Post livre #123


20/4/18 às 8h16

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120 comentários

  1. Vocês utilizam bicicleta diariamente? qual modelo utilizam? o quanto pedalam?

    Eu utilizei durante anos uma caloi montana e faz uns meses que comprei uma ozark himalaia. pedalo uns 8Km por dia de seg a sex.
    só uso a moto para ir ao trabalho se estiver chovendo muito mesmo.

    1. Tava usando uma caloi 500, ganhada, para pedalar todo dia pro restaurante que almoçava.
      Assim que receber alta do médico, quero ver se consigo pedalar ao menos 3x na semana

    2. Eu uso uma monark, barra circular, com umas 12 marchas. Sei que simples, bicicleta de tiozão, não da pra pedir muito dela, então uso pra atividades triviais e me deslocar pra perto de casa. Toda semana ando uns 12 Km com ela.
      Já tem um bom tempo que eu quero comprar uma bike pra me deslocar na cidade, em especial ir pra universidade, mas é um plano que eu tô postergando por conta da grana, e pela falta de conhecimento em tipos de bicicletas adequados pra o meu uso

  2. Aproveitando o post do MOP, aspirador de pó: vocês usam vertical com bateria? Recomendam algum modelo de aspirador?

  3. Ghedin, chegou o meu Mop. Gostei bastante da qualidade da limpeza. Mas ainda preciso ajustar meu estilo. Muitos anos usando rodo e pano de chão. :-)

    1. Sinto o mesmo! E achei meio trabalhoso a limpeza do refil. Gruda cabelo, é um transtorno tirar um a um. (Se não tira, na limpeza seguinte o mop faz o “favor” de espalhar os fios pelo chão.) Pelo menos vai na máquina, né?

      1. Ah, isso eu resolvi dando uma boa varrida (aspirador funciona também) prévia. Como tenho gatos e criança pequena, já fazia parte da rotina. Ainda não testei lavar o refil.

      2. você não acha melhor deixar o refil de molho (junto com algum produto) em um balde? nao tenho mop, nunca usei, é um chute… porque se você botar na máquina, há o inconveniente de ter que lavar a máquina [em tese]

        1. Sim! Deixo de molho, junto com os panos de chão e de tirar pó, em um balde com água e um pouquinho de água sanitária. Ajuda bastante a tirar a sujeira mais grossa, mas ainda coloco na máquina em seguida.

          1. Lavo na máquina em seguida. Não sei se essa leitura é correta, mas acho que a água sanitária dá uma ~amolecida na sujeira, aí a máquina termina o trabalho de limpeza.

          2. Ah, agora que entendi a confusão. Eu não perguntei se você lava o mop na máquina depois, perguntei se você lava a máquina depois de lavar o mop… lavar a própria máquina de lavar, quero dizer.

            Porque botar o mop na máquina é tipo botar panos de chão, não?
            eu já li que, em tese, se você lavar os panos de chão antes e tirar o excesso de sujeira… nao precisaria lavar a máquina depois.
            Mas não sei… quando acontece de ter que lavar panos de limpeza na máquina, eu lavo a máquina depois.

            é só colocar cloro/água sanitária, a água no nível máximo e deixar a máquina fazer o ciclo… acho. Em tese isso deveria ser feito uma vez por mês de qualquer forma

          3. Ahhh, então, não. Quando coloco o mop e panos de chão, aciono a pré-lavagem da máquina. Acho que isso é suficiente. No manual de instruções, a fabricante diz que só é preciso lavar a máquina esporadicamente, então não me preocupe muito com isso.

        1. lugar de homem é no bar com cerveja, amigos e flamengo… e a mulher com o mop limpando o vômito dos catarrentos e do cônjuge #pas

      1. O louco! rs
        Morei sozinho quase 10 anos. E nunca paguei diarista. Então faço de tudo em casa. Lavar roupa, cozinhar, arrumar cozinha, limpar a casa, limpar banheiro, instalar tomadas, chuveiro e o que mais precisar, e por aí vai…
        Detalhe que lavo minhas cuecas desde que tinha 9 anos.

        1. tá certo, é até possível que muitos homens conheçam mop e demais coisas

          o correto seria ”nao sabia que homens falavam sobre mop no post livre de um blog de tecnologia”
          [edit: se bem que o mop é meio que uma ~novidade tecnológica~ lol]

          ”lavar cuecas”, engraçado você ter mencionado isso. lol Muitos homens nao lavam as cuecas, e muitas pessoas não veem nada demais nisso mesmo… depende da geração

          1. Nah, acho que ninguém aqui defende que muitos homens conheçam mop/limpem a casa. As estatísticas não mentem — tipo esta, recente (“Mulheres com emprego trabalham mais em casa do que homens desempregados”): https://oglobo.globo.com/economia/mulheres-com-emprego-trabalham-mais-em-casa-do-que-homens-desempregados-22602818

            O que eu defendo, e acho que boa parte dos leitores também, é que homens deveriam participar (muito) mais desses processos historicamente “femininos”, como limpar a casa.

          2. sim, mas o simples ato de CONHECER engloba muita gente. Mas a maioria mesmo acho que não liga muito haha

            sim, tá certo. Acho que o âmago mesmo não é nem quem faz o quê – se uma mulher fizer 100% das tarefas pode ser ok. Depende do acordo. A insatisfação de muitas mulheres mais velhas não é nem só o fato do homem não contribuir (o que também pode ser bem ruim ou pode ser justificável) e sim o fato de não valorizar. Não pensar um segundo na pessoa que cozinhou a comida, botou na mesa, às vezes até botou no prato… PENSAR que alguém fez as coisas por você, se você não fez

            como eu disse em outro comentário, óbvio que é bom que homens façam as coisas e tudo… mas a *obrigação* ainda é da mulher.

          3. sim, mas o simples ato de CONHECER engloba muita gente. Então até vai… Mas a maioria mesmo acho que não liga muito haha

            sim, tá certo. Acho que o âmago mesmo não é nem quem faz o quê – se uma mulher fizer 100% das tarefas pode ser ok. Depende do acordo. A insatisfação de várias mulheres não vem só do fato do homem não contribuir (o que também pode ser bem ruim ou pode ser justificável) e sim o fato de não valorizar. Não pensar um segundo na pessoa que cozinhou a comida, botou na mesa, às vezes até botou no prato… PENSAR que alguém fez as coisas por você, se você não fez.

            como eu disse em outro comentário, claro que é bom que homens façam as coisas e tudo… embora a *obrigação* ainda seja da mulher no geral.
            Dependendo do arranjo familiar a obrigação ainda pode ser da mulher… independentemente de machismo. E acho isso ok. Ressaltei isso porque algumas pessoas parecem querer aplicar uma lógica de 50% a tudo (a divisão deve ser igual, 50% para cada etc). E não acho que seja por aí. Não vi isso aqui, mas já vi esse discurso outras vezes.

          4. Desde que eu fiquei desempregado/trabalhando em casa eu faço tudo, mesmo tendo voltado a morar com a minha mãe.

          5. Pior que eu gosto de limpar a casa e cuidar dos bichos e do pátio.

            Mas também acharia deveras injusto esperar que a minha mãe tivesse que fazer isso depois de trabalhar em duas escolas.

          6. hm, então, pois é.

            se fosse um outro homem no lugar da sua mãe, também acharia…
            é injusto quem fica mais em casa (porque trabalha menos ou porque não trabalha) exigir tanta participação de quem trabalha muito mais.

            se fosse um homem com 2 empregos cansativos, e a mulher mais em casa… em tese, a obrigação é da mulher mesmo. E não é porque é mulher, é porque é o mais viável e ”justo”.

          7. hm, então, pois é.

            é injusto quem fica mais em casa (porque trabalha menos ou porque não trabalha) exigir tanta participação de quem trabalha mais, ou de quem tem um trabalho mais cansativo

            se fosse um homem com 2 empregos cansativos, e a mulher ficando mais em casa… em tese, a obrigação é da mulher mesmo. E não é porque é mulher, é porque é o mais viável e ”justo”.

            seria ruim exigir desse homem (ou da sua mãe, ou de quem seja) tarefas domésticas só porque ”a pessoa precisa ajudar porque a casa também é dela”. A pessoa já está sobrecarregada com o trabalho… a divisão da casa não deve ser igual, na minha opinião.

      2. Reclamamos muito, pelo machismo, de fazarem material de limpeza doméstica com toda propaganda voltada pra mulheres. Como se penas mulheres devessem limpar a casa… fazer faxina etc

        1. sim, teve até uma propaganda da veja que repercutiu bem porque era um homem limpando (de uma forma masculina) hahaha

          antigamente nao faria sentido falar com homens mesmo, o público esmagador era outro. Hj as pessoas aceitam mais…

          só que acham que o homem limpar a casa/cozinhar é ”legal”, um ”bônus”… quando a coisa aperta, a mulher recebe uma maior cobrança, claro. O homem que é generoso por ”ajudar”, mas a mulher é titular da ação

    1. Sinceramente, acho ele bem superestimado. Teve temporadas ótimas, como aquela invicta, mas na média ele fez muito menos com o que tinha.

      Ele teve Alexis Sanchez por várias temporadas e nada fez com ele. Faz uns 15 anos que não ganha uma Premier League. E a última vez que esteve na Champions saiu tomando 10 no agregado.

      E ainda disse que o futebol brasileiro era acabado e obsoleto depois do 7×1. Pra mim, mais um arrogante que tem um time milionário nas mãos e não sabe o que fazer.

      1. A lente vc fez com ele ou na sua ótica local?

        Alguma dor de cabeça com o serviço deles? Melhor: como foi a exp de compra lá como um todo?

        1. Fiz tudo pelo site. E recomendei a um amigo que tbm fez tudo pelo site (a economia ultrapassou R$ 500,00 em ambos os casos).

          A compra foi tranquila nos dois casos.

          Meu amigo que comprou esse ano teve um problema na entrega, mas, era culpa da Secretaria de Fazenda que queria tributar por ser de SP.

          Acabou sendo resolvido e esse foi o único problema.

          Basicamente, indico que se vá a um ótica da sua cidade e veja o melhor modelo para você.

          Depois compre um no mesmo estilo fabricado pela própria loja.

          ps: Uma coisa que gostei muito foram as lentes “video filter”, que impedem o cansaço da visão para quem trabalha longas horas em frente ao computador.

  4. Agradando o vereador (entendedores entenderão ?):

    Finalmente consegui assistir o filme Ghost in the Shell (lol) e a verdade é que ele é medíocre mesmo. O anime tem uma história bem mais simples, e mesmo assim é muito mais profundo, realmente conseguido levantar questões importantes sobre a nossa era digital. Já o filme, que audiovisualmente falando é um primor, coloca mais elementos na história e a deixa mais complicada, e mesmo assim é raso, com um antagonista péssimo e um monte de fan service inútil. Fora essa escalação da Scarlett Johansson, que é linda e gostosa e tals, mas não era a atriz ideal pra esse papel. No mínimo, tinham que ter escalado a Rinko Kikushi. E o mesmo vale pra vários outros atores, num filme que se passa no Japão e, tirando o Takeshi Kitano, ninguém fala japonês… No fim, a bilheteria risível foi merecida, pois fizeram força pra estragar Ghost in the Shell, mas felizmente o prejuízo fica com o filme; o anime será para sempre uma obra prima cyberpunk.

    1. Queria ter visto no cinema pela pirotecnia de cores e tal. Cheguei a assistir um pedaço em casa, mas n me empolguei mto e desisti.

    2. Como eu disse no Telegram, eu não posso falar muito sobre isso porque eu não vi o filme e não pretendo ver. E isso faz parte de uma resolução de ver menos filmes de heróis e cultura pop esse ano.

      Mas trago aqui o que veio do grupo: esse filme não é feito para pessoas que assistiram o anime, é feito pensado para pessoas que querem ver coisas acontecendo o tempo todo. Que querem saltos na história, reviravoltas e qualquer coisa do tipo. O ritmo do cinema blockbuster precisa ser de entrega o tempo todo, sem isso nada funciona e o dinheiro não vem.

      Pegue o grande filão de sucesso atualmente: Marvel/MCU. O que se entrega ali é sempre uma fórmula pronta de alivio cômico + sustos. Sem isso o filme fica desinteressante pra essa nova onda de adultos infantilizados que temos hoje. Precisamos evoluir (e estávamos até que a “revolução dos nerds” se tornou o principal mercado consumidor) para um novo cinema (que já está sendo feito) que seja menos apegado a essas fórmulas de entretenimento infantil.

      Com isso se pode criticar não apenas o Ghost In The Shell mas toda essa cultura pop mercantilizada que vende porque mantém os seus consumidores na zona de conforto infantil deles. Spoilers, Game of Thrones, Walking Dead .. quase tudo hoje depende de sustos e revelações no roteiro/texto.

      Um tempo atrás eu escrevi sobre isso:

      “Muito se fala, atualmente, sobre a necessidade insana de não dar spoiller de determinado filme ou série sob pena de “estragar a experiência”. Tem alguns mais radicais que sequer assistem trailers para não ter nenhum tipo de dica visual sobre o que vamos ter nos filmes. Tem aqueles que sequer leem, depois de já ter visto o filme, as críticas porque querem manter uma experiência supostamente pura da peça de entretenimento.

      Isso tem uma nome: infantilização.

      Sobre os trailers, eles são exatamente para mostrar cenas tentas do filme. Sempre foi assim. O problema é que temos uma infantilização da audiência (e isso não é exatamente ruim, é apenas uma faceta de como nos relacionamos com o filme/entretenimento atualmente) que acabou travando uma evolução do cinema “grande”.

      Isso ocorreu com livros – contos principalmente – no início do século XX quando tivemos duas correntes de contar as histórias. Antigamente tínhamos o conto clássico, do Poe, onde o suspense ia crescendo até o final do conto, quando este finalmente chegava ao clímax narrativo com uma revelação ao leitor. É assim quase sempre em se tratando de Poe (Barril do Amontilado, por exemplo, tem seu clímax apenas nas últimas linhas do conto). Por outro lado, nessa época nasceu o que se convenciona chamar de “conto moderno” com o Hemingway de expoente mais conhecido, onde a jornada (como a coisa se desenrola) é muito importante do que o final. Normalmente esse tipo de narrativa tem mais de uma história ocorrendo e nunca chega nu clímax de fato (exemplo clássico disso é “Cat in the rain” e “Hills like white elephants”). Um exemplo cinematográfico que eu gosto de pensar que seria melhor usando essa segunda linha narrativa é o “Sinais”, onde só no final o “monstro” é mostrado de fato, naquela luta estranha, e, eu gosto de imaginar que seria muito melhor não ter luta mostrada e não mostrar o monstro, terminando apenas com a ideia de que houve o embate (sons, principalmente, fazem isso muito bem) e finalizando com a volta da fé do personagem do Mel Gibson. Problema disso é que veríamos muita gente reclamando do filme sem “sem ação” ou “não se resolver” ou ainda “ser preguiçoso” porque deixou tudo subentendido.

      Enfim, essa infantilização tem relação com o MCU e a constante entrega de alivio cômico e saltos na história (esses filmes tem revelações o tempo todo) e hoje, cada vez mais, na TV com séries como Game of Thrones onde o grande mote da série é saber o que vai surpreender a audiência (mortes, principalmente) e não necessariamente a trama daquele mundo (coisa que não se teve em Senhor dos Anéis, por exemplo) que seria o que mais importa e que age como motivador/catalisados dos acontecimentos mais surpreendentes da série.

      Acho que a tendência, passados esses filmes de heróis, seja o cinema retomar um pouco mais do foco na narrativa/jornada e um pouco menos nas grandes revelações dos enredos (se você pegar Star Wars clássico você tem uma revelação desse tipo no segundo filme o resto fala mais da jornada do Luke). Eu gosto de pensar que podemos abandonar o cinema-explosão como principal ramo da arte e partir pra algo mais elaborado (mantendo o cinema-explosão, ele é bom, adoro Velozes e Furiosos por exemplo) onde o “spoiller” não seja tão necessário para uma boa experiência.

      Outro ponto que devemos perceber ao nosso redor são as comidas. Cada vez mais vemos sobremesas mega-açucaradas e refeições com diversos sabores brigando entre si – hambúrgueres com generosas e absurdas quantidades de cheddar, por exemplo – que nos remetem diretamente ao paladar infantil, super excitado e incapaz de se deliciar com nuances. Crianças precisam disso porque faz parte da evolução para a vida adulta (experimentar tudo ao máximo) e vai ser útil na hora se formar o seu gosto definido com base nessas experiências mais extremas.

      O problema jamais será esse. Ou o spoiller. O problema é a infantilização de gostos e de consumo que nos impede de avançar com a arte. Que nos prende em fórmulas prontas que precisam excitar o tempo todo o consumidor, que precisam de uma dose massiva de inesperado (sustos, revelações, gostos e aromas) a todo o instante.

      Somos, com isso, uma geração cada vez mais infantil nos seus gostos. Cada vez mais incapaz de encarar a vida adulta – com desemprego, desilusões, spoillers e comidas sem sal por causa da pressão arterial. O Oreo em todas as refeições e o Game Of Thrones que entrega sempre uma cena de violência é apenas a consequência de uma geração incapaz de crescer.”

      REF: https://mtgr18977.wordpress.com/2018/04/05/infantilizacao-e-consumo/

      1. “O problema é a infantilização de gostos e de consumo que nos impede de avançar com a arte”

        Nah, pq avançar com a arte? Pq encarar a vida adulta sempre dessa mesma maneira? Pq assumir uma dicotomia vida adulta x infantil da sociedade de hj?

        Sei lá, n gosto desse pensamento

        1. Porque faz parte do amadurecimento pessoal de cada um. Senão vamos estar sempre comendo comidas mega-açucaradas, vendo filmes de animação/de heróis (com explosões, tiros e reviravoltas) e agindo como crianças frente a desafios da vida normal.

          Observe em volta e veja como é cada vez mais difícil manter qualquer conversa ou argumentação sem que um dos lados se comporte como uma criança. Isso pode parecer algo descolado, mas, no fundo é tudo parte do mesmo fenômeno.

    3. Filme muito, mas muito fraco mesmo.
      A caracterização pela Scarlett foi o menor dos problemas.

  5. *post nostálgico e aleatório para um ícone inesquecível chamado orkut*

    1. – comunidades
      tópico longo também, há muita coisa a ser dita. Uma das maiores perdas da internet brasileira ha-ha
      acho que todas as discussões existentes já aconteceram em algum lugar do orkut

      o orkut paginava tudo, podia entrar numa comunidade e ler as 1000 páginas de um tópico, era ótimo.

      e no início não havia o ”like”…
      acho que isso estimulava os comentários e uma interação maior [pelo menos na época, não necessariamente o mesmo aconteceria agora]

      se você criava um tópico, não havia logo de cara algum like… você tinha que esperar o feedback dos membros.

      mesmo que os primeiros fossem ”first”, ”#FATO”, haha.

      Para ter essa resposta dos usuários, alguém teria que dedicar um tempinho mesmo. As pessoas precisavam escrever, nem que fosse ”concordo, ótimo!”. No facebook o ”like” já é suficiente para expressar um apoio, por assim dizer… E mesmo assim é subjetivo, ”gostar” não significa concordar 100%… e os comentários lá se perdem facilmente

      1. Comunidades do orkut,o que era aquilo? Mesmo com as incríveis limitações, era maravilhoso.

    2. – os fakes
      incluo em ”fake” as pessoas que não usavam a foto própria (usavam um desenho ou coisa assim), embora não seja a mesma coisa, rs.

      1) muitas crianças e adolescentes brincavam de fake no orkut, foi uma febre numa época. Havia comunidades para fakes ”brincarem”, comunidade de doação de fotos… as pessoas pegavam fotos de pessoas reais mesmo, não artistas. Pessoas de bairro mesmo viravam fakes. Se não me engano havia comunidades só para a criação de fanfics/histórias também. Não fiz parte disso, mas achei curioso (olhando de longe).

      2) tirando as crianças, muitos adultos eram ”fakes”, obviamente
      e não sei se minha percepção está errada, mas havia um olhar diferente na época. Por um lado havia, sim, a desconfiança de qualquer um que viesse da internet. Mas havia também o espírito de ouvir quem quer que fosse, não importa o rosto, a cor, a nacionalidade, o gênero, a idade… fez um post bom? Ok, as pessoas iriam lá. Vão ouvir o que você tem a dizer. Isso não é exclusividade do orkut, acho que se estende a qualquer fórum mesmo.

      aliás, em algumas comunidades havia um grande respeito por figuras ”fakes” que eram membros ativos/moderadores. Era quase uma aura mítica em certos casos

      hj acordei muito romântica em relação ao orkut, desculpem :'(

    3. Eu não tenho saudade nenhuma.
      Ainda me pego pensando em como aquela porcaria era um problema de privacidade.

      1. acho que as redes sociais (as mais famosas ao menos) sao um problema de privacidade ainda, não? Falo brincando, mas não daria para usar o orkut hoje, teria que mudar muito. Mas era divertido… hoje seria anacrônico, mas foi bem divertido

        1. Era, sem dúvida, divertido. Nem imagino uma empresa usando como fazem com facebook.

    4. Outro lance que deve ter dado divórcios foi o famoso “não aceita, apaga depois de ler” que os distraídos de plantão aceitavam…

      1. verdade… o ”visitantes” era o início de uma aproximação, o depoimento permitia a descoberta do que já estava consumado (ou quase) HAHA

    5. O velho e famoso “PDO-Pérolas do Orkut”. Era muito engraçado.
      Eu adorava a colheita feliz

      1. colheita feliz!! hahaha fez sucesso mesm
        a ”caixa da verdade” do orkut era engraçada também [e bizarra]

  6. Dá pra montar um PC “bom” com 1500 reais ou é melhor comprar um notebook pelo mesmo valor? comecei a faculdade agora e queria um pra estudar, visto que meu notebook ficou ruim há 3 anos e desde então fiquei sem (uso o da empresa para algo específico, de resto o celular resolve), ou é melhor comprar um tablet que assim posso ver slides e pdfs mais facilmente? OBS: Meu curso é Ciências Contábeis, então não preciso de nada pesado, só não quero algo que trave.

    1. Eu fiz Letras e usei um iPad na metade do curso e um Chromebook na outra metade. A experiência era parecida, porem, era muito mais fácil/simples/rápido usar o Chromebook com teclado físico do que o iPad.

      Se puder e for possível monte um PC desktop e use o telefone pra atividades diárias da aula, acho que isso vai facilitar caso você precise de updates no meio da faculdade. Se não, o ideal é um laptop, o tablet é o último acessório que eu indico pra isso.

      Sobre se dá pra montar um desktop com R$1500, é possível sim, principalmente se tiver um gabinete sobrando/usado e um monitor sobrando/usados e, principalmente, não for precisar de uma GPU boa (nesse caso as onboard das MB atuais dão conta do recado).

    2. Quase sempre desktop é mais barato, mas o notebook te dá a versatilidade de estudar na biblioteca, nos laboratórios etc.

      Fica de olho no Gatry, Adrenaline For Sale, Hardmob Promoções, Promobit etc que sempre rola promo de notebooks.

        1. Eu iria de notebook.
          Fiz isso assim que entrei na faculdade e foi a melhor coisa que fiz.

    3. minha mulher está cursando tec. em contabilidade e estava precisando de um notebook. e a gente pagou R$1560,00 num ideapad 320 i3.
      tem 4GB de DDR4 e 1TB de HD. Vai suprir bem para uso básico durante uns anos.
      Ah, e tela FullHD

      1. Tenho um com configurações parecidas. Coloquei um ssd, virou outro notebook, nem tem comparação

  7. Seja criando posts malucos sobre os Correios (bradando quebra de um monopólio que sequer existe e ignorando o sucateamento que a estatal passa) cada vez mais e, ganhando imenso corpo e destaque pelos noticiários, o discurso falacioso de estado mínimo (rejeitado pelos países da OCDE) ganha as bocas dos brasileiros que se apegam ao discurso maniqueísta de “bem x mal” e “estado x empresa” dos grandes empresários brasileiros.

    Estes por sua vez criam candidatos-espantalhos como o João Amôedo (inclusive nesse caso criaram um partido espantalho, o NOVO) ou o João “Trabalhador” Dória e enfiam goela abaixo do povo imbecilidades como “brasileiro produz pouco” (sendo que a culpa dessa baixa produtividade parte muito mais dos empresários que querem sugar o trabalhador e não dão mínimas condições de trabalho e sequer atualizam o parque de máquinas) ou que as empresas privadas competem entre si (a maior parte se usa de acordos para ganhar/manter mercados).

    O Estado brasileiro tem problemas, tem corrupção e tem burocracia e tributação demais (essa, principalmente nos pobres, quem é rico adora o Brasil porque aqui se paga pouco imposto) mas a culpa disso advém muito mais das nossas elites bem alimentadas e eternamente em berço esplêndido, com ajuda do povo e do Estado, do que necessariamente de um germe instalado na população brasileira.

    Ainda vamos ver muita verborragia liberal/libertária desonesta esse ano e nos próximos, principalmente porque se viu que o brasileiro, num abandono das instituições e dos seus direitos, se agarrou a essa ideologia completamente ultrapassada na esperança de melhorar de vida.

    E eles são bons de marketing.

    Esse perfil (@startupdareal) e esse moment criado por ele sintetizam boa parte de tudo o que eu falei aqui e expandem um pouco.

    https://twitter.com/i/moments/987308973262102528

    1. Acho sua visão muito pequena em relação ao papel do Estado.

      É absurdo saber no mundo real que empresas como o Correios detém o monopólio e mesmo assim tem um sindicalismo fortíssimo, que consegue benefícios absurdos para um serviço que deveria ser intermitente.

      Entendo completamente que eles não queiram trabalhar tanto (vide que ano passado conseguiram mais uma regalia de não precisar trabalhar sábado de manhã) e nesse caso, deveriam acabar com o monopólio, pois, tantos benefícios dos Correios sobre outras empresas do setor só serve para encher o bolso de alguém (vide o rombo do Fundo de Previdência que já está na casa dos R$ 6 bilhões).

      Entrega de mercadorias é essencial para qualquer nação e precisa funcionar 24 horas por dias, 7 dias por semana.

      Quanto ao João Dória, é mais um mentiroso que enganou um monte de trouxa. O político veio com papo de “liberalismo” e inventou imposto até para a Netflix e Spotify.

      Enquanto essa cultura de que o Estado tem que ser o responsável por tudo continuar nos brasileiros, não tem avanço.

      1. Os Correios NÃO TEM monopólio, PELO AMOR DE DEUS! Eles tem monopólio de correspondência. Isso é, literalmente, a primeira coisa que eu falei.

        Pode discordar mas pelo menos saiba o que está falando. UPS, FEDEX e agora até a Azul vai entregar encomendas no Brasil. Essas empresas não aparecem como opção pra maioria das pessoas porque elas estão operando apenas num mar azul (capitais e mesmo assim, zonas nobres de capitais) e não querem entrar no interior do país. Esse tipo de integração só existe porque existe os Correios operando no prejuízo, sem pessoal (sem concurso desde 2009 e com 2 PDVs) e com maquinário sucateado, senão, esses rincões seriam sumariamente ignorados.

        ~~

        Você sabia que faz anos que o sistema de contribuição previdenciária dos servidores é diferenciado e eles não tem teto de contribuição? Que tem servidor público que desconta 14% de INSS (e até mais)? O rombo se dá por ilhas de regalias (judiciário e legislativo) dentro do setor público. Inclusive, antes que aquela matéria desonesta do G1 apareça mostrando a discrepância entre os salários apareça, quando tomamos apenas o executivo municipal os salários públicos tendem a ser menores (no máximo iguais) aos da iniciativa privada.

        O rombo da previdência, ainda que discutível, se dá por regalias a setores específicos. Os Correios não são uma delas.

        ~~

        Brasileiro fala de cultura do Estado mas adora o estado de bem estar social europeu. Brasileiro quer liberalismo pros pobres e social-democracia pros ricos. Esse é o problema do brasileiro e não achar o que o Estado deve cumprir o seu papel de regulador e de rede de sustentação social do país.

        O Estado não deve ser responsável por tudo mas deve ser responsável por regular o mercado, distribuir riqueza/renda e tributar devidamente os ricos, empresários e especuladores que oneram a economia do país. Não é por nada que todos os países desenvolvidos tem esse tipo de Estado. Não é por nada que até os EUA tem mais funcionários públicos per capita do que o Brasil (pra desespero de quem acredita nessa falácia de “Estado mínimo”) e não por nada que nenhum país se desenvolveu com liberalismo.

        1. eu acho um sarro quando o pessoal reclama do atraso do correio pra encomendas da China.
          Poxa, se acha tão ruim então escolhe uma das outras opções de empresas privadas!

          No mais, o Brasileiro médio adora comparar-se com o padrão dos USA.
          Não imaginam o quanto custa para fazer um parto ou apenas chamar uma Ambulância.
          O SUS também tem seus defeitos, mas é um dos melhores serviços entre os paises em desenvolvimento. E olha o tamanho dessa porra de país!

          1. O pessoal realmente não sabe o que está falando. E isso é culpa desses think tanks liberais que se proliferaram pelo país no últimos anos espalhando mentiras e notícias desonestas.

            O trabalho de contra-informação vai ser complicado, muito complicado.

          2. Aí aparecem uns Ancaps…., poxa, quando tu acha que os comunistas utópicos já eram chatos vêm esses caras ai…
            Aí eu fico imaginando…., até que ponto “sem Estado”?
            Até o ponto de não haver órgão para regulamentar quem pode ou não dirigir? E se todas as empresas de telefonia unificassem e decidissem cobrar o que bem quisessem?

            É só juntar o tico e o teco pra ver que não faz sentido nenhum.

            mas se você ousar contradize-los já vai ser taxado de comunista.
            (agora é moda associar qualquer coisa ruim com esquerda/comunismo. logo vão estar associando tambem a pedofilia, racismo, aids, bin laden, zika)

          3. Logo? Al-Quaeda já é comunista pra essa galera.

            E o pior, eles acreditam que “Esquerda = +Estado e Direita = -Estado”, só isso. Ignoram tudo o que tiver no meio.

            E eles saem com uns argumentos malucos, tirados do IMB, de que o mercado é auto regulado e usam a pseudociência da praxeologia do maluco do Mises pra justificar isso.

            Como diz um amigo meu: libertário não tem cérebro; liberais não tem, caráter.

          4. A opção pelos correios é mais em razão da tributação que do preço. Nas privadas os tributos devem ser recolhidos corretamente e antecipadamente.
            nos correios tem chances de nem pagar impostos

          5. Em compras internacionais que não sejam na Amazon o tributo é pago do mesmo jeito que nos Correios (feito pela malha fina/aleatória da receita).

            Até só vi a Amazon antecipar impostos. GearBest e outros fazem o mesmo de esquema de cobrar só o frete e deu (te vira depois).

        2. Quando você diz sem concurso desde 2009, vc diz no geral dos correios ou só para entregador?

          1. Eles abriram em 2011 mas pelo que eu me lembre só pra nível superior (sem carteiro e operador de transbordo). E pretende, novamente, abrir concurso com 2 mil vagas em 2018/2019, mas, novamente, sem nível médio.

            Entre esse tempo teve dois ou três PDVs para carteiros, principalmente (que, aliás, ganharam um aumento de 9% e hoje ganhando quase R$3k mensais) que onerou ainda mais aqueles que ficaram na carreira. Fora as perdas por aposentadorias e exonerações diversas.

            Me arrisco a dizer que, tirando o legislativo e o judiciário, nenhuma esfera ou empresa estatal tem o quadro completo ou sequer perto disso. Existe um ataque sistêmico aos setores estatais básicos (educação, saúde e segurança) mas também existe um sucateamento extremo em todas as estatais que escondem o intuito de vendê-las logo após (e normalmente abaixo do preço e com um cargo de consultor garantido aquele que a privatizar).

          2. O judiciário federal está bem servido, agora o estadual é uma tristeza.
            Sobre o concurso do correios, não podemos esquecer que lá está cheio de cargos comissionados, ou seja, muita gente que não trabalha

        3. Concordo com você em partes, como o privilégio exacerbado do judiciário e dos rincões, mas, isso não muda o fato de como o Correios é péssimo.

          As administrações do PSDB, PMDB e PT foram ruins, mas, não vejo os funcionários fazendo algo para mudar isso.

          Privatizar não vai resolver, enquanto o Brasil for um país de asfalto (esburacado).

          Entra esquerda e direita, enquanto o Brasil continua sem a infraestrutura minimamente decente.

          1. Mas isso são coisas que passam ao largo do tema central do meu post.

          2. Sabe quem — em qualquer país capitalista avançado do mundo —, por excelência, tem capacidade e interesse em investir em infraestrutura? Sim, ele mesmo, o Estado — e ele não faz isso por ser bonzinho, faz porque o desenvolvimento capitalista depende disso. Então não seja contraditório.

      2. 1. nenhum serviço deveria ser intermitente. Isto é direito do trabalhador.

        2. Não existe monopólio no setor realmente lucrativo (entrega de encomendas). No entanto, nenhum concorrente bate os correios em preço.

        3. Todo trabalhador deve lutar para trabalhar menos e receber mais. Os patrões já extraem mais-valia demais da gente. Não são “regalias”, são direitos — direitos inclusive que precisam ser negociados quando deveriam sequer ser objeto de discussão.

        4. Você insiste em um monopólio que não existe.

        5. Sobre o papel do Estado, pergunte à Apple o que ela acha do fato de todos os componentes do iPhone terem sido beneficiados por pesquisas básicas financiadas por dinheiro público.

        6. Já disse que o monopólio não existe? Se está tão insatisfeito, monte você uma concorrente. Já adianto que a Fedex não consegue bater os preços dos correios.

    2. Não tenho dados para embasar esse argumento, mas uma coisa que sempre me pergunto: o que esses empresários “referência” do Brasil fazem de tão incrível também?

      Não consigo enxergar nessa “elite “empresarial tanto potencial assim. Inclusive, até hoje não sei o que o Dória construiu na sua carreira de empresário tão lembrada em suas campanhas.

      Sendo de TI me cansa esse discurso preponderante na área de “empreendedorismo”, já que a maioria dos profissionais se contenta em ser mão de obra de luxo. Talvez seja assim em todos os países “não-EUA” e eu esteja sendo exageradamente crítico, mas sinto uma clara postura de mediocridade na área toda.

      As faculdades particulares dizem com orgulho serem focadas em mercado, ao ensinar a aplicação de tecnologias e frameworks de mercado, porque a expectativa aqui é ser um grande especialista em algum eco-sistema (.NET, Java, Big Data, Front, etc…).

      Tudo bem existir isso, esse é 99% do trabalho de TI do mundo e o ensino é mais ágil focando nisso, mas acredito que em um país como Brasil deveria ter mais empresas pensando em desenvolver tecnologias de ponta para serem exportadas.

      Pessoas vêm falar que universidade pública é desconexa da realidade, mas é porque a realidade nossa é uma merda. De fato existe uma burocracia para parcerias, mas elas existem e não é como se existissem várias empresas brasileiras fazendo pesquisa e loucas para conseguir uma parceria.

      1. Eu defendo que a universidade é o local pra ser aprender teoria. A prática pode ser aprendida num curso técnico.

        Esses dias eu vi um curso que me chamou atenção numa escola estadual aqui perto: mecânica automotiva. Pensei como seria bom saber isso. 2 anos de um curso puxado pra, pelo menos, nunca mais passar vergonha no mecânico (e de quebra um hobby). Só não me matriculo porque tenho 35 anos e tenho vergonha/receio de ir pra uma aula cheia de adolescentes.

        Mas isso exemplifica o meu ponto? curso técnico dá conta de ensinar o que a imensa maioria da MdO de programação precisa saber, a gente só precisa focar esses cursos de maneira otimizada. E a imensa maioria dos programadores (e outros de TI e outras áreas) podem se virar sem graduação se a ideia é trabalhar logo.

        1. Sim, concordo.

          Empresas que realmente estão trabalhando em tecnologia de ponta precisam de pessoas com a base teórica para construir em cima…não existe curso prático para quem cria tecnologia. Elas tentam botar em prática o que é desenvolvido na academia, como o eterno exemplo do Google.

          Mas como nosso mercado se contenta em desenvolver sistemas “padrão”, ele prefere olhar para o ensino mais pragmático focado em determinadas tecnologias. Isso me parece um reflexo da falta de inovação das empresas, mas eles revertem o argumento dizendo que as universidades públicas não estão alinhas com o mercado “produtivo” e “inovador”.

          Os caras falam como se o Brasil fosse virar uma Coréia do Sul ou China se os empreendedores não fossem “pobres coitados que não conseguem empreender em um país com tanto Estado”. Mas isso me parece uma falácia, porque nada indica que existe esse movimento…como na China por exemplo.

          1. A ideia de ricos muito ricos é com pra especulação (em todos os sentidos), pros governos mais conservadores e, principalmente, pra grandes empresas.

            Essa ideia de formar na academia pessoas com conhecimento puramente técnico é apenas a consequência mais direta do pensamento de “fábrica de software” que a maioria das empresas tem no Brasil. Pra isso, como eu disse, não precisa de graduação.

          2. E se os empreendedores de quermesse realmente usam esses exemplos, então é uma demonstração patética de ignorância: são dois evidentes casos de desenvolvimento capitalista fortemente orientado e financiado pelo estado.

          3. Não existe grande empresário no Brasil sem um forte lobby estatal pode detrás. Se tirarmos as benesses do estado burguês da conta dos empresários como Flavio Rocha, vai todo mundo chorar na TV e demitir em massa.

            São tudo um bando de sanguessuga.

        2. Bah eu queria um curso desses por aqui. Tem no máximo um técnico em mecânica

          1. Possivelmente. Ou apenas mais um gurizão de apartamento querendo explorar o pessoal.

        1. kk nao tem a ver diretamente com a imagem, mas acho engraçado isso de ”jornada arriscada”, ”sem garantia de sucesso”, ”perigo constante”…
          e as terríveis dificuldades que os empreendedores podem ter [não nego que têm mesmo]

          o que é engraçado é: parte da ideia de ”fracassar” é justamente virar um operário como os outros… rs

          1. SIM!

            O fracasso e o medo deles é ser trabalhador como a maioria das pessoas.

            Que coisa.

      2. Curiosamente, é justamente nas universidades públicas que se desenvolve a melhor e mais original crítica teórica disponível a respeito da realidade de nosso mercado.

        1. (afinal, não seria num insper ou fgv da vida que surgiriam nossos melhores intelectuais nessa temática, como florestan fernandes e chico de oliveira).

    3. O que você espera do cenário político? Que continue com as mesmas pessoas que estiveram no comando da política nos últimos 30 anos?
      Dado o panorama desolador da política brasileira(dos que comandaram até aqui) eu acho normal que apareçam novos candidatos e correntes de pensamentos diferentes das que estavam no poder, inclusive em minha opinião este pais não irá para frente, enquanto este paradigma de “elite vs povo” não for quebrado, veja bem eu sei que a desigualdade no país é grande e deve ser combatida, mas não é com discurso populista que os problemas serão resolvidos(isto daria uma ótima discussão…). Desonestidade intelectual política existe na esquerda/centro/direita, assim como existem candidatos de direita que até ontem não sabiam o que é liberalidade econômica, também existem candidatos de esquerda que não se importam nem um pouco com minorias.
      O meu ponto é: Não adianta ficar com este discurso de “elite vs povo”, é preciso observar candidato a candidato, ver como o partido está se financiando , entender a proposta, conversar com pessoas do partido, este é o trabalho que o povo/eleitor tem que fazer, para que independentemente se o candidato é de esquerda/direita ou céu/inferno, o eleitor comum(nós) vote com consciência e certeza que o candidato escolhido possa representar o melhor para ele e principalmente para o povo brasileiro.
      Para finalizar, quando você crítica os novos partidos e candidatos sem ao menos uma menção de crítica à aqueles que já estiveram e estão no comando político do País, em minha opinião transforma seu post em parcial. Há uma frase que alguns atribuem a Albert Einstein(não comprovado que foi ele), mas que ilustra bem o que eu acho que falta no seu discurso:

      ” A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”

      1. É exatamente esse pensamento de centro (de não dizer que não existe elite x povo) que faz com que o Brasil seja a roça que é. A completa inexistência de consciência de classe é benéfica exatamente para quem está no poder. Manter o status quo é exatamente o que a classe dominante espera e quando o povo abraça essa ideia ele defende quem lhe explora.

        Meu post jamais teve a pretensão de ser imparcial, a ideia é exatamente ser parcial porque não tem como ser imparcial quando se tem um partido como o NOVO, completamente alinhado com as demandas dos ricos mas se dizendo a favor do pobres, no meio da disputa. A ideia sempre vai ser combater essas pessoas.

        E, não tem como em são consciência uma pessoa me dizer que o governo do PT foi igual à farra neoliberal do PSDB na era FHC ou que está sendo a mesma coisa que o governo Temer. Não sou petista e acho a bandeira do PT (de centro-esquerda, social-democrata) uma conciliação de classes imbecil e que mais onera o trabalhador que o ajuda.

        Resumo: não é a mesma coisa ter PSDB ou PT no poder e o centrismo exagerado sempre pende pra direita.

      2. Só vou me limitar a dizer que toda a bobagem que você falou merece como resposta apenas a máxima do Renan do Choque de Cultura: “OUVE O QUE CÊ TÁ FALANDO UMA VEZ NA VIDA.”

        PS: sabe o a elite tem mais que a gente? Tem mais é que se ferrar.

        1. Sua resposta é a mais pura demonstração do motivo de estarmos chafurdando na merda…Mas enfim…

          1. O grande motivo de estarmos chafurdando na merda é porque temos uma elite gananciosa e individualista que jamais pensou no país como um projeto social e sim como um projeto individual.

            O grande motivo do Brasil jamais alcançar outros países em produtividade é porque os empresários jamais investem na empresa e na modernização do seu parque, só visam o lucro a mantém a MdO semi-escrava e com pouco escolaridade, porque isso é o que mantém eles no topo e nós na base.

            O grande motivo do Brasil ser um paraíso para super-ricos e um inferno para qualquer trabalhador assalariado é que aqui a classe média defende quem lhe abate, se colocando na linha de frente de qualquer questionamento em relação a elite e defendendo os interesses que sequer são seus.

            O grande e real motivo do Brasil estar na merda é a falta de consciência de classe e a tendência das classes brasileiras de se unificarem em prol dos interesses dos ricos, acreditando no modelo “trickle down” de economia e esperando (tendo fé) que se o rico ficar cada vez mais rico eles vão respingar uma gota nos pobres.

            O grande problema do Brasil é gente com o pensamento como o seu de que “não existe elite vs. povo”.

          2. Claro, porque afinal é natural que 99% das pessoas percam suas vidas em trens lotados enquanto 1% de engravatados continuam a enriquecer com o trabalho alheio. Aliás, não tem como não ser natural, já que é exatamente assim há mais de 500 anos.

  8. Olá, como vão vocês? Eu moro em Colatina/ES e tenho uma conexão de internet da Vivo de 50 mbps. Acontece que videos do Youtube e Netflix nem sempre estão com qualidade decente. Alguém já percebeu isso? Será que estão fazendo traffic shaping? Tem como testar pra comprovar?

    1. Aqui em Floripa tinha internet da Net de 10mbps. Vídeos sempre em FullHD, exceto nos primeiros segundos de vídeo! Agora estou com 30mbps e consigo ver dois vídeos ao mesmo tempo, ambos em FullHD sem maiores problemas. Em resumo, você tem problemas.
      Teste aqui: https://fast.com/pt/

    2. Tenho amigos que utilizam a Vivo em Brasília e Pernambuco e nas últimas semanas a qualidade está péssima.

      Pelo visto, estão fazendo isso com todo mundo mesmo…

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