Post livre #161

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no sábado, na hora do almoço.

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109 comentários

  1. Utilidade pública: tem atualização do OpenWrt. Já tou fazendo o meu

    1. O OpenWrt peguei dica tando do MdU quanto dos comentários do Tecnoblog para conhecer. Desde que adotei, minha internet nunca mais foi a mesma.

      Dado que tive sorte do técnico da telefônica deixar um bom cabo aqui e eu trabalhar com o sistema modem + roteador, raramente tinha problemas de sinal de internet. No entanto são 7 pessoas na casa, e eu sempre escutava reclamações de lentidão.

      Instalei o OpenWrt acho que faz um ou dois anos. Desde então, não escuto mais reclamações de lentidão, e olha que a internet aqui é 4 Mbps. Não troco a mesma pois preciso juntar um dinheiro antes para o processo de troca (cancelamento da linha antiga + instalação e primeira parcela da conexão nova, em fibra óptica).

      Acho uma pena também só uma ou duas fabricantes (pelo que ouvi falar) usar a base do OpenWrt de forma oficial em seus equipamentos. Acho um sistema bem interessante e confiável.

  2. espero q o malafaia, enfim, tenha encontrado o q lhe foi sugerido procurar…

  3. Sempre vejo o pessoal comentar aqui suas metas de largar as redes sociais – ou usar menos, perder menos tempo, etc. Mas gostaria de saber: deixando de usar as redes, no que vocês tem aplicado seu tempo útil?
    Eu sinto que já ocupo tempo demais do meu dia com coisas cansativas (estudo e trabalho, principalmente). Não perco muito tempo nas redes, mas acredito que o pessoal que usava bastante e tem diminuído o uso tem aplicado o tempo em hobbies ou outras atividades mais leves. O que vocês costumam fazer com o tempo livre que agora está disponível?

    1. Você parte da premissa de que todo tempo acordado deve ser ocupado. Para mim, é um equivoco — e as redes sociais são uma das coisas que mais reforçam esse equívoco. Fazer nada é importante, mas nos últimos anos substituímos o fazer nada por “rolar o feed do Facebook/Instagram”.

      Somando a saída das redes do Facebook e o trabalho em home office, o que eu sinto que mudou foi que agora faço coisas que antes via como obrigações de um modo mais tranquilo, como cozinhar ou ver TV. Também tenho conseguido ler mais — já li quatro livros em 2019; em 2018 inteiro foram só seis.

      Mas o melhor é o alívio da pressão que a gente já toma como que natural no estar nessas redes. Os posts polêmicos e vazios que nos irritam, os posts que geram ansiedade pelo retorno em curtidas e comentários, o ter uma coisa a mais para gerenciar e se preocupar.

    2. Parem de romantizar o status de ocupado =D

      Eu preencho com TV, séries e jogos de vídeo-game (Path of Exile, principalmente).

      Livros desde que eu terminei a faculdade de Letras eu não leio muito. Fiquei com trauma de ler 1 livro por semana e quero, pelo menos, uns 5 anos de folga de leituras. mas leio muito artigo para preparar o meu mestrado e muito artigo de economia e política por conta dos grupos que eu participo e também pelo GT do Partido Pirata que eu ainda faço parte.

    3. Tenho evitado videogame desde que percebi que perdi quase 2 mil horas da minha vida no CSGO, ao meu ver, totalmente inúteis. Claro que não precisamos ficar todo o tempo sendo produtivos (o que seria até uma noção proletarizada da vida, de certo modo), mas tenho várias ressalvas com esse tipo de lazer que não traz nenhum retorno para além do prazer momentâneo. Nesse aspecto, acho os jogos até mais danosos que as redes sociais. Mas claro que cada um sabe seu ritmo de uso e suas prioridades, é que no meu caso acho que não vale a pena mesmo.

    4. Na verdade sempre procurei “ocupar tempo livre” indo para algum lugar diferente. Só que o custo dos transportes aumentou…

      1. eu queria ter esse espírito aventureiro, mas infelizmente não tenho…

        1. Não precisa exatamente ter “espirito aventureiro”. O divertido é justamente pegar um dia e andar “sem rumo” perto da onde mora mesmo.

          Sério, lembro-me de leituras sobre justamente a gente não dar valor aos locais que vivemos. Foi assim que comecei a pegar gosto para andar por aí.

          Por exemplo: perto de onde mora, talvez tenha algum lugar que você tenha algum mínimo interesse / curiosidade em conhecer. Vai lá.

          Já é algo.

          Eu curto pegar um dia e andar de ônibus para alguma cidade que não conheço, mas que ao mesmo tempo o custo da viagem seja justo. Se pesquisar e saber os caminhos, é possível por exemplo andar 100 km com 10, 20 reais, que seria os custos do transporte público.

          Onde moro até a capital do Estado são 30 km, e podemos dizer que sou agraciado por ter um trem aqui na região. Então por 4,5 x2 (8 reais, que dá ida e volta), posso visitar a capital.

          Obviamente sei que cada caso é um caso, e há cidades onde estes mesmos 30 km são feitos por 10 reais a viagem.

          É questão justamente de estudar rotas e ver o que melhor pode se adequar.

          1. Eu me mudei recentemente então todo o final de semana eu pego o meu cachorro e saio caminhando com ele pelo bairro mesmo. Descobri algumas praças e mercados nessas andanças que foram bem interessantes. Descobri também uma microcervejaria que vende cerveja por um preço bem justo (R$9 a garrafa).

            Sempre tem bastante coisa pra fazer nas redondezas onde a gente mora.

          2. Adoro sair vagando por aí, gostaria de fazer isso mais vezes, mas o que pega é a questão da insegurança. Tenho uma certa noia de sair desbravando territórios inexplorados e voltar pra casa sem nada.

          3. @Pedro
            Entendo isso aí. Não tenho a melhor ou perfeita tática do mundo para isso, mas sou da regra do “se não parece legal, nem tente chegar perto” ou “é estranho? Cinco metros de distância no mínimo”.

            Outra é ter dinheiro apenas para o que vai fazer, e guardar o mesmo em um lugar não óbvio para um criminoso. Se é para ir tirar foto, preste atenção se não há ninguém no arredor.

            Ladrão olha para quem o chama atenção ou “vacila”. Poucas vezes tive problemas assim, então não posso dizer como é a sensação e o risco. Mas sou da filosofia que “tudo pode acontecer a todo o momento”. Não “vacilando”, o resto é o resto.

    5. bom, da minha parte, estou me preparando pra NOVA ERA: entrei numa escola de tiro e tb estudo balística num curso online americano. meu sonho é ser um top shot. e faço tudo isso, pq no brasil da NOVA ERA todo o tempo livre tem e deve ser dedicação ao país. afinal, q relevância tem o q o brasil pode fazer por fazer? o q importa mesmo é o q VC pode fazer pelo brasil.

    6. Tenho conseguido ler mais do que antes. Vivia entretido nas redes sociais praticamente o dia todo, afetando minha produtividade e meu relacionamento familiar. Agora tenho mais tempo pros meus filhos e pros meus livros.

    7. Estou assistindo mais animes / séries, lendo livro, jogando, e o principal, deixando as matérias da faculdade em dia.

    1. Eu já imaginei uma mochila que dá choques no suposto ladrão, haha. Afinal, se és tão “antirroubo”, o que ela faz para evitar o roubo dela inteira?

      1. Ela possui um único zíper oculto que fica escondido na parte de trás da mochila.
        Assim, com ela nas costas, não há nenhum bolso, abertura visível. Além de ser a prova de corte e de água. Os diversos bolsos com zíper que vemos nas diversas mochilas ficam localizados pela parte interna dela.

        Penso que sentiria mais conforto em ficar com ela nas costas no transporte público ou andando na rua. No link que eu enviei, há um vídeo bem intuitivo explicando as características dela.

          1. São Paulo tem muito caso de furto – já tive uma mochila cortada (Até hoje não sei o que foi furtado… esqueci completamente).

            Então faz sentido ter uma mochila que tenha algum mínimo sistema de anti furto.

  4. Alguém aqui usa gerenciador de bookmarks?

    Constantemente fico de navegador e agora tenho favoritos diferentes em cada um deles, isso é muito chato. E os gerenciadores que eu conhecia antes não existem mais.

    1. O melhor que existe é o Pinboard. É o que o Delicious seria hoje se não tivesse caído nas mãos de gente incompetente. O único pecado dele é não ter apps oficiais. Os de terceiros são mais ou menos e a maioria acabou abandonada ao longo dos anos.

      Por isso, acabo usando o Pocket como ferramenta para bookmarks temporários, junto dos textos que quero ler em um futuro próximo. Para itens perene — referências e pequenas ferramentas de web design, por exemplo —, salvo nos favoritos do Safari.

      1. Havia esquecido do pinboard
        De fato ele parece ter tudo que eu procuro

      2. mas se a página original se perder, você fica sem o conteúdo? não perde para o pocket, nesse sentido? ou os favoritos do safari salvam conteúdo?

        alguém me indica um guarda chuva? aliás, esses de marca dá alguma diferença pra esses de camelô da China?

  5. Ghedin, e esse traço amarelo no texto “redes sociais” dentro do retângulo com gradiente? Acho que ficou deveras estranho!

    1. o que!??? não creio…
      pô, ghedin! traz de volta o menino gazeteiro!

  6. Postei no meu perfil do Twitter e vou trazer para cá.

    1) Sou “profissional” que procura atender clientes para achar um razoável custo benefício. Só que hoje vi que é algo meio difícil.

    2) Minha meta de preço era achar um PC NOVO na faixa de 800-900 reais. Consegui, com alguns percalços

    3) ESTÁ DIFÍCIL ACHAR COMPUTADORES NOVOS nesta faixa de preço. Dentro desta faixa de preço na verdade temos os computadores que são oriundos de lotes de leilão, que na verdade são bons computadores e muitas vezes melhores que PCs nesta faixa de preço.

    4) Comprei no final um Celeron (dos novos) de 2.0 Ghz com 4GB de RAM e 500 de HD (…). Acho que estou a ponto de me arrepender desta compra para o cliente e ter comprado um pc de leilão.

    5) PC montado novo e com configuração boa está na faixa de 1.500 reais. Abaixo disso é ruim de achar. E entre 500 a 1000 reais temos os de lote, geralmente i5 ou i3 de 2ª a 4ª geração, 2 Ghz ou mais, 2GB ou mais, muitas vezes Dell Optiplex ou HP.

    6) Lembro-me de que há uns 3 anos atrás ou um pouco mais, era mais fácil achar PCs montados novos por uns 500-600 reais. Celerons, Pentiuns e até i3.

    7) Noto que há um EXCESSO de computadores de lote na região, que afetou os preços. Não rebaixou o valor, estagnou.

    8) Não sei quando os preços vão melhorar, mas sinto que do jeito que está, meio que pode colapsar. Há muito equipamento usado no mercado, e eles estão meio que travando o giro para rebaixar o preço de mercado das gerações anteriores.

    9) Soma-se o fato que hoje as pessoas tem menos interesse em adquirir um computador. O celular e o notebook são os carros chefe hoje.

    10) “Na minha bolha”, noto que há um grande número de computadores usados para vender em Marketplace/OLX também. Pessoas querendo se desfazer do PC por 100/200 reais.

    11) Não sou economista, mas tenho medo de uma “bolha” com isso.

    1. Os PC’s de leilão são todos oriundos de institutos federais (Optiplex) e outras licitações. Trabalhei com isso na UFRGS entre 2012 e 2014. Alguns bancos compravam os mesmos lotes que eram vendidos pras universidades, mas são raros.

      Talvez a bolha que você esteja vendo é porque chegou a hora de mudar o parque de máquinas desses órgãos (muitos departamentos mandam os lotes inteiros depois de sair do inventário pra conseguir receita).

      Não sei a “MP do bem” ainda vale, mas, eu li tempos atrás que ela tinha vencido. Isso deve impactar aos poucos nos preços dos PC/laptops novos a ponto das pessoas voltarem ao mercado cinza como nos anos 90/00.

      Acho uma estupidez tamanha uma pessoa comprar um laptop pra usar em casa. Um computador com baixa capacidade de upgrade e HW usualmente mais limitado do que um desktop da mesma faixa. Problema é que a propaganda foi massiva para que todo mundo comprasse laptop (e isso é no mundo todo) a ponto de hoje o mercado desktop ser, basicamente, de gamers.

      1. Vejo muitos Diebolds, Itautecs e CCEs também, acho que isso corrobe com o que falou das origens. Para mim, sei que eram computadores de locação usados, ou computadores que vieram de ATMs bancários (já vi alguns por aí).

        Da questão do Laptop em casa, discordo em partes. Não discordo que um computador simples atende bem qualquer cidadão, mas entre 2014-2018, o mercado dos computadores de baixa capacidade foram se limitando também, e geralmente desktops vieram com configurações similares as de laptop.

        Laptops tem a vantagem da mobilidade. Não precisa desconectar e conectar muitos cabos e pode ser usado em qualquer canto da casa ou até fora. A propaganda foi óbvia e incentivou um consumo que realmente foi adequado a quem comprou: muitos compraram por causa desta mobilidade de ter um computador que pode ser usado em qualquer lugar (sim, all-in-one e SFF também ajudariam nisso, mas menos).

        Aí criou esse vácuo agora no mercado. PCs tipo desktop/torre de capacidade simples ficaram raros de achar. E Fortinite / CSGO e até Minecraft incentivam o mercado de PC gamer.

        Noto também que é uma espécie de preconceito: a ideia é de que PCs pequenos são fracos e PCs grandes são fortes.

        1. Adendo: há também um preconceito, dado que entre 2000-2010 muitas máquinas desktop tinham performance fraca aliada a somadas mudanças de tecnologia de internet. Uma pessoa que comprava um Positivo de 1000 reais ficava com trauma por causa da performance e dos vírus.

          2009 em diante, quando vieram os Core iX, os preços dos desktops começaram a disparar, e “Celeron” e “Pentium” viraram termos depreciados dado os traumas dos anos anteriores.

        2. Eu tenho pra mim que a maior parte das pessoas não precisa dessa mobilidade, não a ponto de justificar comprar um laptop muito mais limitado em termos de vida útil e poder de processamento/gráfico.

          Mas a maior parte das pessoas comprou a ideia de laptop como superior ao desktop comum.

          1. Não vejo a suposta “superioridade” dos laptops apenas atrelada à mobilidade. Também é mais prático para o usuário leigo: em vez de você comprar um desktop, precisar montá-lo (muita gente nem se atreve sequer a ler o manual), colocar em uma mesa (e somente usar lá) – e isso se a pessoa tiver uma mesa/escritório em casa (muita gente não tem), num laptop, você só precisa tirar da caixa, colocar no colo, ligar e começar a usar.

            Concordo que hoje em dia tem muito laptop barato, limitado em vida útil e processamento gráfico (que muitas vezes já é suficiente para o usuário comum), mas antes disso, já havia muito desktop barato e fraco também.

          2. Assistir a vídeos deitado na cama com o mesmo dispositivo em que você faz trabalhos escolares/acadêmicos, faz a declaração do imposto de renda e qualquer outra coisa que precise de um teclado físico. Acho que isso pesa muito. Pouca gente vê justificativa em comprar um tablet só para isso sendo que o notebook quebra o galho relativamente bem.

          3. @Ghedin e @Digo acho que são facilidades que foram vendidas como sendo um atrativo às pessoas mas que, no final, são coisas completamente secundárias e terciárias com u bom marketing. Pouca gente compra um laptop e usa ele por conta da mobilidade, a ideia era comprar um PC ´pra família (ou pessoal) e o laptop é o que foi empurrado pela loja.

            E esses laptops geram um lixo eletrônico absurdo, principalmente os modelos mais novos com placas soldadas e quase zero possibilidade de se fazer upgrade. Esses problemas já existiam com desktops mas, com os laptops, a coisa escalou absurdamente.

          4. Noto que as pessoas preferem a praticidade de um laptop perante a sisudade de um desktop e seus emaranhados de cabos.

            De fato, por anos tivermos equipamentos com péssimo poder de processamento, aliado ao fato que o usuário-médio-brasileiro-comum clica em tudo e não se preocupa em segurança, resultando em pc lento, vírus, fraudes, etc.

            Na verdade, pelo que noto, não é nem as lojas que empurraram, foi um movimento de busca mesmo. Hoje em um magazine qualquer, é um desktop e dois all in one concorrendo com N modelos de notebook e conversíveis.

            Outra alegria do umbc é que para ele, ao invés do transtorno de tirar cabo e levar o pc na loja, o laptop pode ir para a loja de boa, só tirando o cabo de energia.

    1. Outros conseguirão e liberarão ao público. Infelizmente, esse tipo de coisa nunca fica restrita, por mais perigosa que seja. Cabe à opinião pública, à imprensa e aos governos a criação de remédios capazes de neutralizar o mau uso dessas tecnologias.

  7. Quanto tempo em média vcs ficam no Facebook, estava com média semanal de 44 minutos e defini agora diário 15min ,para quem sabe daqui pouco 0 min !

    1. Eu não passo de 20 minutos no Facebook e no Instagram, ambos desinstalei os apps e acesso somente pelo navegador.

    2. fiquei 06h 35m na última semana, mas isso foi puxado tb pq costumo assistir jogo da champions terça e quarta, aí aumenta a média

      mas na última semana tenho diminuído o consumo, só entro pra responder as coisas que a namorada marca.

    3. Exatamente zero minuto desde que excluí minha conta lá :)

      (Mas tenho que me policiar melhor com o Twitter. Estou batendo 6 horas por semana só no celular e tablet, sem contar no computador que é onde passo a maior parte do dia.)

      1. aguardando o post sobre a exclusão do instagram e agora do facebook, rs

      2. Tinha uma conta no Twitter desde 2007. Desisti. O ambiente está péssimo. Aliás, em todo lugar, comentários são sempre ácidos, desprovidos de gentileza e de bom censo.

      3. TIve que limitar o uso do Twitter no desktop porque estava excessivo! Deixei meia hora diária só para dar aquela olhada ligeira na tl e ver as listas de notícias.
        No celular, venho me policiando com o ActionDash – nessa semana, já foram 3h e 50min, acho um abuso por minha parte.
        Facebook uso tão pouco que nem aparece no círculo – é uma média de 5 a 10 minutos diários. Instagram, 1h e pouco por semana.
        Logo de cara, percebi que usar menos o twitter me deixa mais leve ao longo do dia – sem aquela sensação de “empapuçamento textual”, causada pelo jorro de RTs de notícias ruins.

    4. 4 minutos de média. Alguns dias menos de 1 minuto.

      Normalmente eu apenas acesso via app no final do dia pra ver as notificações (elas não estão habilitadas, ou seja, meu telefone não apita por conta do Facebook) e responder alguém no messenger, eventualmente.

    5. Não estou mais usando Facebook, pois apaguei minha conta à 2 meses atrás. Falta de privacidade danada.

    6. por semana fico em média 10 minutos, mais para caçar barganha no marketplace, que é a única coisa útil do face para mim

    7. Eu suspendi meu Facebook outro dia, tem feito quase nenhuma falta, pretendo cancelar daqui alguns meses. O Instagram deixo deslogado, só uso quando vou de fato postar uma foto e olho uma vez por dia no computador mesmo, dá uns 20 minutos por semana.

    8. Bem pouco
      comecei a dar unfollow e dislike em tudo. O que fosse ainda atraente para mim, criaria um favorito para acompanhar como se fosse uma página comum…

      Acontece que desde que fiz isso, não visito mais. Só não suspendi pelos grupos.

  8. Estaca com um Raspberry Pi (do primeiro modelo ainda) encostado aqui em casa e resolvi dar um uso pra ele instalando o Pi-hole.

    Minha surpresa foi grande quando, depois de pouco mais de 48h, eu fui olhar o dashboard e quase 50% do tráfego é de propaganda.

    https://i.imgur.com/VQtrRgp.jpg

    Eu entendo que precisamos de dinheiro para manter sites, contudo, quando chegamos num ponto onde quase da metade da banda é usada pra esse fim nós temos um problema (e nem vou falar da quantidade absurda de rastreadores e outros penduricalhos que o Ghostery bloqueia).

    Como disse um amigo meu, a internet está morrendo.

      1. Não tem como “não ter saída” quando estamos próximos de gastar 50% da banda disponível em propaganda.

        Pense em você usando um plano limitado de telefone celular ou de banda larga fixa. Metade do seu consumo vai ser propaganda. Você vai pagar, literalmente, para ver propagandas (já pagamos, mas bem menos hoje).

          1. Essa com certeza foi a pior analogia que eu já vi na vida.

            Até onde eu sei, contudo, eu não tenho um limite de hora para ver TV. Uma vez assinado um pacote eu posso passar 24h consumindo o conteúdo. Se metade desse conteúdo é propaganda, ainda que seja um problema, eu não perto horas de acesso por conta disso.

            Em planos com franquia, entretanto, eu irei pagar a mensalidade e depois irei gastar meus dados de navegação vendo anúncios (ou mesmo bloqueando eles, afinal, as requisições são feitas de qualquer modo).

            De 100gb que eu tenha de franquia, gastei 44gb de banda requisitando anúncios [a conta não é essa, exatamente, mas a analogia é essa].

        1. @Pilloti, acho que faz um pouco de sentido a comparação do Diogo.

          Teoricamente, TV por assinatura não deveria ter propagandas e intervalos. Claro que os tem até por questões de costume cultural e manutenção (já que propagandas servem para a pessoa sair um pouco da frente da TV). Acho que esse é o ponto que ele quis levantar.

          Ver propagandas da Trivago e Babbel toda hora irrita, diga-se de passagem (isso quando o canal não reprisa a mesma propaganda N vezes ao dia).

          1. Isso, eu ia comentar (mas esse sistema de comentários não deixou) que a semelhança é exatamente esta: você está pagando por um serviço, mas está “pagando” também para “consumir” propagandas. Não importa se o limitador é a franquia, ou se é o tempo, ou se é a própria plataforma, a propaganda vem do mesmo jeito. E é algo que acontece desde que eu me entendo por gente em qualquer tipo de veículo de mídia (jornal, revista, TV a cabo, cinema, etc.)

          2. Vou responder o Diogo aqui (e de quebra você).

            A questão é que num mundo de franquia limitada você vai gastar metade disso pra ver propaganda. Você não terá mais acesso ilimitada à internet fixa nesse cenário e dentro dessa ideia (que vai passar na ANATEL, só dar tempo ao tempo) você vai gastar metade da sua banda limitada para ver propaganda.

            Uma TV pode ficar ligada o dia todo sem acréscimo de preço ou, ainda, sem penalidade ou corte de acesso depois de um certo tempo. Se a TV fosse cobrada por horas (por exemplo, 12h diárias de consumo) e eu gastasse metade disso para ver propagandas, então aí sim seria uma analogia decente.

            Do jeito que está é malabarismo mental pra agrupar coisas distintas em grupos semelhantes.

        2. Entendo sua lógica quanto as propagandas, Pilotti. O ponto é que para o usuário médio comum (e eu tenho um pouco disto), propaganda é propaganda. Não é comparando preço de frete com franquia de bagagem com preço de tempo de propaganda na tv do aeroporto, o UMC não tem isso.

          O cara não sabe que o Ask ou o próprio Google vivem com transações eletrônicas entre o pc e seus servidores gastando franquia de dados. E não são educados para isso. Por isso a comparação.

          Para você é um malabarismo mental pelo fato que você (E muitos de nós aqui ) sabermos como funciona a mecânica das redes. Para o UMC não.

    1. Esse gráfico prova que, hoje, usar bloqueador de conteúdo/anúncio não é mais só uma questão de não ver propaganda. Há outras justificativas, como a econômica e a da privacidade.

      Uso bloqueador em todos os meus dispositivos e quando me deparo com alguém acessando a web sem a diferença é tão gritante que parece algo distinto. (E não sei como as pessoas aguentam aquele caos.)

    2. Paulo, muito interessante teu projeto. Pensando em fazer algo igual, já que também tenho um Raspberry Pi parado aqui. Foi difícil? Abs

      1. Foi bem fácil.
        É só baixar uma imagem do Raspbian (eu baixei a lite, a menor possível, pra minimizar o uso de processador e o uso de memória e, de quebra, minimizar o consumo de energia) e instalar normalmente (no meu caso nem instalei, o Raspbian roda direto do SD).

        Depois é um comando apenas: sudo curl -sSL https://install.pi-hole.net | bash

        Eu deixei todas as opções padrão (admin web, DNS e listas) e está funcionando bem.

        O que demora mais é ter de colocar o DNS manualmente em todas as conexões. Aqui eu preciso fazer isso porque a NET não me deixa mexer diretamente no DNS do modem/roteador que eles instalaram, mas, se você tiver esse tipo de acesso só precisa modificar uma vez e pronto, a rede da casa inteira está com o pi-hole bloqueando ads.

    3. não tenho rasp para isso e tenho medo de pegar um sistema de bloqueio de ads via roteador e ter problemas de acesso em alguns sites

      1. Problemas de acesso a sites são raros. Alguns tem anti-bloqueadores de anúncios e exigem que você desative o sistema para liberarem o acesso, mas a maioria deles não bloqueia os “leitores de tela” (não sei se é esse o nome correto), como os modos leitura do Safari e Firefox e o aplicativo Pocket.

        1. Obrigado pela dica.

          Vou ser sincero: como assisto (ou assistia) sites de “fansub” de animação japonesa, estes tem muitos super-bloqueadores-de-adblock. Estes são difíceis de serem vencidos se não souber um aplicativo ou sistema bom de bloqueio.

          PS: não sei se soube da histórinha do site de distribuição de mídia que comprou domínios de piratas e reverteu o endereço para si mesmo.

          1. @Luiz Henrique. Sim, achei bem divertida a história e bola dentro da Crunchy. Mostra uma capacidade de fazer política, negociar com pirateiros, algo que acho mais interessante do que ficar mandando prender.

          2. Teoricamente o Pi-hole não é pego por esses sites uma vez que eles procuram pelas extensões no seu navegador. O Pi-hole funciona acima disso, interferindo na chamada do DNS pra propaganda.

            É propaganda? Não carregue. Tanto que muitas vezes o CSS fica com o espaço da propaganda em branco. A interferência no CSS que os bloqueados fazem (para melhorar a apresentação do site sem as DIVs de propaganda) é que ajuda esses sites a detectarem os bloqueadores de anúncio.

    4. Tenho um Pi em casa e já experimentei o Pi-hole um dia, e realmente é surpreendente a propaganda que ele bloqueia.

      Porém, uma coisa que me incomodou é que ele registra todos os sites acessados por todos os dispositivos da casa, conectados ao roteador. É basicamente como um histórico de um navegador, mas com o admin do Pi-hole podendo ver o de todos. Como somos 4 pessoas em casa, fiquei receoso por essa funcionalidade que meio que quebra a privacidade de cada um. É possível configurar ou desativar isto?

      1. Não sei e acho difícil que tenha algo assim porque a ideia é exatamente ele funcionar na sua rede local e dar poder para quem cuida dessa rede. Se isso é um problema acho que o indicado é manter-se nas extensões mesmo.

  9. não tem nenhum smartphone relativamente bom até 5″? só me vem a cabeça iphone e xpperia compact, mas todos são caros.

      1. realmente ele serve, mas até quando ele será atualizado? será que até 2021 vai? pelos meus cálculos seria até 2020.

        1. Dá para achar bons usados na faixa de 850 no Mercado Livre com 64 gb. Fiquei interessado em pegar um, mas como saio pouco de casa vou usando um Jelly Pro no dia a dia e quando vou sair coloco meu chip de volta no Oneplus 3 (é um excelente aparelho, com a Gcam as fotos melhoraram muito, mas é grande e estava afim de um aparelho mais compacto).

  10. Qual a melhor marca pra ssd? pois estou pesquisando e estão com preços bem próximos as marcas conhecidas.

    1. Recomendo Samsung. Tenho um 850 Evo faz quase 3 anos e a velocidade dele é impressionante. Updates de firmware relativamente frequentes, além de aguentar muito bem pra jogos. 90% do meu tempo no notebook é jogando e o SDD ainda nem chegou perto de pedir arrego.

    2. Eu compro sempre os da WD (aquele Green). Como já tem referência de qualidade deles em HDs tracionais, então não tenho muita dúvida para SSDs.

    3. Dizem que os samsung são os de melhor qualidade, mas cobram por isso. Eu já usei um Sandisk (hoje está no note da mulher) e atualmente uso um Western DIgital Green. O Sandisk deve ter uns 5 anos e está ótimo até agora. O WD tem 2 e também está ótimo.

  11. Viram que agora, na capa do site, os posts livres estão com uma formatação diferente, com um balãozinho ao lado? :)

    Outra mudança, já pedida: agora o formulário para comentar fica antes dos comentários.

        1. de fato era, ctrl f5 resolveu
          gostei do banner das newsletter com o garoto

    1. ficou bem legal.

      seria legal também colocar para comentar no final, não sei se ficaria mais pesado o site, mas dar as duas opções seria interessante.

        1. aproveitando:

          ainda não foi resolvido a resposta do comentário por email

    2. Aproveitando a oportunidade, uma reclamação sobre o form dos comentários: eu tinha escrito um comentário grande aqui, fui fazer outra coisa, voltei pra terminar, quando cliquei em “Enviar”, o site me deu um erro dizendo que eu estava comentando “rápido demais”, e quando voltei a página, não recuperou meu comentário. Ou seja, perdi tudo que escrevi. Tem como dar uma olhada nisso?

      1. Sinceramente, não sei se isso dá para resolver. O WordPress deve ter algum sistema que inibe comentários seguidos e que talvez tenha sido ativado incorretamente no seu caso.

        A dica é sempre dar um Ctrl+A, Ctrl+C antes de publicar o comentário. Se der algo errado, ele estará na área de transferência e poderá ser enviado novamente.

        1. Tudo bem… aproveitando, mais uma coisa: porque tem alguns comentários que aparece o botão “Responder” e outros não aparece?

          1. O sistema de comentários do WordPress só tem quatro níveis de resposta. Sempre que a conversa chega em quatro respostas ela fica travada por conta disso. Conte as linhas cinza nas conversas e verás que os comentários sem o botão para responder tem as 4 linhas =)

            Acho que foi o Ligeiro que falou isso umas duas semanas atrás.

          2. Sim, fui eu que falei e hoje descobri que o WordPress permite quantos níveis de resposta o responsável achar justo.

            E creio que o Ghedin fez bem em manter em 4, senão ficaria muita escadinha de respostas.

    3. O Guia Prático pode ser o logo do MdU, mas com um fone de ouvido.

      O do “Tecnocracia”, o logo, mas com um palanque (“Poder da Tecnologia”, dado que palanques tem relação com o poder).

      Os de reflexões pode ser o similar ao do Post Livre, mas como pensamento e não fala.

      1. Não sei se estenderei o recurso a outros posts. Quis diferenciar o post livre porque ele é diferente de todo o resto do conteúdo do site :)

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