Post livre #200

Balões representando o post livre.

Em uma bela sexta-feira de fevereiro de 2015, publiquei um post sem conteúdo aqui. Objetivo? Abrir os comentários para a comunidade do Manual do Usuário conversar. “Se funcionar hoje, toda sexta soltarei um post do tipo”, escrevi no final. Funcionou.

Hoje o post livre é publicado às quintas, mas a sua essência segue a mesma. Em (quase) 200 semanas dos últimos quase cinco anos, abro o editor do blog e escrevo — na real, copio do anterior e colo — este parágrafo:

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

Apesar do #200, foram publicados 197 posts livres até hoje. No final de outubro de 2018, por algum motivo que não me recordo, pulei os números #147, #148 e #149. Tudo bem, não importa.

O post livre que mais rendeu foi o #73, de fevereiro de 2017, com 749 comentários. Foi um post livre com muitas polêmicas, mas o número elevado de comentários também é reflexo de algumas duplicatas, provavelmente obra do infame Disqus, serviço de comentários que usamos até o final de 2018.

Ao todo, foram publicados 32.577 comentários até a edição #199, média de 166,2 por post livre (já descontados os três ausentes citados acima). O número, que muito surpreende, poderia ser ainda maior. É que entre abril e outubro de 2016, migramos o post livre para um sistema de canais do Disqus. Fui conferir as estatísticas dele e descobri que o Disqus excluiu todos os canais no começo de setembro deste ano. Fica aí, mais uma vez, a lição para jamais confiar dados importantes a empresas de publicidade online.

O post livre já virou tradição aqui. E mesmo com ferramentas arcaicas e uma organização mambembe, ele funciona. O que não significa que ele será assim para sempre. Já comecei a pensar no Manual de 2020 e está na mesa uma mudança no post livre. O espaço abaixo é um bom local para debatermos isso — e, obviamente, qualquer outro assunto dos quais vocês quiserem falar.

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99 comentários

  1. Para fechar este Post Livre 200, só venho avisar para que quando a Netflix (ou outro canal que vocês acompanham) lançar, conferir Hi Score Girl 2.

    Rapaz, sou apaixonado por esta série e adoro ver o quanto me identifico com um dos protagonistas (Haruo) que vive apanhando da mulherada porque não sabe lidar com elas.

  2. Uma questão: a área de suporte AINDA tem relevância?

    O meu maior mal é que nunca investi pesado em um curso ou aprimoramento. Como suporte simples, a maioria dos atos que fiz foi nada mais que buscar “receitas” de bolo online, comprar livros antigos (a única vez que comprei um livro novo foi um de um participante do Fórum PCs) e usar pacotes prontos de manutenção (Como Hiren’s Boot por exemplo).

    Acho que já falei algumas vezes que tive a sorte de ter conseguido uma vaga em um curso Cisco / Fundação Bradesco, mas que perdi por idiotice / medo meu (travei na terceira aula e não caiu a ficha que o curso dependia de revisar as aulas online, apenas tendo as aulas presenciais para revisão de matéria e testes).

    Difernete de muitos daqui, ao que noto, não tenho um aprimoramento ou segunda profissão. E tou ficando velho.

    Ainda mais agora com este governo maluco, este mercado tão ou mais maluco quanto, e pensando como vai ser daqui pra frente…

    1. Recentemente tive que auxiliar, via telefone, um cliente a regular um sensor de pressão…., meu colega de trabalho me elogiou, disse que eu levo jeito pra explicar as coisas. Não é a toa, pois trabalhei 5 anos em suporte de informática e sistema ERP.
      Eu penso que ainda há espaço para suporte, mas não em coisas básicas. Precisa encontrar um nicho ou produto especifico.

      Só que hoje é um ramo pro qual não pretendo voltar, pois já passei por muito problema por causa de vendedor que vende uma coisa e entrega outra.

      1. De fato a do nicho é válido.

        Consigo atender alguns clientes por um fato padrão – fazer a instalação de programas para acesso a serviços governamentais.

        No caso desta do vendedor, entendo seu lado, tanto que geralmente falo para quem pede serviço para mim para a mesma comprar o produto ao invés de mim, justamente para tanto entender esta questão de adquirir uma peça quanto para evitar que eu seja uma parte do problema (a burocracia da troca, etc).

    2. Sim, tem muito.

      A Dell aqui no RS remunera relativamente bem os engenheiros de suporte e atendentes N1~N3 (pros padrões do RS). Outras empresas tem setores bem fortes de suporte ao usuário que não são terceirizados por ATENTO’s da vida. Todo o resto é uma merda (SigmaCOM, principalmente).

      É uma área difícil, eu diria que mais difícil do que desenvolvimento (programadores tem uma tendência LOUCA de se acharem muito mais espertos do que parecem), porque lida com o fator humano e relacional. As pessoas tendem a minimizar o setor de suporte, claro, principalmente os programadores (dica: não existe desenvolvedor de SW).

      Pra suporte freelance acho que já foi uma área melhor, principalmente na época do tal “mercado cinza” que exigia que as pessoas comprassem peças separadas para montar um PC normal. Hoje em dia com o notebooks vendidos a rodo isso diminui drasticamente, mas ainda tem bastante mercado. O que eu vejo, contudo, é que esse mercado exige mais conhecimentos em eletrônica do que antes, culpa de notebook, novamente.

      Eu fiz um curso em 2005 na SERPRO que era chamado de “Técnico Cidadão” que era super completo (~300h) com estágio no final do curso. As empresas deram ZERO importância pra ele porque “era do governo”, mas, foi o conhecimento que eu consegui nele que me levou pra área de suporte no IF da UFRGS e posteriormente no IQ da UFRGS e na SEAD da UFRGS até chegar na minha pesquisa pros ministérios da defesa e do comércio e que me levou a ter 1 mês de experiência na Dell esse ano. Claro que a minha ocupação principal em 90% do tempo é como tradutor (até por conta da minha formação né), mas, quando a coisa aperta eu consigo ter uns trabalhos de suporte por conta desse conhecimento que eu adquiri em diversos locais.

      O que eu digo é que você não é velho para fazer um curso de redes ou de eletrônica para te ajudar a melhorar o seu nível nessas áreas e conseguir clientes melhores. Não recomendo um curso superior a menos que seja EXATAMENTE o que você quer. Aqui no RS temos cursos bem baratos por mês (menos de R$200 mensais) que te ensinam essa parte toda e ainda te ajudam na busca de emprego/estágio. Deve ter muito mais em SP.

      Você não está velho. Eu tenho 36 anos e acabei de recusar emprego em startup porque o dono queria “exército de um homem só pagando meio homem” e estou em busca de um curso técnico na área da saúde pra me ajudar a ter mais opções (ando pensando em radiologia ou necropsia).

      TL;DR > Suporte tem mercado e ainda tem muitos clientes como freelance, mas tem que ter mais conhecimento em eletrônica do que antes.

      1. Eu fiz técnico em eletronica gratuito. Espero finalizar a papelada do estagio semestre que vem!
        Abriu muito as portas e adquiri muito conhecimento.
        Também não recomendo curso superior, principalmente pros mais jovens. Conheci vários engenheiros eletricistas que arrependem-se da escolha da profissão. No fim acabavam ganhando menos do que eu aqui na empresa.

        1. Curso superior é uma perda de tempo pra quem não tem certeza do que quer ou quer um trabalho técnico. Eu sei disso hoje, queria saber disso em 2002 quando eu comecei a estudar pro vestibular. Se eu tivesse feito o curso técnico que que passei na época, teria me formado em 2 anos e saído empregado, provavelmente. Não sei como as coisas seriam hoje, mas, eu não teria ficado batendo cabeça tanto tempo, com certeza.

          Ainda que eu não troque trabalhar em casa como tradutor/revisor por um emprego de escritório 8-18.

          1. Penso se eu for fazer superior, seria na área de ciências políticas ou transporte público.

            (Para um dia virar ministro dos transportes e acabar com o carro particular… mwuahahahaah)

  3. Alguém tem alguma sugestão de widget de clima, que seja simples e bonito, para Android?

  4. o post livre é uma agradável reminiscência dos blogues dos anos 2010 e de toda a sua cultura associada

    gosto do formato atual, mas também gosto de novidades

    então, que venha 2020 (com #elenão e #lulalivre 😬)

  5. continuo na posição 811 da lista de espera do novo brinquedinho do jimmy wales

    1. Ainda tô nessa também: You are number 4612 on the waiting list

  6. Em Santa Catarina, lançou um novo serviço de “ônibus por aplicativo”, o 4Bus (Olhar Digital).

    Depois da entrada da Buser, noto que há uma falta de foco nas tecnologias para transporte rodoviário (viagens de distância média e longa). Obviamente as empresas regulares, já consolidadas e com toda a burocracia autorizada do poder público, já estão reclamando e “tomando providências”.

    Fica a questão: o que vocês acham desta briga pelo transporte?

    1. É bom que tenha concorrência…., mas como funciona esse onibus ai….? e se ocorrer acidente ou extraviar mala?

      1. Mesmo os serviços regulares tem problemas com acidentes, malas, mal atendimento, etc.

        Não vejo como concorrência – é difícil discutir sobre transporte pois entendo o mesmo como algo mais a haver com social e não com comércio.

  7. Eu moro longe da minha família e preciso estar em contato, enviar e receber notícias e fotos, etc.

    A ferramenta que atualmente supre essa lacuna são os grupos de telegram e what’s app (meio que se tornaram uma rede social).

    Lembro no passado do Path (apesar de não ter usado) https://en.wikipedia.org/wiki/Path_(social_network), uma rede social “privada” na qual você compartilhava e interagia com um um número menor de contatos. O serviço foi encerrado no ano passado.

    Entendo que existem opções no facebook e instagram para compartilhar posts somente com “melhores amigos”, mas queria entender se alguém conhece algum outro serviço ou maneira de fazer isso.

    1. Também estou nessa situação. Aqui usamos um grupo no Signal e, para mim, é a melhor opção.

      Redes sociais comerciais, além de todo o ruído e preocupações com privacidade, estarão sempre à mercê de decisões… comerciais. O Path mesmo, apesar da boa intenção inicial, protagonizou uma série de controvérsias antes de ser vendido aos sul-coreanos da Kakao. No fim, foi encerrado sem mais, nem menos.

      Uma segunda via que estou cogitando, concomitante ao Signal, é criar álbuns compartilhados no iCloud. Assim, compartilho as imagens em alta e em grandes quantidades sem inviabilizar o grupo no Signal para conversas.

  8. Eu uso o spotify há 5 anos e sou bem satisfeito com a curadoria que os algoritmos me dão. Minhas listas de sugestões são bem calibradas e consigo descobrir coisas novas que me apetecem muito com bastante facilidade.
    Enfim, o serviço me contempla.

    Porém meu plano de celular me disponibiliza uma assinatura do Deezer. Minhas playlists seriam importadas facilmente. Mas não sei o processo de indicação de novos artistas/bandas.

    Alguém já migrou de serviço e pode me contar como foi a experiência?

    1. Boa noite. Escrevendo rápido porque to no celular.

      Mesmo caso seu, migrei, arrependi e voltei pro Spotify.

      Abs

  9. Às vezes eu tenho medo de estar virando um velhote reaça de tecnologia, mas correrei o risco: qual é a pira com esses celulares dobráveis?

    Entendo o fascínio, mas daí a cogitar ter um desses — mesmo que fosse barato — é um salto grande demais. O novo Razr não tem sequer a (única?) vantagem do Galaxy Fold, que é a tela maior. Por outro lado, você precisa das duas mãos para abri-lo para fazer qualquer coisa que não seja ver notificações e tirar foto e ainda precisa tratá-lo como se fosse uma joia, porque essas telas pOLED riscam só de olhar feio.

    Se alguém aqui tiver argumentos razoáveis que me façam mudar de opinião, agradeço!

    1. Alguns anos atrás eu tenho quase certeza que tinha respondido algo assim no seu Twitter. Nunca entendi qual é a grande moral desses celulares dobráveis. Parece que se cria o hype ao redor de algo completamente fora da curva de UX para poder vender algo que já é caro por ainda mais dinheiro.

      Não duvido que não vire a TV 3D da década de 20.

    2. Não existe pira nem propósito. É só pra dizerem que estão fazendo algo “novo”.

    3. eu faria a uma análise psicanalítica disso: é como se estivem abrindo uma caixa de pandora em busca dos fetiches mais loucos. além das vantagem de ver conteúdo (vídeos numa tela ‘legal’), eu não consigo entender tb a obsessão a não ser por essa via de entendimento.

    4. Me lembro quando na época do Google Glasses, discuti com o Pedro Burgos da importância da invenção do Google (eu tava “pagando pau”), enquanto o que o Burgos já dava o alerta do “vai dar mer**”.

      Deu mer**. E aprendi algo.

      Hoje já não consigo defender mais novas tecnologias. Acho bacana, acho sensacional, teria um se eu tivesse dinheiro, mas ao mesmo tempo sei que no final só tou com isso incentivando a gula por novidades.

      (Mas não entendo pq ao invés de ficar nessa de “dobravel inclusive na junta da tela”, trabalhasse com duas telas. Entendo que é pelo fato da “tela completa” ao invés de ter uma “faixa no meio”. Mas acho que um Razr duas-telas flip android eu ia achar interessante.

    5. Desse Motorola, em específico, eu gostei porque parece interessante naquela pegada de uso “saudável” do smartphone….essa fricção de precisar me parece legal com a vantagem de ele ser mais fácil de colocar no bolso.

      Eu sei que isso não é o motivo da “agitação” das pessoas, mas acredito que isso seja o status quo de toda essa cobertura enorme de tecnologia que se alimenta mais de produtos chamativos do que com produtos bons.

      A linha Surface é emblemática dessa situação: eles chamam um monte de atenção da mídia, mas até por serem pouco convencionais, a maioria só recebe um destaque desproporcional ao mercado real.

      1. Será que é mais fácil de colocar no bolso mesmo? Ele fica mais compacto quanto dobrado, mas a espessura dele dobra para ~15 mm. Deve ficar parecendo que você está andando com uma caixa de palitos de fósforo no bolso.

    6. Eu teria pra brincar com o mecanismo de abrir e fechar o aparelho como nos velhos tempos.

    7. acho que existe um mercado para celulares desse tipo: pequenos na maior parte do tempo, grandes quando necessário

      eu uso o celular basicamente para ouvir música e ler ebooks no transporte público…fora isso, em raríssimas ligações e eventuais trocas de mensagens (apenas mensagens necessárias) com alguns (poucos) familiares, então a maior parte do tempo eu não preciso de uma tela grande

      eu compraria tranquilamente um celular como o Razr, desde que tivesse um preço razoável

      isso sem considerar que celulares dobráveis não são nenhuma novidade, a começar pelo comunicador de Star Trek, e depois pelo celular StarTac (e agora, escrevendo os dois nomes lado a lado, dá pra ver que o StarTac é referência a Star Trek)

    8. Normal quando chega-se num limite de usabilidade. lembra do nokia lipstick?
      Precisa vender alguma novidade!!
      Penso que o novo Razr vai vender bem…., o original já vendeu muito apesar do preço e bateria pífia pra época.

    9. A nível de mercado, me parece querer atender um público meio que desconhecido fora da minha bolha. hehehe
      A nível de inovação e desenvolvimento, acho bacana pois nessa busca maluca por soluções para problemas que nem sabíamos que existiam, estilo vídeos do __5 minutes craft__, acaba encontrando novos materiais e modos de produzir que podem ser úteis para outras soluções.

      Mas no mais, vejo que um celular dobrável é nada mais do que uma forma de mostrar algo novo.

  10. Eu estava no Twitter essa semana e vi um Tweet interessante sobre um uso especial dado as assistentes virtuais tão polêmicas e tão ladras da nossa privacidade.

    https://twitter.com/hectorlima/status/1193935820819959810?s=21

    O Tweet você pode ver através desse link. Acho q não dá pra colocar um print dele aqui.

    É realmente interessante. Agora eu posso considerar que existe mais um ponto positivo, que não são muitos, nas assistentes virtuais. Se você tem alguém na família ou um amigo com uma necessidade dessas, vale a pena pensar se vale a pena adquirir uma.

    1. Caramba, muito interessante, realmente não tinha pensado nesse aspecto.

      Um artigo que participei recentemente (e foi aprovado no ICITs), tínhamos como premissa, deficientes auditivos e plataformas de ensino a distancia, mas essa questão de assistente virtual me chamou muito a atenção.

    2. Isso é bem legal mesmo, revolucionário até, diria. Meu maior problema com as inteligências artificiais por voz é que esse caso de uso, que deveria ser o principal (ao lado do uso por analfabetos), é quase um asterisco na promoção que Amazon e Google fazem da tecnologia, vendida para o fulano (que enxerga) não ter o trabalho de levantar do sofá para acender uma lâmpada. (Sem falar em todo o aparato de vigilância e coleta de dados, que é lastimável.)

    3. Que negócio maluco…

      Esses dias um amigo que, apesar de trabalhar numa empresa que vende eletrônicos, não usa a tecnologia assim com tanta frequência me perguntou o que o Google Home faz de legal pra que ele pudesse saber como vender as peças que tinham chegado para ele na loja.

      Eu no momento não pensei em muita coisa útil pra dizer pra ele. Mas essa inclusão que um assistente pessoal pode gerar é muito legal.
      Mesmo com todas as situações incômodas que vemos diariamente sobre privacidade e tudo mais, ver um familiar, que se via dependente de alguém pra quase qualquer atividade simples, poder se sentir humano e capaz novamente não tem preço.

      Obrigado por compartilhar!

  11. como é a vida de vocês em relação a bateria dos produtos? digo a frequencia de colocar pra carregar.

    eu tinha um pamu scroll (fone de ouvido) e colocava pra carregar toda manhã que chegava no trabalho, agora comprei um pamu slide e a bateria é muito boa, e coloco pra carregar a cada duas semanas, ele chegou na primeira semana de outubro e hoje é a segunda vez que coloco pra carregar;

    tenho um amazfit pace (relógio) e coloco toda segunda e sexta, queria que tivesse uma bateria melhor, para colocar no máximo uma vez na semana pra carregar, vi uns modelos que aguentam o uso que espero, mas não vou gastar uma grana nisso;

    e tenho tb um redmi note 7, estou com uma ROM customizada e sinto que a bateria não dura tanto, por isso vou voltar pra miui, que pelo visto aguenta umas 10h de tela, o suficiente para carregar 1x por dia, o que hoje até consigo, mas fico com certo receio, agora só falta deixar a preguiça de lado pra trocar de ROM.

    1. Dependendo se esqueço ou não, levo ou um carregador portátil ou uma tomada/fonte.

      Tava muito peso na minha mochila.

    2. Recarrego quando estão acabando. No caso do celular, quando tenho um compromisso fora uma notificação me lembra com alguma antecedência e é sempre tempo suficiente para dar uma carga mínima. (Muita gente reclama que a Apple coloca um carregador “lento” na caixa, mas acho ele rapidinho, até.)

    3. Kindle: tenho desde 2015. Só boto pra carregar quando a bateria está baixa, ou quando compro/baixo algum livro pra ler. Dura um mês em standby.

      Smartphone: Zenfone 5. Vai pra tomada uma vez por dia. A duração de bateria é boa, mas são “só” 3300mAh. Quando jogo CoD mobile, a bateria corre mais rápido que o sonic. De qualquer forma me controlo pra não ter sessões longas de jogatina. Então, 1x/24h e quando a bateria tiver com 25% ou menos.

      Basicamente é isso. Inclusive tento não usar demais o celular, pra bateria não se desgastar tão rápido como foi com meu último aparelho.

    4. Por curiosidade, por que você trocou a ROM? Usei a MIUI durante um período curto de tempo há mais de três anos e não sei como ela está hoje. Antes da MIUI já usei a TouchWiz e ela melhorou muito com o passar do tempo (OneUI)

  12. aconteceu algo meio bizarro, mas já não tão estranho (talvez nem um pouco estranho pra vcs) de eu ter q falar com uma pessoa, q conheci pessoalmente, mandar mensagem, aguardar, dar uma espiada na rede social dela (linkedin) e tudo parecer normal, para, depois, descobrir q a pessoa morreu há algum tempo. era um fornecedor, ele tinha uma empresa de digitalização de áudio, e teve um infarto. não era um cara velho, acho q tinha mais de 50… e estava tudo lá: a foto no whatsapp, o currículo… isso já acontecia antes, claro, com os telefones ou cartas, mas agora é mais estranho, pq as redes e o mensageiros fazem a gente sempre parecer… vivos.

    1. o mais estranho é quando é o dia de aniversário da pessoa e as pessoas vão felicitar, inclusive dando “muitos anos de vida”

    2. Algumas redes, como o Facebook, têm protocolos para lidarem com essa situação. É algo que não nos preocupa (raramente passou pela minha cabeça), mas que talvez deveríamos pensar melhor? E não só nas redes públicas, mas com nossos dados pessoais também. Fico imaginando, por exemplo, o tanto de fotos — minhas e de outras pessoas que fotografei — que hoje se perderiam por completo caso eu morresse pois estão trancadas atrás de uma senha que ninguém mais sabe.

      1. tento deixar anotado em papel de forma q as pessoas da família entendam justamente pra poderem ter acesso, mas não sei (e nem saberei) se dará certo. mas deixar anotado pode ser complicado… a depender do q cada um faz da vida. recomendo a leitura do ‘O tribunal da quinta-feira’, do michel laub. é uma ótima ficção sobre isso… deixar senhas anotadas por aí e as consequências de qdo elas são encontradas por outras pessoas.

  13. Sobre o comentário do Capitão Caverna, reforço a conclusão dele. Acompanhar política via redes sociais é andar em um campo coalhado de minas de ódio e indignação.

    Ultimamente, tenho valorizado muito uma característica meio esquecida da notícia jornalística: a linguagem neutra*, que passa a informação sem emoção. Isso não faz com que os eventos relatados indignem menos, mas não me deixa tão agitado quanto ler a mesma notícia acompanhada de uma tirada irônica ou de um chamamento às armas — o que não é exatamente errado, mas calma; acho que é melhor informar-se antes de indignar-se a tal ponto.

    * Neutra é diferente de imparcial. Dá para ser tremendamente parcial com uma linguagem neutra.

    1. Sinto que isso tem a haver com o comentário que joguei no Mastodon sobre política (se não for, tudo bem que é minha mente se culpando por isso também).

      Fico me perguntando se eu teria condições de justamente chegar em uma “Linguagem neutra”, mas de alguma forma qualquer viés vai prejudicar minha fala. É um exercício difícil, que eu preciso fazer.

      Qualquer assunto que lide com pontos polarizados – política, esportes, religião – vai sempre chegar no ponto de alguém falar “mas você não concorda comigo”, gerando impasse e até sentimentos negativos. Aconteceu comigo agora a pouco e fiz a besteira de bloquear (E em seguida desbloquear e ser bloqueado pela outra pessoa). Compreensível. Mais uma pessoa vai pensar mal de mim. E bem, fazer o quê?

      As vezes por mais que tenha todas as regras de “não vá entrar em discussão quando tiver emoção envolto”, sempre acabo indo lá e fazendo.

    2. Comparo a uma piscina ácida, onde os radicais prevalecem e a irritação de quem deseja a discussão democrática, como deve ser, cresce dentro da mente.

  14. Google focando em virar “banco” em 2020 começa com conta correntes em parceria com banco Citi. Tudo que os grandes bancos aqui do Brasil temiam Facebook, Amazon, Apple e Google essas grandes sim tiraram o sono dos banqueiros e não esses peixes pequenos Nubank, Inter…

    1. Eu aposto em 3 anos pra esse banco do Google ir pro cemitério e dar dor de cabeça pro FGC.

      1. São muitas as questões, quando esses grandes irão tentar entrar no nosso conturbado sistema bancário, será que logo depois de lançarem os seus serviços, o BC vai fazer corpo mole ou endurecer a entrada deles por aqui, novas ferramentas do Google é difícil prever o tempo de vida, mas e as outras grandes empresas?

      2. Concordo, mas só depois de pegar dados de milhões de pessoas pra processar e entender do jeito que bem quiserem, já que pouca gente vai ler os termos e condições de uso pra saber como isso funciona.

        Posso estar errado, claro rs.

    2. Não acredito que o Google há entrar de cabeça no mundo dos bancos, até mesmo esse Stadia tenho minhas dúvidas porque só tem 1 exclusivo no lançamento e parece que os próximos lançamentos do Stadia terão cerca de 3 meses de atraso em relação aos concorrentes Xbox e Playstation, além de custar o mesmo preço.

    1. É cache. O Safari parece mais “apegado” ao cache que outros navegadores. Tenta entrar no modo privado e veja se o bloco renderiza corretamente, por favor.

    2. Mesma coisa aqui, só que no Chrome. Apesar que testei no mesmo Chrome, só que com outro usuário, e tá normal.

  15. Semana de limpeza por aqui.
    Fiz uma revisão nos perfis que sigo no Twitter e removi os que não me interessam mais.
    O mesmo eu já vinha fazendo com os podcasts O boom do podcast me fez seguir vários que não tenho interesse de ouvir.
    Reorganizei minhas playlists do spotify.
    Revisei também as fontes que sigo no feedly e no YouTube.
    Fiz uma limpa na playlist Assistir mais tarde do YouTube.

    1. Sempre bom fazer umas limpezas periódicas. Aqui, costumo fazer anualmente, no fim do ano aproveitando o lance de “renovação” etc.

      No Twitter, porém, tive que antecipar. Não foi bem uma limpa, porém: criei uma lista com 20% dos perfis que seguia (tirei tudo que envolva política e polêmicas vazias, deixei só quem conheço pessoalmente e gente mais próxima, e perfis com tweets “leves”).

      1. Eu faço esse tipo de limpa no Twitter/Instagram às vésperas de alguma viagem, ou quando me aproximo de uma semana de trabalho intenso. Tento não passar de 120 seguidos no twitter (hoje estou em 123), mas mantenho algumas listas temáticas à mão.

      2. Tbm fiz isso com relação a política.
        Fiquei impressionado em como o meu humor melhorou.
        Aquilo me contaminava (na verdade, eu me deixava contaminar) e eu nem me dava conta.

    2. Eu parei com essas limpezas pois comecei a achar uma certa perda de tempo. Apenas ignoro as coisas que continuava ignorando e acho que pra mim ter funcionado melhor.

      1. Dois. Limpei muito na época pós-eleição e funcionou bem.

        No twitter, o que me falta é política para limpeza de twitts, mas sei lá. Acho que manter e assumir que falei mer** no passado é bem mais prático e cômodo.

        E meu feed aparentemente tá bem razoável. Sigo gente que escreve bem (Ao meu ver) e não gera conflitos. Então tá tudo ok.

    3. sempre faço isso, até ontem estava seguindo 30 podcasts, agora estou com 21, queria deixar com 20, mas não consegui, rs. também dei uma mexida no meu evernote, apaguei várias coisas inúteis, quero ficar ao ponto de não precisar usá-lo.

      ahh, apaguei alguns apps pouco e não utilizados no celular, gosto de ficar somente com o essencial.

  16. Sobre a mudança do post livre, o que penso em fazer é transformá-lo em um fórum de discussão dentro do blog. Sei que existe o Reddit, grupos no Facebook e outros espaços para debates em redes sociais, mas ter um fórum próprio faz jus à “missão” do Manual de não entregar tudo às grandes plataformas. Seria um sistema simples, bem moderado e com cadastro manual. Minha principal inspiração é o Hacker News.

    E aí, o que acham?

    1. Super válido. Queria perguntar também algo bem bobo: como fazer login aqui, já que fico sempre repetindo meu email e usuário a cada comentário. É pelo wordpress?

      1. Cadastros não são liberados no momento.

        Caso a ideia do fórum vingue, esse problema seria resolvido indiretamente — o mesmo login para participar do fórum valeria para comentar sem ter que digitar nome e e-mail toda vez.

    2. Tudo que eu queria era só parar de viciar em tentar comentar algo…

      1. Gosto de comentar, mas sou um zero à esquerda em vários temas, então só fico lendo e observando. Prefiro não falar nada, às vezes acabo aprendendo novas coisas só de conhecer outros pontos de vista diferentes dos meus.

        1. Eu também sou mais observador, pelo receio de acrescentar nada à conversa ou de me equivocar nas palavras.

    3. Acho uma boa ideia, esse formato hoje eu particularmente não gosto, eu acho confuso de acompanhar o timeline das respostas e mudanças de tópicos, o formato anterior achava mais fácil de acompanhar.

      1. o mais chato é que tem limite para respostas, aí vc tem que criar um novo “fio” pra responder alguem

    4. Eu gosto da ideia de um fórum. Realmente depois de um número de mensagens fica muito difícil acompanhar por aqui.

      Você pensa em manter a mesma dinâmica do post livre nesse fórum? Ex. Um novo posts toda a semana para ser discutido?

      Digo pois atualmente o post livre só funciona de quinta a domingo.

      1. Não. O fórum ficaria aberto sempre e cada discussão seria um tópico, ou seja, bem mais organizado que o post livre. O único risco é a galera esquecer que ele existe e o negócio perecer por falta de atividade, haha. Para prevenir isso, penso em usar a newsletter e os perfis em redes sociais para destacar as melhores discussões.

        1. seria legal vc fazer como já faz nas newsletter, mas também fazer no “novo post livre”, na quinta/sexta criar um post falando os assuntos do momento e convidar o pessoal pra postar novas coisas.

    5. Eu aprovo, principalmente se habilitar a pesquisa dentro dos tópicos :)

    6. Me corrija se eu estiver errado, Ghedin, mas o PL já foi um fórum por meio de um canal no Disqus um tempo atrás, não? (Acho que é por isso que faltam os 3 posts também)

      Eu sinceramente não acho legal o fórum porque o Post Livre como um, hã… post, simplesmente funciona bem. Tem visibilidade porque fica direto na home do blog e é simples de acessar. É basicamente o “pegue uma cadeira e entre na conversa” virtual. Não vejo motivo pra isolar o PL e “restringir” o espaço pra participar dos debates como aconteceu lá no canal.

      Imagino que seria mais fácil pra você organizar e moderar os assuntos na estrutura de fórum, mas é uma ideia onde, na minha opinião, os contras pesam mais que os prós.

      1. Sim, entre abril e outubro de 2016 ele foi uma espécie de fórum no Disqus. (Os números ausentes são de outubro/novembro de 2018, então não têm relação com isso.)

        Na real, acho que um fórum daria mais trabalho, pois seria contínuo e exigiria mais supervisão para manter as coisas organizadas. Esse é um ponto negativo. Outro é o que você citou: não acho que liberar cadastro sem qualquer supervisão seja viável, porque além do risco de spam, seria um convite a trolls e outros tipos que poderiam se cadastrar só para tumultuar. A minha ideia é fazer um processo manual, ou seja, retardar deliberadamente a entrada de novos participantes.

        A gente corre o risco de perder participações espontâneas sim, de gente que abre o post, vê um assunto interessante e comenta sem qualquer compromisso. Por outro lado, o que eu vejo é que a maior parte dos comentários sempre é feita pelas mesmas pessoas. Somos um grupo pequeno, apesar dos números grandes. O objetivo do fórum não é fazer um “upgrade” para que o post livre cresça; é para tornar o post livre mais funcional para quem já participa dele aqui, no blog.

        1. Cá entre nós, acho que este mecanismo é mais justo. Não te incomoda tanto (imagino), dado justamente o ciclo pequeno e fechado de participantes aqui .

          Um fórum é bom quando é mais aberto, mas por experiência, digo também que é muito mais fácil entrar em conflitos em locais assim (saí de dois ou três depois de desavenças internas)

    7. gostei! Acho que algumas discussões vão ficar bem mais organizadas

      mas vejo que várias vezes no post livre há uma liberdade pra comentários mais aleatórios e tal… Se for necessário criar um post específico para esses comentários, talvez eles diminuam (?)

      não sei se deu pra entender

      1. Sim, entendi. E é algo importante a ser decidido, caso a ideia vá para frente. No Hacker News, por exemplo, discussões paralelas (“off-topics”) são desencorajadas. O aspecto positivo é que, aparentemente, há menos atritos entre os membros. Por outro lado, isso reduz assuntos que não têm a ver diretamente com os do blog, mas que não deixam de ser interessantes — falar sobre cafés, por exemplo, como ocorreu há duas ou três semanas.

        Uma saída simples é criar uma sala para assuntos aleatórios (sala “post livre”?). Alguma outra ideia?

    8. Mas essa mudança poderia restringir o acesso à conversa ao tirar a característica de “É só chegar e por o assunto na mesa”, como já exposto anteriormente? Apesar da melhor organização das mensagens, pois a plataforma continuará sendo a mais simples possível.

      1. Sim, tiraria, mas é como respondi ao Pierre ali em cima: a maioria dos comentários nos posts livres é sempre das mesmas pessoas. É muito raro algum nome novo aparecer nas discussões. A migração para um sistema de fórum seria para facilitar a vida de quem participa regularmente do post livre, não para atrair novos participantes (embora sempre bem-vindos) ou fazer a coisa crescer.

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