      ATIVAR CAMADAS EXTRAS DE SEGURANÇA NOS APLICATIVOS, como autenticação em dois fatores ou duas etapas, chave de segurança e bloqueio por biometria, senha ou PIN. Principalmente na conta do Google ou Apple, aplicativos com cartões cadastrados e outros apps que achar importante.

      ATIVAR A TELA DE BLOQUEIO
      – Alterar o tipo de bloqueio da tela para PIN, SENHA E/OU BIOMETRIA.
      – Reduzir o TEMPO DE BLOQUEIO AUTOMÁTICO DA TELA. Quanto menos tempo, melhor.
      – No iOS, existe uma opção que apaga os dados do celular após 10 tentativas erradas de desbloqueio.
      – No Android, tem a opção de Restaurar o Padrão de Fábrica e apagar os dados do celular após 15 tentativas incorretas de desbloqueio do telefone. Sim ou Não?

      DESABILITAR O MÁXIMO DE RECURSOS POSSÍVEIS COM O APARELHO BLOQUEADO. No iOS, por exemplo, é possível desativar a leitura de notificações e o acesso à Central de Controle quando o celular estiver bloqueado.

      NÃO GUARDAR DADOS OU INFORMAÇÕES que podem ajudar os ladrões em uma situação de furto/roubo, como fotos de cartões de crédito/débito ou senhas em texto puro nos apps de anotações.
      – Não anotar senhas dentro do próprio dispositivo, nem reutilizar senhas ou usar senhas simples, como 123456.
      – Se possível, use um gerenciador de senhas. Eu utilizo o Bitwarden , mas tem o 1Password ou LastPass.

      APPS | APLICATIVOS
      – Só instale apps das lojas oficiais e mesmo assim, pesquise antes para conferir se o app não apresentou problemas por quebra de privacidade ou instalações suspeitas.
      – Quanto menos aplicativos e serviços instalados no dispositivo, melhor… Precisamos ter apenas o essencial.

      b) AÇÕES DE EMERGÊNCIA [roubo ou perda] ***

      BANCOS E CARTÕES DE CRÉDITO = ligar e notificar “imediatamente” os bancos que tem aplicativo instalado no celular, bem como as operadores de cartões de crédito para bloquearem qualquer transação de compra e/ou transferência como o PIX.

      LOCALIZAÇÃO, BLOQUEIO OU LIMPEZA DE CONTEÚDO DO DISPOSITIVO REMOTAMENTE. Para usar este serviço, é preciso ativar esta opção no aparelho antes.

      Apple – Find my iPhone: Apagar seu dispositivo
      https://support.apple.com/kb/PH19300?locale=pt_BR

      Android – Encontre seu Dispositivo do Google https://myaccount.google.com/find-your-phone?pli=1

      Samsung = Find My Mobile
      https://account.samsung.com/membership/contents/device/device-gate

      BLOQUEAR O APARELHO NA OPERADORA PELO Nº DO IMEI = ligar na operadora de telefonia para bloquear o aparelho pelo nº IMEI.
      Para isso é importante ter o número do IMEI do celular anotado em algum lugar de fácil acesso, ou deixar o IMEI com alguém da sua confiança para que ela te envie em caso de emergência.
      Você também pode descobrir o IMEI pelo serviço de Encontrar seu smartphone do Google.

      REGISTRAR BOLETIM DE OCORRÊNCIA ONLINE. Comunicar ocorrência na Delegacia ou pelo site da Polícia Civil. É importante ter o nº do IMEI do celular para colocar no B.O.
      https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/pages/comunicar-ocorrencia

      E-MAILS – bloquear e/ou trocar senhas de e-mails.

      APLICATIVOS – bloquear e/ou trocar senhas de apps de:
      – Mensagens instantâneas (WhatsApp, Telegram e Messenger) e redes sociais
      – Sites de compras ou aplicativos que contenham dados de pagamentos como Uber e outros.

      *** c) BANCOS E CARTÕES DE CRÉDITO [vale a pena avaliar os prós e contras para cada pessoa]

      CONTA BANCÁRIA PRINCIPAL. Ter a conta principal em um banco tradicional (físico) – é possível usar o Internet Banking para todos os serviços do dia a dia e também em casos emergenciais.

      CONTAS BANCÁRIAS SECUNDÁRIAS. Bancos digitais e cartões, poderão ser utilizados com cuidados e precauções, mas ficarão como uma segunda opção.

      PIX. Revisar e configurar limites do Pix.

      >>> JAMAIS utilizar a senha do banco em outros aplicativos.

      1. Caraca, mandou bem demais! Vou salvar tuas recomendações aqui e conferir de novo quais já tô fazendo e quais ainda falta fazer. Brigadão!!

      2. Excelente, posso repassar ao pessoal do TI da empresa para orientarem os demais, dando os devidos créditos?

        1. Claro Joseph, compartilhei para prevenir o maior número de pessoas.

    3. No meu eu protejo com digital e senha os apps de SMS, email e o authy, pra evitar que o ladrão controle meus logins com o 2FA.

      Apps mais críticos como serviços do governo ou qualquer coisa que possa me identificar, tipo CNH digital, deixo numa pasta oculta protegida por digital E protejo os apps dentro dela com uma senha diferente da minha da tela de bloqueio.

      Já os apps de banco e investimentos que não uso tanto eu deixo instalados no tablet que fica em casa, com as mesmas proteções. Só deixo instalados os apps de banco que uso pra movimentações diárias e rápidas com um saldo que não vai me fazer falta se limparem, mas consegue me ajudar numa emergência.

      Sim, em pleno 2022, além do celular do ladrão, temos que ter a conta do ladrão também.

  27. Finalmente encontrei uma utilidade para os modos de foco do iOS 15: eliminar notificações na tela de bloqueio enquanto estou lendo.

    Eu uso um aplicativo para acompanhar a leitura (o Leio) e o dicionário do celular para pesquisar palavras desconhecidas. Quando, por um desses motivos, precisava pegar o celular no meio da sessão de leitura, ficava incomodado com eventuais notificações na tela de bloqueio — por mais que eu tentasse evitá-las, a mera presença delas ali já era desconcertante.

    Agora, criei um foco de “leitura” (tem até um pré-programado) que, quando ativado, não mostra novas notificações na tela de bloqueio. Em vez disso, o iOS reúne as notificações recebidas enquanto o foco está ativado. Achei bem bom.

    Aqui tem uma explicação do Foco. Se alguém aí tiver outras ideias de uso do recurso, sou todo ouvidos.

    1. Um outro recurso, que não tá dentro do Foco mas tem uma função parecida é o Resumo Agendado, dentro das notificações. Pra mim, serve com alguns aplicativos de banco, em especial do Banco Inter. Eles enviam muitas notificações todos os dias, principalmente após a inclusão de um loja dentro do app. Não posso desligar as notificações definitivamente porque ficaria sem um “aviso”, caso ocorra uma utilização indevida. Então, defini que notificações daquele app em específico só chegam em horários pré definidos, como um resumo.

      1. que doideira isso do IOS, não sabia que era 8 ou 80, no android eu consigo desativar as notificações por partes

        1. Ao menos aqui eu não conheço uma forma de definir o comportamento das notificações pelo conteúdo delas. Se possível, gostaria de ser notificado apenas sobre atividades na conta, e não de promoções.

          1. Até dá, mas depende de cada aplicativo implementar esses filtros e a configuração é feita dentro do aplicativo mesmo, não no Ajustes.

            Os apps do Nubank e do Magazine Luiza permitem essa seleção refinada, por exemplo.

        2. Pois é, infelizmente o iOS não tem os canais de notificações que nem o Android. Realmente gostaria que tivesse, porque tenho um pouco de confiança de que os desenvolvedores iriam implementar certo por pressão da Apple.

          No Android existia, mas os apps realmente sacanas não implementavam. Aí não adiantava nada.

  28. Aproveitando o gancho deste artigo (em inglês), para vocês, qual é o prazo máximo (ou razoável) para responder um e-mail sem prazo definido? Eu às vezes respondo e-mail de semanas, e teve um recentemente que respondi depois de meses parado na minha caixa de entrada. Não me orgulho, só fico pensando se isso é tão horrível quanto imagino ou se algo mais normal.

    1. Tem muitas variantes pra responder essa pergunta. Se o email for do Elon Musk me oferecendo um emprego, devo responder logo depois de acordar

    2. “Se for urgente, me ligue.” Vale para WhatsApp.
      Falei isso para um ser humano mais jovem e ele achou um absurdo usar um smartphone para fazer ligação. 🤔

      1. E ainda usam?
        Quando meu celular toca, sinto um desconforto terrível, detesto ligações

      2. “Se for urgente, me ligue, mas a menos que eu reconheça o número, esteja na minha agenda ou ao menos seja do mesmo DDD que o meu, corre o risco de não ser atendido ou de eu desligar na cara.”

        Para assuntos do trabalho, tenho telefone funcional e, portanto, não atendo esses assuntos no meu dispositivo particular.

    3. Bah, acho que depende muito o assunto do e-mail. Não vejo problemas em responder semanas, meses depois, desde que não seja algo que tenha uma certa urgência.

    4. Para entender o prazo máximo, basta se colocar no lugar de quem enviou o email.

      1. Eu concordo. Acho que vale a pena responder logo mesmo que seja pra dizer que precisa de mais tempo para responder. Na minha opinião o ideal é responder ainda na mesma semana.

    5. Nos anos 2000, na etiqueta corrente, o prazo máximo era de 48h.

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