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Post livre #204

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120 comentários

  1. Incrivel como algumas pessoas preferem continuar ignorantes….,
    Estava com um amigo agora que trabalhou 30 anos com produção de embalagens e ele acredita que as cores embaixo das caixas de leite são para mostrar qual leite é reaproveitado.
    Quando eu explico pra o que serve ele insiste “trabalhei 30 anos”.
    ok boomer….

  2. Aos técnicos e curiosos de informática, estou precisando de um kit de ferramentas para abrir notebook/desktop. Já testei aquele baratinho que é uma chave com um espaço sextavado e você só troca as pontas e é horrível. Quebrou na segunda vez que usei.

    Não precisa ser um topo de linha, só precisa ser bom o suficiente para aguentar o serviço.

    1. Não sou bom em termos técnicos, mas sugiro evitar chaves catracas baratas – SEMPRE vão quebrar.

      Chaves interiças são melhores, mesmo as mais baratas ( o risco nas mais baratas é a ponta espanar). Na verdade não tem marca especifica- já comprei chaves de 2 reais que duram. O ponto é o quanto de torque aguentam -torque demais quebra a manopla.

      Veja os tipos de equipamentos que trabalha, pois pode comprar uma chave Philips
      e fenda que lide com tamanhos diferentes mesmo sendo tamanho único.

      Lembrando que mesmo Tramontina hoje lida com produtos chineses…

      1. Eu comprei um jogo na Leroy Merlin aqui de Porto Alegre com cabeça intercambiável. É bem bom pra abrir computadores, tem a pegada firme e a manopla não escapa.

        O melhor do jogo é que tem todas as chaves mais comuns pra informática, inclusive as T (que se usa nos Macs e consoles da Nintendo).

        Recomendo.

      2. Entendi. Quero correr de chaves com ponta intercambiável, só dão problema. Eu mexo basicamente com notebooks, desktops e de vez em quando algum eletrônico comum (som, dvd player). Nada muito profissional. Não mexo com solda, mas pretendo aprender. E valeu por avisar da Tramontina, ficarei de olho.

    2. Eu recomendo o kit Wiha, da Xiaomi – apesar dela não ser muito querida por aqui, hehe. Tem 24 chaves diferentes, salvou a pele umas boas vezes, e a qualidade é de primeira.

      O jogo é vendido nas lojas oficiais por 200 e poucos, mas você acha importado na casa de uns 80 reais, se não estiver com pressa pra receber.

      1. Parece bem honesto, mas não gostei muito da chave do kit. Como ela é em metal, provavelmente vai escorregar da minha mão se tiver que forçar um torque maior. Fora isso, muito interessante. Por hora não tô com pressa, então se não achar nada melhor, vou arriscar ele.

        Meto uma fita isolante na chave e pronto.

  3. Passando aqui para recomendar Parasita (Parasite), filme coreano que está em cartaz em vários cinemas. Gostei bastante, foi muito mais divertido do que esperava e a fotografia é belíssima mesmo com pouca variação de cenários.

    Se alguém viu, podemos conversar com spoilers aqui embaixo

    1. Filme excelente…., achei interessante a condição social exibida no filme, pois passa-se num pais tão desenvolvido como a Korea….
      Achei muito bom quando eles estão fugindo, ai os ricos estão no topo da colina e conforme eles vão descendo nota-se a mudança das contruções. Eles chegam até o bairro deles e eles estão numa situação ‘abaixo da linha da pobreza’, pois alaga todo o porão.

      1. Apesar da desgraça de todos ali, a cena área da enchente é muito … bonita
        As cores, a velocidade da câmera, o enquadramento

        Eu queria entender de qual é as casas porão no fim da rua. Me pareceu que não era só a deles, pq tinha um sujeito subindo uma escadinha com bicicleta

        E até umas poucas décadas atrás, a Coreia do Sul não era mto diferente da irmã do norte, não?

    2. Possíveis spoilers

      Filmão mesmo! Para mim, o maior acerto do diretor é a transição impactante do que à primeira vista parece uma comédia de uma família de picaretas para uma tensão alucinante calcada na luta de classes. Assistir a Parasita no cinema foi praticamente uma experiência sociológica: as muitas risadas — algumas até exageradas — no começo vão rareando até um ponto em que o silêncio é absoluto e a atmosfera da sala fica tão densa que é quase palpável.

      Também achei sensacional o final. Estava incrédulo achando que, depois de tudo aquilo, o filme terminaria com aquela mensagem #meritocracia, aí o diretor dá outra volta e retrata o plano do filho como um mero delírio. (Talvez decorrente das pedradas na cabeça?)

      Aliás, não sei se estou mais sensível, se foi o nosso momento ou se em 2019 o cinema foi pródigo em filmes do tipo, mas os melhores que vi esse ano tiveram um pano de fundo de resistência e levante contra injustiças do mundo. Coloco Parasita nesse rol, junto de Nós e Bacurau. Ou, outra hipótese, talvez o mundo esteja tão distópico de verdade que esses universos fictícios zoados acabam ficando mais fáceis de serem relacionados ao nosso cotidiano.

  4. Aceito sugestões: tenho um netbook da Acer, comprado em 2009, mas ainda com windows XP instalado. Desde que comprei um tablet lá por 2013, uso pra quase nada (o tablet roda vídeos em alta resolução, o netbook não dá conta e nada além de 720p). Liguei-o hoje, tá funcionando ok. Será que consigo vendê-lo num mercadolivre da vida? Ou mesmo doar pra alguma instituição?

    1. Se está funcionando, provavelmente alguém aceitará como doação. E se estiver com tempo e disposição, vale a pena formatar e talvez instalar um Linux mais leve, pois o Windows XP está sem atualizações faz tempo e pode ser perigoso usá-lo para acessar a internet.

      Vender é mais difícil, mas não diria impossível. Se souber o modelo exato, pesquise preços no Mercado Livre e OLX e aí precifique de acordo.

    2. Um Linux Mint ou um Lubuntu ajudam a deixar o desempenho menos travado. De resto concordo com o Ghedin. Se a bateria estiver boa (umas 2h no windows) acho que ainda dá pra vender, mas é difícil.

  5. A Veja SP publicou uma matéria de capa falando da região da Faria Lima, novo coração financeiro e tech de São Paulo. Lê-la estragou o meu dia. Em que mundo esses “farialimers” vivem? Não que seja surpresa, mas ver essa desconexão da realidade tão bem retratada ajuda a lembrar e a dimensionar o tamanho do buraco em que estamos enfiados.

    (Tem online também, mas não sei se está inteira/tem paywall; li na revista.)

    1. Eu já fui Faria Limer por um tempo, quando auditei uns clientes lá. A repulsa que tive dali foi igual a sua, só que ao vivo, por uns bons meses. O pessoal parece que vive em outro mundo, acha que a vida se resume a andar de patinete descoladinho, gastar >50 conto em restaurantes pouca bosta, postar no insta (cof cof, Juzão…) e competir pra ver quem tem mais crises de burnout no mês. Já perdi as contas de quantas vagas no reduto Faria Lima/Vila Olímpia/Berrini/Morumbi recusei pra não virar um desses imbecis decerebrados.

      Quanto aos salários altíssimos da reportagem, não sei aonde. Pelo menos em TI, a maioria dos salários pra cargos como programador, DBA e afins, tá na média pra baixo do mercado. Salário alto só em fintech, setor financeiro ou num Google da vida. Eu mesmo trabalho em um local mais afastado dos centros financeiros e ganho mais que muitos Limers patineteiros, além de ter meus parafusos no lugar.

      Pra finalizar, quando li o texto, lembrei daquela entrevista pavorosa da Bia Dória totalmente desconectada da realidade. Fui só eu?

    2. Não li a reportagem, e nem lerei, mas quando vi essa capa ridícula só lembrei daquela famigerada reportagem sobre o “Rei do camarote”.

      Enfim, gente privilegiada sempre vai ser desconectada da realidade e essa capa já tá rendendo bons memes kkkk

    3. Hahaha a parte do parque do povo (rico)

      No mais, substituindo empresas privadas pelo funcionalismo público e tirando as questões de modinhas, me parece um retrato de Brasília.

    4. Em que mundo essas pessoas vivem? No mundo delas.

      O brasileiro é o segundo povo com menos percepção da própria realidade: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/12/1941021-brasil-e-2-pais-com-menos-nocao-da-propria-realidade-aponta-pesquisa.shtml

      Aqui os mais privilegiados não tem a menor noção da realidade dos pobres do país (isso se vê muito em blogs de TI, por exemplo) e acham que o seu nível de acesso a tudo é padrão. Tudo o que é relatado ali na matéria é uma exacerbação do padrão de vida da maioria das pessoas de classe alta e média-alta, claro, mas mesmo assim nos mostra a realidade mais dura e crua da desigualdade do país.

    5. olha, eu acho importante esse tipo de perfil. as pessoas abastadas tendem a se esconderem em seus condomínios fechados. elas, por ora, parecem estar usufruindo, quem diria, o espaço público, mas de modo e vê-lo como privado. chamar um bairro de condado não é muito diferente de chamar um bairro de área nobre. tudo fora do centro é periférico… mas aqui em sp há essas demarcações em todas as zonas (norte, sul, leste e oeste).
      é repulsivo a forma como muitas coisas são ditas ali, mas o registro é precioso, pelo menos pra quem se interessa por história. se não fossem esses relatos, jamais saberíamos das loucuras q as elites faziam nas décadas e séculos passados. não li tudo ainda, mas vou ler.
      passo muito pouco nessa região, pq não tenho nada pra fazer lá. mas qdo vou ao itaim, rapaz, o pessoal é muito nariz empinado. desconfio q a maior parte q anda assim é assalariada e ganha mal, mas encarna essa figura de quase novo rico (coisa q provavelmente não serão nos empregos q ocupam).

      1. Concordo, o relato é precioso. Incomodou-me o excesso de anglicismos no texto das repórteres, mas tudo bem, a julgar pelo resto da Veja SP (que não lembro de ter lido fora uma ou outra reportagem como a do rei do camarote), parece condizente com o perfil do leitor. Aliás, a própria abordagem da pauta é inquietante: ela normaliza uma situação explicitamente absurda, pintando as personagens como se fossem pessoas normais. Mesmo aquelas que têm iniciativas a princípio boas dentro daquele contexto, como as mulheres que atuam em prol da equiparação profissional de gêneros, no geral ficam parecendo personagens caricatos de um filme pastelão. Estragou meu dia, mas é isso aí, melhor o conhecimento do que a ignorância.

        1. A julgar pelos personagens escolhidos, acredito (espero) que tenha sido proposital para encaixar outro caso parecido com o Rei do Camarote…e deu certo.

        2. sim… uma grande caricatura. é tudo muito detestável. de como eles se apresentam e do q almejam ser. não nutro a menor simpatia pelo mercado financeiro e o q vem junto com ele. nesse caso essa turma toda aí de caras ricos ou aspirantes.

      1. Passando aqui para recomendar Parasita (Parasite), filme coreano que está em cartaz em vários cinemas. Gostei bastante, foi mais divertido do que esperava e a fotografia é belíssima mesmo com pouca variação de cenários.

        1. opa! eu vi esse filme. queria ter visto no cinema, mas não deu… tive q achar formas alternativas. cara, q filmaço! tb me diverti com ele – de dar boas risadas. essa passagem do cômico para o trágico é difícil de fazer e eles faziam várias vezes ao longo do filme. as pessoas falaram muito q em ‘bacurau’, a cidade era um personagem. nesse ‘parasita’ as casas, com certeza, eram personagens. achei o filme muito alinhado com os do japonês hirokazu koreeda, q mostram o lado zoado da sociedade japonesa q admiramos pela organização, mas q inflige sofrimento a milhões de pessoas com a indiferença aos problemas. pelo visto na coreia do sul a coisa vai pelo mesmo caminho, só q de outro jeito…
          aquela parada toda com o cheiro das pessoas é bem relevante pra mim. já trabalhei na sabesp e na antiga tva. todo mundo q já esteve em obras ou trabalhou com pessoal operacional sabe q não dá pra vc ficar cheirosinho o dia todo. e com os poucos uniformes q as empresas dão, não dá não usar a mesma roupa várias vezes. colocar esse elemento na trama, algo q justamente a audiência não pode ter, mas sabe o q é…
          outro dia vi um desses influencers de esquerda fazendo pouco desse filme… bom, o ou cara não tem referências ou ele não sacou nada do q está posto ali. o filme todo tem ritmo e o encaminhamento pro final foi incrível.

      2. o ruim desse sistema de comentários é que as vezes minha resposta pode parar num lugar completamente nada a ver

        mas aposto que vc já viu esse filme né fm

  6. Gostaria de saber se vocês possuem mais de um fone de ouvido, para atividades diferentes.
    Possuo o fone que veio com meu celular (os EarPods padrão da Apple) e comprei um Edifier W800BT pra ouvir música em casa mais de boa.
    Porém estava considerando comprar um outro fone bluetooth, provavelmente um Redmi Airdots para atividades externas. Será que cabe ou é desnecessário?

    Ps: Criei um perfil no Gravatar, espero que minha foto apareça.

    1. Eu tenho!
      Tenho um bluetooth específico que uso para corridas e quando vou fazer alguma atividade em movimento. Ele tem uma alça para a orelha, o que faz com que segure bem e não caia dos ouvidos.
      E tenho outro que costumo usar com fio mesmo mesmo, no pc ou no celular, mas acho ele meio pesado, então acaba ficando meio largado. E um outro bem porcaria que uso no trabalho, pois costumam sumir coisas por lá.

    2. Eu uso um QCY T1 quando tô na rua e no ônibus e um JBL T110 no trabalho e em casa.

    3. Sim, eu uso um Audio Techinica na rua/trabalho e um JBL em casa porque não gosto de sair de casa com phone grande. Mas é, basicamente, apenas por conta disso.

    4. Só um, os EarPods que vieram junto com o celular. Ano passado comecei a fazer academia e fiquei reticente de levá-los para malhar (item obrigatório, dada o estilo musical predominante em academias); achei que o suor estragaria eles e tal. Não suo muito, então eles estão inteirões.

      Já cogitei ter mais de um par de fones, mas uso tão pouco que não compensa. Acabo usando mais uma caixinha de som Bluetooth antiga da Logitech do que fones de ouvido.

      1. Ops, esqueci que tenho outro sim! É um LifeChat LX-3000, da Microsoft, com cabo USB. Uso no computador para gravar e editar podcasts. As conchas de “couro” estão bem detonadas e no começo do ano tive que trocar a espuma do microfone (R$ 14!! Um assalto!!!!); fora isso, segue funcionando muito bem. Acho que tenho esse há uns cinco anos ou mais.

        1. Esse fone da MS é provavelmente um dos melhores CxB para gravar qualquer coisa. Quase todo mundo que eu conheço que grava alguma coisa na vida usa eles exatamente pela durabilidade vs. preço.

          1. Sim! Se ignorar a estética (nunca vi um em que a parte de “couro” tivesse resistido por mais de dois anos), é um custo/benefício excelente.

        2. Tente achar casas especializadas de peças de eletrônica, pois geralmente conchas para fone e espuma do microfone são mais baratas por lá.

          Ou improvise: compre um fone / microfone barato que tenha o tamanho compatível com a peça para repor, ou no caso da espuma de microfone, gaste um tempo com atividades manuais comprando uma esponja de banho ou lavar louça e cortando no formato que melhor lhe couber.

    5. eu gosto de fone in ear, então nunca uso o do iphone. fico com ele só de backup. pra usar na rua e na academia, estou com um JBL E25 BT. é daqueles bluetooth q tem um fio entre um fone e o outro. eu estava com um jbl de fio antes, não muito diferente desse bluetooth (fora o fio). bluetooth faz diferença se vc usa fone segurando coisas, ou a academia, e sempre se enrosca (meu caso). então depende se tem alguma coisa que te incomoda no EarPods, eu não uso pq pra mim parece q está sempre caindo e o som da academia vaza mto e tenho q aumentar o volume. fora o fio.
      pra trabalhar eu uso o Logitech G433, é bom pq tem um microfone q pode tirar e por pra qdo tenho call.

    6. Tenho um só utilizavel, e preciso arrumar outros que estão no meio da bagunça de casa.

    7. tenho alguns aqui e não é uma coleção… um bluedio q comprei há uns dois anos. tá inteiro, mas ele machuca minha orelha depois de uma hora de uso. não é um fone ruim, só é pesado e espalhafatoso. já o usei no metrô, mas achei chamativo demais… e ele tem ênfase nos graves e eu não curto tanto isso. prefiro um som mais flat.
      uso um fone para exercícios. é da meizu, um ep51. são bons, mas não isolam bem o som na minha orelha e só dá pra ouvir podcasts com ele, basicamente. eles aguentam suor e chuva. se servirem na sua orelha é uma boa opção.
      bom, daí comprei um da edifier, o tw5, para treinos e gostei. usei ele apenas um dia na academia, mas isolou bem o som (assim como o Ghedin, não gosto das escolhas musicais deles) e a qualidade sonora é muito boa. eu gosto muito do som da edifier. eles realmente fazem bons equipamentos por preços acessíveis (apesar de venderem outros produtos bem caros). minhas caixas de som na sala eram da edifier e depois troquei por uma da mesma marca q tivesse mais conexões e elas atenderam perfeitamente bem sem ter q gastar muito. de quebra consegui vender as antigas até q por um bom valor.
      agora em novembro aproveitei uma promoção e comprei junto com o tw5, um w860NB. estava querendo um fone pra poder usar por mais tempo e q tivesse cancelamento de ruído minimamente eficiente. o da bluedio tem, mas não são bons. quase comprei um da sony por absurdos 1500 reais, pq resolveria meus problemas. pagar tudo isso num fone só é coisa q nem os faria limers podem, pq eu vi um bluedio na mesa de um deles nessa matéria da veja tão comentada aqui.
      tenho ainda um audio technica ath mx-40 pra fazer as edições de podcast e pra um projeto musical q um dia pode sair. esse eu importei qdo o dólar não estava tão caro e compensou.
      tenho ainda mais um q anda sempre comigo: ele tem fio, isola bem e tem cancelamento de ruído. é um xiaomi anc com plug 3.5. o som não é ruim e o cancelamento de ruído é melhor q o do bluedio. só q tem fio e uma capsula q vc tem prender na roupa pra não ficar pesando na orelha. é um bom fone, mas tem o fio…
      eu ainda gostaria de ter um desses KZs q tanto falam por aí como sendo incríveis, apesar do preço baixo. ano q vem compro um Kz zs10 pro e paro por aí, pq se for ver tem um fone pra cada música daqui a pouco…

      1. O que vocês escutam na academia!?

        Tb levo fones mas acho que pra pegar peso só consigo ouvir mesmo aquelas músicas estilo “calistenia”…

        Aceito sugestões

  7. Gostaria de compartilhar com vocês um recurso do Mozilla Firefox chamado ‘Container Tabs’ que passei a usar recentemente e tem achado muito útil no que diz respeito a privacidade.
    Basicamente você pode criar várias categorias de abas que funcionam isoladamente, como se cada aba fosse um navegador separado, todos os cookies, dados de sessões e arquivos temporários.
    Eu mesmo, por exemplo, criar uma ‘container tab’ chamada ‘Google’ em que logo na minha conta deles, então toda vez que vou usar algum serviço do tipo Drive, GMail e etc e uso somente essa categoria. Quando eu abro uma aba tradicional (ou uma outra categoria de container tab), não existe nenhum tipo de informação que posso indicar minha conta do Google.
    Tenho várias categorias como: Amazon, Microsoft, Shopping etc.
    Além dos ‘ad blockers’ da vida, eu achei que este recurso garante um nível mais elevado de privacidade e menos dados meus sendo explorados por diversos sites. Também uso pra separar contas pessoais e de trabalho.
    Acredito que muitos de vocês já estejam usando, mas para quem não conhece ainda fica a dica pra explorar esse e outros vários recursos de privacidade do Firefox.

    Referência: https://support.mozilla.org/en-US/kb/containers

    1. A ideia é excelente mesmo, daquelas que poderiam ser incorporadas nativamente ao navegador, mas precisa de aprimoramentos como: 1. adicionar o recurso à versão mobile do Firefox; 2. Sincronizar os containers e seus respectivos sites via Firefox Sync; e 3. Incorporar domínios inteiros a um container (ex.: em vez de adicionar gmail.google.com, drive.google.com, keep.google.com [que eu tive que fazer], simplesmente adicionar google.com).

    2. Achei bem interessante. Gostaria de usar o Mozilla aqui no trabalho, mas não consigo usar minha wacom para rolar páginas, etc. no Mozilla. Em outros navegadores funciona normalmente.

  8. Algum jogador indie por aí?

    Tô de férias no trampo e resolvi tirar a poeira da minha Steam. Pra minha surpresa, saiu um update pro Stardew Valley e a tão aguardada DLC do Shovel Knight com o King!

    Cara, fazia tempo que não me divertia tanto num platformer. A mecânica de dash + pulo do King Knight abre dezenas de estratégias de jogo, e tô INSANAMENTE viciado no joguinho de cartas da história!*

    * Nessa DLC, o King Knight dá uma de Yugi Muto parte numa busca incansável pra se tornar o rei dos jogos de Joustus, um tipo de duelo de cartas dos inimigos do game. Sim, é sério.

    1. Stardew Valley é o melhor jogo desde Super Mario World e depois que descobri que o cidadão aprendeu a programar, desenhou e fez toda a música do jogo, sinceramente acho uma obra-prima de arte dos tempos atuais.

      Shovel Knight eu não conhecia, mas coloquei na lista de desejos pra quando entrar em promoção. Obrigado pela dica. =)

    2. Eu adoro Shovel Knight e suas expansões. Ontem baixei este último pack e até agora ele não tem decepcionado, a campanha do King Knight é a mais diferente de todas. Pena que sou muito ruim no Joustus e provavelmente vou ficar longe de conseguir todos os segredos do jogo já que ele é importante para fins de completude.

      No geral Shovel Knight me pareceu um jogo desenvolvido com raro carinho pelos seus realizadores. As homenagens veladas a Mega Man, Super Mario 3, Duck Tales… os diálogos espirituosos e um sentimento muito caloroso na conclusão de todas as campanhas anteriores, imagino que nessa não será diferente. A localização em português é tão boa que as conversas em termos “arcaicos” não fariam feio naquele perfil dos Memes Plebeus, hehehehehe.

    3. Não joguei, mas vi muitas críticas positivas na steam. Está na minha wishlist esperando uma boa oportunidade :)

    4. opa!
      minha esposa está jogando ‘Gris’ e, cara, o jogo é bonito demais!
      eu tô jogando ‘Ape out’ e ainda não consegui matar o último chefe de ‘Hyper Light Drifter’.
      tenho vários indies legais aqui pra atacar. vou tentar joga rum pouco no recesso e nas férias q se aproximam.

  9. Olá pessoas,

    Alguém aqui já comprou na Dafiti naquelas promoções de vários tênis por preços irrisórios?

    Estou pensando em comprar pq a grana tá curta e são visualmente bem próximos do que sempre usei.

    Porém não sei a qualidade das etiquetas que eles colocam (Ride, FiveBlu…)

    Queria um review sobre a qualidade.

    Abraços

    PS.: Ghedin não acabe com o PL! (que por acaso tem a mesma sigla de um dos melhores bares de Curitiba)

    1. Eu já comprei e não gostei. Qualidade é bem ruim e dura bem pouco. Acho que por isso vendem três pares. Quando um acabar você já tem outro. rsrs

    2. Eu não tenho coragem de comprar tênis sem experimentar. Já comprei um enquanto estava viajando e quando retornei, o bixo não servia mais. Meu pé deve ser extra sensível a mudanças de temperatura :D

      1. Entendo bem o drama de comprar sem colocar no pé. Porém já perdi este medo há algum tempo e só compro assim mesmo.

    3. Talvez existam exceções, mas fast fashion costuma durar pouco mesmo, pois são feitos com materiais de baixa qualidade.

      Agora, que bar é esse que tem a sigla PL e é um dos melhores da capital? Fiquei curioso 👀

    4. Tênis muito barato (abaixo de 50 reais) fora Bout’s realmente dura muito pouco. Comprava muito no passado e não durava um ou dois meses no máximo.

      Hoje compro tênis na faixa de 50 a 100, geralmente prevendo que ele dure um ano. Bout’s para mim dura no máximo 1 ano, e já comprei também de uma submarca da Decathlon, que durou 1 ano também (paguei 80 na época).

  10. Quem mais tá empolgado com o anúncio do Jack no twitter, sobre os planos de descentralizar a rede?
    Ah, preciso de companhia pro Fortnite. uhauhauhauh

  11. Já devem ter perguntado por aqui, mas alguém usa app de controle financeiro, daqueles que integra com o banco?

    1. Uso o Minhas Economias por ser gratuito, ter app que funciona offline e sincronizar na nuvem com uma versão web. Mas não tem nenhum tipo de integração, lanço tudo manualmente, o que para mim funciona pois já criei esse hábito e até me ajuda a manter o controle das contas.

    2. Dos que eu conheço que tem integração, só uso o GuiaBolso. Não acho ele ruim, só é bem confuso de usar e montar as metas. E, pra quem tem Nubank, ele não faz a separação do que tá na sua NuConta e no “Guardar Dinheiro”, aí dependendo, você acha que tem muito mais grana disponível que o real.

      Sem integração, uso o Mobills e o Organizze.

  12. Oi pessoal! Estava vendo algumas VPNs e me deparei com a Private Internet Access. Me chamou a atenção mais pelo preço e pelos bons reviews. Alguém usa ou recomenda outra?

      1. Que pena. Vou dar uma olhada no ProtonVPN. Uma pena ter que pagar de uma vez e não como uma assinatura por mês.

  13. Resoluções para 2020 tech? (Baseado no Guia Prático do fim de 2019)

    Começo:

    – galerinha mais esperta com as redes sociais.
    – os chatos tech aprendendo a terem um pouco mais de empatia online.
    – BAIXAR PREÇO DE PRODUTOS TECH!!! (Difícil…)
    – Menos código, mais humanidade…

    Para mim mesmo:
    – achar meu caminho

  14. Galera dos investimentos&dinheiros, qual seria a melhor opção para guardar uma reserva de emergência, que não seja a poupança?

    1. Sigo a linha de pensamento de que o mais importante para uma reserva de _emergência_ é a liquidez dela. Nesse sentido, poupança de bancão que tá em cada esquina é quase imbatível. Talvez em NuConta e afins o seu dinheiro desvalorize menos rápido que na poupança, mas acho que é uma diferença bem pouca e você corre o risco de não ter um terminal para sacar dinheiro ou o sistema estar off por não ser bancão etc.

      1. Tem a alternativa de usar e abusar das TEDs. Mantém uma conta de serviços essenciais no bancão e transfere quando precisar. A limitação é que só funciona nos dias da semana e em horário de expediente.

        Ainda assim, se você se programar direito, ou deixar um pouco na poupança pra emergências de final de semana, dá certo.

        1. Aí vai uma pergunta:
          Se o Nubank e os demais bancos digitais têm as transações e os processos internos totalmente automatizados, porque as transações só são feitas em horário comercial?

          1. Boa tarde Patrick! As transações não são feitas diretamente entre uma instituição e outra ( O Banco Central está desenvolvendo um projeto atualmente para ser dessa forma, “descentralizada”), elas passam pelo SBP (Sistema Brasileiro de Pagamentos ) onde são realizados as liquidações, em lotes e horários pré – determinados. Basicamente eles juntam tudo, processam. Aí vem mais um lote de transações do país inteiro, processam…e assim sucessivamente. Esse é o motivo de não conseguirmos realizar qualquer transação a qualquer hora.

            Fonte: Trabalhei em instituição financeira.

    2. Para reserva de emergência é bom levar em consideração a Liquidez e o Risco.

      Quanto ao risco o Tesouro Direto realmente é o mais seguro de todos, mas como o resgate dele cai no dia seguinte da solicitação eu não gosto de deixar a reserva toda lá.

      Costumo deixar metade no Tesouro Selic e a outra metade eu deixei na NuConta que pode me safar instantaneamente com a possibilidade de TEDs e a função de débito do cartão.

      A poupança eu não utilizo mais porque além de ter o rendimento inferior também tem o problema da liquidez, já que ao resgatar antes do aniversário você perde todo o rendimento do mês.

      1. Além do resgate em D+1, o Tesouro Direto tem outro risco que vejo pouca gente comentar: às vezes, o governo suspende resgates quando há muita volatilidade no mercado secundário, que precifica a emissão de títulos. Aqui tem uma explicação. Parece improvável, mas acontece — e, numa dessas, pode acontecer quando você mais precisa.

        Liquidez é diferente de rendimento; na hora do aperto, aquele 0,3% que deixará de ganhar do aniversário da poupança será barato para mitigar a emergência. Reserva de emergência é, como o nome diz, para emergências, logo a liquidez (o acesso ao dinheiro) deve ser prioridade.

        E tem mais um aspecto, também desconsiderado até aqui. Digamos que você tenha montado a sua reserva de emergência hoje, separada entre Tesouro SELIC e NuConta, e daqui a 15 dias já precise usá-la. A mordida será feia: além de 27,5% de imposto de renda, ainda terá que pagará um residual pesado de IOF.

        Eu prefiro a poupança para reserva de emergência. É direta, funciona em qualquer horário e enquanto o rendimento for superior ao IPCA, você não perde dinheiro deixando ele ali.

        1. Sim, você está certo sobre o IOF e o IR no caso da NuConta, mas tem que lembrar que no caso proposto eles serão descontados apenas do rendimento. E no prazo de 15 dias o rendimento da poupança seria zero.

          1. No Tesouro também, não? E sim, IR e IOF só incidem no rendimento.

            Em qualquer caso, ainda mais com a SELIC baixa do jeito que está, a menos que a sua reserva de emergência seja muito grande a diferença de rendimento da poupança para NuConta ou Tesouro SELIC é pífia.

            Fazendo uma simulação (aqui considerando o informativo do BC, de 0,3153%/mês, e o da NuConta), alguém que tenha R$ 20 mil de reserva de emergência, em um ano, ganhará R$ 38,61 a mais (R$ 20.808,50 da NuConta contra R$ 20.769,89 da poupança). Sei lá, para mim a liquidez maior e mais garantida da poupança para reserva de emergência vale essa diferença.

          2. Sim, sim… no tesouro é equivalente.

            Concordo com você que a diferença é tão pequena que no fim das contas não faz tanta diferença mesmo.

            Sobre a segurança maior da poupança temos que lembrar que um confisco já aconteceu e embora seja muito difícil acontecer novamente nosso país adora nos surpreender né.

            Mas é isso, Tesouro, Poupança e CDB de liquidez diária são boas opções e talvez seja questão de gosto/facilidade qual deles pegar ou até mesmo diversificar entre eles.

            ** Ghedin: Não consegui responder na sua resposta

          3. O confisco da poupança aconteceu há 30 anos, e acho que nem o salnorabo seria capaz de fazer o que o Collor fez, pois sabe do risco.

            Muito mais fácil a receita taxar lucros de aplicações eletrônicas (como já fez com o bitcoin).

          4. @ Rafael Oliveira

            Há um limite de níveis de respostas aqui nos comentários :)

            No fim, todos estamos sujeitos a chacoalhões político-econômicos que podem virar as finanças de cabeça para baixo. O confisco da poupança foi um lance excepcional — concordo com o Ligeiro, acho que nem alguém incompetente e com tendências autoritárias como o Bolsonaro proporia algo do tipo hoje; seria suicídio político em um país tão afeito à poupança como o Brasil.

            Em qualquer época e lugar, e havendo condições, o importante é diversificar. (Estou defendendo a poupança para reserva de emergência aqui, mas tenho uns trocados em Tesouro SELIC e NuConta também, hehe.)

          5. @ghedin Acho que no final é uma escolha individual também. Poupança é mais óbvia, mas creio que a pessoa pode optar por ” comprar dólares” por exemplo – é um risco, dado a desvalorização, mas é uma possibilidade.

            Se bem que na verdade eu n deveria opinar pois não lido com o dinheiro assim.

        2. Exato, essa onda de investimentos gerou uma aversão a poupança exagerada, é claro que tem investimentos seguros com renda melhor mas o gap diminui muito com a queda da SELIC.

          Minha gerente e colegas de trabalho ficaram falando de usar um CDB de liquidez imediata que funcionário do banco tem acesso tem acesso…deu a mesma coisa que a poupança de rendimento e um dia queria fazer um pagamento de madrugada e tive que esperar porque é imediata mas tem horário. Parece um crime usar poupança.

          Sou super a favor da conscientização financeira das pessoas e não cair nas capitalização da vida, mas estou ficando rabugento com as pessoas fazendo otimizações mínimas (não usar poupança, usar cartão de crédito só para ganhar 30 dias de rendimento na NuConta, etc…) achando que isso muda de patamar a vida.

          Inclusive, tinha uns juniors na outra empresa nessa pegada e comentei que era legal entender investimentos e tals, mas foca em conseguir uma promoção que é um investimento de tempo literalmente 50x melhor na situação de quem está começando a carreira.

          Enfim, só um desabafo mesmo hahaha

    3. Cara, infelizmente com a baixa da taxa selic, os investimentos de renda fixa estão com a rentabilidade bem baixa. Existem fundos que tenham na sua composição renda variável e por isso pagam um pouco mais, mas você estará sujeito a algum risco. Para curto prazo o mais ideal seria um CDB ou algum fundo.

    4. Qualquer opção que tenha liquidez imediata e de risco baixo. Como já comentaram, eu deixaria na NuConta mesmo, ou CDB com liquidez (mas lembre-se que vai ter desconto de IR se sacar, nesse caso).

      Reserva de emergência, como o nome diz, não é focada em fazer render. É pra você poder usar facilmente caso tudo dê errado.

    5. Obrigado pelas respostas! Ajudou a esclarecer umas dúvidas que eu tinha.

    6. Eu tava usando o robô da Verios, o Uesley, para investimentos. O problema era que a movimentação do dinheiro era sempre um D+5, então como fundo de emergência era um pouco complicado.
      Se você não se importar com a toxidade do ambiente, no reddit tem um subreddit /r/investimentos que eventualmente aparecem algumas coisas boas por lá.

  15. Nessas infindáveis listas de melhores do ano/década, alguém sabe de alguma nacional que trate sobre textos/reportagens/matérias/especiais/etc. brasileiros?

  16. Este é o último post livre do ano e, talvez, de todos. Durante o recesso, explorarei aquela ideia de instalar um fórum de debates no blog e, se ela vingar, não fará sentido ter as duas coisas. A hora de se posicionar sobre essa troca ou a continuidade do post livre em 2020 é agora. O que vocês, frequentadores assíduos ou esporádicos, acham?

    1. acho daora esse formatinho aqui. é super de boa, organizadão. tem começo, meio e fim. fórum ia ficar meio, sla, estranho hahah. sem falar q a moderação ia dar um trabalho mitológico. mas estamos aí, pro que der e vier.

    2. Prefiro o formato do post livre. Acho mais prático de acompanhar, já fica no corpo do site e é mais convidativo para um novo entrante participar sem a inconveniência do cadastro. Sim, eu sei que vão dizer “são apenas poucos dados”, mas é isso que todos os sites nos dizem quando é obrigatório cadastro para comentar e bem, você comenta em algum deles?

      Fórum tende a virar uma panelinha cada vez menor (só dos mais engajados) ou ficar esquecido.

    3. Conheci o manual do usuário quando pesquisava sobre mecanismos de busca e suas dinâmicas, e amei o conteúdo e a abordagem. Pretendo me tornar uma frequentadora assídua. Um amigo me apresentou o podcast e foi outra descoberta excelente. Só tenho pensamentos positivos quanto a criação de um fórum!

    4. Ghedin, testa o fluxbb, é um sistema de fórum menos popular e mais simples mas bem honesto e seguro.

      1. Dei uma olhada aqui e me chamou a atenção que a última atualização foi há quase um ano. É um mau sinal.

        Meio que já me decidi pelo bbPress. A integração com o WordPress é boa e cria uma fundação interessante para desenvolvermos outros recursos no futuro.

    5. Acho que 3 meses ou um semestre é um período interessante para testes e validação (aaaa) da ideia. Se der certo, ótimo; se não der, paciência e volta pro PL. É tipo cortar cabelo quando não se é careca.

      1. É, sim. Você já estava por aqui quando tentamos migrar para o canal do Disqus? Ficamos seis meses lá, a coisa não engrenou, voltamos ao post livre.

    6. Eu gosto do formato do Post Livre desde a sua concepção, porém vejo que algumas discussões boas meio que morrem com o fechamento da semana. Vale a pena fazer um teste.

    7. O problema de um fórum, como já falado por aí, é que ele “consolida panelinhas”. De fato somos um grupo já pequeno e conhecido, porém no formato atual, noto que sempre vem gente diferente aos pouquinhos.

      Fórum online dá trabalho também, além de ser um convite de “hack social” – todo fórum que conheço, há sempre um grupo que entra causando e tentando tomar as atenções e respeito à si.

      Não tenho dinheiro, senão ajudaria a criar um “grupo federado” do Mastodon para ser voltado ao MdU, ZTOP e quem mais tiver um perfil similar .

    8. Eu participo pouco do post livre, mas não sei se participaria do fórum. Não quero criar outro cadastro.

      1. Porém, caso criem mesmo o fórum, que deixem ao menos o conteúdo dele público. Gosto de acompanhar as discussões.

    9. Como vários dos colegas, prefiro o post livre. Sempre acompanho e acho que o fórum tende a isolar em assuntos, a não ser que seja uma única sala.

    10. Gosto mais do post livre. Acho que já comentei aqui outras vezes: ele me lembra da época em que usava internet discada na casa dos meus pais, em que basicamente só conectava nos fins de semana.

      O fórum tende a estabilizar a interação, enquanto o PL serve como um momento pelo qual se espera para falar de um ou outro assunto.

      Também não sei se são mutuamente excludentes, talvez eles realmente possam conviver.

    11. Tomara que eu esteja errado, mas um fórum do site vai morrer em pouco tempo. O post livre já virou hábito e a galera sabe que toda quinta tá aqui, disponível, enquanto um fórum é algo que cai fácil no esquecimento. Vale lembrar aquele grupo no Facebook de dicas de apps, que Deus o tenha.

    12. Gosto mais do formato do post livre.
      Acho fórum um formato mais de “tira dúvidas” ou de assuntos divididos por temas ou nichos, o que pode afastar algumas pessoas de quererem interagir.
      Embora não comente sempre aqui, eu gosto desse formato de “pracinha do bairro” que o post livre tem, um espaço pra trocar ideias e conversar sobre os mais diferentes assuntos, coisa que as grandes redes sociais parecem cada vez mais distante de nos proporcionar.
      Mas é só a minha opinião mesmo :)

    13. Comecei a comentar no PL faz bem pouco tempo, ainda não estou totalmente habituado, então a mudança pouco me afetaria.
      Uma vantagem que vejo de um fórum sobre o PL: às vezes me demoro a localizar um tópico por aqui.

    14. Sou bem habituado ao formato atual do PL. Apesar de comentar pouco, sempre passo aqui e leio todas as discussões. Já me familiarizei à alguns avatares e pessoas, e acho engraçado sentir falta quando alguém some em alguma semana.
      Acho que a estrutura fechada dos 4 dias realmente dá fim a algumas conversas, mas de alguma forma, deixa a questão mais dinâmica.
      No fim das contas é colocar o fórum em prática e ver se vinga. (:

    15. Prefiro conservar o formato. Um fórum já começa com uma natureza mais restritiva, na qual só os visitantes mais assíduos participam. Aqui é só chegar e conversar.

    16. Opinião de alguém que entra aqui esporadicamente (mas está diariamente acompanhando o grupo no Telegram): acessando o site via mobile, no formato atual, fica difícil ter uma noção geral dos assuntos discutidos no momento. Sob uma visão de usuário, preferiria encontrar um fórum bonitinho e já ir direto ao ponto.

    17. @Ghedin eu acredito que destacando quem fez um pergunta, seja cor ou outra coisa, e a possibilidade de ter respostas ilimitadas já melhoraria muito o atual formato.

      Para saber realmente o que é melhor, só testando.

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