Post livre #201

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

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145 comentários

  1. Gente alguém conhece, já comprou um corpc? Eu estou vendo umas promoções boas, mas fico com um pé atrás por não conhecer a marca. Uma pesquisa rápida no google só me mostra um caso de uma pessoa que fez a compra pela internet e recebeu uma máquina com uma configuração diferente da anunciada.

    1. Nunca comprei, mas me parece uma integradora simples. Tente ver se ela também não é fornecedora para governos. O site da empresa é worldpc.com.br

      1. Ligeiro, já tá assistindo a segunda temporada de Hi Score Girl? Vi que tão lançando no piratex mas prefiro esperar sair na Netflix. Vou aproveitar pra ver Carole & Tuesday, e Koe no Katachi junto.

        Acho que essa temporada vai ter mais problemas românticos do que falar de games, mas tô animado do mesmo jeito rs.

  2. O Ghedin e o Pilotti que gostam de iniciativas livres de tecnologia, pode ser que vão gostar disto aqui (talvez até já conheçam)

    É um sistema chamado “Jitsi” e faz um sistema de conferência via p2p.

    https://jitsi.org/jitsi-meet/

    (PS: tem como atualizar o cache de miniaturas?)

    1. Antigamente tinha uma iniciativa dessas na UFRGS, no LAB-v. Não sei que fim levou, mas era um bom SW de CA e eu usava na UFRGS (no Moodle, SAV) e funcionava melhor do que Hangout e Skype.

      1. Uia. Legal saber. :D

        Tou pensando em experimentar, o ponto é que não conheço muita gente que se arriscaria comigo a usar isso.

    2. É o que a gente usa na Mad Pony pra fazer on-boarding de clientes e reuniões num geral.

      Ainda tem alguns problemas com o Safari, mas funciona perfeitamente no Firefox — e gerenciar o servidor é bem tranquilo também.

      Válido dizer que as chamadas usam criptografia de ponta à ponta.

        1. Até onde eu sei, não.

          Você instala tudo no seu servidor — dependendo da quantidade de gente, o servidor precisa ser meio parrudo —, e gerencia você mesmo.

          Ou você pode usar o servidor principal deles mesmo, em meet.jit.si.

      1. achei o link dele sem querer… eu o acessava muito. e não é q ele continua sendo atualizado (só o conteúdo mesmo)!?

      2. eles atualizaram a identidade visual faz uns dez anos — mas mesmo naquela época já haviam sido bastante criticados…

        1. eu não consigo entender, a parte pelo $$ talvez, do porque não darem uma repaginada

          acho até confuso de navegar

  3. Dica do dia: o jornalista Diogo Salgado (UOL) acompanhou na maior linha de ônibus do mundo (mais de 6 mil quilômetros) a viagem do Rio até Lima (Peru) de 15 torcedores do Flamengo para o jogo da final.

    Para ver como foi, pode ver via Twitter (https://twitter.com/hashtag/UOLrumoaLima ) ou na página do UOL referente ao Flamengo.

    1. (Ah, as imagens de avatares é gravada em cache por aqui. Por isso que o meu não atualizou)

  4. Vou lá ouvir um episódio do Braincast e eles citam a matéria do Intercept que foi feita em parceria com o Ricardo Ghedin.

    Ghedin, na próxima vez que for usar um pseudônimo pra escrever, aconselho mudar o sobrenome. 🤣🤣

  5. Perguntei dos feed RSS antes, mas queria saber se tem bons canais de notícias/blogs do Telegram que vocês seguem e gostam. Estou tentando convencer as pessoas a mudarem pro Telegram e isso é grande diferencial aparentemente.

  6. ainda na posição 811 da lista de espera do novo brinquedinho do jimmy wales

    1. Põe um link de convite aqui. Assim que alguém usar ele você ganha acesso imediato!

  7. O Rodrigo tuitou um comentário sensacional sobre o ~carro~ do Tesla e tem muita gente bem afetada nas respostas.

    Adicionei um comentário lá e estão me respondendo perfis Ancap, personagem do Naruto no avatar.

    Alguém mais está lá rindo?

    1. Quer rir mais ainda? Vai na matéria que o Cardoso fez no Meio Bit sobre a picape. O nível de punhetação é tão alto que, se tirarem um raio-x do saco do Musk, o Cardoso aparece lá pendurado.

      Gosto das matérias dele sobre guerras, mas quando o assunto é Tesla, ele vira mocinha.

        1. Se eu pudesse dar uma dica, estilo Bial, seria não ler o Cardoso e o Meio Bit.

        2. Pior que eu fui ler e agora me arrependo (nem tanto porque o riso valeu a pena).

      1. Fui lá ver.

        Dado o histórico dele, não sei se ele foi irônico ou se ele tava tendo um orgasmo ao falar sobre o carro.

        (Devo ter contribuído uns 0,00025 centavos na conta do Cardoso e do Mobilion…. ah é, uso ad-block :3 )…

      2. Ahhh, Cardoso, o cara que chama o Gleen Greenwald de “fofoqueiro que se acha jornalista”.

      3. O que tá me fazendo rir nessa histórias é algo que eu comentei no Mastodon: é claro que eu quero um carro com vidro inquebrável do qual eu não posso sair em um acidente, bem como que não tenha freio porque posso confiar em IAs que não são treinadas para reconhecer pedestres fora da faixa e cachorros. O que pode dar errado não é mesmo?

    2. Em alguma medida é engraçado, mas em mim ficou mais o gosto do perigo e do desânimo. É um tweet bobo (este, para quem não viu), inofensivo e publicado por um cara, e mesmo assim virou um ímã de babaca. Desde a manhã, toda vez que abro o Tweetbot tem dezenas de RTs comentados e respostas agressivas.

      Imagine se fosse uma mulher, o que ela não estaria lendo? Não é possível que esses caras tenham se transformado em babacas apenas hoje, somente naquele tweet; são perfis que vivem disso, de humilhar, ameaçar e assediar. Não sei de que bueiro esse povo sai, mas é desanimador.

      1. Me lembro que há muito tempo atrás eu tinha um perfil de comentário similar – muito de atacar opiniões contrárias ao que tenho.

        Noto que desde que houve a questão de “valorizar a si mesmo”, quaisquer comentário contra algo que a pessoa tenha de pensamento ou estilo sempre será alvo de contra-ataque.

        Em alguns casos – lembro-me dos “Emos”, que era um estilo cultural que começou a se difundir e ser atacado por muitos -, os comentários contrários acabaram “erradicando” ou fazendo as pessoas mudarem um pouco o estilo para “não ser alvo”. Em outros – aí vem os incels, “Nerds”, etc… – o ataque acaba validando o sentimento que eles tem de rejeição ao outro e com isso eles contra-atacam de forma voraz, dado que “de alguma forma, feriu o orgulho dele”.

        Soma-se a um fato. Dado que hoje a gente busca também reparar o valor a pessoas antes “marginalizadas”, é fácil tais pessoas (os “machinhos” neste caso) usarem o mesmo argumento (todos tem valor, não pode ter preconceito, etc…) pois eles apenas querem a validação das vontades deles sobre os outros.

        Erro cultural nosso (como sociedade) em não corrigir nos últimos 30 anos as nossas falhas de equilíbrio de ideias e respeito ao próximo.

      2. Complemento.

        Tava aqui pensando umas coisas, e sei que posso soar repetitivo. Mas imagino que de fato, apesar de a gente sentir que é uma opinião “boba”, de alguma forma sempre vai incomodar alguém quando sabido que tal opinião carrega dentro de si uma crítica, ironia, sarcasmo.

        Até porque sabemos que o humor sempre fará algum alvo.

        Assim como muitos, achei engraçado seu twitt, e achei legal que realmente “atingiu o ego” de vários.

        Mas pensando aqui, lembro-me de que por muitas vezes fui orientado a aprender justamente a evitar este tipo de coisa. Porque de alguma forma isso gera um atrito.

        De fato, também é um mecanismo que serve para afastar quem provavelmente faria um mal a comunidade onde estamos aqui. Mas também afasta prováveis pessoas que “se converteriam” a ter um pensamento similar ao nosso.

        Enfim, perdão aí se fui prolixo aí. Só desabafando o que me veio a mente hoje.

        1. Viver é um constante atrito, Ligeiro. Se levarmos a ideia de evitar o atrito ao extremo, passaremos a vida calados, cedendo espaço a um bando de frustrados raivosos que se organizam para dar voz a preconceitos e campanhas de assédio e humilhação. Estamos todos na chuva; não tem como não se molhar.

          1. Um falecido amigo meu tinha impresso uma frase que era tipo “Se não quer ter problemas, não faça mais nada”, esqueci e tou com preguiça de ir no “Pensador” buscar.

            Mas tem razão. O problema é os frustrados raivosos e neste caso é meio difícil de lidar senão via atrito.

            De qualquer forma, penso em como achar formas de justamente transformar este atrito em uma forma de mudança de comportamento.

            Mas minha falta de conhecimento sobre e o fato que assisti o final da novela ontem só fazem desmontar minha capacidade de ter empatia em certos aspectos…

    3. To meio por fora, é pela estética ou tem algo “diferente” nesse modelo específico?

      1. Achei um negócio “hetero” pela estética mesmo (lembra Mad Max, a lógica do cada fodão solitário que resolve tudo). E também por características como a blindagem (deram *marretadas* no carro; o vidro não aguentou, aliás).

        Ao contrário do que um dos digníssimos homens disseram nas respostas ao meu tweet, a Tesla é uma marca com muito apelo junto ao público masculino, o que deixou ainda mais a impressão de que Elon Musk está jogando para a torcida — homens ricos de meia idade que, em outras épocas, talvez comprassem um esportivo a combustão. E homens pé rapados brasileiros que, por algum motivo que jamais consegui entender, parecem acreditar terem uma conexão ou chance de comprar um Tesla algum dia.

        1. Realmente, os comentários são boçais e indevidos. Mas ao mesmo tempo, não entendi a relação que você construiu entre uma coisa e outra. O design é muito subjetivo e isso é para todos, obviamente. Não existiriam outros gêneros que pudessem gostar desse desenho? É como se o gosto estético fosse um padrão, o que cria um estereótipo…Sei lá. Respeito sua opinião, e respeito quem discordou educadamente também.

          Em tempo, gostei muito do design do carro. A solução do teto, sobretudo, amplia o leque de opções para o uso da luz exterior e do aproveitamento de espaço. Por favor, não me julgue hahaha

          1. Minha opinião não é lei, é só… uma opinião. A relação está explicada no comentário que você respondeu e, novamente, pode não fazer sentido para você e estou bem com isso, não seria eu quem ficaria insistindo que apenas a minha opinião está correta.

            O que me chocou é que esse interlocutor que você comentou, “quem discordou educadamente também”, não existe. Foi uma onda de reações violentas (e ignorantes) dizendo que sou gay (como se fosse xingamento), que sou “feministo”, que só escrevi aquilo para transar (?) e por aí vai, e que parece ter sido coordenado — porque, sinceramente, um orgulho que eu tenho é o de não ter aquele tanto de leitor babaca.

        2. a tal ‘classe média brasileira’??
          ela precisa ser destruida e quem sabe estamos realmente rumando pra isso.
          nunca entenderam que estão mais proximos dos pobres do que dos ‘ricos de verdade’

        3. Olha, Ghedin, mas você desculpa, mas a sua análise tá totalmente errada. O novo tesla está seguindo o roteiro de todos os outros teslas (um carro feito por gente que não entende nada sobre como se faz um carro para gente que também não entende nada sobre o que faz um bom carro). Materiais ruins, design pouco funcional, engenharia de qualidade duvidosa e mais uma vez a Tesla insistindo em fazer algo de uma forma completamente imbecil ainda que o resto da indústria já tenha resolvido todos os problemas que ele enfrentará pelas escolhas feitas.

          E, bem, pickups em geral já deixaram de ser um carro para público hetero. Especialmente no principal mercado da Tesla (EUA), em que um dos veículos que mais vende é uma pickup (F150, da Ford), ao ponto da fabricante estar abandonando outras plataformas em prol de veículos maiores. A blindagem, bem, é uma blindagem. O diferencial do carro é outro (o hype em torno de um design horrível e a Tesla. Dá até para dizer que é um Macbook Pro da geração com teclado borboleta, que só atrai quem já gosta e consegue ignorar os erros de engenharia).

          1. Você está rebatendo um argumento que eu não emiti. Em momento algum entrei no mérito da qualidade do carro ou qualquer bobagem do tipo. (Na real, tenho um enorme desinteresse por carros.) Falei apenas da estética, que é explicitamente “machão” (visual de Mad Max/pós-apocalíptico, truculento, com blindagem) e que apela ao público cativo da Tesla (entenda ele ou não de carros, praticamente só homens que compram os da Tesla).

            E, novamente: é apenas uma opinião. Não precisa pedir desculpa para discordar dela, eu só espero que a discordância seja manifestada de maneira respeitosa — como foi o caso aqui :)

          2. O fato de Teslas serem comprados só por homens não implica que, necessariamente, vai se enquadrar no esteriótipo “hetero top” pois, na posição de alguém que se interessa por carros, eu posso apostar um brigadeiro que o público alvo é o mesmo jovem geek que procura algo com hype sustentável e moderninho que pareça um iPhone, agora com o plus de lembrar joguinho retro e cyberpunk, algo que definitivamente não é lá algo hetero top. Como os outros Teslas foram.
            E é por isso que eu disse que o seu ponto de análise tá errado. Você está achando que o carro é para um público que ele nao apela, até por ser feito por uma marca que não tem apelo nesse público aí. O nicho de homem que é o “hetero top” americano quer algo bem diferente e definitivamente não elétrico.

          3. Vou entrar na conversa por cima, não porque sei de tudo, mas de fato tenho que em partes concordar com o Guilherme por um ponto.

            Noto que os Teslas são mais alvos de geeks (mas ainda assim predominantemente homens) que buscam um carro elétrico com um apelo que eles curtem. Não é exatamente “Hetero Topzera”, mas sim o cara que só quer ser o descoladinho do dia e curte o visual.

            Vejo o canal do Rich Rebuilds no YouTube e noto que há na verdade é bastante reclamação pela demora no atendimento e muitas vezes também pelo “suporte fechado” que a Tesla tem, tanto que o próprio Rich criou uma oficina colaborativa para manutenção de Teslas. Não vi canais de Youtube com mulheres consertando Teslas…

            De qualquer forma, ainda assim noto (posso estar errado e o Ghedin mandou um link com melhor prova) que não tem como desassociar o fato de que sim, o mercado dos Teslas é masculino.

            Dado que ainda temos muito dessa de “valor da marca”…

          4. @ Guilherme Silva

            Não é a Tesla, mas carros em geral são um negócio que apela mais ao público masculino. Há pesquisas que apontam que a relação dos homens com carros, obviamente fruto de uma construção social, é diferente; homens veem carros como traços da sua personalidade, daí que enquadrá-los como uma parte da “cultura hetero”, acho eu, é correto. O visual de joguinho de guerra do Cybertruck, somado à blindagem, explicita isso — e foi o que me motivou a fazer aquele comentário no Twitter.

            “o público alvo é o mesmo jovem geek que procura algo com hype sustentável e moderninho que pareça um iPhone, agora com o plus de lembrar joguinho retro e cyberpunk, algo que definitivamente não é lá algo hetero top. Como os outros Teslas foram.”

            Eu tiraria o “jovem” da definição, porque a Tesla é uma marca na média mais cara que outras de carros de passeio. O nerd/geek compartilha características com o “hetero top”, o que, novamente, me leva a colocá-lo no mesmo balaio. A diferença gritante entre os carros anteriores, como o Model S, e o Cybertruck são tentativas de capturar nuances de um público mais homogêneo para fins de consumo do que se pode achar à primeira vista — gente que ganha mais que a média e que, apesar de terem boa formação, é ignorante a ponto não perceber que não é trocando um motor a combustão por um elétrico que os problemas derivados dos carros se resolve; o problema é justamente o carro.

    4. Eu fiz graduação de projeto de produto e posso garantir que esse Tesla Cybertruck parece um dos modelos que a minha turma de primeiro período fez na oficina de madeira, cheio de erros de projeto e finalizado às pressas para entregar para o professor (literalmente a gente fez modelos de carros e saíram desastres como esse!)

      1. Foi exatamente essa impressão que me passou. Ou uma criança tentando desenhar um carro sem conseguir entender direito que partes fazem o quê.

        1. É apenas um gráfico do início da geração do PS1.

        2. Exato. Qualquer pessoa que não sabe desenhar, se vc pedir para desenhar um carro, vai sair mais ou menos isso. Eu não sei o que passou na cabeça do designer desse carro (ou se o problema foi justamente não ter um designer na equipe rs)

        1. E são erros primários, né? Não entendi direito se é um carro conceito e que se for para produção essas arestas vão ser aparadas ou se é isso mesmo e dane-se tudo (normas de segurança, leis, design, etc), mas me parece que essa é a versão final dele…

          1. Considerando que é o Felony Musky não vejo porque ele teria algum interesse em seguir leis rs

    5. Eu vi a polêmica, mas confesso que não entendi – o sentido mesmo – do comentário dele. Não sei se sou lerdo demais… Rsrs

  8. Acabei um namoro recentemente, não sei o que fazer pra me distrair porque não consigo me concentrar em alguma coisa por muito tempo pelo TDAH. O que me recomendam pra distrair? Gosto de ficar em casa então podia ser algum jogo, seriado, documentário… :(

    1. Primeiro: não se preocupe em achar algo. Apenas ache. Se bota na cabeça “tenho que achar algo”, nada vai servir.

      Vai curtindo algum hobby, e quando menos esperar, já estará nele

      Segundo: uma ajuda emocional também faz bem. Procure o que melhor lhe convir, seja uma religião ou terapeuta psicólogo

    2. Pela minha experiência, isolar-se é pior. É muito difícil ter ânimo para sair, mas se puder vencer essa barreira, vá em frente, encontre amigos, converse sobre o término e sobre outras coisas também.

      O melhor conselho, porém, é procurar um psicólogo.

    3. Como o Ligeiro e o Ghedin falaram, um psicólogo vai ajudar bastante. Se tu não tiver como ir, como foi o meu caso, fazer uma atividade física ajuda. Combina isso com o conselho do Ghedin de sair com os amigos, vai ajudar.

      Eu comecei academia depois do término do namoro e ajudou bastante. Já queria ir mas faltava dinheiro e tempo. A academia é perto da minha casa, de bairro mesmo. Preço baixo, equipamento antigo, espaço apertado. Uma hora você vai fazendo amizade, sem pressa. Tem os marombas, claro, mas sempre aparece um “frango” pra se exercitar, e tu acaba socializando com o cara rs.

      Só avisando, as primeiras semanas são difíceis, porque geralmente você não está acostumado a levantar peso, e se deixar, o orientador mete carga pra você puxar. De qualquer forma, pode virar um hobby (como falado pelo Ligeiro) se você gostar. Se não, pode ver um treino de funcional com os orientadores (correr, pular, agachar, etc) que é tão bom quanto, e você se mexe bem mais.

      Outra coisa que me ajudou foi a faculdade, ocupou quase tudo na minha cabeça (até demais, posso falar disso depois) e tirou o foco que eu dava pra ex. Ainda não formei, mas tô perto.

      E sair com os amigos. Vou 1x ao mês pro cinema com o meu irmão e a turma dele, e visito um brother meu de vez em quando, pra jogar conversa fora ou algum joguin na Steam pra desopilar.

      Basicamente é isso. Só não fique tempo demais em casa, às vezes a gente pensa besteira, ou pesquisa besteira.

  9. Semana que vem é a Black Friday. Pensei em criar um “post livre especial” só com ofertas/pedidos aqui no blog, mas ainda estou em dúvida se isso seria útil. O que vocês acham?

    1. Voto a favor! (também)

      Em especial fones bluetooth, mochilas, kindle, teclados/mouse sem fio, e gamepads bluetooth rsrs

    2. Sim,Voto a favor. Mais do que uma lista de preços, uma opção para trocar experiências e dicas.

  10. Pessoal,

    Não estou conseguindo usar o RSS feed do manual do usuário. Alguém também está tendo problemas?

    Estou usando o Feeder (leitor opensource disponível na loja da Fdroid). Todos os meus outros feeds funcionaram exceto o manual do usuário.

    1. Não é novo esse problema, mas eu realmente não sei qual é o problema.

      Dei uma fuçada aqui e descobri duas coisas. Primeiro, que o validador estava apontando um erro em duas aspas (?) no último Tecnocracia. Editei o post para removê-las.

      Outra coisa foi limitar o tipo de post que vai para o feed. Estava configurado para puxar tudo, até redirecionamentos. Agora, mudei para apenas posts e podcasts.

      Deve levar algum tempo até renovar o cache, então mantenha-me informado, por favor. (Se o post livre fechar, ghedin@manualdousuario.net.)

  11. Pergunta para quem usa iPhone: Minha esposa está usando um iPhone 5 que ganhou de uma prima depois que o Motorola dela deu pau após um tombo.

    Acontece que de algum tempo pra cá, sem motivo aparente, vários aplicativos não funcionam quando ela está usando dados móveis. No WiFi em casa, funciona tudo de boa.

    Já conferi nas configurações e todos os aplicativos têm permissão de acesso aos dados móveis. Já reiniciei, já desliguei e liguei de novo os dados móveis, já limpei as estatísticas de uso, já restaurei o telefone, regravei o firmware com o iTunes e o comportamento é o mesmo: Tudo funciona maravilhosamente bem no WiFi e quase nada funciona na rua.

    Alguém já viu isso?!

    1. Verifica se não é alguma configuração de energia ou até mesmo de dados móveis.

      1. Sei que há casos de problemas com a conexão via celular de alguns iPhones. Pode ser o caso. Lembro me de um conhecido que teve um problema similar.

      2. Valeu, Ligeiro. Eu já tinha conferido tanto as configurações de energia quanto as de dados móveis e nada.

        Ontem, no entanto, minha esposa chegou do trabalho dizendo que o aparelho estava funcionando novamente. Enfim, não sei o que causou o problema e menos ainda o que resolveu, mas voltou a funcionar.

        De todo modo é possível que na Black Friday a gente olhe outro telefone pra ela. Usar iPhone velho é impraticável.

  12. Já que agora uso notebook pessoal para trabalho diariamente, acabei cedendo e comprei um novo: Um Dell XPS 9570. Que máquina!

    O meu notebook anterior não era mais novinho (está na meia-idade, digamos assim), mas com um hardware bem bacana até: i7 de 5a geração (série U), 8GB, GeForce 830M e SSD de 240gb (esse eu que coloquei). Pra usar o PC normalmente eu não sofria com nada. Ele só sofria quando eu precisava forçar a CPU (compilações, por exemplo), por ser da série U, e os 8GB de RAM já estavam no limite quase o tempo todo.

    Consegui justificar o investimento, pra mim, pois esse aqui me possibilita trabalhar mais de boas, é mais resistente e vai me durar um tempão (o anterior era um Vostro, famoso por quebrar fácil por ser de plástico finíssimo). Mesmo assim, meu eu de alguns anos atrás jamais iria acreditar que gastei 8 mil bolsos em um notebook.

    1. Rapaz, estou querendo comprar um bom agora também, mas esses XPS me parecem caro demais. Onde você comprou por esse valor? Aqui no BR é tudo acima de 10k no minimo.

      Estou de olho no Zenbook 14, que custa um pouco abaixo de 5k e parece bom, o único grande porém é ser só 8GB de RAM e soldado, não tem como expandir.

      Outro é o Samsung Style S51 Pro, mas esse já bate nos 7k.

      1. Achei no ML. Eu queria o de 15″ mesmo, já que o de 13″ tem processador da série U e não tem GPU dedicada.

        Eu tava de olho especificamente em XPS e ThinkPads por terem bom suporte a Linux. Nenhum deles vende no Brasil de forma oficial, claro (XPS só de 13″). Então tem que garimpar um precinho bacana ou comprar fora mesmo.

  13. Ontem fui em um café/lanchonete em que os pedidos são tirados em um tablet. Cada mesa tem um, aí você liga, escolhe o que quer e pede pelo tablet mesmo, zero interação com os garçons — apesar dos tablets, havia dois para servirem os pedidos e, enfim, fazerem as coisas de garçons.

    O sistema funciona bem. O sistema guia o usuário com telas objetivas e detalhadas. Em nenhum momento fiquei perdido. E no fim, o pedido é enviado direto à cozinha, o que diminui as chances de erro.

    Apesar disso, achei tão impessoal. Sem falar que, em grupo (eu estava com outra pessoa, apenas), deve ser mais complicado do que se fossem, sei lá, uns seis cardápios de papel, afinal o tablet acaba sendo “monotarefa”, cada pessoa escolhe o seu por vez. (E um lance que poderiam usar, que é dividir os pedidos por comando, não existe ali.)

    Vocês já foram a lugares assim? O que acharam?

    1. Onde eu estudo tem uma lanchonete em que os clientes baixam um aplicativo e cada um faz o seu pedido e pagamento pelo smartphone. Aí é só aguardar o app indicar que o pedido está pronto para retirar sem filas.
      A ideia até acho boa, mas os preços são bem salgados, então prefiro ir em um lugar tradicional em que chamo a garçonete pelo nome, ela já me conhece e dá desconto fidelidade por estar sempre indo lá.

      1. Também sou assim. Frequentei uma lanchonete perto do trabalho por anos. As garçonetes me chamavam pelo nome e eu também as chamava pelo nome. Sempre fazia questão de tratá-las bem. Ao invés de deixar na mesa o pratinho e o copo que eu usava, os vidros de molho rosé, azeitona e pimenta para elas recolherem, eu levava de volta ao balcão. Com isso sempre tinha uns mimos que outros clientes não tinham.

        Mudei de local de trabalho e, com isso, deixei de frequentar o lugar, mas sempre que passo por lá, faço questão de entrar e revê-las e todas sempre fazem questão de vir me cumprimentar. Calor humano faz uma diferença enorme!

    2. Já usei totem no Jerônimo, aquela lanchonete do grupo Madero. Achei ok, nada que deponha contra ou a favor.

      Por tablet na mesa, acho que nunca.

    3. Opa, tenho um relato sobre esse tipo de atendimento. Aqui em Mgá existe uma hamburgueria ótima, ganhou prêmio na Ana Maria Braga e a comida é realmente boa. Tem um ketchup feito por eles, com base de goiaba, coisa fina mesmo. MAS quando mudaram para atendimento em tablet eu parei de frequentar.

      Os tablets são grandes, 9 polegadas +-, ocupando muito espaço da mesa. A tela fica configurada para reacender com qualquer movimento no tablet, então mesmo que deixado de lado, uma tremidinha na mesa faz aquele clarão de luz voltar. Por mais que quem trabalhe no local limpe as telas, estamos falando de hamburguer, um prato que as pessoas comem com as mãos, as mesmas mãos que tocam no tablet, ou seja, telinhas sempre engorduradas.

      Para além disso, me incomodo demais com as câmeras nos tablets! Não adianta virar de cabeça para baixo, o tablet tem câmera dos dois lados. Óbvio que ninguém fica assistindo aquilo e que provavelmente as cameras ficam desativadas o tempo todo, mas me incomoda bastante um device que não é meu com cameras apontando para mim em cima da minha mesa.

      Conclusão: Um local com comida excelente, ambiente agradável e bom atendimento, mas que por uma tecnologia desnecessária virou, ao menos para mim, uma opção apenas para delivery.

      1. Sim, também aconteceu comigo ontem! Eram tablets grandes da Samsung e o da nossa mesa ficava acendendo a tela toda hora. Na terceira vez, virei ele para a parede.

        O lance das câmeras também é desconfortável, ainda que seja mais de boa para resolver — uma fita adesiva, estilo a do Zuckerberg, e pronto.

        Agora, conta aí que fiquei curioso: qual o nome dessa hamburgueria premiada em Maringá?

        1. Tem um bar aqui em Recife dessas cervejas artesanais que o cardápio não é só no tablet que fica em cada mesa, como ele também tem comanda individual. Ou seja, você faz o pedido e no fim a câmera abre e você mostra o QR code que tá em seu cartão para ele ler.

          Já imaginando todos os alarmes de privacidade tocando no cérebro de Ghedin ao ler isso. hahahahahaha

    4. Aqui e Passo Fundo tem o Paisano nesse exato molde.
      Faz anos que não vou lá, mas minha esposa foi e disse exatamente o que voce descreveu.

    5. O MC Donald’s agora tem aqueles “super tablets” (monitor 59″ touch) que pode pedir por lá e depois ou pagar no caixa ou pagar no cartão direto na tela.

      Burguer King não sei se tem igual

    6. Eu conheço os donos de uma startup de Sorocaba que é o principal player de cardápios no tablet. A solução em si é bem interessante. A câmera só é ativada quando precisa ler o código da comanda.

      Mas de fato, apesar do ganho na agilidade do atendimento, acho que a questão da impessoalidade pega muito. Faz sentido numa rede de fast food, mas tira o charme de outros lugares

    7. Tem um The Fifities aqui no Itaim Bibi, em São Paulo, na Rua Tabapuã, que o pedido é assim. Como eu sou objetivo, achei mais rápido. Mas tem gente que se perde com os gráficos…Enfim. Acho que é tendencia.

    8. Já fui em locais com esse tipo de auto atendimento, e acredito que seja uma tendência mesmo, desde mercados com caixa de auto atendimento a cafés. Acho um pouco estranho acostumar com essa falta de contato para fazer o pedido, perguntar sobre recomendação da casa e tudo mais. Esses dias vi uma matéria na TV de restaurantes na China assim tbm, com pedidos na mesa interativa e vc mesmo retira o prato onde a cozinha insere em um locker por um lado e vc retira pelo outro após aviso de prato pronto.

  14. Alguém trabalha com Produto (Product Manager, Product Ops) por aqui?

    Ingressei no famoso mundo startupeiro há pouco mais de 1 ano, passei de pré-vendas pra CS (suporte) e nesse trajeto meu maior motivador foi entender bem meu cliente pra poder propor as melhores soluções pra ele. Penso que produto seja justamente isso, então ainda quero me movimentar pra essa área. Queria ver com vocês quais as indicações, o que estudar, quem acompanhar pra poder me desenvolver nesse sentido.

    1. Já me inscrevi! Se a opção para participar da promoção não estiver aparecendo no app tem um macete: desabilite e habilite a opção contactless do cartão que a opção vai aparecer. Compras de qualquer valor débito ou crédito vale 1 ponto, pagando com contactless vale 2 pontos.

    2. Alguém chegou a ler os termos e condições? Dei uma olhada superficial e vi que o prêmio não é em dinheiro (uma pena), mas sim coisas que você pode escolher que não ultrapassem o limite de $50 mil. E, por incrível que pareça, achei bem de boa quanto a privacidade do usuário.

      1. Sem falar que eles pedem um ano de uso do seu nome e imagem em qualquer buraco (anúncios, site etc.). Sei que isso é meio praxe em concursos do tipo, mas pelamor… desanima demais virar garoto propaganda de banco em troca de uma viagem ou uma festa.

        Imagina ganhar uma viagem de R$ 50 mil para um lugar zoado, haha. Essa eu vou passar.

  15. Desde 2012, quando comprei um Galaxy S3, faço questão de só usar smartphones top de linha (da época, claro), pelo simples fato de “pecar por excesso” nas specs pro aparelho rodar liso o máximo de tempo possível. Já tive depois um Nexus 4, Moto X2, Moto Z e, até ontem, um Mi Mix 2. Por conta desse hábito, sempre tive um desprezo de leve pelos intermediários por achar que eles não atenderiam minhas necessidades.

    Até o momento que meu Mix deu PT e, numa situação de cinto apertado, comprei um Mi 9T.
    Como diz o meme do Tropa de Elite: “Que satisfação, aspira!”

    Rapaz, fiquei surpreso com o poder de fogo do bichinho! Ele tá rodando todos os meus apps e jogos pesados no máximo sem engasgar, e tem uma bateria praticamente infinita.

    Fico surpreso o quanto a tecnologia de processadores evoluiu em apenas 2 anos (O SD835 é de 2017, o 730 do 9T é de 2019), ao ponto de um smartphone intermediário me atender muito mais que um top de linha e ainda demonstrar fôlego de sobra por mais uns 2 ou 3 anos, no mínimo.

    1. Desde os tempos de Moto G os intermediários quebram o galho. Na época, ainda se enroscavam com jogos; hoje, acho que não. Só fico na dúvida se os celulares Android já superaram a barreira da vida útil. Era muito comum, até com alguns topos de linha, o desempenho se degradar severamente após dois anos.

      1. Tenho um Redmi Note 3 Pro comprado há quase exatos 3 anos. Só no último mês ele começou a ficar realmente ruim, segurando pouco a bateria e travando em apps mais simples.

      2. Acredito que os Androids, mesmo tops de linha, ainda estejam assim. No início não engasgam, mas depois de dois anos sofrem se você tem muitos aplicativos instalados e rodando em segundo plano.

        1. Acho que varia das implementações das fabricantes.

          Tive 2 Xperias, 1 Xiaomi, e 1 iPhone. Os Xperias permanecerem lisíssimos por toda a vida. O Xiaomi engasgava depois de um tempo com MiUI, mas não com Custom ROM. O iPhone vivia dando problema desde que comprei.

          No momento estou com um S10e, mas faz pouco tempo então não posso opinar quanto a isso.

        2. Fico imaginando se isso não se dá justamente por causa da bateria degradada. Uso um Xiaomi com a MIUI há cerca de um ano e meio e aquela coisa esquisita da limpeza que vez ou outra pipoca na tela parece manter o sistema mais fluído. Geralmente ela limpa o cache dos aplicativos (dentre outras coisas) e tenho a impressão que isso faz com que o sistema se mantenha melhor.

          Não sei se é só impressão, mas nesse ano e meio de uso pesado, não senti degradação na performance do aparelho, embora note que a bateria já não dura como antes: Quando novo, uma carga dava para 2 dias. Hoje chego ao final do primeiro dia com uma boa margem, mas não o suficiente para encarar o segundo dia de uso.

          1. Parece-me contraintuitivo apagar o cache para acelerar as coisas. O cache existe justamente para acelerar as coisas, hehe.

            A hipótese da bateria faz sentido. É o que a Apple faz com o iPhone quando a bateria se degrada a ponto de colocar em risco a integridade do aparelho (leia-se: risco de desligamentos súbitos). A diferença é que, no caso do iPhone, a perda de desempenho não é gradual, tem só um nível e é bastante notável.

          2. Respondendo a mim mesmo porque não consigo responder ao Ghedin:

            Parece contraintuitivo mesmo mas o cache do Android parece que incha com o tempo. Em outros aparelhos mais modestos que já tive, quando o desempenho caía demais, lembro que apagar esse cache dava um gás no sistema por algum tempo. Limpar o cache também costuma me resolver o problema de alguns aplicativos que, depois de atualizados, se fecham logo depois de serem abertos.

          3. Como o Ghedin disse embaixo, é contraintuitivo apagar o cache dos apps. O problema é que ele vai ficando cada vez maior, e o aparelho precisa trabalhar mais pra distribuir os recursos do sistema com mais concorrência. Isso é um dos fatores que degradam o Android atualmente.

      3. Eu focava nos tops por conta dessa degradação. Mas, por experiência, acho que isso é uma mistura de falta de cuidado do usuário com o aumento da complexidade dos apps – e consequente exigência maior do aparelho.

        O Nexus 4 que comprei em 2013 durou até Maio desse ano na mão da minha mãe funcionando perfeitamente. Com o Mix, faço uma limpeza ou duas por ano nos meus arquivos e sempre o programo pra desligar automaticamente à noite e ligar no dia seguinte. O desempenho não mudou em absolutamente nada, parece que tirei da caixa.

        A degradação mais sensível é a bateria, mas, se tiver a oportunidade de trocá-la, dá pelo menos mais 1 ano de sobrevida em qualquer smartphone.

      4. Tenho um S8+ como principal e um Xperia XZ como secundário. O Samsung, por incrível que pareça (até pra mim), está rodando tudo lisinho. As primeiras falhas que começo a ver num Android que está “sentindo o tempo” é nas animações, tipo estar num app e ir pra home e os atalhos dos apps recarregarem. Nunca aconteceu com o S8, jogo Pubg e saio, entro no Whats, no insta, no Chrome, volto no jogo e está na RAM, sem demora pra votar. Isso pra mim é tipo um milagre, pq alem do aparelho ter 4 gb de RAM só, sempre tive esse tipo de problema num Samsung depois de 1 ano, as vezes coisas bobas mas tive, até o Note 5. Aí tinha de reiniciar 1 vez a cada quinzena ou semana, para isso não acontecer. Aqui não, tá 100% normal, com 2 anos.
        Já o Sony, bem, ele é de 2016, tem um Snapdragon 820, 3gb de ram, Android 8, se eu abrir 3 apps o terceiro recarrega, tem lentidão na interface do sistema, isso quando ela não “para” e volta depois de 1s. E pra botar uma rom num aparelho que sequer aparece na lista da Sony? Tipo, já achei pro XZs, que nada mais é que o XZ com 1 gb a mais de ram, e deu brick. Pra desbloquear o bootloader foi mais demorado do que quando fui comprar ele à 60 km da minha cidade. Digo serenamente que o Moto G5 Plus que eu tinha antes fazia tudo mais rápido, usava melhor a RAM mesmo tendo menos, e olha só, rodava Pubg no baixo com fps médio, no sony é só no baixo com fps baixo, sem sombras e ainda sim injogavel pq fica travando. Simplesmente extremamente capado.

    2. Parei pra fuçar no ADB do Mi9T depois do 2º dia dele “em campo”, e achei 2,5 coisas relevantes:

      1) A MIUI, de acordo com a região que você configura, instala apps específicos, normalmente os mais populares, e libera certos recursos como o Face Unlock. Se você botar a região da Índia, por exemplo, vão aparecer apps de transporte e de pagamentos exclusivos de lá. Já pra região Brasil, são instalados Facebook (argh!) e Netflix, mas você pode deletar. Achei curioso, porque 2 anos atrás a região BR era até capada de recursos.

      2) Mano do céu, que cacetada de serviços de coleta de dados a Xiaomi bota nos aparelhos! Usando uma ferramenta chamada Xiaomi ADB Fasstboot Tools, identifiquei NOVE apps bizarros de analytics e afins que rodavam em segundo plano. Não sei se coletaram muitos dados porque revoguei a autorização deles assim que tirei da caixa, mas deletei esses junto com uns apps inúteis da Google.

      0,5) Sabem o app do Facebook que deletei? Ele sumiu, mas os serviços rodando em 2º plano não!
      Vi que o celular dava uma esquentada de leve do nada ao longo do dia, mas não consegui descobrir o porquê. Daí, na ferramenta que usei pra debloatear o smart, apaguei 3 apks de serviço com o FB. Depois que reiniciei o celular, ele esfriou quase que imediatamente.

      1. Caramba! Taí uma coisa que os vídeos de review não contam. Eu tava precisando trocar de aparelho e dei uma olhada no Mi 9T. Um dos motivos que deixei de considerá-lo foi por causa do tamanho, achei ele grandão demais, mas de resto parece ser excelente.
        Procurei uns vídeos sobre análise da MIUI, mas só encontrei sobre as atualizações, nunca sobre o sistema por inteiro. Queria saber se era uma modificação agressiva, mas boa (como a OneUI) ou ainda estava mais para a TouchWiz.
        Como não jogo, só uso o smartphone para leitura, podcast e tirar fotos dos cachorros, acabei pegando um Mi A3 e gostei do aparelho. Ele é bem honesto pelo que custa. Só achei o Android One bem limitado, usava antes um OnePlus 3 e muitos dos recursos que achava que era padrão do Android, era, na verdade, da OxygenOS.

        1. A MIUI tem várias funções bem úteis, assim como umas firulas, também.
          Eu considero ela a modificação mais agressiva do Android, mas fica pau a pau em usabilidade com a One UI. Uma coisa bem interessante é que a Xiaomi implementa recursos na MIUI que só aparecem em versões posteriores do Android. Então, com exceção dos updates de segurança, não tem diferença em um aparelho rodando a MIUI11 (mais recente) com o Android 9 e outro com a mesma UI na versão 8, por exemplo.

    1. Agora que vi seu comentário! Eu sigo esses dois, o Infomoney, Tecnoblog, UdemyGratis e HardmobPromo.

  16. Ghedin, como está o projeto do fórum?
    Já tenho várias ideias para tópicos..

      1. Voto na transformação do Post Livre em fórum. Gosto muito desse formato!

      2. Critiquei a ideia no último PL. Mas, se o layout final for algo próximo da imagem, você me converteu, Ghedin. Ficou muito bom e alinhado com a identidade visual do site.

  17. Vou abrir este post livre com um pedido de indicação: vocês seguem ou conhecem canais de vídeo pessoais focados em tecnologia? De preferência brasileiros, mas vale em inglês também. E quando digo “pessoais”, é feito/apresentado por uma pessoa, não por um site (tipo o do The Verge).

    1. Brasileiro não, mas lá fora o Dave2D e o mkhd. Acho que ambos pela qualidade do material e audiovisual msm

      1. Já vi vídeos de ambos, acompanho o Marques. Acho que é o melhor canal de reviews hoje. Do Dave não gosto muito, mas valeu a indicação!

        1. O MB me dá sono, confesso. E ele tem uma edição “clean” que me deixa com aquela sensação de enlatado, zero personalidade. Mas não tem como dizer que o canal é ruim. Por outro lado, o Loop Infinito me deixa com labirintite de tanto rodopio que a edição tem.

          Retrotech tem o 8BitGuy (que o Ligeiro postou) e deu.

          1. Conhece o Marco Arment? Ele fez o aplicativo Overcast e fazia vídeos no YouTube. Ele tem só três reviews, mas é daquele tipo mesmo que gosto. Sem edição mirabolante, sem câmera deslizando. Enfim, sem firulas. Quero encontrar mais tipos assim.

          2. Não conheço. Vou dar uma olhada nos vídeos dele.

          3. O William Marchiori do Loop Infinito tipo ele fala com o canto da boca, parece que “entorta” a boca para falar, não sei se é forçado ou é algo físico dele, meu TOC me faz perder a vontade de assistir, já os videos do Junior Nannetti são ok

          4. Total. Ele fala com o canto da boca e se entorta pra falar. Eu sempre fico meio desconfortável vendo ele. Só assisto porque eu acho a imagem deles melhor e gosto da pouca edição deles nos vídeos.

    2. No BR não por motivos já citados em outros Post Livres. O único que me vem a cabeça é o do DioLinux, mas nunca vi um vídeo dele.

      Geralmente esbarro em canais brasileiros só quando vou pesquisar uma dúvida comum. Só “várzea”.

      Inglês:

      Linus tech tips (apesar de ser hoje um canal maior, de alguma forma sinto que não perdeu personalidade)

      8 Bit Guy (Dave)
      Lazy Games (Clint)
      Techmoan (Mat)
      Databits
      VWestlife

      1. Vdd! O Barba é ótimo, conhecimento dele de fotografia é fantástico

    3. Eu costumo ver reviews de dispositivos mobile no canal do Rodrigo Toledo no Youtube.

    4. O TechAltar é maravilhoso, focado mais no lado dos negócios por trás das empresas de tecnologia.

      O Mr. Mobile tem as minhas reviews favoritas, mas ele não faz tantos vídeos quanto o MKBHD.

      Os outros que conheço e gosto são mais específicos, tipo o The Linux Experiment.

      1. Acompanho o Mr. Mobile também. Acho ele bizarro: parece um personagem de desenho animado, meio caricato assim, ainda que por trás dessa roupagem as análises dele sejam bem ok. (E a estilera meio que ajuda a distingui-lo, né?)

    5. Assim como muitos, também gosto do Marques e as vezes assisto os vídeos do Mr Mobile. De análise de produtos, em especial smartphones, tem o Tech Spurt. É um inglês que publica com bastante frequência e tem um estilo bem simples de apresentar. Não é nada de outro mundo, mas gosto da opinião dele. Brasileiro eu gosto dos vídeos de edição que o Barba publica, acho que ele tem um olho bom para fotos e é didático na explicação!

    6. Os canais que mais gosto são sobre GNU/Linux, computação ou eletrônica, aqui os principais:

      Arthur Reeder
      Ben Eater
      Bryan Lunduke
      Chris Titus Tech
      DistroTube
      Eli the Computer Guy
      Computerphile
      EEVblog
      Level1Linux
      Tom Scott
      tripcode!Q/7
      tutoriaLinux
      Wolfgang’s Channel
      Luke Smith
      quidsup
      TLG // Technology • Linux • Gaming

    7. No passado eu via o BeTech porque falava de fones de ouvido e caixas de som. Tem um tempo que não acompanho. Mas tem vários quando se procura por análise de equipamento.

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