Post livre #287

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

228 comentários

  1. Só pra dar continuidade a uma conversa num post livre passado… Estou muito satisfeito com a Caloi City Tour Sport (2021). Vou trocar só umas pecinhas, mas, de resto, muito boa. Estava sentindo muita falta de pedalar e eu nunca tive uma bike com esse aro (700, mas parece a de 29). É essa é pro meu tamanho, pois uma anterior era meio pequena… Ando numa ciclovia aqui perto de casa e já me serve como atividade física. Ah, Tb achei uns acessórios legais no aliexpress, dá marca rockbros. Parecem bons, mas nunca usei. No caso foi um farol dianteiro, um par de luvas e um par de pedais.

    1. Muito bom Fabio. Aproveita, por que pedalar é bom demais mesmo.
      O Aro 700, se não me engano, é do mesmo tamanho do 29, mas tem uma diferença na largura dele.
      O tamanho da bicicleta é algo que poucas pessoas dão atenção ou mesmo saibaem que devem se preocupar, vai influcenciar completamente na experiencia de pedalar e fazer você achar que odeia pedalar, mas está apenas com a bicicleta completamente errada para você.

      Eu também acabei comprando uma nova bicicleta.
      Como eu estava comentando no outro post, estava em busca de uma elétrica. Mas desisti de ir para uma dobrável.
      Como eu tenho uma aro 700, pegar uma dobrável me levaria para uma bicicleta com aro 20 possivelmente e fiquei na dúvida se a troca de uma roda muito menor não influenciaria no pedalar e nivelaria para baixo o ganho do motor.
      Com isso acabei indo para a Vela2.
      Analisando bicicletas elétricas “tradicionais” a vela me pareceu um negócio interessante.
      São uma galera pequena do BR e a bicicleta não tem “cara de elétrica”, o que me agradou.
      Como eles dizem que a produção é sobre demanda, estou aguardando ainda o envio, mas quando chegar e der umas pedaladas para o trabalho falo o que senti.

      1. Cara, tava vendo um pessoal q monta uns quadros artesanais aqui em SP, acho que chama “babilônia” (vi num perfil do Instagram chamado @lasmagrelas, uma bicicletaria com um bar vegano q parece ser bem legal). É simples, mas eles fazem um trabalho bem bonito. Umas bikes bem resolvidas, leves e só com o essencial. E numas cores ótimas. Eles q fazem a soldagem de tudo e tal e achei muito bom mesmo. Aqui no BR, não sei, não acho q nem a pandemia fez o povo de ligar q bike é uma coisa legal de ter e usar (por mais difícil a seja pedalar com tantas subidas e decidas como tem aqui). Aí, cara, a bike elétrica cabe perfeitamente. Eu acho q dificilmente teria uma (acho q estou velho pra uma modernidade dessas haha), pq prefiro mesmo pedalar e gosto de saber q a bike tá aí na faixa dos 12 kg. Mas pra quem não quer suar muito ou fazer muito esforço (até por não poder mssmo) e ainda sim curtir uma pedalada, a elétrica é perfeita!

  2. Queria muito assistir novamente o seriado Anos Incríveis (Wonder Years). Já pesquisei muito e não encontro em nenhum lugar para alugar, comprar ou baixar. Alguém compartilha essa frustração?

    1. Eu queria ver muito uns filmes japoneses que via na infância, passava na antiga TV Manchete (canal 9), tokusatsos… Jaspion, Changeman etc… Alguns chegaram a passar na Amazon Prime por um tempo ano passado, mas deu rolo com os dubladores e tiraram. Daí fui atrás de DVDs, pq até hoje, mas de 30 anos depois, nunca consegui ver o final delas e na ordem correta (e agora aproveito pra ver com som original) . Achei uns oficiais e uns alternativos. Cara, os alternativos são um mundo à parte. Tem tudo o q passava na tv Manchete e o que não passava tb, daí já viu… Quero ver outras coisas Tb. Dá uma pesquisada se tem um doido que vende isso bem organizado (Autora do)… Talvez mercado livre ou em algum fórum vc descubra. Eu gostava dessa série tb, mas não cheguei a ficar fã dela.

        1. Não… Haha. Tô falando de comprar mesmo uns dvds alternativos.

      1. O final de Changeman é muito triste.

        Essas são séries que marcaram muito realmente uma pena não termos acesso tão simples para elas, acho que há um público alvo aí “com dinheiro” que poderia se interessar.

        Por que convenhamos, atualmente quem teria algum dinheiro para gastar seriam os Millenials, e não essa geraçção mais jovem que se acha dona da internet.

        (falou o cringe revoltado… 😂😂😂)

        1. Com certeza…. Eu compraria fácil alguns itens e, assim, a Toei lança esses produtos. É só chega lar lá e fazer como fez a Focus. Pq pra além da nostalgia, uma parte aí considerável do q é feito hj (tipo Marvel) bebeu dessa fonte aí, então quem vê umas paradas hj nem sabe a elas tem relação com essas séries bem toswuinhas do Japão (parte delas de inspirando diretamente no STAR wars dos anos 70 e 80)…

          1. No Brasil quem representou a Toei foi a Sato Company. Infelizmente teve uns problemas de licenciamento e pagamento de direitos (procure pela história da dublagem de Kamen Rider Black). Provavelmente a Sato está para perder o direito dos tokus no BR.

            A Toei geralmente negocia com representantes. E tem o canal oficial “Tokusatsu World” no YouTube.

    2. Tem certas coisas que penso em pagar para entrar no grupo privado do MdU para compartilhar o que passo e sei um pouco, só que não dá para falar por aqui pois posso ter problemas.

      Mas uma dica: procure com calma em grupos em redes sociais que bem provável que você ache algo relevante. Me lembro vagamente de terem vendido os DVDs da série, mas acho que deve ter sido alguma produção baixa.

      Em tempos: se há um mercado que é bem cinza e eu queria ter tido uma coragem de ir a fundo, é dos caras que fazem “trocas de filmes raros”. Pense na loucura.

  3. Mais alguém sente falta de um comprovante de pix que seja público?
    Que se possa usar o aplicativo do vanco ou do Banco Central para verificar se a transação realmente ocorreu. Já ouvi dois relatos de comerciantes: o comprovante que a pessoa enviou era adulterado, o comprovante era anterior a autenticação da senha bancária.
    O detalhe é que os comerciantes tem funcionários na loja, que não tem acesso ao app bancário da Loja (e os donos não conseguiram verificar a transferência naquele momento).
    Eu sei que são situações bem específicas, mas nao seria útil um comprovante que qualquer pessoa pudesse verificar? Aferia a LGPD?

    1. Dizem que a chave gerada é a que é a comprovação da transação. O correto na hora de gerar a transação é que confira a chave no momento da geração da mesma. Se não bater, é porque é forjada.

      Noto ao menos no meu arredor que a comprovação do pix é feita mais no momento que a pessoa viu que recebeu o valor na conta (Caixa manda uma notificação no celular quando um pix é recebido ou gerado).

  4. Vcs sabem como fazer um relógio de pêndulo? Acho que acabei de descobrir como fazer um.

    Cicloide é uma curva tal que quando virada para cima, não importa de onde vc solte uma bolinha, ela sempre chega ao meio da curva no mesmo intervalo de tempo. Isso significa que ela é solução de um problema chamado tautócrona. Então, se você conseguir fazer com que um pêndulo tenha a trajetória de um cicloide, vc obtém um relógio. Para forçar o pêndulo seguir essa trajetória, eu acho que precisamos fazer um círculo girar sobre uma reta e ver o traçado de um ponto fixo dessa circunferẽncia, pois é assim que se obtém o gráfico da curva. Alguém que entende de cálculo aí, é isso mesmo?

      1. Eu tinha visto essa curva num livro de cálculo, única alegria que tive estudando pra uma prova. Mas lá só citou o relógio sem falar do funcionamento e da construção. Eu busquei “relógio e cicloide” no Duck e achei um pdf muito detalhado da unicamp: “https://www.ime.unicamp.br/lem/material-de-apoio/cicloide-relogio-cicloidal-huygens”. Ainda tá faltando construção, mas com esse acho que da pra construir. Se um dia eu conseguir, e pode demorar, coloco aqui se esses posts ainda existirem hahaha

  5. Tenho que confessar que acho difícil de acompanhar os posts livre, seria bom usar um forum, plugin de forum ou algo assim…

    1. a graça está mesmo nessa conversa dispersa nos fins de semana

  6. Bom dia, colegas,

    Eis o dilema, não sei se há algo hoje assim: smartphone Android com tela pequena, com configurações minimamente aceitáveis.

    Antigamente, tive um Sony Xperia Z3 Compact que era excepcional: tela de 4.6, aparelho com dimensões 127.3 x 64.9 x 8.64 mm e, mesmo com 2 Gb de Ram naquela época, atendia plenamente. Tá certo que ele tinha um problema desde o nascimento que, após 1 ano (expirada a garantia), a tela começava a dar problema e era preciso trocá-la.

    Por isso pessoal, a pergunta é: existe algum telefone que siga essa linha de “ser pequeno” e com configurações aceitáveis? Há opções hoje em dia nessa linha? Se sim, podem me indicar alguns?

    Obrigado.

    1. O único Android que consigo pensar é o s10e da Samsung. Ainda deve estar vendendo, mas a bateria é sua maior reclamação. No caso da Apple, o menor em tela é o iPhone SE de 2020. O menor em tamanho é o 12 mini e 13 mini. São praticamente as poucas opções de qualidade que existem. Uma pena :/

      1. Pois é Felipe! Esse público que busca por um smartphone com tela menor fica desassistido mesmo =/

        Eu vi o iPhone 12 Mini que tem um tamanho bem interessante, mas iPhone pra mim não rola de jeito nenhum, infelizmente.

      2. Não tão recente tem o S10e que muda muito pouco pra até o S21. Mas realmente, tá difícil achar o telefone que caiba na mão. Até semana passada estava usando um iPhone SE 2016, com a bateria trocada. Telefone minusculo, filma em 4k, NFC pra pagamentos e ainda desbloqueia com digital em vez do ridículo FaceID.

    2. Até 2 semanas atrás eu tinha um S10e e era um aparelho excepcional. Bom tamanho, câmeras ótimas, configuração parruda e sistema atualizado. A bateria era apenas ok, mas no meu uso durava um dia inteiro sem maiores problemas. Só troquei-o pois eu já queria migrar para o iOS há um tempo.

    3. Procurei bastante por um middle end para minha filha com tela mediana! Me contentaria com uma tela de 6.1 polegadas, dada a escassez de opções. Desisti da labuta.
      Impossível achar algo minimamente aceitável. Achei o S10e da Samasung, como o colega abaixo falou, mas me recuso a dar um celular desses para uma adolescente! Aliás, não compraria nem para mim. Os iPhone mini tem um tamanho bom, mas também descarto, assim como você. O Pixel 5 parece bom, mas nunca vi na minha frente, e não tem no Brasil (oficialmente). Sendo assim, sigo na procura.
      Dei um A32 gigante para minha filha, muito a contra-gosto… (com o dinheiro que ela guardou da mesada dela por muuuuuuito tempo! hahahahah)

    4. 1 ano de uso do galaxy s10e: funciona muito bem sem travar. Tenho uso mediano pra rede sociais, jogo as vezes e escuto muita musica e podcast.

      A bateria realmente nao é excepcional, mas o que definitivamente ajuda bastante é usar o modo escuro no celular todo… a bateria fica tranquila pra 1 dia de uso, e se voce puder levar o carregador com voce, caso precise numa emergencia, carrega MUITO rapido, entao sempre dá pra dar uma carguinha extra.

      Comprei ele justamente por causa do tamanho e desempenho, e arrisquei quanto a bateria, mas como disse antes, com modo escuro a bateria segura bem por conta da tela amoled que desliga os pontos pretos.

    5. Existiria a opção do Zenfone 8, ele é/será um aparelho pequeno e com algo próximo a um Android bem limpo.
      O problema é quando ele chega ao Brasil e a que preço. A Asus não me parece entender muito a posição em que está no mercado e vem com aparelhos muito caros.
      Mas pode ser algo a se pensar.
      Fora isso não sobram muitas coisas fora os aparelhos da linha Galaxy S sem nenhum sufixo.

      1. Alias…
        Eu tenho um Galaxy S9 que ainda está funcionando muito bem. Não trava em nada, mas a camera já apresenta uma lentidão para abrir, mas seria minha única reclamação.
        Como o S9 já não recebe mais atualizações de sistema, apenas as de segurança trimestrais estou avaliando migrar para o S21 quando lançarem o S22 ou ver como será com o S21FE. Veremos como os preços desses dois aparelhos se comportarão e aí terei mais uns 4-5 anos de um novo aparelho.

      2. É verdade, me esqueci totalmente do Zenfone 8. Pena que vai chegar caríssimo no Brasil. No AliExpress está por volta de R$3.400 :/
        Com um preço desse, eu me acostumo de boa com o tamanho de um iPhone 11, um S21 e por ai vai.

    6. O Michael Fisher (também conhecido como Mr. Mobile) falou em um dos seus vídeos sobre celulares dobráveis uma coisa interessante: a era dos celulares pequenos, como os conhecemos, acabou. Smartphones se transformaram em um dos principais meios de consumo de mídia no mundo, e isso torna celulares menores menos atraentes para a maioria das pessoas. Mas é possível que eles voltem de um jeito inesperado: como celulares dobráveis tipo o Galaxy Z Flip 3.

      Muitas pessoas citaram o Galaxy S10e como o último celular mais pequeno do mundo do Android. Eu tenho um aqui há dois anos e a bateria é realmente decepcionante. Ele apresenta umas travas consideráveis em apps como Galeria, e vai deixar de receber upgrades de software no Android 12, ganhando apenas atualizações de segurança. Eu acabei me rendendo a celulares maiores; não vejo mais como fugir disso, infelizmente.

  7. Tenho feito uma longa procura pelos sons de notificações usados no falecido Windows Phone 8/8.1 (especialmente o toque 5 de notificações do WhatsApp para WP) e sem praticamente nenhum progresso (um fator agravante é que penso, de alguma forma, em usar esses sons em um iPhone). Alguém que já tenha se empenhado nessa tarefa e conseguido resultados?

      1. E tinha! Caramba, uma procura de anos terminou hoje. Obrigado Caíque, e obrigado MdU por existir!

  8. Finalmente atualizaram o Kindle Paperwhite para USB C.
    Pena que o precinho…

    1. desanimador…. tava cogitando adquirir um…, mas o preço tá tão alto e a inflação tá comendo tanto que o dinheiro vai ficar só pra coisas essenciais…

    2. Eu queria muito trocar pela tela maior e o controle de temperatura… mas só vendendo o meu antigo para dar uma amenizada no preço. E vai ser díficil vender (provavelmente).

    1. Uso Geonav (1,2m se não me engano) e Xtrax (3 metros. Qualidade de vida).
      Ambos MFI e trançados. Uso há praticamente 2 anos

    2. Comprei os cabos de 3m da Anker pra toda a família depois de ver a recomendação no TheWirecutter. Não sei se foi azar, mas dois dos quatro cabos pararam de funcionar em menos de um ano. Pelo menos o suporte da Anker funcionou bem e eles cumpriram a promessa de um ano de garantia, trocando os dois cabos gratuitamente. Não tivemos mais problemas desde então.

      1. Noto muito cabo de i2Go no lixo. Ele é só uma marca que pega OEM da china e faz silk, para revender com preço mais caro.

    3. Dá uma olhada no site da i2go. Comprei cabo p2 e usb-c por lá com cobertura de nylon, muito bons e baratos!

    4. Uma dúvida de alguém fora do universo Apple: os iPhones ainda pedem um “cabo com especificação” (o tal chip) ou pode ser usado qualquer cabo hoje?

  9. Por muito tempo, meu sonho era ter meu Mac próprio. Trabalho com Mac desde 2015 (sou UX Designer) e consegui meu próprio em 2018, um Macbook Air 13″ 2015. Por muito tempo amei e inclusive passei a desprezar o Windows. Meu pessoal se manteve, mas em trabalhos cheguei a usar vários e hoje uso para trabalho um Macbook Pro 16″ 2019.

    Porém esse ano resolvi investir um bom dinheiro e montei um desktop Windows, não economizei em nada e ficou uma build bem robusta, já coloquei o Windows 11 Beta, estou a alguns meses já e… O Mac perdeu todo o brilho para mim.

    Já faz tempo que o Mac já não tem nada que se destaque para mim, pelo contrário, cada update me incomoda mais e sinto que acabou minha jornada em Macs. Não dependo em nada de softwares Apple e acho que próxima empresa, tento pedir um Windows mesmo. E vocês, como está essa percepção sobre o Mac comparado a concorrentes hoje?

    1. dúvida:o que vc viu no windows que o fez perder o brilho no mac?

      1. Absolutamente nada, esse é o problema. A questão é que o Mac hoje simplesmente não tem diferencial algum quanto ao Mac, porém o Mac sendo uma máquina muito mais cara com hardware inferior.

        Quando a Apple matou arquitetura 32x, eu fiquei puto porque diversos programas e jogos deixaram de funcionar. E muita coisa não rodava direito no Mac, como Sonarr que vivia bugando. Porém, no Windows simplesmente ta funcionando tudo…

        Paguei 8k na configuração abaixo do meu PC, sendo que um Mac M1 ta basicamente isso. Ta injustificável pra mim…

        – Processador Intel Core i5-10600K
        – Placa Mãe Asus Prime Z490M-Plus
        – HyperX Fury, 8GB 3000Mhz (4x pentes)
        – SSD Kingston KC2500, 1TB, M.2 NVMe, Leitura 3500MB/s, Gravação 2900MB/s
        – HD Seagate BarraCuda, 2TB, 3.5´, SATA – ST2000DM008
        – Fonte Corsair 750W 80 Plus Gold Semi Modular TX750M CP-9020131
        – GPU Asus GT 1030, OC, 2GB, GDDR5, GT1030SL2GBRK
        – Watercooler Corsair Hydro Series High Performance H45
        – Adaptador TP-Link PCI E-Express TX50E Wi-FI 6 AX3000
        – Gabinete Gamer Sharkoon Pure Steel sem Fonte

        Existia uma época em que usar Mac era algo realmente “superior”. Hoje, usar Mac, Windows ou até Linux é total gosto porque não tem muita diferença. E nessa, eu acho injustificável gastar o dinheiro em um Mac.

        1. Concordo que pra uso “geral” os 3 sistemas atendem bem, com seus prós e contras peculiares.

          Tenho MB desde 2014 (é o mesmo), e gosto. Acho bem estável. E como hj tenho iPhone, passei a gostar mais, pela integração excelente.

          Hj cogito voltar a Windows/Linux, mas como posso esperar, vou observar como fica essa questão arm vs x86/amd64

          Só um ponto (leia-se: só pra ser chato kkk mas com boa intenção): vc colocou MacBook vs Desktop. Pra ser justa a comparação, há que se acrescentar um monitor, teclado e mouse aí.

          PS: sei q não foi esse seu objetivo, mas vale pra alguém q não se atentar e bater só olho nos custos. Tenho pensando dessa mesma forma q vc, pq ainda teria um PC bom pra jogar

        2. cara, esses macs com m1 estão muito bons. ainda não tive a chance ter ter um em mãos, mas se por ventura eles substituírem esse meu desktop megazord q eu tenho aqui… acharia ótimo fazer a substituição. não sei se um air daria conta, mas um pro muito provavelmente faria tudo q esse aqui q tenho faz (com exceção dos jogos, q nem jogo tanto assim) e, aparentemente, faria até melhor. acho q o brilho deles foi renovado com o novo processador, q é ainda é primeira geração! eu sou usuário de windows desde o 3.11… então, conheci todas as versões seguintes e sempre q tive um mac em mãos (no trabalho), tinha um certo estranhamento inicial, mas a experiência era muito boa – quase perfeita em termos de funcionamento da máquina e software (não lembro ter conseguido fazer o mac travar, por exemplo). esses desktop windows amd q eu tô aqui tá bem redondinho pro meu trabalho (combinado com uma internet rápida), mas, assim… não é uma experiência estética interessante (hardware e software, novamente)… e depois de um certo tempo usando essas máquinas e OSs… eu gostaria muito de passar um tempo usando apenas macs. me falta só a gaita :(

        3. Depende muito do uso, mas um M1 deve ser mais rápido do que a configuração descrita na maioria das tarefas — principalmente nas que são não paralelas. A principal coisa que você ganha com sua configuração é espaço em disco. Meu MacBook Air M1 roda o Windows 10 ARM via Parallels melhor do que um Core i7 8569U roda o Windows x64 nativamente. Em termos de hardware bruto, em geral os Macs são mais baratos do que a concorrência equivalente.
          O que vem me incomodando cada vez mais é o infame macOS 11, que escondeu um monte de funções em nome da estética e adotou um (horrível) estilo iconográfico da época do KDE 4. Não sei se isso mudará no 12, mas venho achando que o macOS está com cada vez mais “paper cuts” — continuo nele porque o Windows (ainda) é muito pior, com interfaces não padronizadas, ribbon, inconsistências e estilo gráfico. Apesar de ainda usar no trabalho (e em VM para rodar jogos antigos), não uso Windows em um computador meu desde 2004-2005, quando migrei para o Fedora com o KDE.
          Se fosse sair do mundo Apple, hoje minha tendência seria voltar ao open source (provavelmente elementary OS)

        4. Se seu foco é basicamente hardware, o Mac é realmente inferior.

          O que me mantém no Mac hoje é a usabilidade de tudo dentro dele. Não sei se conhece a expressão “morte por mil cortes de papel”. A ideia é que um corte de papel é pouco, sangra um pouquinho. Mas mil (ou muitos mola) cortes de papel matariam alguém. É mais no abstrato.

          Pra quem tá acostumado com Mac, usar o Windows é como sofrer mil cortes de papel. São várias pequenas coisas. Cada uma isoladamente é pouca coisa, mas todas juntas são uma vantagem muito grande.

          Exemplos vão desde coisas simples como tem um atalho de teclado pra trocar entre janelas do mesmo app (como sinto falta disso no Windows!!), até coisas um pouco menos simples como copiar e colar facilmente entre Mac e iPhone, e até coisas bem avançadas como poder fazer alteração não-destrutiva nas minhas fotos no Mac.

          Soma tudo isso e, pelo menos pra mim, quando eu saio do meu MacBook e vou pro meu desktop Windows parece que eu saí de uma Ferrari 2021 pra sentar na direção de um fusca ‘73 tunado. O Fusca pode até estar com motor forte tunado, mas é tudo tão mais duro e menos prático…

          1. Acho que tu colocou um ponto que é legal trazer: O Mac se torna mais atrativo quando se tem iPhone. Eu uso Android e tenho zero intenção de ter iPhone na vida, nada me justifica o preço dele.

            Com isso, a sincronia Windows e Android acho excelente, consigo copiar em um device e colar no outro já. Agora as outras coisas não andaram me incomodando tanto. Como falei, uso Mac a anos e de fato me acostumei como Mac gerencia janela, como renomeia, etc. Mas foi só me forçar e em uma semana ja tava tentando fazer atalho de Windows no Mac. Sinceramente não senti falta de nenhum recurso.

            Claro, entendo o lance da interface que ainda tem legados, mas esse pra mim é um ganho do Windows. Quando a Apple matou o 32x, acabou com muito app que eu usava.

    2. Um macbook se justificaria pela qualidade de acabamento? Pois em desktop eu acho que não vale tanto a pena. Não tenho amigos do nível social que usam iMacs, então sou meio enviasado… pelo que eu vejo o Windows e até linux suprem muito a grande indústria de audiovisual.

    3. Eu pessoalmente não gosto muito de Windows, Linux falta algumas coisas para meu uso. Se precisasse escolher somente um sistema ficaria com MacOS, mas viveria muito bem sem ele. Na pandemia, tenho usado basicamente o desktop com Fedora e o MacBook só para edição de fotos.

      Acho que passado essa época ruim dos MacBooks (2016-2019), o M1 acaba virando um diferencial relevante para esses notebooks ultracompactos e premium. Não tem nada muito melhor se considerar a relação “autonomia X custo X poder”. Para desktops, Apple nunca me pareceu muito interessante.

      Fora que a despeito de problemas, sempre tive bom suporte da Apple em notebook, vira e mexe vejo histórias de terror com a Dell por exemplo. Essa hoje mesmo: https://news.ycombinator.com/item?id=28639952

    4. UNIX é UNIX. Não uso Windows cotidianamente desde 2009. Tive que instalar recentemente para estudar Power BI (sou analista de dados). Mas o ecossistema UNIX ainda é mais fluido que o Windows, pelo menos no meu trabalho. Com o WSL o Windows melhorou, mas ainda tem muitos poréns para meu uso. Recentemente adquiri um Mac com M1 e tenho um “servidor doméstico” (Na verdade um desktop que tem 64 Gb de RAM, mas que não uso com monitor e roda Linux). O Mac não me decepcionou. É muito fluido e bonito e, para trabalhos que exigem muito, uso o servidor via SSH. Apesar de usar muito R, que consome muita RAM e meu Mac só tem 8 Gb, não tenho tido problemas para trabalhos com bases de dados de pequenas à médias. Enfim, ainda não vi encanto suficiente no Windows (nem no 11) que me faça pensar em trocar de ecossistema.

      1. Uma curiosidade: o que você define como base de dados pequena a média?
        Pergunto pois minha planilha da tese de doutorado tem 1800 x 50 e algumas análises (imputação de dados via mice) demoraram um bocado, mas a ampla maioria das regressões foi instantânea. Imagino que seja uma planilha pequena para um analista de dados hehe, mas queria ter uma noção

        1. Opa, blz?

          Então, trabalho com dados de redes sociais. No Twitter, por exemplo, cada tweet retorna 90 variáveis. Têm análises com mais de 1 milhão de linhas (tweets). São análises corriqueiras que têm esta dimensão. Quando se trabalha com SGBD, você consegue via SQL selecionar colunas, o que torna a carga na memória (no R, especificamente) bem menor. Enfim, bases grandes, pra mim, são aquelas que não consigo alocar na memória RAM de uma vez. hehehe Aí a dimensão é em relação ao poder computacional que se está trabalhando.

          Existem conceitos mais bem formulados que este, como o de Volume dos 5 Vs do Big Data. É bom depois, se te interessar, dar uma olhada pois, certamente, existem critérios mais precisos a serem observados para definir a rotulagem por tamanho das bases. ;)

    5. eu vou discordar respeitosamente de você no quesito “pagar mais caro por hardware inferior”

      eu até acho que esse argumento poderia ser válido antes do lançamento dos Macs M1, mas agora com esses processadores ARM, a Apple elevou o hardware dela à outro nível.

      esse ano meu macbook pro retina (2013) morreu e fui obrigado a investir num novo notebook, já que eventualmente preciso trabalhar fora de casa. comparei os preços de notebooks com hardware bacana e no fim das contas, pegar um Macbook Air M1 estava saindo “barato” perto dos Windows.

      resumo da história: quando em casa, trabalho em um Hackintosh parrudo, um i7 9gen, 32gb ram. o macbook air m1 tem uma performance tão boa quando comparado ao desktop que estou cogitando seriamente em vendê-lo e ficar só com o MbAir. pra vc ter noção, render 3D no Blender é mais rápido no Macbook no que no Desktop

    6. Tenho um Mac Pro com Linux Mint. A arquitetura do Mac seguramente é melhor que a dos laptops para windows. Me acostumei a não utilizar o Windows pra nada, mas confesso, que sinto falta do Photoshop e do Premiere, ainda que haja aplicativos similares gratuitos (Gimp e Kdenlive), mas a curva de aprendizado desanima e edição de videos é pior ainda. Bom, atualmente continuo com o Mac (2015) e tenho a impressão que se tivesse um Dell da vida a obsolescência já tinha chegado (ja tive vários laptops da Dell. Para não dizer que nada fiz para atualizar ampliei a memória RAM de 4 para 10gb.

    7. Olha, eu uso um macbook air 2014 que adquiri em janeiro de 2015.
      Até hoje ele rende muito bem em todas as funções que preciso (funções básicas: office, teams, navegação e zoom).
      A mãe da minha filha tem um note w8.1 que adquiriu em 2018 e já esta lento d+ para usar como computador principal.
      Uma coisa que me encanta é a estabilidade do hardware/software e a bateria.
      Tenho que trocar minha bateria porque ela está durando só 2:30h atualmente.
      Tive um problema com a apple com os airpods e quando comecei a cogitar a troca do macbook air, pensei em comprar um i7.
      Desisti quando analisei a desvalorização dos notes i7 e os macbook.
      No ML acho macbook air como o meu por 4,5k, que é bem mais do que paguei por ele 6 anos atrás.
      Vou aos EUA em janeiro e possivelmente comprei um macbook pro m1 por estes três aspectos: bateria, estabilidade do hardware/software e desvalorização.

  10. Pessoal, imagino que vários aqui já devem ter ido morar fora do país em algum momento da vida. Estou neste processo neste momento, buscando os últimos documentos que preciso para entrar na terrinha (Portugal) ainda em outubro (eu sei que estamos em setembro! aahahah) e estou com uma dúvida. Eu pretendo (ou pretendia) fazer a declaração de saída definitiva do país, para evitar bi-tributação e todas essas coisas. Mas em algum momento me disseram, em algum lugar que não lembro onde (cirúrgico né?), que se eu fizer isso, não poderei manter minhas contas bancárias no Brasil. Isso é fato? Tenho algum dinheiro guardado aqui, que quero manter como reserva de emergência. Já tenho uma reserva na Europa que me “garante um ano tranquilo” por lá, caso algo venha a acontecer e eu perca o emprego, por exemplo, mas caso não seja o suficiente, quero ter esse dinheiro guardado aqui para ficar mais um ano aqui em busca de emprego, “sem” me preocupar com dinheiro.
    Até que ponto vale a pena fazer a saída definitiva? Quais os benefícios e quais os “malefícios”? Que outras dicas vocês podem dar?
    Estou indo com visto, emprego, cidadania encaminhada, esposa e filha, e não pretendo voltar a residir no Brasil, pelo menos não tão cedo (10 anos, pelo menos?)!

    1. Olá André,

      A declaração de saída definitiva não é bem uma opção, mas sim uma obrigação se você estiver dentro dos critérios estabelecidos. Mais detalhes aqui: https://www.gov.br/pt-br/servicos/comunicar-saida-definitiva-do-pais.

      Referente à investimentos e conta corrente que ficam no Brasil após a declaração, essa é uma área bem cinzenta, pois pelas regras você somente poderia ter alguns tipos de investimentos e a conta corrente seria uma modalidade especial (que possui taxas de manutenção altíssimas).

      Na realidade, a maioria das pessoas acaba mantendo as contas que já tinham antes da mudança, pois ainda é necessário movimentar dinheiro no Brasil de alguma maneira.

      1. Pensando aqui: manter uma conta poupança e uma conta de transferência (tipo PayPay / Wise) ajudaria ele, não?

        Se bem que salvo engano, Portugual e Brasil tem regras de movimentação financeira que permite integração, então talvez ele usar uma conta que ele permita usar no exterior (tipo Banco do Brasil creio que faça isso) o ajude.

        1. Tenho Wise, uso para receber meu salário enquanto ainda não me mudei e não tenho conta em banco Português, ajuda muito, especialmente pois estou me mantendo no Brasil com o dinheiro que tenho guardado, portanto não perco na conversão para trazer o dinheiro para o Brasil, e depois levar de volta para a Europa!
          A questão é que quero manter as contas separadas, justamente para não precisar ficar convertendo para lá e para cá, e perder dinheiro a cada conversão, entende? Como já tenho minha reserva nas duas moedas, gostaria de mantê-las onde estão. Sem mudar nada! Mundo ideal, dos sonhos! heheheh

      2. Sim, na teoria sou obrigado a declarar. Na prática, a teoria é outra, como diria João do caminhão.
        A minha dúvida é justamente em relação à conta e aos investimentos, queria manter minhas contas correntes exatamente como são, todas digitais, com atendimento todo digital, e sem necessidade de agências e coisas do tipo, e sem custo de manutenção. Em relação aos investimentos, não tenha nada “fora do comum”, apenas alguns CDIs e CDBs, que também gostaria de manter. Se eu puder manter isso mesmo fazendo saída definitiva, não tenho dúvida que farei, mas na prática, acho que precisarei consultar um contabilista e/ou um advogado especialista nestas questões para saber o que posso fazer.
        Fato que também tenho uma empresa aberta no Brasil, que uso para gerar notas equanto presto serviços para a empresa que trabalharei em Portugal, mas essa encerrarei assim que sair do País!

    2. Minha esposa deu início na cidadania italiana… Agora é só aguardar e pagar as etapas. Pretendo aprender algumas profissões diferentes nos próximos anos, pra ao menos ter uma chance a mais de emprego.

      1. ele teria que declarar o rendimento que recebe lá aqui, então ele pagaria imposto relativo a renda dele no IR de lá e também pagaria aqui.

        ex: salário de 1 mil euro por mês, no ano seguinte teria que fazer a declaração de renda em portugal, e como não fez saída definitiva no Brasil, teria que declarar essa renda também aqui no Brasil, pagando imposto tanto lá como aqui.

    3. Seguinte, ela me falou aqui que você encerra todas as suas contas e pede a declaração de saída. Aí existe um tipo de conta para não domiciliados, é essa que você vai precisar.
      Claro, tudo depende do tipo de aplicações e investimentos que você tem aqui, pra ver se vale a pena mesmo encerrar tudo. Veja no site da receita federal que têm tudo lá.

      1. O problema é que teoricamente sou obrigado a declarar saída definitiva. Em último caso, transferirei meu dinheiro para uma conta em nome de algum parente e deixarei o dinheiro aqui, pagando os impostos sobre ele, pelo tempo que julgar necessário, e arcando com isso. É um preço que não gostaria de pagar, mas também não quero ser bi-tributado, nem perder dinheiro mandando o dinheiro para Portugal, e depois mandar de volta para o Brasil (se precisar), e muito menos pagar tarifa de manutenção de conta! Triste isso!

        1. É assim mesmo. Temos um círculo vicioso de burocracia pra evitar fraude e fraude pra burlar burocracia.

  11. comentei aqui há um tempo que estava atrás de um substituto pro joplin, pois esse apesar de ser livre e free, dava muitos bugs e eu perdia constantemente as imagens que anexava no serviço, além de ter um bug chato que se eu atualizasse o aplicativo num pc e sincronizava as notas e fosse vê-las em outro dispositivo que não estava atualizado ele simplesmente parava de funcionar, aí acabei indo pro evernote, mesmo não sendo tão confiável e não tendo criptografia está me suprindo bem, no computador é ok, mas no celular é lento, demora a abrir qualquer coisa, até mesmo a tela inicial.

    e como estou na saga de usar serviços longe das grandes empresas e também das que não são tão confiáveis, estava a procura de uma alternativa ao evernote, infelizmente não achei nada tão barato como, aí acabei lembrando do Standard Notes que o Ghedin fez um post uma vez (https://manualdousuario.net/apps-anotacoes/) e lembrei que ele tem funções que o deixa muito parecido ao evernote (como cadernos e suporte a anexos, desde que você pague por isso), vi as demos e fiquei bem interessado, inclusive ele pode sincronizar com a nuvem das grandes, assim você anexa arquivos e eles ficam criptografados que ninguém consegue ver a não ser você (nem quem hospeda os arquivos).

    contei essa história com a expectativa de alguém contar sua experiência com o Standard Notes pago, alguma pessoa? queria ler um relato antes de assinar o pago para testar, pois o preço infelizmente é caro e não estou disposto a gastar com algo que talvez não goste(mesmo pagando um mês pra testar fica caro, pois a conversão não ajuda).

    1. sempre usei o Evernote, mas devido ao descaso com o aplicativo da versão para Android e a promessa de uma versão nativa para Linux que nunca saiu, fui obrigado a “testar” outras alternativas e dentro do que busco hoje que é segurança e privacidade, o Standard Notes é o que melhor preenche os requisitos.

      Também estou na mesma situação que você, criando coragem para assinar a versão paga.

  12. Peguei um ssd pra fazer dual boot Windows + Linux, no meu computador pessoal.

    Primeiramente instalei o Fedora 34, achei o sistema bem lindão, mas como estranhei a dock ficar oculta,e o teclado não funcionar os caracteres do alt+gr(pesquisei e não encontrei solução pras duas coisas) acabei instalando a segunda distro.

    A segunda era o Pop OS! 21.04 e não sei se eu superestimei muito o Pop mas no final foi que nem minha experiência com o Elementary, achei os ícones bem feião kkkk.

    Resultado acabei colocando o Ubuntu 20.04 LTS e instalando o Tile manager do Pop nele, e agora tô tranquilo hehehe

    1. Acabei nem mais usando o Linux no meu note aqui. Como o Windows Boot Manager ficava se sobrepondo toda hora na hora do boot, acabei deixando quieto.

      Preciso organizar minha bagunça digital para estudar a possibilidade de adotar Linux em definitivo (e poder orientar meus clientes a fazerem o mesmo antes da chegada do Win 11)

    2. O Fedora traz o Gnome padrão, por isso a dock fica escondida. É questão de gosto. Eu particularmente prefiro assim, porque é um elemento de distração a menos na tela. Porém, existem extensões que adicionam uma dock ao Gnome. O Ubuntu faz isso.

      Eu não gostei da última atualização do Pop!_OS. Achei muito bagunçado. A versão anterior era muito mais bonita e eficiente, eu acho.

      1. Vc usa o Fedora?

        Eu quase voltei pra ele antes de instalar o Ubuntu, mas pelo problema do Alt+gr eu acabei indo pro Ubuntu mesmo.

        1. Uso sim. Eu nunca tive problemas assim com o teclado. Mas pode ser que o sistema não tenha detectado o teclado corretamente. É sempre bom testar o teclado antes da instalação. Dá para mudar o layout no instalador do sistema. Quando o sistema está instalado, dá para mudar nas configurações.

          1. Sua máquina possui GPU Nvidia? Se sim, o que me diz da compatibilidade?

            Estive pensando em testar o Fedora e tenho muito receio de GPU e bateria não durar tanto…

          2. @ytrewqbvcxz

            Sim, é Nvidia. É tranquilo instalar os drives no Fedora. Funciona tão quanto funcionaria no Ubuntu, no Pop!_Os, etc. Podem existir problemas de compatibilidade com o Linux, mas isso independe da distro.

    3. Cara, uso o debian testing e bspwm.
      Fica mais cru e bem longe de uma experiência windows ou mac….
      Porém meu fluxo de trabalho ficou sem distrações. Fica tudo na base da tecla de atalho (por causa do bspwm, claro), daí tem uma curva de aprendizado/esforço… mas pra mim valeu super a pena.
      Fica leve, também.
      O bacana do linux é que vc pode deixar como vc quiser.

  13. alguém está usando Safari 15 no macOS?

    o que acharam?

    algumas imagens aqui: https://imgur.com/a/csjmmDE

    no meu velho macbook pro de 2014 foi perceptível uma leve queda de velocidade: às vezes parece que dá umas micro travadinhas nas animações e transições entre uma aba e outra, embora a navegação em cada site continue igual e ok

    sobre a nova barra superior: a ideia parecia melhor que a execução. Em alguns sites a integração cromática funciona melhor e em outros fica muito esquisita — e em telas pequenas fica tudo muito confuso.

    1. Esse tema dinâmico/translúcido lembra o que o Vivaldi faz ou é impressão?

      1. Usei pouco o Safari desde a atualização, mas a impressão que tive foi justamente essa: a Apple copiou a ideia do Vivaldi.

    2. Eu gostei da interface, achei bem limpa e elegante, além de me agradar pegar as cores. Isso geralmente vem de metatags, então é responsabilidade do dev definir qual a cor ali em cima.

      Porém não dá pra usar o Safari como principal, é um navegador muito atrasado em relação a outros

      1. eu gosto bastante do safari: ele é mais leve que os demais (ou talvez fosse mais leve, agora a coisa mudou), mais bem integrado e a interface é (ou era) mais agradável — poder usar os dois dedos para ver a página anterior sem efetivamente voltar a ela, só para “espiar”, é algo que você não acha em nenhum outro navegador

        1. “poder usar os dois dedos para ver a página anterior sem efetivamente voltar a ela, só para “espiar”, é algo que você não acha em nenhum outro navegador”

          O Gnome Web também tem isso.

    3. Lí muitas críticas e olhando as screenshots achei horrível a nova interface (a de linha única, que une a barra de endereços à aba do site), tanto que quando atualizei fiz questão de deixar no modo antigo. Ainda assim ficou um negócio bem confuso – ele deixa a aba em uso escura e as em segundo plano claras. Apesar de não ter gostado da aparência, tendo a instalar essas atualizações pela questão de segurança – é a versão com desenvolvimento mais ativo e algumas falhas novas ainda não foram descobertas (e não estão em uso).

      Dito isso, depois de usar o modo de “linha única” no iPad – e gostar – resolvi testar no Mac também e incrivelmente gostei. Não tive o problema de compreensão que as pessoas falavam nos reviews…

    4. Simpatizei com a atualização. Ativei o modo compacto de exibição de abas e editei/limpei a página inicial, que no esquema padrão ficou muito poluída (exibindo vários blocos de informação, como sites mais visitados, relatório de privacidade, lista de leitura etc.), e estou me adaptando bem. Também notei que no menu de preferências, em Abas, dá pra desabilitar a opção de mostrar a cor da página na barra superior, algo que pode agradar quem não curtiu a novidade.

  14. Google e Twitter são contra decisão do STF de bloquear perfis bolsonaristas…

    cara o stf que está fazendo é correto, é preciso bloquear se não vira um estado sem regras vira um caos sem moderação! gente maluca não deve ter palco e não deve ser livre para dizer coisas perigosas que afetem a saúde dos outros pessoas! a justiça é importante assim a moderação mantém o país no trilhos.
    abaixo ao gente anti-máscaras e anti-vacina bolsonaristas sujos!

    1. Não a toa comemorei quando o Gizmodo fechou os comentários :V

    2. Tudo certo enquanto eles lucram, mesmo se for com chorume reaça e ancap.

  15. Olá, pessoal!

    Apesar de não publicar muito por aqui, sempre acompanho as discussões.

    Comecei a usar hoje o Trello para me organizar e estou adorando. Queria saber a experiência que vocês tem com a plataforma. Tinha tentado usar o Notion antes, mas não me adaptei.

    1. Não conheço nada sobre o Trello. Ele serve como uma ferramenta individual também, ou é voltado a grupos?

      1. Também serve como uma ferramenta individual. Ele utiliza a metodologia Kanban, com colunas contendo coisas a fazer, coisas em andamento e coisas prontas.

  16. Ontem no gnt foi ao ar o primeiro episódio de uma série de dez capítulos, chamada Sociedade do cansaço, inspirada no livro de mesmo nome. Se não me engano, será toda quarta-feira, 23:30.
    Eu não sei nem por onde resumir, então quem puder, assista. É uma cirúrgica voadora na boca do estômago.

    1. Interessante! Já tinha ouvido falar do livro.
      Vi que os episódios estão disponíveis no Globoplay também, vou assistir.

  17. Só eu que simplesmente acha que cagaram com o Evernote?.

    Por causa da limitação de 2 dispositivos no plano gratuito, quando vai entrar no aplicativo o mesmo fica em loop numa página branca e não sai de lá, seja no Android, iOS e PC, aqui foi uma luta pra desvincular um dispositivo e parar com esse bug infernal.

    Obs: o que mais tem é reclamação disso seja na Play Store seja na App Store.

    1. Essa limitação é bem antiga, desde de 2016, quando comecei a usar em +2 dispositivos migrei para o OneNote.

      1. Pior que mesmo sendo antigo nunca tinha dado esse problema de ficar em loop nos dispositivos.

        Eu ia migrar hoje pro One Note mas bugou a exportação das notas. Por hora fico no Evernote.

    2. como eu assino não tenho esse problema (mas quando usei o gratuito isso não me aconteceu), mas ele está extremamente lento, refizeram o aplicativo mas não ajudou muito, estou buscando outra solução, infelizmente as duas mais conhecidas não me atenderam, então por enquanto continuo com ele, mas vou testar o Standard Notes em breve e espero que supra bem essa função.

      1. Interessante esse Standard Notes, vou pesquisar a respeito do mesmo.

  18. Boa tarde!
    Quais reprodutores de música (para Android) usam?
    Estou querendo deixar o player padrão do meu para utilizar alguma solução externa confiável, sem propagandas e sem ser nativa do sistema (estou buscando opções para não ficar travado em ferramentas nativas… sei lá, privacy paranoid)

    1. Poweramp. Mas também já passei pelo USB Audio Player Pro , quando usava um DAC USB.

    2. Um player que eu gostava bastante, antes de me acorrentar emocionalmente ao Spotify, era o Shuttle. Levinho e com uma usabilidade excelente. Ele tem uma versão free, com algumas limitações, e uma paga completa. Vale muito a compra.

    3. Poweramp. Eu ouço muito album e compilação, então ele é perfeito pra reproduzir as coisas por pastas.

    4. Phonograph. Leve e, acho, open source. Competente no que faz.

    5. Uso desde 2012 o JetAudio no Android, por causa da função de acelerar o áudio em até 2x, função esta que sempre uso para ouvir podcasts nele (apesar que agora existe o spotify que é possível acelerar ainda mais, porém né, 2x é o suficiente kkk)

  19. Galera, vocês escrevem seu nome nos livros?

    Tô perguntando pq lembrei de um achados e perdidos em que o ghedin mandou o link de um pessoal que faz carimbos personalizados “ex libris” e achei muito massa.

    Em qual página assinam?

    Num primeiro momento achei meio antipático assinar como dono do livro mas é bom mesmo pra induzir a pessoa que recebeu o empréstimo a devolver rs

    falem sobre!

    1. Eu costumo escrever meu nome e a data que comprei ou ganhei o livro. Eu escrevo a lápis de forma discreta na folha de rosto ou atrás da aba (caso o livro tenha). Se eu for dar o livro para alguém, simplesmente apago.

    2. Eu costumava colocar nome e data na página dos agradecimentos. Depois, passei a colocar na parte interna da aba da contracapa. Quando desisti de colecionar (e comecei a trocar), parei de escrever. (Mas sinto falta de saber desde quando aquele livro está esperando pra ser lido, hahaha.)

    3. Nos livros impressos que raramente adquiro (maioria é no Kindle), escrevo nome, data e algum contexto. Tenho um livro de Python de 2018 com a mensagem: “comprado com meu 1º salário de estagiário”.

    4. Eu não escrevo não. Mas compro poucos livros. Ganho muitos, da minha mãe, e todos vem com uma dedicatória, impressa em papel (as vezes escrita a mão pelo pessoal da livraria, quando ela consegue falar com o pessoal da livraria) separado pelo fato dela morar em outro país e comprar os livros por livrarias online. As dedicatórias vem soltas, e eu prendo com um grampeador ou um clipe de papel.
      Recentemente tive que doar muitos livros, que acumulei por uma vida, pois estou mudando de país também, então peguei todas as dedicatórias para levar, anotei o nome do livro nas que não tinham, e vendi para um sebo alguns, doei outros, e deixei uns com meus irmãos. Essa solução de dedicatórias separadas se mostrou melhor que a encomenda! :)

    5. eu fazia isso, mas depois parei. nome e data de aquisição… no começo é legal, depois haja haha…

      1. Eu sou do time que tem carimbos de nome e também de ex-libris (que é tipo uma logomarca pra sua biblioteca pessoal).

        Gosto de ter livros que já foram lidos e grifados por outras pessoas, eles vem com “vida pregressa” e mais conteúdo e valor emocional. Recentemente comprei livros de uma amiga que está pra sair do país e fiz questão de dar pra ela um carimbo pra que ela carimbasse os livros com o nome dela antes de eu abriga-los na minha estante.

        Eu gosto de fazer isso na primeira página do livro, onde consta o título e nome do autor. Também tenho mania de anotar mês e ano quando adquiri.

  20. Para quem usa RSS, que agregador vocês usam?

    Tenho usado a extensão para navegador Feedbro, a qual eu gosto bastante. Todavia, ela não permite nenhum tipo de sincronização, o que é meio chato, pois às vezes eu gostaria de ler o feed pelo celular.

    1. Nesse quesito ainda não migrei para uma solução open source. Até tentei o Nextcloud News, mas preciso configurar direito…

      Dito isso, já faz bons anos (tlvz uma década? o_0) que uso o feedly.com.

    2. Uso o Inoreader. É absurdamente bom e completo. É um serviço pago e proprietário, infelizmente. Mas a versão gratuita, que eu uso, dá e sobra. Nunca achei nada parecido.

    3. Sdds, google reader!! (Não dava pra perder a piada né? Hahaha)

      Mas bem, também uso o Feedly porque foi o primeiro que achei, mas algumas limitações na versão free me incomodam. Vou ficar de olho nas indicações aqui.

    4. Eu usava antes o QuiteRSS, mas ficava fechando toda vez que os feeds atualizam, aí passei a usar o feedbro.

      O ponto fraco é a sincronização, mas aí tu tem que configurar os feeds pra atualizar a cada minuto (e tem que ser um por um)

      Aí estou usando um conjunto FeedBro no PC + Feedly no celular + Canais do Telegram

    5. Eu uso o Palabre, com a conta do Feedly.

      Mas ainda sinto falta do Google Reader.

      1. eu tb usava o palabre, mas infelizmente ele foi abandonado e começou a dar bugs (3 anos sem atualização do aplicativo), aí hoje em dia uso o FeedMe, ele é tão bom quanto o palabre, com exceção para executar gifs direto no app, isso o FeedMe não faz e o palabre era perfeito.

        1. Nussa, aqui funciona ainda bem a ponto de nunca ter percebido esse tempo todo sem atualização.
          Vou até olhar esse que citou. 😂

        2. Nussa…
          Fui testar o FeedMe, ao tentar logar com munha conta do Feedly descobri que parece ter dado um pau louco na situação toda.
          Explico.
          Uso o email do Gmail para acessar, mas acreditava não usar a conta Google. Acontece que ao tentar logar o Feedly ao FeedMe ele só aceitou meu email se usado como Conta Google e ao logar o agregador de RSS aparece completamente vazio.
          Mas ao abrir o Palabre os feeds estão lá e atualizando.
          Resultado, ficarei lá no Palabre mesmo que me atende bem.
          Coisas da internet, fica a curiosidade.

    6. Uso o Feedbin. Pra mim ele é incrível e, embora pago, vale demais a pena. O bom é que posso sincronizar em diferentes apps e dispositivos e tudo ta ali funcionando.

      No Mac, eu usava o NetNewsWire, no Windows o Fluent Reader, no Android fico com o Palabre. Todos eles associados a minha conta Feedbin. É os 5 dólares mais bem pagos do mês pra mim…

  21. O quanto eu perco sem um Smartphone?

    Meu Smartphone veio a apresentar defeitos, e desde o dia 20 tive que dar uso a um positivo P38 que estava guardado, um telefone básico com 3G, suporte a microchip e com navegador wap, atualmente estou lendo Minimalismo Digital do Cal Newport, e aproveitei a oportunidade para me afastar das tecnologias opcionais,  o curioso é que eu descobri (embora tivesse uma desconfiança) que não tenho acesso ao internet banking de alguns bancos digitais e tradicionais sem os tokens  gerados por seus aplicativos, e que o Itaú pretende descontinuar a versão web para consulta dos gastos de seus cartões de crédito, mas posso apelar para 3003-3030 e solicitar o saldo do cartão por um comando ode voz ou mandar SMS com a palavra CARTÃO para 4828, e também que não consigo fazer um PIX pelo caixa eletrônico do Bradesco, apenas cadastrar chaves, também não posso fazer investimentos, exceto poupança (se é que eu posso chamar de investimento pela sua rentabilidade). Os mesmos também não funcionam em emuladores Android (é por onde ando usando o Whats App), por questões de segurança, os que funcionam é impossível fazer fazer o reconhecimento facial (algo que não me agrada mesmo, já não possuem dados de mais?).

    Tudo isso me fez pensar o quanto estamos dependentes desse aparelhos principalmente pela comodidade que eles trazem, também me trouxe o sentimento de exclusão se não tenho um aparelho desse não tenho alguns benefícios, mas pensando esses benefícios poderiam existir por uma interface web, que eu poderia usar via navegador, a questão de segurança poderia suportar um Authy com verificação em 2 etapas (não sei até onde é viável e se é seguro).

    Descobri que existe uma versão leve do DuckDuckGo: https://lite.duckduckgo.com/lite?q=
    e que o manualdousuario.net funciona bem em um navegador wap, de resto vou seguindo mais um tempo sem Smartphone para ver o quanto estou perdendo e até quando posso suportar, refletindo durante a jornada.

    1. Compartilho desse sentimento. Não fosse o WhatsApp e o aplicativo do banco, eu provavelmente teria um “dumb phone”.

    2. Apps de banco realmente tem esse fator de segurança, aí não tem muito o que fazer, fora que tem alguns que precisam usar os serviços do Google ou não funcionam com root

      Sobre a consulta pelo site, também vi isso e consulta por SMS parece que vão acabar com isso em breve. As vezes preciso consultar o saldo da conta pra minha mãe, ela se recusa a usar os apps do banco, agora eles pedem pra consultar no WhatsApp do banco.

    3. No fim de 2019 eu fiquei usando um Nokia Flip durante uns 2 meses. Hoje não me faria tanta falta, no máximo teria que voltar a usar o cartão de débito do Bradesco ao invés do nubank, como foi na época.

    4. tô saindo pra pedalar sem celular e tá tudo certo. só vou com o relógio q marca o percurso… um da xiaomi q compre faz tempo… amazfit bip ou algo assim.

      eu estava até comentando em outro post livre se compra um feature phone pra levar nas pedaladas, mas achei melhor pegar um xiaomi antigão q tenho aqui, um m1 a1, e instalar um rom voltada pra privacidade nele ( a /e/) e ficar só com o basicão nele. infelizmente ainda não consegui fazer a instalação… só consegui travar o aparelho na inicialização haha. achei q seria tão fácil qto nos motorolas ou samsungs, mas não é…

      fora isso, há essa pressão social pra estar conectado o tempo todo, pq, nossa, se vc não estiver o mundo pode acabar e vc não ficara sabendo ou não terá tempod e compartilhar algo nas redes… cara, pra emergência existe 190, 192, 193 etc… se vc não trabalha com algo essencial, q vc tenha q ser acionado em qualquer lugar me q vc esteja, vc simplesmente não está perdendo nada e tb não estará prejudicando ninguém. desconfio q vc estará bem. sem falar q se vc precisar de ajuda vc ainda pode pedir por ajuda, pedir um celular emprestado… cara… há alguns anos não existia essa necessidade e, sei lá, ninguém morria por não ter fichas ou um cartão pra usar um orelhão…

    5. Pois é, recentemente queria abandonar apps financeiros do celular, e aí que me dei conta dessa limitação. Se não me engano com o Banco do Brasil até dá pra usar pelo computador sem o celular, mas os limites são mais baixos.

      Acho que com os recentes golpes de celular, talvez isso seja algo revisto por estes bancos? Saudades da época do token físico ou até mesmo do cartãozinho com aquela matriz de números.

      Mas eu não chegaria ao ponto de ter um telefone simples desses. Meu dia a dia já se adaptou muito ao uso do smartphone, seja o mapas/gps para navegação e/ou transporte público, seja o spotify para ouvir música, ou mesmo o whastapp/signal/telegram para ficar por dentro das rodinhas sociais. São coisas essenciais? De forma alguma, talvez a parte social, pois socialização é algo essencial, e em tempos de pandemia, a socialização virtual é mais ainda.

      Mas muito do que nos parece urgente não é. Antes da pandemia costumava ir a festivais de música de ficar acampado, normalmente em lugares ermos, sem sinal de celular e ficava 3, 4, 5 dias sem acesso a rede e, quando voltava a ligar o celular e conectar na rede, nada tinha acontecido. Fora muitas notificações de grupos que na verdade não me diziam respeito.

  22. Pessoal, alguém, aqui já formalizou a sua saída do cadastro positivo? O processo é muito complexo?
    Há algum tempo atrás houve uma matéria do próprio Manual a esse respeito e na época os bureus de crédito exigiam que se fizesse um cadastro em cada uma para solicitar a saída do sitema de cadastro positivo, alguém chegou a cruzar esse calvário?

    1. É difícil. Nenhum lugar deixa fácil. E pedem quase tanto dado quanto… fazer um cadastro.

      Mas consegui. O mais simples e menos incomodativo que achei foi no Quad (https://www.quod.com.br/cancelar-cadastro-positivo). Eu não lembro onde, mas consegui o email optout@quod.com.br para o qual se pode enviar o formulário preenchido/assinado + RG digitalizado.

      Mas na página não tem o email, só via eletrônica ou correios. Não lembro como consegui o email!

  23. Tenho observado uma certa “estagnação eletrônica”, ou seja, nenhum salto grande em termos de inovação tecnológica. Hoje em dia não há nenhuma necessidade de você trocar a sua TV da sala, se você comprou nos últimos 5 anos. O mesmo tenho observado com notebooks e computadores com os quais muitas pessoas tem ficado com eles, em alguns casos, por mais de 10 anos. Vejo também que as pessoas só estão trocando de celular após o mesmo ‘morrer’ de vez. Além disso, tenho observado em crescimento no interesse em equipamentos “vintage” como aparelhos toca-disco, máquinas fotográficas analógicas e relógios tradicionais. Estamos passando mesmo por uma estagnação eletrônica ou é apenas um reflexo de uma recessão econômica?

    1. Acho que toda categoria madura acaba se tornando mais utilitária e, com isso, estagna. Celulares entraram nessa há dois ou três anos. E sim, acho que a recessão econômica pesa. A crise dos chips também deve estar atrapalhando.

    2. A única coisa que se faz necessário a troca é software ou um recurso importante para o devido consumidor. Por exemplo: troquei de TV há um tempo. A antiga era FHD 30 hertz. Agora tenho uma 4k, HDR, 60 hertz. Acredito que a próxima troca só se daria TALVEZ por uma 120 hertz e OLED, mas sendo sincero não vejo necessidade para isso agora.

      Com celulares como o Ghedin falou, a crise pesa. Um moto G, primeira edição podia ser comprado por 600 reais, hoje o mesmo modelo, edição mais recente custa três vezes mais. Fora isso, se está servindo trocar para que?

    3. eu acredito que o único salto realmente interessante esta atrelado as telas, principalmente a questão de Hertz. pode parecer bobagem para quem nunca usou, mas para que já teve um monitor 144Hz, não consegue mais voltar para o 60Hz.

      1. É verdade que os 144Hz são muito mais fluidos e que a diferença imediata entre um e outro é bem brusca, mas acho que na real é que em 01 dia você se acostuma com essa mudança e nem repara mais rs

        1. eu acho que isso depende de cada um, eu não consigo mais, fiquei duas semanas com o notebook da empresa e começou a me incomodar muito, ai voltei pro meu pc pessoal

          isso que, estou usando a um ano apenas mas, confesso que, usar por apenas algumas horas não vai te fazer ficar “dependente” do 144hz, talvez nem perceba

    4. Temos aquelas TVs de 32″ que praticamente estão sumindo das lojas, com resolução apenas HD.

      Provavelmente foi substituído pelos monitores de 27″, que dá quase o mesmo tamanho de uma de tv de 32″.

      Aí se quiser transformar em uma televisão, só conecta a uma TV Box ou naqueles conversores digitais e pronto, já dá pra usar.

    5. não podemos esquecer que inovações são também socialmente constituídas — e podem ser negociadas, sugeridas, impostas

      é menos sobre a efetiva transformação de técnicas, processos e produtos e mais sobre que tipo de nova necessidade se pode inventar num dado momento

      além disso, as efetivas transformações são limitadas pelo interesse real dos capitalistas em transformarem isso em mercador: quero dizer, teríamos condições tecnológicas, por exemplo, para fazer carros muito mais “inovadores”, mas o carro continua basicamente “igual” há mais de um século

        1. então, não sei necessariamente se precisamos de carros mais “inovadores”: a inovação talvez fosse de fato não precisar mais de carros

          mas já que ainda recorremos a eles, tratam-se de produtos não muito diferentes do que eram lá no começo do século 20: quatro rodas, duas fileiras de assentos, faróis na frente, faróis atrás, etc.

          1. Se analisar, tudo o que você falou vem do tempo das carruagens.

            Creio que quando se fala em “inovação”, é em tecnologias que ajudariam a melhorar o uso e eficiência. Para automóveis, o máximo disso seria a mudança de motorização (para elétrica) e de tamanho (menores para ocupar menos espaço nas vias, mas não menos confortáveis que os atuais).

            Além disso, seria na verdade no uso mesmo, que como a gente hoje já tem a noção que um automóvel particular atrapalha na esfera pública, o ideal mesmo é a adoção de transporte público.

    6. Eu fico um pouco incomodada com essa questão da TV.
      Pra mim, 5 anos é pouco tempo para uma TV. Eu era acostumada com tvs durando de 10 a 15 anos, até quebrar e estar realmente velha demais. 5 anos parece estável para ter um celular ou um computador, mas acho pouco para o q historicamente durava uma tv.
      Eu não tenho nenhuma TV smart ainda, a da sala é um monitor de 42 e a do quarto acho que uma das ultimas não smart a venda. Enquanto não quebrarem, não me sinto defasada pq não dependo do software delas. Uma é de 2013, outra de 2015 e estão ótimas. Mas fico pensando quando tiver que trocar, se vai durar esse tempo ou se as atualizações de software vão parar de ser compatíveis qdo chegar nesses 5 anos. Ou vai ter atualização, mas vai ficar pesado para o HW da TV e tudo devagar.

      1. Tenho a mesma TV desde as olimpíadas de 2012 e não sinto a menor vontade de trocar.

        Nesse meio tempo já vi inúmeras TVs mais novas com qualidade bem pior de imagem pra o que vejo (basicamente tv, Nintendo Switch e streaming).

        Panasonic, full hd, dumbtv. Tive Apple TV, Chromecast e hoje em dia uso FireTV 4K.

  24. Refazendo meu comentário porque acho que foi como spam ou algo parecido (desculpa, Ghedin. Se depois desse, for duplicado, pode excluir).

    Eu tô há alguns dias pensando em criar um pequeno blog pessoal (não sei se encaixaria dentro do conceito de digital garden). Fiquei de olho no mataroa, mas queria um pouco de customização. Encontrei o write as, mas por ele ser pago, não sei se valeria a pena. Estou receoso de montar algo do zero, tendo que instalar coisas, conectar contas, programar algumas linhas. Não é minha vibe. Eu só procuro um espaço legal para escrever algumas coisas mesmo. Recomendações de plataformas fora das big techs e com uma boa política pró-privacidade, mas relativamente de fácil montagem e execução são bem vindas :)

    Caso esse projeto dê certo e não seja apenas um surto de criatividade, gostaria que tivesse um domínio bonitinho, mas sem que meus dados de registro ficassem rodando pela internet. Vi que a Hostinger possui um mecanismo de segurança que bloqueia os dados pessoais, substituindo por dados genéricos. É seguro? Existem outras opções?

    1. Se seu domínio não for .br, é possível registrá-lo em qualquer lugar que ofereça esse serviço e vários deles têm um extra que protege os dados de registro (embora quase sempre seja algo pago).

      Não darei spoilers, mas fique de olho na reportagem especial da semana que sairá logo depois do almoço aqui no Manual. Acho que vai te interessar :)

      1. Fazendo uma pequena defesa do registro.br, o valor pago lá financia ações interessantes, como os cursos gratuitos para migração do ipv6 entre outras iniciativas.

    2. para a aquisição de domínios, como já foi comentado em outros post livres, esses serviços são interessantes para essa questão de privacidade (lembrando que vc pode simplesmente usar dados falsos)
      – gandi.net
      – njal.la
      – namecheap.com
      – namesilo.com

      agora, se vc quiser montar um blog simples, sem muita firula, com liberdade de customização e gratuito, de uma olhada no GitHub Pages, é simples de realizar a instalação (as modificações nem tanto) e é gratuito (existem outros serviços para hospedar site estáticos, gratuitos/pagos)

      eu uso o mataroa, apesar da falta de customização, a ideia de ser algo livre de distrações ajuda vc a focar no que é importante (escrever)

      1. Estou dando uma olhada nesses domínios, obrigado pelas recomendações. O GitHub Pages parece bem interessante, mas tenho medo de ter que mexer muito na programação. Mas vou olhar com cuidado, parece uma boa opção.

    3. Situação que estou agora: não sei se monto baseado no WordPress, que já tenho certa familiaridade ou se vou para alguma plataforma menor e faço tudo na mão (montaria no write as – que gostei mais – e futuramente linkaria em um domínio próprio). O WordPress tem uma opção de domínio + hospedagem nativa, num preço aceitável e já cobrado em reais. Se eu pegar um domínio por fora, fico a mercê da volatilidade do dólar.

      O MdU é com base no WordPress, né? Queria deixar minha página tão limpa quanto (template eu sei que tem), mas sem os vários rastreadores que eu lembro que o WordPress tem.

      1. Sim, o Manual é feito no WordPress. Por padrão, o WordPress não tem rastreadores. Zero. Digo, o que você instala em um servidor; aquele do WordPress.com, que você só se cadastra e começa a usar, esse deve ter rastreadores diversos.

        O WordPress “instalável” carrega algumas coisas que são dispensáveis, como uma fonte para emojis, por exemplo, que têm um impacto (ainda que mínimo) em desempenho. Nada prejudicial à privacidade, porém, e de qualquer forma é possível remover tudo usando uns códigos no functions.php do seu tema.

  25. Aliás, aqui vai outra reflexão: é possível trabalhar profissionalmente com design gráfico e edição sem usar pacote Adobe? As vezes tenho a impressão que não. As vagas de emprego já pedem “pessoa que saiba usar o Photoshop” ou “pessoa que use Premiere” ao invés de pedirem pessoas que saibam editar imagens ou editar vídeos.

    É possível sobreviver no mercado profissional sem usar softwares padrão de mercado?

    1. Sim, é possível mas díficil. O mesmo acontece na área de TI, na qual trabalho. As grandes empresas de software além de investirem milhões no desenvolvimento das suas produtos, oferecem suporte, treinamento etc. No mercado profissional, as empresas desfrutam da segurança que esses produtos promovem. Além disso, a pulverização de diferentes produtos, muitas vezes, desenvolvidas sob software livre, torna dificil a contratação de profissionais capacitados e o gerencimento da infra interna pois cada produto pode ter diferentes requisitos.

    2. Dentro de uma empresa, eu acho difícil se você estiver sozinho. Se tiver mais gente, pode até rolar. Mas se a pessoa for freelancer, e conseguir entregar o resultado esperado, acredito que consiga ter sucesso sim.

    3. Tem que ver se a empresa vai fornecer o software. As ferramentas são praticamente as mesmas. Não faz diferença em qual software você aprendeu, no final das contas o que importa é você dar resultados.

    4. Acho que é mais fácil se você trabalhar em uma empresa pequena (onde você lida sozinho praticamente com a criação), ou se você trabalha como freelancer para empresas também pequenas.

      Mas para trabalhar em equipe, daí já acho mais difícil: o comum é você se adaptar ao ritmo de trabalho daquela equipe, e ao programa que usam. O pessoal acaba usando muito Adobe por ser meio que um padrão, e mais ou menos em conta (embora em gráfica o mais comum é CorelDraw mesmo).

      Mas né, o mercado se adapta ao que tem disponível. Pra criação de telas pra sites e apps, até uns dois anos atrás, o Sketch reinava sozinho, e hoje em dia o Figma (provavelmente) deve ser o mais usado.

    5. Cara, é difícil.
      Como disseram abaixo, acho que se tu trabalhar sozinho, ou quase sozinho, é mais fácil, mas se tu vai para uma empresa participar de um time e o time usa software proprietário, aí complica.

      Existem empresas de design que tem como filosofia somente o uso de software livre, como a estadunidense Freehive e a brasileira Estúdio Gunga, mas todos sabemos que elas são raras exceções.

      Existe também a paulista Empresa Digital, que além de design gráfico e marketing, também produz softwares para administração de empresas, usando somente FOSS e sendo FOSS.

    6. Impossível, não é, mas é muito difícil, sobretudo levando em conta as inevitáveis trocas de arquivos com outros profissionais e empresas — e nestes casos, os formatos de arquivo da Adobe são praticamente padrão de mercado.

      Arquivos de inDesign, por exemplo, são notórios por serem incompatíveis mesmo entre distintas versões do aplicativo — quanto mais entre aplicativos de empresas diferentes.

      Dito isto, caso alguém tenha um fluxo e uma escala de trabalho razoavelmente controlados, é plenamente possível (e talvez até mais agradável) adotar uma solução como o pacote Affinity (que é incomparavelmente mais barato que o pacote da Adobe, embora com recursos importantes ausentes), por exemplo.

      veja esses casos de migração: https://www.designernews.co/stories/96075-experiences-with-switching-from-adobe-to-affinity e https://medium.com/this-is-becca/why-i-switched-from-adobe-to-affinity-3169fce4da54

      1. Eu trabalho como freelancer há 4 anos com Affinity (Designer, Photo e Publisher) e apesar de serem mais simples que os monstrengos da Adobe, eles dão conta de 95% do trabalho. Os 5% restantes apenas demoram um tico a mais para fazer. São softwares ainda não tão maduros e que apresentam alguns bugs as vezes. Mas muito, muito mais baratos e o pessoal da Affinity atualiza bastante para ir consertando. O Affinity Designer é um misto de Illustrator com Photoshop básico que resolve muita coisa. O Publisher é ainda mais simples que o InDesign mas para pequenas publicações é bem ok. Eu recomendo aos freelancers todos!

        1. gosto muito do pacote da Affinity e como não sou designer profissional (o uso que faço dos aplicativos é um tanto quanto acessório às minhas demais atividades) acho os aplicativos bastante adequados para o que espero deles

          mesmo assim algumas ausências são irritantes: o Affinity Photo, por exemplo, não gera GIFs animados (o que acho imperdoável) e o Designer e o Publisher não possuem opções para aplicação de padrões (ao menos não da maneira fácil como acontece no Illustrator)

          apesar disso, algumas coisas funcionam de maneira muito mais simples e melhor que nos da Adobe: cropar imagens no Designer e no Publisher, por exemplo, é milhares de vezes mais simples e intuitivo que no Illustrator e no inDesign

          1. além disso, aquela coisa da Persona Pixel no Publisher é perfeita

    7. Não acho impossível, mas dependendo da empresa não vai ter como tu fugir. Sou designer a 10 anos já e não uso nada da Adobe, troquei totalmente para os softwares da Serif: Affinity Photo e Affinity Designer.

      Os atalhos do Affinity são muito parecidos, a interface também e o preço é MUITO mais convidativo. Comprei tanto pro meu Mac quanto pro meu Windows e não me arrependo.

      Porém, hoje trabalho com UX e utilizo o Figma, que é web-based, então nem tenho esse problema, na área de UX a Adobe está bem morta com o UX. Porém, lembre-se que empresas grandes tem a parte de homologação e precisa que os contratos sejam empresariais, então nesse caso, a não ser que a empresa decida ir pra outros, tu vai ser obrigado a usar a Adobe.

  26. Uma dúvida sobre o Manual. Fechamos um acordo com a Mosaico, dona dos comparadores de preços Buscapé e Zoom, para veicular links patrocinados no site. Por ora, eles só aparecem nas indicações culturais do Guia Prático e nos lançamentos literários da newsletter Achados e perdidos. O Manual ganha comissões.

    O Zoom consegue mostrar promoções, com o histórico de preços e tal. Para você:

    1) Seria interessante que o Manual fizesse curadoria dessas promoções?

    2) Se sim, onde você gostaria de ver essas promoções? Em posts no site, na Achados e perdidos, no canal do Telegram…? (Não precisa escolher só um lugar.)

    1. Acho que seria interessante, se não for gerar um trabalho que tome muito tempo para um retorno pequeno. Acho que nos achados e perdidos e no Telegram seria interessante pois normalmente promoções são algo transitório, e no site acaba criando-se a ideia de algo mais permanente.

      Porém, em posts pode ter alcance maior e chance das pessoas conversarem sobre o produto no post (embora também o possam fazer no Telegram)

    2. 1) Muito interessante!
      2) Eu gostaria de ver essas promoções na newsletter semanal de quinta-feira. O Interfaces faz isso, mandam promoções da Amazon nas news que eles mandam às sextas pela manhã

    3. Ótima ideia. O Macmagazine faz isto com uma extensão no navegador, que não utilizo, mas oferece o mesmo serviço no Telegram, o qual assino. É bom ver algumas pechinchas de vez em quando. Comprar é outra questão!

    4. 1. gostaria sim de uma seleção das promoções
      2. penso que gostaria de vê-las em um post semanal no site (como o Ars Technical faz) e em uma seção resumida nos Achados e Perdidos

  27. “O Microsoft Teams é uma confusão.” Prove-me o contrário! =)

    Brincadeiras de lado, há um ano e meio tenho tido experiência usando o Teams no serviço e num curso que fiz. Eu não consegui entender como o aplicativo pode me desagradar. É multiplataforma, algo que eu prezo muito, tem versão web bastante funcional, e integra vários serviços do Office, permitirndo até que você envie um documento no chat e faça a edição em tempo real. Isso é muito sensacional.

    Não sei descrever o que me desagrada nele. Talvez por senti-lo pesado em qualquer lugar que eu o use. Talvez por ter uma opção de chat em toda aba que eu abra, daí a parte confusa. Ou pode ser questões estéticas relacionadas àquele roxo forte que cansa minha visão, seja no tema claro ou escuro (talvez a intenção da cor tenha sido feita para gerar desconforto e fazer com que você use o app por menos tempo. Se foi isso, funcionou no meu caso.)

    De qualquer forma, você já teve experiência com ele? Que outros aplicativos tem usado para comunicação, seja para uso pessoal ou mais profissional?

    1. Tenho usado ele no home office à pelo menos 1 ano e meio.

      Eu acho ele pesado e algumas coisas simples, como responder uma parte da conversa é extremamente não intuitivo(tanto que só descobri nessa terça!!!!) ou quando vou anexar um arquivo e ele diz que o arquivo já está anexado, também acho a busca dele uma merda, tudo que me mandaram lá se for algo bem antigo vou passar raiva procurando.

      1. Eu me confundo bastante com a busca dele. Nem vou comentar sobre o modo de resposta. Eu costumo mandar tudo em uma mesma mensagem, mas tem pessoas que escrevem tudo “picotado”. Eu custei achar isso de responder e alguns até perguntaram como havia feito. O danado é complicado.

    2. Eu usei ele por cerca de 1 ano e meio, até trocar de empresa e ir pro Slack. No meu tempo de uso, achava a experiência dele muito confusa. Ele parecia tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo (como a parte do chat, e do kanban similar ao trello, entre outras coisas), o que me deixava muito perdido, junto com a parte de lidar com vários projetos e equipes diferentes.

      Hoje em dia no Slack, a experiência é mais tranquila: agradeço que ele ainda se proponha a ser só um aplicativo de mensagens. Tem as integrações, mas você não é exatamente obrigado a usar, e na maior parte, elas facilitam sua vida.

      1. Esse Slack eu cheguei a testar, mas não sei como ele funcionaria em equipe. Eu acho muito interessante a quantidade de integrações possíveis de serem usadas. Sempre vejo algo sobre ele na internet. Com quantas pessoas você trabalha?

        1. A empresa que eu trabalho tem em torno de 200 pessoas.

          O legal das integrações é permitir que a gente não fique atrelado a uma única plataforma – tem notificações do Hotjar, GCalendar, Zoom, entre outros

    3. Adoro o Teams e funciona muito bem no meu caso. Na empresa utilizamos ele há alguns meses. Como usávamos antes o Skype, já tava acostumado com o ambiente da MS.
      O Zoom eu gosto por ele ser leve e funcionar bacana no celular. Mas, a tela dele tem muitas partes vazias, coisa que o Teams não tem. Acho que o Teams aproveita melhor o espaço.
      Mas, o que eu curto mesmo é o Meet. Funciona bem pra caramba no navegador, não precisa baixar nada. Pra mim, é o campeão.

      1. Concordo bastante em relação ao Meet. Claro que tem o Google por trás e isso tornou ele se tornou o que é. Uso o Zoom também e vejo como ele tem melhorado nos últimos meses. Tem sido interessante. Já o Teams, é a primeira vez que eu vejo alguém falando bem. Com quantas pessoas você trabalha no Teams?

        1. O Teams é a ferramenta de comunicação padrão da empresa, que tem em torno de 80 pessoas. Mas, usamos basicamente pra chat, reuniões e chamadas de vídeo.
          Talvez para outras atividades mais elaboradas (como gestão de equipes, projetos etc.) haja outras ferramentas mais interessantes. Mas, pro uso que a gente faz, eu curto o Teams.

    4. Me sinto muito perdido usando o MS Teams no meu trabalho. Ele parece querer fazer tudo e é tudo confuso demais, além de ser muito pesado.
      Não consigo responder uma pergunta, só enviando uma nova mensagem, uma reunião que tenho diariamente gera uma nova conversa e fica lá perdida no dia seguinte então tenho que ficar ocultando, tem notificação de mensagem que recebo com áudio e outras não.
      No meu MBA usava Trello, Slack e Zoom com meus colegas que eram bem mais fáceis de usar que o Teams.

    5. É quase uma unanimidade isso! O teams foi adotado como ferramenta padrão na pandemia pela instituição onde trabalho. Usei uma vez no começo e achei péssimo. Pesado, confuso, chato de usar. Migrei por minha conta para o meet até que o limite de 60 minutos voltou a vigorar. Desde então tenho usado o jitsi, mas nas duas últimas reuniões, tive problemas com o áudio. Vez ou outra sou forçado de volta ao teams, mas é um genuíno desgosto. Me pergunto por quê a Microsoft matou o Skype por essa jaca em binário.

    6. Usei bastante o Teams e, embora concorde que ele tem um problema de peso bem chato e as vezes uma UI não tão intuitiva, não o acho tão ruim quanto pregam. Inclusive o novo Teams do Windows 11 ta bem melhor.

      Mas hoje trabalho usando Slack + gSuite, então não tem como comparar, o Slack é absurdamente melhor nesse aspecto e as integrações com ferramentas do Google ajuda demais.

      Agora medo mesmo eu tenho daquele Google Chat….

  28. Olá galera dos comentários, tudo bão?
    Venho aqui pedir dicas de livros para ler, pode ser de qualquer gênero, porém curto bastante ficção científica, em especial as distopias (já li 1984, Fahrenheit 451 e Admirável mundo novo).

      1. Esse vai estar na minha lista de leituras com certeza, obrigado pela dica :)

    1. Eu recomendaria Matéria Escura e Recursão, ambos do Blake Crouch. Boas histórias de ficção científica a lá Sessão da Tarde. Eu li os dois livros e gostei bastante (Recursão é o melhor).

      A trilogia MaddAddão da Margaret Atwood também é bem bacana e tem uma vibe distópica. Ainda não conclui, mas até onde li, é muito boa. Começa com Oryx & Crake, depois O Ano do Dilúvio e encerra com MaddAddão.

      1. Eu li Recursão com uma amiga e ficamos 🤯. Aí esperei promoção pra Matéria Escura, comecei a ler e me bateu a maior ressaca literária dos últimos tempos (e que perdura até hoje, infelizmente). 😫
        Mas assino embaixo na indicação!!

        1. Matéria Escura tem um plot bem interessante, dê uma chance haha

    2. Li recentemente Duna para entrar no ânimo do filme e gostei bastante, mas é uma leitura de fôlego

    3. Um livro que achei excelente, pois não sabia o que esperar, é “Os mortos vivos” do Peter Straub. Não tem zumbi, no original chama-se “Ghost Story”. Achei faz anos em um sebo e paguei pra ver.

      É uma literatura menos rebuscada e não faz paralelos com o mundo de hoje nem faz a gente pensar mto, como em geral ocorre com as distopias, mas ultimamente tenho fugido de coisas que nos remetem à atualidade, coisas mto reais porque tá complicado ficar otimista com o futuro.

      1. Um adendo: o livro foi relançado no Brasil pela darkside, acho que se chama “Ghost Story” mesmo em português.

    4. Recentemente li “O Fim da Eternidade” de Isaac Asimov. É uma boa mistura de viagens no tempo com questões existenciais.

    5. Planeta dos macacos… Interessante como o filme do Tom Burton é o mais fiel ao livro.

    6. Recomendo, Nós, escrito por Ievguêni Zamiátin. É a distopia original que inspirou desde grandes clássicos do gênero – Admirável Mundo Novo, 1984, Laranja Mecânica e Fahrenheit 451 – até livros mais recentes – Divergente e Jogos Vorazes.

    7. Leia “A Cidade e A Cidade”, do China Miéville.

      Já faz uns anos que li e ainda hoje não sai da minha cabeça. Ficção científica pulp estranhíssima e muito original sobre duas cidades que situadas em um mesmo espaço geográfico. Excelente!

      1. você achou “estranhíssimo”, mesmo?

        eu gosto muito do cenário e até mesmo da construção da metáfora que o autor vai movimentando, mas a experiência de leitura achei meio ok (nada demais)

        alguns diálogos, aliás, achei bem ruinzinhos

    8. Recomendo fortemente o conto “Aqueles que abandonam Omelas” da Ursula K. Le Guin.
      Simplesmente fantástico.
      Fora isso, acho que “O Vilarejo” também é interessante.
      Atualmente estou lendo “O mundo Assombrado pelos Demônios” do Carl Sagan, “O Triste Fim de Policarpo Quaresma” do Lima Barreto e “Moby Dick” do Herman Melville.

    9. Galera, muito obrigado a todos que estão recomendando livros, estou anotando as dicas :)

    10. Recomendo a trilogia Comando Sul(Aniquilação, Autoridade e Aceitação).
      Existe até um filme na Netflix adaptado do primeiro livro, mas a trama segue caminhos bem diferentes…

    11. Vou deixar aqui alguns dos meus favoritos de ficção científica que ainda não foram citados: Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams, me faz esboçar sorrisas; O Fim da Infância, Arthur C. Clarke, me surpreendeu bastante; História da sua vida e outros contos, Ted Chiang, uma das histórias foi adaptada no filme A Chegada; Akira, se valer quadrinhos; e A Mão Esquerda da Escuridão e Os Despossuídos, ambos de Ursula K. Le Guin.

      Recomendo também A Máquina Parou, é de 1909 e é bem curtinho. Tem ele gratuito na Amazon.

      Ah e anotei várias das dicas, muito obrigada a todos. Com as indicações da minha bolha, acaba que leio muita não-ficção.

  29. Alguém aqui já tentou desenvolver jogos usando a Godot Engine? Qual a opinião de vocês sobre a engine? Eu gostaria de desenvolver jogos a partir do Linux, usando de preferência software livre; vocês acham possível?

    1. Não sei se vale a atualização, mas: o Focus. É basicamente um sucessor espiritual de um launcher que era tão à frente do seu tempo que na época ninguém ligou (2013-14, acho), que era o Aviate.

      Conseguir ativar/desativar uma homescreen de acordo com o perfil ativado é sensacional.

    2. Como já comentado aqui, pra mim foi o modo foco, uma evolução do não perturbe. Minha bronca com o não perturbe é que ele era muito “8 ou 80”. Agora dá pra selecionar contatos específicos para furar o bloqueio, independe do app que o contato use – ao menos adicionei uma pessoa, ativei o foco, a pessoa mandou uma mensagem no zap e me notificou então assumo que funcione em qualquer app.

      Fora esconder homescreens específicas. Da pra agendar por horário ou por local.

    3. Bom dia. Gostei bastante da função Foco. A proteção de privacidade do e-mail também é interessante.

    4. Gostei da tradução no menu contexto, novo Safari e do polimento visual no menu das configurações

    5. tem um mapa de calor simpático no aplicativo de Tempo

      e….

      acho que só

      (mentira, como falaram, a coisa da captura de texto espalhada por todo canto sempre que a câmera é ativada é bem interessante)

      fora isso, acho que tem potencial a coisa do “drag and drop” entre aplicativos, mas a implementação acho ainda problemática

      1. O arrastar e soltar já existe há algumas versões no iPadOS e, sinceramente, se lá, em que há espaço na tela e a possibilidade de ver dois apps ao mesmo tempo, eu nunca usei esse recurso, acho ainda menos provável que vá fazer alguma diferença no iPhone.

        1. a implementação ainda é bem ruinzinha (inclusive de uma maneira desviante da atmosfera “it just works” que a apple gosta de vender), mas gostaria muito que isso fosse mais bem implementado pra evitar ter de ficar salvando imagens o tempo todo para passar de um aplicativo pra outro

          1. Copiar e colar, da maneira tradicional, não resolve? Uso bastante, inclusive com imagens, sem muito problema (um ou outro app não lida com a área de transferência quando há uma imagem nela, mas no geral funciona).

    6. Colocar white noise pra tocar nos AirPods Pro nativamente. Acabou de me ajudar a dormir depois de uma madrugada complicada em claro!

    7. Para mim e para a maioria dos usuários, não.
      Sei que não é para todos, mas gostei do Safari novo (a barra de endereços mais acessível na parte de baixo da tela, os gestos para trocar facilmente de aba, as abas visíveis inteiras [sem o coverflow] e as extensões). No meu iPhone 11 Pro ele também “ficou” mais rápido do que no iOS 14 – ao menos em percepção.
      Para quem é Power user deles: o Notas e o Lembretes agora tem as smart lists que os deixam próximos dos bons apps de terceiros.
      Principal motivo para atualizar para o iOS 15.1 ou 15.2: correção de bugs e atualizações de segurança.

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