Post livre #279

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

220 comentários

  1. fica a sugestão pra pensar para o próximo PL:

    mercado de streaming de vídeo vai continuar se pulverizando ou seguirá o caminho usual das grandes empresas de tecnologia e, após muitas compras e fusões, resultará no oligopólio usual?

    e a pergunta mais difícil: netflix se sustenta sozinha?

  2. As sanções administrativas previstas na LGPD passarão a valer a partir de hoje, ou seja, quem não estiver adpatado à legislação (a grande maioria) já pode “sofrer as consequências”. Quem tiver o interesse em saber como chegamos tardiamente até aqui e como eram aplicadas as sanções aos infratores até hoje, fiz meu TCC sobre o assunto.
    Obs: É uma linguagem com um pouco de juridiquês, mas creio que a maiora aqui consegue entender.
    (*Spoiler*:Tem citação de um certo autor de uma publicação independente que cobre tecnologia para pessoas.)

  3. Tem umas coisas que eu tenho dificuldade de entender. É tanta gente trabalhando nas Bigtechs pra lançar produtos amigáveis e não tem uma triste criatura pra soprar pra Apple colocar no Mail pra iOS uma opção pra ao apagar um e-mail o APP voltar pra lista geral ao invés de pular pro próximo, dando esse próximo já como lido mesmo a gente não querendo… (espero não ser burrice minha não ter achado essa função)

    1. Acho que não existe essa opção.

      A lógica é que você processa a caixa de entrada, ou seja, vai abrindo mensagens e lidando com elas como se estivessem numa fila — responde, arquiva, apaga, move ou marca como não lida e segue para a próxima. Tem até setinhas (bem úteis!) no canto superior direito para você navegar dessa forma entre os e-mails.

  4. Pessoal, como é o escritório/biblioteca/sala de estudos de vocês? Especialmente, que modelo de escrivaninha vocês utilizam? Estou querendo comprar uma nova porque a minha é muito pequena é só cabe meu notebook e alguns poucos livros. Sempre que quero fazer qualquer coisa preciso tirar tudo de cima dela – o que é péssimo, pois as vezes preciso do computador, dos livros e mais do que eu tiver utilizando – ou ir para a mesa da cozinha, o que não é legal.
    Queria uma escrivaninha grande, que coubesse meu notebook, meus livros e sobrasse algum espaço. Alguma indicação?

    1. Ontem mesmo eu estava pensando em comprar uma escrivaninha. Era o sonho da minha adolescência, ainda mais que eu escrevia muitas cartas (entreguei a idade, hahaha), mas nunca consegui realizar. Aí, com o passar dos anos, fui entrando no minimalismo, desfiz do PC de mesa e fiquei só com os móveis realmente necessários. Com a pandemia, e o HO alguns dias, comecei a sentir falta de ter um lugar pra colocar minhas coisas também. Eu tenho uma mesa parecendo carteira escolar e sinto falta de mais espaço e gavetas. Vou ficar de olho nas ideias.

  5. Fui suspenso do tecnoblog por ser “too combative”.

    Faz tempo que lá tem se tornado um lugar de reacinha sapatênis (quiçá sempre foi)

    1. Já vi comentários reclamando que o próprio mobilon é meio enviasado para o lado neo liberal… Aí já viu né?

        1. Bem generoso… Por que de colocar o meio bit no comparativo a gente vai ver o nível real de chorume…

    2. Acho que vou destoar da maioria dos seguidores do Manual quando se fala de Tecnoblog. Não é que eu não seja crítico contra eles, mas é que eu realmente não me importo com a posição do Mobilon ou da editoria dele. Quando eu estou no site deles, é por eu querer uma notícia rápida sobre alguma coisinha nova envolvendo tecnologia. Pode até não envolver muito tecnologia. Os reviews acho meh, mas se eu só estiver curioso sobre certo aparelho, já é mais que o suficiente.

      Sei lá, não compro briga onde não preciso.

      1. Eu até leio o conteúdo deles. Até porque o objetivo aparente deles é ser mais “hard news”. A questão é que em alguns assuntos a gente percebe que tem uma boa parcela do povo que comenta que é dessa laia aí. Em geral eu nem me dou ao trabalho, mas, eventualmente, até pra não perder muito tempo, costumo ser mais ácido ou sarcástico, ou até seco mesmo. Aí talvez por isso fui limado hahaha.

      1. Pois é, nem me dei ao trabalho de verificar, mas imagino que seja ser muito agressivo?

        Mas não, não chamo ninguém para porrada hahaha.

    3. Tirando as opiniões neoliberais do Mobilon, gosto do conteúdo do podcast deles.

      1. Eu gosto dos reviews deles, acho muito equilibrado e bem informativo pro público geral.
        Mas o podcast larguei a mão por me parecer “conversa de bolha” e alguns comentários liberais que sempre rolava.

    4. sempre foi, né?

      lembro do dono do site em 2018 fazendo abertamente campanha pró-paulo guedes

  6. Bom fim de semana,

    Pessoas subjulgadas à empresas pelo capitalismo americanoide nacional (MEI), já utilizaram o aplicativo Qipu?

    Como pode, assim que abro o MEI, eles terem minhas informações e enviarem uma mensagem automática através de e-mail sendo que não aceitei nenhum tipo de compartilhamento de informações com aplicativos terceiros?

    Ou esse aplicativo é do governo federal, mas regido por uma empresa em parceria com o SEBRAE?

    O quão seguro é utilizar esse aplicativo para organizar as burocracias do MEI? Existem alternativas?

    1. Os dados do MEI/CNPJ são públicos. Não sei se existe uma base de dados/API que facilite isso, mas se você souber o CNPJ, pode gerar um cartão no site da Receita Federal com vários dados.

      Já usei o Qipu, mas acabou meio desnecessário para a minha ~empresa (minúscula, fácil de gerenciar por conta própria).

      1. infelizmente os dados são públicos. frequentemente os dados da minha empresa [que incluem meu cpf, telefone, etc] são expostos na busca do google através de alguns sites de divulgação…
        de tempos em tempos eu faço uma “faxina”, entrando em formulários de contato e solicitando a remoção dos dados. existe alguma forma de impedir esses sites de divulgarem meus dados?

  7. Qual marcação vocês usam aqui nos comentários para negrito, itálico e link em palavras.

      1. Meu sonho é uma seção de comentários que aceite Markdown. SOU JOVEM, uso markdown! Me suporta, Ghedin!

        1. Eu não me oporia a suportar Markdown (inclusive uso e gosto), só não sei como. Conhece algum plugin de WordPress que habilita isso?

          1. Olá Rodrigo. No meu portal (Rapadura Tech) usamos a plataforma de comentários Disqus, eles funcionam também no WordPress. Recomendo!

          2. @ Flávio Neves Carneiro

            Usávamos o Disqus aqui até 2018. Ele tem muitos recursos legais, mas é pesadíssimo e coleta muitos dados dos leitores para segmentar publicidade.

  8. [nota: postei isso na notícia original [https://manualdousuario.net/jardim-digital/] sobre o assunto por falta de atenção; a intenção era comentar aqui]
    Hey, pessoal. Alguém mais ficou empolgado com o post sobre jardins digitais esta semana? Eu achei bem legal e fiquei tentado a fazer um, mas não estou certo de qual ferramenta utilizar. Eu queria fazer algo ultraestilizado-pós-tudo-experimental, mas ainda tô tateando com HTML/CSS. O que vocês indicariam?
    Also, que jardins/blogs legais vocês conhecem/conheceram? (se tiver a tal inspiração ultraestilizado-pós-tudo-experimental, melhor ainda)

    1. Eu, não. Leio as manchetes beeeem por alto quando vejo as notícias, mas não procuro saber mais, pra te falar a verdade.

    2. Queria, muito mesmo. Mas sempre acho que tenho algo melhor para fazer. Sem contar que não tenho TV. =/

    3. Eu estou!
      Interessante que o futebol masculino ficou totalmente apagado esse ano e só esporte de maconheiro tá trazendo felicidade pro brasileiro, tipo surf e skate (sarcasmo)

      1. E os caras ainda proíbem o consumo recreativo de maconha. A Olimpíada comprova, mais uma vez, que o único efeito dela é deixar o povo alegre.

      2. Melhor não fazer muito alarde com isso. Vai que Bolsonaro, filhos, Damares e o resto da quadrilha, ops, governo, resolvem proibir o surfe e o skate e obrigar todo mundo a assistir só a chatice do futebol masculino…

      3. sempre achei fut masculino apagado em olimpiadas, exceto quando
        a) perde
        b) rio com neymar

        por ser um time sub 23, ninguém realmente se importa msm

    4. Assistindo sempre bem tarde da noite, tenho visto alguns esportes”alternativos”
      dou de manhã cedo no sportv 2 tem um resumão do dia anterior…

      1. Os sinais diretos do COI no Sportv (na Vivo entre os canais 905 e 950) são muito legais.

    5. Acompanhei a final do skate feminino na semana passada e vejo alguns jogos (principalmente do volei) que estão passando às 9h > 10h

    6. Acompanhando da melhor forma possível, zapeando os SporTV das 6-8h, acompanhando pelo tweetdeck até o meio dia, depois das 18-22 os outros esportes.

  9. Falamos bastante sobre ferramentas alternativas e mais éticas por aqui.

    Qual alternativa vocês usam/indicam para aplicativos de carro (uber, 99) e aplicativos de entrega (ifood, rappi)?

    Tenho conseguido substituir os do 2o tipo por uma listinha dos restaurantes das redondezas + pedidos pelo whatsapp, mas não tenho ideia de como substituir os apps de carro particular. Sugestões?

      1. problema é que eu, por exemplo, uso esses aplicativos justamente em situações em que o transporte público é inviável/indisponível

        1. Entendo a situação. Não sei se foi aqui ou em outro post que estava discutindo sobre esta ausência do transporte público (ah, foi no post sobre a gasolina e os profissionais de condução com app).

      2. Então, não sei como é onde vocês moram, mas aqui na minha cidade, as empresas de ônibus tem uma transparência de contas bem questionável (ou seja, não tem). Fora que não são incomuns os casos de direitos trabalhistas sendo desrespeitados. Na prática, está trocando seis por meia dúzia.

        Nesses casos que ter um carro ou uma moto acaba sendo uma melhor alternativa, porém reconheço que vem outras desvantagens que o torna inviável. Então acaba que temos que nos contentar com o “menos pior” mesmo. Acho que a ideia do Ghedin de dar uma gorjeta maior pode ser algo que compense um pouco.

        1. Grande parte das empresas de ônibus no BRBR não são nada transparentes… Só que para transparência, teria que ter também um bom olhar da população, só que isso não é incentivado.

          Fica a sugestão de ler sites tipo Plamurb que tem bons pensamentos sobre isso. Eu antigamente recomendava o Diário do Transporte (antigo Blog Ponto do ônibus), mas notei que eles hoje mais defendem empresas do que o transporte público em si…

    1. Esse é bem difícil. Em tempos normais, e a depender de onde você mora, ônibus + aplicativo tipo Moovir resolve bastante. Aqui em Curitiba dá para se locomover por ônibus para vários cantos da cidade, é relativamente tranquilo.

      Com a pandemia, parei de usar ônibus e voltei a usar exclusivamente apps de caronas. (Pouco, já que tenho saído pouco.) A alternativa “ética” aí, que na real precede a pandemia, é dar gorjeta — no mínimo de 10%. O dinheiro das gorjetas, dizem as plataformas, vai integralmente para os motoristas.

      1. Aqui na minha cidade a empresa faliu, o transporte já era precário ficou pior uber/99 tomaram o lugar do transporte publico….
        Acho q o comodismo dos apps me ganha

        1. Não acho que seja comodismo. A gente tem que se virar com o que tem. Pegando um outro exemplo, eu diria que 99% das empresas de celulares tem algum dedo podre com alguma fábrica chinesa e/ou com danos ecológicos. Os 1% restantes são inviáveis economicamente. Então similarmente, escolher um bom celular a um preço que a gente possa pagar não é comodismo, da mesma forma que usar esses apps de carona.

          1. Eu falei no meu caso é comodismo, eu prefiro pedi a um click do q ter q ter contato com pessoas kkkkk

    2. Se não for um problema e não for um incômodo para você, já tentou pedir moto taxis? É tão barato quanto um carro de aplicativo e bem mais rápido. Lembro que quando era mais novo andava com telefones de vários moto taxis de diferentes bairros da cidade e, quando precisava, pedia o mais próximo.

      1. não sei se é assim onde vc mora, mas onde eu moro é tudo controlado por milícia / tráfico, então, de certa forma, vc acaba os financiando.

    3. Tem muita iniciativa rolando por aí pra organizar entregadores e outros prestadores de serviços em cooperativas e escapar dos Uber e Ifood da vida. Tem até um site que reúne essas iniciativas e dá notícias a respeito. Infelizmente eu não tenho o endereço desse site agora, mas uma busca na rede pode ajudar a encontrar. Aliás, fica como sugestão de pauta pro Manual.

    4. Na minha opinião não tem. Quer dizer, a depender da cidade o transporte público pode ser uma saída. Mas aqui em Floripa ir de carro pode te economizar mais de 1 hora a depender do bairro onde se vai.

      Minha alternativa aos apps de carona e mesmo quando uso de entregas é dar gorjeta. No início eu via o uber como um táxi mais barato. No fim o que eu descobri é que eu não pegava táxi não por conta do valor, mas porque não era cômodo. Ou tinha que ligar para o ponto perto de casa, pagar em dinheiro, ou então se fosse num restaurante etc tinha que esperar a sorte de passar um ou ligar no rádio taxi. Mesmo em tempos de 99 táxi aqui em Floripa ao menos ainda pagava em dinheiro pro taxista. Hoje creio que todo táxi aceita cartão, mas agora a inês é morta. Com uber eu geralmente deixo 10%, com mínimo de R$ 2,00 de gorjeta (em casos de corridas super rápidas de 6 pila, por aí, quando o motorista já estava perto)

      1. Quando eu as vezes vou para floripa, tento planejar as viagens para usar o transporte público no momento certo. Por sorte, nos locais onde geralmente visito, o site da empresa de ônibus tem os horários (Costumo ir em São José e Palhoça na verdade, raramente fico na capital).

        Uber e 99 para mim não compensa, os deslocamentos acabam caros para meu bolso. Só uso em emergências (o que ocorreu na pandemia).

    5. Tem aquele app brasileiro Garupa, mas não sei dizer se ele é mais ético que os concorrentes de alguma forma, e também notei que ele demora bastante pra encontrar motoristas (quando encontra). Recentemente comprei uma bike e tá me servindo demais pra curtas e médias distâncias, até pq a malha de ciclovias aqui de Porto Alegre é relativamente boa, então se for viável pra você, vale dar uma pesquisada.

      Quanto aos apps, eu uso o iFood e Rappi como cardápios. Depois de escolher o que quero, procuro o site/insta/whats do restaurante e peço diretamente deles. Inclusive o mesmo pedido às vezes sai mais barato, pq os restaurantes não precisam pagar a taxa dos apps.

  10. Aproveitando a discussão sobre gestos e botões e alguns comentários sobre celulares antigos, como está a troca de celular de vocês? Tenho a sensação de que a tecnologia chegou a um ponto em que não vale mais a pena trocar de aparelho nem de 2 em 2 anos. A gente está, por exemplo, no S21, mas o S10 ainda dá um bom caldo.

    1. Cara, eu tenho um moto X4 (2017) e ele ainda dá um bom caldo. Gosto dele e não pretendo sair tão cedo.

    2. Estou perto do quarto aniversário do meu (iPhone 8). Sim, celulares estão durando mais.

      Sinto que a bateria do meu já não é tão duradoura, e dia desses topei com o primeiro caso de uso em que o celular me deixou na mão: no Tecnocracia Balcão, o Telegram simplesmente fechava/interrompia a transmissão alguns minutos após eu bloquear a tela. Não sei se foi um problema excepcional, mas pode ser que o Telegram ficou muito pesado para esse celular antigo.

      1. Tenho um Xiaomi A2 lite desde 2018. Por mais que não tenha mais atualização pela Xiaomi, tem custom ROM para ele, me atende perfeitamente, seja para o trabalho, estudos, fotos, conversar, alguns jogos, é um aparelho de 2018 que funciona bem, que a bateria ainda tem uma boa autonomia, tira boas fotos, tem um tamanho bom, então estou feliz com ele :)

      2. O telegram não ficou pesado pra ele.
        O i8 dá conta do recado.
        O que pode estar acontecendo é a saúde sua bateria estar abaixo de 80% e com isso próprio iOS começa a cortar recursos.
        A solução é trocar a bateria.

        1. A bateria está em 82% e o iOS ainda não degradou o desempenho por causa dela. Sei lá, parece que ficou pesado, caso contrário não estaria fechando sozinho, não? (Ainda tentei limpar a memória e mesmo assim continuava fechando.)

      3. Seis meses depois que você me entrevistou para a matéria linkada, acabei comprando um iPhone SE (2a geração) meio que por impulso. Mas o 5S continua firme e forte aqui como telefone de backup. 😅

    3. Eu troco de celular quando o meu realmente não dá mais para usar e não vejo outro motivo para trocar. Não entendo esta de trocar de celular só por trocar, enquanto o seu ainda é útil e funciona quase perfeito, só porque o outro é um lançamento mais novo e a tela é melhor, é mais rápido, ou tira fotos melhores, só isso, para mim, não justifica comprar um celular novo.

      E esse consumismo exagerado é a coisa que mais me assusta as vezes aqui no Manual. Lembro de alguma publicação onde comentavam trocar de celular duas, três vezes por ano, por não gostarem de alguma coisinha, é muito doido.

      E aquela coisa, é esse tipo de pensamento de “preciso comprar o mais novo” que nos leva à este cenário ambiental caótico de ampla destruição.

      Vou me utilizar de exemplo, nos últimos 16 anos tive cinco celulares, sendo que um eu usei por quase 8 anos e um deste celulares eu usei só porque roubaram o meu e tinha que juntar dinheiro para o atual.

      1. Cara, essa questão da troca de aparelhos 3848 vezes por ano, aqui ainda é tranquilo. Vai num site desses de “tecnologia” para ver…

    4. Completei dois anos com meu Xiaomi Mi A2. Ainda me atende muito bem, mas a bateria é o seu ponto fraco. Tô na esperança que ele dure pelo menos mais um ano sem problemas.
      É o meu aparelho principal pra quase tudo online, pois estou usando o PC somente para trabalhos pontuais, como forma de economizar na conta de energia.

      1. Passo o mesmo com o meu Zenfone 5, faz tudo tranquilamente, mas a bateria dele acaba bem rápido. Troquei a bateria faz uns 15 dias, mas sinto que a bateria substituta não dura tanto quanto a bateria antiga (quando estava no auge da duração).
        Minha ideia é ficar mais 1 ou 2 anos com ele, até lá eu compro um novo, troco a bateria de novo e passo o Zen5 pra alguém da família.

      2. Acho que o mal desses celulares foi retirar a bateria removível. É pra deixar o celular mais fino, eles dizem, mas acho que um bom projeto pode deixar o celular em que eu possa trocar a bateria, e assim tornar o aparelho mais duradouro, e mesmo assim não deixá-lo tão grosso assim.

        1. Concordo. Também não acredito que seja impossível fazer um celular fino com bateria removível. Nem que ele tenha que ficar 1mm mais grosso, mas pombas, só pela facilidade de remover a bateria seria uma ótima troca.

    5. hoje eu só troco se der problemas ou for assaltado.

      estou com um xiaomi redmi note 7 há 2 anos e ele me satisfaz em tudo, ainda mais levando em consideração que não jogo, então meu uso é razoável, a bateria não dura o dia todo, mas como trabalho em escritório, tenho uma tomada a disposição sempre que precisar.

      lógico que gostaria de uma bateria que durasse o dia todo e que ele tivesse NFC, mas não vou morrer se não tiver

    6. Meu maior problema é a compra de celular antigo. Ai acabo em um loop…

    7. Esse ano eu troquei de tablet porque o meu parou no Android 4.4 e nada mais funcionava, nem o navegador. O aparelho estava intacto!! Bateria boa, tela inteirona, mas o software… Como eu não manjo dos paranauê, preferi comprar um novo a tentar instalar qualquer coisa não oficial, mas fiquei puta.
      Telefone, eu só uso de segunda mão. Meu pai troca com mais frequência e eu acabo ficando com o dele. O atual mesmo é um Moto G5S que, fora a bateria que preciso carregar mais vezes, tá ótimo. Vamos ver até quando os apps me deixam usá-lo.

      1. Se não tem muito dinheiro, mas é curiosa, compensa tentar instalar uma ROM tipo lineage. Seguindo a receita de bolo, não tem muito o que errar.

        E dado o preço dos celulares, acho que compensa a troca de bateria do seu g5. Achando um técnico honesto, provavelmente terá bom resultado.

        1. Levando em conta que eu não tinha mais o que fazer com ele, deveria ter tentado, viu. Mas confesso que nem pesquisei muito.
          Quanto ao celular, eu ia mandar trocar há uns meses, mas numa das lojas que olhei, o técnico me avisou que a tela poderia quebrar durante a troca, aí eu fiquei receosa. Assim como o Will, eu também trabalho num lugar com uma tomada de fácil acesso, então recarregar quando preciso não é problema. Vou esperar a bateria piorar, aí eu arrisco a troca.

          1. Quando meu moto g3 pifou, resolvi eu mesmo tentar descolar a tela para ver se eu conseguia mexer no volume e resetar o celular. Consegui descolar usando um “desumidificador” antigo, de metal. Ele esquentou em uma temperatura que deu para puxar a cola que usaram para remanufaturar o celular meu.

            O ponto é que noto que o touch do g5 é mais fino do que o do g3, por isso poucos técnicos arriscam nele, é realmente fácil trincar a tela. Bons técnicos realmente lhe falam a verdade e o risco, e creio que este técnico lhe foi sincero, o que é um bom ponto.

            Se mora em metrópole, tente achar algum lugar que faça a troca na sua frente. Acho que vale a pena o risco.

          2. Exatamente o que eu falei lá em cima: essa desgraça de acabarem com as baterias removíveis. Ninguém vai trocar bateria quando fica o risco que quebrar tela ou coisas assim, é preferível comprar outro, o que tornam os celulares mais descartáveis do que o necessário. O papo de que o celular fica mais fino não é totalmente sem sentido, mas é mais conversinha mole do que qualquer outra coisa.

        2. Você acha possível trocar a bateria de um s10e?

          Ainda tá boa (embora seja se fábrica muito ruim).

          Mas quando ficar horrível eu pretendo colocar outra, se possível. Não sei se a construção dele permite.

          Ele faz tudo que preciso, se não quebrar vou usar mais uns 5 anos…

          1. Teoricamente todo celular pode trocar bateria – na dúvida, o iFixit tem tutoriais que lhe mostram a dificuldade.

            O problema maior nos celulares atuais é justamente esta questão de eles serem COLADOS, necessitando de paciência e técnica para retirar a cola (e depois repor a mesma). Por isso acaba encarecendo e até muitas vezes os técnicos recusando a troca – um celular com touch fino é bem fácil de trincar neste processo de desmontagem.

    8. Em tempos: celular remanufaturado está bem caro. Um moto x play (creio que o 1) está em torno de 800

    9. Estou com meu iphone 6S, adquiri em Dezembro 2017…troquei a tela e a bateria em 2020 e está dando pro gasto
      Agora estou sentindo a necessidade de troca-lo pois ele já possui 06 anos de fabricação e está começando a ficar lento.
      Mas nao acredito que tenha que buscar o iphone 12…talvez o XR e o 11 sejam suficientes.
      Como voce disse as melhorias de um ano pro outro já não são gigantescas e conseguimos viver com uma versão anterior.

      Acredito que as maiores mudanças ocorridas entre gerações de telefone foram entre 2010 a 2016

      1. Se eu fosse gastar dinheiro pra trocar, eu trocaria pelo 11 ao invés do XR, mesmo custando um pouco a mais, por conta da lente grande angular e, de “brinde”, leva um processador melhorzinho.

        Dependendo a diferença de valor entre eles fica na casa dos R$ 500

    10. Isso é bem verdade em celular highend e mid-high.

      Estou com um iphone 8 (já comprei “defasado”, mas zero km, em abril de 2019). Eu já sabia que mesmo zero a bateria não era das melhores, nunca me deixou na mão, ou porque sempre encontro uma tomada ou levo um power bank já prevendo isso. Mas ainda não tive a oportunidade de usá-lo em uma viagem de férias, onde geralmente uso muitíssimo muito o google maps para encontrar locais e transporte público, e sinto que dessa forma a bateria vai drenar rapidamente.

      Fora isso, ainda me atende bem e só pensarei em trocar a bateria talvez no próximo ano e segurar para trocar por um iphone 13 quando o iphone 14 for lançado hahaha.

    11. Só troquei meu celular porque a tela quebrou caindo no vaso sanitário. Até usaria com a tela quebrada, mas poderia me cortar. Devo só trocar quando a empresa (Apple) deixar de dar suporte ao iPhone 11

    12. Troquei de smartphone 2x nos últimos 2 anos e pretendo trocar novamente ano que vem.

      Em 2019-20, tive um Xiaomi Mi 9 Lite. Odiei o aparelho com todas as forças, aí peguei um iPhone SE 2 no final de 2020. Se, conforme o andar da carruagem, a pandemia terminar ou pelo menos estiver controlada em 2022, vou tentar pegar um outro iPhone com uma bateria que garanta mais horas longe da tomada de casa.

  11. Notei recentemente que o Uol agora restringe a visualização dos comentários para os assinantes. Quem não assina é poupado…

    1. Eu encarei isso como um presentão do UOL para os não assinantes.

    2. Lembrei que conheci um cliente (senhor que no futuro foi um dos que infelizmente votaram vcs sabem em quem) que tinha mania de comentar no site do Estadão, provavelmente aqueles comentários caps lock com reclamações contra Lula e esquerda e etc… , e um dia bloquearam ele. Aí vi ele só tentando enviar email pro estadão perguntando o porque de terem bloqueado.

  12. Galera, existe alguma alternativa ao Google Drive, focada em privacidade, que também tenha o recurso de edição de textos / planilhas / slides? Quando pesquiso alternativas, as recomendações geralmente são de outros clouds como o Mega e Sync, só que, embora eles sejam bons serviços pra quem só quer armazenamento, os que eu testei até agora não tem esse recurso de edição. Do jeito que eu queria, encontrei o Cryptpad, mas ele não tem app para celular (coisa que, por mais que eu queira me livrar do Google, acho indispensável), só tem 1GB free, e os planos são bem caros.

    1. Tem o NextCloud, que tem integração com o OnlyOffice. Você pode instalá-lo, mas dá para contratar serviços que gerenciam para você, como a Hetzner.

      A edição precisa ser no navegador? Não rola, por exemplo, ter o LibreOffice instalado no computador e sincronizar os arquivos usando qualquer serviço do tipo?

      1. Pensei que seria melhor ter a edição no navegador por questão de praticidade, pra poder acessar de qualquer dispositivo sem precisar instalar nada. Acho que esse formato de sincronização até funcionaria, mas o problema seria não poder editar e/ou criar esses arquivos do LibreOffice no celular e tablet. (pelo que vi, acho que editar de forma limitada até rola, mas criar não)

        O Nextcloud eu tinha dado uma olhada por cima. Posso estar errado, mas me pareceu ter uma certa curva de aprendizado pra quem é leigo em servidores, como eu.

        De qualquer forma, acho que vou adotar um desses dois jeitos, mesmo, ou então armazenar meus arquivos em outro lugar e usar o Notion pra organizar meus documentos e listas.

        1. Eu venho usando o Nextcloud, pelo Tab Digital (tab.digital) desde o ano passado como substituto ao Google Fotos.

          Escolhi por ser o servidor com maior espaço gratuito (8Gb), mas já tou batendo no teto e não tou satisfeito com o serviço. Direto fica fora do ar e surgem problemas com o app pra Android. Tou há um tempo querendo sair do nextcloud, mas esbarro na mesma vontade do Matheus, de ter a possibilidade de edição na web.

          Por tudo o que já pesquisei, não vejo muita saída que não seja trabalhar com dois serviços, um pra armazenamento e outro pra edição. Vejo que é aí que o Google deixa a gente preso, por oferecer esse combo numa coisa só de forma muito integrada.

        2. Na sua primeira postagem vc falou em privacidade, e até onde eu sei o Notion não se encaixa nessa categoria.

    2. Explica pra gente qual o motivo de não gostar do google drive.

      1. O serviço por si só é ótimo, o que estraga é o Google. Por melhor que seja, não gostaria que as coisas pessoais que escrevo sejam salvas e usadas pra me empurrar publicidade.

  13. ainda existem celulares com menos de 5.5 polegadas? é o fim de celulares pequenos que não sejam ruins ou antigos? o único que me vem a cabeça é o recém lançado iphone 12 mini.

    1. Também sinto falta de um aparelho pequeno. Minha irmã tem um Galaxy s10e (se não me falha a memória) e é um aparelho bem compacto.

    2. E ainda é possível que o mini seja descontinuado em breve… Eu uso o 8, pra mim é o tamanho ideal (4.7”) e por enquanto ainda sobrevive e lida bem com os updates de OS

    3. Eu uso um iPhone SE 2, e ele deve sobreviver por mais uns 3 anos acredito eu.

    4. Tem o iPhone SE de 2020… acho uma graça. Queria sair do meu Android grandão e ir pra ele, pra ver se desconecto mais fácil. Acho que um aparelho menor ajudaria bem mais nisso.

    5. Falando em podcasts e Spotify, R.I.P. Spotifeed. :(
      Alguém sabe se algum serviço na mesma linha que esteja funcionando ou tem alguma outra dica de como “hackear” o acesso aos exclusivos do Spotify? Não que tenha muito problema com o Spotify em si, tenho até amigues que usam, mas para gerenciar podcasts é um pesadelo.

  14. quais aplicativos vocês usam para ouvir o podcast de vocês? ficaram presos no spotify ou ainda vão atrás dos feeds rss?

    1. Spotify e youtube.com

      Usava um qualquer aí da Microsoft Store, mas ai percebi que um podcast que eu seguia tava desatualizado e aí me toquei que era mais conveniente o spotify fazer esse serviço mesmo

    2. Apple podcasts como uso principal (só vou no spotify pra ouvir os exclusivos de lá, morro de preguiça do app)

    3. Pocket Casts aqui. E nem precisa ir atrás de feeds RSS. Todo aplicativo do tipo tem um buscador (a maioria se conecta ao diretório da Apple), que acaba funcionando igual ao Spotify, salvo, obviamente, pelos exclusivos dele.

    4. Eu uso o Soundcloud para musicas e podcasts. Mas já aviso que os podcasts aqui do manual do usuário não estão lá kkkkk.
      Sempre gostei do Soundcloud, mas não sei como eles geram renda pois uso há anos e nunca me exibiram um anuncio por lá.

      1. Verdade, sou fã do soundcloud… já encontrei muita musica boa exclusivamente la.
        Comecei a escutar podcast nele também…mas não sei como sobrevivem.

    5. AntennaPod, muito completo em funcionalidades, sem propagandas, gratuito e um buscador muito eficiente.

    6. Eu vejo o link no site e escuto onde o arquivo abrir (no próprio navegador). :D

    7. Sou um daqueles usuários fiéis do Pocket Casts. Na verdade, não só não fiquei preso ao Spotify como fujo dele a todo custo, tanto pela questão filosófica, de considerar que os podcasts devem se manter como um formato aberto, quanto pela questão de usabilidade mesmo (considero a usabilidade do Spotify para podcasts péssima).

    8. Galera que usa o Pocket Casts usa o gratuito o plus?

      Curiosamente comecei a testar esses dias e descobri hoje que tem um plano pago (queria o app pra desktop, mas sou pão duro rs)

      1. Eu uso o gratuito. Nunca ouço podcasts no computador, então o maior chamariz do plus não me atrai muito. E agora a Automattic comprou o Pocket Casts, então a existência do app não está mais em risco.

    9. AntennaPod é perfeito! Confia! Quando é pra escutar podcasts do YouTube eu uso o NewPipe que tem o recurso de ouvir apenas o audio do video.

      1. pra quem tiver iOS e quiser testar, eu encontrei há uns anos um app chamado Castro. acho que deve ter umas 100 pessoas no brasil que o usam, mas é a melhor interface pra mim, acho muito bonita e funcional. o único defeito é estar exclusivamente em inglês. o app tem versões gratuitas e pagas, mas a gratuita já é bem bacana. vale a pena o teste!

      2. Instantes depois de ter respondido o comentário da Andréa (??) logo acima, eu fiquei pensando exatamente nestes dois aplicativos. Resolvi baixar e fuçar neles. Cara, agora eu me pergunto por qual motivo nunca fiz isso antes. Eles são realmente muito bons.

    10. Overcast. Consegui organizar minhas playlists e o recursos do app (como melhoria na qualidade do som) não me deixam mudar para outro. Ah! Usando a versão free que atende muito bem.

    11. Uso o Acast pela sua simplicidade e pela possibilidade de ouvir sincronizado no Android e no iOS sem problemas.

  15. Postei no Twitter um elogio à ilustração da campanha que lançamos hoje sem ler a timeline antes, aí quando li achei meu post super fora do tom. Todo mundo desgraçado da cabeça com o incêndio da Cinemateca e a live do Bolsonaro, hahaha 🥲 Que país, amigos, que país.

    1. Estou virando um belo de um cínico enrustido… As vezes o melhor é ignorar o fogo no parquinho e viver a própria vida…

      (Não é muito socialista o que escrevi, mas tá difícil… já soltaram da minha mão faz tempo…)

    2. Rodrigo, comemore o artigo escrito e agradeça a ilustração. Sei que é difícil, é impossível desver o que já foi visto, mas agora já foi. Na próxima, quando for assim, tenta só postar e cair fora para “não broxar”.

      E assim como o Fred, eu ainda não sei de nada que tu disse e se depender de mim, ficarei sem saber. As vezes a ignorância é uma benção.

    3. Eu fiquei sabendo do incêndio hoje, mas por um site sobre música (que sigo o RSS). Sinceramente, impossível manter a sanidade atualmente e acompanhar as notícias, ainda mais se for em tempo real. Às vezes, o que eu quero é só um conteúdo pra me fazer pensar em outras coisas.

    4. É impressionante como o mundo parece diferente quando a gente fica um tempo fora do Twitter. Eu estava mergulhado na rede nos últimos meses, com toda a desgraça que ela joga na timeline — que é, afinal, a desgraça que está acontecendo no país.

      Nos últimos 15 dias me desliguei do Twitter porque i. foi um período de muito trabalho; ii. olimpíadas dominando a timeline, e não é um assunto do meu interesse; e iii. CPI em recesso. E é engraçado como a sensação de que o mundo está acabando de repente se torna menor.

  16. Devemos permitir a celebração de depredação em espaços públicos na Internet?

    Perdão pelo textão.

    Queria trazer aqui uma discussão sobre Borba Gatos e vidraças quebrada e como isso é visto na moderação do r/brasil. Ou pelo menos, como foi discutido.

    Quando rolou a ação no Sábado da queima do Borba Gato, eu unilateralmente decidi remover, mas não punir, comentários celebrando ou advogando a queima que aconteceu. Até aí tudo bem. Mas hoje, um moderador disse que eu estava tendo um viés contra “ação direta” – coisa de anarquista e gente de esquerda revolucionária – como no caso dos comentários que removi. Após, rolou a acusação do meu viés, que admito não adotar um pensamento tão revolucionário assim.

    Isso causou uma discussão imensa no grupo dos moderadores. Resolvemos a questão, não sem uma discussão. Mas concluímos que a regra de discurso de ódio já lida com a questão com o seguinte texto: “não celebrar ou advogar violência contra uma pessoa ou grupo de pessoas baseado em suas características como nacionalidade, etnia, raça, gênero, orientação sexual, etc”. Basicamente, pessoas, grupos, símbolos, etc. que existem na atualidade. Em casos excepcionais, ainda podemos adotar a velha máxima que a moderação tem a palavra final, não dando margem para pessoas tentando burlar essa regra, que já é tão ampla.

    No meio da discussão, eu entrei no mérito de não transformar o subreddit em um Twitter. Veja bem, eu considero que o Twitter torna o engajamento dos tweets, independente do sentimento ou mensagem que está trazendo, extremamente viral. E quando o tweet é tóxico, ele pode alcançar muita gente, e pode causar um dano emocional muito grande, além de discussões extremamente inúteis e completa falta de civilidade entre os usuários envolvidos. Isso nortea parte da minha opinião quando discuto políticas adotadas na moderação, e acredito que isso é bem refletido nas regras atualmente.

    Alguns acharam irrelevante minha idealização, até por muitas pessoas considerarem nosso subreddit menos hostil e menos permissivo que o Twitter, principalmente no quesito civilidade.

    Acho que a música do Bo Burnham, “Welcome to the Internet”, explica minha grande preocupação com conteúdo viral e tóxico em um trecho: “Seja feliz!/Fique excitado!/Esteja furioso!/Temos um milhão de formas de engajar!”. É extremamente característico das redes sociais modernas o engajamento viral. No Twitter, isso se manifesta em um mesmo feed de tweets, você ver um tweet comemorando a chegada do fim de semana fim de semana, e no próximo tweet um comentário zombando de uma menina de 13 anos que recebe 5 mil likes. Se você já usou o Reddit, você não ficou excitado a primeira vez que recebeu 50 upvotes em um post ou comentário? Se ponha no meu lugar e imagine quando eu tive um post que tinha mais de 10.000 upvotes em algumas horas. Era sobre uma injustiça com um canal de história no YouTube, mas será que eu estava me importanto com essa injustiça, ou eu estava na verdade pensando, “puta que pariu, estou famoso na internet”?

    Eu não sou uma pessoa especializada em comunicações, psicologia ou algo no meio dessas duas ciências, mas uma coisa eu tenho certeza: As redes sociais estão dando uma falsa auto-estima e uma falsa sensação de auto-realização.

    Eu espero que eu consiga melhores argumentos se eu eventualmente tiver que defender que o subreddit não permita o mesmo discurso que é tão comum no Twitter, onde ódio gera ódio. Eu, como uma pessoa que ama comunidades, espero manter um ambiente de discussões civis e agradáveis, onde as pessoas não briguem, mas dialoguem. Vejo que a realização verdadeira se dará assim.

    1. O único erro foi não terem jogado gasolina suficiente para aquele monumento, criminoso e horroroso, do Bosta Gato sumir pra sempre! 🏴🔥

      1. Sabe, é a vibe desse tipo de mensagem que “rubs the wrong way” comigo. Sei lá, eu sou bem pacifista e tal. Óbvio que sinto ódio e tal, e as vezes eu mesmo expresso isso, chamo alguém de fdp ou coisa do tipo. Mas tipo, meu ponto é, sentir tanto ódio é saudável pra qualquer pessoa? Sei lá, é algo que fico pensando sobre. Por mais justo que seja a causa, sabe? Como eu disse, não é o problema sentir isso, o problema é a ESCALA que a rede social deu nisso.

        Mesmo em protestos que eu fui não me senti muito confortável. Eu precisava ficar nos cantos pra me sentir mais seguro.

        1. Ódio é o racismo, nazifascismo, machismo, colonialismo e toda opressão que ainda mata milhões de pessoas.

          Comemorar a queima de uma estátua que representa a violência e opressão, é um uma forma de conforto por saber que existe resistência e luta contra os verdadeiros agentes do ódio.

          1. Não vou negar que o que você elencou é opressão e causa violência, mas não necessariamente nega que a depredação ou a violência seja pura ou justa. Não estou falando nesse caso, estou falando em outros.

            Falo muito no meu texto mais visão de moderador. Só pra você ter noção, teve um post sugerindo incendiar o Cristo Redentor, um símbolo importante pro Rio de Janeiro, quiçá o Brasil, e um importante símbolo religioso. Eu lidei com a situação, mas como você lidaria? Como disse em 0utro comentário aqui, símbolos e edifícios que simbolizam ideologias, religiões, como lidar com isso em uma comunidade que deve se manter neutra (com algumas exceções)? Onde devemos limitar a liberdade de expressão?

          2. Vendo um pouco da conversa, acabei de me lembrar de uma clássica: Chute na Santa que um pastor neopentecostal deu em uma imagem católica.

            Toda ação obviamente carrega uma simbologia. O Tet, abaixo, colocou o ótimo exemplo de se pensar em o que fazer quando alguém sugeriu queimar o Cristo Redentor.

            Pode parecer uma comparação estúpida o Chute na Santa e a queima do Borba Gato (ou até do Cristo), mas o ponto aqui é justamente imaginar como lidar com a mudança de imagem relativa a personagens e se “queimar” ou “chutar” ajuda realmente a gerar uma sociedade saudável ao lidar com o passado (e/ou futuro).

            Pois também não adianta incentivar a botar fogo no Borba Gato e depois proteger a estátua do Lenin ou a imagem do Che Guevara.

        2. eu também sou pacifista

          mas agressão a uma estátua não é ação violenta — a manutenção de uma estátua dedicada ao racismo no espaço público, por outro lado, é profundamente violenta

          que se quebrem vidraças e estátuas, nunca seres vivos

          1. Já parou para pensar que na quebra (ou vandalismo) de um item, há riscos de justamente atingir seres vivos, seja de forma direta ou indireta?

            Por exemplo, imagine se a estátua do Borba Gato tivesse caído em cima de alguém, ou pior, de alguma forma interferido no Metrô? (a Linha 5 passa abaixo dela). Isso falando de atingir diretamente.

            Atingir indiretamente significa gastos públicos (no caso da estátua) para uma futura (?) reposição da mesma, tendo menos dinheiro porque algum vereador provocou desvio para o dinheiro da estátua ir em partes obviamente para a restauração da estátua, e outra parte para as rachadinhas de sempre…

            Sinceramente acho pura estupidez o uso de vandalismo em itens públicos (ou privados) que não vão fazer nada perante a cultura pública, sendo que parte dela obviamente vai ser contrária a tais atos e vai continuar repudiando os mesmos, gerando menos consensos, e por consequência, menos possibilidades de parcerias para a gente chegar em uma democracia estabilizada.

            “Ah, mas quebrar vidro de banco …” Meu, imagine o quanto o cara do vidro vai ganhar com isso? E o quanto que os clientes daquele banco vão perder porque o banco fechou por uns dias pois não tinha acesso devido a insegurança gerada? “Ah, mas os bancos…” Meu, as vezes a vontade que tenho de falar é: vai lá e dá um (por questões de respeito ao Ghedin e até porque não sei o limite do que posso falar, vou autocensurar, mas tu sabe o que quero dizer, né?) bem na (imagine onde quiser) do banqueiro / executivo / investidor / farialimer?”

            (Fiz uma autocensura porque me lembrei que uma vez fiz um comentário em um nível assim no Twitter, e fui bloqueado…

          2. Dão muita bola para estátua, sinceramente. Isso me soa como pauta político-partidária para gerar engajamento em rede social. As mesmas pessoas que estão gritando celebrando a destruição parcial do Borba Gato (porque, sinceramente, aquela coisa é indestrutível) ficaram horrorizadas com a paulada que os tucanos levaram do PCO no protesto passado. A violência de um tucano no mundo é muito maior do que a violência simbólica do Borba Gato.

            A minha visão, como alguém que sequer tem acesso aos protestos da burguesia – porque aqui em POA são todos no centro da cidade, quase 30 km longe das regiões periféricas e em dias que não tem transporte público decente – eu enxergo isso como um pauta secundária, quiçá terciária, dentro de uma estrutura de opressão. O que oprime é a exploração e não um pedado de concreto e metal. Luta identitária é pauta de burguês, de patrão, de “pink money” e do PSOL. Sou contra (mas cachei pra estátua).

    2. não vou comentar a psicologia dos likes em ambientes virtuais

      vou apenas aqui registrar o óbvio para quem tem bom senso: é absurda a prisão de Paulo Galo e Gessica

      essa prisão deve ser combatida e denunciada por qualquer pessoa que se considere democrata

      de resto:

      1. sim, você está censurando a ação direta de grupos historicamente violentados por um país racista, elitista e antidemocrático ao apagar as publicações

      2. não confunda a reação do oprimido com a violência do opressor

      3. nenhuma violência se justifica — mas coisas não são pessoas

      4. a manutenção no espaço público de uma estátua dedicada ao racismo e à opressão é por si só uma violência gigantesca

      sobre razões porque devíamos ser a favor da destruição de estátuas: https://arquiteturaemnotas.com/2020/06/19/5-razoes-pelas-quais-voce-talvez-devesse-ser-a-favor-da-destruicao-de-estatuas/

      1. 3. coisas não são pessoas, mas então e no caso de símbolos, edifícios, etc com características importantes para uma nacionalidade, etnia, raça, religião, etc? É mais complicado que isso. Por isso a gente não fez uma regra, pois é mais complicado que isso.

        4. Não pensei na opressão como um sinal de violência. Não comentaram isso comigo durante a discussão. É um ponto importante, e retornarei na conversa quando tiver pensado melhor sobre isso.

        1. não existe neutralidade possível. Certos signos no espaço público são um inegável símbolo de violência e agressão para certos grupos historicamente alvo de opressão. Nestes casos, não há como julgar ou condenar aqueles que entendam necessário destruir estes símbolos. Censurar a fala deles é pior ainda: significa tomar o lado dos que se identificam com os símbolos da agressão.

          pode-se até discordar da reação, mas censurá-la significa reiterar 500 anos de opressão

          cada caso é um caso, não é possível fazer uma regra sobre isso.

    3. Tire os ancaps de lá e eu lhe apoio. Enquanto isso, vou migrar pro BrasilDoB e falar mala do BrasilLivre.

    4. Falando sério: não acho que exista censura dentro de uma plataforma privada e de uma rede que mantém regras relativamente bem definidas. Quem aceita postar no r/Brasil sabe como é a moderação e como a coisa funciona, ainda que a maioria não leia as regras (e deve ser por isso que tem sempre alguém reclamando).

      Sobre a questão da estátua: as pessoas fazem o que querem e eu apoio se foi uma ação popular, ainda que ache uma perda de tempo sem fim. Discutir isso é apenas uma faceta bastante clara de como a mídia burguesa nos direciona para pautas vazias. Só se discute a quebra de vidraças ou a estátua pegando fogo porque isso é o que vira manchete na TV e jornais. Se a mídia não estivesse tão afoita em proteger símbolos sem sentido, ninguém daria bola para estátua pegando e, provavelmente, ninguém teria ateado fogo. Querer controlar o espaço onde você tem voz é normal, mas isso não vai diminuir ou melhorar a polarização social e econômica do Brasil. E digo mais, a tendência talvez seja que ela se acentue e que os protestos ganhem mais belicosidade nos próximos finais de semana. Pensando do ponto-de-vista de uma moderação, se a intenção for apagar os tópicos que encorajarem esse tipo de ação, você vai ter MUITO mais trabalho.

      Ainda, sobre as redes sociais, elas impactam no psicológico, claro. Antes a busca por essa dopamina de ser famoso era diluída em diversas frentes – num elogio na escola, da namorada, numa compra mais cara ou em alguma atividade laboral mais elaborada. Usando o seu exemplo: você fez o que achava que tinha que ser feito e foi recompensado pela comunidade com 10k cimavotos. Qual a diferença disso para quem faz um trabalho voluntário (falo da ação de recompensa, não sobre a ação direta)? Ou de quem escreve um poema e publica? Ou de quem faz uma música? A recompensa de dopamina sempre vai ser o que nos guia, o melhor então é que se faça algo bom e não algo ególatra.

      Eu só senti algo quando eu ganhei um gold =D

      1. Toma aqui meu joinha.

        Esse é o ponto, Pilotti. Destruir uma estatua não vai acabar com o passado que gerou nossa era. É uma simbologia, que no final ignora N outras coisas: a necessidade de atender carentes, de tirar o poder concentrado, etc.

        Acho que dá para colocar o seguinte ponto: derrubar a estátua do Borba gato vai dar comida para pobres ou aumentar o número de proteções aos povos originários?

    5. As estátuas entendo que são para homenagear pessoas/momentos que fazem parte da nossa história. Está certo homenagear um estuprador, genocida e escravagista? Não vai mudar o passado, porém, tirando não dá brecha para outros genocidas serem homenageados.

      1. Estátuas são formas de culto a personalidade. Mesmo que indiretamente. Deveríamos combater cultos a personalidade, mas divago.

        Estava pensando aqui: um outro ponto sobre monumentos é pensar que são pontos de referência geográficos. A estátua é referência a estação de nome igual. E vagamente me lembro – depois averiguo – que existia outra estátua, removida durante as obras do metrô.

    6. Acabei de ler uma matéria de 2020 sobre as vezes que a estátua foi vandalizada (e não só ela, lembremos também do “Monumento às Bandeiras” no Parque do Ibirapuera) e o debate sobre a manutenção ou remoção de tais objetos criados. Gosto deste trecho.

      Boa parte da população conhece Borba Gato como avenida ou estação de metrô, mais do que como o assassino que foi. “Não consigo aceitar que monumentos permaneçam sem placas, textos, código QR, que respondam por que foram feitos, por que são contestados e por quem. Ferramentas que favoreçam posicionamentos e construções de memória. Uma gestão pública deve manter a polêmica explícita para estimular o debate”, argumenta Marins.

      https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/10/derrubar-ou-manter-como-lidar-com-os-monumentos-polemicos-do-passado.htm

      Creio que quando um debate chega nos extremos, dificulta. O Pilotti trouxe um ponto que a gente sempre acaba se cegando: defender (ou atacar) um bem público ou privado não vai acabar com poder atual. Na verdade vira o desvio (tem um cartum famoso sobre isso, diga-se – uma grande manifestação sem jornalistas, enquanto tais estão focados em um vandalismo que ocorre paralelamente).

      Sim, não nega-se o fato também que manter equipamentos públicos com referências a pessoas que fizeram algum tipo de atrocidade no passado acaba sendo muitas vezes contraintuitivo.

      Existem coisas interessantes a se pensar também: Tinha um antigo projeto que “vandalizou” (note as aspas) placas de identificação de ruas, simulando uma placa normal, mas com dizeres adicionais sobre o porquê do nome daquela via (a mais famosa foi a Avenida Rebouças

      De qualquer forma, vou na linha do Pilotti: vandalizar algo não vai corrigir o passado, muitas vezes até mais minimizando o debate do que refinando-o.

    7. r/brasil é pior comunidade do reddit. de longe. e a pior moderada.
      não tem como ficar lá não.

  17. Queria indicações de bons livros que falem sobre código aberto e a importância deles. Não tanto um “manual”, mais algo na linha de livro-reportagem. Pode ser em inglês!

    1. A Catedral e o Bazar do Eric Steven Raymond. Domínio público e conta a visão da “revolução” do Linux do ponto de vista de alguém que não se importava com isso (ele analisa o Fetchmail nesse artigo). Acho que a maioria das pessoas que se interessa hoje por CA/SL não leu esse livro, mas, na época que eu comecei (~1999) esse era o livro inicial de todo mundo (o texto é de 98).

      Aqui ele joga no fogo que o Linux é essencialmente subversivo e pensado para quebrar a lógica dos softwares comerciais (ao qual ele dá o nome de “Modelo Catedral”, em antagonismo ao modelo “Bazar” do Linux), algo que se perdeu ao longo dos anos na comunidade de SL/CA, principalmente quando o centro do Linux saiu de Berkeley para o Vale do Silício (e para mim, a pá de cal no Linux foi quando a Sun foi engolida pela Oracle), mas divago.

      A Catedral e o Bazar

  18. O Moto G3 que comprei meses atrás resolveu entrar em bootloop. Tentei ressucita-lo, mas um botão de volume quebrado me impediu

    A sorte é que um amigo tinha me dado um Moto G1 bem usadinho. Eu tinha instalado o Lineage e depois larguei na gaveta. Agora botei o open gapps para usar o whatsapp.

    E o bichinho é rápido! Mais até que o G3 stock que eu tinha.

    Agora por enquanto ate entrar dinheiro, vai virando o estepe.

    1. Qual versão da Lineage OS, vc tá usando no Moto G1?

      Vendi meu Mi A2 e peguei um Moto G1 que estava encostado aqui em casa, como praticamente eu só uso pra “Telefone Fixo” eu acho ele bem bom na stock rom, tô até pensando em comprar um display novo pra ele e trocar eu mesmo.

      1. O equivalente ao android 7.1 (Lineage 14.1) tou usando. É o último do grupo para os g1.

        Não funciona GPS. É a única coisa que invoquei.

        1. Minto. Instalei un programa de ônibus e agora relata certo a rota….

    2. Eu nunca levei a ideia de ter um celular “estepe” em consideração, até o meu celular dar defeito. Fiquei 10 dias sem poder usar, e por incrível que pareça, fez uma tremenda falta, atrasou várias pequenas coisas que eu resolvo por ele.
      Por sorte era só trocar a bateria, o que resolveu, mas já estou mais atento a isso. Pretendo pegar um smartphone baratinho pra ter de backup no futuro.

      1. Como atendo pessoas e acabo sendo meio acumulador, de vez em quando aparece celulares usados para eu pegar e usar ou guardar. Se eu fosse mais cuidadoso, até teria celulares mais antigos como os nokia tijolo, os ericssons da BCP e algum MotoTac.

        Mas sim, um celular estepe sempre é bom deixar de resguardo, nem que seja só para ligações com a lista de contatos básica (próximos a ti).

    3. Você não precisa necessariamente do gapps, você pode instalar o microg que é uma alternativa open source ao framework do google

      1. Opa! Grato!

        Eu peguei o Gapps (Open Gapps) por costume mesmo. De qualquer forma, mesmo com ele, a bateria dura bem (o dia inteiro!) e consegui instalar Whatsapp. Só não consigo Caixa Tem pois ele depende do Chrome e de alguma forma que faça ele se comunicar entre o Chrome (ou o WebKit) e o app do Caixa Tem.

  19. motivado pelos posts do rafael, weiglas, ghedin e outros comentaristas que vira e mexem colocam os links de seus blogs aqui, eu criei o meu.

    eu queria algo minimalista igual do ghedin, mas fiquei com certa preguiça de configurar (até pq sei nada sobre, então teria que estudar do zero), até que vi o weiglas comentar sobre o serviço que o ghedin postou no achados e perdidos e que criou seu blog a partir de lá, achei muito legal e criei o meu também.

    enfim, segue o link com o único post que escrevi até o momento: https://escrevendocoisas.mataroa.blog/blog/todo-mundo-virou-especialista-em-surfe/

    1. Que bacana! Acho que fomos vários os influenciados, porque eu também aderi ao Mataroa a partir da indicação na newsletter. Gosto dessa proposta de escrever sobre amenidades e questões pessoais, ainda que isso provavelmente não desperte o interesse de tantos leitores. Pelo menos ajuda a gente a botar alguns pingos nos is. Além de tentar voltar a exercitar esse tipo de escrita, vou procurar acompanhar o que vocês publicam. Estou lá no blocodenotas.mataroa.blog :)

      1. que legal!

        mais um adepto de blog, já estou te seguindo por rss.

        acabei de ler seus posts, curti muito e me fez pensar na primeira memória, só não comentei pq não está disponível, rs

        aliás, da vez que configurei não sabia onde ficava o “sobre”, mas vendo o seu eu encontrei, rs.

        1. Valeu, Will! Comecei a seguir o teu e o do Weiglas também por RSS. Tomara que mais gente pinte por aqui pra deixar suas URLs, inclusive Tet, que não usa o Mataroa mas também criou um blog. :)

          O “Sobre” fica meio escondido por lá, né? Mas no fim das contas isso até combina com a proposta da plataforma, menos centrada na personalidade do autor e mais no que ele joga pro mundo em texto. Curti.

          Vamos nos lendo!

      2. pode falar como fez o “sobre” do blog? não consegui achar :/

        1. Opa, claro! Na real eu criei uma página seguindo esse caminho: Dashboard > Pages > Create a new page. Achei que bastaria preencher o About em Blog Settings, mas não.

    2. Eu fiz um blogzinho pra mim, mas usei Hugo como framework + Netlify pra hostear de graça + Forestry.io como CMS, até por preferir escrever em Markdown.

      1. já vi gente usando o github pra não precisar pagar, e eu tenho direito a usar um blog estático graças a mensalidade do fastmail, (to pensando em usar ele para o meu site profissional no ano que vem)

        aliás, deixa o link do blog pra gente.

      1. valeu pela lembrança Rafael!

        chegou teu post no meu agregador também, lerei e farei anotações, rs.

    3. Cara, boa ideia! Inclusive, como disseram abaixo, poderia haver a lista de blogs assim como existe a de newsletters.

      Sobre a tua postagem no blog… todo mundo se acha especialista em alguma coisa, vide os 29014839058490585438 técnicos de futebol que temos no Brasil. Apenas um exemplo, dos mais bobos.

      E eu comecei a escrever no ano passado, mas publiquei uma vez e parei. Voltei neste ano e aos pouquinhos estou indo. Fiz o meu usando Jekyll e hospedei no Github (pretendo passar para o Gitlab em breve). Para escrever o código e as postagens (em Markdown) uso um aplicativo bem simples, o Code, que já vem nativo no elementaryOS.

      1. eu falei sobre o diretório em outro post também, rs;

        verdade, futebol até entendo um pouco (como quase todo brasileiro), mas surfe? quase ninguém entende e parece que todo mundo é especialista;

        poo legal, é no mesmo estilo do ghedin, manda o link para acompanharmos

    4. Eu tenho um faz alguns anos. Já teve tempos de mais audiência – na época que o Demori colocou o meu texto sobre depressão entre o “must read” do Medium – mas segue ativo.

      Os dois textos mais novos (mas duvido que a galera good vibes do MdU curta muito:

      1) Choques de realidade.

      2) A internet é tóxica.

      1. A postagem sobre depressão é “Você está definhando na pandemia”? Se sim, lerei depois, se não, por favor, passe o link direto. =P
        Esse assunto, depressão, me atrai bastante.

          1. Opa! Obrigado!

            O link veio vazio, mas buscando no DDG já achei. Gracias.

          2. Cara, baita postagem.Só quem já passou por essa situação sabe o quão desgraçado é isso.

          3. @Diego

            Antes do PL fechar: valeu =D

            Esse é o meu post mais lido (e o texto que eu escrevi que mais teve impacto). Até hoje eu recebo mensagens de email e privadas em redes sociais de pessoas falando sobre como “se enxergaram” no texto.

      2. Paulo, adorei o “choque de realidade”, me identifiquei bastante com ele, o outro irei ler agora.

        poderia disponibilizar rss da sua página? não consegui eu mesmo configurando :/

        1. Eu acho que o Medium não tem RSS. Eu deixo um espelho do site nesse endereço: https://spammor.wordpress.com/

          Mas não gosto do plano gratuito do WordPress, é muito cheio de anúncios, barras e um monte de frufru gráfico.

          1. estranho, quando eu tive meu blog lá eu consegui uma vez, rs

            mas to te seguindo nesse site do wordpress e também consegui seguir teu perfil no medium

      3. Eu gosto muito de ler o teu blog, tá na lista dos meus sites favoritos.

    5. acabei migrando do listed para o mataroa por um simples motivo, ele permite exportar as notas enquanto o listed não.. ah, e meu blog : gimigliano.blog

    6. Hahaha, que massa, cara! Estive fora da internet esse fim de semana, mas cheguei a tempo pra comentar por aqui.

      Gostei da galera toda compartilhando os links aqui, agora o Ghedin pode já começar uma lista dos blogs do pessoal heheh.

      Uma coisa que eu ainda não uso, mas por vc ter mencionado tanto aí, é o RSS, que vou passar a utilizar agora que tem tantos blogs aí pra acompanhar.

  20. Para abrir por aqui, uma rápida pesquisa para quem usa Android: Você prefere usar os botões de navegação (voltar, home, apps abertos) ou navegação por gestos?
    Tenho tentado usar navegação por gestos mas em alguns apps se torna muito ruim. As vezes quero abrir o menu lateral e acabo fazendo sem querer o gesto de voltar.
    E você usa o que?

    1. eu uso gestos, mas personalizei usando um aplicativo chamado “fluid NG”, na qual posso colocar qualquer gesto onde eu quiser, acho bem útil

        1. testa sim, vale muita a pena.

          uma vez cheguei a configurar mais de 18 gestos, kkkk, as vezes minha namorada pegava o celular e não sabia mexer, pq eu deixava tudo por gestos e pra abrir vários aplicativos precisava deles, ou até mesmo vc usando determinado aplicativo, dependendo do jeito que mexesse na tela abria outro aplicativo, hehe

          mas aí tive que formatar e fiquei com preguiça de configurar tudo de novo, aí deixei o básico.

    2. opa, botões de navegação!
      não me dei muito bem com gestos, achei-s dinâmicos, mas os botões são mais diretos.

      1. Pois é Rafael, eu tô tendo dificuldade com os gestos. Os botões como tu disse são bem diretos, e eu os acho até mais rápidos.
        Mas, o que eu acho ruim é que perde um bom pedaço de tela pra poder alocar os botoes ali embaixo. Na navegação por gestos a gnt tem um ganho de espaço.

    3. Navegação por gestos aqui, demorei pra acostumar tocar na lateral pra fazer alguma função como cortar um print ou acessar um menu lateral.
      Mas agora que acostumei é bem de boas

      Porém um app que não acostumei usar a navegação por gestos é o Kiwi Browser, tocava na lateral pra dar o scroll e o app voltava a pagina kkkk coisa que não acontece com o Samsung Internet.

      1. Só complementando acho que a navegação por gestos varia muito de celular, usei num Redmi 6 e Mi A2 com Lineage e achava bem lerda. Já com meu S9 acho bem ágil depois que acostuma.

        1. De repente, se a ação Voltar fosse naquela própria barrinha ficaria melhor. Atualmente, empurramos pra cima pra fazer a ação home. Se houvesse a opção de deslizar ela pro lado pra ação Voltar, acredito que gestos acidentais se tornariam menores.

      2. Kiwi Browser > Configurações > Acessibilidade > Desmarque a navegação por gestos. Nunca mais vai ter problemas. É a navegação de gestos do próprio app, por isso a incompatibilidade com a do sistema.

    4. Navegação por gestos.
      Sempre odiei aquela barra de botões de navegação por ocupar espaço na tela.
      No Windows Phone era possível ocultar a barra de botões com um simples deslize, coisa que no Android nunca foi possível sem root.

      1. Sim, eu usava esse recurso de esconder a barra de navegação nos dois Windows Phones que eu tive (Samsung Omnia W e Lumia 640).
        Inclusive, tocando duas vezes na barra de navegação do Windows Phone ele desligava a tela. Uma ação que viria a calhar no Android.
        Bah, que pena que o WP/WM10 não foi pra frente :( Curtia muito o sistema.

    5. Os botões de navegação mesmo, acho que os gestos cansam o desdo depois de um tempo

    6. Queria ter o voltar por gestos em tudo na minha vida, gostei muito

    7. Eu usava gestos por conta do iPhone. Agora vim para um Galaxy S10 e até tentei usar os gestos por um tempo, mas pela borda ser curva, parece que tudo fica meio cansativo – além de que a implementação do Android é bem atrás do que o iOS faz. Voltei para os botões e estou tentando me acostumar.

    8. Cara, eu tenho o moto X4 e ele usa um modo de navegação por gestos diferente, que funciona no botão “Home”. Ao arrastar o dedo sobre o botão no sentido direita -> esquerda, eu volto. Ao arrastar o dedo sobre o botão no sentido esquerda -> direita, abro a janela com os programas abertos e assim por diante. Eu gosto bastante desse método por não precisar tocar na tela e sem correr riscos de um clique acidental em alguma coisa.

      1. Pra mim, isso seria o ideal. No meu caso, quando eu uso a barrinha Home deslizando pra esquerda o sistema alterna para o app que usei por último.

    9. Navegação por gestos.
      Eu tenho um Zenfone 5Z, com 6.2″ de tela, e apesar de minhas mãos serem grandes, eu estava a fim de testar o modo de gestos pra ver se eu conseguia navegar mais rápido no celular.
      Na 2ª vez que tentei, me adaptei, e uso até hoje. A única coisa que irrita é que eu perdi o gesto da lateral esquerda para abrir os menus de contexto de alguns apps, como gmail e telegram (talvez eles sejam adaptados no futuro) e o botão de print que a asus deixa configurar nos celulares dela, mas isso foi “resolvido” com um atalho na barra de notificações.
      Se meu próximo celular tiver uma tela menor, eu volto a usar botões, mas se a tela for de 6″ ou mais, vou continuar com os gestos.

    10. B
      Utilizo a navegação por gestos.
      Vou testar o NG Fluid que o u/Will comentou.

    11. Fora rolar página, eu prefiro botão em tudo, mas quero quebrar o telefone quando estou rolando e a página atualiza!!! Infeeeerno, pior invenção essa. /momento revolta
      Eu lembro de um app que não tinha menu, não tinha botão, texto, nada (era o snapchat?) e eu fiquei totalmente confusa até me mostrarem que você só usava por gestos. 🤡

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