Post livre #170

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37 comentários

  1. Pessoal, vcs confiariam em comprar notebook da Lenovo depois daqueles casos de malware pré instalados que ocorreram há um tempo atrás? Estou de olho em alguns mas estou com o pé atrás por causa disso.

    1. Sem problemas. A regra na verdade vale para qualquer computador: formate assim que tirar da caixa e instale apenas o que for útil a ti.

  2. apareceu aí embaixo uma promoção de smartphone da multilaser

    eu ADORARIA ver uma resenha disso daí

    na FOTO OFICIAL do produto já dá pra ver os pixels da tela!

    1. Sei a qualidade de um celular por dois fatores: número de celulares sendo revendidos e seu valor de revenda no mercado.

      Pelo que vi em um ou outro review, tem alguns celulares OEM/Multilaser que não são tão ruins, mas que o preço de etiqueta é alto para o que oferece.

      Já pensei em pegar um Multilaser, Alcatel ou BLU, mas os que eu vira na faixa de preço que almejo usado são de 512MB de RAM. Pra mim não vira.

      1. Salvo engano é Oppo, Vivo e outros. Lembra dos antigos telefones chineses?

  3. Após uns longos 8 anos, meu fone de ouvido do PC teve falência de um dos lados :(

    Foi um Phlips muito bom, ainda mais pelo que custou. Agora procuro fones novos. Vocês sugerem algum?

      1. Haha na real ele tá todo ferrado e imundo
        eu teria vergonha de pedir para alguém arrumar pra mim

        1. Se morasse perto, tentaria arrumar para ti.

          E não é tão difícil. Só é chato para quem não gosta de fazer.

    1. Eu tenho um Arcano SHP30, que considero um ótimo custo x benefício. Em qualidade de áudio é o melhor fone que já tive ou já experimentei, sem graves exagerados e etc. Ele também é confortável, passo o dia todo trabalhando com ele sem nenhum problema.

    2. eu procuraria um com som mais neutro, talvez semi-aberto se não for problema pra vc.
      tem um canal com boas dicas (com várias faixas de preço), daí vc pode escolher um (ou até mais de um por conta do preço de alguns q são bons).

      https://www.youtube.com/channel/UC7fN3sq7h2BDFtBrzXWo4Zg

      pra edição eu uso um audio technica ATH-M40x. preferiria um outro, o Sennheiser HD 600, mas o preço é muito alto.

      pra ouvir música e podcast com alguma paz, pq tem redutor de ruíudo, estou usando um da xiaomi.

      agora estou de olho nesse aqui: KZ AS10. ele não é caro, mas como é importado, vou esperar o bozo ou sair ou ser abduzido por ets pro dólar ficar num valor razoável.

  4. Até ontem eu tinha adiantado todo o meu serviço pra não ter nada pra hoje….
    11:30 meu chefe chega pedindo mais coisa… PQP!
    Vamos lá que falta pouco pro feriado…. Hahaha

  5. Lendo a newsletter e o resultado da pesquisa sobre o leitor do Manual, proponho um desafio para o Ghedin e nós podemos ajudar: atrair o público feminino e demais gêneros para o Manual do Usuário.

    Ideias: um episódio do podcast do MdU só com mulheres e outros gêneros, o que elas fazem (ou não) em relação a privacidade ou não se preocupam com isso como nós, matérias sobre racismos e preconceitos nas redes sociais. Já teve algum “na mochila” com mulheres?

      1. Já tivemos 11 mochilas de mulheres (acabei de contar). Considerando que já foram publicadas cerca de 70, elas representam ~16% do total.

    1. Não acho que promover a presença de mulheres de maneira tão pontual seja a solução. Tenho o receio de que uma iniciativa assim acabe tendo um efeito rebote e acentue o problema. Se fizermos um podcast só com mulheres, por exemplo, isso não poderia ser encarado como algo “anormal” tendo em vista que todos os demais têm mais homens?

      Tenho comigo que o caminho (e o grande desafio) é normalizar a presença de outros gêneros aqui de maneiras mais sutis. O que eu já faço: priorizo fontes femininas e comissiono/traduzo matérias de mulheres. São demandas comuns e que costumam ser atendidas majoritariamente por homens. Mas, de fato, como mostrou o resultado da pesquisa, precisamos de mais ações nesse sentido.

      1. Só citei algumas ideias, o pessoal aqui pode sugerir outras para promover a inclusão de todos e não encare como algo pontual, o que disse é no sentido de ser algo gradual e constante.

        1. É bem difícil porque o mercado de TI como um todo é altamente tóxico. Você ser qualquer “coisa” que não um homem branco, hetero e de classe média é bem complicado.

          Você ser pobre e ter um telefone barato e um notebook positivo já faz ter olhares estranhos pra cima de você. Multiplique isso por 1000000 para mulheres e ainda coloque o assédio sexual na conta. Elas tem uma série de espaços seguros onde elas discutem e que nem imaginamos.

          O MdU pode ser um ambiente desses, mas leva tempo.

      2. Bom, acho que podemos concordar que funcionando não está a estratégia. Por outro lado, eu também não sei o que sugerir de padrão além dessa estratégia padrão de incentivar com ações exclusivas para mulheres (muito comum em TI) e maior destaque para mulheres como o caso recente da Katie Bouman.

        Acho que essa “forçada” ajuda a lembrar do problema e atingir mais pessoas também, mesmo que torne a coisa menos natural. E, na real, talvez os resultados desse movimento seja coisa lá para a próxima geração…

        Mas é algo que faz pensar, quais ações de aumentar presença feminina realmente funcionam?

        1. Essa é a questão :)

          Recuperei a última pesquisa demográfica que fiz aqui, em 2016, para ver se houve evolução nesse departamento. Em 2016, o público masculino respondia por 91%, ou seja, houve um tímido progresso (nesta última, foi de 88%).

    2. Eu já tinha feito este comentário uma vez, e as respostas me fizeram refletir.

      Como o Pilotti já falou aí, o ambiente tech em si é tóxico demais, e as mulheres se fecham em grupos entre si, dado que quando transita em locais com homens demais, temem nossas atitudes (e não sem razão dado o histórico).

      Outro ponto é que, nisso acho que a gente tem que pensar um pouco mais, o tom e o tema diferem-se um pouco.

      De fato, o MdU teria boas adições nos comentários dado que é um site de tech mas com pegada mais social, psicológica, filosófica. Tem um tom bem neutro na questão de lidar com a parte social da tecnologia (neutro no sentido de evitar um conflito direto, não que o MdU não tenha posições). Falam aqui de tecnologias com E junto de pessoas. Algo que não duvido que seria um assunto que as mulheres se dão bem melhor que muitos de nós, homens.

      Um ponto extra, que acho que mereceria estudo, é pensar se realmente tentar forçar a barra só o fato de tentar falar sobre como lidamos com as mulheres e esperamos a participação, como o Gabriel põe como reflexão.

  6. Olha pro lado

    Olha para o outro

    Penso em algum assunto….

    .

    Em uma semana com tragédias como os 80 tiros e o colapso de notre dame, sei lá o que dizer

    1. Nenhuma tragédia como essa no RJ deveria ser banal e aceita pela população, a população precisa cobrar explicações e punição para evitar novas tragédias.

      Em relação a Catedral de Notre Dame, impressionante a quantidade de pessoas e empresas que se ofereceram a ajudar na reforma, gostaria que tivesse a mesma boa vontade e empenho em ajudar os nossos museus e monumentos históricos que estão largados pelo Brasil.

      1. Sinto zero apreço por qualquer grande templo europeu. Seja museu, seja igreja, seja o que for. Tudo erguido na base do sangue das nações que eles colonizaram, saquearam e destruíram.

        Que Notre Dame queime eternamente.

        1. O Museu Nacional foi a casa da família de uma nação europeia que colonizou, saqueou e destruiu o Brasil, segundo sua lógica.

          Na minha opinião, todo monumento histórico deve ser respeitado. Seja pelos momentos importantes que eles eternizaram ou pra servir de lembrete pra que não cometamos os mesmos erros de quem os construiu.

          1. Sim, e eu não tenho muito apreço pelo museu nacional do mesmo modo.
            Contudo, somos uma nação de explorados e não uma nação exploradora, ao contrário da França.

            Me irrita muito a tolerância que temos com o fato de que boa parte dos problemas mundiais advém do imperialismo europeu e do saque que eles fizeram no mundo.

      1. Na verdade dá, só que as pessoas não admitem:

        – O jornalismo pinga-sangue (Datena e cia.) é um dos motivos. Estamos realmente anestesiados com relatos de mortes diariamente.

        – A eleição do sal no rabo é outro motivo: isso demonstrou os ânimos nas grandes cidades, cansadas da criminalidade e das promessas vazias políticas. A falta de uma união maior da esquerda (ao invés de relativizarem e segregarem por si só) ajudou nisso, dado que sem articulação, uma cultura de paz é mais difícil de fazer e manter.

        – A preocupação com a vizinhança e o costume de ocorrências próximas é mais um dos motivos: imagino que no Rio de Janeiro da violência do tráfico e da milícia em alguns lugares, os 80 tiros do exército não é nada. Outros lugares no país (inclusive no nordeste) sofrem com gangues e violência policial.

        – Esta aqui é uma teoria: o medo de reagir contra o exército e com isso virar uma nova ditadura militar. Noto que as pessoas estão esperando na política a fruta apodrecer para cair do pé ao invés de tirar a fruta doente do pomar.

        As pessoas hoje tem medo de reagir. Se não medo, cansaço ou ranço. Muitas se viram como massa de manobra de políticos.

        Acreditam mais em um Caio Coppola ou Marco Villa do que em outro cientista político que seja mais de esquerda (a propósito, não se vê algum destes na grande mídia). E alguns cientistas/sociólogos de esquerda acabam mais piorando a situação do que ajudando (como a Sabrina Fernandes).

        Se as respostas da esquerda fossem mais voltadas a entender a população e menos a classificar como “luta de povo”, hoje talvez teríamos uma greve geral por causa dos 80 tiros.

        Quem é da política voltada “à esquerda”, se não ver o povo de um jeito mais aberto, só vai lamentar.

        1. A esquerda não é esse corpo homogêneo que as pessoas normalmente enxergam. Dentro da esquerda temos inúmeras denominações e correntes de pensamento. Você fala de uma bem específica, que o pessoal hoje chama de “cirandeira”, de modo jocoso, e que consiste na juventude branca e rica de RJ e outras capitais. Essa esquerda tem sérios problemas de identidade e de entendimento (e discernimento) da realidade que os cerca e, por isso mesmo, mantêm-se refém de pautas identitárias de grupos LGBTQ passeatas inócuas veganas e pela maconha.

          Nada contra nenhuma dessas pautas, me são caras também, o problema é que lutar por elas (tirando os direitos dos LGBTQ) é um privilégio que a maioria do povo brasileiro, ganhando menos de 1SM, não tem. E isso afasta as pessoas da esquerda e do voto nas alas progressistas.

          Tenho zero apreço pela militância do PSOL, contudo, os quadros do partido fazem trabalhos louváveis. O Freixo peitando a máfia dos transportes no RJ e a Mariele entrando nas milicias são a prova disso. Mas, ao mesmo tempo, eles fazem vista grossa à militância maluca deles que, algumas semanas atrás, atacou paulatinamente a Tabata Amaral porque essa é “esquerda liberal” (como se eles não fossem HÁ!) entrando numa guerra de “quem é mais esquerda”.

          Vai demorar ainda um tempo pro PSOL se colocar como alternativa viável, por exemplo, ao PT, mas com o tempo ele vai se organizar no jogo. Atualmente minha opção de esquerda vem sendo o trabalhismo do PDT, ainda que o Ciro Gomes não me seja 100% correto (do ponto de vista da esquerda).

          A Sabrina Fernandes tem ótimos vídeos introdutórios (inclusive, recomendo-os) sobre assuntos de esquerda e ótimos contra-argumentos às desonestidades da direita (como a história de socialista de iPhone), mas acompanhar ela no Twitter é como ver a esquerda branca, rica e bem nascida in loco e ouvir os berros de cada um dos sindicalistas mortos nos anos 20 no Brasil na luta pela CLT.

          1. Acho que já devo ter falado por aqui que fiquei um tempo em grêmio estudantil, mas com papel secundário.

            Boa parte dos mesmos que estiveram por lá, quando o político que eles tinham resguardo entrou, conseguiram uma renca de cargos e viraram aspones. Um ou outro “manteve sua própria ética” e não mudou muito seu jeito de agir, combatendo corrupções internas e até amigos que virariam a casaca.

            Quanto a Sabrina, é isso mesmo. É o que me dá agonia de acompanha-la, até via YouTube, o tom dela sinceramente não me agrada.

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