Post livre #21

Post livre aberto! Apenas para dar umas sugestões de assunto, semana que vem a Motorola apresentará o “novo” Moto G (vazou inteiro, viu?) e Moto X, e a Microsoft lançará o Windows 10. É pouco? Então sugira outro assunto aí, e nem precisa ser de tecnologia — afinal, o post é livre. Mesmo esquema de sempre: abro agora, fecho domingo à noite.

417 comentários

  1. Falem sobre os podcasts que vocês ouvem. Tenho quase 30 no celular, mas ouço — quando muito — três ou quatro.

    1. Tenho mais interesse em games. Curtindo bastante o Hysteria e o Superamibos.

    2. Qual o nome desse seu segundo aí? Para quem curte desenvolvimento de software: Grok Podcast; Estou dando uma chance para o Ultrageek; E para quem curte assuntos polêmicos com açúcar e humanismo: Mamilos;

  2. Algum professor? Estou prestes a escolher história … Conveersemos.

    1. Não sou professor, mas por algum tempo, convivi com o ambiente escolar (estabelecimento de parcerias entre escolas e a instituição onde trabalho). Não gostei do que vi e me sentiria mal ali todos os dias, pra ser bem sincero.

        1. A caricatura da escola feita por foucaultianos é perversamente real: grades, grades, grades, disciplina, desincentivo à criatividade, grades, salários ruins, grades, ambiente “escolarizado” demais (imbecilizando os alunos), grades, câmeras, vigilância, grades.

          A escola é uma prisão pintada de rosa (isso quando ela é pintada de rosa).

          Aliás, já falei das grades?

          1. Mais um motivo. Um professor fora da caixinha pode mudar a situação de centenas

          2. Existem, é claro, as experiências interessantes e estimulantes (escola da ponte em portugal e o caso da emef amoroso lima em São Paulo).

            Mas fora destas situações excepcionais (e exemplares), pelo que tenho acompanhado, as condições de trabalho do profissional docente são cada vez mais precárias e desestimulantes (tanto do ponto de vista intelectual quanto do financeiro). Salários baixos, estruturas educacionais travadas e congeladas, impostas de cima para baixo associadas ao cacete da polícia que vimos nas greves recentes.

            Sinceramente, não dá pra ser otimista neste cenário.

  3. Algum professor? Estou prestes a escolher história … Conveersemos.

  4. Ghedin, uma coisa curiosa. Ganhei um notebook Asus e, assim que o abri, reparei no detalhe. O botão de auxílio(não sei o nome específico), que serve de “clique com o botão direito”, é representado por um símbolo bem familiar aos leitores rs.

    Se é um padrão dos notebooks ou se sua escolha para o blog foi propositalmente relacionada… bem, não sabia. Mas ó aí:

    1. Tenho notado isso na maioria dos novos notebooks de várias marcas. Salvo engano, antes de ser usado no MdU, já vi este símbolo em algum outro lugar (talvez no pacote Webdings/Wingdings).

      Acho que até o Ghedin contou a história deste simbolo uma vez, não sei quando.

        1. Vez ou outra alguém comenta comigo no Twitter que encontraram o logo do site no teclado, haha! Acho legal, mas não foi daí que veio a “inspiração”.

          Depois de decidir o nome do site (ou, na época, do podcast), procurei um ícone que lembrasse um… bem, um manual do usuário. Aí encontrei esse no The Noun Project. Aqui: https://thenounproject.com/term/document/4089/ Caiu como uma luva. Comprei e adotei como oficial do site.

    1. O problema são três:

      – Se regulamentar a área de TI, mata a criatividade e os profissionais que trabalham como auto-didatas. Noto que toda área que tem regulamentação e sindicalismo, ela se engessa e não se renova. TI é um meio, não um fim. Lida com coisas de segurança pessoal, mas isso pode entrar em outros setores para serem regulamentados. E pode ser feito por outras pessoas fora da área também.

      – Sindicalistas geralmente são cabeças-duras e trabalham pelo ego. Não trabalham pelo meio. Creem no “verticalismo”, como se o respeito fosse hierárquico, e esquece da “horizontalidade”, o respeito pessoa a pessoa. Note o que resultou o sindicalismo dos anos 80 e 90 nos dias atuais, e onde estavam os principais líderes sindicais ontem, em relação ao hoje.

      – Há muita questão moral e econômica não resolvida – isso se falando de direitos autorais, pirataria, padronizações e tudo mais. Criar uma regulamentação da área exigiria padrões afixados para atuação, o que novamente voltaria ao primeiro parágrafo – engessaria e apenas faria a manutenção da área de forma a privilegiar a quem interessa – geralmente pessoas a favor desta regulamentação.

      Noto que em tempos de internet e organização via redes sociais, um sindicato é uma figura “morta”. Sindicatos são organizações que a priore unem os iguais em prol de um bem comum. Mas ao mesmo tempo, isso acaba criando atritos com outras áreas e profissionais.

    2. Eu não sei exatamente de que tipo de regulamentação você está comentando, mas falando de exigir diploma para trabalhar na área, acredito que seja insensato por um motivo bem simples: deveriam regulamentar antes os cursos universitários, existem muitos que praticamente vendem um diploma que pouco significa na prática.

      Mesmo pensando em um mundo no qual o diploma seja algo com maior validade, que garanta um conhecimento básico da área, tenho minhas dúvidas da necessidade de uma formação universitária para a grande maioria das tarefas de TI do Brasil. No máximo, poderia ser exigido para algumas áreas mais críticas.

      1. Geralmente, quem fala em regulamentação de TI, já o joga em um todo mesmo – um profissional de TI, nem que seja operador, seja habilitado para tal. Já ouvi casos (cômicos) de pessoas que queriam realmente que quem mexesse em um computador para operar tivesse uma habilitação mesmo.

        TI na verdade unifica diversas áreas e contextos. Basicamente, a base de Tecnologia da Informação é a Eletrônica, já que lidamos com sistemas eletrônicos complexos. Nisso vem processamento de dados, telecomunicações e tudo mais. Essa área tem tantas subdivisões quanto a medicina. Porém, se for usar uma base para regulamentação, seria a eletrônica mesmo.

        Acho que apenas as áreas críticas, como você colocou, necessitam de uma certificação. Geralmente segurança de dados, gestão da informação, ou qualquer coisa que necessite de sensibilidade para lidar – equipamentos médicos por exemplo.

  5. E muito se fala da morte do flash, mas o combo html5, css e javascript não está também se tornando o novo flash em termos de páginas pesadas, cheias de firulas e que ficam imprestáveis em dispositivos móveis?

    1. Acredito que pelo menos o novo combo não seja uma peneira assim como o flash. Que seja tão pesado quanto (eu ainda acho que seja menos), só de não ser tão inseguro já valeria a pena o fim do flash.

    2. O que fico p**o é ver sites que exigem o uso de Java e similares. Geralmente sites de banco tem isso.

      O Detran-SP tem um sistema de controle de auto-escolas e associadas, que EXIGE o Java 1.6 e um navegador desatualizado, só para se ter uma ideia…

    3. Não acho, enquanto havíamos páginas super “pesadas” totalmente em flash, hoje criamos páginas super “leves” com esse combo-triple.

      Além de, hoje em dia há muito estudo sobre experiência do usuário, isso também se aplica a dispositivos móveis. O Adobe Flash, está indo embora porque não há mais necessidade de aplicações com ele.

  6. Galera, quem são seus ídolos e inspirações? Em que aspecto?

      1. Também odeio a ideia do ídolo. Não tenho um. O que possuo é uma admiração pelo trabalho (geralmente artístico) de alguém.

  7. Alguém aqui viu aquele site à lá Serasa que vende os dados à base de bitcoins?

      1. Da uma grande sensação de impotência saber que não posso fazer nada para tirar os dados do ar. Até dados da minha mãe que a maior interação com a internet e a divulgação de dados é nula tem vários dados dela lá.

        1. Como eu já disse algumas vezes nos comentários, o fato de já termos dados nas mãos dos governos é uma forma de não-privacidade. A identificação de uma pessoa, e os registros destas, por mais privadas que sejam, podem ser rastreadas e identificadas. A privacidade absoluta é a não existência social, burrocrática.

    1. Eu fiquei impressionado por ter dados de meu irmão, criança. Nem digitei outros nomes temendo a adição de novos na base de dados deles.
      Cara, fico imaginando se hackers resolvem atacar aquele site: estamos fritos. E ainda têm a cara de pau de falar que só são dados públicos. Se eu pesquiso meu nome completo na internet não aparece nada nada, eles só podem ter roubado de algum lugar.

    1. Talvez. No momento, prefiro o iOS e, se a situação permitir quando chegar a hora de trocar o iPhone 5, continuarei na Apple, mas… vá saber, né? O Android é competente no geral e ficou ainda melhor em usabilidade e visual com o Lollipop.

      1. Também tive um IPhone 5 por alguns meses mas me vi obrigado a trocar. Como a $$$ituacao não permitiu o 6, fui para um Moto X2, ainda contrariado e desapontado. Olha, melhor decisão da minha vida. Nunca mais volto para o IOS.

        1. Eu testo praticamente todos Android high-end que sai (no momento, estou com o Galaxy S6 e o G4 aqui, e o Moto X já passou por aqui também), e embora o hardware quase sempre seja impressionante, acho o Android meio deficitário ainda. Os apps são mais piores e o sistema parece que não consegue facilitar. Com a abertura vinda com o iOS 8, as (poucas) desvantagens do sistema da Apple praticamente sumiram.

          É como eu disse ali em cima: posso até voltar, mas, no momento, prefiro o iOS.

  8. @disqus_u9voeaLVTR:disqus Vi que tu estudou história, sabe me dizer porque não se têm um bom estudo da ásia, das origens e sua história mais remota, sei que tem muito da história recente, mas procurei alguns cursos de graduação e a maioria não tem foco nenhum nos países asiáticos.

    1. Não sou da área, mas será que não culpa da ‘falta’ de relevância nacional ou ocidental? Porque certamente aqueles povos carregam muito conhecimento histórico, vide China e seu império, Mongólia, Índia e o avanço matemático e o Japão – interessantíssimo. Não acredito que não existam estudos históricos desses povos, mas talvez eles não sejam considerados de relevo na história abordada aqui e por isso, estejam fora de foco dos estudos, infelizmente.
      (Vamos aguardar uma resposta do especialista, rs)

      1. Eu sempre quis estudar sobre toda a cultura asiática. Fui procurar algum curso de graduação, e percebi que pouco se tem nas grades, sobre a história dos mesmos.

        1. No ensino médio questionei isso ao meu professor de história e ele confirmou que durante o curso todo só teve uma matéria sobre Ásia.

  9. @disqus_u9voeaLVTR:disqus Vi que tu estudou história, sabe me dizer porque não se têm um bom estudo da ásia, das origens e sua história mais remota, sei que tem muito da história recente, mas procurei alguns cursos de graduação e a maioria não tem foco nenhum nos países asiáticos.

  10. Arrumei a mesa toda para fotografar e me inscrever para o próximo “Mostre sua mesa de trabalho”. Não consegui enquadrar a mesa numa foto panorâmica! As proporções da mesa e a distância que tenho para enquadrá-la não permitem!

    1. Tente um ângulo diferente, às vezes ajuda. Ou enquadre só o que for mais importante — salvo engano, foi o que o Matheus Bonela fez na primeira edição, e ficou uma foto bem legal. Só não deixe de mandar :)

      1. É, não consigo fazer. Meu espaço é limitadíssimo aqui, motivo pelo qual minha mesa cresceu para cima. Se eu tento mudar o ângulo, a porta acaba tampando a mesa! Se eu cortar alguma das partes, a foto perde muita informação, porque as coisas estão distribuídas tentando aproveitar cada centímetro… Inspirei meu cantinho vendo as fotos no lifehacker do pessoal que monta as estações de trabalho dentro de closets, em baixo de escadas, etc. Tanto que minha mesa eu mesmo fiz. Mas estive pensando: Será que posso te enviar a foto assim mesmo? Se você achar interessante, eu publico as fotos nos comentários da próxima edição do “Mostre sua mesa de trabalho”. É um jeito de compartilhar com a turma sem quebrar as regras (ao menos diretamente).

          1. Poderia ser uma solução, mas a incorporação do resultado aqui no Manual deixaria a página pesada. Só fotos, pelo bem de todos (até aqueles com Internet pré-paga :)

          2. Não, mas não precisa embedar o Photosynth aqui, ele oferece a opção de baixar a imagem gerada. É só uma forma intuitiva de produzir panoramas de espaços fechados com boa qualidade :)

  11. A nossa falta de conhecimento sobre tecnologia, nossa inocência ou ignorância (este último termo no sentido de não conhecer), gera situações como essa do vídeo que vou deixar aqui. Fico me perguntando o dia que a tecnologia será simples, sem pessoas fazendo mal as outras, ou se no final é o ser humano que tem que ser obrigado a ser extremamente lógico e desconfiado. https://www.youtube.com/watch?v=ibYn9rSBo1Q

    1. No meio dos anos 90, aqui em BH, houve um caso de um ex-funcionário que entrou na justiça contra as extintas lojas Arapuã (Ligadona em você) requerendo adicional por periculosidade, sob a alegação de que por muitas vezes ele teve que realizar o transporte de computadores infectados com vírus. Não me assusta a senhora do vídeo ou mesmo o ex-funcionário em questão. O que me deixa mais boquiaberto é pensar que teve um advogado para assumir essa causa!

          1. Passei batido por essa, é da época que ainda acompanhava com afinco o Giz…

            Quanto ao advogado, há explicação: nem todos os advogados entendem de tudo. E em relação a epoca, faz sentido…

          2. Sei lá. Acho que mesmo para a época, bastaria uma boa pesquisa. Em 1992, quando eu ainda era moleque, vi um computador pela primeira vez na vida e o operador estava colando etiquetas nos disquetes de 5,25″. Ele chamava essas etiquetas de “camisinha” e explicou que isso era pra evitar que entrasse virus nos disquetes. Mesmo sem ter nenhuma familiaridade com o equipamento e o funcionamento (aquilo pra mim era uma caixa mágica que resolvia todos os problemas do Batman) eu jamais imaginei que pudesse haver qualquer semelhança entre aquele virus do disquete e uma gripe! Enfim, não acredito que o advogado sequer tenha pensado em se familiarizar com este conceito antes de pegar a causa, mas enfim…

  12. Alguém aqui tem conhecimento de algum veículo de mídia que trata sobre política, que não ataca o lado contrário e segue cegamente o que seu lado diz que é certo, sinto que falta jornalismo de qualidade sobre política em terras tupiniquins. Não vejo um jornalismo bem feito, que mesmo com suas opiniões, mostra os dois lados da moeda. Aqui é só gente atacando o outro lado, usando dados como bem querem para provar que o outro lado está errado.

    1. Difícil. Hoje o jornalismo admite que não é imparcial, o que é bom. Mas também é ruim :p

      Na dúvida, vou no clássico Folha e Estadão mesmo. E tenho visto também matérias no Globo News, bem interessante.

      1. Não tenho problema com a parcialidade, contanto que ele mostre todos os fatos crus, e disserte sua opinião sobre o mesmo. Também fico na Folha/Estadão mas apenas para ter uma noção do que anda acontecendo.

    2. um dos melhores q tenho lido, e não é brasileiro, é o “el pais”. mas não tem um q seja o melhor. é preciso combinar várias fontes de informação pra VC montar o seu painel a partir das SUAS considerações… mesmo pq, não há só dois lados… pegar essa complexidade é bem complicado. vc já deve ter visto, mas o profissão repórter é bem interessante nesse aspecto, já q é uma espécie de escola de jornalismo… e tem o observatório da imprensa, conduzido pelo alberto dines, q é das antigas, mas muito sério. ali há uma análise das mancadas da imprensa e, a partir disso, tb dá pra se orientar um pouco. pq há bons jornalistas em vários meios de comunicação, então condenar a globo, a folha, o valor, o sbt ou q quer q seja, pode deixar de lado coisas interessantes. e, claro, há mídia independente fazendo coisas boas e sérias. a agências pública, por exemplo.

      1. O que sinto falta mesmo, é algo mais localizado. Citei dois lados, à exemplo da esquerda e da direita. Mas voltamos ao ruído, tem muito ruído e gente se atacando, que qualquer matéria de qualidade acaba se perdendo. Acho várias matérias bacanas sobre diversos assuntos, mas sobre política são raros.

    3. Uma coisa que sinto falta mesmo aqui é de reportagens, nesse sentido eu recomendo a Pública mas ela é declaradamente de esquerda. De resto, não tenho muita paciência para o jornalismo brasileiro: é muita coluna opinativa sem informações relevantes e hard-news pouco relevantes para minha vida.

      1. Algum site/jornal/revista/conta no twitter ou qualquer coisa que faça bom jornalismo político.

  13. Como encheu rápido de comentários esta semana… fiquei até sem graça de botar um assunto novo… :) Ou melhor, deixe-me eu colocar um assunto na mesa redonda :D

    Com essa coisa do Uber, se botou muito o assunto de “economia colaborativa”, e os programinhas / sites que tentam fazer alguma função específica (alugar um item, caronas, terceirização em geral… )

    Vamos pensar um pouco aqui quem tem mais de 25 anos: quem aí não já pegou carona com amigos, ou fez uma vaquinha para pegar algo emprestado, etc… etc… E tudo isso com uma sensação de boa vontade, de respeito.

    Quando as comunidades sociais eram pequenas, as pessoas se conheciam e havia confiança entre eles. Podia se ajudarem sem descrédito.Quando a população se expandiu, isso se perdeu. Tenho uma frase que as vezes esqueço como falo, mas é mais ou menos assim: “Quanto maior a população, mais impessoal fica”. Como ter confiança sendo que milhares de pessoas estão nas ruas, e parte destes milhares tem alguma coisa que acaba prejudicando o próximo, querendo passar por cima do outro?

    Cria-se os apps, como se um programa pode ser um mediador de confiança entre pessoas. Será mesmo?

    1. Para mim, a tecnologia não é tanto um mediador de confiança, mas um facilitador e garantidor (de qualidade). Há programas e programas, mas os mais bem-sucedidos focam nessa dupla. “Economia colaborativa” virou um termo coringa para qualquer coisa que coloque cidadãos comuns, pessoas físicas, em um contato tendo como fim uma prestação. É uma banalização perigosa, como abordado aqui: https://www.manualdousuario.net/uber-economia-colaborativa/

      1. Facilitador eu concordo, para garantir a qualidade, nem tanto – vide reclamações de quem solicitou serviços (e os links em seguida). Tenho lido textos no Medium sobre os altos e baixos do Uber (e até fiz um novo só que com outro foco, mas se quiser ler, tá aqui. :) ). Os dois melhores textos são estes aqui:

        Sobre a relação excessiva do Uber, comparando a uma “orgia” :)

        Sobre a experiência de ser um diretor de empresa de “economia colaborativa”

        Estes, que lembram o seu texto também, e muitos já vinham falando sobre isso há um tempo.

        De qualquer forma, ainda acho que é uma forma de falar “olha, pode contar com nosso serviço que não tem tanto problema”. Salvo engano, tem apps para técnicos de informática, de restaurantes (estes tá mais para substituto do telefone convencional), etc…

  14. Quarta feira que vem será lançado o Windows 10. O que vocês esperam do sistema? Já usaram alguma Build?

    1. Pensei em começar a usar uma Build, mas estou sem computador bom como estepe para isso. No meu note principal, acharia chato. Até puxei uma iso, mas depois nem mexi mais…

      (Ultimamente perdi o “tesão” de fazer experimentos como este…)

  15. Como o Windows 10 ja lança semana que vem, eu queria tirar uma duvida: esse cd da foto abaixo veio junto com meu pc, que comprei a 4 anos atras, junto dele uma key etc, minha duvida é: essa key que veio com esse cd vai servir para eu ativar o meu windows 10, mesmo se eu formatar ele etc sempre, ela é uma key original?

    1. Salvo engano, o que vale para o Windows ser original é sua chave (Key). Não importa o CD de instalação.

      O ponto aqui é você ter o registro da key guardado em algum lugar, em caso de emergência.

      O porém da história é que a Microsoft faz uma limitação de uso da key – pode ser reinstalada na “mesma máquina” por três vezes. Após isso, apenas via confirmação telefônica.

      Quanto ao Win 10, não sei as condições. Até hoje acho estranho a situaçã odo Win 8 / 8.1

      1. e será q dá pra remover a key da bios sem ferrar tudo?

        1. Já tive um caso uma vez de fazer uma reinstalação de key. No caso do Win 8, a Key é sincronizada com a UEFI (não a BIOS, já que esta trabalha com keys de outra forma). Um cliente meu foi mandar o notebook para o conserto, e eles trocaram a placa mãe.

          O que eu fiz?

          – Peguei o Advanced Tokens Manager (um programa que gerencia e faz backup de keys do Windows). Tentei com ele pegar a key original, mas parecia que dava uma falha na hora que ia pegar ela – do nada, o número da key mudava.

          – Tentei com um programa para ver a Key do Windows. Uma dica – no “Sistema” (Painel de Controle), é possível ver os 5 caracteres finais da Key original instalada. (Key pirata, salvo engano, ele não deixa nada exposto. Com o programa, vi que a key que o mesmo pegava batia com os caracteres finais que eu vi.

          – Entrei na UEFI e lá tinha o setor de “Secure Boot”, onde fica guardada as keys. Estava vazia, como se fosse fazer uma instalação na fábrica. Ele logo de cara me pediu o modelo do note (um mesmo modelo de placa pode fazer uso em vários modelos de note), e depois coloquei a key do Windows. – lembrei melhor, deixei eles ativados sem nada, o Win 8 coloca as Keys lá, pois o que vai na UEFI é uma segunda chave, criada após a instalação da key original que faz a sincronia entre o hardware e o software.

          – Liguei o Win 8, cruzei os dedos. Vi que ele ativou e cabou o chororô.

          No Win 7, antes de qualquer reinstalação, costumo usar o Advanced Tokens Manager. Funciona muito bem :)

    2. No seu caso formate um computador com essa versão do Windows 7 e instale a licença. Depois atualize completamente e em até uma semana (foi assim comigo, pois fiz exatamente esse mesmo processo que você) receba a mensagem do Windows 10.

      No Windows 10 a licença é associada ao hardware e não ao chaves. Ou seja, quando for atualizado para o Windows 10 terá para sempre essa licença. Assim, não dará mais para utilizar essa chave em outro computador mesmo que ele queime e você tente instalar o W10 em outra máquina.

      1. O problema aqui é que se é associado ao hardware, geralmente isso é sincronizado no UEFI. Na verdade, todo serial do Windows é sincronizado com o hardware. Uma vez ativado, caso troque uma peça importante, como placa mãe ou hd, ele pede nova ativação.

        1. Isso que você falou já ocorre com os novos computadores vendidos com Windows 8.

          O que expliquei, foi pelo que eu li, a nova postura da Microsoft. Por isso que ela também está tão interessada na atualização para o Windows 10.
          Acredito que eles devem ganhar um bom dinheiro com essa mudança.

          1. A Microsoft já ganhou e perdeu dinheiro até demais com a família Windows.

            Não sei como vai ser a questão de ativação e sincronia do Win 10. Diz-se que como a Microsoft age como uma empresa de serviços, o Win 10 agora é um serviço, e não um produto. Ou seja, reposiciona o Windows como se fosse um “software alugado”. Tenho uma preocupação quanto a isso.

  16. Menos de uma semana pro lançamento do Windows 10. Qual a expectativa/opinião de vocês? Vão atualizar? Fará o mesmo sucesso do Windows 7?

    1. Pra mim, será um marco. O melhor dos dois mundos(7 e 8) , integração com Xone e Lumias. Nadella pensou muito longe. Em dois anos ou menos, vejo a MS tão forte quanto O Google no mobile.

      1. O que tenho achado mais interessante nisso tudo são os aplicativos universais! A impressão que tenho é que esse novo formato de aplicativo deve ir matando os aplicativos desktop como conhecemos hoje (instala, next, next, next, ok, espalha DLL no HD inteiro, entope a porcaria do registro) para alguma coisa mais limpa e que não encarroce o sistema em 6-8 meses. Se isso acontecer, o sistema vai ficar usável pra mim!

    2. Eu instalei ele num computador “coletivo” e a reação inicial das pessoas costuma ser: – “Não consigo usar esse Windows 8”.

      Acho que vai demorar algum tempo para ele emplacar…

    3. Não recomendo atualizar pelo menos nos três primeiros meses, não vale o trabalho.

    4. Não recomendo atualizar pelo menos nos três primeiros meses, não vale o trabalho.

    5. Não recomendo atualizar pelo menos nos três primeiros meses, não vale o trabalho.

      1. Tomara? Nossa! Sim, vários. Dustin Brown, lesão e atropelo do djokovic. Detalhe: em Roland Garros.

        1. 14 GS, 9 RG, Career Slam, um bilhão de Master Series/ATP 1000. Pra quê mais? Deixa pra gurizada.

          Acharia legal ver o Federer ganhando mais um Wimbledon ou US Open (meu favorito), mas seria legal também troféus desses erguidos por Tsonga, Monfils, Wawrinka, Murray, Dmitrov, Nishikori, Raonic, Dogolpolov (eu acredito), Kyrgios, Goffin, Thien, entre outros (não foi ordem de preferência).

          Chega para Djokovic também. Nesses últimos 10 anos, além dos 3, só Murray, Wawrinka, Del Potro (sdds), e Cilic (zzz) ganharam alguma coisa.

          1. Há muitos anos pela frente para o Touro Miura. É verdade que veremos essa nova geração ganhar cada vez mais, mas acredito que alguém que ganha nove RG pode sempre surpreender.

          2. Acho que não. A queda de rendimento dele tá nítida.
            Até acredito nele sempre ali nas semis, mas se pegar alguém com bom fôlego… já era.

  17. Saudades da época que smartphones com boas configurações tinham menos de 5″…. Sério, quando as empresas vão se tocar que existe publico que quer um aparelho menor, mas com boas configurações? O xperia z3 compact é o último dos moicanos e não vejo nenhuma outra empresa investindo nesse nicho tão cedo :/

    1. Caramba cara, ia postar um comentário similar a esse!

      Estou cansado dessas telhas dos infernos.

      Até a apple (quem diria) não aguentou a pressão e cedeu ao mercado. E o pior é que parece que essa tendência vai perdurar por um bom tempo.

      Eu tenho muita vontade de ter o z3c, mas o valor dele acho mt alto. As vezes tenho vontade de importar um z1c (parecido demais com o z3c) no aliexpress, mas tenho medo da taxação…

    2. Na época que saiu o iPhone 6 e o 6 Plus, eu ouvi um boato que o plano da Apple era ter 3 smartphones: um pequeno, um médio e um grande. O pequeno não saiu esse ano porque o 5S preenche a lacuna do smart menor e que, a partir de 2015, teria também um “iPhone Mini”, com specs levemente inferiores aos tamanhos maiores.

      Não sou usuário de iPhone e nem de telas pequenas, mas torço também pra que a Apple mostre esse nicho e faça com que outras fabricantes tentem disputar esse mercado também. Nós consumidores só temos a ganhar,

    3. Na época que saiu o iPhone 6 e o 6 Plus, eu ouvi um boato que o plano da Apple era ter 3 smartphones: um pequeno, um médio e um grande. O pequeno não saiu esse ano porque o 5S preenche a lacuna do smart menor e que, a partir de 2015, teria também um “iPhone Mini”, com specs levemente inferiores aos tamanhos maiores.

      Não sou usuário de iPhone e nem de telas pequenas, mas torço também pra que a Apple mostre esse nicho e faça com que outras fabricantes tentem disputar esse mercado também. Nós consumidores só temos a ganhar,

      1. Seria bom, achava mesmo que o sweetspot era algo entre 4″ e 4″7′, sou usuário de iPhone, e o tamanho me agrada bastante, mas não sei se algo maior que 5″ me agradaria, não consumo mídia no celular, não preciso de tanta tela.

      2. O novo iPod touch, com chip A8 (mesmo do iPhone 6), é um bom indicativo desse cenário com três flagships de tamanhos diferentes da Apple.

    4. Sou outro que pensa assim, tenho um Moto X 2013 e quando tiver que troca-lo a única saída que vejo para aparelhos não tão grandes são os Iphones mesmo.

      1. Estou com um MX 1a. geração aqui também. Muito bom! Acho que duro mais um ano tranquilo com ele (principalmente após o Lollipop), você tem a mesma sensação/experiência também?

    5. Existem ótimas opções no mercado para quem quer tela pequena. Você só não compra se não quiser.

      Prefiro que os smartphones cheguem logo a pelo menos 6″.

      1. Tirando o iPhone 5s e xperia z3 compact, não temos nenhum top pequeno. Só intermediários e entrada.

      2. Tirando o iPhone 5s e xperia z3 compact, não temos nenhum top pequeno. Só intermediários e entrada.

    6. vdd pensando seriamente em pagar 400 reais para arrumar a tela do meu motox2013, estou com um iphone 5c, é pequeno demais, e o motox 2014 é grande demais hahaa..

    7. Só li verdades. Hoje em dia não tenho intenção de comprar outro cel pois to bem satisfeito com meu Lumia 930.

      Mas se existisse um cel com a qualidade do Lumia 930 em 4 polegadas, eu estaria bem inclinado a investir, pois amo correr na orla ouvindo música e um gadget desse tamanho permitiria o uso no bolso, ao invés de uma braçadeira enorme chamando atenção de meliantes.

        1. Eu tenho um iPod Touch de 2010 e utilizo ele. Mas saio sem celular. Se tivesse um 930 4″ poderia receber minhas ligações enquanto me exercito.

  18. Alguém aqui é vegetariano ou vegano na alimentação? Como se deu o processo? Por que tomaram tal decisão?

    1. Oi Frederico!
      Sou vegetariana desde os 15 anos e estou caminhando para o veganismo, no meu caso, não foi uma adaptação tão difícil já que não gostava tanto de carne assim. Eu realmente indico que vá numa nutricionista para fazer a transição adequadamente, para não faltar nutrientes e você não ficar com fome entre uma refeição e outra, além de fazer e ter um acompanhamento com os os exames (sempre faço e até hoje nunca tive anemia ou falta de B12). Acredito que o segredo do vegetarianismo é colocar mais variedades de alimentos.
      Tem vários motivos para ser vegetariana, por mim, pela minha saúde, pelos animais, pelo planeta.
      E também é legal se tiver um entendimento das pessoas ao seu redor, como namorada, familiares, e tudo mais.
      Boa sorte e parabéns por essa escolha!

      1. Eventualmente devo virar vegetariano/vegano, mas não vejo isso dentro de 6 anos. Tem tempo ainda para a transição.

        1. mudamos nossa dieta em um mês. foi barbada, sério.

    2. cara, eu e minha esposa nos tornamos semi-vegetarianos, pq ainda comemos peixe. mas esgotamos nosso estoque de carne e frango q tínhamos em casa pra nunca mais. percebemos q agora nossa preocupação em comer melhor aumentou e isso virou uma vantagem. foi bem tranquilo deixar de comer carne, especialmente a vermelha, q já não éramos muito fãs mesmo. ficamos de olho em receitas veganas tb, apesar de não sermos tão radicais, pq tem muita cosia boa ali. e estamos optando sempre por produtos orgãnicos (incluindo os ovos de granjas q crianças as galinhas soltas). e estamos fazendo isso pelos animais, pois estamos fartos de cooperar ativamente com a matança deles. tem um filósofo q compara o q fazemos com os animais ao q os nazistas fizeram com os q perseguiram durante seu regime… e é bem por aí mesmo, mas presumo q estejamos sofisticando ainda mais a nossa crueldade.

          1. Amigo, o filósofo do apocalipse é esse aí que você indica.. Mas cada um na sua né? Respeito seu pensamento, apenas não concordo com ele! Vivemos em paz, mesmo assim?!

          2. creio q não… haverá guerra, amigão. infelizmente… “paz”!? isso nos enterramos há um bom tempo… em cova rasa, como indigente… agora, vc não precisa respeitar o meu pensamento, precisa me respeitar como ser humano q sou e o mesmo devo a vc (exceto se vc for funcionário de uma fábrica de celulares, por exemplo, aí eu não estaria te respeitando não). o q eu penso, vc pode desrespeitar sim. do contrário, não poderíamos bem balbuciar uma blasfêmiazinha qualquer…

          3. Novamente, “desconcordo”. Acho que podemos viver em paz sim. Eu vivo, convivo com muita gente e sempre em paz. Minha paz não está em cova rasa. Se a sua está, tente desenterrar (aproveita que a cova é rasa mesmo! ;). Não acho que podemos desrespeitar ninguém e nem o pensamento de ninguém. O pensamento é da pessoa e ela pensa o que quiser!

    3. Não sou, mas gostaria.

      E só tenho um motivo pra isso: a indústria da carne.

      Não acho que essa coisa de fazer mal para a saúde se aplique somente à carne, hoje a indústria do alimento faz com que qualquer coisa faça mal. Já viu pesquisas sobre as quantidades de agrotóxicos que ingerimos nos legumes e frutas?

      Acho que o que é válido é o orgânico, tanto vegetais quanto carne.

      Mas voltando ao assunto da carne somente. Os animais sofrem muito, desnecessariamente. Há vários documentários sobre isso, se você der uma procurada acho que vai ser um bom incentivo.

      1. Bom ponto dos orgânicos, devia ter incluído na pergunta.

        Só vi dos pintinhos do McDonalds… tem que ter sangue frio para trabalhar nesse tipo de ambiente.

        1. Acredito que o sangue frio só se aplique no início. Depois de um tempo a pessoa se acostuma. Igual a pessoas que trabalhavam na área da saúde…. Acostumam-se com o ambiente.

        2. Acredito que o sangue frio só se aplique no início. Depois de um tempo a pessoa se acostuma. Igual a pessoas que trabalhavam na área da saúde…. Acostumam-se com o ambiente.

    4. Eu gostaria, mas o meu maior medo é não aproveitar um passeio/uma viagem por medo de chegar num lugar e não ter opção sem carne/sem produtos de origem animal.

      1. Se for cidade com desenvolvimento financeiro elevado, com certeza terá opção veg.

        1. Em cidade com desenvolvimento financeiro elevado é fácil (nem que seja ir num restaurante por quilo).

          O problema é em passeios em cidades pequenas, área rural, etc… que eu particularmente gosto de fazer.

      2. Olha, não poderia ser o caso de se esforçar em manter o estilo em casa, mas ser Livre durante passos mais importantes? O melhor de dos mundos, e com certeza vc conseguira se conter em extrapolar nas quantidades absorvidas durante os passos. Utilizo esta técnica para o consumo de refrigerantes e tem dado certo.

      3. Tentei ser vegetariano por uns seis meses, e o fator social foi o que mais pesou. A gente não percebe, mas é impressionante como todo evento social tem um pedaço de carne no meio. Achava meio constrangedor chegar numa festa e exigir cuidados do anfitrião, ou ter que ficar dando explicações do porquê não estar comendo carne.

        O alimento em si não é tão difícil de cortar, mas as implicações sociais são difíceis.

      4. Tentei ser vegetariano por uns seis meses, e o fator social foi o que mais pesou. A gente não percebe, mas é impressionante como todo evento social tem um pedaço de carne no meio. Achava meio constrangedor chegar numa festa e exigir cuidados do anfitrião, ou ter que ficar dando explicações do porquê não estar comendo carne.

        O alimento em si não é tão difícil de cortar, mas as implicações sociais são difíceis.

    5. Eu já tentei aderir à um estilo de vida mais orgânico, mas não tem jeito, eu adoro carne vermelha, e foi muito sofrível minha tentativa de transição, eu como bem, mas não resisto à um bom bife, ainda espero achar algo que possa substituir esse sabor icônico na minha vida.

    6. Não sei quais são os seus motivos, mas o que me atrairia em ser vegetariano seria uma alimentação mais saudável e uma redução do impacto ambiental da produção de carne.

      Nesse contexto, uma redução e não uma restrição absoluta desse tipo de consumo já seria de grande valor sem tanto sofrimento. Acho estranho como é raro ações que visam apenas reduzir e não cortar o consumo de carne como “Segunda Sem Carne” por exemplo.

  19. Pessoal, sei que estamos em época de streaming. Mas queria um MP3 player com uma boa capacidade de armazenamento, igual ao ipod classic.

    Quais aparelhos vocês me indicam?

    1. Não sei indicar um, mas sei um ponto de partida: anythingbutipod.com

    2. Nunca tive, porém sempre vi bons comentários a respeito dos aparelhos da Sansa. Durante um tempo estive de olho em um Clip+ inclusive.

      Dizem que a qualidade de áudio se comparar ao iPod e o espaço de armazenamento é interessante. Um de 8gb com mais um SD de 32gb por exemplo, já dá pra colocar uma biblioteca de respeito.

    3. O iPod Classic chegou a ter 160 GB de capacidade na sua última geração. Com essa quantidade é quase impossível você encontrar. Mas uma opção que eu escolheria seria um smartphone barato porém com suporte a microSD de 128 GB (os Microsoft Lumia por exemplo têm boa performance e todos aceitam, que eu saiba, cartão dessa capacidade). Um modelo básico da Microsoft custa pouco mais de R$ 300, e também por R$ 300 você consegue comprar um microSD Samsung Evo, que tem qualidade e performance muito boas. Um smartphone lhe dá a liberdade de escolher o player de software que preferir.

    4. Engraçado: Li seu post e comecei a pensar no que existe no mercado hoje e… pois é, não cheguei a lugar nenhum! Parece que os players dedicados estão morrendo ou virando produto de nicho. Em termos de capacidade o que talvez chegasse perto do Classic, seria o novo touch com 128GB, mas no preço estratosférico não creio que valha a pena.

    5. eu quero um bom mp3 de 2 a 4GB que nao me custe o olho da cara. infelizmente philips e sony sumiram do mercado. ouço musica no smartphone, mas um aparelho dedicado é muito mais prático.

      1. Mais prático em termos. Se a pessoa está em casa ou fazendo exercícios físicos, talvez um player dedicado, leve, seja mais interessante. Mas para todos os outros usos o smartphone é melhor, simplesmente porque a pessoa não precisa carregar 2 equipamentos. Como todo mundo usa smartphone, é mais prático usá-lo também como player.

    1. Não sei ao certo, mas tenho alguns palpites:

      * Transporte urbano é algo mais corriqueiro do que aluguel de quartos em outra cidade. Mais gente usa, mais gente tem contato (mesmo indireto).

      * Hotéis tem de todos os tipos, inclusive os muito bons. Táxi, você só pega um bom se der sorte. Havia muita margem na qualidade para ser explorada, e é onde o Uber costuma atacar primeiro (Uber Black).

      E o Airbnb não está tão tranquilo. Em algumas cidades americanas o serviço já paga imposto de hotel: https://www.airbnb.com/help/article/653 e ano passado rolou uma treta com a cidade de Nova York: http://www.cnet.com/news/airbnb-let-us-pay-hotel-taxes-in-new-york/

    2. Po, mas ai nem se compara ne?

      Taxi, mesmo caro atualmente, ainda é transporte de massa, que tá na cidade direto, bem ali. Basta olhar a volta que vc vê.

      O AirBnb é pouco ou de nenhum conhecimento da massa. E acho que não tem nada semelhante na rede hoteleira a uma cooperativa de taxistas sacou? O airbnb até ajuda os hotéis (de baixo custo inclusive) a ter uma visibilidade maior.

    3. Po, mas ai nem se compara ne?

      Taxi, mesmo caro atualmente, ainda é transporte de massa, que tá na cidade direto, bem ali. Basta olhar a volta que vc vê.

      O AirBnb é pouco ou de nenhum conhecimento da massa. E acho que não tem nada semelhante na rede hoteleira a uma cooperativa de taxistas sacou? O airbnb até ajuda os hotéis (de baixo custo inclusive) a ter uma visibilidade maior.

    4. Um é serviço público, o outro é serviço privado. Transporte público é fruto de concessão estatal, devendo, teoricamente, atender determinados padrões mínimos que seriam fiscalizados pelo Estado. Da mesma forma, busca evitar que se usem aqueles serviços de vans irregulares, que empilham gente dentro. O Uber busca “quebrar” esse caráter de fiscalização estatal. Note que a polêmica não existe somente no Brasil, mas sim no mundo todo. Um item que eu particularmente não tenho conhecimento, é como funciona a matriz de tributação do Uber – na eventualidade do prestador do serviço não pagar imposto existe evidente concorrência desleal e sonegação fiscal (já que o pagamento é feito via app, para o Uber e este, teoricamente, repassa valores para o prestador).

      Hotel é serviço privado, bastando ter licença de operação. O AirBnb, ainda, funciona como um “aluguel por temporada”, o que não exige concessão estatal. É um agregador de anúncios de aluguel, e isso é fundamentalmente privado.

    5. não creio q o uber gere propriamente uma polêmica. na verdade ele gera aversão aos setores consolidados e com mentalidade corporativista. os taxistas poderiam se unir, se modernizar e oferecer melhores serviços, mas como estão sendo guiados por sindicalistas parados no tempo, estão fadados a serem um estorvo…

      1. Não é por causa de sindicalistas, tem uma falha aí.

        Para muitos taxistas, a importância dele é similar a do ônibus da cidade – ele precisa estar lá para atender quem precisa de um transporte público específico.

        Quem entra na área, no começo pensa que vai ganhar dinheiro fácil, que as corridas vão ser vantajosas.

        No geral, taxistas tem muitas perdas financeiras – corridas não pagas, manutenção do veículo, combustível, impostos que ele precisa pagar, e há também a questão de quem aluga ponto (tem que se pagar uma mensalidade ao locatário), ou usa veículo de frota (paga uma diária pelo veículo – o mínimo é de R$ 150,00 em SP).

        Por isso que muitos taxistas estão revoltados com o Uber. Em São Paulo, muitos taxistas são frotistas ou “segundo-motorista” (teoricamente, o motorista auxiliar no alvará; na prática, o locador do ponto).

        Já pensei em ser táxista – meu pai foi e meu irmão é. Acho uma profissão interessante pois quem pega gosto, pode com isso entender a mobilidade de uma cidade. Mas o que noto em muitos taxistas é que o trabalho não é diferente de qualquer motorista que transporte algo, seja um passageiro ou carga.

  20. Alguem sabe o grande motivo por tras das das empresas não fabricarem smartphones com baterias melhores? sempre vejo melhoras em tudo, porem essas melhoras ficam cada vez menos perceptíveis – salvo o caso das cameras – porem não vejo uma melhora no tamanho das baterias, fora o tal droid turbo(?) e tal.

    1. Tendência de mercado. Querem deixar o smartphone mais fino, já que os grandes veículos de tecnologia (EUA) caem matando e sempre o iPhone é a linha de comparação. Mesmo com a bateria porca do iPhone, ele é bem fino e as outras empresas querem manter esse padrão.

      Vide o que a Samsung fez recentemente com o Tab S 2. Essa nova versão só tem uma coisa boa que são as bordas metálicas, porque o resto está uma porcaria. Fizeram o tablet mais fino do mundo, mas em compensação a bateria agora é de apenas 4.000mAh. Para um tablet com tela de 8″ e resolução de 2k, com certeza deve dura no máximo umas 3 horas com a tela ligada. Fora que diminuiram a resolução da câmera e removeram o flash.

      Infelizmente essa é a tendência do mercado.

    2. Acho que as baterias melhoraram, mas o impacto acaba neutralizado pelos avanços nos demais componentes — que exigem mais energia. É como aumentar a capacidade do tanque num carro novo, mas colocar um motor mais gastão.

  21. Não acham que tá na hora de termos notebooks com resoluções maiores que a clássica 1366×768? Será que a venda de notebooks anda mal a ponto de não compensar essas melhoras?

    1. Isso é decepcionante. Os anúncios da Samsung e Asus não ajudam num cenário de melhora. A Dell possui topo de linha ainda em HD. As fabricantes nacionais (penso em Positivo e CCE) também são bem aquém.

      Além da resolução, a qualidade do painel não costuma ser das melhores…

      1. Estou no meu segundo notebook Acer, sendo que o mais velho, que está com meu irmão, deve ter 4 anos e nunca deu problema. O único problema que é comum aos dois é a qualidade horrível daquele painel LED com resolução HD que queima minha retina. Não sei como meu irmão consegue usá-lo o dia todo. Mesmo configurando pelo assistente da Intel (vídeo onboard) para deixar a imagem um pouco mais escura e com um pouco de fidelidade de cor, o painel não chega perto da qualidade do meu monitor LCD AOC 1050p de 6 anos de uso.

    2. Esse é um ponto que senti dificuldades ao trocar de notebook. Não encontrei nada com um preço aceitável, mesmo que um pouco acima da média, de um equipamento com uma resolução maior.
      Realmente um problema que não vejo muitas chances de futuro… O jeito é ficar com o notebook e investir num monitor para uso doméstico mais tradicional.

    3. Esse é um ponto que senti dificuldades ao trocar de notebook. Não encontrei nada com um preço aceitável, mesmo que um pouco acima da média, de um equipamento com uma resolução maior.
      Realmente um problema que não vejo muitas chances de futuro… O jeito é ficar com o notebook e investir num monitor para uso doméstico mais tradicional.

    4. Ah mano eu desisti. Telas ips FHD já eram pra ser padrão em qq notebook brasileiro desde 2010. Mas as fabricantes aqui preferem gastar o mínimo possível (botar o material mais vagabundo e chulo mesmo as marcas maiores) e vender a 2k e lucrar o máximo possível.

      E quando uma se arrisca a fabricar e vender um notebook decente com tela FHD, bota o preço +3k. Ai não vende nada mesmo.

    5. Meu notebook é um Dell XPS 15 de 4 anos atrás. Não é ultrabook (é um i7 de segunda geração), tem vídeo offboard, Blu-Ray (que nunca usei)…

      É pesado, está com a bateria viciada, esquenta horrores, está com a carcaça toda ralada, mas eu não consigo achar um notebook com tela Full HD que valha a pena.

      As únicas opções no mercado brasileiro são notebooks gamer, que tem um monte de recursos que não preciso e são estupidamente grandes e caros, além de não combinarem em nada com um ambiente de trabalho.

      Já desanimei de trocar de notebook, ao menos não enquanto eu não puder ir para o exterior, já que no Brasil o mercado viciou nos low-end.

      1. O meu é XPS também, não lembro se segunda ou terceira geração. Mesma coisa: esquenta para caralho, a bateria já não está nos seus melhores dias, BRP que nunca usei, etc.

        E é exatamente a mesma coisa: não tem substituto no mercado. Ou é achar outro Dell (e Inspirion não se compara a XPS) ou esses gamers feios (com desenho no trackpad), desengonçados e caros.

      2. O pior os notebooks “gamers” não são nada além dos looks, salvo os high-ends, que possuem um chipset de video dedicado, a maioria que vende por ai, não é nada de mais além de uma etiqueta mais cara.

    6. o mercado agora é smartphone. não é dificil comprar um aparelho com uma tela full hd por metade do preço de um notebook com a mesma resolução.
      até me adimiro de como ainda vendem PCs com 2GB de RAM.

      1. Acho que é a questão do custo. E um note com 2gb de ram pro hue médio (net+office+face) dá e sobra.

        1. é…, ai o cidadão instala um antivirus, skype, chrome… o desempenho vai pro beleléu e a marca fica com fama de ‘ruim’, hehehe

          1. po bixo, tinha uma maq no trabalho aqui com 2gb de ram. tinha chrome, avast e software da empresa rodando ao mesmo tempo. não é um primor de desempenho mas também não deixa o cara furioso…rsrs

      2. Acho que 2GB de RAM é de bom tamanho para um uso doméstico. Claro que com os preços das memórias hoje em dia, é imperdoável o corte ai.

    7. Já existem há muito tempo. A questão é outra.

      O Brasil é totalmente fechado contra tecnologias fabricadas fora do país e contra a concorrência.

      O resultado é que esses produtos chegam há anos no nosso mercado, mas com preço que provavelmente você não está disposto a pagar.

      Mas, já vi notebooks da Asus com tela de 1080p, por menos de R$ 1.600. Só pesquisar.

      1. Olha, não acho que seja reserva de mercado, mas sim priorização do que vende. (Até porque tem muita coisa que é fabricada aqui.) Colocar tela de alta qualidade custa caro, e notebook caro vende menos por motivos óbvios (preço).

        1. Não me referi a reserva de mercado, mas ao protecionismo inerente.

          Isso afeta de muitas formas nossa vida.

        2. O problema é que produtos importados são caríssimos devido aos impostos e os nacionais, por falta de demanda, acabam sendo muito ruins.

          De certa forma, essa “jabuticaba” da fabricação nacional acaba atrapalhando para esse mercado mais reduzido.

          1. É que o governo não pode pensar somente na classe média e liberar os importados discriminadamente.
            O governo tem que pensar em saída de divisas, mercado interno e outras coisas. Acho que existe um jeito melhor de proteger a indústria naciona., mas isso é outra conversa.

          2. Você acha mesmo que essa é uma questão que reflete apenas a “classe média”?

          3. Ah sim, isso é outra discussão, meu ponto é que o protecionismo me parece realmente ser o motivo para a oferta de notebook no Brasil ser bem ruim…se isso é bom ou ruim para o país de forma geral é outros quinhentos.

            Pessoalmente acho pouco relevante, de fato segura os empregos no Brasil mas a longo prazo tem pouco valor para a “emancipação” do país que deveria ser a grande motivação do protecionismo.

    8. Pegando carona no seu post: Estou pesquisando um monitor para o desktop (atualmente uso um HD de 17″ e estou me sentindo claustrofóbico). A busca tem sido decepcionante: Telas de 21″, 23″, 24″, 27″… Todos com a mesma resolução! Tudo “apenas” full HD! E quando a gente acha alguma coisa com resolução melhor, são telas de 32″ que custam pelo menos um rim e meio fígado.

      Sobram os ultrawide, mas a resolução vertical ainda é de 1080p, o que é frustrante! De qualquer forma, pelos preços e minha exigência de que seja um painel IPS, estou pendendo pro lado de um ultrawide da LG. No final é a opção menos ruim!

        1. Com a crise batendo à porta, 4K tá meio fora de cogitação! O que acho foca é que parece que não tem no mercado nada entre o Full HD e o 4K, o que cria um abismo de preços.

      1. Tem os monitores “gamer” da BenQ, Phillips e Asus que tem telas 1440p, mas depois de 1440p é 2160p o famoso 4K, e se for trocar de monitor vai direto para o 4K. E tambem têm os retinas display da Apple, assim como os Dell.

        1. Valeu pela dica! Vi um modelo da Asus que achei interessante, mas o preço tá meio fora do orçamento. Engraçado que já tinha visto um da Dell no começo do ano e os preços estavam melhores. Acho que a alta do dólar está fazendo com que não seja um bom momento para comprar esse tipo de equipamento.

          1. Comprar tecnologia no Brasil sempre foi algo bem complicado. Qualquer complicação na cadeia, desde aumento no pedágio, já complica o planejamento. Ai mais em m momento de alta do dólar, o que dá para fazer, é esperar pelo pior, e subir o preço. Em alguns contratos meus, que vão perdurar até o fim do ano, tive que colocar o dólar em 4 reais, e já me preocupa que ele possa subir mais ainda.

          2. Pois é, do jeito que a economia do país está caminhando, não duvido que cheguemos, novamente, a esse patamar. Estou de olho em anúncios de equipamentos usados também. Se aparecer algum em bom estado de conservação e com uma diferença grande no preço em relação a um novo, acho que pode ser uma saída.

          3. Comprar um monitor usado, teste antes pessoalmente a qualidade da imagem, se você for de SP-Capital ou da região, vá na Santa Efigênia, toda semana, ou quase toda, tem levas de monitores chegando, mas a maioria são de 17″ de uso comercial.

          4. Com certeza! Ainda mais com a possibilidade de dead pixel. Mas sou de Belo Horizonte e só compraria usado se achasse de algum particular. Sendo realista acho bem improvável ver acontecer.

          5. DeadPixel é pior que a BlueScreenOfDeath, é algo persistente e que começa a te encarar e depois de um tempo te leva a loucura. Comprei um monitor que veio com o dito cujo, não aguentei 8 horas de uso, ele ficava bem no meio da tela, e eu ficava confundindo com ponto final ou sujeira.

    9. Sou bastante crítico à Apple, mas reconheço como inegáveis certas qualidades dos produtos dela. As telas Retina, por exemplo, são realmente fantásticas.

    10. Depois de ir para uma tela “retina” não volto nem que me paguem para 1366×768. Essas coisas pegam.

    11. Foi exatamente o que eu pensei quando comprei o meu notebook. Não gostei da tela e além de possuir um ângulo de visão muito ruim.

    1. Que coisa contra intuitiva. Até porque os comerciais de desodorante são pessoas aplicando no pós-banho e indo para a balada depois. Ou pegando ônibus. Ou pegando garotas. Ou garotos. E tudo de dia.

    2. Já tinha visto essa mesma informação alguns meses antes. Para mim fez sentido, embora ainda seja estranho.

  22. Sense 8: alguém acompanha? Série da Netflix com dedo dos irmãos Matrix.

    1. Muito boa série. Mas sem spoilers galera, eu mesmo ainda não ví toda!

    2. Acho que fui os dos meus amigos que mais esperou pra ver a série, desde o primeiro anuncio, porem sou o unico que não viu até hoje, muitas séries na frente pra ver tsccc

        1. Eu até que gosto do programa dela. Parece que se está assistindo a uma cultura paralela alienígena orgânica (mas ela é boa apresentadora).
          Mas não sei se comeria melancia grelhada, chips de alga ou outras maluquices que já vi por lá.

          1. Comeria algumas.
            Queria saber é se ela escova mesmo os dentes com cúrcuma, porque ela tem dentes bastante bonitos.

    1. Só pra entender: Essa cúrcuma que você tá falando é o mesmo açafrão da terra, uma raiz seca e moída e usada em culinária? Porque se for… caramba, deve tingir a boca toda de amarelo!

    2. o q me espanta pra valer é a moral q as blogueiras conseguiram mesmo não sendo especialistas em nada (algumas inventam profissões q tiraram da bolsa do gato félix). a legião de seguidoras, pra mim, é algo assombroso.

      1. Nossa, é engraçado ver as polêmicas Gabriela Pugliesi e Namorado vs não-blogueiros, ou os ditos profissionais que não tratam de pseudo-ciência.

        1. não vejo nem como polêmica, na verdade. pra mim soa só como ruído mesmo, do qual parte da imprensa (até de gente séria desse ramo) adere já q há um grande vazio de ideias – ideas de fato. essa adesão amplifica esse ruído q acaba chegando em vc. ontem vi o nome dessa guria, q não conhecia, tantas vezes na timeline do face, q fiquei curioso em saber o q era. todo esse ruído roubou uma fração da minha atenção e eu fiquei um tanto puto com isso.

        2. não vejo nem como polêmica, na verdade. pra mim soa só como ruído mesmo, do qual parte da imprensa (até de gente séria desse ramo) adere já q há um grande vazio de ideias – ideas de fato. essa adesão amplifica esse ruído q acaba chegando em vc. ontem vi o nome dessa guria, q não conhecia, tantas vezes na timeline do face, q fiquei curioso em saber o q era. todo esse ruído roubou uma fração da minha atenção e eu fiquei um tanto puto com isso.

      2. @pedro_burgos:disqus Escreveu algumas coisas sobre o ruído gerado na internet, e como tentar amenizar isso.

        1. eu, talvez por incompetência, não sei como me livrar disso. pq, mesmo eu não querendo, essas porcarias chegam até mim por um jeito ou de outro (um colega de trabalho parou de usar o face e acho q vou embarcar nessa). é como tentar conter um vazamento e logo começa entrar mais água. acho q a metáfora do ruído nem é a melhor, já q contra ruído há solução… sei lá, só me aborrece mesmo, mas tb não é o fim do mundo, não vou ficar chorando por conta disso. vou dar uma olhada nos textos, valeu!

        2. eu, talvez por incompetência, não sei como me livrar disso. pq, mesmo eu não querendo, essas porcarias chegam até mim por um jeito ou de outro (um colega de trabalho parou de usar o face e acho q vou embarcar nessa). é como tentar conter um vazamento e logo começa entrar mais água. acho q a metáfora do ruído nem é a melhor, já q contra ruído há solução… sei lá, só me aborrece mesmo, mas tb não é o fim do mundo, não vou ficar chorando por conta disso. vou dar uma olhada nos textos, valeu!

          1. Eu sou cercado por minha família que tudo que é notícia no Jornal Nacional tem post no facebook de algum deles, e sempre opiniões fortes que não querem ouvir o outro lado, aprendi que com isso, eu simplesmente ignoro. Uma forte presença de ruído lá fora, mas especificamente nos Estados Unidos, é algo com crianças vacinadas viram autistas, isso pegou forte lá, e a mídia e blogueiros dão isso como lei e acaba prejudicando as crianças, que não tem nada haver com a imbecilidade dos pais.

          2. puts, cara. é verdade. já vi algo sobre esse lance da vacina! que vacilo, deixar de vacinar as crianças por conta de boatos! puts, a américa nos brinda com essas coisas, às vezes, e nos diz q a ignorância é algo universal! vira e mexe essas pessoas ditas famosas dão com os burros n’água e falam merda. mas as mais espertas tem assessores, q, na maioria das vezes, são eles quem escrevem, e, daí, creio eu, fazem ponderações mais acertadas sobre o q vão dizer… mas o culto às celebridades é o fim da picada, de modo geral. e somando a isso as blogueiras, youtubers (teve um aí q pulou de uma ponte em londres, só pra fazer média, e quase morreu afogado o idiota) e congêneres, o distúrbio informacional é cada vez pior!

          3. De fato, eu não entendo essa vanglorização que muita gente da mídia têm. Acho bacana o trabalho de várias personalidades, mas não quero respirar a vida da mesma. Outro dia, vi um vídeo pelo YouTube, de um canal bem pequeno, cerca de 1000 inscritos, e a moça já tinha marcado um encontro de fans que veio gente de outros estados só para ver a guria. E a guria tem apenas alguns meses de YouTube, um dia espero achar alguma literatura sobre esse efeito. Esses dias fui ver a história da Kerefa, um youtuber brasileira com milhões de seguidores, fui na esperança de achar algo diferente, mas o que vi é uma proposta expressa do padrão criado pelo PC Siqueira / Felipe Neto. O que mais me preocupa nessa situação toda, é a influência que essas pessoas tem, e o quanto elas podem mudar certos aspectos da sociedade.

          4. Nunca vi gente tão ansiosa para pegar um bom lugar num teatro. Incrível o engajamento dessa criançada.

          5. Olha… Antes até achava q eles tinham muita influência (q talvez esteja circunscrita ao consumo), mas agora menos… É uma impressão, pq dada a artificialidade e o caráter pueril de como essas pessoas tratam as coisas, esse “impacto” delas é de curtíssima duração… Então eu acho q a opinião delas vai sendo soterrada por outras opiniões. Agora, o resultado disso não da pra saber qual é, apesar de deduzir q é mais artificialidade por aí e, no longo prazo, teremos dificuldades cada vez maiores de comunicação com pessoas q aderiram a isso no passado (o nosso presente)…

          6. De fato, mas acho que mesmo sendo de curta duração, para os jovens marca mais, se eles começam a seguir incansavelmente algum “instafamous” e vai marcar por alguns anos, e se isso for se acumulando vira uma ação em cadeia onde cada famoso vai semeando suas ideias. Acho que tudo isso soa até meio extremo, mas vai saber.

    3. Em breve eu testo, gosto muito do programa da Bela Gil.

      Ela tem umas viagens mas fala umas verdades, eu tomo muito leite de vaca e ela foi a primeira que vi falando que pode ser maléfico, depois já vi outras fontes dizendo que é bom evitar.

      1. Pois é. Não retiro a mensagem que ela quer passar no programa dela – a de ter uma alimentação mais saudável e natural.
        É porque umas ideias são simplesmente exageradas.
        Por exemplo: ela estava ensinando a fazer uma “mousse” de maracujá sem leite. Só que levava 400g de castanhas do pará (!). Um custo meio inviável para um sobremesa tão simples.

      2. A questão do leite é interessante.
        Não sei exatamente se faz mal, bem ou indiferente, mas me estranha que a maioria das criaturas mamíferas depois de passarem pela etapa de amamentação não tomam mais leite e nós (humanos) além de bebermos leite o fazemos de uma outra criatura.
        Sou um pouco radical nessa questão de alimentação, não dou muito ouvidos para alguém que me diga “pare de comer carne”, mas se vier e falar “coma menos, busque outras opções” eu passo a considerar a conversa. Gosto de carne e não quero me provar e não acho que eu precise para ter uma alimentação saudável.

        1. O legal é que ela diz pra vc se importar com a criação do animal que come, saber se ele foi tratado de forma digna. Não prega o vaganismo (apesar de fazer altos pratos vegans, só que é mais pra mostrar ao mundo que existem opções).

          A intenção dela é boa, mas só gente rica consegue ser tão politicamente correto. Pessoas normais precisam dos transgênicos e dos frangos de granja.

          1. Se analisar, pessoas pobres também podem ser “politicamente corretos”. Quem vive em sub-existência, só produz o que vai consumir. Para muitos, apenas o que planta é consumido, mais nada.

  23. Obrigado aos que me ajudaram na semana passada com minha dúvida sobre o Nokia, não tive tempo de agradecer.
    Hoje tenho outra pergunta: sugestões sobre modelos de fones intrauriculares, de boa qualidade mas que não custem um fígado.

    1. Vai do uso, para prática de esportes acho o Boose FreeStyle Earbuds seria uma boa pedida, para uso geral o Sennheiser Momentum.

    2. Uso esse aqui da Phillips que comprei faz uns 6 meses:
      http://www.walmart.com.br/fone-de-ouvido-philips-intra-auricular-she3900bk-00/2611228/pr

      Acabamento do fone e fios excelentes, e uma qualidade de som foda pelo preço dele.

      Tem também o fone Mi Basic, que a Xiaomi está vendendo por aqui:
      http://br.mi.com/product/acessorios/122791517/mi-fone-de-ouvido-basic-preto

      Esse eu comprei semana passada e deve chegar na segunda ou terça, mas por 40 dilmas deve ter uma qualidade ao nível dos outros produtos da Mi. Estou apostando umas fichas nele.

      1. Obrigado pela dica. Não sabia que o da Xiaomi tinha esse modelo básico, acabei de comprar. Prefiro os que tem controles. Vamos ver se dura! :D

        1. Opa! Postem depois uma avaliação deles! Gosto de ter um fone na mochila. Atualmente ando com um par de earpods, mas os controles não funcionam com o smartphone android. Em viagens longas eu até gosto dele mas aí uso um iPod touch para ouvir música, mas no dia à dia, só carrego o telefone mesmo.

          1. Farei! Nos próximos posts livres digo como foi a experiência!

          2. Que do caramba!!! Vou testar e posto aqui amanhã o resultado!

            [Update]: Ok, acabei de testar. Não funciona! Ele ainda só reconhece o botão do meio, ignorando o de cima e o de baixo.

      1. Esse da Samsung veio num Galaxy Tab que comprei faz tempo e considero o melhor fone que já usei. Tanto que já tive uns 6 iguais (sim, fone não dura nada comigo :P).

        O preço está sensacional, normalmente só achava os originais da Samsung por uns 70, 80 reais nas lojas dela.

        Se soubesse desse aí antes, nem teria pego o da Xiaomi. Vou começar a só comprar as coisas depois de dar uma fuçada aqui no Manual pra não perder dinheiro hahahah

        1. O Ghedin que me recomendou e achou por esse preço, créditos a ele HAHHAAH

          1. Eu ACHO que é o mesmo que veio no S4, certo? Se for, achei muito ruim! Vamos ver o da Xiaomi…

          2. Eu achei bem ruinzinho… Mas vai saber. Achei o volume baixo e os graves bem meia boca (mais pra meia que pra boca!).
            Comprei um, um bom tempo atrás na focal price, que é excelente. Mas eu sou “meio” desastrado e dei conta de arrancar um lado dele… Uso até hoje o outro, mas só para ouvir vídeos/áudios no trabalho. Para pedalar, preciso de outro. Comprei o da Xiaomi, vamos ver o que vai dar!

          3. Cara, dia desses chegou um módulo bluetooth que encomendei de lá. Uso ligado ao som do carro. Ele veio com um par de fones que eu nem dei muita bola, afinal, fone de ouvido xingling não presta, né? Mas resolvi fazer um teste e me surpreendi com a qualidade de áudio daquela tranqueira! Não é nenhuma brastemp, mas achei melhor que os earpods, por exemplo. Pena só que não tem os controles nem o microfone (estes vem no módulo bluetooth).

          4. Foi esse aqui: http://www.focalprice.com/MT0693B/QCY_QY3_Music_Bluetooth_V4.0_Headset_Black.html

            Escrevi (porcamente) um review em baixo. Só não gostei da porta de carga ser a mesma de áudio. O cabo usa o mesmo padrão do iPod shuffle (conferi a pinagem). Como eu disse no review, as mensagens de ligar, desligar, etc. são todas em chinês… Mas no geral eu gostei desse módulo. No meu carro eu posicionei isso logo na frente da alavanca de marchas e esses controles estilo click weel são fáceis de serem usados sem ter que olhar pra baixo.

            Os tempos de duração da bateria são bem descritos. Pelo meu uso até agora, dá o que falam no site.

          1. Eu comprei um soudmagic E10. Sinceramente, não vejo mta diferença entre o meu e esse q vc indica (antes usava esse). O da Samsung q vc indica são melhores no conforto. Não ficam escapando e isolam melhor.

    3. Eu uso um da Panasonic, o HJE125. Não tem microfone embutido, mas o som é bom demais, ainda mais pelo que paguei (R$ 30). Pena que esgotou na única loja que o vendia, a Fnac…

  24. Pessoal, você estão acompanhando a confusão no rio envolvendo Taxistas e Uber?

    Quem de vocês já usaram o Uber? Ghedin, já usou mais de uma vez ou só o teste?

    Aqui em Recife não tem Uber, estou bem curioso :( no momento eu e grande parte dos amigos estamos aproveitando a promoção da 99Taxis, uns 600 reais em cupons de desconto… :P

    1. Eu usei uma vez só, porém foi excelente. O motorista foi muito gente boa, sempre muito educado, fomos conversando o trajeto todo. Além do preço que é bem interessante.

      No caso, pedi um uberX, que é o mais em conta, de Alphaville até Pinheiros, mais ou menos 25km, em um sábado a noite(!) e saiu por 43 e uns quebrados.
      De táxi creio que iria chegar próximos dos 100 reais.

    2. Aqui em São Paulo é mais barato se você for cruzar municípios, além de ser um serviço mais agradável.

    3. Usei no Brasil uma vez. O Uber é particularmente bom no Brasil porque ainda é relativamente novo, então os motoristas são os caras com mais treinamento, carro bom, que vinham de serviços de motorista particulares. Mas quando o Uber tiver um monte de motoristas, ele vai ser mais “normal”.

      Aqui em Nova York já peguei motorista que fez caminho mais longo, outro que não parava de falar, ou que colocava o volume do som bem alto… Fora que você não tem taxímetro, não tem como saber o quanto que tá dando a corrida. E em horas de “surge” (tipo na saída de um jogo aqui do Brooklyn Nets) o preço da corrida era na prática “bandeira 4”. E se você não fizer a estimativa antes, não tem como checar.

      Enfim, acho que é um serviço melhor que o táxi, mas só porque o táxi pode ser muito ruim. Mas quando virar comum (aqui em NY são mais de 20 mil Ubers), espere problemas parecidos. Essa farra de descontos e cupons vai acabar logo, logo.

        1. Tem um monte de cupons de desconto pra Uber (tipo “indique um amigo e ganhe 30 reais), dias específicos onde a primeira corrida é de graça (hoje no Rio), dia do sorvete gratuito… Isso aí só é possível porque eles tão com MUITO dinheiro de investimentos, mas não é pra sempre. O que quero dizer é que logo, logo, Uber vai ser uma coisa “normal”.

          1. Ah sim entendi. Vi hoje as promoções do Uber, sensacionais mesmo.

            Burgos, já viu da 99taxis? Tem mais de R$ 600 de cupons na praça, cupons de R$30, R$20… aqui em Recife, como a maioria das corridas são “curtas” você anda praticamente de graça.

            Tem muita gente na rua (usuários/taxistas) distribuindo esses cupons, 99taxis dobrou os chamados, passando a easy taxi aqui (que era a maior)

            Investimento e concorrência é muito bom :)

    4. O problema na confusão do Uber vs. Táxis é tipo o famoso “metendo o pé na porta”, chegando de forma ilegal. A vantagem nisso é que abriu a caixa de pandora sobre a questão dos táxis no Brasil, mas ao mesmo tempo desfocou a conversa sobre mobilidade urbana e transporte público.

      Nunca usei, até porque nem tenho condições, não uso cartão de crédito e é meio porre isso.

      A confusão no Rio acho bem estranha, pois sei que na antiga capital brasileira, há um número gigantesco de táxis piratas, fora que a qualidade de serviço lá é pior que em SP.

      O ideal agora é mudar uma situação já estabelecida – o transporte por veículos pequenos. Isso é geralmente de alçada municipal, e restringe a operação apenas nos municípios de origem. A chegada do Uber mostrou que há uma necessidade maior de viagens longas, e as pessoas não querem gastar com ônibus, nem batalhar por um transporte público coletivo melhor (trem e outros).

  25. O que vocês usam para fazer backups dos dados de vocês?

    A nuvem (Dropbox, Google Drive etc…), simplesmente copiar pra um HD externo, alguma outra ferramenta?

    1. Uso Dropbox para documentos pequenos e arquivos importantes.

      As fotos eu guardava tudo nele, agora mudei para o espaço ilimitado do Google Photos, recomendo para todo mundo, meu telefone sempre livre de espaço ;)

      Não confio mais em usb, cd, dvd, hd externo, nada disso, depois que um hd quebrou, um usb quebrou, um dvd mofou… tudo agora é online

      1. Eu não confiaria só em nuvem! A possibilidade de um pau no datacenter, ainda que pequena, existe!

        1. Mais fácil é o serviço fechar e deixar o pessoal na mão. Duvido que algo assim aconteceria com o Google, mas tem alguns serviços que não tem como confiar, tipo o Mega.

    2. Uso dropbox pra arquivos do dia a dia (trabalho/estudo). O resto guardo em HDs externos (tenho 2 de 500gb e 1 de 1tb).

    3. Bom dia. Eu tenho praticamente todos meus arquivos de trabalho no Dropbox. Já as fotos eu organizo por ano e mês e de tempos em tempos coloco no Onedrive.
      Tenho 16GB no Dropbox e deo usar metade disso. Acho mais que suficiente para backup.
      MP3 e filmes não faço questão de guardar pois uso o Spotify para música e Netflix para filmes.

    4. Utilizo meus 20 GB do Dropbox para praticamente tudo. Além disso, tenho feito o upload de todas minhas fotos para o Google Photos, é o álbum de fotografia do futuro.

    5. hd externo de 5tb e onedrive ilimitado. tenho o dropbox, box, google drive e yandex mais praticamente não utilizo.

    6. Para os dados da empresa uso um NAS+bittorrentSync+Nuvem privada, para meus dados pessoais uso um NAS+nuvem

      1. Marcos, tem como falar mais do teu NAS? O que te fez optar por esse método, a escolha do modelo, experiencias, etc. Fiquei interessado.

        1. Uso Synology desde sempre, porque comecei usando em alguns servidores e nunca me decepcionaram. E nunca tive motivos para trocar. Sei de alguns modelos da QNap que são muito bons também, mas nunca os usei. Comecei a usar NAS para a minha empresa porque na época me agradou muito a ideia e a internet não possibilitava usar a Cloud exclusivamente. Hoje uso 2 DiskStations DS1815+ para a empresa e um DS451play para casa. Além de ter um JBOD rodando plex e acessando meu NAS. Se quer algo caseiro, melhor pegar um gabinete pequeno rodando celeron com uma intel HD3000 que para HTPC fica ótimo.

      2. Estou com um notebook velho que pretendo transformar num NAS. Pensei em instalar o FreeNAS nele. Conte mais sobre o seu NAS.

        1. Cuidado com os HD’s comuns.
          HD’s pra NAS, são especificamente construídos pra isso. O comum, que nós usamos está mais propenso a falha dentro de um contexto de uso em NAS.

          1. HDs de boa qualidade tendem a não ser tão relevantes. Para todos os meus NAS uso os WD Red Pro de 4TB.

        2. @disqus_koan476IhE:disqus Recomendo, mas saiba, ele vai rodar 24/7, melhor usar um PC com fonte redundante.

      3. ia comprar um nas, mas achei caro. preferi contratar um serviço de nuvem mesmo. espero ter feito a aposta certa…

        1. A nuvem tende a ser super tranquila, só optei pelo NAS porque muitos dados tem que estar disponíveis 100% do tempo, e não quero depender de terceiros, mas para consumo geral, não tem erro.

    7. Uso a nuvem porque sou pobre demais pra pegar um HD externo, kkkk.

      Estou mais com o Google Drive por hora, mas gostei das últimas mudanças no Onedrive e penso em migrar pra ele, ainda mais porque assino o Office 365 e ganhei espaço ilimitado. Só falta tempo, saco e net pra migrar tudo.

    8. Uso a nuvem porque sou pobre demais pra pegar um HD externo, kkkk.

      Estou mais com o Google Drive por hora, mas gostei das últimas mudanças no Onedrive e penso em migrar pra ele, ainda mais porque assino o Office 365 e ganhei espaço ilimitado. Só falta tempo, saco e net pra migrar tudo.

      1. Eu tinha meus arquivos no Google Drive e assinava uns 100Gb lá. Com o espaço ilimitado do OneDrive (também sou assinante do Office 365) mudei.
        O serviço do OneDrive na época do lançamento do Win8 era ruim, na experiencia que tive. Tentei usar, mas não rendeu.
        Hoje o serviço é muito melhor e com o aplicativo para Android muito bem desenvolvido e o Office para Android disponível ficou muito bom. Até melhor que o uso do Google Drive. Eu não gosto da suite de produtividade do Google, sinto que os recursos do Office são muito superiores ainda e divido a assinatura com minha família.

          1. Eu não consigo me imaginar usando o Google Docs para nada mais complexo do que documentos muito simples.

            Não consigo imaginar ele sendo usado para escrever um TCC, um artigo científico etc… de tão limitado (não suporta índices, nem legendas em figuras etc…).

    9. Backup?! Pra quê? Pó ficá tranquilo que nunca vais perder teus dados, meu quiridu!

    10. HD Externo de 2 Tb da Seagate, mas um do meu amigo de 3 TB deu pau e ele não conseguiu recuperar nada, fiquei cabrero.
      Como eu to bem pobre, e meu pc bem lento, ainda não pago um google drive, que eu iria usar para fazer backups automaticos direto pra ele de hora em hora no pc por exemplo.

    11. O que eu recomendo é ter backups, no plural mesmo. Redundância é sempre bom e algo que muita gente precavida (leia-se: que faz backup) negligencia. Eu mantenho arquivos importantes na nuvem (Dropbox) e num HD externo.

      1. O mesmo por aqui! Uso um HD externo com o Time Machine, mas o mais importante distribuo por outras máquinas e parte na nuvem. Minha idéia é tentar equalizar as contas e assinar um plano do dropbox para manter tudo de essencial também na nuvem.

        Há uns 15 anos, quando fotografia digital engatinhava, fiz um curso de Formação de Acervos Digitais e o tópico mais martelado do curso foi justamente o backup: Distribua entre HDs e (na época era viável) fitas DAT. Naquela época eram consideradas as mídias com possibilidades não tão grandes de falhas, e, ao se diversificar os backups, essa possibilidade ia só diminuindo porque todas elas apresentarem falha ao mesmo tempo é algo mais improvável.

    12. Eu uso os dois (nuvem e local).

      Tenho um HD externo espetado na USB 3.0 do roteador e configurado como disco de rede para backup local.

      Para backup na nuvem uso o Play Música do Google para música e o One Drive para todos os outros arquivos.

    13. HD externo, mas confesso que não faço um backup há mais de um ano.

      Quero passar tudo que tenho para um conta gratuita de 1 TB que fiz no início do ano. Falta tempo e organizar.

      1. Esse é o meu problema com HD externo: eu preciso lembrar “tenho que fazer backup”.

        Meu ideal de backup seria um sistema “just works”: crio/modifico um arquivo no meu PC/smartphone e o backup dele é feito na hora, tanto local (um HD externo ou um NAS) quanto na nuvem, porém, não achei nenhuma ferramenta que faça isso.

        1. O que eu faço na realidade nem é backup. Como utilizo Windows 8.1 meus arquivos só ficam armazenados no OneDrive. Isso facilita, mas tenho um backup local de fotos. Uma vez ao mês atualizo o HD.
          Mas eu gostaria de deixar o HD plugado no roteador e isso acontecer automaticamente, seria muito mais confortável para mim.

        2. Exato! Uso o Windows e é uma das coisas que mais odeio não ter uma possibilidade de sincronizar um backup com algum serviço na nuvem automaticamente.

          É algo tão simples, mas a Microsoft gasta um tempo e dinheiro com bobagens e não resolve isso.

      1. Fale mais dele. Acabei de assinar CrashPlan, apesar de funcionar bem nos bastidores, o aplicativo do Mac apresenta uma interface bem ruinzinha.

        1. tem uma interface até q boa, mas uso windows. funciona bem, tem vantagens e desvantagens. a desvantagem é q “só” tem um tera de espaço. mas, em compensação, dá pra usar em até cinco computadores ou até por cinco pessoas, não me lembro ao certo. tem um comparativo aqui:

          http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2288745,00.asp

        2. a criptografia do crash plan é maior tb. isso é uma bela vantagem.

    14. Uso o Time Machine do OS X de forma tosca (espeto o HD externo de vez em quando ao invés de deixar conectado 24/7). Por causa desse desleixo, acabei assinando o CrashPlan esses dias — mas o upload é BEEEEM lento (mais por culpa da minha internet do que do aplicativo, que também tem uma interface bem feinha — mas que parece funcionar bem no background).

      Mas são os primeiros cuidados efetivos que tenho com backup em quase quinze anos usando computadores. Acho que já perdi dados importantes de faculdades, cursos, trabalhos antigos, etc, em pelo menos três computadores antigos que nunca foram becapeados — e tenho a impressão de que essa é a situação mais comum.

      Para fotos, uso também o upload automático do Flickr.

      1. Cara, também não deixo o disco conectado 24/7! Procuro fazer um backup semanal e, quando esqueço, o próprio sistema me avisa que o backup não é realizado em 10 dias então acaba que o máximo que fica são 10 dias. Quando estou trabalhando em algo importante eu ligo o HD e ativo o Time Machine manualmente.

        Uma coisa que me incomoda pra caramba no TM é que não dá pra configurar quanto do disco será usado. Uso o HD de 2TB para outros backups e já aconteceu por mais de uma vez de não ter espaço disponível para outras coisa porque o backup automático do OS X comeu todo o disco com backups de mais de um ano de idade!

        1. Acho que a melhor solução para isso é particionar o HD (que é o que faço no meu). Mas, de fato, é uma solução esquisita para a cultura da apple.

          1. É, já tinha lido essa sugestão antes e é o que vou fazer da próxima vez em que o HD for entupido de novo. O foca é que pra fazer isso agora, eu tenho que refazer o backup do zero, o que deve dar quase um dia inteiro! Sei lá, acho que eles deviam dar opção de configuração de tamanho máximo ou pelo menos de tempo máximo (1 mês, 6 meses, 1 ano…). Já tentei pesquisar por algum truque para impor esse limite mas nunca achei nada.

  26. Gente, alguém de vocês fizeram faculdade mais velhos? Passei na fatec e estou preocupada se vou conseguir acompanhar bem o curso.

    1. Me formei em design com 21, aos 27 comecei o curso de direito, to na metade. Ta sendo legal, ao menos na minha turma, até a galera de 20 parece ser bem madura (comparado com o que eu era).

      Quanto a acompanhar o curso, é tranquilo sim, acho que acompanho até melhor, parece que tenho mais foco, consigo avaliar melhor as coisas.

      Vai ser massa! Boa sorte!

      1. Obrigada João!
        É exatamente isso que eu fico pensado, a pirralhada, haha, eu não tenho mais paciência/vontade de bar, balada, de gente irresponsável com trabalho manja?
        Mas que bom que não sou a única que está fazendo faculdade mais velha. o/

        1. Ah, fica tranquila! Eu tô com 32 e ainda estou na faculdade!

    2. Minha mãe se formou na Fatec ano passado. Ontem ela completou 52 anos. Apesar das dificuldades (ela não terminou a facu quando mais nova e ficou bastante tempo sem estudar, de vez em quando fazia algum curso/capacitação) a força de vontade dela a fez terminar (eu a ajudei em alguns trabalhos, mas não muitos).

      Tudo depende de nós, creio que nunca é tarde.

      1. Que linda a sua mãe Thagor! <3 Parabéns!
        Inspiração total!

    3. @silviacarolinearaujo:disqus, não se preocupe. Você vai acompanhar bem sim!! Que curso vai fazer? EU me formei em 2001 em Administração e depois decidi fazer CIências Contpábeis e me formei ano passado. Tenho 37 anos e foi de boa ;-)

      1. Eu vou fazer um curso chamado Gestão de Negócios e Inovação na Fatec Sebrae.
        Que bom saber que foi de boa!

        1. Eu estudo na Fatec Sebrae também, mas faço Marketing.
          Acho que você não terá muitos problemas não. Comparado às turmas de Marketing, o pessoal de GNI é mais velho mesmo e é bem engajado nos projetos, startups, etc.

          1. Que bom Alexandre! Fiquei feliz com seu comentário :) Obrigada.

    4. Não fiz faculdade mais velho, mas dou deixar meu pitaco mesmo assim.

      Não sei quantos anos você tem, mas uma coisa é certa: você não vai ser a novinha entre 18 a 20 anos que é típico da universidade, mas você vai entrar com uma outra cabeça, mais madura e com a cabeça mais expandida pela vivência e sem aquela mentalidade de curtição acima de tudo. Use isso a seu favor.

    5. Oi Silvia, quantos anos você tem? Quando eu fiz fatec no começo do século :-D a faixa etária do pessoal que estudava lá era bem variada. Me formei em tecnologia mecânica e tinha um ou outro adolescente, mas a maior parte do pessoal já era mais velho, gente de indústria que estava buscando melhorar no mercado de trabalho.

      1. Que bom saber que a galera é mais velha!
        Outra coisa que achei interessante foi o fato de ter muito mais homens que mulheres na turma. Na sua época era assim?
        Vou fazer 25 agora em agosto.

        1. Então, eu entrei lá com 24 :-)
          Quanto a proporção homem X mulher, em cursos de mecânica é assim mesmo, eu diria que nos primeiros semestres deveria ter alguma coisa como 1:10

          1. Fernando, espero me dar bem com os meninos.
            Obrigada por compartilhar sua experiência :)

          2. Fernando, espero me dar bem com os meninos.
            Obrigada por compartilhar sua experiência :)

    6. Parabéns! Preocupa não. Tenho 34 e depois de mais de década “fora da escola” voltei pra faculdade, pra um mestrado, em outra língua. =/ Acho que a sua experiência profissional/profissional deve acabar se sobrepondo à “falta de ritmo”. Isso aí é contornável. A “faculdade da vida” faz a gente conseguir se virar mais rápido do que gente mais nova, acho. Boa sorte. =)

      1. Parabéns pelo mestrado Pedro! Ainda mais em uma outra língua! Deve ser uma experiência incrível :) Está em uma das minhas metas pra vida.
        Obrigada!

        1. Silvia, vai dar tudo certo, vai de boa :)

          A gente mais velho realmente vê as coisas por outro “angulo” diferente dos “adolescentes” mais novos.

          Temos outra visão, é melhor e muitas vezes mais fácil devido as experiências na vida :)

          Sucesso!

    7. Comecei Comunicação e Multimeios com 26, em 2013. Antes, havia me formado bacharel em Direito, com 21~22, bem novinho. E essa é a primeira vantagem: mais velho, você tem uma noção melhor do que quer. Ter que fazer uma escolha dessas com 17 é insano.

      Eu também fiquei preocupado antes do curso começar, mas não por não conseguir acompanhar; meu receio era de não entrosar com ninguém. Na minha sala sou o mais velho, com uma diferença de quase cinco anos para o segundo mais velho, e de uns sete anos para a média. Não dá para ser amigo de todo mundo. Mesmo sendo um povo de “humanas”, com quem me identifico mais, muita gente está numa vibe totalmente diferente. Mas encontrei um grupo legal, com quem me dou bem, saio em festas, tenho como amigos. Enfim, acho que você não corre esse risco.

      Sobre o ritmo, o que o @pedro_burgos:disqus disse é bem verdade: se o curso é na sua área de atuação, muita coisa vem mais fácil. E, a essa altura, alguns receios bobos da pós-adolescência imediata, como o de fazer perguntas ao professor e apresentar trabalhos na frente dos colegas, somem. O ruim é que essa vantagem no aproveitamento acaba um pouco neutralizada pela falta de tempo, caso trabalhe em paralelo. Eu sinto que perco muita coisa por ter que dividir as atenções entre faculdade e Manual do Usuário, mas no geral tem sido proveitoso.

    8. Comecei Comunicação e Multimeios com 26, em 2013. Antes, havia me formado bacharel em Direito, com 21~22, bem novinho. E essa é a primeira vantagem: mais velho, você tem uma noção melhor do que quer. Ter que fazer uma escolha dessas com 17 é insano.

      Eu também fiquei preocupado antes do curso começar, mas não por não conseguir acompanhar; meu receio era de não entrosar com ninguém. Na minha sala sou o mais velho, com uma diferença de quase cinco anos para o segundo mais velho, e de uns sete anos para a média. Não dá para ser amigo de todo mundo. Mesmo sendo um povo de “humanas”, com quem me identifico mais, muita gente está numa vibe totalmente diferente. Mas encontrei um grupo legal, com quem me dou bem, saio em festas, tenho como amigos. Enfim, acho que você não corre esse risco.

      Sobre o ritmo, o que o @pedro_burgos:disqus disse é bem verdade: se o curso é na sua área de atuação, muita coisa vem mais fácil. E, a essa altura, alguns receios bobos da pós-adolescência imediata, como o de fazer perguntas ao professor e apresentar trabalhos na frente dos colegas, somem. O ruim é que essa vantagem no aproveitamento acaba um pouco neutralizada pela falta de tempo, caso trabalhe em paralelo. Eu sinto que perco muita coisa por ter que dividir as atenções entre faculdade e Manual do Usuário, mas no geral tem sido proveitoso.

      1. Mas ao mesmo tempo o MdU funciona como um laboratório para experimentar o que você está estudando no curso novo e no curso antigo, não?

        Me parece melhor do que possíveis estágios que teus companheiros de turma conseguiriam.

        1. Sim, muita coisa que vejo em sala acaba refletindo aqui, mesmo que indiretamente. Por isso é válido — comecei o curso para melhorar o que já faço.

          Acho que o estágio será legal, porque conviverei com mais gente, profissionais de outras áreas, gente que faz diferente. O Manual sou só eu, e é difícil aprender sozinho.

        2. Sim, muita coisa que vejo em sala acaba refletindo aqui, mesmo que indiretamente. Por isso é válido — comecei o curso para melhorar o que já faço.

          Acho que o estágio será legal, porque conviverei com mais gente, profissionais de outras áreas, gente que faz diferente. O Manual sou só eu, e é difícil aprender sozinho.

      2. Comunicação e Mutimeios deve ser um curso incrível Bruno!
        Eu tenho o receio de não acompanhar muito bem porque tenho um trabalho fixo + mais freelas na fotografia, mas me organizando direitinho vai ter que dar dê certo!
        Outro ponto levantado é exatamente esse Bruno, do entrosamento em si, eu por natureza já sou uma pessoa mais reservada. Espero conseguir me dar bem com e encontrar a minha trupe como você.
        É a primeira vez que a minha sala é composta por 80% de homens. Vai ser uma experiência totalmente nova.
        Obrigada por responder.

      3. hum… o q seria essa “vibe totalmente diferente”, de modo genérico e falando amplamente (quase abstrato)?

        1. Em resumo, comportamento meio infantil (fãs ardorosos de cultura pop rasa — baixou o Adorno aqui), uma rebeldia e/ou presunção pós-adolescente (ou até adolescente) ainda forte… 20 anos é bem próximo da adolescência, e alguns demoram mais para sair dela.

          Mas é algo que tem dois lados. Eu sempre fui muito reticente, avesso a maluquices; mesmo num nível conservador, esse contato diário com gente tão diferente (especialmente aquele grupo com quem ando) me abriu a experiências novas. É válido.

          1. Talvez tenha a ver um pouco com nosso estado atual, essa infantilização ampla de gente adulta. Acho q antes das guerras mundiais estávamos nessa mesma vibe, na virada do séc. 19 pró 20… Era um encantamento geral e eles se divertimento com as invenções. Apesar da maturidade da literatura do séc. 19, tipo o Flaubert e uns russos, eu acho q eles viviam num mundo meio abobalhado de salão, apesar da banca de cavalheiros e damas aristocráticos. Como estamos longe de grandes dramas, nossos jovens não precisam amadurecer e encarar a dureza das coisas q eles sabem q existem, mas evitam. Refugiados aqui são uma sombrado q são na europa, os retirantes ficaram no passado, os miseráveis, bem,estão Lá na periferia ouvindo funk, então o q eu quero é curtir, insta, Ubatuba e o papai paga a conta… Pode ser uma generalização tosca da minha parte, mas é o q TB noto por amostragem. E se for pró universo geek, meu deus, aí é melhor sentar pra conversar com a turminha do jardim de infância. Pq levar a sério “star wars” é mesmo q levar a sério o “carrossel”.

    9. Não se preocupe com isso. Primeiro você não parece mais velha.

      Quando fiz faculdade vi várias pessoas com mais de 50 e 60 anos estudando. Como você parece ser bem mas jovem que isso, deve ser trannquio.

      Olhe pelo lado bom. Normalmente quando se faz faculdade mais velho, existe uma segurança profissional quando se trabalha. O ruim é fazer faculdade jovem e não ter dinheiro.

      E boa sorte.

    10. estou indo atrás de um mestrado, e noto q tem bastante gente da minha idade nessa toada, tenho 34. mas vejo q muitos já terminam a graduação e seguem nessa toada. não me preocupo muito a idade q tenho não e acho q a maioria tb não deveria se preocupar, pq, afinal, qto mais idade mais substanciosa ficam as leituras e reflexões. se eu tivesse a cabeça q tenho agora teria aproveitado mil vezes mais a minha graduação em história… recomendo a leitura de beatriz sarlo, “cenas da vida pós-moderna”. tem uma passagem q ela fala sobre juventude. ali ela diz q ser esse jovem q visualizamos hj é algo recente. se vc for ver, um jovem brasileiro, comparado a um jovem israelense, por exemplo, já dá pra notar um abismo, afinal o primeiro, dependendo de suas condições sociais, pode curtir a vida numa boa, enqto o segundo, independente da sua condição geralmente, já tem q fazer patrulha na faixa de gaza. ficar com medinho de sala de aula, então, deveria soar algo patético.

  27. Legal q dia 28 não vai ter anuncio nenhum da Motorola né!?
    Já vazou tudo msm.. vão só mostrar o q todo mundo já sabe!
    o q desagradou foi o preço do Moto G.. esse dólar não ta ajudando msm!

    1. o Alcatel idol 3 tambem decepcionou. Lá fora ele custa 250 doletas. nao tem como trazer ele por menos de 800 reais.

      1. verdade! =(

        economia ferrada.. a gnt se ve por aqui!

      2. R$ 1.099 por Snapdragon 410 é pesado mesmo, mas dá para entender o lado dos caras. Mesmo produzido aqui (e acho que é o caso do Idol 3), os componentes vêm de fora e são pagos em dólar.

    2. Escrevi isso aqui em janeiro:

      “Só que, ao mesmo tempo, também faz pouco sentido para mim que o preço dos smartphones Android estejam caindo no Brasil, mesmo com o dólar aumentando, a tecnologia ficando mais complexa e o preço dos novos modelos seguindo estável nos EUA. Se só a Apple está lucrando, talvez as outras empresas estejam olhando para esses números e vendo se vale à pena apostar em aparelhos cada vez mais baratos, apenas para abocanhar uma fatia maior do mercado.

      Como consumidor, eu obviamente não quero que as empresas errem a mão no preço tentando um lucro maior por venda, o que acabaria fazendo com que elas servissem a um pedaço menor da população. Mas vendo essa dinheirama indo para Cupertino, custo a acreditar que a concorrência vai ser muito mais barata para sempre. Acho que os aparelhos este ano virão, todos, mais caros para o Brasil. E a conta de qual preço cada fabricante vai cobrar para, por um lado, agradar ao acionista e, por outro, satisfazer um público cada vez mais exigente e acostumado a pagar pouco, vai ser difícil de fechar. O meu outro palpite: as pessoas diminuirão o ritmo de compra e troca de aparelhos, justamente porque o que já tivemos ano passado era bom o suficiente.”

      Posso estar errado nos dois chutes, mas sei que algo precisa mudar para se reestabelecer o equilíbrio de dinheiro nesse mercado.”

      Acho que a Xiaomi vai ganhar uma certa tração (acho acertadíssima a decisão de limitar os canais de venda), mas não sei quantos vão sobreviver a essa briga na parte de baixo da tabela. Não tinha como o preço não subir.

      https://br.noticias.yahoo.com/blogs/pedro-burgos/depois-de-a-apple-lucrar-mais-que-qualquer-empresa-060032247.html

      1. Tb concordo com a iniciática da Xiaomi.. Foi uma decisão muito acertada!
        Colocar um preço baixo no lançamento e ganhar com o tempo de venda do produto eh uma atitude q nunca tinha visto por aqui..

      2. Tb concordo com a iniciativa da Xiaomi.. Foi uma decisão muito acertada!
        Colocar um preço baixo no lançamento e ganhar com o tempo de venda do produto eh uma atitude q nunca tinha visto por aqui..

      3. “O meu outro palpite: as pessoas diminuirão o ritmo de compra e troca de
        aparelhos, justamente porque o que já tivemos ano passado era bom o
        suficiente.”
        Isso é a mais pura verdade! Depois que eu comprei um aparelho decente (Nexus 4) não tenho planos de trocá-lo tão cedo. Ele simplesmente funciona bem pro meu perfil!
        Um tempinho atrás, quando a evolução dos aparelhos era realmente significativa, fazia sentido trocar frequentimente. De fato, hoje isso não faz mais sentido…

      4. acho absurdo o lucro da apple. por mais q o preço seja “justo” nos eua, como é possível lucrar tanto!? o fato de explorarem mão de obra chinesa deve ter sua parte nisso, além de explorarem preços mais elevados em países com economias mais fragilizadas. causa-me certo espanto uma empresa lucrar tanto, mesmo sendo uma empresa de alta tecnologia… não me parece fazer muito sentido isso mesmo pensando em termos de “mercado”, q não segue uma lógica visível, e nem em termos culturais, pq, afinal, a apple é relativamente recente pra ter se entranhando de forma tão forte na vida da maioria das pessoas. acho q há algo estranho nisso.

        1. Qual empresa de tecnologia não “explora mão de obra chinesa”? E o tanto que eles faturam em “economias mais fragilizadas”, tipo, sei lá, Brasil ou Argentina, é uma nota de rodapé no fim das contas. O lucro da Apple não é só “alto preço” + “exploração de trabalho barato”. Porque se for por isso a Samsung deveria estar lucrando o mesmo tanto ou mais. E basicamente só as duas GANHAM dinheiro. Acho que é preciso de um ajuste de expectativas. Juntando tudo (materiais, fabricação, marketing, transporte), me parece meio impraticável um celular custar o que a Xiaomi tá cobrando, ou o que a Motorola cobrava até pouco tempo atrás. Eles estão “perdendo dinheiro”, investindo em construção de marca, para recuperar no futuro. Isso nunca funcionou no mercado mobile.

          E acho que a Apple lucra muito também em grande parte por economia de escala, maximização de eficiência em todas as cadeias, contratos com fornecedores, etc. Se você considerar todas as variações da Motorola, mesmo depois do corte drástico de modelos, eles têm pelo menos 25 modelos (SKUs) diferentes (com e sem TV, 32 GB, 8 GB, frequência 4G brasileira, etc).

          E aí pra garantir um contrato decente, digamos, para memória flash, ou antena, ou plástico, tela, etc, é um suplício. A Apple tem dinheiro o suficiente para dizer “ó, eu compro só com você 80 milhões de unidades de tela nos próximos dois anos, nesses dois tamanhos. Pago adiantado.” Aí é óbvio que eles vão lucrar. Ter apenas um lançamento por ano facilita a otimização dos gastos com marketing, etc etc etc.

          Quando o povo fala em “lucro Apple” normalmente se concentra no “explora a China” e “cobra preço absurdo”. As duas coisas são verdade (o preço absurdo, mais no Brasil), mas tem muitas outras variáveis aí.

          1. o fato deles, e de outras empresas, explorarem mão de obra barata deveria ser visto como algo condenável, mas presumo q não estejamos em posição muito diferente de qdo havia escravidão em boa parte do mundo, afinal, quem não era escravo, podia se incomodar (muitos se incomodaram pra valer, diga-se), mas não eram um escravo e estavam em uma situação confortável, a ponto de encontrarem justificativas para seguirem em frente com suas vidas. há algo similar hj em dia, apesar da “liberdade”. eu, por exemplo, não sou explorado como um funcionário de fábrica asiático ou mesmo um costureiro boliviano trabalhando para alguma grife famosa… e qdo compro algo, um celular por exemplo, não vou lá esmiuçar cada componente pra saber como foi produzido – eu deveria, mas como fazer sem paralisar a minha própria vida? enfim, esse lucro, engraçado, é q faz da apple a tal, mas, ao mesmo tempo, não deixa de ser um indicativo de q, apesar dos tempos atuais nos terem dado coisas bem legais, estamos ainda presos num modo de vida q condena tantos outros a uma forte degradação… anseio, então, por empresas q façam as coisas de maneira suave, sem exploração e se cobrarem caro por isso, aí sim verei sentido. como no caso do amigo q perguntou sobre ser vegetariano. vou me pautar pra tentar achar marcas q agem de modo correto, ao invés de me darem a melhor experiência bla bla bla… afinal, pra materializar um ícone, alguém está se fodendo lá na ponta.

          2. talvez um capitalismo sem exploração seja algo utópico, mas é possível ter um modelo de vida mais sossegado. existem muitas experiências de empresas que são democráticas, isto é, permitem que os funcionários participem as principais decisões da empresa. se isso leva eles a uma vida melhor eu não tenho como precisar, mas parece q são experiências bem sucedidas. depois dessa diálogo pesquisei empresas q fabricam celulares fora da china e, pelo visto, há bem poucas. aparentemente nokia, htc e motorola com uma fábrica no eua. o brasil tb apareceu na lista, mas com a foxconn, daí acho q não conta muita, pq devem usar terceirizado e não empregados, mas não sei. desconfio q admiração pela apple (e outras grandes empresas) não vem acompanhada de uma certa prudência da nossa parte, pois e possível, sim, através de pequenos gestos individuais mover as coisas – mesmo q seja na base da teoria do caos. qdo optamos aqui em casa em sermos vegetarianos não estamos salvando todos os animais, mas diminuímos de modo ridiculamente pequeno a demanda por carne… talvez isso salve um boi e duas galinhas… ou talvez isso seja algo q sirva de exemplo a outras pessoas e o impacto será de dois bois e quatro galinhas. quem sabe? essa demanda louca por tecnologia – e outros segmentos – faz com q empresários, e não empresas, pq essas não tem vontade própria, sejam além de brilhantes uns gananciosos do caralho… pq me parece pouco plausível essa ânsia napoleônica de querer o mundo todo aos seus pés, então todos têm q ter o maldito celular da empresa x ou y ou z… ora, pra q isso? eu acho q seria menos danoso se apple fosse uma empresa pequena e vendesse artigos de luxo – como eles pretendem no fundo…
            aqui no condominio sempre sou voto vencido qdo me queixo dos terceirizado e defendo a contratação direta de funcionários, me alertam q “teremos um passivo trabalhista grande no futuro”. ora, porra. e daí? é esse o custo de se ter alguém 24 horas trabalhando pra vc! mas não, todo mundo quer o empregado, mas não quer pagar o preço. não à toa as empregadas domésticas tiveram seu direitos trabalhistas reconhecidos agora pouco… pq antes eram como cativas. e foto abaixo ilustra bem o quão modernas são empresas de tecnologia…

            o escritório do google em sp, com uma mulher negra trabalhando na faxina. mudou alguma coisa desde a colõnia? ah, sim.., agora temos um email grátis.

            https://uploads.disquscdn.com/images/fce3c77e491c8025b8bde6b9f3aebf3eddf2a9d12a4d4064b47e0a75f6baf17e.jpg

          3. talvez um capitalismo sem exploração seja algo utópico, mas é possível ter um modelo de vida mais sossegado. existem muitas experiências de empresas que são democráticas, isto é, permitem que os funcionários participem as principais decisões da empresa. se isso leva eles a uma vida melhor eu não tenho como precisar, mas parece q são experiências bem sucedidas. depois dessa diálogo pesquisei empresas q fabricam celulares fora da china e, pelo visto, há bem poucas. aparentemente nokia, htc e motorola com uma fábrica no eua. o brasil tb apareceu na lista, mas com a foxconn, daí acho q não conta muita, pq devem usar terceirizado e não empregados, mas não sei. desconfio q admiração pela apple (e outras grandes empresas) não vem acompanhada de uma certa prudência da nossa parte, pois e possível, sim, através de pequenos gestos individuais mover as coisas – mesmo q seja na base da teoria do caos. qdo optamos aqui em casa em sermos vegetarianos não estamos salvando todos os animais, mas diminuímos de modo ridiculamente pequeno a demanda por carne… talvez isso salve um boi e duas galinhas… ou talvez isso seja algo q sirva de exemplo a outras pessoas e o impacto será de dois bois e quatro galinhas. quem sabe? essa demanda louca por tecnologia – e outros segmentos – faz com q empresários, e não empresas, pq essas não tem vontade própria, sejam além de brilhantes uns gananciosos do caralho… pq me parece pouco plausível essa ânsia napoleônica de querer o mundo todo aos seus pés, então todos têm q ter o maldito celular da empresa x ou y ou z… ora, pra q isso? eu acho q seria menos danoso se apple fosse uma empresa pequena e vendesse artigos de luxo – como eles pretendem no fundo…
            aqui no condominio sempre sou voto vencido qdo me queixo dos terceirizado e defendo a contratação direta de funcionários, me alertam q “teremos um passivo trabalhista grande no futuro”. ora, porra. e daí? é esse o custo de se ter alguém 24 horas trabalhando pra vc! mas não, todo mundo quer o empregado, mas não quer pagar o preço. não à toa as empregadas domésticas tiveram seu direitos trabalhistas reconhecidos agora pouco… pq antes eram como cativas. e foto abaixo ilustra bem o quão modernas são empresas de tecnologia…

            o escritório do google em sp, com uma mulher negra trabalhando na faxina. mudou alguma coisa desde a colõnia? ah, sim.., agora temos um email grátis.

            https://uploads.disquscdn.com/images/fce3c77e491c8025b8bde6b9f3aebf3eddf2a9d12a4d4064b47e0a75f6baf17e.jpg

          4. Refaço a pergunta: existe capitalismo sem exploração?

            Dos anos 70 para cá o discurso hegemônico vem incorporando um vocabulário tradicionalmente associado a mobilizações anticapitalistas (seja na esfera do anarquismo, seja na do sindicalismo, seja na das esquerdas tradicionais): palavras como “participação”, “colaboração”, “flexibilização” passaram a se associar aos novos e sofisticados discursos empresariais. No fundo, tratava-se (como ficou claro nos últimos anos) apenas de uma estratégia de ampliação de relações cada vez mais precárias de trabalho. Aliás, a característica fundamental do precariado contemporâneo é justamente trabalhar 24/7 (com smartphones, notebook, tablets e outros aparelhos que são justamente seus próprios objetos de desejo), muitas vezes sem perceber.

            Mas, para além de qualquer alarmismo ou saudosismo de minha parte: será que desejamos romper com nossos iPhones, Playstations, MacBooks, cartões de crédito e passagens aéreas baratas?

          5. Aliás, a atual panaceia da “sharing economy” é resultado direto desse movimento de flexibilização surgido a partir dos anos 1970.

          6. acho q poderíamos, sim, exigir q as empresas mantivessem boas práticas em relação aos seus empregados, ao invés de fazermos um consumo cego. isso não me parece impossível e questionar as empresas, assim como qdo alguém fica putinho pq seu celular não funciona como o esperado, gravando vídeos e fazendo aquele auê, questionar as empresas q faturaram alto vendendo seus produtos, com ações na bolsa e de diversas outras maneiras q fogem ao alcance do cidadão normal, não parece algo improvável e isso, me parece, desembocar numa maior participação dos funcionários (todos eles) nas decisões da empresa. deixar tudo na mão do visionários, líder, chefão é um risco, pq se o cara for ganancioso e querer dominar o mundo, todo mundo vai ter q ir nesse sentido…

            abandonar esse consumo louco, compulsivo e não se tornar um fã fervoroso de uma empresa de celulares (!) poderia ser algo, inclusive, q indicaria um bom estado de saúde mental. fica como aquele lance das drogas: existe demanda existencial por elas, mas teimamos em combater. drogas, me parece, tem uma relação mais forte, pq implica em grande alteração da realidade para aquele q a consome, e o consumo de eltrônicos, me parece tb, ser algo mais razoável de se controlar. impedir a venda de produtos é algo impensável, assim como querer derrubar o capitalismo dessa forma… é algo impraticável. se para colocar ações na bolsa há um milhão de pré-requisitos para q os investidores não sejam prejudicados, deveria existir essa mesma necessidade: q os funcionários não são explorados ou q a empresa não explora pessoas em outros países. seria o mais decente e qdo fizéssemos uma maldita compra de um produto não seria algo tão danoso.

    3. Você quis dizer “vazou”, né? A própria Motorola com certeza está envolvida nisso para causar burburinho.

      De qualquer forma, pela minha experiência com a marca minha recomendação é que não comprem pois é péssimo.

  28. E a polemica do Uber x Taxistas hein!?
    teve alguma novidade na proibição dos serviços do Uber!?

      1. Fiquei sabendo que ta rolando cupom deles de R$50 também alguém confirma?

        1. sim.. rolou em BH semana passada e hj ta no RJ!
          =D

  29. Voltei a tocar violão depois de um longo tempo. A sensação é mt boa. Alguém arrisca em algum instrumento musical?

    Já tive guitarra também mas atualmente é inviável pra mim.

    1. Toquei teclado na adolescência. Adorava! Mas depois de velha nunca mais toquei.

      1. Tive um teclado quando pequeno mas não vingou comigo. Usava só pra tirar a poeira. Troquei anos depois num violão folk com cordas de aço que é o que tenho até hoje.

        1. Que legal Bruno!
          Eu colocava nas metas de ano novo “volta a tocar” mas nunca tive vontade de fato sabe? Aí acabei deixando pra lá, está pegando poeira em casa até hoje! haha.

          1. o meu tava pegando poeira e decidi vender. Pois acho melhor alguém está usando do que deixar aqui envelhecendo e acumulando poeira.

          2. Boa dica Bruno! Vou me agilizar para colocar pra frente mesmo. Fica lá parando não tá ajudando ninguém.

    2. tenho um violão, um baixolão, uma guitarra Aria Pro II e a qualquer momento pode chegar a minha nova Ibanez Gax 30. (to ansioso pra baralho).
      Alias, estou começando a tocar baixo numa banda de rock anos 70/80 e começando a tocar guitarra numa de rockn roll. Tá dando um nó na cabeça, mas é muito bom, hahahaa

    3. Até antes de morrer, quero tocar instrumentos de percussão. O meu problema é que pareço ter alguma deficiência auditiva ou motora que me impede de estudar música sozinho porque não consigo perceber ritmo. É bizarro…

      Acho surdo (zurdo?), cajón e bateria instrumentos maravilhosos.

      1. já eu consigo sacar o ritmo das músicas e tal.

        PS: Aprendi sozinho, não sei porra nenhuma de teoria, partitura, etc…As vezes nem sei o nome das notas que to fazendo. Só sei que sei. rsrs

        1. Como diz meu prof: toca na várzea rs.
          Faz umas aulas pra aprender alguma coisa e pelo menos saber o que está tocando.
          Como vc já toca, não é tão difícil.

          1. kkkkk
            Sempre o tempo. Eu faço 1 X por semana. Tem semana q nem consigo estudar em casa.

      2. cara, como guitarrista passei a tocar baixo e aprendi muito! então quero aprender bateria tambem, mas leva um tempo pra coordenar os membros.
        mas tu sabe alguma coisa de bateria? pegar o ritmo do cibal é a primeira coisa…

        1. Não sei nada de nada, na verdade. Realmente não consigo captar ou reproduzir ritmos, mesmo com as mãos batendo palma. É algo a ser investigado pelo House, saca

    4. Meu sonho sempre foi tocar violão, e eventualmente, guitarra, baixo, mandolin, enfim, queria aprender todos esses, porem tambem queria aprender bateria, teclado etc.
      Nunca aprendi pois não tenho disciplina pra aprender sozinho, nem dinheiro pra aulas, mas um dia quem sabe.

      1. eu aprendi sozinho e numa época pre youtube. manja aquelas revistas de cifras e tablaturas do tamanho de palavras cruzadas=? Pois foi com aquilo. rsrs

        1. Tempos negros, mas proveitosos. Depois veio o guitar pro e meu ouvido foi ficando preguiçoso.

    5. Eu toco violão, guitarra e ukelele. Estou começando a me aventurar nas teclas, mas ainda apanho um pouco, hehehe.

    6. Estudei teclado durante a adolescência praticamente toda. Infelizmente não pude dedilhar meu instrumento pelos últimos 7 anos por falta de espaço para colocá-lo. Então provavelmente no dia em que eu puder fazer isso de novo, já vou ter esquecido muita coisa!

      Toquei bateria durante a adolescência também e, por falta de espaço e dinheiro nunca pude ter um instrumento para chamar de meu!

    7. Aprender a tocar violão decentemente é meta de vida. Retomei as aulas em novembro do ano passado depois de 6 meses de aula e 3 anos parado.
      Ainda to meio manco, mas chego lá rs

    8. Tenho um violão muito bom aqui encostado. Comecei as aulas mas parei logo, faltou a grana hahahahahhaha

    9. Toco violão e guitarra há alguns bons anos, mas nunca me dediquei muito. Nunca fiz mais que dois meses de aula de guitarra nesse tempo todo, e ainda não consigo tocar e cantar ao mesmo tempo, exceto em algumas músicas de ritmo mais simples ou nos dedilhados.

    10. Toco violão e guitarra há alguns bons anos, mas nunca me dediquei muito. Nunca fiz mais que dois meses de aula de guitarra nesse tempo todo, e ainda não consigo tocar e cantar ao mesmo tempo, exceto em algumas músicas de ritmo mais simples ou nos dedilhados.

  30. Estou testando o Windows 10 Bui1ld 10240 (acredito que essa é a final mesmo) e está excelente no note (reconheceu todo o hardware).

    1. Né? É bom que não precisei ficar correndo atrás de mil drivers para funcionar. Simplesmente instala, espere um pouco (muito) e use.

    2. Li hoje que mais alguns bugs novos foram descobertos no Windows 10. Dessa vez à coisa é mais séria e envolve a autonomia de bateria.

      1. Eu li tb sobre isso. Parece que reduz em cerca de 10min(ou é 10%, n lembro) a bateria do notebook.

  31. Com o Moto G ’15 vindo a R$ 929 (seg rumores) e o Redmi 2 a R$ 499 (cash), vcs acham que já era pra Motorola?

    1. Acho que mesmo com esse preço o Moto G pode se segurar, ao menos nesse primeiro momento.

      O Moto G já conquistou o brasileiro: até o público leigo sabe que é um celular decente. Além de que o hardware ainda é suficiente para esse público.

      Fora isso, os eventos de venda da Xiaomi me parecem um pouco distantes do usuário comum (comum mesmo), enquanto você encontra um Motorola em qualquer loja de varejo…

      1. Mas poxa, era um celular decente pelo preço… agora é mais do mesmo.

        Se o Redmi vendesse direto em loja tenho certeza que seria o novo Moto G, todo mundo que usa só tem elogios.

        1. O método de vendas da Xiaomi e, sobretudo, a quantidade de aparelhos que vendem em cada ação, não faz cócegas na Motorola. AINDA não.

          1. puro marketing. tipo “5 mil unidades vendidas em 10 minutos”

          2. Eu fiquei curiosa com o Redmi! Acho que fui comprada pelo marketing. :/

          3. Mas há motivos (além do marketing) para ficar curioso com ele. Está muito barato pelo que entrega; tem hardware equiparável ao do Moto G e esse, nem nos tempos de glória (2013), custo tão pouco.

            Acabou de chegar um Redmi 2 aqui, vou testá-lo e, em breve, publicar um review :)

          4. excelente notícia. bom, eu vinha pregando sozinho nos blogs brasileiros sober a xiaomi por ter um redmi 1s desde março/14. Agora, espero que o povão conheça a marca.

            O 1s já tem desempenho ótimo, o 2 acho que supera. Mas por pouco.

            O review do higa ficou joia.

            Aguardando o teu também.

          5. Boa Ghedin, vamos esperar!!

            1gb de ram e 8gb de espaço maltrata o mesmo? acaba com o android?

            acho que são os tópicos que todos mais se preocupam :)

          6. eu me preocupo pois pretendo aquirir um aparelho para os proximos 2 anos, no minimo. então não é (mais) culpa do android, mas os apps e paginas web tem consumido cada vez mais RAM.

          7. 1 GB costuma ser pouco, mas como a MIUI é um bicho diferente, tem que ver. E 8 GB é o mínimo. Não é confortável, falta espaço e rápido, mas talvez não conseguissem segurar esse preço com 16 GB…

          8. Já vi uns reviews no youtube, mas o pessoal peca por não mostrar essa MIUI a fundo. Acho bonita, mas não mostram coisas básicas como o app de contatos, relógio, etc.

          9. É possível que sim, pois o marketing deles é muito bom. Contudo, é um bom aparelho. Por R$ 499, não vejo melhor.

      2. Pior que isso é verdade. O povão já tá com a marca “moto g” encravada na mente.

        Mas tem coisa pior que isso. O cidadão querer trocar o moto g 2014 num iphone 4 (2010). Sim, já vi.

        1. Existem motivos para :)
          Já vi também.

          Amigo que trabalha comigo vai sair de um Moto G 2015 para um Redmi 2, já comprou.

          Já usei o Moto G dele e realmente, tem muito problema.

          1. inicio do ano comprei um moto g 2 edição, aquele que saiu por 500,00 nas americanas com tv e 16gb. fiquei com ele menos de um mês e passei para minha sobrinha. acho que celular android tem que ser high end para se ter uma boa experiencia.

          2. Acho que isso depende do perfil de uso. Pra quem é hard user de smartphone, com certeza um high end é necessário, mas isso não se aplica ao usuário comum.
            Eu, mesmo sendo um cara de TI, que poderia fazer tudo com um smart, uso só pro básico. Um Moto G seria mais que suficiente pro meu caso.

          3. O que lascou o moto g pra mim é que aumentou a tela. Poxa, num já tem o moto x telão ai? Com specs mais tops? Pra que aumentar a tela do Moto G também? Podia ter mantido os 4.5″ da primeira geração.

            Ao menos teríamos uma variedade maior.

          4. Olha, tenho moto g e nunca tive problema, para mim quem tem problemas com ele tem que é que verificar o aparelho, fazer um wipe cache etc, ja o Redmi 2 tão reclamando bastante do gargalo da memória

          5. Também tenho um e nunca tive problema nenhum também! Mas sempre procuro fechar aplicativos que não estão em uso, mas isso é algo que sempre fiz, independente do sistema. As vezes percebo uma certa lentidão e simplesmente reinicio e ele volta a ser rapidinho.

          6. Sempre li que isso nunca fez diferença… sério, pelo que leio os próprios sistema trabalham isso perfeitamente.

            Teve até um desenvolvedor oficial apple, que disse que isso é mito :P

            Vai entender, eu nunca fiz. fora quando um app trava mesmo ou quero dar “restart forcado” em um app.

            Álguem mais faz isso? O que acham?

          7. Ah sim, já li isso também! No caso do iOS eu tenho dois pés atrás (tenho um iPod touch de 4ª geração e um iPad de primeira geração) porque o gerenciamento de memória do OS X (também tenho um Mac mini) nunca foi lá essas coisas.

            Mas no meu caso, acredito que seja mais TOC do que necessidade!

          8. Se o smartphone precisa disso para funcionar direito, há uma falha grave de projeto. Senti com o Galaxy Gran Prime: ele esgotava tanto a memória, e tão rapidamente (ainda mais com Facebook e Chrome abertos), que só voltava a ficar utilizável fechando apps da memória ou reiniciando. Deve ter algo a ver com o Android 5.0 — em uma escala (muito) menor, o Galaxy S6 também se enrolou em alguns momentos.

            Idealmente, porém, o usuário não precisa se preocupar com isso. É tarefa do sistema gerenciar a memória, não do usuário.

          9. Meu moto G 2013 de vez em quando engasga de um jeito que da vontade de o jogar na parede. Desde que mexi em algumas configurações de desenvolvedor, deu uma melhorada, mas ainda não está 100%.

        2. Apple = status! Dane-se que o aparelho é desatualizado e mesmo com as últimas atualizações disponíveis pra o modelo, ele seja uma carroça! Tá na moda!

          Sério, eu era radicalmente contra android nas primeiras versões! Sempre que eu usava, dava um gostinho de “ainda falta polir este sistema”. Hoje em dia, embora eu ainda tenha algumas implicâncias, o sistema está bem decente! Não dá pra falar que “eu preciso de um iPhone porque não tem opção”. A questão vai mais de gosto e de grana do que de necessidade.

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